janeiro 24, 2020

Veja o que é IPCA e como a inflação afeta seu investimento

Além de ser o termômetro oficial da inflação, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) pode afetar diretamente boa parte dos investimentos.

Por isso, entender e acompanhar esse índice é uma das chaves para ser um investidor mais consciente.

Neste guia, você vai saber como o IPCA funciona na prática e qual a sua relação direta com os seus investimentos.

Veja só o que preparamos para você: 

  • O que é o Índice IPCA?
  • Como o Índice IPCA Funciona e Como Afeta Sua Vida?
  • Qual é a Diferença entre IPCA e IPCA-E?
  • Como é Calculado o IPCA Hoje em 2020
  • IPCA Hoje e dos Últimos 12 Meses? [Tabela]
  • O que Significam as Altas e Baixas no IPCA?
  • O que Faz os Preços e o IPCA Subirem?
  • Quais são as Causas da Inflação?
  • Retrospectiva do IPCA em 2019 e Previsões do IPCA para 2020
  • Outros Índices e sua Relação com o IPCA
  • Principais Investimentos Ligados ao IPCA.

Se você tiver qualquer dúvida, deixe um comentário no final da página.

Boa leitura!

Nova call to action

O que é o Índice IPCA?

O IPCA é o Índice de Preços para o Consumidor Amplo. Esse importante índice é medido mensalmente pelo IBGE para identificar a variação dos preços no comércio.

Ele é considerado, pelo Banco Central, o índice brasileiro oficial da inflação ou deflação.

Como o Índice IPCA Funciona e Como Afeta Sua Vida?

Atualmente, temos uma inflação relativamente baixa, o que torna o impacto do IPCA sobre as nossas vidas menos visível.

Mas ele está ali, ajustando os preços em todas as nossas compras (para cima e para baixo) e afetando até mesmo a rentabilidade dos investimentos.

Nesse sentido, vale lembrar o período entre as décadas de 80 e 90, onde o índice deu origem ao que se chamava de hiperinflação.

Na época, era comum que um produto começasse o dia sendo vendido por um valor e terminasse custando bem mais caro.

E um dos instrumentos utilizados para medir a variação de preços, tanto no passado quanto nos dias de hoje, é o IPCA.

Assim, ele funciona como um termômetro para a economia brasileira, reunindo informações que ajudam o consumidor a entender o que vai encontrar na hora da compra.

E também, como mencionamos antes, serve como instrumento de correção de determinadas aplicações financeiras, que têm nele o seu índice de referência.

Esse é o caso de alguns títulos do Tesouro Direto, sobre os quais vamos falar com mais detalhes ainda neste artigo.

Qual é a Diferença entre IPCA e IPCA-E?

O IPCA é a medida da variação dos preços mais conhecida no Brasil. Além dele, há outros índices que possuem o mesmo objetivo, mas com metodologias diferentes, como é o caso do IPCA-E (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-Especial). 

Basicamente, esse outro indicador é uma série especial do IPCA que é divulgada pelo IBGE a cada três meses. 

A principal diferença entre o IPCA-E e o IPCA é que o cálculo é feito com base no IPCA-15 do período de referência. Nos próximos tópicos, vamos detalhar mais sobre este outro tipo de medida da inflação.

Para você ter ideia, o IPCA-E acumulado em 2019 foi de 3,91% – ligeiramente abaixo do IPCA, que finalizou o ano anterior em 4,31%.

De acordo com a finalidade de uso, esta diferença pode ser crucial na precificação de uma dívida, em investimento ou em taxas de juros cobradas.

Como é Calculado o IPCA Hoje em 2020

O índice IPCA é calculado com base em uma cesta que considera cerca de 350 diferentes itens

A taxa IPCA reflete o custo de vida para famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos residentes em regiões metropolitanas e alguns municípios.

No cálculo, cada um dos componentes têm o seguinte peso – atualizado pelo IBGE para 2020:

São Paulo32,32%
Belo Horizonte9,74%
Rio de Janeiro9,41%
Porto Alegre 8,59%
Curitiba 8,05%
Salvador5,99%
Goiânia4,16%
Brasília4,09%
Recife 3,93%
Belém3,91%
Fortaleza3,22%
Vitória1,86%
São Luis1,62%
Campo Grande1,51%
Aracaju1,02%
Rio Branco0,51%

Peso de cada região sobre o cálculo do IPCA – Fonte: IBGE

A coleta de dados para o cálculo do IPCA vai do dia 1º ao dia 30 ou 31 de cada mês, contemplando setores do comércio, prestadores de serviços, domicílios (para verificar valores de aluguel) e concessionárias de serviços públicos.

Os preços obtidos na pesquisa retratam pagamentos à vista nas seguintes categorias e suas respectivas participações:

Tipo de gastoPeso
Transportes20,8377%
Alimentação e bebidas18,988%
Habitação15,1593%
Saúde e cuidados pessoais13,4575%
Despesas pessoais10,5972%
Comunicação6,1859%
Educação5,9519%
Vestuário4,801%
Artigos de residência4,0215%

Peso de cada setor sobre o cálculo do IPCA – Fonte: IBGE

IPCA e a Inflação Acumulada

Além do IPCA, calculado e divulgado mensalmente, há outras formas de mensurar o efeito do sobe e desce dos preços em um determinado período. E a chamada inflação acumulada é uma delas.

Essa análise dá um passo atrás para avaliar as possíveis consequências da oscilação que acontece nos preços em longo prazo.

Assim, o IPCA acumulado nada mais é do que a soma das taxas de inflação registradas dentro de um determinado período.

Pode ser ao longo de um ano fiscal (de janeiro a dezembro) ou relativo a um período qualquer de 12 meses consecutivos, como de março de 2019 a fevereiro de 2020, por exemplo.

Como Calcular o IPCA Acumulado em 2020?

Como  vimos, o IPCA acumulado consiste na média dos IPCAs dos meses considerados. Por se tratar de uma taxa de juros, ele é uma média ponderada.

Mas há uma forma de saber o seu resultado de forma rápida e eficiente, que é através da Calculadora do Cidadão do Banco Central (BC). 

Assim, basta selecionar o índice de interesse (nesse caso, o IPCA), definir o período de interesse, por exemplo, de 01/18 até 05/18.

Agora, é preciso informar o valor a ser corrigido. Digamos que seja R$ 100,00. O resultado foi de 1,79%, ou seja, nestes 5 meses, o acumulado foi de 0,79% real. 

IPCA hoje e dos Últimos 12 Meses? [Tabela]

Divulgado pelo IBGE sempre entre a primeira e a segunda semana de todos os meses, o IPCA fechou dezembro de 2019 em alta, marcando 1,15%, contra 0,51% de novembro.

O acumulado do ano chegou a 4,31%, que é o maior percentual registrado desde 2016.

Confira abaixo os índices de IPCA mensais e acumulados ao longo dos últimos 12 meses.

Mês

IPCA mensal (%)

IPCA acumulado (%)

Dezembro/2019

1,15

4,31

Novembro/2019

0,51

3,27

Outubro/2019

0,10

2,54

Setembro/2019

-0,04

2,89

Agosto/2019

0,11

3,43

Julho/2019

0,19

3,22

Junho/2019

0,01

3,37

Maio/2019

0,13

4,66

Abril/2019

0,57

4,94

Março/2019

0,75

4,58

Fevereiro/2019

0,43

3,89

Janeiro/2019

0,32

3,78

Histórico do IPCA nos últimos 12 meses – Fonte: IBGE

Note que, no período de 12 meses, os índices mensais foram pequenos. Inclusive, no mês de setembro de 2019, o IPCA fechou em deflação, ou seja, o seu dinheiro valorizou 0,04%. 

O que Significam as Altas e Baixas no IPCA?

Cédula de R$100,00 desenhado com fiz na lousa preta
Entenda o que é ICPA e ICPA-E e entenda tudo sobre a variação dos preços.

Cem reais de hoje não são os mesmos cem reais de um ano atrás.

Em termos práticos, quando o IPCA sobe, os itens de consumo do dia a dia costumam sofrer uma elevação de preço, gerando a inflação no período.

Esse é um pesadelo para brasileiros com lembrança de 1990 a 1994, quando houve a hiperinflação.

A média anual nesse período chegou a 499,2%, segundo matéria do G1. O dinheiro oscilava muito, podendo perder valor muito rápido. Um fogão de brinquedo poderia custar mais do que um de verdade, por exemplo.

De manhã, a comida tinha um valor. À tarde, outro.

Era comum nesse tempo pagar e receber em dólar, dada a sua estabilidade. Muitos hábitos de hoje, como as compras do mês, nasceram nessa época.

Via de regra, quando o IPCA sobe, é preciso de mais dinheiro para poder comprar a mesma coisa, ou seja, cai o poder de compra. Por isso, costuma-se ajustar o salário mínimo e as remunerações. É uma tentativa de equilibrar a balança.

Caso no mês seguinte o índice seja menor, não significa que haverá redução nos preços, a deflação. Na verdade, isto representa que os preços subiram menos do que no mês anterior.

Somente se o IPCA for negativo é que teremos deflação, ou seja, a diminuição nos preços

O que Faz os Preços e o IPCA Subirem?

O Estado é um dos principais desencadeadores da inflação

Como você já deve ter percebido, o IPCA oscila mensalmente. De acordo com ele, os produtos e serviços podem ser reajustados, ou seja, é uma verdadeira bola de neve. 

Isso pode parecer confuso. Afinal, quem alimenta quem

Primeiramente, os produtos e serviços são precificados pela lei da oferta e demanda. Isto é, se algo tem muita procura, mas pouca disponibilidade, o preço dele sobe. Do contrário, ele tende a cair. 

Como o IPCA é calculado com base em uma cesta com cerca de 350 itens, a variação é causada por fatores como resultado de safras, cotação do dólar, clima, custos de produção e de mão de obra. 

Portanto, esse indicador é apenas uma média do quanto o seu dinheiro valorizou ou desvalorizou no período. Provavelmente, haverão produtos que não sofreram muita oscilação de preços.

Outro fator que também leva à alta do IPCA é a quantidade de dinheiro em circulação. Quando a economia está muito bem, com alto consumo e renda, terá mais moeda no mercado. 

Caso essa quantia não seja controlada, o valor do IPCA geral deve cair, ou seja, o dinheiro perde poder de compra. 

Por isso, o Banco Central estipula a meta de inflação. Através dela, ele utiliza mecanismos de controle para conter o avanço dessa desvalorização. Nos próximos tópicos, vamos explicar este controle funciona. 

Quais são as causas da inflação?

A economia segue uma dinâmica própria e bastante complexa, com oscilações que podem ser respostas a situações sociais, financeiras, geográficas, desastres climáticos, decisões políticas, entre outros fatores.

Por isso, é difícil apontar com certeza a causa da inflação de maneira universal, sem analisarmos antes o contexto por trás de uma possível alta.

De modo geral, existem seis cadeias de acontecimentos que podem causar aumentar os preços. São elas:

  • Desequilíbrio dos gastos públicos
  • Cartéis empresariais
  • Inércia do cenário econômico
  • Aumento nos custos de produção
  • Baixas na produção 
  • Ajustes de indexação.

Quando o governo injeta mais dinheiro na economia – seja pela impressão de novas cédulas ou por facilitar a concessão de crédito -, a demanda acaba ultrapassando a oferta e a moeda passa a valer menos.

Esse desequilíbrio dos gastos públicos acaba causando uma alta nos preços.

Ainda, a inércia na economia pode levar empresas a acreditarem que um aumento na inflação está por vir – fazendo com que os preços aumentem preventivamente.

A alta nos preços dos produtos pode vir também de fatores econômicos externos, como a menor importação de insumos, por exemplo, e impulsionar uma alta geral nos preços.

Pode ser que, por fatores climáticos, a safra de soja necessária para diversos produtos alimentícios seja muito menor do que o esperado – e uma baixa na produção que causa alta nos preços.

Por fim, é importante lembrar que o IPCA acumulado de um ano geralmente serve como guia para o planejamento do próximo ano fiscal.

Dessa forma, uma grande inflação no ano anterior acaba levando as empresas a aumentarem seus preços no novo ano.

Retrospectiva do IPCA em 2019 e Previsões do IPCA para 2020

Como destacamos antes, em 2019, o índice de inflação no Brasil acumulou variação de 4,31%, segundo o IPCA.

O valor é maior em 0,56% do que o registrado no ano de 2018 e fica acima também da meta de 4,25% estipulada pelo Banco Central para o ano.

Dentre os nove grupos de produtos e serviços monitorados para o cálculo do índice, o que sofreu maior variação durante o ano de 2019 foi o de alimentação e bebidas, com alta de 3,38%.

Ainda, o número divulgado sobre o mês de dezembro (1,15%) foi o maior para o período desde 2002, ano que foi registrada uma taxa de 2,1%.

Para 2020, a previsão do Banco Central aponta para um IPCA com alta acumulada de 3,7%.

Essa projeção parte da ideia de que a taxa de juros (Selic) deve continuar estável, em torno de 5% ao ano, e a taxa de câmbio posicionando o dólar por volta de R$ 4,20.

Todos os dados fazem parte do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado pelo Banco Central.

Relembre a Tabela IPCA de 2018

Em 2018, a inflação acumulada foi de 3,75%.

O resultado foi 0,8 ponto percentual acima dos 2,95% registrados em 2017. 

Veja na tabela abaixo a evolução do índice IPCA ao longo de 2018:

Mês

IPCA mensal (%)

IPCA acumulado (%)

Dezembro/2018

0,15

3,75

Novembro/2018

-0,21

4,05

Outubro/2018

0,45

4,56

Setembro/2018

0,48

4,53

Agosto/2018

-0,09

4,19

Julho/2018

0,33

4,48

Junho/2018

1,26

4,39

Maio/2018

0,40

2,86

Abril/2018

0,22

2,76

Março/2018

0,09

2,68

Fevereiro/2018

0,32

2,84

Janeiro/2018

0,29

2,86

Histórico do IPCA em 2018 – Fonte: IBGE

Outros Índices e sua Relação com o IPCA

O IPCA não está sozinho. Muitas vezes, ele é influenciado por outros índices ou possui indicadores subjacentes, que são utilizados como fator de comparação ou para precificar outras áreas, como aluguéis e os juros base da economia.

Como investidor e consumidor, é fundamental estar atento para evitar as ciladas da inflação e para saber para onde o seu dinheiro está indo. 

Conheça agora outros índices relacionados ao IPCA:

IPCA X Selic (taxa básica de juros)

A partir do IPCA, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) verifica se o Governo Federal atingiu ou não as metas de inflação.

De acordo com o resultado do IPCA, o Copom pode baixar, manter ou elevar a taxa de juros do Brasil – a taxa Selic. Essa taxa define quanto o Governo pagará de juros ao pegar dinheiro emprestado do mercado.

A taxa Selic é o principal mecanismo de controle do IPCA no Brasil. Portanto, quando há muito dinheiro em circulação, ela sobe, com o objetivo de frear a inflação. 

Quando esse índice cai, pode-se entender que o BC ofereceu um incentivo para aumentar o consumo. Assim, as demais taxas de juros tendem a baixar. 

Um exemplo disso é a taxa Selic atual, que está em 4,5%. Após chegar a este patamar, diversas linhas de crédito tiveram os seus juros reduzidos e também as opções de financiamentos aumentaram. 

Como o IGPM afeta o IPCA?

O Índice Geral de Preços do Mercado, ou IGPM, é um indicador estabelecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O objetivo de cálculo é o mesmo: medir a variação dos preços ao consumidor final. 

Basicamente, esse índice tem influência sobre o IPCA, no sentido de que ele é a taxa principal para o reajuste e precificação dos aluguéis. 

Então, se ele subir, os valores dos aluguéis também devem acompanhá-lo. Por entrar no cálculo do IPCA, este tende a aumentar. 

IPCA X INPC – Diferenças

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) também é calculado mensalmente pelo IBGE, com diversos itens também monitorados pelo IPCA.

Sua principal diferença é que ele considera famílias com renda de até 5 salários mínimos mensais, ou seja, o comportamento dos preços para as famílias com menor poder aquisitivo.

Assim, o INPC é utilizado para reajustes salariais, que é um fator muito importante para a classe dos trabalhadores. 

O que é o IPCA-15?

O IPCA tem um primo, o “IPCA-15”, que nada mais é do que uma prévia do IPCA.

Ele é utilizado para o reajuste do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Ao contrário do IPCA, ele é medido a partir do meio do mês, do dia 16 ao dia 15 do mês seguinte.

Principais Investimentos Ligados ao IPCA

Mulher e homem conversando sobre algo no computador
Entenda os investimentos afetados pelo IPCA e saiba onde investir com segurança!

A melhor maneira de se proteger da inflação é investindo em ativos atrelados ao IPCA.

Todos os investimentos são afetados pelo IPCA.

Afinal, você, como investidor brasileiro, precisa garantir que a sua rentabilidade seja pelo menos superior à inflação do período.

O ganho real, ou seja, deduzida a inflação, taxas e tributos, precisa ser calculado na compra de qualquer ativo. Imagine conseguir um ótimo investimento, mas que, no final, fazendo as contas, faz você perder dinheiro?

Esse é o caso da poupança. Antes, a rainha dos investimentos. Hoje, o bicho papão dos aportes.

Colocar dinheiro na caderneta é sofrer mordidas da inflação diariamente e ter o patrimônio corroído.

Todo o investimento precisa, no mínimo, acompanhar a inflação para garantir o seu poder de compra.

Veja alguns ativos que são afetados positivamente pela alta do IPCA. 

Tesouro Direto

Entre as opções do Tesouro Direto, o Tesouro Selic é o título público mais popular por sua segurança e rentabilidade, fazendo com que diversos investidores troquem a poupança e até outros investimentos.

A segurança se deve ao Tesouro Nacional, que emite os títulos. Dessa forma, ao investir no Tesouro, você estará emprestando dinheiro ao Governo. E, assim, é praticamente impossível ficar sem receber juros por isso. 

Existe uma variedade de títulos do Tesouro, mas vamos nos ater ao Tesouro Selic e ao Tesouro IPCA+.

O Tesouro Selic traz rendimentos de acordo com a taxa básica de juros, enquanto o IPCA+ paga o índice no período acrescido de uma taxa fixada

Ambos são ótimos e podem ser utilizados para curto prazo. O Tesouro Selic tem vantagem por sua liquidez diária.

Fundos de Investimento

Outra ótima aplicação, que pode seguir os índices macroeconômicos, são os fundos de Investimento, que destinam a maior parte do capital em renda fixa.

Eles funcionam como um condomínio, no qual diversos investidores confiam o seu patrimônio a um administrador, que faz a gestão e alocação do capital.

Existem diversos tipos de fundos, mas, em geral, eles buscam retornos acima do CDI. Trata-se de um investimento conversador, de baixo risco.

A taxa de administração costuma ser baixa e conta-se com a vantagem de uma gestão profissional.

Letra de Crédito Imobiliário (LCI)

As LCIs são muito semelhantes aos CDBs dos bancos. Eles são títulos emitidos pelas instituições para dar créditos a segmentos específicos, como o imobiliário nesse caso.

Assim como os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), o seu rendimento é baseado no CDI, um índice que costuma seguir de perto a Selic.

O CDI é o índice de juros que um banco paga ao outro quando pega dinheiro emprestado para fechar o seu caixa. Essa é uma operação que acontece diariamente.

Dica para começar a investir
Está começando a investir e tem dúvidas sobre o que fazer? Temos uma dica: o Rico+ Primeiros Passos. Ele é um novo modelo de aprendizado que te ajuda a evoluir de pouquinho em pouquinho.

Aprenda a investir com jogos, trilhas de conteúdos e vídeos de maneira simples e fácil! 

Saiba mais sobre o Rico+ Primeiros Passos.

Conhecer o Rico+ Primeiros Passos

Descobriu como o IPCA afeta seus Investimentos?

Acompanhar o índice IPCA é crucial para o seu planejamento financeiro, seja para guardar ou investir dinheiro.

Em resumo, o IPCA é o índice da inflação.

Ele afeta os brasileiros historicamente e, por isso, quem possuir um patrimônio depositado na poupança, precisa modernizar suas formas de investir.

Outra ideia de investimento incerto é a da casa própria. Se você está comprando um imóvel para morar, tenha certeza que está adquirindo um passivo. Principalmente se está financiando o imóvel.

Assim, gera custos como o de manutenção e tributos, além de imobilizar grande parte do seu capital.

Já o ativo é aquilo que traz dinheiro sem esforço para você, como uma aplicação financeira.

Aprenda a investir em conjunto com o IPCA, alocando recursos em ativos que tragam um retorno real.

Se você quer atingir os seus objetivos, é fundamental fazer o seu dinheiro trabalhar para você. Transforme a inflação de vilão para um aliado.

Para isso, você só precisa abrir a sua conta na Rico agora mesmo. Aqui, você encontrará as melhores alternativas do mercado e ainda contará com todo o suporte do nosso time.

Gostou deste artigo? Tem alguma dúvida sobre o que é IPCA? Deixe seu comentário!

Saiba tudo sobre esses produtos de investimento em nosso blog:

Obrigado por ler até aqui!

Nova call to action