Durante o feriado de Nossa Senhora Aparecida (no último 12 de outubro), aconteceu em São Paulo a terceira edição do Tomorrowland no Brasil. Para a galera não tão antenada no mundo dos eventos, o Tomorrowland é o maior festival de música eletrônica do mundo, e figura no ranking dos 10 maiores festivais de música do planeta – considerando o tamanho do público.
No Brasil, o evento não ocorria há 7 anos, mas a edição original ocorre anualmente, na cidade de Boom, na Bélgica. Assim, pensando na versão doméstica e gringa do festival, decidimos investigar: o peso financeiro de ir ao Tomorrowland é o mesmo para um brasileiro e seu “equivalente” belga?
Mais precisamente, será que o valor que um cidadão da Bélgica gasta pra ir ao festival no seu país é equivalente ao que o brasileiro gasta para comparecer à edição por aqui?
Um lugar ao Sol do Tomorrow: mais barato para os belgas!
Para fazer uma comparação relativamente mais justa, comparamos a renda média de um trabalhador na Bélgica com a de um trabalhador no Brasil – observando, a partir daí, o peso financeiro para cada um dos hipotéticos fãs comparecer ao festival de música.
Segundo dados do IBGE e de fontes oficiais do governo belga, a renda média de um trabalhador na Bélgica é de € 3.886, enquanto no Brasil, o valor é de R$ 2.897. Já em relação aos ingressos para o Tomorrowland, o valor varia dependendo dos benefícios adquiridos juntos. Em nosso exemplo, utilizamos o preço ingresso básico, diário ou para os três dias de festival. Na tabela abaixo, você pode conferir os valores.
| Bélgica | Brasil | |
| Ingresso diário | € 135,00 | R$ 1.050,00 |
| Ingresso para três dias | € 355,00 | R$ 2.625,00 |
Agora, comparando com os valores de renda média que mencionamos acima, chegamos aos valores abaixo:
| Bélgica | Brasil | |
| Ingresso diário / Renda média | 3.47% | 36.24% |
| Ingresso para três dias / Renda média | 9.14% | 90.61% |
Conforme podemos ver acima, é muito mais barato para um belga do que para um brasileiro ir ao Tomorrowland, relativamente. Mais precisamente, considerando a ida em todos os dias do festival, o ingresso para a Tomorrowland no Brasil pode custar mais de 90% da renda mensal de um brasileiro, enquanto na Bélgica, esse valor não chega a 10%.
Vale destacar que essa é uma comparação simplificada, uma vez que a análise completa deveria incluir uma série de outros fatores que determinam o poder de compra em cada país, além de questões relevantes como a desigualdade socioeconômica nos países e até entre regiões de cada país.
Como se preparar para o Tomorrowland na Bélgica?
Depois desse verdadeiro “choque de realidade”, dá até vontade de nascer belga e curtir o festival além-mar com os gringos, não é mesmo?
Mas, brincadeira a parte, a viagem ao país europeu incluindo a passadinha no festival recheado de DJs internacionais e atrações únicas pode parecer um verdadeiro sonho. A parte boa é que sabemos que os investimentos podem nos ajudar bastante a realizar nossos sonhos – lembrando sempre da gestão responsável das nossas finanças e da importância da consistência na hora de investir.
Em bom português: esse sonho pode se tornar realidade, se já começarmos a nos preparar 💰
Pra te ajudar nesse planejamento, nós simulamos qual seria o valor médio necessário para viajar do Brasil para a Bélgica para comparecer às próximas edições do festival. No cálculo, são considerados os seguintes custos:
• Passaporte (obrigatório para brasileiros entrarem no país)
• Passagem (de São Paulo para Bruxelas)
• Seguro viagem (também obrigatório para viagens à Europa)
• Transporte (considerando o uso de trens e metrôs)
• Hospedagem
• Alimentação
• Ingresso
Considerando uma estadia de 5 dias (para aproveitar os três dias de festival e ainda ter uma folguinha para descansar), o gasto aproximado seria de € 2.577,08 – convertendo esse valor para a moeda brasileira, chegamos no total de R$ 13.809,53. É importante lembrar que esse valor é uma média, podendo se alterar dependendo de diversos fatores, como local de partida, nível de conforto desejado, etc.
Porém, esse valor seria o custo de ir ao festival em 2023, e aqui nós queremos nos planejar para os anos seguintes. Como sabemos, o quanto nosso dinheiro vale hoje é diferente de quanto ele valerá daqui um, dois ou dez anos. Então, para descobrir o custo futuro de comparecer ao Tomorrowland, é necessário considerar a inflação esperada no período.
Para estimar os valores, optamos por considerar os custos da viagem em dólares, por serem mais comumente utilizados para preços internacionais. Assim, utilizamos primeiramente a projeção da variação cambial entre o euro e o dólar (que já considera a expectativa de inflação nas regiões), chegando aos seguintes valores:
- Valor em 2024: US$ 2.963,64
- Valor em 2025: US$ 2.963,64
Agora, vamos converter esse valor para a nossa moeda brasileira, e para isso, utilizaremos a projeção de variação cambial entre o dólar e o real.
- Valor em 2024: R$ 14.373,66
- Valor em 2025: R$ 14.818,20
Como investir para ir ao Tomorrowland na Bélgica?
Beleza, agora que temos os valores corrigidos para os anos de 2024 e 2025, bora falar de investimentos?
No nosso exemplo, vamos utilizar como opção de investimento o Tesouro Selic 2026. Optamos por esse investimento, por ele ser ideal para objetivos de prazo mais curto, tendo em vista que combina baixo risco com liquidez diária. As projeções do time de analistas da Rico para a taxa Selic em 2024 e 2025 estão, respectivamente, em 10% e 9% ao ano.
Uma outra excelente alternativa para investir pensando na sua viagem à Bélgica é criar um objetivo personalizado na funcionalidade de planejamento disponível no app da Rico. Quer saber como utilizar essa opção? Clica aqui.
Assim, simulamos duas alternativas:
- Uma única aplicação, e o valor ficará investido por 10 ou 22 meses (esses prazos foram estabelecidos considerando que a aplicação seja feita em outubro/2023 e mantida até o mês de julho de 2024 e 2025, quando o evento ocorrerá).
- Aplicações mensais, também pelo período de 10 ou 22 meses.
Então let’s talk money 🤑
Investindo para Tomorrowland 2024
| Cenário 1 | Cenário 2 | |
| Aplicação inicial | R$ 13.479,26 | R$ 0,00 |
| Aplicação mensal | R$ 0,00 | R$ 1,396.28 |
| Total aplicado | R$ 13.479,26 | R$ 13.962,83 |
| Rendimento mensal estimado | 0.80% | 0.80% |
| Valor bruto | R$ 14.597,26 | R$ 14.476,37 |
| IR (sobre lucro) | 20% | 20% |
| Valor líquido | R$ 14.373,66 | R$ 14.373,66 |
Investindo para Tomorrowland 2025
| Cenário 1 | Cenário 2 | |
| Aplicação inicial | R$ 12.914,58 | R$ 0,00 |
| Aplicação mensal | R$ 0,00 | R$ 630,47 |
| Total aplicado | R$ 12.914,58 | R$ 13.870,35 |
| Rendimento mensal estimado | 0.75% | 0.75% |
| Valor bruto | R$ 15.222,00 | R$ 15.019,26 |
| IR (sobre lucro) | 17.5% | 17.5% |
| Valor líquido | R$ 14.818,20 | R$ 14.818,20 |
Note como os juros compostos, além de multiplicar seu patrimônio no longo prazo, também podem te ajudar a economizar em um planejamento de médio prazo, como a viagem, considerando que você precisa juntar um montante menor aplicando somente uma vez.
Agora, só colocar o plano em prática e curtir o festival 🥳
E aproveitando que estamos nos preparando para visitar a “Terra do Amanhã”, por que não começar a planejar suas finanças para o amanhã também? Para isso, nós te ajudamos com as recomendações de investimentos, então basta clicar aqui para conferir as nossas carteiras 😍
A temporada de resultados do 3º trimestre de 2023 das empresas estrangeiras já começou e deve se estender até o final de novembro. Nesse período, as empresas apresentam seus resultados financeiros e operacionais ao mercado, permitindo que investidores avaliem se os negócios seguem em linha, acima ou abaixo das projeções, e entendam se vale ou não manter seus investimentos na companhia.
No calendário abaixo, consolidamos as datas de divulgação dos principais BDRs de empresas estrangeiras negociados na bolsa brasileira. Confira!
| BDR | Ação estrangeira | Nome da empresa | Setor | País | Data do resultado |
|---|---|---|---|---|---|
| I1FO34 | INFO IN | Infosys | Tecnologia | Índia | 12/10/2023 |
| DEAI34 | DAL | Delta | Industrial | EUA | 12/10/2023 |
| WGBA34 | WBA | Walgreens | Bens de Consumo | EUA | 12/10/2023 |
| P1GR34 | PGR | Progressive | Financeiro | EUA | 13/10/2023 |
| JPMC34 | JPM | JP Morgan | Financeiro | EUA | 13/10/2023 |
| UNHH34 | UNH | UnitedHealth | Saúde | EUA | 13/10/2023 |
| WFCO34 | WFC | Wells Fargo | Financeiro | EUA | 13/10/2023 |
| BLAK34 | BLK | BlackRock | Financeiro | EUA | 13/10/2023 |
| CTGP34 | C | Citigroup | Financeiro | EUA | 13/10/2023 |
| H1DB34 | HDFCB IN | HDFC Bank Ltd | Financeiro | Índia | 15/10/2023 |
| SCHW34 | SCHW | Charles Schwab | Financeiro | EUA | 16/10/2023 |
| JNJB34 | JNJ | Johnson & Johnson | Saúde | EUA | 17/10/2023 |
| BOAC34 | BAC | Bank of America | Financeiro | EUA | 17/10/2023 |
| BONY34 | BK | BNY Mellon | Financeiro | EUA | 17/10/2023 |
| LMTB34 | LMT | Lockheed Martin | Industrial | EUA | 17/10/2023 |
| O1MC34 | OMC | Omnicom | Comunicação | EUA | 17/10/2023 |
| GSGI34 | GS | Goldman Sachs | Financeiro | EUA | 17/10/2023 |
| U1AL34 | UAL | United Airlines | Industrial | EUA | 17/10/2023 |
| P1LD34 | PLD | Prologis | Imobiliário | EUA | 17/10/2023 |
| PGCO34 | PG | Procter & Gamble | Bens de Consumo | EUA | 18/10/2023 |
| MSBR34 | MS | Morgan Stanley | Financeiro | EUA | 18/10/2023 |
| ASML34 | ASML NA | ASML | Tecnologia | Holanda | 18/10/2023 |
| NFLX34 | NFLX | Netflix | Comunicação | EUA | 18/10/2023 |
| USBC34 | USB | US Bancorp | Financeiro | EUA | 18/10/2023 |
| ABTT34 | ABT | Abbott Laboratories | Saúde | EUA | 18/10/2023 |
| SAPP34 | SAP GR | SAP | Tecnologia | Alemanha | 18/10/2023 |
| TRVC34 | TRV | Travelers Cos Inc/The | Financeiro | EUA | 18/10/2023 |
| L1RC34 | LRCX | Lam Research | Tecnologia | EUA | 18/10/2023 |
| TSLA34 | TSLA | Tesla | Consumo Discricionário | EUA | 18/10/2023 |
| E1LV34 | ELV | Elevance Health Inc | Saúde | EUA | 18/10/2023 |
| C1CI34 | CCI | Crown Castle | Imobiliário | EUA | 18/10/2023 |
| KMIC34 | KMI | Kinder Morgan | Energia | EUA | 18/10/2023 |
| N1DA34 | NDAQ | Nasdaq Inc | Financeiro | EUA | 18/10/2023 |
| D1FS34 | DFS | Discover Financial | Financeiro | EUA | 18/10/2023 |
| TSMC34 | 2330 TT | TSMC | Tecnologia | Taiwan | 19/10/2023 |
| I1SR34 | ISRG | Intuitive Surgical | Saúde | EUA | 19/10/2023 |
| PHMO34 | PM | Philip Morris | Bens de Consumo | EUA | 19/10/2023 |
| B1BT34 | TFC | Truist Financial | Financeiro | EUA | 19/10/2023 |
| NOKI34 | NOKIA FH | Nokia | Tecnologia | Finlândia | 19/10/2023 |
| L1VS34 | LVS | Las Vegas Sands | Consumo Discricionário | EUA | 19/10/2023 |
| M1MC34 | MMC | Marsh & McLennan Cos Inc | Financeiro | EUA | 19/10/2023 |
| CSXC34 | CSX | CSX | Industrial | EUA | 19/10/2023 |
| FCXO34 | FCX | Freeport-McMoRan | Materiais Básicos | EUA | 19/10/2023 |
| AALL34 | AAL | American Airlines | Industrial | EUA | 19/10/2023 |
| UPAC34 | UNP | Union Pacific | Industrial | EUA | 19/10/2023 |
| ATTB34 | T | AT&T | Comunicação | EUA | 19/10/2023 |
| AXPB34 | AXP | American Express | Financeiro | EUA | 20/10/2023 |
| SLBG34 | SLB | Schlumberger | Energia | EUA | 20/10/2023 |
| C1DN34 | CDNS | Cadence Design Systems Inc | Tecnologia | EUA | 23/10/2023 |
| H1CA34 | HCA | HCA Healthcare Inc | Saúde | EUA | 24/10/2023 |
| B1CS34 | BARC LN | Barclays | Financeiro | Reino Unido | 24/10/2023 |
| C1NC34 | CNC | Centene Corp | Saúde | EUA | 24/10/2023 |
| I1TW34 | ITW | Illinois Tool | Industrial | EUA | 24/10/2023 |
| DHER34 | DHR | Danaher | Saúde | EUA | 24/10/2023 |
| N1UE34 | NUE | Nucor | Materiais Básicos | EUA | 24/10/2023 |
| S2NA34 | SNAP | Snap | Comunicação | EUA | 24/10/2023 |
| VERZ34 | VZ | Verizon | Comunicação | EUA | 24/10/2023 |
| GEOO34 | GE | GE | Industrial | EUA | 24/10/2023 |
| GMCO34 | GM | General Motors | Consumo Discricionário | EUA | 24/10/2023 |
| D1OW34 | DOW | Dow | Materiais Básicos | EUA | 24/10/2023 |
| C1GP34 | CSGP | Costar Group | Imobiliário | EUA | 24/10/2023 |
| N1VS34 | NOVN SW | Novartis | Saúde | Suíça | 24/10/2023 |
| F1FI34 | FFIV | F5 Networks | Tecnologia | EUA | 24/10/2023 |
| MSFT34 | MSFT | Microsoft | Tecnologia | EUA | 24/10/2023 |
| VISA34 | V | Visa | Financeiro | EUA | 24/10/2023 |
| TEXA34 | TXN | Texas Instruments | Tecnologia | EUA | 24/10/2023 |
| RYTT34 | RTX | Raytheon | Industrial | EUA | 24/10/2023 |
| C1BL34 | CB | Chubb Ltd | Financeiro | Suíça | 24/10/2023 |
| S1HW34 | SHW | Sherwin Williams | Materiais Básicos | EUA | 24/10/2023 |
| MMMC34 | MMM | 3M | Industrial | EUA | 24/10/2023 |
| KMBB34 | KMB | Kimberly-Clark | Bens de Consumo | EUA | 24/10/2023 |
| A1DM34 | ADM | Archer-Daniels-Midland | Bens de Consumo | EUA | 24/10/2023 |
| S1PO34 | SPOT | Spotify | Comunicação | Suécia | 24/10/2023 |
| G1LW34 | GLW | Corning Inc | Tecnologia | EUA | 24/10/2023 |
| I1VZ34 | IVZ | Invesco | Financeiro | EUA | 24/10/2023 |
| GOGL34 | GOOGL | Google/Alphabet | Comunicação | EUA | 24/10/2023 |
| COCA34 | KO | Coca-Cola | Bens de Consumo | EUA | 24/10/2023 |
| S1YF34 | SYF | Synchrony Financial | Financeiro | EUA | 24/10/2023 |
| HALI34 | HAL | Halliburton | Energia | EUA | 24/10/2023 |
| W1MC34 | WM | Waste Management Inc | Industrial | EUA | 24/10/2023 |
| T2DH34 | TDOC | Teladoc Health | Saúde | EUA | 24/10/2023 |
| NEXT34 | NEE | Nextera Energy | Utilidades Públicas | EUA | 24/10/2023 |
| T1MU34 | TMUS | T-Mobile | Comunicação | EUA | 25/10/2023 |
| CPRL34 | CP CN | Canadian Pacific Railway Ltd | Industrial | Canadá | 25/10/2023 |
| K1LA34 | KLAC | KLA Corp | Tecnologia | EUA | 25/10/2023 |
| N1SC34 | NSC | Norfolk Southern Corp | Industrial | EUA | 25/10/2023 |
| A1VB34 | AVB | AvalonBay Communities Inc | Imobiliário | EUA | 25/10/2023 |
| EQIX34 | EQIX | Equinix | Imobiliário | EUA | 25/10/2023 |
| M1KT34 | MKTX | MarketAxess | Financeiro | EUA | 25/10/2023 |
| B1KR34 | BKR | Baker Hughes | Energia | EUA | 25/10/2023 |
| MCOR34 | MCO | Moody’s | Financeiro | EUA | 25/10/2023 |
| BIIB34 | BIIB | Biogen | Saúde | EUA | 25/10/2023 |
| BCSA34 | SAN SM | Banco Santander | Financeiro | Espanha | 25/10/2023 |
| A1PH34 | APH | Amphenol Corp | Tecnologia | EUA | 25/10/2023 |
| L1YG34 | LLOY LN | Lloyds | Financeiro | Reino Unido | 25/10/2023 |
| A1MP34 | AMP | Ameriprise Financial Inc | Financeiro | EUA | 25/10/2023 |
| A1LG34 | ALGN | Align Technology Inc | Saúde | EUA | 25/10/2023 |
| R1JF34 | RJF | Raymond James Financial Inc | Financeiro | EUA | 25/10/2023 |
| DBAG34 | DBK GR | Deutsche Bank | Financeiro | Alemanha | 25/10/2023 |
| IBMB34 | IBM | IBM | Tecnologia | EUA | 25/10/2023 |
| R1OP34 | ROP | Roper Technologies Inc | Tecnologia | EUA | 25/10/2023 |
| M1TA34 | META | Meta Platforms/Facebook | Comunicação | EUA | 25/10/2023 |
| TMOS34 | TMO | Thermo Fisher | Saúde | EUA | 25/10/2023 |
| BOEI34 | BA | Boeing | Industrial | EUA | 25/10/2023 |
| N1OW34 | NOW | Servicenow | Tecnologia | EUA | 25/10/2023 |
| ADPR34 | ADP | Automatic Data | Industrial | EUA | 25/10/2023 |
| CHME34 | CME | CME Group | Financeiro | EUA | 25/10/2023 |
| GDBR34 | GD | General Dynamics Corp | Industrial | EUA | 25/10/2023 |
| ORLY34 | ORLY | O’Reilly Automotive Inc | Consumo Discricionário | EUA | 25/10/2023 |
| H1LT34 | HLT | Hilton | Consumo Discricionário | EUA | 25/10/2023 |
| O1TI34 | OTIS | Otis | Industrial | EUA | 25/10/2023 |
| F1TV34 | FTV | Fortive Corp | Industrial | EUA | 25/10/2023 |
| MSCD34 | MA | Mastercard | Financeiro | EUA | 26/10/2023 |
| CMCS34 | CMCSA | Comcast | Comunicação | EUA | 26/10/2023 |
| ITLC34 | INTC | Intel | Tecnologia | EUA | 26/10/2023 |
| HONB34 | HON | Honeywell | Industrial | EUA | 26/10/2023 |
| BMYB34 | BMY | Bristol-Myers Squibb | Saúde | EUA | 26/10/2023 |
| T1OW34 | AMT | American Tower | Imobiliário | EUA | 26/10/2023 |
| B1SX34 | BSX | Boston Scientifc | Saúde | EUA | 26/10/2023 |
| NOCG34 | NOC | Northrop Gruman | Industrial | EUA | 26/10/2023 |
| FDMO34 | F | Ford Motor | Consumo Discricionário | EUA | 26/10/2023 |
| D1EX34 | DXCM | Dexcom Inc | Saúde | EUA | 26/10/2023 |
| HSHY34 | HSY | Hershey | Bens de Consumo | EUA | 26/10/2023 |
| STMN34 | STMPA FP | STMicroelectronics NV | Tecnologia | Holanda | 26/10/2023 |
| VLOE34 | VLO | Valero Energy | Energia | EUA | 26/10/2023 |
| G1WW34 | GWW | WW Grainger Inc | Industrial | EUA | 26/10/2023 |
| D1LR34 | DLR | Digital Realty Trust Inc | Imobiliário | EUA | 26/10/2023 |
| W1YC34 | WY | Weyerhaeuser | Imobiliário | EUA | 26/10/2023 |
| VRSN34 | VRSN | VeriSign | Tecnologia | EUA | 26/10/2023 |
| I1PC34 | IP | Intl Paper | Materiais Básicos | EUA | 26/10/2023 |
| MRCK34 | MRK | Merck | Saúde | EUA | 26/10/2023 |
| UPSS34 | UPS | UPS | Industrial | EUA | 26/10/2023 |
| C1MG34 | CMG | Chipotle Mexican Grill | Consumo Discricionário | EUA | 26/10/2023 |
| S1TX34 | STX | Seagate | Tecnologia | Irlanda | 26/10/2023 |
| U1RI34 | URI | United Rentals Inc | Industrial | EUA | 26/10/2023 |
| CAON34 | COF | Capital One Financial | Financeiro | EUA | 26/10/2023 |
| E1WL34 | EW | Edwards Lifesciences | Saúde | EUA | 26/10/2023 |
| N1EM34 | NEM | Newmont | Materiais Básicos | EUA | 26/10/2023 |
| ABBV34 | ABBV | AbbVie | Saúde | EUA | 27/10/2023 |
| W2ST34 | WST | West Pharmaceutical Services I | Saúde | EUA | 27/10/2023 |
| FSLR34 | FSLR | First Solar | Tecnologia | EUA | 27/10/2023 |
| EXXO34 | XOM | Exxon | Energia | EUA | 27/10/2023 |
| CHVX34 | CVX | Chevron | Energia | EUA | 27/10/2023 |
| A1ON34 | AON | Aon PLC | Financeiro | Reino Unido | 27/10/2023 |
| CHCM34 | CHTR | Charter | Comunicação | EUA | 27/10/2023 |
| COLG34 | CL | Colgate Palmolive | Bens de Consumo | EUA | 27/10/2023 |
| N1WG34 | NWG LN | NatWest Group PLC | Financeiro | Reino Unido | 27/10/2023 |
| T1RO34 | TROW | T Rowe Price | Financeiro | EUA | 27/10/2023 |
| N1WL34 | NWL | Newell Brands | Consumo Discricionário | EUA | 27/10/2023 |
| M2PR34 | MPWR | Monolithic Power Systems Inc | Tecnologia | EUA | 27/10/2023 |
| CATP34 | CAT | Caterpillar | Industrial | EUA | 27/10/2023 |
| P2IN34 | PINS | Comunicação | EUA | 27/10/2023 | |
| MOOO34 | MO | Altria | Bens de Consumo | EUA | 27/10/2023 |
| P1IO34 | PXD | Pioneer Natural Resources | Energia | EUA | 27/10/2023 |
| NMRH34 | 8604 JP | Nomura | Financeiro | Japão | 27/10/2023 |
| S2HO34 | SHOP CN | Shopify | Tecnologia | Canadá | 27/10/2023 |
| P1SX34 | PSX | Phillips 66 | Energia | EUA | 27/10/2023 |
| S1GE34 | SGEN | Seagen Inc | Saúde | EUA | 27/10/2023 |
| AMZO34 | AMZN | Amazon | Consumo Discricionário | EUA | 27/10/2023 |
| GILD34 | GILD | Gilead | Saúde | EUA | 27/10/2023 |
| L1YB34 | LYB | LyondellBasell | Materiais Básicos | Reino Unido | 27/10/2023 |
| E1QN34 | EQNR NO | Equinor | Energia | Noruega | 27/10/2023 |
| F1IS34 | FI | Fiserv Inc | Financeiro | EUA | 27/10/2023 |
| MCDC34 | MCD | Mcdonalds | Consumo Discricionário | EUA | 30/10/2023 |
| A1NE34 | ANET | Arista Networks Inc | Tecnologia | EUA | 30/10/2023 |
| H1SB34 | HSBA LN | HSBC | Financeiro | Reino Unido | 30/10/2023 |
| P1SA34 | PSA | Public Storage | Imobiliário | EUA | 30/10/2023 |
| SIMN34 | SPG | Simon Property Group | Imobiliário | EUA | 30/10/2023 |
| E1QR34 | EQR | Equity Residential | Imobiliário | EUA | 31/10/2023 |
| BILB34 | BBVA SM | Banco Bilbao Vizcaya | Financeiro | Espanha | 31/10/2023 |
| F1RA34 | BEN | Franklin Resources | Financeiro | EUA | 31/10/2023 |
| O2NS34 | ON | ON Semiconductor | Tecnologia | EUA | 31/10/2023 |
| PFIZ34 | PFE | Pfizer | Saúde | EUA | 31/10/2023 |
| B1PP34 | BP/ LN | BP | Energia | Reino Unido | 31/10/2023 |
| E1CL34 | ECL | Ecolab | Materiais Básicos | EUA | 31/10/2023 |
| M1PC34 | MPC | Marathon Petroleum | Energia | EUA | 31/10/2023 |
| S1YY34 | SYY | Sysco Corp | Bens de Consumo | EUA | 31/10/2023 |
| A2RE34 | ARES | Ares Management Corp | Financeiro | EUA | 31/10/2023 |
| SRXM34 | SIRI | Sirius Xm | Comunicação | EUA | 31/10/2023 |
| L1MN34 | LUMN | Lumen Technologies | Comunicação | EUA | 31/10/2023 |
| AMGN34 | AMGN | Amgen | Saúde | EUA | 31/10/2023 |
| ABUD34 | ABI BB | AB InBev | Bens de Consumo | Bélgica | 31/10/2023 |
| O1KE34 | OKE | ONEOK Inc | Energia | EUA | 31/10/2023 |
| M1SC34 | MSCI | MSCI | Financeiro | EUA | 31/10/2023 |
| MDLZ34 | MDLZ | Mondelez | Bens de Consumo | EUA | 1/11/2023 |
| E1IX34 | EIX | Edison International | Utilidades Públicas | EUA | 1/11/2023 |
| TMCO34 | 7203 JP | Toyota | Consumo Discricionário | Japão | 1/11/2023 |
| A1MD34 | AMD | AMD | Tecnologia | EUA | 1/11/2023 |
| U1BE34 | UBER | Uber | Industrial | EUA | 1/11/2023 |
| E1TN34 | ETN | Eaton Corp PLC | Industrial | Irlanda | 1/11/2023 |
| I1DX34 | IDXX | IDEXX Laboratories Inc | Saúde | EUA | 1/11/2023 |
| AIGB34 | AIG | AIG | Financeiro | EUA | 1/11/2023 |
| I1QV34 | IQV | IQVIA Holdings Inc | Saúde | EUA | 1/11/2023 |
| EAIN34 | EA | Electronic Arts | Comunicação | EUA | 1/11/2023 |
| A1ME34 | AME | AMETEK Inc | Industrial | EUA | 1/11/2023 |
| P1DT34 | PRU | Prudential Financial | Financeiro | EUA | 1/11/2023 |
| M1TC34 | MTCH | Match Group | Comunicação | EUA | 1/11/2023 |
| QCOM34 | QCOM | Qualcomm | Tecnologia | EUA | 1/11/2023 |
| CVSH34 | CVS | CVS | Saúde | EUA | 1/11/2023 |
| PYPL34 | PYPL | Paypal | Financeiro | EUA | 1/11/2023 |
| MELI34 | MELI | MercadoLibre | Consumo Discricionário | Uruguai | 1/11/2023 |
| METB34 | MET | MetLife | Financeiro | EUA | 1/11/2023 |
| KHCB34 | KHC | Kraft Heinz | Bens de Consumo | EUA | 1/11/2023 |
| M1CK34 | MCK | McKesson | Saúde | EUA | 1/11/2023 |
| H1UM34 | HUM | Humana | Saúde | EUA | 1/11/2023 |
| I1RP34 | TT | Trane Technologies PLC | Industrial | Irlanda | 1/11/2023 |
| YUMR34 | YUM | Yum! Brands | Consumo Discricionário | EUA | 1/11/2023 |
| V1RS34 | VRSK | Verisk Analytics Inc | Industrial | EUA | 1/11/2023 |
| D2AS34 | DASH | DoorDash | Consumo Discricionário | EUA | 1/11/2023 |
| A1LB34 | ALB | Albemarle Corp | Materiais Básicos | EUA | 1/11/2023 |
| G1RM34 | GRMN | Garmin | Consumo Discricionário | EUA | 1/11/2023 |
| CLXC34 | CLX | Clorox | Bens de Consumo | EUA | 1/11/2023 |
| AIRB34 | ABNB | Airbnb | Consumo Discricionário | EUA | 1/11/2023 |
| W2YF34 | W | Wayfair | Consumo Discricionário | EUA | 1/11/2023 |
| ELCI34 | EL | Estee Lauder | Bens de Consumo | EUA | 1/11/2023 |
| G1SK34 | GSK LN | GlaxoSmithKline | Saúde | Reino Unido | 1/11/2023 |
| A1WK34 | AWK | American Water Works Co Inc | Utilidades Públicas | EUA | 1/11/2023 |
| T1EL34 | TEL | TE Connectivity Ltd | Tecnologia | Suíça | 1/11/2023 |
| SPGI34 | SPGI | S&P Global | Financeiro | EUA | 2/11/2023 |
| R1KU34 | ROKU | Roku | Comunicação | EUA | 2/11/2023 |
| RIGG34 | RIG | Transocean | Energia | Suíça | 2/11/2023 |
| SBUB34 | SBUX | Starbucks | Consumo Discricionário | EUA | 2/11/2023 |
| M1TT34 | MAR | Marriott International | Consumo Discricionário | EUA | 2/11/2023 |
| R1OK34 | ROK | Rockwell | Industrial | EUA | 2/11/2023 |
| E1XC34 | EXC | Exelon | Utilidades Públicas | EUA | 2/11/2023 |
| A1NS34 | ANSS | ANSYS Inc | Tecnologia | EUA | 2/11/2023 |
| E2TS34 | ETSY | Etsy | Consumo Discricionário | EUA | 2/11/2023 |
| AAPL34 | AAPL | Apple | Tecnologia | EUA | 2/11/2023 |
| COPH34 | COP | Conocophillips | Energia | EUA | 2/11/2023 |
| S1YK34 | SYK | Stryker Corp | Saúde | EUA | 2/11/2023 |
| BKNG34 | BKNG | Booking.com | Consumo Discricionário | EUA | 2/11/2023 |
| C1IC34 | CI | Cigna | Saúde | EUA | 2/11/2023 |
| REGN34 | REGN | Regeneron | Saúde | EUA | 2/11/2023 |
| T1SO34 | SO | Southern Co | Utilidades Públicas | EUA | 2/11/2023 |
| I1CE34 | ICE | Intercontinental | Financeiro | EUA | 2/11/2023 |
| F1TN34 | FTNT | Fortinet Inc | Tecnologia | EUA | 2/11/2023 |
| INGG34 | INGA NA | ING | Financeiro | Holanda | 2/11/2023 |
| S2QU34 | SQ | Square | Financeiro | EUA | 2/11/2023 |
| T1AM34 | TEAM | Atlassian Corp | Tecnologia | EUA | 2/11/2023 |
| C1MI34 | CMI | Cummins Inc | Industrial | EUA | 2/11/2023 |
| APTV34 | APTV | Aptiv PLC | Consumo Discricionário | Irlanda | 2/11/2023 |
| C2OI34 | COIN | Coinbase Global | Financeiro | EUA | 2/11/2023 |
| D1IS34 | DISH | Dish Network | Comunicação | EUA | 2/11/2023 |
| C1BS34 | PARA | Paramount Global | Comunicação | EUA | 2/11/2023 |
| LILY34 | LLY | Eli Lilly | Saúde | EUA | 2/11/2023 |
| Z1TS34 | ZTS | Zoetis | Saúde | EUA | 2/11/2023 |
| DUKB34 | DUK | Duke Energy | Utilidades Públicas | EUA | 2/11/2023 |
| N1VO34 | NOVOB DC | Novo Nordisk | Saúde | Dinamarca | 2/11/2023 |
| M1TD34 | MTD | Mettler-Toledo International | Saúde | EUA | 3/11/2023 |
| R1CL34 | RCL | Royal Caribbean | Consumo Discricionário | EUA | 3/11/2023 |
| L1YV34 | LYV | Live Nation Entertainment | Comunicação | EUA | 3/11/2023 |
| G1AR34 | IT | Gartner Inc | Tecnologia | EUA | 3/11/2023 |
| J1CI34 | JCI | Johnson Controls International | Industrial | Irlanda | 3/11/2023 |
| M1NS34 | MNST | Monster Beverage | Bens de Consumo | EUA | 3/11/2023 |
| M1SI34 | MSI | Motorola | Tecnologia | EUA | 3/11/2023 |
| M1RN34 | MRNA | Moderna | Saúde | EUA | 3/11/2023 |
| E1OG34 | EOG | EOG Resources | Energia | EUA | 3/11/2023 |
| P1HC34 | PH | Parker-Hannifin Corp | Industrial | EUA | 3/11/2023 |
| M1CH34 | MCHP | Microchip Technology | Tecnologia | EUA | 3/11/2023 |
| S1RE34 | SRE | Sempra | Utilidades Públicas | EUA | 3/11/2023 |
| Q1UA34 | PWR | Quanta Services Inc | Industrial | EUA | 3/11/2023 |
| N2ET34 | NET | Cloudflare | Tecnologia | EUA | 3/11/2023 |
| EXGR34 | EXPE | Expedia | Consumo Discricionário | EUA | 3/11/2023 |
| D2KN34 | DKNG | DraftKings | Consumo Discricionário | EUA | 3/11/2023 |
| D1OM34 | D | Dominion Energy | Utilidades Públicas | EUA | 3/11/2023 |
| A1ES34 | AES | AES/The | Utilidades Públicas | EUA | 3/11/2023 |
| D1DG34 | DDOG | Datadog Inc | Tecnologia | EUA | 3/11/2023 |
| T1WL34 | TWLO | Twilio | Tecnologia | EUA | 3/11/2023 |
| F1AN34 | FANG | Diamondback Energy Inc | Energia | EUA | 6/11/2023 |
| VRTX34 | VRTX | Vertex Pharma | Saúde | EUA | 6/11/2023 |
| R1IN34 | O | Realty Income Corp | Imobiliário | EUA | 6/11/2023 |
| BERK34 | BRK/B | Berkshire Hathaway | Financeiro | EUA | 6/11/2023 |
| N1XP34 | NXPI | NXP Semiconductors | Tecnologia | Holanda | 6/11/2023 |
| W1EL34 | WELL | Welltower Inc | Imobiliário | EUA | 7/11/2023 |
| D1VN34 | DVN | Devon Energy Corp | Energia | EUA | 7/11/2023 |
| S2ED34 | SEDG | SolarEdge Technologies | Tecnologia | Israel | 7/11/2023 |
| OXYP34 | OXY | Occidental Petroleum | Energia | EUA | 7/11/2023 |
| A1PD34 | APD | Air Products and Chemicals | Materiais Básicos | EUA | 7/11/2023 |
| E1XR34 | EXR | Extra Space Storage Inc | Imobiliário | EUA | 7/11/2023 |
| P2LT34 | PLTR | Palantir Technologies Inc | Tecnologia | EUA | 7/11/2023 |
| UBSG34 | UBSG SW | UBS | Financeiro | Suíça | 7/11/2023 |
| EBAY34 | EBAY | Ebay | Consumo Discricionário | EUA | 7/11/2023 |
| ATVI34 | ATVI | Activision | Comunicação | EUA | 7/11/2023 |
| D1HI34 | DHI | DR Horton Inc | Consumo Discricionário | EUA | 7/11/2023 |
| TLNC34 | TEF SM | Telefonica | Comunicação | Espanha | 8/11/2023 |
| N1CL34 | NCLH | Norwegian | Consumo Discricionário | EUA | 8/11/2023 |
| DDNB34 | DD | DowDupont | Materiais Básicos | EUA | 8/11/2023 |
| T1EV34 | TEVA IT | Teva Pharmaceutical | Saúde | Israel | 8/11/2023 |
| W1BD34 | WBD | Warner Bros Discovery | Comunicação | EUA | 8/11/2023 |
| K1EL34 | K | Kellogg | Bens de Consumo | EUA | 8/11/2023 |
| C1TV34 | CTVA | Corteva Inc | Materiais Básicos | EUA | 8/11/2023 |
| A2MC34 | AMC | AMC Entertainment | Comunicação | EUA | 8/11/2023 |
| T1TW34 | TTWO | Take-Two Interactive | Comunicação | EUA | 8/11/2023 |
| U2PS34 | UPST | Upstart Holdings Inc | Financeiro | EUA | 8/11/2023 |
| DISB34 | DIS | Disney | Comunicação | EUA | 8/11/2023 |
| R2BL34 | RBLX | ROBLOX | Comunicação | EUA | 8/11/2023 |
| ARMT34 | MT NA | ArcelorMittal | Materiais Básicos | Luxemburgo | 9/11/2023 |
| A1ZN34 | AZN LN | AstraZeneca | Saúde | Reino Unido | 9/11/2023 |
| U2ST34 | U | Unity Software | Tecnologia | EUA | 9/11/2023 |
| B2YN34 | BYND | Beyond Meat | Bens de Consumo | EUA | 9/11/2023 |
| SNEC34 | 6758 JP | Sony | Consumo Discricionário | Japão | 9/11/2023 |
| T2TD34 | TTD | Trade Desk Inc/The | Comunicação | EUA | 9/11/2023 |
| W1YN34 | WYNN | Wynn Resorts | Consumo Discricionário | EUA | 9/11/2023 |
| I1LM34 | ILMN | Illumina Inc | Saúde | EUA | 9/11/2023 |
| B1DX34 | BDX | Becton Dickinson & Co | Saúde | EUA | 10/11/2023 |
| T1DG34 | TDG | TransDigm Group Inc | Industrial | EUA | 10/11/2023 |
| S2IX34 | SIX | Six Flags | Consumo Discricionário | EUA | 10/11/2023 |
| TSNF34 | TSN | Tyson Foods | Bens de Consumo | EUA | 13/11/2023 |
| S1MF34 | 8316 JP | Sumitomo | Financeiro | Japão | 14/11/2023 |
| M1UF34 | 8306 JP | Mitsubishi UFJ Financial Group | Financeiro | Japão | 14/11/2023 |
| HOME34 | HD | Home Depot | Consumo Discricionário | EUA | 14/11/2023 |
| A2LC34 | ALC SW | Alcon Inc | Saúde | Suíça | 14/11/2023 |
| TJXC34 | TJX | TJX | Consumo Discricionário | EUA | 14/11/2023 |
| CSCO34 | CSCO | Cisco Systems | Tecnologia | EUA | 15/11/2023 |
| S2EA34 | SE | Sea | Comunicação | Singapura | 15/11/2023 |
| A1MT34 | AMAT | Applied Materials | Tecnologia | EUA | 16/11/2023 |
| WALM34 | WMT | Walmart | Bens de Consumo | EUA | 16/11/2023 |
| TGTB34 | TGT | Target | Bens de Consumo | EUA | 16/11/2023 |
| C1PR34 | CPRT | Copart Inc | Industrial | EUA | 16/11/2023 |
| BABA34 | BABA | Alibaba | Consumo Discricionário | China | 17/11/2023 |
| K1SG34 | KEYS | Keysight Technologies Inc | Tecnologia | EUA | 17/11/2023 |
| NETE34 | NTES | NetEase | Comunicação | China | 17/11/2023 |
| ROST34 | ROST | Ross Stores | Consumo Discricionário | EUA | 17/11/2023 |
| P2AN34 | PANW | Palo Alto Networks | Tecnologia | EUA | 17/11/2023 |
| JDCO34 | JD | JD.com | Consumo Discricionário | China | 17/11/2023 |
| MACY34 | M | Macy’s | Consumo Discricionário | EUA | 17/11/2023 |
| A1GI34 | A | Agilent Technologies Inc | Saúde | EUA | 21/11/2023 |
| LOWC34 | LOW | Lowe’s | Consumo Discricionário | EUA | 21/11/2023 |
| MDTC34 | MDT | Medtronic PLC | Saúde | Irlanda | 21/11/2023 |
| Z1OM34 | ZM | Zoom Video | Tecnologia | EUA | 21/11/2023 |
| NVDC34 | NVDA | NVIDIA | Tecnologia | EUA | 21/11/2023 |
| BBYY34 | BBY | Best Buy | Consumo Discricionário | EUA | 21/11/2023 |
| A1DI34 | ADI | Analog Devices | Tecnologia | EUA | 22/11/2023 |
| DEEC34 | DE | Deere | Industrial | EUA | 22/11/2023 |
| A1UT34 | ADSK | Autodesk | Tecnologia | EUA | 22/11/2023 |
| BIDU34 | BIDU | Baidu | Comunicação | China | 22/11/2023 |
| B2UR34 | BURL | Burlington Stores | Consumo Discricionário | EUA | 22/11/2023 |
| V2MW34 | VMW | Vmware | Tecnologia | EUA | 22/11/2023 |
| P1DD34 | PDD | Pinduoduo | Consumo Discricionário | Irlanda | 28/11/2023 |
| INTU34 | INTU | Intuit | Tecnologia | EUA | 29/11/2023 |
| W1DA34 | WDAY | Workday | Tecnologia | EUA | 29/11/2023 |
| C2RW34 | CRWD | Crowdstrike | Tecnologia | EUA | 29/11/2023 |
| H1PE34 | HPE | Hewlett Packard | Tecnologia | EUA | 29/11/2023 |
| S1NP34 | SNPS | Synopsys Inc | Tecnologia | EUA | 30/11/2023 |
| SSFO34 | CRM | Salesforce | Tecnologia | EUA | 30/11/2023 |
| S2NW34 | SNOW | Snowflake | Tecnologia | EUA | 30/11/2023 |
| U1LT34 | ULTA | Ulta Beauty Inc | Consumo Discricionário | EUA | 30/11/2023 |
| D1EL34 | DELL | Dell Technologies | Tecnologia | EUA | 30/11/2023 |
| M2RV34 | MRVL | Marvell Technology | Tecnologia | EUA | 1/12/2023 |
| DGCO34 | DG | Dollar General | Bens de Consumo | EUA | 1/12/2023 |
| V2EE34 | VEEV | Veeva Systems Inc | Saúde | EUA | 1/12/2023 |
| K1RC34 | KR | Kroger | Bens de Consumo | EUA | 1/12/2023 |
| M1DB34 | MDB | MongoDB | Tecnologia | EUA | 6/12/2023 |
| AZOI34 | AZO | AutoZone | Consumo Discricionário | EUA | 6/12/2023 |
| AVGO34 | AVGO | Broadcom | Tecnologia | EUA | 8/12/2023 |
| L1UL34 | LULU | Lululemon | Consumo Discricionário | Canadá | 8/12/2023 |
| ORCL34 | ORCL | Oracle | Tecnologia | EUA | 12/12/2023 |
| ADBE34 | ADBE | Adobe | Tecnologia | EUA | 13/12/2023 |
| CRIP34 | TCOM | Trip.com | Consumo Discricionário | China | 14/12/2023 |
| L1EN34 | LEN | Lennar Corp | Consumo Discricionário | EUA | 14/12/2023 |
| COWC34 | COST | Costco | Bens de Consumo | EUA | 14/12/2023 |
| FDXB34 | FDX | Fedex | Industrial | EUA | 19/12/2023 |
| ACNB34 | ACN | Accenture | Tecnologia | Irlanda | 19/12/2023 |
| G1MI34 | GIS | General Mills Inc | Bens de Consumo | EUA | 20/12/2023 |
| NIKE34 | NKE | NIKE Inc | Consumo Discricionário | EUA | 20/12/2023 |
| C1TA34 | CTAS | Cintas Corp | Industrial | EUA | 21/12/2023 |
| MUTC34 | MU | Micron Technology Inc | Tecnologia | EUA | 21/12/2023 |
| C1CL34 | CCL | Carnival | Consumo Discricionário | EUA | 21/12/2023 |
A temporada de resultados do 3º trimestre de 2023 das empresas brasileiras começou no último dia 10 de outubro. Nesse período, as empresas apresentam seus resultados financeiros e operacionais ao mercado, permitindo que investidores avaliem se os negócios seguem em linha, acima ou abaixo das projeções, e entendam se vale ou não manter seus investimentos na companhia.
No calendário abaixo, consolidamos as datas de divulgação das empresas da bolsa brasileira. Confira!
| Ticker | Nome Empresa | Setor | Data do resultado |
|---|---|---|---|
| CAML3 | Camil | Alimentos & Bebidas | 10/10/2023 |
| ROMI3 | Romi | Bens de Capital | 24/10/2023 |
| NEOE3 | Neoenergia | Elétricas | 24/10/2023 |
| KLBN11 | Klabin | Papel & Celulose | 25/10/2023 |
| WEGE3 | Weg | Bens de Capital | 25/10/2023 |
| LOGG3 | Log Comm. Prop. | Propriedades Comerciais | 25/10/2023 |
| HYPE3 | Hypera | Saúde | 26/10/2023 |
| GOLL4 | Gol | Transportes | 26/10/2023 |
| VALE3 | Vale | Mineração & Siderurgia | 26/10/2023 |
| MULT3 | Multiplan | Propriedades Comerciais | 26/10/2023 |
| CSMG3 | Copasa | Saneamento | 26/10/2023 |
| SUZB3 | Suzano | Papel & Celulose | 26/10/2023 |
| USIM5 | Usiminas | Mineração & Siderurgia | 27/10/2023 |
| GRND3 | Grendene | Varejo | 27/10/2023 |
| RANI3 | Irani | Papel & Celulose | 30/10/2023 |
| LJQQ3 | Lojas Quero-Quero | Varejo | 30/10/2023 |
| TRPL4 | Isa Cteep | Elétricas | 30/10/2023 |
| INTB3 | Intelbras | TMT | 30/10/2023 |
| PCAR3 | Pão de Açucar | Varejo | 30/10/2023 |
| CIEL3 | Cielo | Inst. Financeiras | 31/10/2023 |
| MEGA3 | Ômega Geração | Elétricas | 31/10/2023 |
| PRIO3 | PRIO | Óleo, Gás e Petroquímicos | 31/10/2023 |
| VAMO3 | Vamos | Transportes | 31/10/2023 |
| ASAI3 | Assai | Varejo | 31/10/2023 |
| CRFB3 | Carrefour | Varejo | 31/10/2023 |
| KEPL3 | Kepler Weber | Bens de Capital | 31/10/2023 |
| POMO4 | Marcopolo | Bens de Capital | 31/10/2023 |
| AURE3 | Auren | Elétricas | 31/10/2023 |
| CCRO3 | CCR | Transportes | 31/10/2023 |
| AMER3 | Americanas | Varejo | 31/10/2023 |
| RADL3 | Raia Drogasil | Varejo | 31/10/2023 |
| VULC3 | Vulcabras | Varejo | 31/10/2023 |
| BPAN4 | Banco Pan | Bancos | 1/11/2023 |
| SBFG3 | Grupo SBF | Varejo | 1/11/2023 |
| SLCE3 | SLC Agricola | Agro | 3/11/2023 |
| INBR32 | Inter | Bancos | 6/11/2023 |
| BBSE3 | BBSeguridade | Inst. Financeiras | 6/11/2023 |
| VBBR3 | Vibra Energia | Óleo, Gás e Petroquímicos | 6/11/2023 |
| TGMA3 | Tegma | Transportes | 6/11/2023 |
| EMBR3 | Embraer | Bens de Capital | 6/11/2023 |
| GOAU4 | Met. Gerdau | Mineração & Siderurgia | 6/11/2023 |
| TIMS3 | Tim | TMT | 6/11/2023 |
| PGMN3 | Pague Menos | Varejo | 6/11/2023 |
| TTEN3 | 3tentos | Agro | 6/11/2023 |
| ITUB4 | Itaú Unibanco | Bancos | 6/11/2023 |
| AESB3 | AES Brasil | Elétricas | 6/11/2023 |
| EGIE3 | Engie Brasil | Elétricas | 6/11/2023 |
| GGBR4 | Gerdau | Mineração & Siderurgia | 6/11/2023 |
| JSLG3 | JSL | Transportes | 6/11/2023 |
| MOVI3 | Movida | Transportes | 6/11/2023 |
| TASA4 | Taurus Armas | Bens de Capital | 7/11/2023 |
| HBRE3 | HBR Realty | Construção Civil | 7/11/2023 |
| APER3 | Alper | Inst. Financeiras | 7/11/2023 |
| DXCO3 | Dexco | Papel & Celulose | 7/11/2023 |
| IGTI11 | Iguatemi | Propriedades Comerciais | 7/11/2023 |
| VLID3 | Valid | TMT | 7/11/2023 |
| ARML3 | Armac | Transportes | 7/11/2023 |
| CVCB3 | CVC Brasil | Varejo | 7/11/2023 |
| AGRO3 | BrasilAgro | Agro | 7/11/2023 |
| CURY3 | Cury | Construção Civil | 7/11/2023 |
| ELET3 | Eletrobras | Elétricas | 7/11/2023 |
| TOTS3 | TOTVS | TMT | 7/11/2023 |
| BMEB4 | Banco Mercantil do Brasil | Bancos | 8/11/2023 |
| CSUD3 | CSU Digital | Inst. Financeiras | 8/11/2023 |
| CXSE3 | Caixa Seguridade | Inst. Financeiras | 8/11/2023 |
| CBAV3 | CBA | Mineração & Siderurgia | 8/11/2023 |
| OPCT3 | Oceanpact | Óleo, Gás e Petroquímicos | 8/11/2023 |
| UGPA3 | Ultrapar | Óleo, Gás e Petroquímicos | 8/11/2023 |
| HAPV3 | Hapvida | Saúde | 8/11/2023 |
| ODPV3 | Odontoprev | Saúde | 8/11/2023 |
| ALPK3 | Estapar | Transportes | 8/11/2023 |
| LOGN3 | Log-in | Transportes | 8/11/2023 |
| BPAC11 | BTG Pactual | Bancos | 8/11/2023 |
| EQTL3 | Equatorial Energia | Elétricas | 8/11/2023 |
| RRRP3 | 3R Petroleum | Óleo, Gás e Petroquímicos | 8/11/2023 |
| ELMD3 | Eletromidia | TMT | 8/11/2023 |
| FIQE3 | Unifique | TMT | 8/11/2023 |
| CEAB3 | C&A Modas | Varejo | 8/11/2023 |
| SMFT3 | Smart Fit | Varejo | 8/11/2023 |
| BEEF3 | Minerva | Alimentos & Bebidas | 8/11/2023 |
| BBAS3 | Banco do Brasil | Bancos | 8/11/2023 |
| AERI3 | Aeris | Bens de Capital | 8/11/2023 |
| FRAS3 | Fras-Le | Bens de Capital | 8/11/2023 |
| MYPK3 | Iochpe-Maxion | Bens de Capital | 8/11/2023 |
| TUPY3 | Tupy | Bens de Capital | 8/11/2023 |
| DIRR3 | Direcional | Construção Civil | 8/11/2023 |
| MRVE3 | MRV | Construção Civil | 8/11/2023 |
| COGN3 | Cogna | Educação | 8/11/2023 |
| CPLE6 | Copel | Elétricas | 8/11/2023 |
| CASH3 | Méliuz | Inst. Financeiras | 8/11/2023 |
| CMIN3 | CSN Mineração | Mineração & Siderurgia | 8/11/2023 |
| BRKM5 | Braskem | Óleo, Gás e Petroquímicos | 8/11/2023 |
| BLAU3 | Blau | Saúde | 8/11/2023 |
| SIMH3 | Simpar | Transportes | 8/11/2023 |
| STBP3 | Santos Brasil | Transportes | 8/11/2023 |
| ALPA4 | Alpargatas | Varejo | 8/11/2023 |
| DMVF3 | D1000 | Varejo | 8/11/2023 |
| SOMA3 | Grupo Soma | Varejo | 8/11/2023 |
| TAEE11 | Taesa | Elétricas | 8/11/2023 |
| LAND3 | Terra Santa | Agro | 9/11/2023 |
| ABCB4 | ABC Brasil | Bancos | 9/11/2023 |
| BMGB4 | Banco BMG | Bancos | 9/11/2023 |
| BRBI11 | BR Partners | Bancos | 9/11/2023 |
| LEVE3 | Metal Leve | Bens de Capital | 9/11/2023 |
| LAVV3 | Lavvi | Construção Civil | 9/11/2023 |
| TRIS3 | Trisul | Construção Civil | 9/11/2023 |
| CPFE3 | CPFL Energia | Elétricas | 9/11/2023 |
| ENGI11 | Energisa | Elétricas | 9/11/2023 |
| LIGT3 | Light | Elétricas | 9/11/2023 |
| IRBR3 | IRB Brasil | Inst. Financeiras | 9/11/2023 |
| PSSA3 | Porto Seguro | Inst. Financeiras | 9/11/2023 |
| WIZC3 | Wiz Soluções | Inst. Financeiras | 9/11/2023 |
| FESA4 | Ferbasa | Mineração & Siderurgia | 9/11/2023 |
| DEXP3 | Dexxos | Óleo, Gás e Petroquímicos | 9/11/2023 |
| ENAT3 | Enauta | Óleo, Gás e Petroquímicos | 9/11/2023 |
| SCAR3 | São Carlos | Propriedades Comerciais | 9/11/2023 |
| SYNE3 | SYN Prob & Tech | Propriedades Comerciais | 9/11/2023 |
| SAPR11 | Sanepar | Saneamento | 9/11/2023 |
| DASA3 | Dasa | Saúde | 9/11/2023 |
| OFSA3 | Ourofino | Saúde | 9/11/2023 |
| QUAL3 | Qualicorp | Saúde | 9/11/2023 |
| IFCM3 | Infracommerce | TMT | 9/11/2023 |
| GGPS3 | GPS | Transportes | 9/11/2023 |
| PNVL3 | Dimed | Varejo | 9/11/2023 |
| JALL3 | Jalles Machado | Agro | 9/11/2023 |
| CSED3 | Cruzeiro do Sul | Educação | 9/11/2023 |
| ALUP11 | Alupar | Elétricas | 9/11/2023 |
| CMIG4 | Cemig | Elétricas | 9/11/2023 |
| PETR4 | Petrobras | Óleo, Gás e Petroquímicos | 9/11/2023 |
| JHSF3 | JHSF | Propriedades Comerciais | 9/11/2023 |
| ALLD3 | Allied | TMT | 9/11/2023 |
| AZUL4 | Azul | Transportes | 9/11/2023 |
| RAIL3 | Rumo | Transportes | 9/11/2023 |
| GUAR3 | Guararapes | Varejo | 9/11/2023 |
| PETZ3 | Petz | Varejo | 9/11/2023 |
| SMTO3 | São Martinho | Agro | 9/11/2023 |
| SOJA3 | Boa Safra | Agro | 9/11/2023 |
| MRFG3 | Marfrig | Alimentos & Bebidas | 9/11/2023 |
| BBDC4 | Bradesco | Bancos | 9/11/2023 |
| RAPT4 | Randon | Bens de Capital | 9/11/2023 |
| CYRE3 | Cyrela | Construção Civil | 9/11/2023 |
| EZTC3 | EZTec | Construção Civil | 9/11/2023 |
| MDNE3 | Moura Dubeux | Construção Civil | 9/11/2023 |
| PLPL3 | Plano & Plano | Construção Civil | 9/11/2023 |
| TEND3 | Tenda | Construção Civil | 9/11/2023 |
| B3SA3 | B3 | Inst. Financeiras | 9/11/2023 |
| SBSP3 | Sabesp | Saneamento | 9/11/2023 |
| FLRY3 | Fleury | Saúde | 9/11/2023 |
| BMOB3 | Bemobi | TMT | 9/11/2023 |
| LWSA3 | Locaweb | TMT | 9/11/2023 |
| ECOR3 | Ecorodovias | Transportes | 9/11/2023 |
| ARZZ3 | Arezzo Co. | Varejo | 9/11/2023 |
| LREN3 | Lojas Renner | Varejo | 9/11/2023 |
| MEAL3 | IMC | Varejo | 9/11/2023 |
| CLSC4 | Celesc | Elétricas | 10/11/2023 |
| PTBL3 | Portobello | Varejo | 10/11/2023 |
| VSTE3 | Veste | Varejo | 10/11/2023 |
| VITT3 | Vittia | Agro | 10/11/2023 |
| RECV3 | PetroReconcavo | Óleo, Gás e Petroquímicos | 10/11/2023 |
| BHIA3 | Grupo Casas Bahia | Varejo | 10/11/2023 |
| GMAT3 | Grupo Mateus | Varejo | 10/11/2023 |
| TFCO4 | Track Field | Varejo | 10/11/2023 |
| VIVA3 | Vivara | Varejo | 10/11/2023 |
| MDIA3 | M. Dias Branco | Alimentos & Bebidas | 10/11/2023 |
| BRSR6 | Banrisul | Bancos | 13/11/2023 |
| PINE4 | Banco Pine | Bancos | 13/11/2023 |
| ENEV3 | Eneva | Elétricas | 13/11/2023 |
| CLSA3 | Clearsale | Inst. Financeiras | 13/11/2023 |
| ITSA4 | Itausa | Inst. Financeiras | 13/11/2023 |
| EUCA4 | Eucatex | Papel & Celulose | 13/11/2023 |
| ALSO3 | Allos | Propriedades Comerciais | 13/11/2023 |
| AALR3 | Alliar | Saúde | 13/11/2023 |
| MILS3 | Mills | Transportes | 13/11/2023 |
| ESPA3 | Espacolaser | Varejo | 13/11/2023 |
| BRAP4 | Bradespar | Mineração & Siderurgia | 13/11/2023 |
| VVEO3 | Viveo | Saúde | 13/11/2023 |
| AGXY3 | Agrogalaxy | Agro | 13/11/2023 |
| RAIZ4 | Raizen | Agro | 13/11/2023 |
| BRFS3 | BRF | Alimentos & Bebidas | 13/11/2023 |
| JBSS3 | JBS | Alimentos & Bebidas | 13/11/2023 |
| ANIM3 | Anima | Educação | 13/11/2023 |
| CSAN3 | Cosan | Óleo, Gás e Petroquímicos | 13/11/2023 |
| ONCO3 | Oncoclínicas | Saúde | 13/11/2023 |
| RDOR3 | Rede D’Or | Saúde | 13/11/2023 |
| BRIT3 | Brisanet | TMT | 13/11/2023 |
| POSI3 | Positivo | TMT | 13/11/2023 |
| HBSA3 | Hidrovias do Brasil | Transportes | 13/11/2023 |
| RENT3 | Localiza | Transportes | 13/11/2023 |
| ENJU3 | Enjoei | Varejo | 13/11/2023 |
| MGLU3 | Magazine Luiza | Varejo | 13/11/2023 |
| MLAS3 | Multilaser | Varejo | 13/11/2023 |
| NTCO3 | Grupo Natura | Varejo | 13/11/2023 |
| EVEN3 | Even | Construção Civil | 14/11/2023 |
| MELK3 | Melnick | Construção Civil | 14/11/2023 |
| MATD3 | Mater Dei | Saúde | 14/11/2023 |
| SQIA3 | Sinqia | TMT | 14/11/2023 |
| PORT3 | Wilson Sons | Transportes | 14/11/2023 |
| SEER3 | Ser Educacional | Educação | 14/11/2023 |
| AMBP3 | Ambipar | Saneamento | 14/11/2023 |
| ROXO34 | Nubank | Bancos | 14/11/2023 |
| ORVR3 | Orizon | Saneamento | 14/11/2023 |
| KRSA3 | Kora Saude | Saúde | 14/11/2023 |
A inflação medida pelo IPCA, nosso principal indicador de preços ao consumidor, registrou alta de 0,26% em setembro de 2023. O resultado mensal levou o índice para 5,19% no acumulado em doze meses, acelerando em relação ao observado em julho – quando o índice registrou 4,16%.
Alimentos seguem em queda, e serviços sinalizam “segunda fase” da desinflação em curso
O resultado de agosto veio um pouco abaixo do esperado pela maior parte dos analistas de mercado – ou seja, uma variação menor da inflação no mês. Em relação a nossa projeção, a surpresa é explicada, em sua maioria, por um repasse menor do que o esperado dos reajustes recentes nos preços de combustíveis implementados em agosto ao consumidor final, e pela forte queda na inflação de “alimentação fora de casa” – no caso, restaurantes.

Embora o IPCA de setembro indique uma aceleração na métrica acumulada em doze meses, a tendência enfraquecimento da inflação segue em curso. Vale lembrar que o resultado em doze meses é impactado pelo que chamamos de “efeito base”, ou seja, pelo patamar dos preços no ano anterior. Nesse caso, reduções de impostos sobre combustíveis, comunicação e outros bens e serviços implementadas no ano passado saem gradualmente da contagem conforme avançamos no ano – elevando, assim, a métrica da variação em doze meses.
No mês, vale o destaque para a continuidade da dinâmica de desinflação do preço de alimentos, incluindo a efetiva queda em alguns itens. Para ilustrar, a categoria “alimentos e bebidas” registrou queda de 0,71% em setembro, com deflação observada em alimentos como legumes, farinhas, frutas e verduras, além de carnes, leites e pescados. Em bom português: a comida está de fato mais barata.
Por trás da queda do preço de muitos alimentos estão questões climáticas e a forte produção, especialmente no Brasil. Para se ter uma ideia, estima-se que a safra de grãos no país cresça mais de 20% nesse ano (comparado a 2022), atingindo outro recorde histórico – com destaque para milho e soja, que servem de insumo para criação de proteína animal, reduzindo também o custo de produção desses alimentos.

Além dos alimentos e da inflação relativamente fraca em bens industriais, o resultado de setembro também trouxe notícias boas sobre os preços no setor de serviços. Para ilustrar, a medida chamada de “serviços subjacentes” – que exclui preços mais voláteis como hotéis, passagens aéreas e tarifas de internet – caiu de 4,1% para 3,6% na variação anual (considerando a média móvel de três meses), se aproximando da meta do Banco Central.
A inflação de serviços é um dos fatores mais observados pelo Banco Central. Isso porque os preços no setor tendem a ser mais difíceis de controlar uma vez disseminados pela economia, por não serem impactados por movimentos como o clima e a redução ou aumento de oferta de uma commodity.
Ou seja, os preços de serviços parecem estar finalmente variando de maneira mais devagar e reduzindo a inflação em categorias como restaurantes, aluguel e cabelereiros. Para ilustrar, a inflação registrada em setembro na categoria “alimentação fora de casa” foi a quarta menor em 25 anos, diante de salários praticamente estagnados e baixos custos de produção (alimentos).

Inflação comportada no curto prazo, mas riscos seguem no radar
Para o dia a dia dos brasileiros, o processo de moderação da inflação observado nesse ano ajudou a reduzir a sensação de perda do poder de compra. Os resultados vistos nos últimos meses reforçam esse cenário, em que o “primeiro estágio” da desinflação no Brasil, puxado por alimentos e bens industriais, como roupas e eletrodomésticos, foi bem-sucedido.
Para ilustrar essa dinâmica positiva, podemos observar a queda no índice de difusão – que indica a disseminação da inflação entre bens e serviços na economia -, que foi de 53% em agosto para 43% em setembro, após ter atingido níveis acima de 80% no ano passado.

Porém, preços subindo acima da meta da inflação especialmente no setor de serviços ainda remetem certa cautela – embora o resultado dos últimos meses tenha trazido notícias animadoras nesse sentido. Isso significa que o “segundo estágio” de desinflação está em andamento, mas ainda não foi concluído.
Esse estágio que tem maior relação com as expectativas sobre os preços no futuro – que, por sua vez, são fortemente impactados por decisões no âmbito político fiscal. Afinal, se o governo gastar muito além do que arrecada e sinalizar que seguirá impulsionando a economia, muitos entenderão que os preços seguirão pressionados adiante – influenciando efetivamente o nível da inflação no futuro.
Nesse cenário, a piora recente da percepção de risco fiscal no Brasil acende a luz amarela.
Além disso, riscos de um repique no preço de commodities energéticas no cenário global também suscitam cautela. Impulsionado por cortes de produção por parte de países produtores, o preço do barril de petróleo (tipo Brent) subiu de próximo de US$ 70 em junho para US$ 91 no início de setembro, antes de ceder para próximo de US$ 85 em outubro. Crescentes incertezas geopolíticas no Oriente Médio adicionam pressão o cenário.
Caso um cenário de petróleo mais caro se concretize nos próximos meses, a inflação global pode voltar a subir.

Vale também destacar a recente desvalorização da nossa moeda nos últimos meses, influenciada principalmente por movimentos no cenário global – como contamos aqui em detalhes. Um real mais desvalorizado adiciona pressão sobre a inflação, uma vez que boa parte do que consumimos e produzimos inclui insumos negociados em dólares ou mesmo produtos importados.
Em resumo, vemos um cenário em que a inflação perdeu força, mas ainda não saiu do radar – nem dos gringos, nem dos brasileiros e nem do Banco Central. Esse último optou por continuar o ritmo de reduções da taxa Selic em setembro, mas sinalizou que os juros devem seguir em patamares contracionistas ainda por um período considerável – justamente diante do cenário ainda incerto adiante.
Assim, projetamos que o IPCA siga reacelerando gradualmente até dezembro, encerrando 2023 em 4,8%.
Para os próximos anos, projetamos uma inflação em patamar levemente mais baixo do que o visto esse ano, mas ainda acima da meta do Banco Central (de 3,00%) – encerrando 2024 em 3,9% e 2025 em 4,0%.

Como se proteger da alta de preços?
Como falamos, embora a inflação esteja perdendo força no Brasil e no mundo, o cenário segue de cautela. Assim, proteger os investimentos contra a alta de preços segue essencial.
Títulos indexados à inflação, como o Tesouro IPCA + 2032, debêntures de empresas sólidas e com boa classificação de risco, e fundos de inflação (fundos de investimento que investem em ativos indexados à inflação) são ótimas alternativas. Falamos mais das melhores oportunidades de renda fixa aqui.
Outra classe de ativos que pode ajudar o investidor a se proteger da inflação são os fundos imobiliários. Por serem muitas vezes atrelados a índices de inflação, os FIIs podem ser excelentes aliados do investidor em um cenário ainda cauteloso com a alta de preços.
Mas não só de proteção contra a inflação devem viver os investimentos nesse momento. Por isso, selecionamos abaixo algumas sugestões de diferentes ativos recomendados – sempre lembrando da importância da diversificação.
| Classe | Opção de investimento | Opção de investimento2 | Mínimo da opção mais acessível |
| Renda fixa pós-fixada | Tesouro Selic 2029 | CDB Facta Financeira Set/2025 117% do CDI | R$ 140,00 |
| Inflação | Tesouro IPCA+ 2032 com juros semestrais | JGP Debêntures Incentivadas Juros Reais FIC FIM CP | R$ 43,86 |
| Renda Fixa Prefixada | CRI Assai Jul2027 10,95% *isento | CDB Facta Set/2026 13,0% | R$ 1.000,00 |
| Renda Fixa Global | Trend High Yield Americano FIM | Trend Crédito Global FIM | R$ 100,00 |
| Multimercado | Selection Multimercado FIC FIM | XP Macro FIM | R$ 100,00 |
| Renda variável Brasil | Carteira Rico11 | Selection Ações FIC Ações | R$ 100,00 |
| Renda variável internacional | Wellington Us BDR Advisory Dólar FIC Ações BDR Nível 1 | M Global BDR Advisory Dólar FIC FIA BDR Nível I | R$ 500,00 |
| Renda variável internacional hedgeada | Trend Bolsas Globais | Trend Bolsas Emergentes | R$ 100,00 |
| Alternativos | Trend Ouro Dólar FIM | PVBI11 | R$ 100,00 |
Vale lembrar que as recomendações sinalizadas na tabela abaixo não são as únicas possíveis, mas sim alternativas viáveis selecionadas pelos nossos especialistas para você.
Confira o detalhe dessas recomendações de investimento de acordo com o seu perfil de investidor no “Onde Investir”.
Atualização semanal: Bitcoin (BTC).

Semana começa marcada pela queda dos preços do Bitcoin, em um movimento que anulou toda a alta da semana passada e voltando a testar nível de suporte de curto prazo. Graficamente vemos que uma antiga linha de tendência de alta (destacada em vermelho) serviu de referência para teste de resistência e formação de topo no gráfico diário trazendo uma perspectiva mais vendedora ao longo desta semana. A média móvel passa na região em torno de R$ 138.000. Observando a janela temporal iniciada em março, notamos que ainda estamos dentro de uma área de congestão, com suporte e resistência bem marcados e respeitados desde então: a faixa entre R$ 121.000 e R$ 150.000, considerando áreas mais próximas da extremidade, com maior liquidez entre R$ 128.000 e R$ 147.000.
Suportes: 137.200 / 128.000 / 121.000 (valores em R$)
Resistências: 147.200 / 151.000 / 154.700 (valores em R$)
Recomendação: Sem ponto de entrada com risco e retorno interessantes neste momento.
Atualização semanal: Ethereum (ETH).
Assim como o Bitcoin, está marcando cotações mais baixas esta semana e observamos pelo gráfico o teste da LTA que vem sendo comentada já há alguns relatórios. Destaco neste, a LTB destacada em vermelho e o estreito que forma entre a linha azul e vermelha, reforçada pela média móvel que, diferente do Bitcoin, passa acima dos preços e reforça a tendência de baixa. Além disso o Ether não está tão longe do preço marcado no início do ano. Nesta configuração gráfica, embora em região de suporte, há uma expectativa de continuidade no movimento vendedor que pode trazer o preço para a linha de R$ 7.185,00 ou mais baixo, portanto, não há neste momento oportunidade interessante para compras especulativas.
Suportes: 7.599 / 7.185 / 6.300 (valores em R$)
Resistências: 8.488 / 8.782 / 8.888 (valores em R$)
Recomendação: sem oportunidade de entrada no curto prazo.
O Dia das Crianças está chegando e você só consegue pensar em como gerenciar as expectativas dos seus filhos sobre presentes e passeios?
Quem já teve que navegar pelas águas turbulentas das birras infantis em frente a vitrines de brinquedos ou dentro de lanchonetes sabe o quão desafiador pode ser manter o equilíbrio entre atender às necessidades dos pequenos e garantir que eles compreendam o verdadeiro valor do dinheiro.
Nossas crianças, em sua inocência, nos colocam diante de perguntas que muitas vezes não temos respostas prontas. “Mãe, compra?” “Mas como assim caro, pai?” “É só passar o cartão!”.
Como ensinar finanças às crianças? Como fazê-las entender que o dinheiro não brota eternamente das árvores? Ou que o cartão de crédito não é uma entidade provedora de compras infinitas? Como lidar com as incessantes demandas financeiras de seus filhos?
O que talvez funcionasse antes está longe de dar certo no mundo super conectado de hoje. Dizer apenas “na volta a gente compra” ou “isso é muito caro” são ações que podem segurar temporariamente o que a criança quer – mas que dificilmente serão soluções duradouras. Mais do que isso, não trarão uma educação financeira real para elas.
Então, como preparar nossos filhos para um futuro financeiramente saudável? As respostas a essas perguntas são cruciais e, felizmente, pesquisas recentes estão nos fornecendo informações valiosas.
O ciclo das demandas infantis: um desafio para os pais
Você, pai ou mãe, já enfrentou essa situação: seu filho implora por um brinquedo ou lanche sempre que vocês passam por uma loja ou lanchonete? Se você se identifica com essa cena, saiba que não está sozinho.
Lidar com essas situações pode ser um verdadeiro teste de paciência, levando a decisões impulsivas ou até mesmo a discussões familiares. Contudo, essas experiências cotidianas podem ser mais do que apenas momentos estressantes: elas representam uma oportunidade preciosa para introduzir a educação financeira na vida dos seus filhos.
Uma janela para a realidade financeira em família
A inédita pesquisa “Finanças para os Filhos: Dinheiro é Coisa de Adulto?”, realizada pela Serasa em parceria com a Opinion Box, revelou dados que lançam luz sobre a forma como lidamos com o tema financeiro dentro de nossos lares.
Um dos resultados indica que, atualmente, 8 em cada 10 pais já conversam sobre finanças com seus filhos. Isso representa um avanço significativo em relação ao passado, quando o dinheiro era frequentemente um tabu nas conversas familiares.
Porém, ainda observamos que falta orientação aos pais em como falar sobre dinheiro com seus filhos. A grande maioria fala de dinheiro apenas para dizer quando algo é caro, ou que não é possível comprar. Dos que falam de dinheiro, apenas 40% mostram a importância de guardar para o futuro e apenas 20% mostram como organizar as finanças.
Esses números mostram a importância de um desenvolvimento estruturado na educação financeira de pais para filhos.
A importância da mesada na educação financeira
Em meio aos dados da pesquisa, um ponto curioso se destaca: 61% dos pais relatam não fornecer mesada aos filhos. No entanto, quando analisamos esses números levando em consideração a idade das crianças, surge uma percepção interessante.
Pais de crianças mais jovens, especialmente na faixa dos 6 a 11 anos, são mais propensos a dar mesada, seguidos pelos pais de adolescentes de 15 a 18 anos.
Mas o que a cultura da mesada tem a ver com a educação financeira?
A mesada desempenha um papel fundamental na educação financeira das crianças e adolescentes. E o aspecto mais importante é que ela oferece uma oportunidade real para as crianças aprenderem a administrar dinheiro. Elas podem praticar a tomada de decisões financeiras, como economizar, gastar e doar, sob a supervisão dos pais. Principalmente, elas podem errar e aprender com os seus erros.
A mesada ensina responsabilidade financeira desde cedo. As crianças aprendem que o dinheiro é limitado e que precisam fazer escolhas inteligentes para atender às suas necessidades e desejos.
Com a mesada, as crianças começam a entender as consequências de suas escolhas financeiras. Se gastarem todo o dinheiro rapidamente, ficarão sem recursos até a próxima mesada.
Assim, juntos à educação financeira, a mesada incentiva as crianças a definirem metas financeiras e ajuda a construir hábitos financeiros saudáveis. As crianças aprendem que, com o tempo, podem alcançar objetivos financeiros se economizarem e gastarem com sabedoria.
A mesada também abre espaço para o diálogo aberto sobre dinheiro entre pais e filhos. Os pais podem aproveitar esse momento para ensinar princípios financeiros e responder às perguntas das crianças.
No entanto, é importante que os pais estabeleçam regras claras e orientem seus filhos na gestão da mesada. Além disso, adaptar o valor da mesada à idade e ao nível de maturidade financeira da criança é essencial. A mesada é uma ferramenta valiosa para construir uma base sólida de educação financeira que beneficiará as crianças ao longo de suas vidas. Mas, como o próprio nome diz, é uma ferramenta e para ser bem utilizada precisa estar associada à orientação financeira.
Como e quando são formados os hábitos financeiros nas crianças?
Uma pergunta que sempre recebo é sobre quando é ideal começar a ensinar uma criança sobre dinheiro. Eu sempre respondo que a criança, antes de aprender a falar, vai observar o que os pais fazem e normalizar essas atitudes. Ou seja, se você adulto lida de forma caótica e conturbada com o dinheiro, provavelmente seus filhos vão imitar você.
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Michigan pelo Professor Scott Rick investigou a formação de hábitos financeiros em crianças, revelando resultados surpreendentes.
Descobriu-se que crianças com apenas cinco anos de idade já exibem reações emocionais distintas em relação a gastar e economizar dinheiro, e essas atitudes emocionais influenciam diretamente seus comportamentos financeiros.
Essa pesquisa nos lembra que a educação financeira não se trata apenas de números, mas também da relação emocional das crianças com o dinheiro.
Investindo no futuro financeiro de nossos filhos
O Dia das Crianças é uma oportunidade para refletir sobre a importância da educação financeira desde cedo. As incessantes demandas financeiras das crianças podem ser um desafio, mas também representam uma oportunidade valiosa para ensinar lições sobre dinheiro e responsabilidade.
Educar as crianças sobre finanças pessoais é investir no futuro financeiro delas e na construção de uma sociedade mais consciente financeiramente. Portanto, estejamos abertos ao diálogo e sejamos exemplos de boas práticas financeiras. Nossos filhos agradecerão no futuro!
Não seja pego de calças curtas!
“Only when the tide goes out do you discover who’s been swimming naked”, Warren Buffett.
Projeções macroeconômicas são importantes para todo investidor, porque ajudam a nos prepararmos para o que vem adiante. Ou seja, não ser pego de “calças curtas”, especialmente em momentos desafiadores para os investimentos.
Isso não significa que você saberá “o dia exato em que o dólar vai cair ou subir”. Pois isso, infelizmente, será praticamente impossível. Mas quer dizer que você entenderá melhor as tendências da economia e poderá pensar em como adaptar seus investimentos (ou manter tudo como está, se for o caso), pensando no seu perfil e objetivos.
Com isso em mente, detalhamos abaixo nossas principais projeções para este ano e o próximo. Abaixo, te contamos o porquê de tudo isso, e como investir nesse cenário.

Onde estamos? Juros altos por mais tempo balançam mercados no mundo
No mundo, a inflação continua sob os holofotes, mesmo depois do forte enfraquecimento dos preços que vimos ao longo desse ano. Desde o fim do ano passado, uma série de fatores ajudaram a inflação a cair dos níveis recordes que atingiu entre 2021-2022. Entre eles, vale destacar o reequilíbrio dos efeitos da guerra entre Rússia e Ucrânia e da pandemia, além de – claro – a alta dos juros ao redor do mundo.
Vale lembrar que juros altos tem o objetivo de controlar a alta de preços, encarecendo o crédito e desincentivando o consumo, desaquecendo a economia e a demanda por bens e serviço.
A retomada dos preços de petróleo no mundo fortaleceu as preocupações nos últimos meses. Depois de cair das máximas vistas na pandemia, questões geopolíticas impulsionaram uma retomada nos preços de petróleo no mundo, com o valor da commodity subindo de aproximadamente U$S 70 (o barril) em junho para próximo de U$S 88 na primeira quinzena de outubro – com riscos do recém iniciado conflito armado no Oriente Médio adicionar maiores pressões ao cenário. Lembrando que preços de petróleo mais altos tendem a impactar a inflação de diversos bens e serviços ao redor do mundo – afinal, a economia global ainda é muito dependente de energia fóssil.

Além disso, preços menos relacionados aos reequilíbrios de custo seguem rodando acima das metas de inflação no mundo, especialmente no setor de serviços, enquanto commodities agrícolas (alimentos) permanecem elevadas.
Assim, os juros no mundo continuam no “tom contracionista”; ou seja, com o objetivo de desaquecer a economia. Afinal, não podemos esquecer que as altas e baixas na taxa de juros são sentidas aos poucos na economia real, ou seja, no dia a dia das empresas e pessoas.Nesse cenário, os últimos meses trouxeram um fator adicional para o palco dos juros: a forte alta dos títulos da dívida de longo prazo americanos – levando as famosas Treasuries, que atingiram seu maior patamar em quase duas décadas.

Além da inflação persistente e da economia ainda forte, o aumento do gasto público nos Estados Unidos ganhou destaque como razão por trás dessa alta. Para se ter uma ideia, o déficit fiscal este ano deve ser o mais elevado da história (tirando momentos extraordinários, como a crise financeira de 2008 e a pandemia). E a situação não deve se reverter tão cedo, principalmente por conta da proximidade das eleições presidenciais e novos conflitos geopolíticos (que elevam o gasto militar).
E movimentos nos juros de longo prazo americanos balançam mercados no mundo todo. Isso ocorre, pois as Treasuriesservem de base como “a taxa livre de risco” para a análise dos preços de praticamente todos os ativos financeiros globais – desde ações até títulos de renda fixa. Por isso, esse movimento dos juros americanos deve seguir como fonte de cautela entre investidores. Falamos mais sobre isso no Onde Investir desse mês.
Enquanto isso, a China segue lutando contra o crescimento mais lento. A segundo maior economia global enfrenta desafios na reabertura pós-covid, em meio a uma crise no setor imobiliário e baixa confiança entre investidores, produtores e consumidores. Nesse cenário, o país deve crescer abaixo da meta de 5,0% do governo asiático – soprando ventos contra países exportadores de commodities e parceiros comerciais chineses, como o Brasil. Dito isso, vemos o impacto dessa desaceleração ainda como limitado sobre o crescimento por aqui.

Enquanto isso, no Brasil
Economia cresce acima do esperado, mas aponta para perda de fôlego adiante
Por aqui, o PIB cresceu acima do esperado no segundo trimestre. O crescimento de 0,9% frente ao primeiro trimestre de 2023 refletiu uma economia mais resiliente do que o previsto, impulsionada especialmente por commodities, mas também com um setor de serviços ainda pujante.
Para ilustrar, o setor agropecuário cresceu impressionantes 17% em relação ao mesmo período do ano passado, após alta ainda mais forte no 1º trimestre. O motivo por trás da força tem sido safras recorde no campo, com destaque para grãos, que impulsionaram a produção do setor na primeira metade do ano.
Também relacionado ao mundo das commodities está a indústria extrativa, que respondeu por boa parte do crescimento do setor industrial nos últimos meses.


Assim, vemos que boa parte da surpresa positiva do crescimento observado na primeira metade desse ano foi impulsionado por setores menos sensíveis ao chamado “ciclo econômico”; ou seja, que tendem a crescer/cair de maneira relativamente independente do que acontece com o restante da economia.
Dito isso, o setor de serviços também continua como um importante motor da nossa economia. A queda da inflação e o mercado de trabalho ainda forte tem sustentado o consumo de serviços, que também refletem a “última gota” do impulso pós pandemia. Vale lembrar que o setor de serviços é o principal responsável pela composição do nosso PIB, respondendo por 70% da nossa produção por meio de serviços que vão desde transporte até manicures, restaurantes e grandes eventos.

Olhando para frente, entretanto, a nossa economia deve perder força gradualmente – como já vemos nos dados mais recentes. O enfraquecimento reflete principalmente o aperto trazido pelos juros altos, que encarecem o crédito e desestimulam o consumo e o investimento produtivo.
Isso porque, embora o Banco Central já tenha começado a reduzir a taxa Selic, continuaremos a sentir os efeitos dos juros no patamar contracionista – ou seja, “freando” a economia.Lembrando que juros altos pesam sobre o endividamento e o comprometimento da renda de empresas e famílias, impactando investimentos e o consumo, especialmente de itens que requerem maior financiamento, como carros, eletrodomésticos ou mesmo imóveis.
Para ilustrar, a produção industrial caiu nos últimos meses, enquanto o comércio varejista seguiu “andando de lado”, mesmo diante do impulso nas vendas de automóveis vindo de incentivos do governo federal e de categorias beneficiadas pela queda da inflação, como alimentos e bebidas. Já o setor de serviços, apesar de ainda seguir resiliente, também já se mostra mais fraco, crescendo mais devagar do que vimos na primeira metade do ano.
Além disso, a incerteza sobre os rumos da economia global também nos impacta por aqui, sinalizando cautela sobre uma visão mais positiva da economia nos próximos anos.

Assim, projetamos que o PIB do Brasil cresça 2,8% em 2023, e desacelere o crescimento para 1,5% em 2024. Já para 2025, vemos a economia brasileira retomando um pouco de ímpeto, e crescendo 1,8% no ano – impulsionada por uma esperada melhora no cenário global e pelos efeitos do ciclo de queda de juros iniciado já esse ano.

Inflação comportada, mas seguindo acima da meta adiante
Como contamos em detalhes aqui, o IPCA (nosso principal índice de inflação ao consumidor) registrou alta de 0,23% em agosto, levando o acumulado em doze meses para 4,61%. Apesar do resultado representar uma reaceleração após a deflação observada em julho (quando o índice registrou 3,99% no acumulado em doze meses), ele não reverteu a tendência de desinflação em curso.
Em bom português: mesmo que a inflação tenha subido nos últimos meses, o movimento veio dentro do esperado e o cenário de fôlego na alta de preços se mantém. A melhora recente da inflação é explicada especialmente pela normalização e reequilíbrio de choques recentes (pandemia, guerra) e pela alta de juros em países desenvolvidos – como falamos no início do texto.
Além disso, os últimos dados indicam que a inflação no setor de serviços continua apresentando queda – mesmo que gradual. Esse movimento é importante, porque os preços de serviços tendem a ser mais “teimosos” e mais difíceis de serem controlados, por não terem relação com choques específicos, como o clima ou uma guerra, e estarem bastante conectados com expectativas sobre os preços no futuro.

Dito isso, acreditamos que a “primeira fase” desse processo de desinflação esteja próxima ao fim. Primeiro, porque muito da queda nos custos de produção já foi repassada para o consumidor. Segundo, porque os preços de grãos – que passaram por uma forte queda nos últimos meses – devem se estabilizar em breve, enquanto os efeitos do petróleo mais alto devem impactar os custos de produção de industrializados (afinal, a economia global ainda é muito dependente de energia fóssil).
Além disso, a recente desvalorização do real deve impactar os preços por aqui – tanto de petróleo quanto de bens finais importados – mesmo que apenas no curto prazo.
Nesse cenário, esperamos que a inflação encerre esse ano em 4,8% e em 3,9% em 2024 – impactada também pelos efeitos do fenômeno climático “El Niño”.
Já olhando para prazos mais longos, seguimos vendo riscos para o cenário de inflação – tanto vindos de fora, quanto aqui do Brasil. Do lado global, a geopolítica impactando preços de petróleo e outras commodities além de processos de produção globais mais inflacionários (com produção mais centralizada e maior custo de mão de obra) são riscos. Já por aqui, uma política de gastos públicos elevados é o principal desafio.
Afinal, maiores gastos públicos pressionam a inflação por meio do aumento da renda e do consumo hoje, e precisam ser pagos no futuro – com mais dívida, maiores impostos ou mais emissão de “dinheiro” (no caso, inflação).
Entenda tudo sobre risco fiscal aqui!
Por isso, seguimos cautelosos com o cenário de inflação no Brasil para os próximos anos –projetando inflação ainda acima de meta em 2025 – em 4,0%.

Selic segue em queda, e deve encerrar o ano em 11,75%
Como contamos aqui, o Copom (nosso comitê de política monetária) optou por reduzir a taxa Selic em 0,50 ponto percentual em sua reunião mais recente, no fim de setembro. A decisão deu continuidade ao processo de queda de juros iniciado em agosto, após um ano de taxa Selic no patamar de 13,75%.

Em um recado que tentou manter um tom duro contra a inflação, o Copom destacou tanto elementos de consolidação do controle da inflação, quanto de riscos a frente.
Do lado dos riscos, os diretores do Banco Central chamaram atenção para o principal movimento observado nos mercados nos últimos meses: a alta de juros de longo prazo nos Estados Unidos – que pressionam as taxas de juros no restante do mundo e aumentam os riscos para países emergentes (como nós).
Já por aqui, o Copom reconheceu os avanços no processo de enfraquecimento da inflação, mas lembrou que o “jogo contra a alta de preços ainda não está ganho” e requer cautela. Além disso, destacou a importância de que as novas regras fiscais sejam cumpridas (não apenas aprovadas) para manter as expectativas sobre os preços no futuro comportadas – o que ainda não estão.
Assim, vemos a Selic caindo para 11,75% até o final deste ano, no que acreditamos que será um processo gradual de redução de juros – atingindo 10,00% no início de 2024. Isso significa que os juros devem cair, mas continuar no território contracionista – ainda com certo “freio” na economia para controlar a alta de preços.
Já em 2025, caso a inflação consiga se estabilizar em 4,0%, vemos espaço para que o Copom reduza a Selic para em 9,0% ao ano, atingindo o que chamamos “território neutro” – ou seja, tirando o pé do freio da economia, mas ainda sem acelerar.

E o dólar, vai para onde?
Para a alegria de muitos, a primeira metade desse ano foi marcada por uma forte valorização do real, como podemos ver no gráfico abaixo.

Porém, como nem tudo são rosas, assistimos ao dólar voltar a superar a barreira dos R$/US$ 5,00 no último mês, atingindo os níveis mais depreciados desde o final de maio.
Acreditamos o enfraquecimento da nossa moeda refletiu tanto movimentos globais quanto domésticos.
Lá fora, destacamos:
- a forte alta das taxas de juros de longo prazo nos Estados Unidos e a sinalização de que os juros básicos devem seguir altos (podendo ainda subir esse ano) – movimento que tende a fortalecer o dólar frente a outras moedas, por atrair capital em busca de maiores retornos; e
- maior aversão ao risco global, com o aumento dos riscos geopolíticos ao redor do mundo, diante da escalada de tensões no Oriente Médio e o risco ainda latente envolvendo Rússia, Ucrânia e países aliados.
Já no cenário local, o aumento das incertezas com relação à dinâmica das contas públicas ajudou nossa moeda a perder força. Afinal, como contamos nesse texto em detalhes, incertezas políticas tendem a levar a um aumento da precificação de risco de investir por aqui – o que é “descontado” na nossa moeda.
Assim, esperamos que o dólar encerre 2023 em R$ 5,10.
Dito isso, nossas contas externas continuam sólidas, o que tende a sustentar uma moeda relativamente valorizada. Ou seja, seguimos atraindo forte fluxo de capital estrangeiro tanto pela via comercial quanto de investimentos, impulsionados – entre outras coisas – pela supersafra agrícola e pela posição relativamente positiva quando comparado a outros emergentes (mais expostos a elevados riscos geopolíticos, como Rússia e Turquia). E quanto mais dinheiro estrangeiro por aqui, mais valorizada nossa moeda.
Além disso, nossa moeda está desvalorizada para padrões históricos, ao olharmos em termos reais (ou seja, descontando a inflação).
Por isso, projetamos R$/US$ 4,85 para o final de 2024 e R$/US$ 5,00 para o final de 2025.
Mas vale destacar que essa projeção não significa que esse será o valor da taxa de câmbio ao longo de todo o ano. Pelo contrário, esperamos que o “sobe e desce do dólar” siga presente, especialmente diante do alto nível de incerteza nos cenários global e doméstico.
Como investir nesse cenário?
Com tantos eventos e mudanças no cenário econômico no Brasil e no mundo, entender como melhor investir o seu dinheiro e proteger o seu patrimônio é essencial.
Por isso, destacamos abaixo nossas recomendações de alocação atualizadas de acordo com o seu perfil de investidor, além de sugestões de onde investir em cada classe de ativo (como ações, renda fixa e fundos de investimento).
Vale lembrar que as recomendações sinalizadas na tabela abaixo não são as únicas possíveis, mas sim alternativas viáveis selecionadas pelos nossos especialistas para você. Confira tudo isso em detalhes no nosso relatório “Onde Investir” – acesse aqui!

| Classe | Opção de investimento | Opção de investimento2 | Mínimo da opção mais acessível |
| Renda fixa pós-fixada | Tesouro Selic 2029 | CDB Facta Financeira Set/2025 117% do CDI | R$ 140,00 |
| Inflação | Tesouro IPCA+ 2032 com juros semestrais | JGP Debêntures Incentivadas Juros Reais FIC FIM CP | R$ 43,86 |
| Renda Fixa Prefixada | CRI Assai Jul2027 10,95% *isento | CDB Facta Set/2026 13,0% | R$ 1.000,00 |
| Renda Fixa Global | Trend High Yield Americano FIM | Trend Crédito Global FIM | R$ 100,00 |
| Multimercado | Selection Multimercado FIC FIM | XP Macro FIM | R$ 100,00 |
| Renda variável internacional | Wellington Us BDR Advisory Dólar FIC Ações BDR Nível 1 | M Global BDR Advisory Dólar FIC FIA BDR Nível I | R$ 500,00 |
| Renda variável internacional hedgeada | Trend Bolsas Globais | Trend Bolsas Emergentes | R$ 100,00 |
| Alternativos | Trend Ouro Dólar FIM | PVBI11 | R$ 100,00 |
Atualização semanal: Bitcoin (BTC).

O gráfico semanal do Bitcoin encerrou com valorização de 8,01%, e acumulou no mês de setembro uma alta de pouco mais de 5% na plataforma Binance (usada para os comentários gráficos deste relatório). A semana que se iniciou ontem já apresenta maior volatilidade e os preços chegaram a marcar máxima pouco acima dos 28.500USD, enquanto em reais chegou a marcar negociação acima dos 144mil. No decorrer desta terça-feira os preços devolveram parte da recente alta, mas permanece acima da máxima marcada na semana passada até o momento da confecção deste relatório. O suporte mais próximo está na linha dos R$ 140.000 e a resistência mais relevante na região de R$ 147.500,00. Para perfis mais agressivos, os patamares atuais podem ser interessantes para atuação na compra, assumindo o risco de perda caso os preços retornem abaixo da linha dos R$ 128.000, tendo como primeiro alvo a região dos R$ 154.000.
Recomendação: numa postura mais conservadora, a entrada ideal é, caso aconteça uma retração até os níveis próximos dos R$ 135.000, assumindo risco de perda caso haja um fechamento abaixo da linha dos R$ 128.000, com o primeiro objetivo na região de R$ 147.000 e depois em R$ 154.000, região de importante resistência.
Suportes: R$ 138.145 / R$ 134.000 / R$ 128.000
Resistências: R$ 145.000 / R$ 147.500 / R$ 155.000
Atualização semanal: Ethereum (ETH).

Ether, assim como o Bitcoin, encerrou a semana em alta expressiva, com 11,12% mas no mês a alta foi de 2,73% (Binance). Graficamente observamos a linha de tendência de alta respeitada como suporte (destacada em azul) e a média móvel de 21 períodos (cor laranja) atualmente atuando como resistência. Nota-se ainda uma linha de tendência de baixa terciária na região da máxima marcada na semana passada e, somente um rompimento convicto dessa linha – com amplitude de movimento e aumento de volume – chamaria a atenção para altas mais expressivas que poderiam levar ao teste da região de resistência na linha próxima dos 9.600,00 Reais.
Recomendação: na atual configuração, não há gatilho para compras.
Suportes: R$ 8.290 / R$ 8.135 / R$ 7.600
Resistências: R$ 8.900 / R$ 9.200 / R$ 9.600
*Por Joana Aline, especialista de investimentos na XP
Final de semana chegando, pipoca, descanso, séries, mercado financeiro… Opa, mercado financeiro? Isso mesmo, separamos incríveis séries que te ajudarão a entender mais sobre o mercado sem precisar levantar do sofá.
Abaixo, reunimos algumas indicações de documentários sobre como atuar nesse mercado, e entender um pouco mais sobre como agregar valor financeiro ao seu patrimônio.
Como ficar rico
Protagonizada por Ramit Sethi, a nova séria documental Netflix explora uma nova perspectiva de educação financeira: gastar com o que ama. Assim, o documentário busca trazer para os espectadores uma reflexão sobre o uso do dinheiro. Por exemplo, como gastos não desejados podem atrapalhar para que atinjamos metas com coisas que realmente gostamos e planejamos. Além disso, o seriado enfoca, principalmente, na necessidade que o dinheiro tem em se adaptar a nossa rotina, gostos e sonhos; e não o contrário!
Explicando dinheiro
Dividida em tópicos, essa série busca mostrar a perspectiva de investidores com o dinheiro e suas ramificações. Em episódios que retratam a relação de pessoas com fatores financeiros, desde o cartão de crédito aos investimentos, o documentário busca retratar como certas instituições podem se aproveitar da falta de conhecimento de novos investidores – como, por exemplo, pela prática de altas taxas. Apesar de focar nos Estados Unidos, essa séria original Netflix é uma ótima análise de como podemos nos preparar para alocar o nosso patrimônio com segurança e preparo.
A arte de economizar (filme)
Ao acompanhar os investidores ao longo do dia, quatro coachs financeiros ensinam táticas de como guardar dinheiro para o futuro. Nessa exploração da vida real, o espectador consegue extrair conceitos práticos do dia a dia, que podem ajudar não somente na gestão financeira, mas também na administração de nossa vida de uma maneira mais ampla. A série mostra como uma família pode operacionalizar o corte de despesas consideradas supérfluas para economizar para a faculdade, por exemplo.
Shark Tank
Focada em formar empreendedores, essa série traz para o seu público pessoas comuns com ótimas ideias para novos negócios. Disponível no Prime Video e canais abertos de televisão, podemos acompanhar cinco empresários de sucesso lutando para defender sua ideia frente a potenciais investidores. Com essa opção educativa, conseguimos despertar o nosso lado empreendedor e ver como grandes negócios podem nascer de uma “boa ideia”.
O monstro gigante que é a economia global
Essa séria de oito episódios, disponível na Amazon Prime, busca trazer a sua audiência as diversas práticas e meios (legais e “nem tanto”) utilizados por grandes corporações globais para se destacar nos mais diversos setores. A série traz uma perspectiva perspicaz de como as gigantes do nosso mundo conseguiram o destaque que têm hoje.
Girlboss
Essa série é para aguçar o lado de todas as leitoras. Focada na história de Sophia, a série traz os desafios que podem aparecer ao começar um novo negócio. Além disso, conseguimos aprender dicas valiosas sobre conciliar o empreendedorismo com a vida pessoal.
Depois de assistir essas séries e filmes, tenho certeza de que sua mente estará mais preparada para a jornada no mundo dos investimentos.
Mas além da mentalidade, é importante ter o conhecimento sobre onde investir, e nessa questão, a gente te ajuda também: confira nossas recomendações completas de investimento.
O que rolou em Setembro?
O mês de setembro foi positivo para o Bitcoin, que encerrou com valorização 4,07%, enquanto o Ether valorizou-se 2,73%. E neste início de outubro, o movimento de alta continua e contrasta com a queda no volume de contratos futuros de Bitcoin, que alcançaram o volume mais baixo do ano; um dado surpreendente considerando o mercado “bullish” atual e levanta dúvidas sobre o comportamento e perfil dos entusiastas de Bitcoin: Será que os traders estão se tornando mais conservadores ou estão antecipando uma correção das recentes altas?
A resposta teremos daqui algum tempo, mas o que importa hoje, para nossa carteira e nossos clientes é o alinhamento de expectativas sobre este mercado e que até o momento, vem cumprindo, ainda que lentamente. Este ano, percebemos que a dinâmica deste mercado está mudando. Afinal, aquela volatilidade altíssima já não é tão presente, embora não seja prudente desconsiderá-la da estatística e do padrão de comportamento deste ativo ao longo de sua curta existência, comparada aos ativos tradicionais.
Para o mês de outubro, permanecemos convictos de que a melhor estratégia por ora segue sendo a de manutenção da distribuição de Bitcoin com 65% e Ether com 35% na nossa carteira. Lembrando que nossa visão de retorno é de longo prazo, de modo que os clientes que queiram participar do desenvolvimento deste racional, poderá executar a compra nos preços atuais, ainda que no curto/ médio prazo as oscilações possam não beneficiar a exposição. Os clientes já posicionados há mais tempo encontram-se numa situação mais confortável. Felizmente, o Bitcoin – nossa maior exposição na carteira – tem apresentado maior valorização que o Ether, o que nos deixa ainda mais confortáveis com a decisão.
Carteira recomendada de Criptoativos – Xtage

Gráfico Bitcoin nos últimos cinco anos: análise mensal.

Gráfico Ethereum nos últimos cinco anos: análise mensal.
