A cada três meses as empresas listadas na bolsa brasileira divulgam seus resultados financeiros ao mercado.

Acompanhar esses números é muito importante para os investidores, pois permite avaliar a saúde financeira das companhias e decidir se vale a pena investir nelas.

No dia 10 de outubro de 2024 as empresas brasileiras começarão a divulgar seus resultados referentes ao terceiro trimestre deste ano. Confira o calendário completo com as datas e horários de divulgação dos balanços das principais empresas negociadas na B3:

Aproveite e confira aqui mais detalhes sobre o que é e porque acompanhar esses números 

Data Horário de divulgação Ticker Companhia Setor
10/10/2024 Após o fechamento CAML3 Camil Alimentos & Bebidas
24/10/2024 Horário a confirmar MULT3 Multiplan Propriedades Comerciais
24/10/2024 Após o fechamento VALE3 Vale Mineração & Siderurgia
24/10/2024 Após o fechamento SUZB3 Suzano Papel & Celulose
25/10/2024 Antes da abertura USIM5 Usiminas Mineração & Siderurgia
28/10/2024 Após o fechamento INTB3 Intelbras Tecnologia e Telecomunicação
29/10/2024 Antes da abertura SANB11 Santander Bancos
30/10/2024 Antes da abertura WEGE3 Weg Bens de Capital
30/10/2024 Horário a confirmar TRPL4 ISA Cteep Elétricas
30/10/2024 Após o fechamento KEPL3 Kepler Weber Bens de Capital
30/10/2024 Após o fechamento LOGG3 Log Comm. Prop. Propriedades Comerciais
30/10/2024 Após o fechamento DMVF3 D1000 Varejo
30/10/2024 Após o fechamento AESB3 AES Brasil Elétricas
30/10/2024 Após o fechamento AURE3 Auren Elétricas
31/10/2024 Horário a confirmar RANI3 Irani Papel & Celulose
31/10/2024 Antes da abertura BBDC4 Bradesco Bancos
31/10/2024 Antes da abertura ABEV3 Ambev Alimentos & Bebidas
31/10/2024 Após o fechamento POMO4 Marcopolo Bens de Capital
31/10/2024 Horário a confirmar EZTC3 EZTec Construção Civil
31/10/2024 Após o fechamento CRFB3 Carrefour Varejo
31/10/2024 Após o fechamento CCRO3 CCR Transportes
04/11/2024 Horário a confirmar AURA33 Aura Minerals Mineração & Siderurgia
04/11/2024 Horário a confirmar KLBN11 Klabin S/A Papel & Celulose
04/11/2024 Antes da abertura SRNA3 Serena Energia Elétricas
04/11/2024 Após o fechamento ITUB4 Itaú Unibanco Bancos
04/11/2024 Após o fechamento PGMN3 Pague Menos Varejo
04/11/2024 Após o fechamento TIMS3 Tim Tecnologia e Telecomunicação
05/11/2024 Horário a confirmar IGTI11 Iguatemi Propriedades Comerciais
05/11/2024 Após o fechamento EGIE3 Engie Brasil Elétricas
05/11/2024 Após o fechamento BLAU3 Blau Saúde
05/11/2024 Após o fechamento ODPV3 Odontoprev Saúde
05/11/2024 Após o fechamento GGBR4 Gerdau Mineração & Siderurgia
05/11/2024 Após o fechamento GOAU4 Met. Gerdau Mineração & Siderurgia
05/11/2024 Após o fechamento PRIO3 PRIO Óleo, Gás e Petroquímicos
05/11/2024 Após o fechamento VBBR3 Vibra Energia Óleo, Gás e Petroquímicos
11/11/2024 Após o fechamento GMAT3 Grupo Mateus Varejo
05/11/2024 Após o fechamento PCAR3 Pão de Açucar Varejo
05/11/2024 Após o fechamento RADL3 Raia Drogasil Varejo
05/11/2024 Após o fechamento VULC3 Vulcabras Varejo
05/11/2024 Após o fechamento VIVT3 Telefônica Brasil Tecnologia e Telecomunicação
06/11/2024 Horário a confirmar CBAV3 CBA Mineração & Siderurgia
06/11/2024 Horário a confirmar DESK3 Desktop Tecnologia e Telecomunicação
06/11/2024 Horário a confirmar MILS3 Mills Transportes
06/11/2024 Horário a confirmar ELET3 Eletrobras Elétricas
06/11/2024 Após o fechamento STBP3 Santos Brasil Transportes
06/11/2024 Após o fechamento AGRO3 BrasilAgro Agro
06/11/2024 Após o fechamento AERI3 Aeris Bens de Capital
06/11/2024 Após o fechamento MYPK3 Iochpe-Maxion Bens de Capital
06/11/2024 Após o fechamento ANIM3 Anima Educação
06/11/2024 Após o fechamento BEEF3 Minerva Alimentos & Bebidas
13/11/2024 Após o fechamento HYPE3 Hypera Saúde
06/11/2024 Horário a confirmar DIRR3 Direcional Construção Civil
06/11/2024 Horário a confirmar LAVV3 Lavvi Construção Civil
06/11/2024 Horário a confirmar TEND3 Tenda Construção Civil
06/11/2024 Após o fechamento BRKM5 Braskem Óleo, Gás e Petroquímicos
06/11/2024 Após o fechamento CEAB3 C&A Modas Varejo
06/11/2024 Após o fechamento BHIA3 Grupo Casas Bahia Varejo
06/11/2024 Após o fechamento GUAR3 Guararapes Varejo
06/11/2024 Após o fechamento PETZ3 Petz Varejo
06/11/2024 Após o fechamento ELMD3 Eletromidia Tecnologia e Telecomunicação
06/11/2024 Após o fechamento TOTS3 TOTVS Tecnologia e Telecomunicação
06/11/2024 Após o fechamento FIQE3 Unifique Tecnologia e Telecomunicação
06/11/2024 Após o fechamento CPLE6 Copel Elétricas
06/11/2024 Após o fechamento TAEE11 Taesa Elétricas
07/11/2024 Horário a confirmar FRAS3 Frasle Mobility Bens de Capital
07/11/2024 Horário a confirmar JHSF3 JHSF Propriedades Comerciais
07/11/2024 Horário a confirmar ALPA3 Alpargatas Varejo
07/11/2024 Horário a confirmar PNVL3 Dimed Varejo
07/11/2024 Horário a confirmar SAPR11 Sanepar Saneamento
07/11/2024 Horário a confirmar ENGI11 Energisa Elétricas
07/11/2024 Após o fechamento MATD3 Mater Dei Saúde
07/11/2024 Após o fechamento PETR4 Petrobras Óleo, Gás e Petroquímicos
07/11/2024 Horário a confirmar NTCO3 Grupo Natura Varejo
07/11/2024 Horário a confirmar SMFT3 Smart Fit Varejo
07/11/2024 Horário a confirmar VIVA3 Vivara Varejo
11/11/2024 Após o fechamento VAMO3 Vamos Transportes
07/11/2024 Após o fechamento SOJA3 Boa Safra Agro
07/11/2024 Após o fechamento BRBI11 BR Partners Bancos
07/11/2024 Após o fechamento RAPT4 Randoncorp Bens de Capital
07/11/2024 Após o fechamento COGN3 Cogna Educação
14/11/2024 Após o fechamento CSED3 Cruzeiro do Sul Educação
07/11/2024 Após o fechamento YDUQ3 YDUQS Educação
07/11/2024 Após o fechamento CXSE3 Caixa Seguridade Inst. Financeiras
07/11/2024 Após o fechamento FLRY3 Fleury Saúde
07/11/2024 Horário a confirmar MDNE3 Moura Dubeux Construção Civil
07/11/2024 Horário a confirmar TRIS3 Trisul Construção Civil
07/11/2024 Após o fechamento RECV3 PetroReconcavo Óleo, Gás e Petroquímicos
07/11/2024 Após o fechamento ALPA4 Alpargatas Varejo
07/11/2024 Após o fechamento ASAI3 Assai Varejo
07/11/2024 Após o fechamento LREN3 Lojas Renner Varejo
07/11/2024 Após o fechamento MGLU3 Magazine Luiza Varejo
07/11/2024 Após o fechamento ZAMP3 Zamp Varejo
07/11/2024 Após o fechamento ALLD3 Allied Tecnologia e Telecomunicação
07/11/2024 Após o fechamento BMOB3 Bemobi Tecnologia e Telecomunicação
07/11/2024 Após o fechamento LWSA3 LWSA Tecnologia e Telecomunicação
07/11/2024 Após o fechamento ARML3 Armac Transportes
07/11/2024 Após o fechamento ECOR3 Ecorodovias Transportes
07/11/2024 Após o fechamento PRNR3 Priner Transportes
07/11/2024 Após o fechamento RAIL3 Rumo Transportes
07/11/2024 Após o fechamento ALUP11 Alupar Elétricas
07/11/2024 Após o fechamento GRND3 Grendene Varejo
08/11/2024 Antes da abertura EMBR3 Embraer Bens de Capital
08/11/2024 Após o fechamento MDIA3 M. Dias Branco Alimentos & Bebidas
08/11/2024 Após o fechamento HBSA3 Hidrovias do Brasil Transportes
11/11/2024 Horário a confirmar MELK3 Melnick Construção Civil
11/11/2024 Após o fechamento TTEN3 3tentos Agro
11/11/2024 Após o fechamento SMTO3 São Martinho Agro
11/11/2024 Horário a confirmar EVEN3 Even Construção Civil
11/11/2024 Após o fechamento SBFG3 Grupo SBF Varejo
11/11/2024 Após o fechamento TFCO4 Track Field Varejo
06/11/2024 Após o fechamento JSLG3 JSL Transportes
11/11/2024 Após o fechamento RENT3 Localiza Transportes
12/11/2024 Antes da abertura BPAC11 BTG Pactual Bancos
12/11/2024 Após o fechamento JALL3 Jalles Machado Agro
12/11/2024 Após o fechamento RAIZ4 Raizen Agro
12/11/2024 Após o fechamento SLCE3 SLC Agricola Agro
12/11/2024 Após o fechamento SEER3 Ser Educacional Educação
12/11/2024 Após o fechamento HAPV3 Hapvida Saúde
13/11/2024 Após o fechamento RDOR3 Rede D’Or Saúde
12/11/2024 Horário a confirmar CURY3 Cury Construção Civil
12/11/2024 Após o fechamento CSNA3 CSN Mineração & Siderurgia
12/11/2024 Após o fechamento CMIN3 CSN Mineração Mineração & Siderurgia
12/11/2024 Após o fechamento ENJU3 Enjoei Varejo
07/11/2024 Após o fechamento MOVI3 Movida Transportes
13/11/2024 Horário a confirmar ROXO34 Nubank Bancos
13/11/2024 Horário a confirmar PLPL3 Plano & Plano Construção Civil
13/11/2024 Antes da abertura BRAP4 Bradespar Mineração & Siderurgia
13/11/2024 Horário a confirmar AMER3 Americanas Varejo
13/11/2024 Horário a confirmar AMBP3 Ambipar Saneamento
13/11/2024 Antes da abertura GOLL4 Gol Transportes
13/11/2024 Horário a confirmar CMIG4 Cemig Elétricas
13/11/2024 Após o fechamento AGXY3 Agrogalaxy Agro
13/11/2024 Após o fechamento VITT3 Vittia Agro
13/11/2024 Após o fechamento BBAS3 Banco do Brasil Bancos
13/11/2024 Após o fechamento TUPY3 Tupy Bens de Capital
13/11/2024 Após o fechamento B3SA3 B3 Inst. Financeiras
13/11/2024 Após o fechamento PAGS PagBank Inst. Financeiras
13/11/2024 Após o fechamento BRFS3 BRF Alimentos & Bebidas
13/11/2024 Após o fechamento JBSS3 JBS Alimentos & Bebidas
13/11/2024 Após o fechamento MRFG3 Marfrig Alimentos & Bebidas
13/11/2024 Após o fechamento DASA3 Dasa Saúde
13/11/2024 Após o fechamento KRSA3 Kora Saude Saúde
13/11/2024 Após o fechamento ONCO3 Oncoclínicas Saúde
13/11/2024 Após o fechamento VVEO3 Viveo Saúde
13/11/2024 Horário a confirmar CYRE3 Cyrela Construção Civil
13/11/2024 Horário a confirmar MRVE3 MRV Construção Civil
13/11/2024 Horário a confirmar ALOS3 Allos Propriedades Comerciais
13/11/2024 Após o fechamento BRAV3 Brava Energia Óleo, Gás e Petroquímicos
13/11/2024 Após o fechamento CSAN3 Cosan Óleo, Gás e Petroquímicos
13/11/2024 Após o fechamento UGPA3 Ultrapar Óleo, Gás e Petroquímicos
13/11/2024 Horário a confirmar UNIP3 Unipar Óleo, Gás e Petroquímicos
13/11/2024 Após o fechamento UNIP6 Unipar Óleo, Gás e Petroquímicos
13/11/2024 Após o fechamento AZZA3 Azzas 2154 Varejo
13/11/2024 Após o fechamento MEAL3 IMC Varejo
13/11/2024 Após o fechamento MLAS3 Multilaser Varejo
13/11/2024 Após o fechamento ORVR3 Orizon Saneamento
13/11/2024 Após o fechamento BRIT3 Brisanet Tecnologia e Telecomunicação
13/11/2024 Após o fechamento POSI3 Positivo Tecnologia e Telecomunicação
12/11/2024 Após o fechamento SIMH3 Simpar Transportes
13/11/2024 Após o fechamento EQTL3 Equatorial Energia Elétricas
14/11/2024 Antes da abertura AZUL4 Azul Transportes
14/11/2024 Após o fechamento CSMG3 Copasa Saneamento
11/11/2024 Após o fechamento SBSP3 Sabesp Saneamento
Data a confirmar Horário a confirmar INBR32 Inter Bancos
Data a confirmar Horário a confirmar CASH3 Méliuz Inst. Financeiras
Data a confirmar Horário a confirmar STNE StoneCo. Inst. Financeiras
Data a confirmar Horário a confirmar G2DI33 G2D Tecnologia e Telecomunicação
Data a confirmar Horário a confirmar ZENV Zenvia Tecnologia e Telecomunicação
Fonte: B3, Bloomberg, XP Research, Rico. Consultado em 09/10/2024. As datas podem sofrer alterações ao longo da temporada.

Para te ajudar na escolha dos melhores ativos para investir, preparamos uma cuidadosa seleção de ações e BDRs e ajustamos mensalmente a alocação em cada estratégia com base em uma visão global do cenário financeiro. Confira aqui nossa carteira recomendada de ações e BDRs deste mês.

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Onde investir em Outubro

Você está no meio de um ano promissor, tudo parece sob controle, até que, de repente, seu carro quebra e surge aquela despesa inesperada na oficina. Para cobrir esse imprevisto, você se vê obrigado a resgatar aquele investimento de longo prazo que estava rendendo bem ou, pior ainda, a recorrer ao cartão de crédito. A frustração bate ao ver seu patrimônio diminuir para resolver algo momentâneo. E, com isso, vai embora também a sensação de segurança financeira. 

Esse ciclo de imprevistos pode desestabilizar qualquer um, especialmente quem não tem uma reserva de emergência. É uma história conhecida: pequenos gastos que, quando somados, drenam o que deveria ser usado para algo maior ou, pior ainda, comprometem seu patrimônio de longo prazo. Mas e se existisse uma solução simples para evitar essa frustração? 

A famosa reserva de emergência existe exatamente para esses momentos – um dinheiro guardado para impedir que sua vida financeira entre em colapso quando o inesperado acontecer. No entanto, muita gente acaba usando essa reserva para cobrir pequenos gastos do dia a dia, como um lanche extra ou uma assinatura de streaming. No fim, esses deslizes comprometem o saldo total e podem deixar você na mão quando a verdadeira emergência aparecer. 

Nem todos os brasileiros, no entanto, têm condições de criar uma reserva do zero. De acordo com o Índice de Saúde Financeira dos Brasileiros – I-SFB FEBRABAN, muitos brasileiros enfrentam dificuldades com o orçamento apertado, sendo que 74% empatam ou gastam mais do que ganham. Por isso, o primeiro passo deve ser avaliar a própria vida financeira e, a partir disso, estabelecer etapas realistas para acumular dinheiro todo mês. 

Para evitar esse tipo de situação, é fundamental construir sua reserva de emergência de maneira planejada e eficiente. Na análise a seguir, você vai entender passo a passo como organizar, investir e proteger sua reserva, garantindo que ela esteja pronta para momentos de real necessidade. 

O que é a Reserva de Emergência? 

A reserva de emergência é o famoso “dinheiro guardado para os dias difíceis”. Trata-se de uma quantia destinada exclusivamente para cobrir imprevistos financeiros que podem surgir sem aviso prévio, como perda de emprego, problemas de saúde, ou emergências com seu carro ou casa. A ideia aqui é que esse fundo seja o seu “porto seguro”, evitando que você precise recorrer a empréstimos ou usar investimentos destinados ao longo prazo para situações de curto prazo. 

De forma simples, a reserva de emergência serve para cobrir gastos inesperados, como: 
  • Manter as contas básicas em dia, caso você perca o emprego; 
  • Despesas médicas ou odontológicas não cobertas pelo plano; 
  • Emergências veterinárias com seu pet; 
  • Consertos importantes na casa, como vazamentos ou troca de eletrodomésticos; 
  • Viagens urgentes por motivos familiares; 
  • Mudança de cidade e custos com frete e documentação; 
  • Multas ou contas que surgem de surpresa; 
  • Ter dinheiro rápido sem precisar pegar empréstimos caros. 

Além disso, a reserva é um fundo que deve ser utilizado exclusivamente em emergências, e não para gastos impulsivos ou despesas do dia a dia, como:  

  • Compras desnecessárias; 
  • Lazer ou entretenimento, como shows e restaurantes; 
  • Pagamento de impostos; 
  • Reformas estéticas na casa; 
  • Aquisição de um carro ou imóvel. 

Sendo assim, criar uma reserva de emergência é um passo importante para trazer mais tranquilidade, já que você ganha mais liberdade para tomar decisões. Ter um valor guardado para situações inesperadas ou mudanças na sua carreira permite, por exemplo, que você deixe um ambiente de trabalho que não gosta ou cubra despesas inesperadas, como perda de renda ou uma emergência de saúde na família. 

Como funciona na prática? 

O primeiro passo para fazer uma reserva de emergência é se organizar financeiramente. Para começar, você precisa entender seus gastos mensais — desde o aluguel e contas de consumo até os pequenos custos diários.

É importante saber qual é a sua renda líquida (o valor que você recebe após os impostos), quais são seus gastos, seu custo de vida e seu patrimônio atual. Se tiver dívidas, é essencial incluí-las no planejamento também.

Calcule o custo básico da sua vida, ou seja, o que você não pode deixar de pagar, como aluguel, luz, água, alimentação e saúde. Essas despesas devem guiar a criação da sua reserva de emergência.

Além disso, é fundamental que você defina metas realistas. Estabeleça um valor mensal que possa ser guardado sem comprometer demais o seu dia a dia. E lembre-se: disciplina é a chave. Mesmo pequenos aportes mensais, ao longo do tempo, garantirão que você construa uma base financeira sólida. Evitar saques desnecessários também é crucial — afinal, a ideia é que a reserva esteja disponível para emergências reais, e não para cobrir pequenos gastos diários.

Quanto devo ter na minha reserva? 

Como regra geral, ter entre 6 a 12 meses do seu custo de vida é uma boa referência para o valor de sua reserva de emergência.

Entretanto, dependendo do seu tipo de renda, pode ser mais recomendável ajustar o valor da sua reserva. Ou seja, é importante levar em conta a estabilidade da sua profissão e as diferentes maneiras de gerar renda — seja com o seu trabalho principal ou com atividades extras.

Se você é funcionário público ou CLT, seu salário é previsível, o que permite uma reserva menor. O ideal é ter uma reserva que cubra pelo menos seis meses de gastos; assim, você se protege em caso de perda do emprego e outros imprevistos. Por exemplo, se você ganha R$ 2.500, acumular R$ 15.000 já traria uma boa segurança em sua reserva.

Para quem tem renda instável, como autônomos ou MEIs, a imprevisibilidade da renda vai ditar se você deve guardar mais ou menos dentro da faixa ideal de 6 a 12 meses.

Partindo para um exemplo prático, se seus gastos básicos somam R$ 2.500 e você possui uma renda mais instável, seria mais recomendável uma reserva de R$ 30.000, o que equivale a 12 meses de despesas essenciais.

Portanto, a reserva de emergência é essencial para todo mundo, não importa quanto você ganha. O valor da reserva vai depender da sua realidade, e é sempre bom revisá-la para garantir que ela esteja adequada às suas necessidades.

Onde investir minha reserva de emergência? 

Agora que você tem uma ideia de quanto precisa guardar, a próxima pergunta é: onde colocar esse dinheiro?  

Em primeiro lugar, essa é uma reserva destinada a imprevistos e, como o próprio nome sugere, não temos como prever quando algo inesperado vai acontecer, certo? Por isso, a reserva de emergência precisa ter alta liquidez. A liquidez se refere à facilidade de transformar esse investimento em dinheiro disponível na sua conta de forma imediata. 

Outro ponto fundamental é que a reserva de emergência não pode estar sujeita à volatilidade. Ela deve ser aplicada em investimentos seguros, conservadores e com rentabilidade previsível. Esses investimentos são, basicamente, em renda fixa pós-fixada, com a rentabilidade atrelada a taxa Selic ou CDI. Apesar dos bons retornos atuais dos investimentos pós fixados, o foco da sua reserva de emergência não deverá ser na rentabilidade. Afinal, o objetivo desse dinheiro é estar disponível para emergências, evitando prejuízos. 

E para simplificar sua tarefa na escolha, listamos alguns ativos que recomendamos para sua reserva de emergência. E o melhor? Todos disponíveis na sua conta da Rico! 

1 – Tesouro Selic:  Título público federal de renda fixa emitido pelo governo e disponibilizado através do Tesouro Direto. Ele tem rentabilidade pós-fixada que acompanha a variação da principal taxa do mercado financeiro: a Selic. Preferencialmente do vencimento mais curto disponível. A venda deste ativo pode ser feita a qualquer momento, pois o próprio governo faz a recompra.  E a liquidação se dá em D+1, isto é, em um dia útil o dinheiro estará na sua conta. 

2- Trend Cash Fic Firf Simples: Fundo de investimento, com exposição ao índice DI por meio de uma carteira de ativos de renda fixa pós-fixada emitidos pelo governo (títulos públicos federais). Ele apresenta de contar com o resgate em D+0, ou seja, no mesmo dia, desde que solicitado o resgate até as 14:30.

3- Trend DI FIC FIRF Simples: Fundo de investimento disponível para novos clientes da Rico, com exposição ao índice DI por meio de uma carteira de ativos de renda fixa emitidos pelo governo (títulos públicos federais). Portanto, se você quer ter uma reserva com rentabilidade em linha com o CDI, essa pode ser uma opção, além de contar com o resgate em D+1 e taxa zero de administração.  Aplicação inicial: R$ 100,00  

3- Fundo 24 Horas da Rico: Solução exclusiva da Rico que oferece liquidez total e rendimento diário. O resgate pode ser feito 24 horas por dia, 7 dias por semana, com o valor disponível imediatamente na conta digital da plataforma Rico. O fundo investe em ativos de baixo risco, como títulos públicos federais, e tem gestão passiva voltada à estabilidade. A aplicação mínima é de R$ 1.000, com movimentações adicionais a partir de R$100, o que permite flexibilidade para ajustar a reserva conforme a necessidade.

Por fim, a construção de uma reserva de emergência não é apenas uma prática financeira sensata, mas uma forma de proporcionar tranquilidade e segurança para sua vida. Ao estar preparado para imprevistos, você evita o desgaste emocional e financeiro de comprometer investimentos de longo prazo ou recorrer a dívidas com altos juros. 

Lembre-se: uma reserva de emergência sólida é um alicerce fundamental para qualquer planejamento financeiro. Quanto mais cedo você começar a construir a sua, mais rapidamente conquistará a liberdade de fazer escolhas seguras, seja em sua carreira, nos seus investimentos ou na vida pessoal. 

Meus Objetivos Rico  

Quer uma forma fácil de montar sua reserva de emergência?  

Conheça a ferramenta “Meus Objetivos” da Rico – funcionalidade disponível no seu app da Rico, onde você só precisa criar um objetivo para sua reserva de emergência, e a Rico te ajuda com o seu planejamento. Confira no vídeo a seguir. 

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Investir é uma prática inteligente para quem busca fazer o dinheiro trabalhar a seu favor. Mas, com tantas opções de investimento disponíveis, pode ser difícil decidir onde alocar seus recursos. Neste texto, exploraremos quanto rende R$1.000 investidos em cinco opções populares: Poupança, CDI, Tesouro Selic, Ibovespa e IVVB11.

Vale destacar que retornos passados não são garantia de retorno futuro. Assim, mais importante que saber quanto um investimento rendeu, será saber qual a perspectiva para os investimentos no futuro – tema que abordamos em nosso “Onde Investir”.

Desta forma, os valores a seguir serão uma demonstração prática de como esses investimentos se comportaram no último mês e ano. Confira a seguir.

1. Poupança:

A poupança é o investimento mais tradicional no Brasil. Atualmente, a sua rentabilidade é composta por uma taxa fixa de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR).

Portanto, R$1000 investidos renderam em torno de R$5,68 no último mês, e cerca de R$71,33 nos últimos 12 meses.

2. CDI (Certificado de Depósito Interbancário):

O CDI é um indexador de investimentos renda fixa comumente utilizado em investimentos pós fixados. A sua rentabilidade está atrelada à taxa DI, que geralmente acompanha a taxa básica de juros (Selic).

Olhando em retrospectiva, investir R$1000 em um investimento que pague 110% do CDI rendeu em torno de R$9,19 no último mês, e cerca de R$121,52 nos últimos 12 meses.

Vale lembrar que o CDI em si não é um investimento, e sim um indexador. Nesse caso, seria necessário investir em uma opção de ativo atrelado ao CDI – como, por exemplo, um CDB (Certificado de Depósito Bancário), emitido por uma instituição financeira.

3. Tesouro Selic:

O Tesouro Selic é um título público emitido pelo governo federal, considerado um dos investimentos mais seguros do mercado. Sua rentabilidade está atrelada à taxa Selic, o que o torna uma opção interessante para quem busca previsibilidade, segurança e liquidez.

Nesse caso, R$1000 investidos no Tesouro Selic teriam rendido aproximadamente R$8,35 no último mês, e cerca de R$110,47 nos últimos 12 meses.

4. Ibovespa:

O Ibovespa é o principal índice da bolsa de valores brasileira, composto pelas ações das empresas mais negociadas no mercado. Investir diretamente no Ibovespa pode ser feito por meio de fundos de índice (ETFs) ou fundos de ações que replicam o desempenho do índice. A rentabilidade do Ibovespa é variável e depende do desempenho das empresas listadas.

Assim, R$1000 investidos no Ibovespa teriam se desvalorizado em R$30,79 no último mês, embora esse investimento teria rendido cerca de R$130,86 nos últimos 12 meses.

5. IVVB11:

O IVVB11 é um ETF que replica o desempenho do índice S&P 500, composto pelas 500 maiores listada nesta bolsa dos Estados Unidos. Investir no IVVB11 permite aos brasileiros acessarem o mercado acionário norte-americano de forma diversificada. A rentabilidade do IVVB11 está diretamente relacionada ao desempenho das empresas americanas e a variação do dólar (em relação ao real) no período.

Considerando o desempenho recente, R$1000 investidos no IVVB11 no Ibovespa teriam se desvalorizado em R$14,23 no último mês, embora esse investimento teria rendido cerca de R$464,89 nos últimos 12 meses.

Em resumo, ao investir R$1000, a rentabilidade irá variar a depender do tipo de investimento escolhido. Enquanto opções de renda fixa, como poupança, CDI e Tesouro Selic, oferecem retornos mais estáveis e previsíveis, investir na bolsa de valores brasileira (Ibovespa) ou no mercado acionário americano (IVVB11) pode proporcionar retornos mais elevados no longo prazo, porém com maior volatilidade e risco, podendo inclusive gerar retornos negativos.

É importante considerar seu perfil de investidor, objetivos financeiros e tolerância ao risco ao decidir onde alocar seus recursos.

Para saber quanto e onde investir, confira no nosso “Onde Investir desse mês.

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Dividendos são uma parcela do lucro líquido de uma empresa, distribuída periodicamente aos acionistas, proporcionalmente ao número de ações que eles possuem, como forma de remuneração. A ideia de realizar esses pagamentos é recompensar os acionistas e atrair novos investidores.

A periodicidade desses pagamentos varia de empresa para empresa, podendo ser mensal, trimestral, quadrimestral, semestral ou anual. Algumas empresas também pagam dividendos sem uma regularidade muito clara.

Neste texto, vamos calcular quanto seria necessário investir em cada uma das Top 5 ações para receber o total de R$12.000,00 nos últimos 12 meses— ou seja, uma média mensal de R$1.000,00 por mês.

Vale lembrar que essa seleção é feita com base nos principais nomes presentes em nossa carteira Dividendos. Em nossa carteira, você encontra os percentuais recomendados para cada ação, além de mais nomes para complementar a diversificação da sua carteira.

Além disso, vale destacar que a carteira não é uma seleção das maiores pagadoras de dividendos dos últimos 12 meses, e sim, as nossas preferidas, considerando os pagamentos futuros de dividendos dessas empresas.

Confira a seguir:

Ação PETR4 (Petrobras):

  • Cotação base: R$29,39 (em 30/09/2023)
  • Rendimento por cota: R$6,37
  • Percentual por cota: 18,38%

Considerando o rendimento de 18,38% por ação dePETR4, para receber aproximadamente R$12.000 seria necessário um investimento total de R$55.385,15, o equivalente a 1.884 cotas.

Confira aqui o dividendo esperado para os próximos 12 meses.

Ação BRAP4 (Bradespar):

  • Cotação base: R$20,05 (em 30/09/2023)
  • Rendimento por cota: R$2,97
  • Percentual por cota: 13,07%

Considerando o rendimento de 13,07% por ação deBRAP4, para receber aproximadamente R$12.000 seria necessário um investimento total de R$81.007,88, o equivalente a 4.041 cotas.

Confira aqui o dividendo esperado para os próximos 12 meses.

Ação EVEN3 (Even):

  • Cotação base: R$5,59 (em 30/09/2023)
  • Rendimento por cota: R$0,75
  • Percentual por cota: 12,23%

Considerando o rendimento de 12,23% por ação deEVEN3, para receber aproximadamente R$12.000 seria necessário um investimento total de R$88.931,69, o equivalente a 15.902 cotas.

Confira aqui o dividendo esperado para os próximos 12 meses.

Ação BBAS3 (Banco do Brasil):

  • Cotação base: R$21,54 (em 30/09/2023)
  • Rendimento por cota: R$2,52
  • Percentual por cota: 10,67%

Considerando o rendimento de 10,67% por ação deBBAS3, para receber aproximadamente R$12.000 seria necessário um investimento total de R$102.708,92, o equivalente a 4.767 cotas.

Confira aqui o dividendo esperado para os próximos 12 meses.

Ação RECV3 (PetroReconcavo):

  • Cotação base: R$18,94 (em 30/09/2023)
  • Rendimento por cota: R$2,00
  • Percentual por cota: 9,57%

Considerando o rendimento de 9,57% por ação deRECV3, para receber aproximadamente R$12.000 seria necessário um investimento total deR$113.380,17, o equivalente a 5.988 cotas.

Confira aqui o dividendo esperado para os próximos 12 meses.

É importante destacar que esses valores são calculados com base na distribuição dos últimos 12 meses, rendimentos passados não são promessa ou projeções de rendimentos futuros.

Novamente, essa seleção é feita com base nos principais nomes presentes em nossa carteira Dividendos. Essas ações, são as nossas preferidas, considerando os pagamentos futuros de dividendos dessas empresas. Entretanto, mudanças econômicas e operacionais podem alterar essas projeções futuras.

Por esse motivo, recomendamos que acompanhe mensalmente nossa carteira para seguir nossas recomendações atualizadas.

Por fim, se você está iniciando nos investimentos em ações, confira nossa playlist educacional abaixo.

Caso queira conhecer nossas recomendações, confira gratuitamente nossa recomendação para a carteira de Dividendos aqui.

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) têm se tornado cada vez mais populares entre os investidores, oferecendo a possibilidade de renda mensal com aplicações no mercado imobiliário.

Neste texto, vamos calcular quanto seria necessário investir em cada um dos Top 5 FIIs para receber um rendimento mensal de R$1.000 em cada um deles.

Vale lembrar que essa seleção é feita com base nos principais nomes presentes em nossa carteira recomendada de FIIs. Em nossa carteira, você encontra os percentuais recomendados para cada fundo, além de mais nomes para complementar a diversificação da sua carteira.

Confira abaixo quanto seria necessário investir em cada um dos 5 principais FIIs para receber R$1.000 nesse mês:

Fundo RBRR11 (FII Unica):

  • Cotação base: R$87,71 (em 10/09/2024)
  • Rendimento por cota: R$0,85
  • Percentual por cota: 0,93%

Considerando o rendimento de 0,93% por cota no fundo RBRR11, para receber aproximadamente R$1.000 seria necessário um investimento total de R$103.188,24, o equivalente a 1.176 cotas.

Fundo CVBI11 (FII Vbi Cri-Unica):

  • Cotação base: R$89,51 (em 09/09/2024))
  • Rendimento por cota: R$0,86
  • Percentual por cota: 0,92%

Considerando o rendimento de 0,92% por cota no fundo CVBI11, para receber aproximadamente R$1.000 seria necessário um investimento total de  R$104.081,40 , o equivalente a 1.163 cotas.

Fundo PVBI11 (FII Vbi Prime Properties-Unica):

  • Cotação base: R$83,79 (em 30/09/2024)
  • Rendimento por cota: R$1,20
  • Percentual por cota: 1,29%

Considerando o rendimento de 1,29% por cota no fundo PVBI11, para receber aproximadamente R$1.000 seria necessário um investimento total de R$69.825,00, o equivalente a 833 cotas.

Fundo XPML11 (Xp Malls FI-Unica):

  • Cotação base: R$107,10 (em 18/09/2024)
  • Rendimento por cota: R$0,92
  • Percentual por cota: 0,82%

Considerando o rendimento de 0,82% por cota no fundo XPML11, para receber aproximadamente R$1.000 seria necessário um investimento total de R$116.413,04, o equivalente a 1.087 cotas.

É importante destacar que esses valores são calculados com base na última distribuição disponível, e as condições podem sofrer alterações ao longo do tempo. Por isso, é essencial sempre realizar uma análise antes de tomar qualquer decisão de investimento, levando em consideração muito fatores além do valor de rendimento mensal, como detalhamos nesse texto ou na playlist abaixo.

Caso queira conhecer nossas recomendações, confira gratuitamente nossa recomendação para a carteira de FIIs neste mês.

Em reunião realizada no dia 01 de outubro de 2024, o Conselho de Administração da CSN Mineração (CMIN3), aprovou o pagamento de proventos aos acionistas. Os proventos serão pagos na seguinte forma:

  1. Dividendos intercalares no valor total de R$ 2,37 bilhões, referentes aos lucros apurados em balanço levantado em 31 de agosto de 2024;
  2. Dividendos intermediários no valor total de R$ 160 milhões, referentes a reserva de lucros apurados em exercícios anteriores;
  3. Juros sobre o Capital Próprio (JCP) no valor total de R$ 465 milhões.

 

Saiba mais sobre as modalidades de distribuição de proventos e o calendário de dividendos dessa semana.

Segundo o fato relevante da companhia, o valor da remuneração será:

ProventosPor ação (CMIN3)
DividendosR$ 0,46632385375
JCP (bruto)R$ 0,08553869507

Nesse caso, por exemplo, um investidor com 1.000 ações de CMIN3 receberá aproximadamente R$551 brutos entre dividendos e juros sobre o capital próprio.

O valor dos Dividendos e de Juros sobre Capital por ação é estimado e poderá sofrer variação em razão de eventual alteração do número de ações em tesouraria.

Quem é CSN Mineração (CMIN3)?

A CSN Mineração S.A., principal controlada da CSN no setor, é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil e a sexta maior exportadora de minério de ferro no mundo, atendendo a clientes na Ásia, Europa, América do Norte e Brasil.

As principais atribuições da CSN Mineração consistem principalmente na exploração das atividades de mineração de minério de ferro e na exploração da infraestrutura de transporte portuário.

Quem tem direito a receber?

Para ter direito a esses proventos, o investidor precisa estar posicionado no ativo “CMIN3” no dia 03 de outubro de 2024.

Chamamos esse dia de “data-com”, ou seja, a data em que o investidor precisa estar com o ativo em carteira para garantir o recebimento dos dividendos.

Após essa data, as ações serão consideradas “ex-dividendos” – assim, quem comprar a ação a partir de 04 de outubro de 2024 já não terá mais direito aos proventos.

Quando será o pagamento?

Segundo o fato relevante emitido pela companhia, o pagamento da remuneração aos acionistas deverá ocorrer até o dia 31 de dezembro de 2024.

Não haverá correção ou atualização monetária ou incidência de juros sobre o valor dos dividendos e juros sobre capital próprio entre a data da sua declaração e a data do seu efetivo pagamento.

Por onde os acionistas receberão os rendimentos?

Os acionistas receberão os rendimentos por meio da instituição custodiante em que detém os ativos, ou seja, na corretora em que negociam as ações.

Qual a recomendação do nosso time?

Acesse aqui a nossa Carteira Dividendos e veja quais ações nosso time selecionou para os investidores em busca de ações com boa perspectiva de distribuição de dividendos.

Quer saber onde investir em outubro? Então, esse conteúdo é pra você. Todo mês, o time de especialistas da Rico analisa como está o cenário no Brasil e no mundo, trazendo recomendações atualizadas de investimento de acordo com cada perfil de investidor.

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Você compra guarda-chuva em dia de sol ou deixa para o momento de desespero? Investir bem é como se precaver de mudanças bruscas no tempo, sempre de olho na previsão antes de sair de casa ou fazer planos ao ar livre.

Nesse conteúdo, trazemos a “meteorologia” para as principais classes de investimento disponíveis no mercado e a nossa dose recomendada para todas elas de acordo com o cenário atual. Assim, evitamos que uma “frente fria” pegue o seu dinheiro desprevenido.

Setembro foi um mês de “rajadas de ventos” para os mercados, marcado principalmente pelo tão esperado início do ciclo de corte de juros pelo Banco Central dos Estados Unidos. Em decisão que surpreendeu parte dos investidores (que esperavam um corte inicial menor), o Federal Reserve (Fed) reduziu a taxa básica de juros da maior economia do mundo em 0,5 ponto percentual.

A queda dos juros reflete um cenário de inflação mais controlado e um mercado de trabalho que, embora desacelerando, o faz de forma gradual. Contudo, o ritmo dos cortes futuros e a taxa terminal (ou seja, até que nível será reduzida a taxa) seguem incertos, com o risco de uma recessão ainda pairando sobre as expectativas.

Enquanto isso, a China, a segunda maior economia global, também tomou medidas para estimular sua atividade econômica. Logo após a decisão do Fed, o governo chinês anunciou um robusto pacote de estímulos monetários (juros), creditícios e fiscais – o maior desde a pandemia.  

Diante de uma crise persistente no setor imobiliário, preços em território negativo e dados de atividade econômica letárgicos, as medidas têm o objetivo de alcançar a meta de crescimento de 5% para 2024. A reação imediata de investidores ao pacote foi positiva, com a bolsa (FXI) subindo mais de 20% em setembro.

No Brasil, os ventos sopraram em outra direção – embora o pacote chinês tenha alimentado o apetite ao risco de investidores, beneficiando principalmente empresas exportadoras de commodities industriais.

Por aqui, o destaque ficou para a elevação da taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 10,75%. Como detalhamos nesse texto, o ciclo de aperto monetário é explicado por uma economia que cresce acima do esperado, expectativas de inflação no futuro acima da meta e uma moeda desvalorizada – todos fatores que pressionam o ritmo de alta de preços.

Acreditamos que o Banco Central deverá dar sequência ao ciclo de alta de juros até janeiro de 2025, quando a Selic deverá atingir o patamar de 12,0% ao ano.

Gráfico com projeção da Selic para janeiro de 2025

Outro tema que balançou o clima por aqui em setembro foi a piora do risco fiscal. Com destaque para a divulgação de um Relatório bimestral de Receitas e Despesas (uma espécie de “prestação de contas” divulgada pelo Ministério da Fazenda) com números lido como incertos por analistas, investidores voltaram a colocar em xeque a capacidade do governo em alcançar suas metas fiscais.

Somando-se a isso a percepção de falta de credibilidade da meta em si, com cada vez mais exceções às regras e limites de despesas, o aumento da percepção de risco fiscal voltou a impactar o mercado de diversas maneiras. Esses incluíram a elevação dos juros futuros (afetando diretamente o mercado de renda fixa), a desvalorização do real, e a queda de ações de empresas mais sensíveis a alta de juros.

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Você já parou para pensar que, na produção de todo bem de consumo, há a utilização de matéria-prima, a geração de energia e o descarte de resíduos não utilizados? E mais, sabia que tudo isso é extraído do meio ambiente ou dispensado nele? Dessa forma, podemos dizer que todo o sistema industrial depende da natureza e, caso as empresas não busquem continuamente medidas para tornar suas produções mais sustentáveis e conscientes, presenciaremos cada vez mais eventos climáticos extremos.  

Felizmente, observamos movimentações por parte de grandes companhias para aumentar suas propostas e práticas com foco em tornar suas produções mais renováveis e evoluir em eficiência de processos, visando à redução de desperdício. Neste texto, abordaremos em detalhes o porquê esse tema é tão prioritário e quais empresas divulgaram recentemente como estão investindo nele. Mas antes, vamos fazer um breve resumo sobre o que é a sigla ESG. Você sabe o que ela significa?  

Afinal, o que são essas 3 letras juntas? 

ESG é a sigla para “Environmental, Social, and Governance”, ou, em bom português, Ambiental, Social e Governança. Esses três pilares são utilizados para avaliar as empresas, observando quais impactos suas indústrias, produções, bens e serviços trazem para a sociedade e como elas lidam com o tema da sustentabilidade. Incorporar esses fatores nas análises das empresas é ir além dos números financeiros.  

De modo simplificado, é uma forma de medir como uma organização atua com o meio ambiente, com a sociedade e como é administrada. No Brasil, a adesão ao tema ESG está em ascensão, impulsionada pela conscientização sobre questões socioambientais, especialmente quando ocorrem incidentes climáticos extremos, como os que presenciamos neste ano.  

E por que precisamos nos preocupar com isso tudo? 

Como contamos neste texto em detalhes, as emissões de dióxido de carbono crescem continuamente e os efeitos estão sendo sentidos em nossa rotina. O ano de 2023 registrou níveis recordes de temperaturas globais, inclusive no Brasil. Dessa forma, começamos a sentir as consequências não apenas no clima, mas também com eventos naturais drásticos, que estão se intensificando em decorrência do aquecimento global. 

Em maio de 2024, presenciamos a tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul, causadas pelo excesso de chuvas prolongadas e transbordamento de rios. O estado ficou alagado e muitas famílias perderam seu patrimônio. Esse desastre também trouxe prejuízos para empresas prestadoras de serviços na região, como as companhias do setor de energia CPFL, Equatorial e Eletrobras. 

A CPFL enfrentou problemas em seus segmentos de distribuição, transmissão e geração, com 250 mil clientes sem energia, danos à barragem e subestações inundadas. A Equatorial, através da CEEE (distribuidora de energia), teve 188 mil clientes afetados, com um impacto estimado de R$ 10 milhões na receita. E a Eletrobras teve sua subestação Nova Santa Rita paralisada devido ao alagamento, afetando suas operações na região. 

Além disso, entre agosto e setembro de 2024, vivenciamos altos níveis de incêndios em São Paulo, e as condições climáticas provavelmente aceleraram a dispersão do fogo. O céu repleto de cinzas pôde ser visto em todo o estado! As recentes queimadas afetaram grandes campos de cana-de-açúcar. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, estima que os danos totais às plantações, propriedades e atividades canavieiras podem alcançar R$ 1 bilhão. Empresas como São Martinho e Raízen tiveram uma grande parte de suas plantações comprometidas. 

Podemos notar, claramente, que o assunto merece muita atenção, tanto nossa quanto das empresas, pois somos todos afetados, de alguma maneira, pelas ocorrências climáticas. Da mesma forma, porém, todos nós também somos responsáveis por buscarmos melhores práticas ambientais e sustentáveis para nosso dia a dia; é dever de todos agirmos em medidas de prevenção. 

Mas e as empresas, somente sofrem consequências? 

Não é bem assim! Pensando por outro lado, as empresas também têm sua parcela de “culpa”, não apenas por suas produções e serviços, mas também por seu relacionamento com o meio ambiente, com os funcionários e com a sociedade em geral. Por isso, a agenda ESG é tão importante e deve ser prioritária nas organizações, que devem prezar por decisões responsáveis para os indivíduos e para o meio ambiente. As empresas precisam estar engajadas em buscar soluções que alcancem os objetivos abaixo: 

– Tornar as produções mais sustentáveis: As empresas devem revisar seus processos para incorporar a adoção de tecnologias limpas, a utilização de materiais recicláveis e a implementação de sistemas de gestão ambiental que promovam a eficiência; 

– Impactar cada vez menos o ambiente: É fundamental que as empresas desenvolvam estratégias para mitigar os efeitos negativos de suas operações. Isso pode incluir a redução das emissões de gases de efeito estufa e a conservação de recursos naturais, como água e solo; 

– Otimizar o uso de matéria-prima: Isso pode ser alcançado através da reciclagem de materiais, escolha de insumos sustentáveis e estímulo de práticas como a economia circular (que visam prolongar a vida útil dos produtos e reduzir a extração de novos recursos); 

– Aumentar a utilização de fontes renováveis: Investir em fontes de energia renováveis, como solar, eólica e biomassa, é uma maneira eficaz de reduzir a dependência de combustíveis fósseis. As empresas podem instalar painéis solares, participar de projetos de energia limpa ou adquirir certificados de energia renovável para compensar suas emissões; 

– Reduzir o desperdício: Inclui a adoção de sistemas de gestão de resíduos, a reutilização de materiais e a promoção de uma cultura de conscientização entre funcionários e consumidores sobre a importância de evitar o desperdício. 

Por essa razão, quando pensarmos em investir, considerar qual o impacto da empresa no meio ambiente é preponderante para uma escolha consciente. 

Quais são as formas de investir em uma empresa?

Uma companhia aberta pode capitalizar dinheiro para se financiar e expandir, principalmente de duas formas: com a venda de ações e a emissão de dívidas.

– Venda de ações: A empresa abre parte de seu capital para investidores na bolsa de valores, permitindo que eles se tornem sócios e, em troca, tragam recursos para a empresa. Os investidores esperam receber parte de seus lucros gerados em forma de dividendos ou que a cota da ação se valorize aumentando seu patrimônio.

– Emissão de dívida: A companhia emite títulos, como as debêntures, para financiar projetos dessa empresa, remunerando o investidor com o pagamento de juros pelo empréstimo.

Seja na compra de um título de dívida ou de uma ação da companhia, entender como ela redireciona o valor investido e quais são suas abordagens em relação à sustentabilidade e soluções renováveis é primordial. Além de tudo, investir em empresas com boas práticas ESG ainda contribui para impulsioná-las a continuarem promovendo propostas com responsabilidade socioambiental.  

Por que as empresas devem se preocupar com ESG? 

Como comentamos acima, as empresas são tão suscetíveis quanto nós a serem afetadas negativamente por eventos climáticos extremos. Muitas dessas tragédias são influenciadas pelas disfunções que ocorrem em nossas condições climáticas. Quem não tem percebido uma inconstância maior na temperatura nos últimos tempos? 

Preocupar-se com a diminuição da poluição, o desperdício, o aumento da reciclagem e o desenvolvimento de projetos para utilização de fontes de energia renováveis deve ser um tema constantemente visitado pelos dirigentes das empresas. Promover a sustentabilidade é um assunto a ter cada vez mais espaço nos planos estratégicos das organizações. É preciso compensar o uso da matéria-prima e o descarte de poluentes por meio de ações que ajudem na preservação ambiental. 

Práticas sustentáveis podem levar a uma maior eficiência operacional e redução de custos, como menor consumo de energia e menos desperdício. Além disso, riscos ligados ao tema ESG, como os riscos ambientais, podem pesar negativamente nas taxas e acessos aos financiamentos das empresas. 

Quais empresas estão investindo em práticas ESG? 

Muitas empresas ao redor do mundo estão cada vez mais comprometidas com agendas ambientais. Como o tema ESG se tornou um critério importante na avaliação da qualidade de um investimento, as organizações começaram a divulgar mais projetos voltados para produções mais limpas, redução de desperdício e uso de energias renováveis. Essas práticas são fundamentais para a sustentabilidade do planeta. Abaixo, destacamos alguns projetos focados em ESG divulgados por companhias brasileiras. 

Suzano (SUZB3) 

A Suzano, empresa do setor de celulose, uniu-se a outras duas companhias com o objetivo de viabilizar o uso de combustível renovável em escala na aviação, conhecido pela sigla SAF (Sustainable Aviation Fuel, em inglês). Apesar dos desafios devido ao alto custo do biocombustível, a parceria tem expectativas de transformar o Brasil em referência na exportação e uso desse tipo de combustível. 

Além disso, em julho deste ano, a Suzano firmou uma parceria com a IFC (International Finance Corporation) — instituição financeira do Grupo Banco Mundial que apoia o desenvolvimento de países — para implementar corredores ecológicos no Cerrado. O objetivo é restaurar 35 mil hectares de fragmentos de vegetação do Cerrado, um bioma que enfrenta ameaças à biodiversidade. A degradação do Cerrado provoca isolamento de espécies, altera ecossistemas e torna o território menos resistente às mudanças climáticas. 

Fonte: Exame, 09/07/2024 

Raízen (RAIZ4) 

A Raízen, empresa do setor de energia, se destaca entre suas concorrentes por sua forte agenda ESG, de acordo com nossos analistas. A empresa foca principalmente na transição energética, com ênfase na geração de energia renovável e na redução das emissões de carbono. A Raízen estabeleceu 10 metas ESG para serem alcançadas até 2030, dentre elas: 

– Reduzir em 10% a pegada de carbono do etanol e do açúcar; 

– Diminuir em 10% a retirada de água de fontes externas; 

– Aumentar em 15% o indicador GJ/há (que mede a geração de energia por área colhida); 

– Garantir a rastreabilidade de 100% do volume de cana moída; 

– Assegurar que todas as unidades operacionais sejam certificadas por padrões internacionais reconhecidos; 

– Promover avanços em direitos humanos nas operações e na cadeia de suprimentos; 

– Influenciar parceiros estratégicos a aderirem aos padrões de ética e compliance da companhia; 

– Apoiar 100% das comunidades vizinhas por meio da Fundação Raízen; 

– Alcançar 30% de mulheres em cargos de liderança até 2025. 

Em setembro de 2024, a Raízen captou US$ 1 bilhão em sua segunda emissão de títulos de dívida verdes no exterior, com prazo de 10 anos. A empresa se comprometeu a investir o montante em projetos sustentáveis, incluindo combustíveis renováveis e iniciativas para reduzir as emissões diretas de carbono. 

Fonte: Valor Econômico, 12/09/2024 

Natura (NTCO3) 

A Natura, empresa de cosméticos, foi a primeira companhia brasileira a emitir um título de dívida atrelado à preservação da biodiversidade da Amazônia, em julho de 2024. Caso não cumpra os objetivos acordados, a empresa enfrentará penalidades nos custos de crédito. O foco da operação são os bioativos da Amazônia. 

Fonte: Capital Reset, 09/07/2024 

Além disso, a Natura divulgou recentemente um plano de transição climática, com a meta de zerar suas emissões de carbono na América Latina até 2030. A empresa investirá R$ 35 milhões em melhorias nas fábricas e operações em todo o continente para reduzir os impactos ambientais, com foco no uso de combustíveis limpos, como biometano e hidrogênio verde. A meta é reduzir em 90% as emissões relacionadas ao uso de energia elétrica em suas operações. 

Fonte: Exame, 12/09/2024 

Opções para Investir em ESG 

Percebeu a importância de considerar o tema ESG na hora de investir e, também, no dia a dia? Além de investir diretamente em empresas com práticas sustentáveis, você pode adotar hábitos que contribuam com a causa. Todos consumimos produtos de diferentes empresas diariamente, e priorizar companhias comprometidas com a sustentabilidade é fundamental! 

Mas como investir em empresas que aplicam práticas ESG? Existem ETFs, como o ESGU11, que replica a rentabilidade do MSCI USA Extended ESG Focus Index (ESG-U), um índice dos EUA composto por empresas de grande e média capitalização com boa exposição aos fatores ESG. Investir em ESG é uma maneira de fazer seu dinheiro trabalhar não só para você, mas também para um mundo melhor. Que tal começar a incluir ESG na sua carteira de investimentos? 

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Em reunião realizada no dia 24 de setembro de 2024, o Conselho de Administração da Porto Seguro (PSSA3) aprovou o pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos acionistas, no valor de R$ 263 milhões de reais (brutos) que serão imputados ao valor do dividendo obrigatório relativo ao exercício social de 2024. 

Juros sobre capital próprio (JCP) 

Conhecido como JCP, é uma forma de remuneração aos acionistas. É uma maneira da empresa distribuir parte de seus lucros aos investidores. O JCP é semelhante aos dividendos, mas enquanto os dividendos são isentos de imposto de renda, o JCP tem uma retenção de 15% de IR na fonte.  

Para mais informações sobre as modalidades de distribuição de proventos, confira aqui. 

Segundo o fato relevante da companhia, o valor da remuneração será: 
 

PSSA3 Proventos por ação 
JCP R$ 0,40982315690 

Nesse caso, por exemplo, um investidor com 1.000 ações receberá aproximadamente R$409 brutos. 

Quem tem direito a receber? 

Para ter direito a esses proventos, o investidor precisa estar posicionado no ativo “PSSA3” no dia 27 de setembro de 2024. Chamamos esse dia de “data-com”, ou seja, a data em que o investidor precisa estar com o ativo em carteira para garantir o recebimento dos proventos.  

Após essa data, as ações serão consideradas “ex-juros” – assim, quem comprar a ação a partir de 30 de setembro de 2024 já não terá mais direito aos proventos. 

Quando será o pagamento dos proventos? 

Segundo a companhia, a data do pagamento será definida pela administração e aprovada na Assembleia Geral Ordinária da Companhia que aprovará as contas do exercício social de 2024. 

Como os acionistas receberão os rendimentos? 

Os acionistas receberão os rendimentos por meio da instituição custodiante em que detém os ativos, ou seja, na corretora em que negociam as ações.

Qual a recomendação do nosso time? 

Acesse aqui a nossa Carteira Dividendos e veja quais ações nosso time selecionou para os investidores em busca de ações com boa perspectiva de distribuição de dividendos. 

Em reunião realizada no dia 24 de setembro de 2024, o Conselho de Administração da Weg (WEGE3), aprovou o pagamento de proventos aos acionistas.

Os proventos serão pagos na forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP) no valor total de R$ 293,9 milhões.

Juros sobre capital próprio (JCP)

Conhecido como JCP, é uma forma de remuneração aos acionistas. É uma maneira da empresa distribuir parte de seus lucros aos investidores. O JCP é semelhante aos dividendos, mas enquanto os dividendos são isentos de imposto de renda, o JCP tem uma retenção de 15% de IR na fonte. Saiba mais obre as modalidades de distribuição de proventos.

Segundo o fato relevante da companhia, o valor da remuneração será:

WEGE3Proventos por ação
JCPR$ 0,05955

Por exemplo, um investidor com 1.000 ações receberá aproximadamente R$59,55 brutos de juros sobre o capital próprio.

Quem é Weg (WEGE3)?


A WEG é uma multinacional brasileira especializada na fabricação de equipamentos eletroeletrônicos, com foco em bens de capital. A empresa se destaca na produção de motores elétricos, equipamentos de automação industrial, geradores e turbinas para geração de energia, além de tintas e vernizes.

A WEG é reconhecida por seu pioneirismo nas áreas de energia eólica e solar fotovoltaica. Embora tenha uma forte presença no mercado interno, a maior parte de suas vendas é destinada ao exterior.

Quando será o pagamento dos dividendos?

Segundo o fato relevante emitido pela companhia, o pagamento da remuneração aos acionistas deverá ocorrer no dia 12 de março de 2025

Quem tem direito a receber?

Para ter direito a esses proventos, o investidor precisa estar posicionado no ativo “WEGE3” no dia 27 de setembro de 2024.

Chamamos esse dia de “data-com”, ou seja, a data em que o investidor precisa estar com o ativo em carteira para garantir o recebimento dos proventos.

Após essa data, as ações serão consideradas “ex-juros” – assim, quem comprar a ação a partir de 30 de setembro de 2024 já não terá mais direito aos proventos.

Como será feito o pagamento?

Os acionistas receberão os rendimentos por meio da instituição custodiante em que detém os ativos, ou seja, na corretora em que negociam as ações.

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