27/02/2024 08:00:00 • Atualizado em 27/02/2026 18:34:50
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As 10 famílias mais ricas do Brasil e do mundo [2026]
Veja a lista das famílias mais ricas do Brasil e das famílias mais ricas do mundo, entenda como elas construíram suas fortunas e confira dicas práticas para sua família começar a investir e aumentar o patrimônio.
Quando falamos em finanças, vale lembrar que esse é um assunto que faz ainda mais sentido ser discutido em família, afinal, o dinheiro de um influencia nas condições de vida de outro — inclusive daqueles que nem nasceram ainda.
É assim que muitas das famílias mais ricas constroem seus patrimônios no Brasil e no mundo, como você verá neste artigo.
Em 2026, segundo a lista da Forbes, temos famílias brasileiras com patrimônio superior a R$ 128 bilhões (maior que o PIB de vários estados) e famílias estrangeiras que chegam a acumular mais de R$ 1 trilhão. Vale reforçar que esses valores são estimativas e podem variar conforme mercado e cotação do dólar.
Quer saber como alcançaram esse patrimônio? Continue a leitura e confira quem são as famílias mais ricas do Brasil e do mundo!
Quais são as 5 famílias mais ricas do Brasil em 2026?

As famílias mais ricas do Brasil estão relacionadas com diversos setores da economia do país, desde a mídia até a celulose, como veremos mais adiante. Confira a lista a seguir, segundo a Forbes:
- Família Moreira Salles (R$ 128 bilhões)
- Família Marinho (R$ 51 bilhões)
- Família Batista (R$ 50 bilhões)
- Família Feffer (R$ 17 bilhões)
- Família Setubal (R$ 9,95 bilhões)
Conheça mais sobre cada uma delas:
1. Família Moreira Salles
A Família Moreira Salles é a mais rica do Brasil, com um patrimônio estimado em R$ 128 bilhões, segundo a Forbes. É a linhagem por trás do Itaú Unibanco e da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM).
A fortuna da família foi iniciada por Walther Moreira Salles e a fundação da Casa Bancária Moreira Salles — que mais tarde viraria o Unibanco — em 1924. Tempo depois, Walther chegou até a ser embaixador e ministro da Fazenda do Brasil.
Nesse tempo, Walther Moreira Salles teve quatro filhos:
- Pedro Moreira Salles
- Walter Moreira Salles Júnior
- João Moreira Salles
- Fernando Roberto Moreira Salles
Em 2008, o Unibanco e o Itaú passaram por uma fusão, criando o Itaú Unibanco, o maior banco da América Latina. Nesse processo, os irmãos herdaram ações na nova instituição e ainda receberam ações da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) — a líder mundial na produção e no fornecimento de produtos de nióbio.
Além do Itaú Unibanco e da CBMM, os Moreira Salles também diversificam em outros setores, com a Cambuhy Agrícola (laranja e cana-de-açúcar), participação no controle da Alpargatas (Havaianas) e uma gestora própria, a BW Gestão de Investimentos, que já informou administrar R$ 54,1 bilhões em ativos.
Os irmãos Walter e João, inclusive, compõem a lista dos homens mais ricos do Brasil atualmente.
2. Família Marinho
A família Marinho é uma das mais proeminentes e influentes do Brasil. Ela é a principal proprietária do Grupo Globo, o maior conglomerado de mídia e comunicação brasileira e latina.
A história da família começou com Irineu Marinho. Ele fundou um pequeno jornal no início do século XX chamado “A Noite” e mais tarde virou “O Globo”. Seu filho, Roberto Marinho, na época com 20 anos, começou a carreira como repórter e secretário ao lado do pai.
Contudo, pouco tempo depois, Irineu Marinho morreu em decorrência de um ataque cardíaco e Roberto Marinho assumiu o controle do jornal. Com o tempo, ele expandiu os negócios da família e transformou o jornal em um império de comunicação.
Entre os seus filhos, Roberto Irineu, José Roberto e João Roberto Marinho continuaram com o negócio da família e são os responsáveis pelo Grupo Globo atualmente. A fortuna da família é estimada em R$ R$ 51 bilhões.
E na prática, onde costumam investir? Além do negócio principal na mídia (Grupo Globo), os Marinho vêm ampliando a diversificação fora da TV por meio da Globo Ventures, braço de investimentos comandado por Roberto Marinho Neto.
Segundo o Portal Terra, o grupo já soma participação em 31 empresas, incluindo apostas em áreas como inteligência artificial e tecnologia (como Luzia, Galena, Winnin) e finanças/criptoativos (como Hashdex), além de startups de saúde, mobilidade e consumo — com nomes como Stone, Enjoei, Alice e Buser.
3. Família Batista
A família Batista é a linhagem por trás da JBS, uma das principais empresas do agronegócio no Brasil. Caso não conheça, a JBS é a empresa que controla grandes marcas, como: Seara, Primor e Friboi.
Seu patriarca, José Batista Sobrinho (conhecido como Zé Mineiro), começou como um pequeno pecuarista na década de 1950 no interior de Goiás e expandiu gradualmente seus negócios.
Mais tarde, seus filhos, Joesley e Wesley Batista, assumiram a liderança da JBS e a empresa virou uma gigante do setor de alimentos. Eles conseguiram expandir a companhia além das fronteiras brasileiras e se tornaram uma das maiores empresas de alimentos do mundo.
Além do frigorífico, a holding J&F montou um portfólio com mais de 50 marcas distribuídas em 8 setores. Entre os principais negócios do grupo estão a Eldorado Brasil (celulose), a Âmbar Energia (energia), o PicPay (serviços financeiros e tecnologia) e a Lhg Mining (mineração). Mais recentemente, a empresa também entrou no setor de energia nuclear, ao comprar participação na Eletronuclear por R$ 535 milhões.
Atualmente, a fortuna da família Batista está estimada em R$ 50 bilhões, sendo R$ 25 bi para cada irmão.
4. Família Feffer
A família Feffer é reconhecida como uma das famílias mais ricas do Brasil. Com uma fortuna estimada em R$ 17 bilhões, eles estão há três gerações por trás da segunda maior produtora global de celulose: a Suzano.
Seu patriarca, Leon Feffer, é um imigrante ucraniano que chegou ao Brasil em 1920. Trabalhando no Brás, ele revendia a produção de papel de outras empresas e decidiu investir mais tarde no setor, montando uma fábrica no bairro do Ipiranga — a futura Suzano Papel e Celulose.
Ao longo das décadas, os membros da família Feffer continuaram a expandir e diversificar os negócios, especialmente com Max Feffer, que conseguiu revolucionar o mercado a partir do uso do eucalipto para produção de papel.
Com o falecimento de Max em 2001, Daniel, Ruben e David Feffer viram os principais acionistas da empresa, entram na lista de pessoas mais ricas do Brasil e continuam com o legado da família.
Além da Suzano, a família Feffer também aparece em novos projetos fora do papel e celulose. Segundo o Estadão, David Feffer entrou como investidor na Naara, incorporadora criada por Joseph Nigri para desenvolver apartamentos para idosos de alta renda em São Paulo, e Josef Feffer participa como sócio minoritário — uma aposta nomercado imobiliário ligado ao envelhecimento da população.
5. Família Setubal
A família Setubal é a segunda família com a fortuna principal originária do Banco Itaú da lista.
Como falamos, o Unibanco (da família Moreira Salles) se fundiu com o Itaú em 2008. Como acionistas majoritários do Itaú, os Setubal se beneficiaram da expansão do banco resultante e consolidaram ainda mais sua posição como uma das famílias mais ricas e poderosas do Brasil.
Roberto Setubal foi o ex-presidente do Banco Itaú e Olavo Egydio, Roberto Egydio e Alfredo Egydio Setubal seguiram com a herança da família. Uma curiosidade é que a influência política e econômica da família remete desde o Brasil Imperial — Roberto foi tetraneto da viscondessa de Campinas e do barão de Sousa Queirós, por exemplo.
Atualmente, a família soma um patrimônio de mais de R$ 9,95 bilhões.
A Itaúsa (holding ligada à família Setubal) tem um perfil mais conservador. A estratégia é continuar crescendo no Brasil com gestão de risco disciplinada, mesmo com a concorrência de fintechs e bancos digitais. Alfredo Setubal afirma que, já na quinta geração, a Itaúsa segue investindo apenas no país, sem aportes fora do Brasil.
Essas são algumas das famílias mais ricas do Brasil e, apesar de atuarem em setores diferentes, elas têm algo em comum: participação relevante em grandes empresas e um histórico de construção de patrimônio ao longo de décadas. Confira:
| Ranking | Família | Principal origem da fortuna | Patrimônio estimado |
| 1 | Moreira Salles | Itaú Unibanco + CBMM | R$ 128 bi |
| 2 | Marinho | Grupo Globo | R$ 51 bi |
| 3 | Batista | JBS | R$ 50 bi |
| 4 | Feffer | Suzano | R$ 17 bi |
| 5 | Setubal | Itaú Unibanco | R$ 9,95 bi |
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Quais são as 5 famílias mais ricas do mundo em 2026?

Agora que você já viu as famílias mais ricas do Brasil, vamos para o ranking internacional. Fora do país, os patrimônios sobem ainda mais — e, em muitos casos, estão ligados a varejo global, luxo e famílias reais de países produtores de petróleo.
Segundo o The Week, existem cinco famílias que se destacam como as mais ricas do mundo em 2026:
- Família Walton (US$ 513 bilhões)
- Família Al Nahyan (US$ 335 bilhões)
- Família Al Saud (US$ 213 bilhões)
- Família Al Thani (US$ 199 bilhões)
- Família Hermès (US$ 184 bilhões)
Para facilitar a comparação, a tabela abaixo resume as famílias mais ricas do mundo, com o país de origem, a principal fonte da fortuna (varejo, petróleo, luxo etc.) e o patrimônio estimado em rankings recentes:
| Ranking | Família | País/região | Principal origem da fortuna | Patrimônio estimado |
| 1 | Walton | EUA | Walmart (varejo) | US$ 513 bi |
| 2 | Al Nahyan | Emirados Árabes | Governo, petróleo e investimentos | US$ 335 bi |
| 3 | Al Saud | Arábia Saudita | Governo, petróleo e investimentos | US$ 213 bi |
| 4 | Al Thani | Catar | Governo, petróleo e investimentos | US$ 199 bi |
| 5 | Hermès | França | Hermès (moda de luxo) | US$ 184 bi |
Agora que você já viu o panorama geral, vale olhar caso a caso: a seguir, explicamos como cada família construiu seu patrimônio, quais negócios impulsionaram essa riqueza e por que elas continuam entre as famílias mais ricas do mundo até hoje.
1. Família Walton
Os Walton representam uma das famílias mais ricas e influentes dos Estados Unidos. Ela é a principal acionista da Walmart, a maior varejista do mundo, e detém um patrimônio de mais de US$ 513 bilhões — o equivalente a R$ 2,7 trilhões (em janeiro de 2026).
Sam Walton fundou o primeiro Walmart em 1962. Com uma abordagem inovadora de modelo varejista, construiu uma grande fortuna com a expansão da empresa e virou um dos homens mais ricos do mundo (faleceu em 1992).
Seus quatro filhos, S. Robson Walton, Alice Walton, Jim C. Walton e John T. Walton, continuaram com o patrimônio da família, que já está na quarta geração.
Os Walton preferem operar “por trás” da Walmart: a família concentra a participação e a estratégia patrimonial na Walton Enterprises (family office criado em 1953), que também coordena a filantropia via Walton Family Foundation.
Na nova geração, o dinheiro ganhou uma frente mais temática: Lukas Walton impulsiona a Builders Vision, que direciona capital para clima e sustentabilidade (como tecnologia climática e agricultura regenerativa).
2. Família Al Nahyans
Imagine uma família com um patrimônio estimado em quase dois trilhões de reais (até janeiro de 2026)? Esse é o caso da Família Al Nahyans dos Emirados Árabes.
Os Al Nahyans são uma das seis famílias reais que governam os sete emirados que compõem a região. Desde a formação do país, os Al Nahyans exercem papel de destaque na política, economia e sociedade há décadas na Al Nahyan — onde detém as maiores reservas de petróleo do país.
Nesse caso, Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan é o atual presidente do país e os outros membros da família possuem funções importantes no governo.
Quando se trata de investimentos, segundo a Valor Econômico, a família real de Abu Dhabi (via Royal Group) reduziu exposição a ações dos EUA e reforçou posições em criptoativos e commodities. No início de 2023, também migrou parte da carteira para Treasuries de curto prazo, num movimento mais defensivo diante do cenário de mercado.
3. Família Al Saud
A família Al Saud é a casa real da Arábia Saudita e está entre as famílias mais ricas do mundo, com um patrimônio estimado em US$ 213 bilhões.
A história do clã ganhou força no início do século XX, quando Abdulaziz Ibn Saud consolidou o controle sobre a região e fundou oficialmente o Reino da Arábia Saudita em 1932. De lá para cá, a fortuna da família cresceu principalmente por causa da extração de petróleo, que transformou o país em uma das maiores potências energéticas do planeta.
Hoje, além da influência econômica, os Al Saud também ocupam posições centrais no governo e na política do país — com destaque para o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, um dos nomes mais relevantes nas decisões e projetos de modernização do reino.
Quando se trata de investimentos, nos últimos anos, os Al Saud têm buscado diversificar além do petróleo. Um caminho é o SALIC, que virou porta de entrada para o agronegócio (com participação como 24,49% da Minerva Foods e movimentações ligadas à BRF), reforçando a segurança alimentar do reino. E, fora do agro, também aparecem apostas em soft power e ativos de prestígio — como futebol (caso do Newcastle) e bens de luxo.
4. Família Al Thani
A família Al Thani é uma das famílias reais mais ricas do Catar com um patrimônio de US$ 199 bilhões.
A história da família remonta ao século XIX, quando assumiram o controle da região de Doha e estabeleceram o Emirado do Catar, e a fortuna aumentou ainda mais com a descoberta e exploração de petróleo no país no século XX.
Assim como Al Nahyans e Al Sauds, eles dominam os cargos políticos e outros setores privados do país. A família concentra aestratégia de investimentos no Qatar Investment Authority (QIA), o fundo soberano do país, que espalha capital por vários setores.
Na prática, eles aparecem em esportes/entretenimento (via QSI, dona do Paris Saint-Germain), finanças (como Barclays), indústria/automotivo (como Volkswagen), aviação (como British Airways) e real estate/varejo premium, com ativos icônicos como a Harrods e o arranha‑céu The Shard, em Londres (além de participação no Empire State Building, em Nova York).
5. Família Hermès
No ramo da moda, a marca de luxo Hermès tem o valor avaliado em 243,65 bilhões de euros — e a família Hermès é a principal acionista da companhia.
O império não começou agora. A história da família remonta a meados do século XIX, quando Thierry Hermès estabeleceu uma oficina de arreios e selaria em Paris, para atender às necessidades da elite equestre.
Com o tempo, passou a produzir artigos de luxo e virou uma das mais valiosas do mundo. O grande diferencial da Hermès sempre foi sua dedicação à qualidade impecável, meticulosidade das peças e exclusividade — não à toa uma peça custa milhares de reais.
A maior parte da fortuna continua atrelada à própria Hermès (eles controlam mais de dois terços das ações e recebem dividendos bilionários). Mas, nos últimos anos, a família também começou adiversificar parte do patrimônio fora do luxo, usando a Krefeld Invest como veículo para investir o dinheiro dos herdeiros, uma forma de espalhar riscos sem abrir mão do controle da marca.
Nos últimos anos, a família também vem reforçando o caixa com os resultados da própria marca — a ponto de, segundo a reportagem, somar cerca de US$ 5,5 bilhões em dividendos ao longo de quatro anos, já que os herdeiros controlam mais de dois terços das ações da Hermès.
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Como as famílias bilionárias investem seu dinheiro?
A origem das fortunas varia bastante — famílias que ficaram ricas com empresas próprias, outras com herança/holdings, e há ainda casos ligados a petróleo e Estado (famílias reais). Então, não dá para tratar como “receita”.
Mas, na hora de manter e aumentar patrimônios gigantes, aparecem alguns padrões bem consistentes (inclusive nos exemplos apresentados anteriormente, como Walmart e Hermès, além de grupos no Brasil ligados a bancos/holdings e indústria/commodities):
- Participação em empresas: em vez de “apenas aplicar”, muitas famílias são sócias relevantes de negócios que geram caixa — e isso puxa o patrimônio no longo prazo;
- Longo prazo e reinvestimento: dividendos e ganhos tendem a ser reinvestidos, ajudando a acelerar juros compostos e ampliar posições com o tempo.
- Diversificação e gestão de risco: quando o patrimônio cresce, o foco não é só retorno; é também não concentrar demais (setores, moedas, ativos), além de usar estruturas como holding/family office para governança e sucessão.
Em poucas palavras: a fortuna pode nascer de lugares diferentes, mas costuma se sustentar com participação em negócios fortes, reinvestimento e diversificação — e isso, você também pode aplicar nos seus investimentos!
Dicas de como aumentar seu patrimônio em 3 passos
Mesmo que você não seja de uma família rica, você pode conseguir multiplicar seu dinheiro com três passos básicos:
1. Defina metas financeiras para você e sua família
Ter a família ao seu lado pode ser muito mais fácil de construir um patrimônio, afinal, são duas (ou mais) pessoas com o mesmo propósito. Experimente conversar e estabelecer metas em conjunto.
2. Faça um planejamento financeiro
Em seguida, para alcançar a meta, vale a pena criar um planejamento financeiro de como chegar ao resultado. Quanto vai economizar? Quais gastos vão cortar? São algumas questões importantes.
3. Comece a investir
Por fim, acelere o crescimento do seu patrimônio investindo com consistência — mesmo que seja com pouco. Aplicar seu dinheiro em bons ativos ajuda a construir riqueza no longo prazo. Veja este guia sobre como começar a investir com pouco dinheiro e dê o primeiro passo!
FAQ sobre as famílias mais ricas
Quem é a família mais rica do mundo?
Em rankings recentes, a família Walton (ligada à Walmart) costuma aparecer como a família mais rica do mundo, com patrimônio estimado na casa das centenas de bilhões de dólares, variando conforme o ano e a metodologia do levantamento.
Qual a família mais rica do Brasil?
Segundo a Forbes, a família Moreira Salles é a família mais rica do Brasil, com patrimônio estimado acima de R$ 100 bilhões, ligado principalmente ao Itaú Unibanco e à CBMM.
Qual é a diferença entre “famílias mais ricas” e “pessoas mais ricas”?
O ranking de pessoas mais ricas considera indivíduos. Já o de famílias mais ricas pode somar o patrimônio de vários herdeiros e participações via holdings — por isso, as posições e valores podem mudar bastante entre as listas.
Como famílias bilionárias investem seu dinheiro?
Em geral, elas combinam negócios próprios (ou participação em grandes empresas) com diversificação (ações, renda fixa, imóveis e investimentos no exterior). A ideia é diluir riscos e buscar crescimento no longo prazo.
Conclusão
Independente do seu cenário atual, você pode construir um patrimônio sólido para a sua família — se ainda não tiver hoje, pode ser para o futuro.
No entanto, o caminho é sempre o mesmo: educação financeira. Com base nela, você aprende sobre investimentos e começa a se organizar para acumular a sua primeira fortuna (e quem sabe a das próximas gerações!).
