O principal tema que tem dominado os mercados em 2025 é o anúncio de tarifas comerciais por parte de Donald Trump. No dia 2 de abril, o governo americano declarou o que chamou de “Dia da Libertação”, estabelecendo tarifas recíprocas sobre produtos importados de países que impõem barreiras consideradas “desproporcionais”.

De acordo com o anunciado até agora, as tarifas anunciadas variam de acordo com o país, chegando a até 49% para Camboja e 46% para o Vietnã, enquanto o Brasil enfrentará uma sobretaxa de 10% – ou seja, todos os bens e serviços exportados do Brasil aos Estados Unidos passarão a ser taxados em, no mínimo, 10% (considerando que alguns itens já enfrentavam tarifas, como é o caso do aço).

De um modo geral, o anúncio do dia 02 de abril surpreendeu os investidores pela magnitude e abrangência das tarifas impostas. Por exemplo, as novas tarifas de 34% sobre produtos da China se somaram às tarifas de 20% já aplicadas anteriormente, resultando em um total de 54%. Além disso, aliados dos EUA, como a União Europeia e o Japão, também enfrentaram tarifas de 20% e 24%, respectivamente, superando as expectativas iniciais do mercado.

Além disso, se essas tarifas não forem revistas, é provável que vários países adotem tarifas de retaliação contra os EUA, como a China anunciou no dia 04 de abril.

Independentemente do desfecho da alíquota, entretanto, é possível afirmar que esse assunto deve seguir fonte de incerteza e volatilidade nos próximos meses – como vem sendo até então no ano. Diante desse cenário, surge a pergunta: vale a pena investir no mercado de ações, mesmo com tantas oscilações e dúvidas? Neste texto traremos um panorama sobre as tarifas anunciadas e a resposta para essa pergunta, em nossa visão.

As tarifas anunciadas

Desde o início de seu governo, Trump já anunciou tarifas direcionadas a produtos específicos, como veículos, peças, aço, alumínio, medicamentos e semicondutores, além de tarifas aplicadas a países como China, Canadá e México. Cada uma dessas medidas possui objetivos distintos, evidenciando que as tarifas servem a diferentes propósitos dentro da política econômica deste governo. O time de Research da XP separou essas tarifas em três principais categorias:

  1. Tarifas para Negociação: Estas tarifas são utilizadas como uma condição para forçar negociações e influenciar a tomada de decisão do país-alvo em temas de interesse dos EUA, como questões relacionadas às fronteiras com o México e o Canadá.

  2. Tarifas em Setores Estratégicos: Essas tarifas funcionam como mecanismos para implementar políticas econômicas internas, visando impulsionar a reindustrialização e fomentar o emprego nos EUA.

  3. Tarifa Universal: Este tipo de tarifa tem como objetivo aumentar a arrecadação e contribuir para o ajuste fiscal.

Segundo avaliação do nosso time, as tarifas anunciadas no “Dia da Libertação” representam uma combinação dos tipos 1 e 3. Além da tarifa base de 10% aplicada a todos os países (tarifa universal), parceiros comerciais que impuserem tarifas mais elevadas sobre os EUA enfrentarão alíquotas aumentadas (tarifa para negociação), conforme a lista divulgada pela Casa Branca.

Um breve panorama sobre as tensões em torno das tarifas

O mês de março já foi bastante turbulento no cenário internacional: as incertezas sobre tarifas comerciais e a política norte-americana se mantiveram em destaque. Assim, observou-se um movimento de rotação de investimentos no cenário global, com parte dos investidores retirando recursos dos Estados Unidos. 

Após a imposição das novas tarifas no chamado “Dia da Libertação”, a visão do time de Research da XP é de que, embora as medidas possam ser vistas como negativas em termos absolutos, elas podem beneficiar o Brasil em relação a outros países. Isso se deve ao fato de que as tarifas impostas ao Brasil foram mais brandas (10%) e, além disso, o país pode conquistar novos mercados para suas exportações. Também há a possibilidade de atrair mais investimentos de outros países, tanto de longo quanto de curto prazo. Ou seja, a rotação de investimentos para fora dos Estados Unidos, que ganhou força este ano, pode continuar.

No entanto, em um cenário de recessão para a economia americana e, por extensão, para a economia global, os ativos de risco, incluindo os do Brasil, serão afetados. Assim, embora tenhamos uma vantagem relativa, os impactos na economia global podem prejudicar também os ativos de risco aqui no país.

O time de Research da XP listou os principais pontos positivos e negativos dessa nova política.

Pontos Positivos:

  • Benefícios para o Agro: Setores exportadores de commodities, como o agronegócio, podem se beneficiar de uma guerra comercial, já que países costumam retaliar as medidas dos EUA. Durante a guerra comercial entre EUA e China (2018-2020), a demanda chinesa por commodities migrou dos EUA para o Brasil, favorecendo produtos como soja e milho. Recentemente, o presidente Lula visitou o Japão e, em parceria com o primeiro-ministro Ishiba, firmou medidas para abrir o mercado japonês à carne bovina brasileira. Em 2024, o Japão importou cerca de 40% de sua carne bovina dos EUA, o que pode mudar com as novas tarifas sobre importações globais de automóveis.
  • Investimentos Chineses em Infraestrutura: A China tem aumentado seus investimentos estratégicos em infraestrutura na América Latina, com um crescimento médio anual de 16,3% desde 2000. Entre 2007 e 2023, o Brasil recebeu US$ 73,3 bilhões em investimentos em 264 projetos, incluindo o porto de águas profundas no Peru e terminais no porto de Santos. O acordo entre China e Brasil para integrar a Iniciativa do Cinturão e Rota (BRI) com os planos de desenvolvimento brasileiros é um destaque.
  • Menor Exposição Tarifária: As tarifas impostas ao Brasil foram menos severas em comparação com outros países, o que pode posicionar o Brasil como menos exposto ao risco tarifário e favorecer a continuidade dos fluxos de capital para fora dos EUA.

Pontos Negativos:

  • Impacto das Tarifas: A proposta de tarifa base de 10% sobre todas as importações pode afetar produtos brasileiros exportados para os EUA, como petróleo bruto, aço semiacabado e café. Embora o Brasil tenha conseguido isenções no passado, não está claro se novas negociações serão possíveis.
  • Barreiras Comerciais: O fortalecimento das relações entre Brasil e China pode gerar barreiras comerciais, uma vez que os EUA têm um histórico de adoção de medidas comerciais contra o Brasil. Embora não haja sinais imediatos de mudanças na política comercial dos EUA, o cenário geopolítico exige uma abordagem cautelosa.
  • Riscos de uma Guerra Comercial Prolongada: Uma guerra comercial prolongada pode desacelerar as economias dos EUA e global, representando uma ameaça para ativos de risco, incluindo o Brasil. Isso pode resultar em maior volatilidade, menor apetite por risco dos investidores e preços mais baixos das commodities, especialmente se a economia dos EUA entrar em recessão.

Além disso, no dia 9 de abril de 2025, Trump anunciou uma pausa de 90 dias nas tarifas recíprocas, exceto para a China. Essa decisão gerou alívio nos mercados, com a percepção de que o tom mais duro do “Dia da Libertação” ainda poderia ser negociado. Esse evento demonstra que os ativos de risco permanecem muito sensíveis a esse tema, e a volatilidade deve continuar alta.

Respondendo à pergunta: vale a pena investir no mercado de ações, mesmo com tantas oscilações e dúvidas?

O debate sobre tarifas tem sido o principal motor da volatilidade nos mercados desde a posse de Donald Trump em 20 de janeiro. Na ocasião, o presidente prometeu utilizar essa ferramenta para aumentar a arrecadação e controlar a trajetória fiscal. No entanto, a comunicação errática do governo americano, marcada por anúncios seguidos de correções e adiamentos, gerou uma ampla incerteza entre os investidores e volatilidade nos mercados.

Diante desse cenário, recomendamos que os investidores mantenham uma carteira balanceada, capaz de navegar por diferentes condições de mercado. É prudente adotar uma postura ainda mais cautelosa, evitando movimentações bruscas no portfólio motivadas pelo medo das incertezas e da volatilidade que este momento traz.

Além disso, quedas mais acentuadas podem criar oportunidades de compra para investidores com perfil de longo prazo. Nesse sentido, recomendamos ajustar e balancear o portfólio gradualmente, a fim de aproveitar essas oportunidades.

Apesar do ambiente turbulento, dados mostram que aqueles que demonstram resiliência podem ser recompensados com retornos significativos a longo prazo.

Conforme ilustrado abaixo, os dados revelam que investidores que se mantiveram fora do mercado brasileiro durante os 10, 20 ou 30 dias de maior alta foram penalizados – perdendo boa parte dos ganhos, ou mesmo amargando perdas no período.

E o mais curioso: a maioria desses dias de maiores altas ocorreu justamente durante períodos de crise e incertezas, como a crise do subprime em 2008 e a pandemia de COVID-19 em 2020. Portanto, aqueles que conseguiram equilibrar suas carteiras nesses momentos críticos puderam aproveitar os retornos a longo prazo.

Além disso, não precisamos voltar muito no tempo para constatar a importância de manter uma carteira equilibrada. Em março de 2025, observamos um movimento de descompressão de riscos e a entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira, que resultou em um avanço superior a 6% do Ibovespa ao longo do mês. E esse movimento ocorreu logo após um período de grande turbulência e pessimismo ao final de 2024, marcado por preocupações com a alta de juros no Brasil e riscos fiscais.

Ou seja, quem estava de fora da bolsa por medo dos riscos, acabou perdendo oportunidades.

Além disso, a recuperação recente está intimamente ligada ao rebalanceamento das carteiras globais, especialmente em meio às incertezas provenientes dos Estados Unidos, incluindo aquelas relacionadas às tarifas.

Em resumo, embora ainda estejamos em um ambiente repleto de desafios e incertezas, acreditamos que a alocação em ações continua sendo um componente essencial para investidores com perfil de risco adequado e objetivos de longo prazo, desde que feita com estratégia e seletividade.

O movimento de março e o período histórico deixam uma mensagem clara: não espere a bolsa se valorizar ou que as incertezas desapareçam para construir seu portfólio.

Quer saber quais ações estamos recomendando neste momento? Fique por das nossas indicações de alocação diante do cenário atual, acesse nosso relatório completo sobre onde investir em 2025.

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Dividendos são uma parcela do lucro líquido de uma empresa, distribuída periodicamente aos acionistas, proporcionalmente ao número de ações que eles possuem, como forma de remuneração. A ideia de realizar esses pagamentos é recompensar os acionistas e atrair novos investidores. 

A periodicidade desses pagamentos varia de empresa para empresa, podendo ser mensal, trimestral, quadrimestral, semestral ou anual. Algumas empresas também pagam dividendos sem uma regularidade muito clara.

Neste texto, vamos calcular quanto seria necessário investir em cada uma das Top 5 ações para receber o total de R$12.000,00 nos últimos 12 meses — ou seja, uma média mensal de R$1.000,00 por mês.

Vale lembrar que essa seleção é feita com base nos principais nomes presentes em nossa carteira Dividendos. Em nossa carteira, você encontra os percentuais recomendados para cada ação, além de mais nomes para complementar a diversificação da sua carteira.

Além disso, vale destacar que a carteira não é uma seleção das maiores pagadoras de dividendos dos últimos 12 meses, e sim, as nossas preferidas, considerando os pagamentos futuros de dividendos dessas empresas.

Confira a seguir:

Ação PETR4 (Petrobras):

  • Cotação base: R$ 30,75 (em 01/04/2024)
  • Rendimento por cota: R$ 7,90
  • Percentual por cota: 20,99%

Considerando o rendimento de 20,99% por ação de PETR4, para receber aproximadamente R$ 12.000 seria necessário um investimento total de R$ 46.693,28, o equivalente a 1.519 cotas.

Confira aqui o dividendo esperado para os próximos 12 meses.

Ação DIRR3 (Direcional):

  • Cotação base: R$ 22,63 (em 01/04/2024)
  • Rendimento por cota: R$ 3,33
  • Percentual por cota: 13,05%

Considerando o rendimento de 13,05% por ação de DIRR3, para receber aproximadamente R$ 12.000 seria necessário um investimento total de R$ 81.559,01, o equivalente a 3.604 cotas.

Confira aqui o dividendo esperado para os próximos 12 meses.

Ação CURY3 (Cury S/A):

  • Cotação base: R$ 18,16 (em 01/04/2024)
  • Rendimento por cota: R$ 2,27
  • Percentual por cota: 11,22%

Considerando o rendimento de 11,22% por ação de CURY3, para receber aproximadamente R$ 12.000 seria necessário um investimento total de R$ 95.922,50, o equivalente a 5.282 cotas.

Confira aqui o dividendo esperado para os próximos 12 meses.

Ação BBSE3 (BB Seguridade):

  • Cotação base: R$ 29,64 (em 01/04/2024)
  • Rendimento por cota: R$ 3,70
  • Percentual por cota: 11,33%

Considerando o rendimento de 11,33% por ação de BBSE3, para receber aproximadamente R$ 12.000 seria necessário um investimento total de R$ 96.068,17, o equivalente a 3.242 cotas.

Confira aqui o dividendo esperado para os próximos 12 meses.

Ação BRAP4 (Bradespar):

  • Cotação base: R$ 18,44 (em 01/04/2024)
  • Rendimento por cota: R$ 2,29
  • Percentual por cota: 11,04%

Considerando o rendimento de 11,04% por ação de BRAP4, para receber aproximadamente R$ 12.000 seria necessário um investimento total de R$ 96.550,44, o equivalente a 5.237 cotas.

Confira aqui o dividendo esperado para os próximos 12 meses.

É importante destacar que esses valores são calculados com base na distribuição dos últimos 12 meses, rendimentos passados não são promessa ou projeções de rendimentos futuros.

Novamente, essa seleção é feita com base nos principais nomes presentes em nossa carteira Dividendos. Essas ações, são as nossas preferidas, considerando os pagamentos futuros de dividendos dessas empresas. Entretanto, mudanças econômicas e operacionais podem alterar essas projeções futuras.

Por esse motivo, recomendamos que acompanhe mensalmente nossa carteira para seguir nossas recomendações atualizadas.

Por fim, se você está iniciando nos investimentos em ações, confira nossa playlist educacional abaixo.

Caso queira conhecer nossas recomendações, confira gratuitamente nossa recomendação para a carteira de Dividendos aqui.

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Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) têm se tornado cada vez mais populares entre os investidores, oferecendo a possibilidade de renda mensal com aplicações no mercado imobiliário.

Neste texto, vamos calcular quanto seria necessário investir em cada um dos Top 5 FIIs para receber um rendimento mensal de R$1.000 em cada um deles.

Vale lembrar que essa seleção é feita com base nos principais nomes presentes em nossa carteira recomendada de FIIs. Em nossa carteira, você encontra os percentuais recomendados para cada fundo, além de mais nomes para complementar a diversificação da sua carteira.

Confira abaixo quanto seria necessário investir em cada um dos 5 principais FIIs para receber R$1.000 nesse mês:

Fundo KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários Fundo de Investimentos):

  • Cotação base:  R$103,66 (em 31/03/2025)
  • Rendimento por cota: R$ 1,07
  • Percentual por cota: 1,05%

Considerando o rendimento de 1,05% por cota no fundo KNCR11, para receber aproximadamente R$1.000 seria necessário um investimento total de R$ 96.878,50, o equivalente a 935 cotas.

Fundo BTLG11 (BTG Pactual Logística FI Imobiliário):

  • Cotação base: R$ 97,50 (em 14/03/2025)
  • Rendimento por cota: R$ 0,78
  • Percentual por cota: 0,82%

Considerando o rendimento de 0,82% por cota no fundo BTLG11, para receber aproximadamente R$1.000 seria necessário um investimento total de R$ 125.000,00, o equivalente a 1.282 cotas.

Fundo PVBI11 (FII VBI Prime Properties):

  • Cotação base: R$ 78,22 (em 31/03/2025)
  • Rendimento por cota: R$ 0,50
  • Percentual por cota: 0,65%

Considerando o rendimento de 0,65% por cota no fundo PVBI11, para receber aproximadamente R$1.000 seria necessário um investimento total de R$ 156.440,00, o equivalente a 2.000 cotas.

Fundo RBRR11 (FI Imobiliário – FII):

  • Cotação base: R$ 84,70 (em13/03/2025)
  • Rendimento por cota: R$ 0,95
  • Percentual por cota: 1,18%

Considerando o rendimento de 1,18% por cota no fundo RBRR11, para receber aproximadamente R$1.000 seria necessário um investimento total de R$ 89.157,89, o equivalente a 1.053 cotas.

Fundo XPML11 (XP Malls FI):

  • Cotação base: R$ 102,35 (em 18/03/2025)
  • Rendimento por cota: R$ 0,92
  • Percentual por cota: 0,97%

Considerando o rendimento de 0,97% por cota no fundo XPML11, para receber aproximadamente R$1.000 seria necessário um investimento total de R$ 111.250,00, o equivalente a 1.087 cotas.

É importante destacar que esses valores são calculados com base na última distribuição disponível, e as condições podem sofrer alterações ao longo do tempo.

Por isso, é essencial sempre realizar uma análise antes de tomar qualquer decisão de investimento, levando em consideração muito fatores além do valor de rendimento mensal, como detalhamos nesse texto ou na playlist abaixo.

Temos nossas recomendações atualizadas mensalmente, confira gratuitamente nossa recomendação para a carteira de FIIs neste mês.

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Tim (TIMS3) anunciou no dia 27 de março de 2025 que seu Conselho de Administração aprovou o pagamento de dividendos complementares no valor de R$ 2 bilhões, com base no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024.

Os dividendos serão pagos em três parcelas, divididas da seguinte forma:

Parcela Data de pagamento Valor por ação (TIMS3)
1ª parcela 22/04/2025 R$ 0,282254233
2ª parcela 23/07/2025 R$ 0,28225423
3ª parcela 23/10/2025 R$ 0,28266748

O valor total a ser pago por ação é de R$ 0,847175955. Desta forma, por exemplo, um investidor com 1.000 ações de TIMS3 receberá aproximadamente R$847 referente aos dividendos distribuídos.

O valor bruto por ação ainda poderá ser modificado em razão de novas variações na quantidade de ações em tesouraria.

Saiba mais sobre as modalidades de distribuição de proventos e o calendário de dividendos dessa semana.

Quem tem direito a receber os proventos?

Para ter direito a esses proventos, o investidor precisa estar posicionado no ativo “TIM3” no dia 03 de abril de 2025.

Chamamos esse dia de “data-com”, ou seja, a data em que o investidor precisa estar com o ativo em carteira para garantir o recebimento dos rendimentos.

Após essa data, as ações serão consideradas “ex-dividendos” – assim, quem comprar as ações a partir de 04 de abril de 2025 já não terá mais direito aos proventos.

Como os acionistas receberão os rendimentos?

Os acionistas receberão os rendimentos por meio da instituição custodiante em que detém os ativos, ou seja, na corretora em que negociam as ações.

Qual a recomendação do nosso time?

Acesse aqui nossas Carteiras Recomendadas e veja quais ações nosso time selecionou para este mês.

Quer saber mais? Acesse nosso ‘Guia Completo sobre Dividendos’

Em reunião realizada no dia 22 de abril de 2025, o Conselho de Administração da RD Saúde (RADL3), antiga RaiaDrogasil, aprovou o pagamento de Dividendos adicionais aos acionistas, no valor total de R$ 104 milhões.

Quem é RD Saúde (RADL3)?

A RD Saúde (RADL3), anteriormente conhecida como Raia Drogasil, é uma das maiores redes de farmácias do Brasil, resultante da fusão entre as redes Raia e Drogasil em 2011. Com uma vasta presença em todo o território nacional, a empresa oferece uma ampla gama de produtos, incluindo medicamentos, itens de saúde e beleza, e serviços farmacêuticos. A RD Saúde se destaca por seu compromisso com a qualidade no atendimento ao cliente e pela implementação de inovações tecnológicas em suas operações, visando melhorar a experiência do consumidor. Além disso, a companhia tem investido em iniciativas de sustentabilidade e responsabilidade social, consolidando sua posição de liderança no setor farmacêutico brasileiro.

Segundo o fato relevante da companhia, o valor da remuneração será:

Proventos Bruto por ação (RADL3)
JCP R$ 0,060712182

Nesse caso, por exemplo, um investidor com 1.000 ações de RADL3 receberá aproximadamente R$60 brutos.

Saiba mais sobre as modalidades de distribuição de proventos e o calendário de dividendos dessa semana.

Quem tem direito a receber os proventos?

Para ter direito a esses proventos, o investidor precisa estar posicionado no ativo “RADL3” no dia 29 de abril de 2025.

Chamamos esse dia de “data-com”, ou seja, a data em que o investidor precisa estar com o ativo em carteira para garantir o recebimento dos rendimentos.

Após essa data, as ações serão consideradas “ex-dividendos” – assim, quem comprar as ações a partir de 30 de abril de 2025 já não terá mais direito aos proventos.

Quando será o pagamento?

Segundo o fato relevante, o pagamento da remuneração aos acionistas deverá ocorrer  até o dia 30 de maio de 2025, em data a ser oportunamente fixada pela Administração da Companhia.

Como os acionistas receberão os rendimentos?

Os acionistas receberão os rendimentos por meio da instituição custodiante em que detém os ativos, ou seja, na corretora em que negociam as ações.

Qual a recomendação do nosso time?

Acesse aqui a nossa Carteira Dividendos e veja quais ações nosso time selecionou para os investidores em busca de ações com boa perspectiva de distribuição de dividendos.

Quer saber mais? Acesse nosso ‘Guia Completo sobre Dividendos’ 

Em reunião realizada no dia 27 de março de 2025, o Conselho de Administração do Banco BMG (BMGB4) aprovou o pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos acionistas, no valor total de R$ 58,3 milhões.

Saiba mais sobre as modalidades de distribuição de proventos e o calendário de dividendos dessa semana.

Segundo o fato relevante da companhia, o valor da remuneração será:

Proventos Bruto por ação (BMGB4) Líquido por ação (BMGB4)
JCP R$ 0,10 0,085

Nesse caso, por exemplo, um investidor com 1.000 ações de BMGB4 receberá aproximadamente R$85 líquidos.

Quem é o Banco BMG (BMGB4)?

Banco com mais de 90 anos de história, fundado em julho de 1930, foi um dos primeiros bancos do Brasil. Foram pioneiros na oferta de crédito consignado e agora vem ampliando sua oferta de produtos nos segmentos de varejo, atacado e seguridade.

Quem tem direito a receber os proventos?

Para ter direito a esses proventos, o investidor precisa estar posicionado no ativo “BMGB4” no dia 02 de abril de 2025.

Chamamos esse dia de “data-com”, ou seja, a data em que o investidor precisa estar com o ativo em carteira para garantir o recebimento dos rendimentos.

Após essa data, as ações serão consideradas “ex-juros” – assim, quem comprar a ação a partir de 03 de abril de 2025 já não terá mais direito aos proventos.

Quando será o pagamento?

Segundo o fato relevante emitido pela companhia, o pagamento da remuneração aos acionistas deverá ocorrer no dia 15 de abril 2025.

Como os acionistas receberão os rendimentos?

Os acionistas receberão os rendimentos por meio da instituição custodiante em que detém os ativos, ou seja, na corretora em que negociam as ações.

Qual a recomendação do nosso time?

Acesse aqui a nossa Carteira Dividendos e veja quais ações nosso time selecionou para os investidores em busca de ações com boa perspectiva de distribuição de dividendos.

Por: Camilla Dolle, Head de Renda Fixa XP Inc.

O BRB – Banco de Brasília – anunciou na sexta-feira, dia 28 de março de 2025, acordo para a compra do Banco Master e sua incorporação ao conglomerado do banco, conforme aprovado por seu Conselho de Administração. O contrato envolverá a compra de 58% do capital total do Banco Master pela aquisição de 49,0% das ações votantes e 100% das ações preferenciais. Nesse desenho, Daniel Vorcaro permanece como acionista controlador. A operação está sujeita à aprovação do Banco Central do Brasil (“BC”), Conselho Administrativo de Defesa Econômica (“CADE”) e demais aprovações regulatórias.

A transação

O BRB anunciou na sexta-feira, dia 28 de março de 2025, acordo para a compra do Banco Master e sua incorporação ao conglomerado do banco, conforme aprovado por seu Conselho de Administração.

De acordo com fato relevante divulgado pelo BRB, o preço de aquisição a ser pago pelo BRB será equivalente a 75% do patrimônio líquido consolidado do Banco Master (o que equivaleria a R$ 3,5 bilhões com base em números de junho de 2024, porém é passível de mudança após a reestruturação), calculado conforme demonstrações financeiras auditadas, ajustado por eventuais baixas de ativos ou reconhecimentos de apontamentos no balanço.

A Operação será precedida por uma reorganização societária do Banco Master, de modo que certos ativos e passivos não estratégicos, incluindo participações societárias em controladas, serão segregados do Banco Master anteriormente à Operação.

O fechamento da Operação está sujeito ainda: (i) à conclusão satisfatória da diligência sobre os ativos e passivos do Banco Master; (ii) à conclusão da Reorganização do Banco Master; (iii) à obtenção das autorizações aplicáveis do BC; (iv) ao deferimento dos processos de homologação de aumentos de capital do BRB e do Banco Master, atualmente em análise pelo BC, (v) à obtenção das aprovações antitruste aplicáveis, incluindo CADE e BC, e demais aprovações de órgãos de controle.

O Preço de Aquisição será pago pelo BRB aos Vendedores da seguinte forma: (i) 50% será pago à vista na data de fechamento da Operação; (ii) no mínimo 25%, e até 50%, a ser apurado até a conclusão da diligência do Banco Master pelo BRB.

Ainda de acordo com o fato relevante, as empresas manterão as estruturas das empresas apartadas (stand alone), com compartilhamento de governança, expertise, sinergias e coordenação estratégica e operacional.

O que acontece com a cobertura do FGC?

De acordo com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), será garantido a cada pessoa, física (CPF) ou jurídica (Raiz do CNPJ), contra todas as instituições associadas do mesmo conglomerado financeiro, até o valor de R$ 250 mil.

Caso a transação seja concluída, BRB e Master passarão a fazer parte do mesmo conglomerado financeiro.

Segundo o FGC, quando ocorre fusão/incorporação de instituições associadas, no caso de operações efetuadas previamente ao evento não há alterações nos limites de coberturas do FGC. O valor de R$ 250 mil para a garantia ordinária permanece o mesmo e no evento de intervenção ou liquidação da instituição financeira associada, em que o mesmo investidor ou depositante possua depósitos ou instrumentos financeiros emitidos por ambas as instituições, ele terá direito à garantia nas duas instituições nos seguintes termos:

  • Até a data de aprovação do Banco Central, o cliente terá cobertura do FGC de 250 mil reais para cada instituição de forma apartada. Ou seja, o cliente poderá continuar investindo em ambas instituições até atingir o montante de 250 mil por instituição e ainda estará 100% coberto pelo FGC.
  • Após a data de aprovação do Banco Central, se for concretizada, os dois bancos passam a consumir o mesmo limite de FGC para novas aplicações. Ou seja, o estoque investido antes da data de aprovação pelo BC continua com a dupla cobertura do FGC de 250 mil por instituição, mas as novas aplicações seriam cobertas pelo FGC até 250 mil na soma das duas instituições, como um único conglomerado.

Quem é o BRB?

O Banco de Brasília S.A. – BRB foi criado no dia 10 de dezembro de 1964 pela Lei Federal 4.545, e obteve autorização para funcionar em 1966. É uma entidade vinculada ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Com sua criação, pretendia-se dotar o Governo do Distrito Federal de um agente financeiro que possibilitasse captar os recursos necessários para o desenvolvimento da região. Em 1991, transformou-se em banco múltiplo com as seguintes carteiras: comercial, câmbio, desenvolvimento e imobiliária.

Estrutura acionária

Organizado sob a forma de sociedade de economia mista, de capital aberto, cujo acionista majoritário é o Governo do Distrito Federal (65,6%) e o restante dividido entre free float (19,3%) e o Instituto de Previdência dos Servidores do DF (15,1%).

Composição da carteira de crédito

Basileia

Ratings

Quem é o Banco Master?

O Banco Master é uma instituição financeira atuante nas frentes de crédito pessoal e consignado, serviços financeiros e banco de investimentos. Seu modelo de negócios conta com uma estrutura enxuta, sem agências físicas.

Sua operação iniciou-se em 1974, como Máxima Corretora de Valores Mobiliários. Em 1990, tornou-se Banco Máxima após aprovação do Banco Central para operar como instituição financeira. Em 2000, passa a operar crédito e, depois, crédito imobiliário.

Em razão do seu nicho de atuação, o banco passou por dificuldades operacionais decorrentes da crise do setor a partir de 2016 e de sua estratégia de expansão naquele período. Com isto, em 2018 iniciou uma relevante reestruturação, marcada pela aquisição do controle pelo executivo do setor imobiliário Daniel Vorcaro.

O banco renovou seu portfólio de produtos, reduzindo a participação dos créditos imobiliário, middle e corporate para concentrar a atuação em nichos de crédito consignado e serviços.

Desde então, o banco tornou-se S3 pela classificação do Banco Central (instituições que correspondem de 0,1% a 1% do PIB) e realizou mais aquisições para complementar seu portfólio de produtos e serviços.

Destacam-se as aquisições do controle da Will Financeira e do Banco Voiter, ambas em 2024. Com isto, passaram a fazer parte do mesmo conglomerado financeiro.

Composição da carteira de crédito

Basileia

Ratings

Fontes:

Banco Central
FGC
BRB
Banco Master

A chegada da Páscoa traz consigo uma tradição repleta de significados, mas também de desafios financeiros. Nos últimos 12 meses, o preço do chocolate em barra e bombons registrou uma alta de 16,5%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), enquanto o salário-mínimo foi reajustado em 7,5%. Com o poder de compra do consumidor cada vez mais pressionado, os ovos de Páscoa, que já costumam ter um preço elevado devido ao simbolismo e à complexidade da produção, tornam-se ainda menos acessíveis. 

Diante desse cenário, como manter o equilíbrio entre tradição e orçamento? É possível celebrar a data sem comprometer as finanças? A boa notícia é que, com planejamento, pesquisa e substituições inteligentes, é possível aproveitar a Páscoa sem abrir mão do significado da data. Confira a seguir seis estratégias para economizar e tornar a celebração especial sem pesar no bolso. 

1. Explorar tradições e simbolismos 

A Páscoa vai muito além dos ovos de chocolate e pode ser uma oportunidade para resgatar seu verdadeiro significado. Pesquisar sobre a origem dos símbolos como o coelho e os ovos, entender a história do chocolate e refletir sobre diferentes formas de celebrar a data podem trazer novas perspectivas para a comemoração. Além disso, compreender as estratégias de marketing utilizadas pelo comércio, como personagens famosos nas embalagens e brindes atrativos, ajuda a fazer escolhas mais conscientes e evitar gastos impulsivos. 

2. Pesquisa e comparação de preços 

Os preços dos chocolates podem variar significativamente entre marcas e estabelecimentos, tornando a pesquisa uma etapa essencial para economizar nas compras de Páscoa. Além de verificar valores em diferentes lojas, comparar o custo por quilo do chocolate pode ser uma estratégia eficaz para tomar decisões mais conscientes. Em muitos casos, o preço dos ovos de Páscoa é superior ao de chocolates no formato tradicional, mesmo quando possuem o mesmo peso e qualidade. 

Essa diferença não ocorre apenas pelo formato dos ovos, mas principalmente pelo processo de produção mais complexo. A fabricação envolve etapas adicionais, muitas delas manuais, exigindo mais tempo e mão de obra do que a produção de chocolates tradicionais, que é amplamente automatizada. Além disso, os ovos demandam embalagens especiais e um cuidado maior no armazenamento e transporte, já que são mais frágeis. Todos esses fatores impactam diretamente no custo final do produto. 

Por isso, ao comparar preços, é importante levar em conta não apenas o formato, mas todo o processo produtivo. Aplicativos e sites comparadores de preços podem ser grandes aliados nesse processo, ajudando a identificar promoções e oportunidades de economia sem abdicar da tradição. 

3. Planejamento inteligente 

Antes de realizar qualquer compra, é fundamental estabelecer um orçamento realista. Definir um limite de gastos e planejar as despesas com antecedência evita compras desnecessárias e ajuda a manter as finanças sob controle. Além dos chocolates, é importante considerar todos os custos envolvidos na celebração, como alimentos, decorações e atividades, distribuindo os recursos de forma equilibrada. 

Outro ponto essencial é listar quem realmente será presenteado e avaliar se é necessário destinar um determinado valor para cada pessoa. Em alguns casos, optar por lembranças mais acessíveis ou reduzir a quantidade de presentes pode ser uma estratégia mais eficiente do que comprometer o orçamento com itens cujo preço está elevado nesta época do ano. O mais importante é garantir que as escolhas estejam alinhadas com a realidade financeira, tornando a Páscoa especial sem gerar impactos negativos nas finanças. 

4. Custo x Benefício

Preço elevado nem sempre é sinônimo de qualidade superior. Para fazer uma escolha mais consciente, a leitura dos rótulos é essencial. Chocolates com maior concentração de cacau tendem a ter melhor qualidade, enquanto aqueles que apresentam açúcar como primeiro ingrediente ou contêm aromatizantes artificiais podem não oferecer a melhor experiência em sabor e composição. 

Além disso, algumas marcas apostam fortemente no marketing e em embalagens sofisticadas para justificar preços mais altos, mas nem sempre isso se reflete na qualidade do chocolate. Brindes, formatos diferenciados e edições limitadas podem tornar o produto mais atraente, mas é essencial avaliar se o custo realmente compensa. 

Por isso, considerar o custo-benefício dos produtos é fundamental. Muitas vezes, chocolates de qualidade diferenciada estão disponíveis em formatos diversos, e a decisão entre um ovo de Páscoa ou outro tipo de chocolate deve levar em conta não apenas o preço, mas também a composição e o propósito da compra. Seja para presentear ou para consumo próprio, equilibrar qualidade e orçamento garante uma escolha mais satisfatória e financeiramente inteligente. 

5. Opções criativas e acessíveis  

Presentear de forma original e econômica pode tornar a Páscoa ainda mais especial sem comprometer o orçamento. Produzir ovos caseiros, optar por chocolates artesanais de pequenos empreendedores ou substituir os tradicionais ovos por lembranças personalizadas são alternativas que mantêm o encanto da data sem gerar gastos excessivos. Além disso, ao escolher chocolates artesanais, há a oportunidade de apoiar pequenos produtores locais, incentivando a economia da região e adquirindo produtos muitas vezes mais frescos e de melhor qualidade. 

Além dos presentes, experiências compartilhadas podem ter um valor ainda maior. Atividades como caça aos ovos, almoços em família, piqueniques ou sessões de cinema com filmes temáticos são formas de celebrar a data de maneira divertida e significativa. Essas opções, além de acessíveis, criam memórias afetivas valiosas e reforçam o verdadeiro sentido da celebração, sem comprometer as finanças. 

6. Gestão inteligente do dinheiro 

Sempre que possível, optar pelo pagamento à vista pode garantir bons descontos e evitar custos extras com juros. Além disso, aproveitar ferramentas como cashback, cupons de desconto e carteiras digitais que oferecem benefícios pode gerar uma economia significativa nas compras. 

Para quem precisa parcelar, é essencial avaliar bem as condições do pagamento e verificar se há acréscimo de juros no parcelamento. Escolher o menor número de parcelas possíveis e garantir que o valor esteja dentro do orçamento mensal evita o acúmulo de dívidas. O uso consciente do cartão de crédito é fundamental para não comprometer as finanças futuras.  

Confira aqui a análise sobre as compras no cartão de crédito: pagar à vista ou parcelar? 

Uma alternativa interessante é aproveitar os programas de Investback disponíveis na Rico, que devolvem parte do valor gasto diretamente para um fundo de renda fixa, permitindo que o dinheiro continue rendendo mesmo após a compra e pode ser resgatado a qualquer momento.  

Dependendo da categoria do cartão, é possível receber até 1% de Investback em compras realizadas em qualquer estabelecimento, físico ou virtual. Dessa forma, além de otimizar o uso do dinheiro, você aproveita os benefícios do crédito enquanto faz seu dinheiro trabalhar para você. 

A Páscoa traz desafios financeiros que exigem planejamento e escolhas conscientes para evitar gastos excessivos. Diante da alta no preço do chocolate e do impacto no orçamento, é essencial avaliar as prioridades, seja dando mais importância ao valor sentimental ou ao custo-benefício da compra. Considerar alternativas criativas, pesquisar preços e definir um orçamento realista ajudam a manter o equilíbrio entre tradição e responsabilidade financeira. Com pesquisa, planejamento e criatividade, é possível celebrar a Páscoa de forma especial, mantendo as tradições sem que o orçamento pese no bolso. 

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Com a temporada de festivais de música se aproximando, surge uma oportunidade incrível para vivenciar experiências únicas ao som de nossas bandas e artistas favoritos. Contudo, para garantir nossa participação nesses eventos sem comprometer nossas finanças, é essencial um planejamento financeiro cuidadoso.

Quanto investir para aproveitar seu festival favorito

Para auxiliá-lo a se organizar financeiramente e aproveitar ao máximo essa temporada de festivais, elaboramos uma tabela que demonstra quanto seria necessário investir mensalmente para juntar o dinheiro necessário para os ingressos dos eventos desejados. Confira abaixo:

Evento Data Inteira Até o evento Aporte Total investido
Monsters of Rock 19/04/2025  R$   480,00 1 mês  R$   475,87  R$            475,87
Time Warp Brasil 02/05/2025  R$   580,00 1 mês  R$   575,01  R$            575,01
Nômade Festival 03/05/2025  R$   372,00 1 mês  R$   368,80  R$            368,80
Porão do Rock 23/05/2025  R$   300,00 2 meses  R$   148,06  R$            296,12
Popload Festival 31/05/2025  R$   816,00 2 meses  R$   402,74  R$            805,48
João Rock 14/06/2025  R$   460,00 3 meses  R$   150,70  R$            452,10
I Wanna Be Tour 30/08/2025  R$   495,00 5 meses  R$     96,45  R$            482,25
The Town 06/09/2025  R$   895,00 5 meses  R$   174,39  R$            871,95
Coala Festival 06/09/2025  R$   340,00 5 meses  R$     66,25  R$            331,25
Rock The Mountain 31/10/2025  R$   864,00 7 meses  R$   119,16  R$            834,12
Considerando rendimento mensal de 1,12% ao mês, equivalente a 14,25% ao ano.

Dicas para Economizar e Investir

Além de planejar o investimento para os ingressos, algumas dicas simples podem ajudá-lo a economizar e aumentar o valor disponível para os festivais:

1. Estabeleça um orçamento: Determine um limite de gastos mensais e priorize o valor destinado aos festivais em seu planejamento financeiro.

2. Corte despesas desnecessárias: Identifique áreas onde você pode reduzir gastos, como assinaturas de serviços não utilizados, refeições fora de casa e compras impulsivas.

3. Invista de forma inteligente: Para objetivos de curto prazo, como os festivais de música, priorize investimentos com alta liquidez e baixa volatilidade, como o Tesouro Selic ou fundos de investimento como o Trend Di Simples ou Trend Cash, que possuem rentabilidade linear e resgate rápido.

4. Quanto antes, melhor: Planeje-se com antecedência para aproveitar ao máximo os juros compostos. Confira nessa nova tabela, quanto você precisaria investir por mês se tivesse se planejado com 12 meses de antecedência para estes eventos, incluindo o Lollapalooza, que acontecerá este mês:

Evento Data Inteira Até o evento Aporte Total investido
Lollapalooza Brasil 28/03/2025  R$   1.050,00 12 meses  R$   82,53  R$           990,36
Monsters of Rock 19/04/2025  R$      480,00 12 meses  R$   37,73  R$           452,76
Time Warp Brasil 02/05/2025  R$      580,00 12 meses  R$   45,59  R$           547,08
Nômade Festival 03/05/2025  R$      372,00 12 meses  R$   29,24  R$           350,88
Porão do Rock 23/05/2025  R$      300,00 12 meses  R$   23,58  R$           282,96
Popload Festival 31/05/2025  R$      816,00 12 meses  R$   64,14  R$           769,68
João Rock 14/06/2025  R$      460,00 12 meses  R$   36,16  R$           433,92
I Wanna Be Tour 30/08/2025  R$      495,00 12 meses  R$   38,91  R$           466,92
The Town 06/09/2025  R$      895,00 12 meses  R$   70,35  R$           844,20
Coala Festival 06/09/2025  R$      340,00 12 meses  R$   26,72  R$           320,64
Rock The Mountain 31/10/2025  R$      864,00 12 meses  R$   67,91  R$           814,92
Considerando rendimento mensal de 1,12% ao mês, equivalente a 14,25% ao ano.

Com essas dicas e um planejamento financeiro adequado, você poderá aproveitar ao máximo os festivais de música sem comprometer suas finanças pessoais. Lembre-se sempre de manter um equilíbrio saudável entre desfrutar das experiências e garantir sua estabilidade financeira a longo prazo.

Na Rico, a ferramenta “Meus Objetivos” pode ajudar você a planejar e investir mensalmente para alcançar seus objetivos.

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A Diretoria Executiva da Cemig (CMIG4) aprovou, em 20 de março de 2025, a distribuição de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), no valor total de R$ 541 milhões.

Juros sobre capital próprio (JCP)

Conhecido como JCP, é uma forma de remuneração aos acionistas. É uma maneira da empresa distribuir parte de seus lucros aos investidores. O JCP é semelhante aos dividendos, mas enquanto os dividendos são isentos de imposto de renda, o JCP tem uma retenção de 15% de IR na fonte.

Para mais informações sobre as modalidades de distribuição de proventos, confira aqui.

Segundo o fato relevante da companhia, o valor da remuneração será:

CMIG4Valor bruto por ação
JCPR$0,18911784746

Nesse caso, como exemplo, um investidor com 1.000 ações receberá aproximadamente R$ 189 brutos.

Quem é a Cemig?

A Cemig é uma empresa estatal de capital misto, controlada pelo Estado de Minas Gerais. Uma das maiores empresas integradas de energia elétrica do Brasil, opera nos segmentos de geração, transmissão e distribuição de energia. Além disso, é a maior comercializadora de energia para clientes livres do país e um dos maiores grupos geradores.

Fundado em 1952, o Grupo Cemig hoje conta com dezenas de empresas e participações em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal.

Quando será o pagamento dos proventos?

De acordo com a empresa, os proventos serão pagos em duas parcelas iguais, sendo a primeira até 30 de junho de 2026 e a segunda até 30 de dezembro de 2026.

Quem tem direito a receber?

Para ter direito aos proventos, o investidor precisa estar posicionado nos ativos “CMIG4 e/ou CMIG3” em 26 de março de 2025. Chamamos esse dia de “data-com”, ou seja, a data em que o investidor precisa estar com o ativo em carteira para garantir o recebimento dos dividendos.

Após essa data, as ações serão consideradas “ex-juros” – assim, quem comprar a ação a partir de 27 de março já não terá mais direito aos proventos.

Como será feito o pagamento?

Os acionistas receberão os rendimentos por meio da instituição custodiante em que detém os ativos, ou seja, na corretora em que negociam as ações.

Qual a recomendação do nosso time?

Acesse aqui a nossa Carteira Dividendos e veja quais ações nosso time selecionou para os investidores em busca de ações com boa perspectiva de distribuição de dividendos.