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21/12/2018 11:03:00 • Atualizado em 15/04/2024 17:06:24
25 minuto(s) de leitura


Fundo de renda fixa: guia completo

Descubra aqui o que é fundo de renda fixa, quais as vantagens desse investimento e simulações de rentabilidade. Confira um passo a passo para começar a investir agora mesmo!


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Pilhas de moedas em frente a uma lousa, na qual está desenhado em gráfico, em referência ao fundo de renda fixa

Você sabia que é possível investir em um fundo de renda fixa e obter bons rendimentos acima do CDI?

O fundo de renda fixa é um investimento como uma carteira composta por diversos produtos. Por exemplo, títulos públicos e privados.

A diferença é que essa carteira é dinâmica e se adapta ao mercado sob a gestão de uma instituição financeira.

Assim, você tem exposição a diversos ativos ao mesmo tempo, sem a necessidade de comprá-los separadamente. Dessa forma, é possível reduzir riscos, aporte mínimo ou outros limitadores para iniciar seus investimentos.

Em resumo: os fundos de renda fixa são ofertados por instituições financeiras. E por trás desta aplicação há um gestor especializado que administra diariamente a carteira, buscando sempre os melhores resultados.

Se tiver qualquer dúvida, deixe um comentário no final desta página.

Boa leitura!

O Que é Fundo de Renda Fixa

O fundo de renda fixa é uma carteira de investimentos composta por diversos ativos de renda fixa, como títulos públicosdebênturesCBDsLCI/LCA.

Geralmente, estas cestas de produtos têm composição de, no mínimo, 80% em renda fixa, e os demais 20% podem ser em derivativos.

O controle é feito por um gestor, que pode tanto inserir quanto retirar aplicações desta carteira. O objetivo é ter a máxima rentabilidade com o mínimo de risco.

Os derivativos são mais utilizados para alavancagem. Isto é, para aumentar a sua rentabilidade em períodos em que a renda fixa está em baixa.

Assim, o administrador mantém o rendimento da carteira sem a necessidade de alterar os produtos principais com muita frequência.

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Como Funcionam os Fundos de Investimento em Renda Fixa

O fundo funciona da seguinte maneira: os investidores compram partes do fundo, as chamadas cotas. O gestor adquire os ativos financeiros, baseado na política do fundo de renda fixa, que define os tipos de produtos que devem compor a carteira.

Dessa forma, apenas este administrador pode ajustar a composição desta aplicação. A cada relatório mensal, há a divulgação da performance do fundo, o percentual dos ativos e as mudanças realizadas.

Você, como investidor, compra as cotas, acompanha os informativos divulgados pelo seu fundo e verifica se a rentabilidade está conforme os seus planos.

Os rendimentos e as taxas são distribuídos igualmente entre o número de cotas, mas detalharemos isso em breve. Resumidamente, quanto mais cotas, mais ganhos. Simples, não acha?

Os Tipos de Fundo de Renda Fixa

O fundo de renda fixa é classificado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de acordo com o prazo, composição da carteira e finalidade. Basicamente, eles são divididos em quatro tipos: 

Simples

Este investimento foi pensado para atender iniciantes e pequenos investidores. Os objetivos são baixo custo e menos risco. Por isso, este fundo é 95% composto por títulos públicos e de instituições que apresentam baixo risco de crédito.

O gestor não pode alocar grande parte da carteira em títulos privados e, muito menos, em investimentos do exterior. Tudo para proteger o fundo da volatilidade.

Curto Prazo

São fundos com prazo menor para o vencimento dos títulos que os compõem, sendo o limite de 375 dias, com prazo máximo da carteira em 60 dias.

Porém, é necessário manter o baixo risco. Assim, o gestor só pode utilizar títulos públicos ou privados prefixados ou atrelados à Taxa Selic e, também, ativos privados de instituições de credibilidade.

Longo Prazo

Ao contrário dos fundos de curto prazo, o vencimento médio da carteira fica acima de 365 dias. Com isso, o gestor tem mais flexibilidade, tanto para compor quanto para controlar a carteira.

Estes fundos podem ter títulos prefixados e pós-fixados, tanto públicos quanto privados. O risco é um pouco mais elevado quando comparado com a classe anterior. Em compensação, a rentabilidade costuma ser maior.

Referenciado

O objetivo deste fundo de renda fixa é buscar a rentabilidade de um índice de referência, por exemplo o CDI ou IPCA. Para isso, o gestor faz a alocação de  95% da carteira em ativos indexados ao índice escolhido.

Mesmo assim, é necessário seguir a regra de 80% em títulos públicos e privados de baixo risco de crédito para preservar a aplicação. No curto prazo, costumam apresentar mais variações de rentabilidade.

Dívida Externa

Este fundo aplica, pelo menos, 80% do patrimônio em títulos da dívida externa da União. Por regra, o gestor não pode alocar a carteira em ativos do país.

Crédito Privado

É um título mais flexível, e também com risco um pouco maior. A carteira tem ao menos 50% de ativos em títulos privados, como CDBs e debêntures. Os demais espaços podem conter títulos públicos e derivativos.

Principais Vantagens e Desvantagens dos Fundos de Renda Fixa

Assim como todo investimento, é necessário analisar as vantagens e desvantagens para, assim, escolher o mais adequado às suas necessidades.

Confira:

Vantagens

  • Diversificação: por meio destes fundos você pode ter acesso a diversos produtos em uma aplicação.
  • Praticidade: você não precisa acompanhar o mercado financeiro diariamente. Para quem não tem muito tempo disponível, é uma boa opção.
  • Rentabilidade: muitos fundos possuem rentabilidade superior ao CDI.
  • Gestão profissional: há um profissional capacitado para administrar a carteira e, assim, você não se preocupar com comprar e vender aplicações.
  • Aporte mínimo: você pode comprar cotas a partir de R$ 500 e se tornar um investidor de várias aplicações em renda fixa.
  • Igualdade: os rendimentos são distribuídos de forma igual e proporcional ao número de cotas entre os cotistas.

Desvantagens

  • Composição: você não pode alterar a composição do fundo. Apenas o gestor pode vender e comprar os ativos.
  • Come-cotas: como há tributação do IR (Imposto de Renda) em maio e novembro, você perde algumas cotas do seu investimento.
  • Taxas: há diversas taxas que incidem sobre os fundos, como IR, IOF e taxa de administração. Nos próximos tópicos, você saberá com mais detalhes.
  • Garantia: o fundo de renda fixa não é coberto pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).
  • Crédito: há riscos altos caso a instituição emissora tenha risco de crédito.

Quando Vale a Pena Investir em Fundo de Renda Fixa?

O fundo de renda fixa pode ser uma boa opção caso você esteja iniciando como investidor, ainda não conhece a dinâmica do mercado e quer se expor aos ativos correndo um risco menor.

Carteiras com muitas aplicações exigem muito tempo. Se você tem uma vida muito agitada, os fundos podem ser uma boa escolha, pois são administrados por gestores. Você apenas se preocupa com a rentabilidade do investimento.

Este tipo de investimento também é indicado se você possui pequenas reservas e quer investir em vários produtos de renda fixa. Com os fundos, você terá títulos públicos, privados e derivativos gastando pouco.

Se seu objetivo é obter rentabilidade acima do CDI com riscos baixos, os fundos em renda fixa também podem ser uma boa opção, principalmente se você está investindo no curto prazo.

Note que os fundos de renda fixa podem ser uma escolha atrativa para atender a diversos investidores. Cabe a você analisar seus objetivos e prazos ao investir.

Fundo de Renda Fixa, Poupança ou Tesouro Direto

Escolher entre fundo de renda fixa, poupança ou Tesouro Direto depende dos seus objetivos financeiros e do seu perfil de investidor.

Independente disso, o rendimento da poupança tende a ser o mais baixo deles.

Cada um desses investimentos possui uma finalidade bem específica. Para definir qual é o ativo mais adequado para você, é importante levar em consideração os seguintes critérios:

  • Aporte inicial 
  • Tempo e forma de resgate
  • Formas de gestão (no caso dos fundos de renda fixa)

Além disso, é importante que você conheça as vantagens e desvantagens de cada um deles, além das atreladas a um fundo de renda fixa, a fim de saber qual se encaixa melhor na construção do seu patrimônio. 

Tesouro Direto

As vantagens de investir em Tesouro Direto são:

  • Liquidez de 1 dia
  • Possui baixo risco
  • Apresenta a possibilidade de investimento em índices importantes da economia (Selic e IPCA)
  • É possível ganhar dinheiro com a venda antecipada (títulos de longo prazo)
  • Os títulos podem ser utilizados como garantia para investimentos em renda variável, como mercado futuro e mini contratos
  • Investimento inicial baixo (a partir de R$100)
  • Possibilidade de montar uma carteira de títulos
  • Rendimento próximo de 100% do CDI

Desvantagens:

  • Possui algumas taxas e tributos
  • A precificação é determinada pelo mercado (pode render negativamente em caso de resgate antecipado de títulos de longo prazo)

Poupança

As vantagens de investir na poupança são:

  • Resgate a qualquer momento (sempre levando em consideração que existe o aniversário da poupança, e que a rentabilidade não é diária) 
  • A aplicação inicial é a partir de R$ 1
  • Alguns bancos oferecem um rendimento extra
  • Não há impostos e taxas

Desvantagens:

  • Rentabilidade baixa
  • Você precisa respeitar a data do aniversário da aplicação para não perder os rendimentos do mês
  • O ganho real (com a inflação descontada) pode ser negativo 

Como Investir em Fundos de Renda Fixa – 5 Passos

Agora que você já sabe como funciona o fundo de renda fixa, vamos mostrar de maneira ilustrativa como é simples adquirir as suas cotas aqui na Rico para você começar hoje mesmo!

1. Crie uma conta na Rico

Investindo pela Rico, você terá à disposição os melhores fundos de renda fixa do mercado. E também todo o suporte da nossa equipe para que você faça o seu melhor investimento.

Para fazer o seu cadastro aqui na Rico é muito simples, basta criar um login e senha e inserir seus dados pessoais como nome e CPF. Além de simples, é 100% grátis.

2. Transfira dinheiro para a sua conta

Antes de comprar as cotas, você deve transferir a quantidade desejada para a aplicação, por meio de TED, da sua conta bancária para a sua conta da corretora de mesma titularidade.

3. Escolha o seu fundo de renda fixa

Esta é a etapa mais importante. É onde você vai definir o rumo do seu dinheiro. Então, reserve algum tempo para efetuar esta operação. Selecionando e simulando quantas vezes quiser.

Selecione a aba fundo de investimento e marque apenas a caixinha Renda Fixa, como na imagem abaixo.

A ordem dos fundos é você que define, podendo selecionar por risco, rentabilidades e aplicação mínima. São várias opções de fundos de renda fixa, cada um com sua finalidade específica.

4. Analisando o fundo

Clique sobre o fundo desejado, onde abrirá a guia com todas as informações necessárias para ajudar na sua escolha. Você pode acessar os materiais de divulgação e o regulamento com dados mais detalhados sobre o investimento.

Na mesma tela, há o comparador de rentabilidade, igual ao que usamos no tópico sobre rentabilidade, mostrando a performance do fundo de renda fixa em relação ao CDI. Sinta-se à vontade para simular o seu investimento!

Antes de investir, verifique na tela as taxas que incidem e os períodos indicados pelo fundo. É extremamente importante fazer este planejamento financeiro em relação ao seu dinheiro.

5. Adquirindo a aplicação

Depois de ter analisado e escolhido o melhor fundo de renda fixa, chegou a hora de adquirir as cotas. Vá em Aplicar. Abrirá a janela de aplicação.

Primeiro leia o termo disponível sobre o fundo, e aceitando as cláusulas, digite o valor desejado para o seu investimento e clique em Aplicar.

Perfeito! Você acaba de adquirir o seu fundo de renda fixa. Rumo à multiplicação do seu patrimônio, fazendo o seu dinheiro trabalhar por você!

Custos e Taxas dos Fundos de Renda Fixa

Como você viu nas simulações acima, há tributações sobre os fundos de renda fixa. Antes de investir, você deve conhecer quais são estas taxas e como são cobradas.

IOF

É o Imposto sobre Operações Financeiras. Essa taxa incide sobre as suas cotas nos primeiros 30 dias do investimento. Caso você resgate o valor neste período, a rentabilidade sofrerá esta cobrança.

Imposto de Renda

O IR é cobrado de forma regressiva, isto é, quanto maior o tempo de investimento, menor será a alíquota sobre os seus rendimentos. Na tabela abaixo, confira a tributação do IR:

Prazo

Alíquota (%)

Até 180 dias

22,5

De 181 a 360 dias

20,0

De 361 a 720 dias

17,5

Acima de 720 dias

15,0

Tabela regressiva do Imposto de Renda – Fonte: Receita Federal

Este imposto é cobrado pela Receita Federal de forma automática nos meses de maio novembro, incidindo apenas sobre o valor dos rendimentos.

Taxa de administração

Cada fundo possui uma taxa de administração diferente. É uma cobrança anual, referente à administração do fundo.

Essa taxa é destinada ao pagamento do gestor, estrutura e instituição emissora do fundo.

Taxa de performance

É a taxa cobrada sobre os rendimentos quando o fundo apresenta rentabilidade acima da meta estipulada. Isto é, quando ele supera o benchmark. Porém, existem fundos que não cobram esta taxa.

Conclusão

O fundo de renda fixa é uma cesta de produtos com cerca de 80% em títulos públicos e a sua rentabilidade é comparada ao CDI.

Este tipo de investimento é indicado para iniciantes e também para aqueles que querem diversificar com pouco dinheiro, mantendo o baixo risco da renda fixa.

Para investir, são apenas 5 passos e você pode adquirir cotas a partir de R$ 500,00.

Há um gestor especializado que controla diariamente a composição de cada carteira por meio da venda e compra de ativos.

A taxa de administração anual pode variar. Além desta taxa, são cobrados o IR e o IOF, podendo também existir uma taxa de performance.

Ao escolher o fundo de renda fixa, você também precisa analisar os efeitos das tributações na sua rentabilidade usando o nosso simulador.

Lembrando que, os fundos de investimento não possuem garantia do FGC. Então, é essencial que você escolha uma corretora de confiança como a Rico, que oferece os melhores e mais seguros fundos de renda fixa do mercado.

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