• Já falamos do NASD11 aqui, o primeiro ETF que replica o índice de ações da Nasdaq na América Latina
  • Mas o que não falamos ainda (até aqui): Trend Imobiliário Americano, que dá acesso ao setor imobiliários dos EUA a partir de 100 reais
  • Ah, e teve gestora nova aparecendo no mercado com um time bem experiente: WHG, com fundos que focam em investimentos fora do Brasil
  • Confira as novidades da plataforma da Rico!

Uma vez por mês nós trazemos as principais novidades da plataforma da Rico aqui no Rico Matinal. Porém, hoje vou usar a licença poética de trazer uma novidade nem tão nova assim, mas que não demos o devido palco — até aqui.

Nossos(as) 13 leitores(as) que não perdem nem um RM acompanharam o lançamento do NASD11, o primeiro ETF do índice americano Nasdaq na América Latina. A nossa querida Paula Zogbuy não só fez um texto falando tudo sobre, como também teve o privilégio de tocar o sino do início das negociações na B3. Até por isso, não vou me estender muito nesse assunto — para ler é só clicar aqui.

Os holofotes ficarão com uma novidade pouca falada, mas que pode interessar muito(a) investidor(a) por aí…

Sua casa em Orlando por 100 reais

Eu não sei como é na casa de vocês, mas o sonho dos meus véios sempre foi conquistar uma casinha de campo ou veraneio. Como a gente sempre esteve meio longe de realizá-lo, a localização da tal casa acabou virando uma piada na mesa de almoço do domingo, cada hora em um lugar novo.

Ah, e sempre tinha aquelas influências de conhecidos que apareciam com ideias malucas sobre a possível casa de férias. A que mais me marcou foi quando ofereceram um lote num condomínio em Orlando, a terra do Mickey Mouse nos EUA (nem preciso dizer o porquê marcou tanto o mini Collazo).

Com o tempo (e a falta de dinheiro) essa brincadeira foi sendo esquecida, mas eu queria muito que ela rolasse ainda para falar: “Sabia que vocês podem ter imóveis nos EUA com 100 reais?”. Imagina a cara deles? Deve ter ficado parecida com a sua lendo agora…

Claro, não são os imóveis literalmente, mas sim um fundo que replica um índice de fundos imobiliários nos EUA. Se eu falasse isso na mesa de almoço, ninguém entenderia, então deixa eu explicar melhor:

O Vanguard Real Estate ETF, fundo negociado nos EUA, replica um índice chamado MSCI US Investable Market Real Estate 25/50 Index. Basicamente, dentro desse fundo existem mais de 180 papéis, entre REITs (os fundos imobiliários nos EUA) e ações de empresas que compram prédios, hotéis e outros tipos de propriedades.

Isso significa que, ao investir nesse ETF, com uma única aplicação, você tem participação em todos esses ativos de uma só vez. Atualmente, as 10 maiores posições do fundo, que representam mais de 48% da sua carteira, são:

  • Vanguard Real Estate II Index Fund
  • American Tower Corp.
  • Crown Castle International Corp.
  • Prologis Inc.
  • Equinix Inc.
  • Digital Realty Trust Inc.
  • SBA Communications Corp.
  • Public Storage
  • Equity Residential
  • AvalonBay Communities Inc.

Ué, mas se esse fundo é negociado fora do Brasil, vou precisar ter uma conta internacional né? Esse seria uma pergunta no almoço com certeza, e a resposta á: não! Com o fundo Trend Imobiliário Americano você acessa esse ETF, sem exposição cambial (ou seja, sem se preocupar com a variação do dólar), a partir de 100 reais, com uma taxa de administração anual de 0,5% ao ano, na sua conta da Rico.

Se você gosta do tema, como a minha família e a brincadeira da casa de férias em Orlando, agora você tem um caminho bem democrático para investir…

E as novidades não param por aí! Para os investidores qualificados (com R$ 1 milhão ou mais em aplicações financeiras), uma gestora nova brasileira pinta na área: a WHG, formada por uma mescla de ex-membros de grandes gestoras, como BW Investimentos e Verde Asset.

Por mais que seja uma gestora brazuca, depois da reunião que eu fiz com eles deu para sentir que a preferência nos investimentos são fora daqui. A gestora se mostrou bem otimista com posições fora do Brasil, inclusive no mercado americano, que tem sido polêmico pelo nível de preços mais elevados em que as ações estão sendo negociadas por lá.

A casa vem com 2 produtos para o varejo brasileiro: o WHG Global Opportunities (também em reais), um frundo dedicado ao investimento em ações globais, e o WHG Retorno Absoluto, que mescla a filosofia de investimento em ações para longo prazo com também outros investimentos para equilibrar a carteira (Long Biased). Todos já estão disponíveis na Rico.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

  • Voltamos à vibe do ensino médio (ou até superior) para fazer uma revisão… Mas não da matéria que cai na prova
  • Revisamos nossas perspectivas para o PIB, as contas públicas, o dólar, a inflação e até a Selic
  • Basicamente: a economia deve subir mais, assim como a inflação e a Selic, mas o dólar deve baratear além do esperado
  • Sim, falamos em inflação ainda mais alta, mas também trazemos um resumão de como investir para se proteger disso. Se fôssemos professoras, cobraríamos isso na prova

“Prof, hoje é a última aula antes da prova! Faz aquela revisão maravilhosa, vai…!”

“Ok, ok. Vamos usar os últimos 20 minutos, mas primeiro terá matéria nova!”.

“Cai na prova?”

“Não. Mas é importante”.

“Ok” – respondia eu, enquanto voltava a ler em baixo da mesa o capítulo que cairia na prova.  

Pense em seus anos de escola. Não importa há quanto tempo isso tenha sido, tenho certeza que você vai lembrar de um diálogo como esse. De um lado, um(a) professor(a), que lutava para que seus alunos(as) tivessem estudado um pouquinho por dia ao longo dos últimos meses. Do outro, os alunos, que, sem ter feito nada disso, ansiavam por aquela salvadora revisão da matéria “que caía na prova”.

Pois bem. Agora que você lembrou dessa revisão, no sentido de resumo, de lembrança, pense em um outro significado dessa mesma palavra – para me ajudar na conexão de ideias, vamos lá! Segundo o dicionário Michaelis, temos algumas:

  1. Ato ou efeito de rever ou de revisar;
  2. Releitura minuciosa de um texto; nova leitura;
  3. Ato de recordar uma matéria anteriormente estudada, porém de maneira breve; recapitulação, recordação.

Bingo! Vamos de “releitura minuciosa, nova leitura”. Agora incorpore à tarefa de desenhar cenários macroeconômicos, e voilá chegamos ao tema desse Rico Matinal: a revisão do cenário econômico doméstico para o ano. Uma releitura do que até então achávamos que ia acontecer com a economia brasileira.

Economia mais resiliente: o PIB

Como vocês já sabem, a atividade econômica foi o grande destaque dos últimos meses. Com a divulgação do resultado do PIB do primeiro trimestre (ou seja, quanto a economia brasileira cresceu entre janeiro e março deste ano), ficou ainda mais claro que a economia foi de fato mais resiliente do que muitos esperavam – tipo aquele aluno que perigava repetir, mas seguia firme e forte pro próximo ano! Mesmo com a piora da pandemia e o fim dos estímulos fiscais (como o auxílio emergencial e o programa de manutenção de emprego e renda), a atividade cresceu 1,2% no período quando comparado ao último trimestre de 2020.

Um verdadeiro mix de fatores fizeram com que chegássemos novamente ao nível pré pandemia. Famílias e empresas se adaptando à realidade pandêmica (quando possível); commodities que produzimos e exportamos bombando, e levando junto “muito além da porteira” (com indústria e serviços atrelados ao agronegócio); a poupança acumulada por famílias ao longo do ano passado, parte por receio do que vinha à frente, parte por não gastar tanto com o usual, como serviços; e finalmente, um aumento dos investimentos privados, especialmente ligados à produção, como máquinas, equipamentos, e insumos da construção civil.

Se você está pensando que “tudo isso é dado passado”, e não justifica sozinho uma revisão para o que virá no futuro, você está certo! De fato, estamos falando de janeiro a março. Porém, os dados iniciais do segundo trimestre indicam que essa resiliência seguiu, mesmo que mais fraca. Voltando ao nosso aluno, ele ouviu a revisão, passou de ano raspando, e está lá “na trave” na série seguinte.

Olhando para frente, com perspectivas mais concretas de vacinação, a confiança ganha força novamente – dos consumidores, investidores, empresários – e a normalização da atividade passa a contar também com a volta do setor de serviços, como restaurantes, cinemas e shows. Ah, os shows… #saudades #naovejoahora!

Considerando tudo isso, passamos a esperar um crescimento do PIB em 5,2% esse ano. Ou seja, a economia brasileira deve crescer pouco mais de 5% em 2021, quando comparado à 2020. Já para 2022, mantemos nossa visão de que a economia deve crescer 2%.

Situação fiscal: as contas públicas

E já que estamos na seara das notícias boas, vamos para outra inusitada revisão positiva do que esperar para o ano. As contas públicas. O famoso fiscal! Levado por uma arrecadação de impostos bastante forte de um lado (atividade econômica forte = arrecadação forte), e gastos reduzidos diante da lentidão da aprovação do orçamento de outro, a dívida pública caiu nos últimos meses. Sim, você não leu errado! Caiu de 90% do PIB em fevereiro, para 86,7% em abril.

É claro que, com a normalização do orçamento (finalmente solucionamos esse imbróglio!), os gastos vão começar a subir novamente, incluindo também as despesas com programas para conter a covid-19 também esse ano. Porém, a ajudinha dada pela alta dos preços deve continuar.

O que ocorre é que o aumento dos preços é um bom aliado de curto prazo para as contas públicas, pois eleva o PIB Nominal (aquela parte de baixo da equação dívida/PIB), além de também dar uma bombada nos impostos pagos, especialmente aqueles ligados ao produtor.

Para se ter uma ideia, o índice que é composto majoritariamente por preços no atacado (IGP-M) acumula alta de 37% nos últimos doze meses! Pagando insumos com alta de 37% ao ano, o bonde da inflação leva parte para os cofres públicos via impostos.

Com isso, melhoramos nossa projeção de dívida/PIB para o ano para 82,2% do PIB – uma melhora de 6,6p.p. do patamar que encerrou o ano passado (88,8% do PIB)! “Thank you very much, inflação”. Para 2022, a dívida deve retomar seu patamar ascendente, encerrando o ano em 84% do PIB. Mas ainda (bastante) longe do tão temido 100%!

How much in dollars?

Na mesma toada, mudamos também nossa projeção para a taxa de câmbio no final de 2021. Com a melhora na percepção de risco fiscal de curto prazo e as surpresas positivas na atividade, entendemos que o real tem espaço para caminhar em direção às questões estruturais – especialmente a alta das commodities. Com isso, vemos o câmbio apreciando de 5,30 para 5,10 reais por dólar em 2021 e 2022. Por que não mais? Pois eleições de 2022, meu caro leitor.

Parece até muito bom para ser verdade, não é mesmo? Mas como nem tudo são rosas, o outro lado da moeda dessa alta de preços que ajuda as contas públicas no curto prazo é a própria inflação. Aquela que corrói o poder de compra das famílias, aquela que se fora do controle tem poderes terríveis contra a economia, aquela cujo nome não podemos mencionar!

Vai ficar mais caro

Felizmente, ainda não estamos perto do patamar onde o Voldemort da economia paira sobre nossas cabeças aspirando e expirando sinais de descontrole, mas alteramos nossa projeção para o IPCA ao final deste ano para 6,4%. Porque a falta de chuvas que marca a queda dos reservatórios no país deve elevar os preços de energia no ano, pressionando ainda mais os preços (saiba mais aqui).

Onde isso vai parar? Pensaria o aluno diante de uma revisão que “só pode estar de brincadeira, porque tem mais matéria do que foi passado no mês todo!”. Calma, por aqui acaba na política monetária mesmo – nossa última revisão no cenário.

Selic para cima

Diante de preços pressionados (por commodities e pela vingança de São Pedro pelo segundo ano sem festa junina) e atividade mais forte do que o esperado, acreditamos que o Banco Central não precisa mais seguir de mansinho. Pode chegar chegando, e levar a taxa Selic para seu patamar neutro logo ao final desse ano – atingindo 6,5% (ao invés de dar uma paradinha para sentir a “vibe do mercado” no final do ano, aos 5,5%). A elevação deverá ser o suficiente para arrefecer pressões de expectativas, e o IPCA deve terminar 2022 em 3,8%.

Ufa! Acabou?

Quase! Como uma boa revisão, é importante que tudo seja coberto! Então vamos aos riscos. Como para todo cenário, os riscos de não materialização de nossa revisão positiva existem, e devem ser monitorados de perto.

No caso, vale destacar o progresso da vacinação em massa, que pode sofrer atrasos e mudanças, além do próprio impacto da inflação alta sobre o consumo das famílias, e o risco de que a situação hídrica evolua para uma crise de racionamento agudo – o famoso “apagão”. Por ora, acreditamos que esses riscos são baixos, mas assim como aquela questão que sempre achávamos que não ia cair na prova – vale ficar de olho!

“Não apaga a lousa…. Droga! Alguém pegou o final?”

Inflação mais alta? Calma, não “priemos cânico”

*Por Paula Zogbi

Sabemos que o aumento dos preços machuca o seu bolso, mas é importante lembrar que existem investimentos capazes de proteger as suas finanças desse efeito. Vamos a eles?

1. Ações. Você talvez já tenha visto nossa lista de ações e BDRs que têm uma correlação positiva com a alta da inflação, certo? Se não viu, clique aqui para conhecer os papéis que tendem a subir ainda mais em períodos de preços subindo forte.

Fora isso, vale lembrar que empresas de qualidade são, em geral, capazes de repassar as altas dos preços aos seus produtos e serviços. Com isso, a receita dessas empresas cresce, assim como os seus dividendos e o preço justo das suas ações. A Bolsa, que é composta aqui no Brasil pelas empresas que são líderes em seus setores, tem uma performance histórica de IGP-DI +6,3% ao ano desde 1968!

2. Renda fixa. Existem investimentos em renda fixa que pagam juros indexados à inflação. No Tesouro Direto, eles são chamados de Tesouro IPCA + ou NTN-B. Já na renda fixa de emissão privada, você encontra esse tipo de remuneração em títulos bancários e Debêntures, por exemplo. Com esses papéis, você garante o recebimento de um juro que corresponde a todo o aumento dos preços no período (geralmente medido pelo IPCA) mais uma taxa, acima desse aumento, já conhecida no momento da compra.

E os outros títulos de renda fixa? Bom, os pré-fixados costumam se desvalorizar em momentos de alta da inflação acima do esperado, conforme explicamos nesse vídeo. Já os pós-fixados são mais seguros, mas não necessariamente protegem da inflação.

3. Fundos Imobiliários. Nos FIIs “de tijolo”, ou seja, aqueles que são proprietários de imóveis físicos, muitos contratos de aluguel são indexados à inflação (ou seja, os aluguéis pagos pelos inquilinos sobem junto com o IPCA ou o IGP-M) — isso leva a proventos mais altos. A inflação também pode fazer com que os preços dos imóveis suba e as cotas negociáveis dos fundos valorizem. Já nos fundos de papel, que investem em dívida imobiliária, os juros pagos por esses investimentos também crescem, em muitos casos, junto com a inflação. Saiba mais nesse texto.

4. Ativos reais. Momentos de inflação em alta tendem a ser, também, momentos de altas dos preços das commodities. Com muito dinheiro em circulação na economia, a reabertura e um momento desafiador para a oferta, itens como petróleo, minério de ferro, cobre, ouro, soja e outras commodities podem ser uma outra forma de se proteger. É possível investir via empresas de commodities, mercado de futuros ou via fundos, como o Trend Commodities.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

*Por Rachel de Sá, nova Chefe de Economia da Rico.

  • Prazer, sou a Rachel de Sá. Entre tantas coisas, sou filha, noiva, tia, cunhada, amiga, amante de cinema, de música, de podcasts, de esportes, de impressionistas, de Londres, de cachoeiras, bicicleta, chocolate, feijoada, cerveja, festas, livros e praia.
  • Meu papel? Fazer o que amo: falar de maneira simples e direta sobre economia, mostrando que temas como PIB, câmbio e taxa de juros não precisam ser complicados ou chatos.
  • Vem me conhecer melhor nesse Insight!

01 de junho, dia em que escrevo para esse meu espaço preferido, o Rico Matinal. Hoje acordei meio ansiosa. Muita coisa na cabeça, relatório de revisão de cenário para sair, contas públicas melhorando, PIB do primeiro trimestre para ser divulgado com o galo cantando… A que horas eu conseguiria sair para correr? Complicado, bateu aquele desespero de começo de manhã. Foi quando, do nada, me peguei pensando em um filme que eu amo: Mais Estranho que a Ficção.

Depois de arrumar alguns gráficos que minha desatenção do dia anterior fez esquecer de adicionar legendas e trocar os eixos, as mensagens pulando no WhatsApp fizeram eu tocar do que estava acontecendo: era o dia da minha apresentação como nova Chefe de Economia da Rico! Logo, a ansiedade deu lugar à empolgação, e novamente veio o filme à minha cabeça.

Mais do que o filme, era uma fala, uma frase específica: “little did he know“… Para quem assistiu ao filme, não se preocupem, eu não anteciparei nenhum final trágico a minha existência nesse momento. E sim, pegarei emprestado somente essa primeira parte tão incrível da fala, em que a narradora diz: “Pouco sabia ele que…”.

Quando meu dia começou, foi de fato essa reflexão que me veio à mente. Pouco sabia eu…que um dia estaria dando esse passo incrível, que chegaria onde estou! Que as voltas malucas que dei até aqui, e as escolhas que fiz ao longo da minha vida acadêmica, profissional e pessoal me trariam para o lugar certo, na hora certa, como a pessoa certa.

Agora, você deve estar se perguntando: mas quem raios é você, que lugar é esse, e por que eu lá eu vou assistir a esse filme nada a ver? Começando pela pergunta mais difícil: entre tantos filmes novos, por que assistir esse de 2006? De fato, não sei o que te dizer. Porque é divertido e autêntico? Porque estrela Will Ferrell, Emma Thompson e Dustin Hoffman? Acho que está justo!

Bom, agora que te convenci sobre a questão mais complicada, vamos às mais simples! Prazer, sou a Rachel de Sá. Entre tantas coisas, sou filha, noiva, tia, cunhada, amiga, amante de cinema, de música, de podcasts, de esportes, de impressionistas, de Londres, de cachoeiras, bicicleta, chocolate, feijoada, cerveja, festas, livros e praia.

Ah, sou bastante nerd também, gosto de estudar. Tenho dois mestrados, um pela London School of Economics em Economia Política Internacional, outro em Economia pelo IDP. Já estudei na Sciences-Po Paris, e sou graduada pela PUC-SP. Amo teatro. Já fiz parte de um coral de música clássica, algumas peças de teatro, e trabalhei como economista sênior e gerente de políticas públicas no governo do Reino Unido no Brasil por 5 anos, além de nas consultorias Control Risks e Economist Intelligence Unit. Sou também uma das fundadoras do portal Terraço Econômico.

Agora, chega de mim! Vamos ao que interessa: por que vos escrevo, e o que vim fazer aqui?

Hoje, tenho a honra e o prazer de dizer que vos escrevo pela primeira vez como parte desse incrível time de conteúdos da Rico. Meu papel? Fazer o que amo: falar de maneira simples e direta sobre economia, mostrando que temas como PIB, câmbio e taxa de juros não precisam ser complicados ou chatos – e que podem sim ser acompanhados de belas pitadas de bom humor e praticidade. E claro, que eles importam para os seus investimentos. Muitas vezes, mais do que você imagina.

Por que? Para que, assim como em um jogo de vôlei, eu possa levantar a bola bem redondinha sobre o que está acontecendo no Brasil e no mundo, e o time da Rico possa cortar em cheio com a análise de como tudo isso impacta os seus investimentos!

Se eu soubesse jogar vôlei, daria um vídeo bom hein? Mas tudo bem. Por enquanto, eu me contentarei com a bola metafórica da economia mesmo, porque ao que tudo indica terei um prato cheio para trazer muito conteúdo simples, descomplicado, e claro, muito rico, para todos vocês — caros 13 leitores.

Então é isso! Espero vocês por aqui, e por todos os outros cantos onde me comprometo a trazer economia para o dia a dia de cada um, e para o novo mundo dos investimentos!

Mal sabiam eles tudo o que lhes aguardava… 😉

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

  • Quando o assunto é a “cobra” inflação, escutamos “é mentira” faz tempo no mundo desenvolvido
  • Porém, dessa vez a história pode mudar, ainda mais com a globalização e a politica fiscal responsável em cheque em boa parte do mundo
  • O problema é que o Fed (Banco Central americano) pode perceber isso tarde demais e precisar virar a mão com força na taxa de juros nos EUA
  • Pensando nisso, entenda como investir em junho!

Leia também nossas recomendações detalhadas para perfis conservadores, moderados e agressivos.

Ontem, a nossa querida Paula “Zogbuy”, com a ajuda da maravilhosa Rachel de Sá, abriram alas para o De Olho no Mercado do mês de junho deste ano, com o clássico ‘5 pontos de atenção para investir no mês’.

Falando sobre clássicos juninos, eu comentei com as meninas que estudei em colégio de freira, mais precisamente no Regina Mundi da avenida Anchieta aqui em São Paulo. A festa junina era uma tradição na escola, as salas competiam entre si e a apresentação de dança no dia da festa era a que valia mais pontos.

Uma vez ao ano, escutava aquela frase clássica “olha a cobra! É mentira…”. Confesso que eu não entendia muito bem por que a gente pulava nessa hora e na sequência mudava o sentido da roda, mas olhando para a situação do mercado financeiro hoje, até que faz sentido…

Para nós brasileiros isso soa muito estranho, eu sei, mas lá fora no mundo desenvolvido a inflação deu as caras assim como a cobra na roda de dança junina: até assustou algumas vezes, mas a verdade é que, desde 1980, sua menção poderia ser acompanhada de um “é mentira”. O motivo dessa inflação tão persistentemente baixa é debatido em muita sala de faculdade por aí, mas, em resumo, pode-se falar numa mistura, em graus diferentes, de responsabilidade fiscal, banco central independente, evolução tecnológica constante, globalização e menor poder de barganha da força de trabalho.

O que nos deixa preocupado é: essa cobra que era mentira até hoje pode se tornar verdade. O motivo: parte desses pilares vem ruindo.

Acho importante darmos ênfase aqui aos dois pilares que mais nos preocupam até então: Globalização e Política fiscal responsável.

  • Biden, o “Lupin” americano: falamos sobre isso no começo do ano. Donald Trump, presidente passados dos EUA, tinha uma visão conflituosa a respeito das relações internacionais, principalmente com a China. Com a eleição de Joe Biden, muitos acharam que isso passaria quando houvesse uma troca no comando da presidência americana, mas isso não ocorreu.
  • Injeta dinheiro aí, depois a gente vê: assim como no Brasil, auxílios emergenciais foram regra no mundo desenvolvido com as economias em estado de quarentena. Entretanto, mesmo com parte do mundo em processo de reabertura, essa política expansionista continua, para tentar aliviar o problema das populações. Para isso, os estados estão se endividando, e assim vamos perdendo mais um dos pilares que mantinham a inflação sob controle.

E como preparar seu bolso?

Não somos os únicos que começam a ver essa cobra. Muitos temem, inclusive, que o Federal Reserve (o Fed – Banco Central dos Estados Unidos) demore a reagir a uma inflação mais alta, imaginando que ainda está no ritmo da quadrilha junina. Se isso ocorrer, em algum momento do futuro eles terão que reagir com mais força para controlar as expectativas futuras de inflação, subindo os juros com maior velocidade.

Já começa a ficar mais claro, por exemplo, que o Fed provavelmente terá que reduzir suas compras de ativos ainda em 2021, algo que seus diretores vinham se mostrando reticentes em fazer.

Compra de ativos? Quantitative Easing (QE, lê-se ‘kiwi’): é o ato do Banco Central realizar a compra de ativos a mercado, para controle de preços, ajudar na liquidez do sistema (facilidade de compra e venda).

Nas carteiras, isso faz com que tenhamos mais cautela especialmente no espaço de renda fixa global, que já é hoje uma posição bem menor do que no passado. Ativos que dependem dessa expectativa de taxas de juros futuras também podem sofrer no Brasil, se o mundo caminhar para um equilíbrio de juros mais altos.

Com a fogueira junina acesa, o que fizemos: aumentamos a parcela de investimentos indexados à inflação nas nossas carteiras, não somente para nos protegermos no médio prazo desse movimento de alta nos preços, como também para nos beneficiarmos de uma melhora no cenário de dívida brasileira (saiba mais sobre esse movimento neste texto).

Além disso, incluímos uma posição de bolsas europeias no nosso mix de renda variável internacional. Já achávamos que a bolsa americana não estava num patamar de preço que seja considerado uma “pechincha”, agora, com esse risco maior de inflação e do Fed perceber que não “e mentira…” tarde demais, ficamos ainda mais preocupados com uma exposição muito elevada aos EUA. Para manter o mix global de ações sem concentração excessiva nos EUA, diversificamos na Europa, que hoje está em patamares mais atraentes e finalmente avançando com sucesso na vacinação.

Ah, as demais classes seguem sem grandes alterações. Inclusive a bolsa brasileira, que, para nós, é uma das mais atrativas do mundo em termos de preço.

Leia também nossas recomendações detalhadas para perfis conservadores, moderados e agressivos.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

Como falamos no nosso último De Olho No Mercado, a falta de chuvas é uma das preocupações para o mercado em junho de 2021. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível dos reservatórios do país está em 44% da média histórica (bem abaixo dos 60% em maio de 2020, momento em que a situação já estava preocupante).

Menos chuvas significa energia mais cara, o que também encarece o custo de produção das empresas e pressiona a inflação, o Voldemort da economia. Olhando para frente, a tendência é de piora no nível dos reservatórios nos próximos meses. Sazonalmente, é normal o armazenamento diminuir entre maio e outubro, enquanto que a recuperação do nível é esperada para iniciar em outubro, com o início do período chuvoso.

E minhas ações com isso?

Historicamente, ações do setor de Energia são consideradas resilientes. Cinco delas compõem nossa lista de 10 ações “No Stress”, papéis que têm volatilidade abaixo da média (para conhecer a lista completa, clique aqui).

Mas a situação atual pode afetar essas empresas, principalmente no segmento de geração de energia, como aponta a analista da XP no setor Maíra Maldonado, especialmente os nomes que possuem maior participação hídrica no seu portfólio.

“Com o declínio dos níveis dos reservatórios, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) autoriza o despacho de usinas termelétricas para garantir a segurança energética do país. Como consequência, a geração das usinas hidrelétricas é reduzida com objetivo de desacelerar o esgotamento dos reservatórios durante o período seco. Com isso, as geradoras podem precisar comprar energia no mercado de curto prazo, para honrar com seus contratos. No entanto, a compra dessa energia ocorre em um momento em que a mesma tem preços elevados como resultado do acionamento das usinas termelétricas, que, por sua vez, são mais caras.”

Maíra Maldonado, analista de Energia e Petróleo & Gás da XP

No relatório, ela explica que as companhias de distribuição, são afetadas em um segundo estágio da escassez hídrica, a partir do momento em que há um racionamento de energia (que não é o cenário base da XP no momento). “Com o racionamento, os volumes de energia vendidos são reduzidos, o que impacta nas receitas das distribuidoras, a exemplo do que ocorreu em dezembro de 2014”, explica a analista.

Por fim, o segmento menos impactado deverá ser o de transmissão, por suas receitas serem totalmente reguladas, ou seja, tanto tarifas quanto volumes não serem vinculadas à demanda de energia.

Mesmo esperando uma pressão nos resultados de curto prazo das empresas com maior exposição ao risco hídrico (AES Brasil e Cesp), a XP manteve inalterada a recomendação de Compra e preços alvos de R$36/ação para CESP6 e R$18/ação para AESB3, por duas razões: (i) baixa visibilidade do risco se prolongar no logo prazo, dado que o nível total de contratação do portfólio das empresas diminui ao longo dos anos (figura 5); e (ii) um risco-retorno atrativo nos preços atuais, lembrando que parte do risco de curto prazo parece ter sido precificado pelo mercado (AESB -14,1% e CESP6 -9,4% YTD* vs. +5,5% IBOV).

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Clique aqui para ler o relatório completo e saber mais sobre as ações do setor nesse cenário.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

*Com Rachel de Sá

  • Terceira onda? Como o Brasil (e o mundo) estão com relação à pandemia
  • Commodities: da expectativa de superciclo à interferência chinesa
  • Inflação: dados em maio chacoalharam as perspectivas sobre um ataque do Voldemort da economia
  • Reformas: podemos esperar mudanças no Brasil?
  • Volatilidade: as ações brasileiras “no stress”, que protegem sua carteira de cenários incertos

Estamos entrando no 16º mês de pandemia de Covid-19 (mais um triste junho sem festas juninas), e como anda o mercado financeiro nesse cenário? Nesse Insight, listamos os 5 pontos de atenção para você investir melhor no mês do vinho quente. Não perca nos próximos dias as nossas carteiras recomendadas por perfis de investidores.

Leia também nossas recomendações detalhadas para perfis conservadores, moderados e agressivos.

1. Terceira onda no Brasil? O avanço da vacinação aqui e no mundo

Como falamos mês passado, já é possível observar reação das bolsas de valores ao redor do mundo ao avanço da vacinação contra a Covid-19. Em muitos lugares, já seria possível comemorar o São João (se essa tradição não fosse totalmente brazuca), e as bolsas refletem isso. Abaixo, atualizamos o gráfico que mostra a relação entre o ritmo da vacinação nas principais regiões do mundo, a porcentagem da população vacinada (representada pelo tamanho das bolhas) e a performance de cada mercado até agora no ano.

Fonte: Our World in Data, Bloomberg, Rico Investimentos
*Porcentagem da população que recebeu pelo menos uma dose da vacina

Olha a vacina! É mentira… No Brasil, o ritmo da vacinação precisa aumentar consideravelmente. Em 30 de maio, o total de doses administradas por 100 habitantes por dia estava em 0,43, contra 0,60 no Chile e 0,53 nos EUA, por exemplo. Isso considerando que o percentual de população completamente vacinada (com todas as doses necessárias) por aqui não chegava a 10% na data, contra 41% do Chile e 39% dos EUA. Dados publicados pelo economista-chefe da gestora Verde, Daniel Leischenring, no Brazil Journal, mostram ainda que o ritmo de imunização está mais lento que o de recebimento de novas doses no país, conforme mostra o gráfico abaixo:

Fonte: Daniel Leischenring, Brazil Journal

Com esses números e notícias de novas variantes mais agressivas da doença, já se fala em uma “terceira onda” no país, que poderia motivar novas medidas de restrição e um consequente atraso ainda maior na recuperação econômica. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, já afirmou na semana passada que possivelmente será necessário aplicar novas restrições à mobilidade.

Mesmo com esse ritmo lento para sair da situação de pandemia, há motivos capazes de sustentar uma visão positiva para a bolsa brasileira no longo prazo. Entre eles, a sustentada alta das commodities e a perspectiva de reformas estruturais, como falaremos nos próximos pontos.

2. Commodities: a China vai ‘melar’ o ciclo de altas?

Pinhão não é commodity, mas junho deve trazer bons ares para esse setor mesmo assim. No ano, o índice de commodities da Bloomberg acumula alta de 19,1%. Em 12 meses, o retorno é de +48,1%. Ao longo do mês de maio, o minério de ferro foi o grande destaque dentro dessa categoria, depois de bater US$ 273 por tonelada e posteriormente passar por alguns pregões de quedas intensas, estimuladas por posicionamentos do governo chinês.

O que a China fez? Com medo de que as altas muito intensas dos preços das commodities prejudiquem a recuperação do país (já que o nível de renda da população ainda está abaixo do que antes da crise da Covid-19), a China anunciou que passaria a punir a especulação e manipulação de mercado com commodities. A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, principal planejador econômico da China, e quatro outros reguladores convocaram os principais produtores de metais do país e os instruíram a não elevar os preços do cobre, carvão, aço e minério de ferro. Como o país é o maior consumidor de insumos como o minério de ferro e o cobre, essa regulação naturalmente faz preço no mercado como um todo.

Acabou o momento positivo das commodities? Vai ter uma queda brusca e consistente?

Apesar dessa pressão do governo chinês e da desaceleração na alta dos preços das commodities, a relação entre oferta e demanda continua desigual, da mesma forma que vimos quando o movimento de altas das commodities era considerado certo: a demanda segue forte enquanto a oferta passa por um cenário desafiador.

O que investidores devem observar agora é se: 1. ainda há espaço para os preços subirem (o que varia de produto a produto) e 2. esse controle do governo chinês vai ser mantido, aumentar ou mudar de alguma forma. Por ora, a tendência é seguirmos com preços elevados, mesmo que o movimento de forte alta tenha chegado ao fim.

E o Brasil com isso?

A bolsa brasileira (na verdade a nossa economia como um todo) tem grande potencial de se beneficiar desse ambiente, dado que nosso mercado é o mais concentrado em commodities do mundo, com 36% de exposição direta a empresas desse setor. Isso já vem se refletindo no Ibovespa que, entre abril e maio, acumula alta de 14,7% em dólares.

3. Inflação segue no radar

O tema de alta da inflação certamente seguirá no centro das atenções nos mercados globais em junho. Com commodities bombando mais do que estariam as filas pro quentão em um mês de junho que se prese, desequilíbrios ainda presentes na cadeia de produção (que pressionam ainda mais os preços), e efeitos de estímulos fiscais e monetários, os olhos ao redor do mundo seguem focados nas discussões de Bancos Centrais sobre o fim de estímulos – especialmente nos Estados Unidos.

Não esperamos que o mês conte com grandes surpresas nem do lado dos indicadores de inflação (que já incorporaram o salto do efeito base), nem do lado do comportamento dos BCs mundo afora, que devem seguir bastante cautelosos na comunicação de quando começar a reduzir a “chuva de dinheiro”. Enquanto isso, no Brasil, uma outra chuva preocupa. Ou melhor, a falta dela (pois é, São Pedro claramente descontando a falta de festas juninas).

O risco de uma crise hídrica é adicionado ao caldo de riscos inflacionários e podemos ter alguma surpresa de alta nos preços por aí (menos chuvas = energia mais cara). Mas por ora, seguimos vendo o IPCA terminando o ano em 5,4%.

Dica: Existem ações, brasileiras e estrangeiras, que não apenas protegem sua carteira da alta da inflação como se beneficiam desse movimento de aumento de preços: quanto mais a inflação sobe, mais os preços desses papéis tendem a subir. Conheça uma lista de ações e BDRs com essas características clicando aqui.

4. Reformas vêm ou não vêm?

Seguindo o clima de festa junina, o cenário político econômico em junho poderia ter como música de fundo “pula a fogueira, iaiá”. Depois de um primeiro trimestre turbulento, o mês de maio trouxe a redução da incerteza e percepção de risco político e fiscal agudos. A novela do orçamento finalmente chegou ao fim, e o foco voltou-se para o andamento de duas importante reformas estruturais: a administrativa e a tributária. Chegamos do outro lado da fogueira (queimando ali a barra da calça com remendos xadrez, mas foi)!

Adiante, temos toda a tramitação das duas reformas no Congresso, que seguirão no radar ao longo dos próximos meses. Mas são importantes primeiros passos em direção à melhora do ambiente de negócios (com a redução da complexidade tributária), e a sustentabilidade fiscal de longo prazo no país – com mudanças ao “RH do Estado”, marcado por distorções e custo crescente.

Assim, esperamos que junho seja marcado por uma percepção de risco aguda reduzida, com o andamento das reformas como um fôlego importante para seguiremos no “iaiá”.

5. Volatilidade: as ações “no stress” para ter em carteira

Em meio a tantas incertezas, uma convicção: a volatilidade da bolsa brasileira não foi embora. Antes de ter certeza dos rumos das ações precisamos endereçar todos os temas mencionados nos outros pontos de atenção — e até lá, muito provavelmente outras incertezas nascerão.

Mas dizer que o cenário é propício para a volatilidade não significa afirmar que TODAS as ações devem oscilar muito daqui para frente. Nós fizemos um estudo que mostra as ações “no stress”, aquelas cuja volatilidade é menor que a média do mercado. São papéis que não necessariamente renderão mais que os outros, mas provavelmente permitirão que você durma com mais tranquilidade, sem ter pesadelos com números vermelhos na tela.

Para conhecer as ações No Stress, clique aqui.

E assista ao De Olho No Mercado em vídeo:

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

  • O IGP-M de maio subiu 4,10%, acumulando uma alta de nada menos que 37,04% nos últimos 12 meses!
  • Alguns fundos imobiliários se beneficiam desse cenário, por terem contratos indexados à chamada “inflação do aluguel”
  • Saiba como identificar boas alternativas nesse sentido e conheça os FIIs da nossa carteira recomendada que se enquadram!

Já tivemos essa conversa no ano passado: o IGP-M, indicador normalmente usado (hoje em dia) para reajustar aluguéis, está sob uma baita pressão. Em maio, esse número deu um susto de novo na gente, ao subir 4,10% em um mês e acumular 37,04% (!!) em 12 meses, o maior nível desde o Real.

Se você tem um contrato de aluguel com correção por esse indicador e ele está para completar aniversário, renegocie JÁ! Mas também existe a possibilidade de aproveitar esse momento para turbinar seus investimentos.

Antes de começar a falar sobre isso, é legal dar um passinho para trás e entender o que é esse índice. O IGP-M é formado pela variação dos preços de bens e serviços e matérias-primas usadas na produção agrícola, industrial e construção civil. Ele é uma média ponderada da inflação ao produtor-amplo (IPA, 60%), consumidor (IPC, 30%) e construção civil (INCC, 10%).

Por conta dessa composição mais generalista, pode se diferenciar bastante da inflação ao consumidor medida pelo IPCA. Nos últimos meses, as commodities, como a soja em grão, estão entre os principais fatores de pressão para o índice. Matérias primas mais caras e a desvalorização do real ante o dólar também têm bastante “culpa” nesse movimento que impacta não só aluguéis, mas também tarifas de energia elétrica e outros contratos de serviços. Veja abaixo:

Pois bem, agora que você já sabe o que é o IGP-M e o que vem pressionando seus resultados nesses meses, é hora da notícia boa: existem investimentos que podem se beneficiar dessas altas.

No passado, a maneira mais fácil de fazer isso era através das NTN-Cs, antigos títulos do Tesouro que funcionavam de uma forma parecida com as NTN-Bs, mas com remuneração em IGP-M+, em vez de IPCA+. Ele não existe desde 2006, mas quem comprou lá atrás e segurou papéis até agora tem motivo de sobra para comemorar.

Só que eu não estou aqui para chorar sobre o leite derramado ou papéis do Tesouro não encarteirados. Mesmo hoje existem ativos e investimentos potencializados pelas altas da “inflação do aluguel”.

Como já falamos, muitos contratos de aluguel são indexados ao IGP-M, e isso inclui alguns daqueles contidos dentro dos Fundos Imobiliários – principalmente os chamados contratos atípicos. Para pincelar rapidamente: contratos típicos geralmente duram 5 anos (com revisional no meio do caminho), ao final dos quais podem ser renegociados; já os atípicos costumam ter prazos mais longos, geralmente 10 anos, com reajustes anuais indexados e sem previsão de revisionais.

Tudo isso para dizer que fundos imobiliários com grande concentração de contratos atípicos corrigidos pelo IGP-M podem ganhar uma atenção especial em momentos como o atual: contratos que completem “aniversário” em breve poderiam significar aluguéis até 37% mais “gordos” e, consequentemente, proventos mais altos.

Isso sempre levando em consideração, claro, FIIs que tenham ativos sólidos, bem localizados, com inquilinos consolidados e confiáveis – além de uma gestão de excelência. Também muito importante destacar que muitos inquilinos estão renegociando esses contratos: não dá para contar com um repasse integral.

Dentro da nossa carteira recomendada de fundos imobiliários, alguns fundos se destacam por ter concentração alta em contratos atípicos com correção pelo IGP-M.

O XPCI11 (XP Crédito Imobiliário), por exemplo, tem 8,3% dos contratos indexados ao IGP-M e 57,8% com indexação ao IPCA. O vencimento dos contratos está concentrado principalmente (81%) após 2028. Isso combinado ao risco mais baixo inerente a essa classe de FIIs (“papéis”).

Ainda no segmento de recebíveis, o RBR Rendimento High Grade (RBRR11) divulgou que tem 20% do seu patrimônio líquido atrelado ao IGP-M.

Dentre os fundos híbridos, ou seja, que investem em mais de uma classe de ativos (galpões, edifícios corporativos, shoppings, CRIs, e assim vai), o CSHG Renda Urbana (HGRU11) tem cerca de 90% da receita advinda de contratos atípicos e 19% de contratos indexados ao IGP-M. Ele também está na nossa carteira recomendada gratuita — clique aqui para acessar.

E se você quer ainda mais facilidade para gerenciar seus investimentos em FIIs, conheça a Análise Mensal de FIIs, que está com 20% de desconto até 31/05!

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

  • Para os bancos, a PDD é uma forma de dormir com mais tranquilidade à noite.
  • Em 2020, as instituições investiram em colchões moles demais, aumentando consideravelmente as provisões; no fim das contas, a inadimplência veio abaixo dessa expectativa.
  • Com a situação de inadimplência controlada, você pode ter mais segurança para emprestar também.

Acabamos de entrar em um ciclo de alta da Selic, mas você lembra por que ela chegou a 2% no ano passado?

Dentre as medidas tomadas pelo Governo e pelo Banco Central para reduzir os impactos negativos da pandemia e das restrições que ela trouxe, uma foi reduzir a taxa básica de juros de 4,5% no começo de 2020 para menos da metade disso até o final do ano, a fim de estimular a atividade econômica.

A carteira de crédito dos bancos, de acordo com dados do Sistema Financeiro Nacional (SFN), cresceu em 2020. Com isso, e a dificuldade da situação da pandemia, os bancos investiram em ‘colchões’ bem parrudos para evitar problemas com eventuais calotes (mais para frente nesse texto você vai entender isso melhor). Mas, ao contrário do esperado em momentos de turbulência, a inadimplência não explodiu e a situação dos bancos que emprestam dinheiro continua controlada.

Como a redução na Selic facilita o acesso ao crédito?

A Selic baixa deixa a captação de recursos mais barata para os bancos, seja através de investimentos de terceiros em títulos da instituição (como CDBs) ou pela poupança. Se a taxa básica cai, o banco tem que remunerar menos o investidor para “convencê-lo” a investir ali, já que a taxa paga geralmente é atrelada à Selic.

Com isso, é possível dar crédito para as empresas e pessoas com preços mais baixos e, portanto, mais atrativos já que, geralmente, redução na taxa básica resulta em redução na taxa dos empréstimos feitos na ponta também.

Os resultados foram positivos, e hoje as carteiras dos grandes bancos têm baixa inadimplência mesmo com o crescimento recente. Contudo, é importante acompanhar até onde estes estímulos impactam a qualidade de crédito dos bancos, uma vez que eles vêm sendo retirados aos poucos ou deixando de surtir efeito.

PDD x inadimplência

Do outro lado, quando você pega dinheiro emprestado, a instituição pensa numa maneira de você pagar de volta — pode ser em parcelas, pode ser tudo de uma vez depois de algum tempo com juros. Se você não devolve, fica inadimplente ou, no jargão financeiro, entra em default.

Os bancos sabem que muitas pessoas podem não conseguir cumprir suas obrigações, então eles têm uma reserva de dinheiro para cobrir eventuais perdas por não-pagamento: a famosa PDD, ou provisão para créditos de liquidação duvidosa.

Essa reserva entra direto no balanço dos bancos, penalizando o lucro, e por isso deve ser construída de forma certeira: nem muito acima, nem abaixo do necessário. É tipo escolher um colchão: se for mole demais (aqui, PDD muito alta), pode fazer mal para as suas costas. Duro demais, não vai ser confortável.

Através de modelos estatísticos e regras que estabelecem o risco de cada contrato e cliente, a concessão de crédito é construída para que a PDD cubra as perdas, mas sem exageros que possam diminuir o lucro desnecessariamente.

Em 2020, o valor reservado para a PDD em relação à carteira de crédito dos bancos brasileiros atingiu o pico em junho, justo no pior momento da pandemia no país até então:

Ou seja, os bancos se prepararam para uma perda por inadimplência alta em em 2020 (a lógica: muita gente sem trabalhar = muita gente sem conseguir pagar empréstimos).

Mas a tempestade não veio (ou não foi tão forte):  o atraso e a inadimplência estão em patamares mínimos históricos, devido às medidas excepcionais adotadas pelas instituições, como carência maior e renegociação de dívidas, além do auxílio emergencial e programas governamentais para pequenas e médias empresas.

O colchão estava mole demais. Para 2021, com o guidance do ano e os dados já divulgados do 1º trimestre, a expectativa é de redução da PDD, retornando a patamares próximos a 2018 e 2019.

Em 2020 foi observado um incremento acima de 25% no saldo de crédito PJ, enquanto a inadimplência de grandes, médias e pequenas empresas está baixa quando comparada ao histórico.

Para pessoa física, o auxílio emergencial ajudou a manter a atividade econômica e a inadimplência mais controlada, mas existem dois pontos de atenção para os próximos meses: a renda familiar está muito comprometida, o nível de endividamento está alto e o próprio auxílio não vai durar para sempre.

Ou seja: o SFN está bem posicionado para enfrentar a crise, e parece que as provisões realizadas pelos grandes bancos ao longo de 2020 serão suficientes para segurar o impacto de um possível aumento de inadimplência nos próximos meses.

Com a Selic voltando ao ciclo de alta, os bancos voltam a remunerar melhor os investidores, e o crédito privado fica mais atrativo. Se for em uma instituição com um bom portfólio de crédito, com baixa inadimplência, melhor ainda!

Saiba mais sobre como investir em crédito privado aqui: renda fixa também dá dinheiro.

Você pode ler o relatório completo do time de renda fixa da XP aqui.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

*Por Henrique Sana, Analista de Índices e ETFs da XP

  • Ao longo de sua história, o Nasdaq 100, índice que conta com as 100 maiores empresas não-financeiras da bolsa Nasdaq, supera com folga o S&P 500, das 500 maiores empresas listadas nos EUA.
  • Na comparação com o Brasil, também existe uma grande diferença de rentabilidade.
  • Fato é que diversificar investimentos é a melhor maneira de não perder boas oportunidades nas bolsas mundialmente.
  • Conheça o primeiro ETF de Nasdaq da América Latina e saiba como investir.

Se cada índice de investimento fosse uma pessoa, o Nasdaq-100 (NDX) seria um “jovem” nascido (fundado) em 1985 que mora em NY e fez uma carteira ações em 100 empresas. O S&P500 (SPX) seria um “senhor” de 97 anos de idade nascido (fundado) em 1926 que monitorava também em 100 empresas, mas que em 1957 expandiu para 500.

“Eles” (índices) não investem diretamente em nenhuma das empresas, mas todo ano vão lá e refazem a sua carteira teórica baseada nas suas “regras” (metodologias dos índices). E muitos fundos de investimentos replicam essas carteiras através de fundos passivos e ETFs.

Outros só usam a informação das carteiras pra fins de benchmark (referência). É o famoso “mercado” que você já deve ter ouvido por aí. Aliás, se o índice sobe (ou acreditam que vai subir) falam que “o mercado está (ou fulano está) bullish” pois um touro (bull) ataca com os chifres de baixo pra cima; se o índice cai (ou acreditam que vai cair), falam “o mercado está bearish”, pois um urso (bear) ataca com as garras de cima pra baixo.

De volta ao “jovem Nasdaq-100” e o “velho SP&500”, já dá para imaginar que “eles” são bem diferentes, né?

O NDX é composto pelas 100 maiores empresas não-financeiras listadas na bolsa de valores Nasdaq. Já o SPX é composto pelas 500 maiores empresas listadas nos Estados Unidos, independente da bolsa de valores.

Apesar do que muitos acreditam, o índice da Nasdaq-100 não é composto somente por empresas de tecnologia. Empresas como Pepsi, Costco e Starbucks, por exemplo, representam o setor de Consumo, que pesa cerca de 25% no índice, enquanto o setor de Tecnologia pesa ~40%. Como os pesos do índices variam conforme as “regras” dos rebalanceamentos, podemos dizer que o  Nasdaq-100 está Tech, mas não é Tech!

Se você alguma vez já fez uma reunião/conferência usando o Zoom, ou comprou algo no Mercado Livre, ou assinou um documento virtual através do DocuSign, ou vestiu uma roupa atlética da Lululemon, então você já conhece alguns dos constituintes do Nasdaq-100.  Estas são exemplos das 23 empresas que alguém que só compra ações do índice S&P500 perderia a oportunidade de investir.

Outras 77 empresas no Nasdaq-100 também estão no S&P500, porém a primeira oferece uma exposição (peso) bem maior (de 2x a 3x na maioria das posições). Por exemplo, as ações FAAMG (Facebook, Amazon, Apple, Microsoft e Google): enquanto um investidor que replicasse o S&P 500 teria 22,1% de sua carteira nessas ações, via Nasdaq-100 tem 40,7% destas ações (ou seja: 1,9x maior exposição em FAAMG do que o S&P 500).

Mas… E daí?

Aí que esse “sobrepeso” nas 77 fazem TODA a diferença em retornos. E vale lembrar que são 77 hoje, mas nem sempre as carteiras foram iguais – elas mudam ao longo do tempo e têm características bem diferentes. Vamos ver o histórico de lucro das 100 da Nasdaq: ganharam de lavada contra os 500 da S&P desde 2003!

Fonte: NASDAQ, data-base 31/Dez/2020

Outra ótica é olhar o retorno do próprio índice. Vamos olhar um intervalo ainda mais longo… Trinta anos, que tal?

Albert Einstein certa vez disse: “Os juros compostos são a 8ª maravilha do mundo.” Pois bem: se alguém tivesse investido US$ 10 mil no Nasdaq-100 lá no começo de 1990 e segurado o investimento até Abril/2021, hoje teria US$ 620 mil! Isso mesmo: 62 vezes (14,1% a.a.) de retorno, enquanto o mesmo valor investido em S&P500 teria crescido “só” 12 vezes (8,2% a.a.).

Fonte: Morningstar Direct, retornos mensais, em USD, Price Return | Análise e Elaboração: XP

Outra perspectiva: e se você botasse US$1 todo mês e segurasse esse investimento por 12 meses? Abaixo você pode ver a representação gráfica disso (o que muitos no Condado da Faria Lima chamariam de “Janela Móvel 12 Meses”). Note que em 68% dos períodos o Nasdaq-100 rendeu mais que o S&P500. Aqui, vale lembrar que nem tudo são flores: ambos sofreram perdas na ordem de ~40% durante a Crise Global Financeira 2007/2008; e o NDX perdeu ~60% durante a Crise da Bolha Tech “.com” durante 2000/2001.

Fonte: Morningstar Direct, retornos mensais, em USD, Price Return | Análise e Elaboração: XP

E como fica se compararmos esses índices gringos de ações dos EUA em relação a ações aqui no Brasil? Aí temos que considerar 2 variáveis pra compararmos “bananas com bananas”.

  • Reinvestimento dos dividendos. A maioria dos índices ações internacionais estão em Price Return (“PR”), ou seja, não consideram dividendos reinvestidos nas ações que compõe o índice. Já outros fazem a conta em Total Return (“TR”): com dividendos reinvestidos. Aqui no Brasil, índices como o Ibovespa já estão em TR.
  • Variação cambial. Tem dois jeitos de um brasileiro investir no exterior “com emoção, ou sem emoção”. Uma opção seria fazer esse investimento com proteção cambial – ou seja, se a taxa de câmbio R$/US$ sobe ou desce isso não impactaria seus rendimentos (os fundos Trend “em reais” por exemplo já oferecem essa proteção cambial pra você por sinal😉). Outra opção é ficar exposto ao risco cambial e não fazer hedge nenhum – aliás, vale pena lembrar que os ETFs e os BDRs aqui no Brasil que investem no exterior estão expostos ao risco cambial.

Isto dito, pra compararmos Nasdaq-100 com o “Brasil”, o gráfico abaixo mostra o a versão TR do índice com e sem variação cambial comparado com o IBrX-100 (100 da Nasdaq contra 100 da B3) nos últimos 10 anos. Mais uma vez, o jovem NDX “brilhou”. R$ 10.000 investidos em Abril/2011 teriam valorizado 22,3 vezes (36,1%a.a.) com a variação cambial (entre altos e baixos, o um dólar “subiu” de R$ 1,50 em ~2011 e para os R$ 5,30 de hoje)!

Mesmo desconsiderando o impacto da moeda, os Nasdaq-100 teria rendido 6,5 vezes (20,4%a.a.) sem a variação cambial R$/USD, enquanto o IBX-100 rendeu 2,4x vezes (9,0%a.a.)

É por essas e outras que o pessoal aqui da Rico sempre recomenda diversificar os investimentos. E ficou mais fácil diversificar internacionalmente com as ações mais inovadoras do mundo. Chegou na B3 nesta semana o NASD11 – o 1º ETF (fundo de índice listado) Da Nasdaq na América Latina! A partir de apenas R$ 10, agora é possível investir nessas 100 empresas que desempenharam tão bem ao longo da história de forma simples e eficiente. E este é só começo…

Para investir, basta acessar sua conta na Rico, abrir o Home Broker e escrever NASD11 na barra de pesquisa.

Não se esqueça de misturar esse investimento com outros ativos brasileiros. A Seleção Estrelas da Bolsa, por exemplo, está com 20% de desconto. E você, está investindo em quê?

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

Por Pam Semezzato, analista CNPI-T

  • Na Terça Trader de hoje, conheça as diferenças entre Day Trade e Swing Trade
  • Saiba como funciona o imposto de renda para essas operações
  • Descubra quanto dinheiro é preciso para operar
  • E quanto tempo você precisa ter disponível para ser um trader de qualidade

Se você já ouviu falar nos termos Day Trade e Swing Trade, pode ter se perguntado: qual é, afinal, a diferença?

Em teoria, Swing Trade são operações de médio/curto prazo, que duram mais de 1 dia, até algumas semanas ou meses. Então se você:

  • comprar hoje e vender amanhã = Swing Trade
  • comprar hoje e vender mês que vem = Swing Trade

Já o Day Trade, como o nome diz, são operações de curto/curtíssimo prazo, realizadas dentro do mesmo pregão, então se você:

  • Comprar hoje e vender hoje = Day Trade
  • Vender hoje e comprar hoje = Day Trade

Também existem diferenças tributárias entre as duas modalidades. A tão sonhada e odiada DARF (documento de arrecadação de receitas federais) tem que ser paga nos dois casos:

Para operações de Swing Trade, a alíquota é 15% do LUCRO (sem lucro, não paga imposto), com isenção para VENDAS de até R$ 20.000,00 por mês.

Por exemplo: se você comprou 2 ativos por R$ 15.000,00 e vendeu por R$ 19.950,00, você está isento da DARF mensal;

Vencimento: Ultimo dia útil do mês.

Para operações de Day Trade, a alíquota é de 20% do LUCRO. Se não tiver lucro, não paga. Nesse caso, não existe isenção.

Vencimento: Ultimo dia útil do mês;

Quanto custa operar?

O Day Trade é alavancado, o que significa que você não precisa ter muito dinheiro para fazer uma operação. Em mini contratos aqui na Rico a margem é somente de R$ 22,00 por contrato e algumas ações podem ter uma alavancagem de até 25x para o day trade.

Já para o Swing Trade essa alavancagem não é tão alta: você precisa ter o valor total da operação para ficar posicionado. Dependendo da corretora e do ativo, pode ter alavancagem para esse tipo de operação também, porém não são tão alavancadas como para o day trade.

Quanto tempo você tem?

O mercado muda de comportamento todo dia. Tem dias que temos bons movimentos pela manhã, tem dias que esses movimentos só acontecem a tarde e, acreditem, às vezes os bons movimentos acontecem na hora do almoço.

Então, para o day trade, é essencial que você tenha tempo disponível para acompanhar suas operações e também para acompanhar o pregão e conseguir participar dos bons movimentos.

Já para o Swing Trade, como são operações mais demoradas, não é necessário dispor de tanto tempo. Você pode acompanhar somente uma vez por dia para alinhar seus stops e alvos. Por isso, são operações mais indicadas para quem tem outras atividades ao longo do dia.

Copo operar?

Para realizar suas operações, independente do tipo, você precisa ter um operacional definido. Ou seja, saber quando e como vai comprar ou vender, saber quando e como vai encerrar se der errado e se der certo.

Principalmente para o Day Trade, ter a técnica e operacional bem definido e treinado é extremamente importante, pois as operações são rápidas e exigem que você tenha habilidade na ferramenta que está utilizando para conseguir executar suas operações.

Operar exige também que você saiba em questão de segundos quais os setups que você vai utilizar, qual o risco máximo que pode aceitar e o que fazer caso aconteça algum imprevisto. Então, minha recomendação é que, antes de começar na conta real, você opere na conta demo, fazendo simulações, para ter todos esses pontos pré-definidos e adquirir agilidade para colocar em pratica.

Para o Swing Trade também é necessário ter todos esses pontos definidos, porém, por se tratar de operações mais longas, temos mais tempo para a tomada de decisão.

Conheça também os cursos Tudo que aprendi em 12 anos de day trade e Preço vs Tempo: Estratégias para Swing Trade.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.