• As contas públicas estão de fato melhorando, levando a redução do risco fiscal agudo. O dólar cai, a dívida projetada cai, e os resultados animam.
  • A atividade econômica aquecida e a melhor gestão fiscal contribuem para a melhora do quadro, mas a alta de preços também dá um belo empurrãozinho.
  • O Banco Central responde com Selic mais alta, ajudando e sendo ajudado pelo dólar mais baixo.
  • No longo prazo, a janela da alta de preços se fecha, e a gestão fiscal e o crescimento econômico seguem os verdadeiros maquinistas desse bonde econômico.

Eu tenho uma amiga que tem um hábito que acho pra lá de irritante! Aposto que vocês irão concordar. Vejam só!

Em meio a uma conversa quase no final, ela solta uma pergunta do tipo “Jura? Mas como aconteceu isso?” Ai você responde. Em seguida, vem a segunda pergunta: “Entendi, mas quando foi isso?” Você, claro, responde. Novamente: “E quem estava fazendo isso?”. Já irritada, você diz “Fulano!!”. Fingindo espanto, ela retruca “Ai calma, última pergunta…por que vocês estavam falando disso mesmo?”.

Ou seja, ela não havia prestado a mínima atenção em nada da conversa, e usou a tática de perguntar do fim ao começo, para que não nos recusássemos a recontar toda a história. É o fim da picada, não é mesmo? O típico ditado: “pegou o bonde andando, e ainda quis sentar na janelinha”.

No cenário econômico brasileiro, quem andou pegando o bonde andando e conseguiu sentar na melhor janelinha da classe executiva foram as contas públicas. E como isso? Seguindo a metáfora, o bonde no caso são a atividade econômica e a inflação, ambas em alta. A janelinha? Uma dívida que deve cair mais de 6,5p.p. nesse ano, quando comparado ao ano passado.

Diferente da minha amiga, comecemos pelo começo: a atividade econômica.

O bonde da atividade econômica

Como já contei pra vocês por aqui, a economia se provou mais resiliente do que a maioria esperava (inclusive nós). O avanço da vacinação, a adaptação de pessoas e negócios à realidade da pandemia, a volta da confiança, além do dinheiro guardado (por precaução ou mesmo circunstância) por parte da população ajudaram nessa retomada, assim como a alta das commodities e a volta do auxílio emergencial e do programa de sustentação a empregos formais. Assim, projetamos crescimento de 5,2% do PIB no ano.

E as contas públicas com isso? Bom, com atividade mais aquecida, a arrecadação esquenta junto. Afinal, quem produz, vende e compra mais, paga mais impostos. E não podemos esquecer que a dívida do governo nada mais é do que fruto da diferença entre o quanto ele arrecada (receita) e o quanto ele gasta (despesas).

Para se ter uma ideia, a arrecadação federal acumulada de janeiro a maio deste ano (os dados disponíveis até então) representa o maior valor da série histórica. Esse resultado inclui um aumento de mais de 400% real (ou seja, descontando a inflação) no total arrecadado pelo setor extrativo comparado ao ano passado, por exemplo, que vem se beneficiando da alta do preço e da demanda por commodities no mercado global.  

O bonde dos preços em alta: arrecadação

Até aqui, tudo certo: parte da direção do bonde em que as contas públicas se acomodam confortavelmente esse ano está nas mãos da atividade aquecida. Mas temos outro piloto bastante importante desse bonde: a inflação. Ou seja, a alta dos preços observada nos últimos meses também tem dado um empurrãozinho para o desempenho das contas públicas do país.

Isso ocorre por duas vias: tanto pela própria arrecadação, quanto pelos múltiplos fiscais.

Novamente aquilo que minha amiga deveria fazer com mais frequência, começando do início. Com os preços mais altos, a parte relativa aos tributos pagos por empresas e pessoas também sobe. Assim, uma inflação mais alta no curto prazo é positiva para a conta “arrecadação menos despesas”, uma vez que a vasta maioria das despesas do governo são definidas de acordo com o INPC (índice que mede a inflação de famílias que ganham de 0 a 4 salários mínimos) do ano anterior. Ou seja, receitas seguem a inflação corrente, enquanto despesas demoram para ser corrigidas. Resultado: melhora de curto prazo.

Ainda no bonde dos preços: os múltiplos fiscais

Como vocês já devem ter reparado, quando nos referimos a contas públicas, falamos de alguns resultados, como o resultado primário (diferença entre receitas e despesas, antes do pagamento de juros) e o total da nossa dívida pública. Esses múltiplos fiscais são normalmente referidos como proporção do PIB – ou seja, a dívida em relação ao PIB, ou o resultado primário em relação ao PIB.

Como estamos tratando de uma razão (ou seja, uma conta de divisão), quanto maior for o denominador (número de baixo), menor será o resultado (a relação em si).

Acontece que para corrigir o valor do nosso PIB de acordo com a inflação (pois sempre nos referimos a crescimento real do PIB), utiliza-se o deflator do PIB. Grosso modo, esse deflator é um indicador de inflação baseado nas contas nacionais, que é mais apropriado para corrigir o valor corrente do PIB brasileira do que outros indicadores, como o IPCA ou o IGP-M.

Conforme nossas projeções, o IPCA deve finalizar esse ano em 6,4%, enquanto o deflator do PIB desse ano deverá atingir mais de 10%, devido a movimentos particulares da inflação nesse ano, como a pressão dos preços ao produtor frutos de desequilíbrios da pandemia. Ou seja, o PIB será corrigido por muito mais do que o IPCA. Deste modo, o denominador da fração aumenta, reduzindo o número final – no caso, a relação dívida/PIB, ou mesmo o resultado primário em relação ao PIB.

Assim, ele tem papel importante na redução da dívida/PIB projetada para esse ano (de 88,8% para 82,2%), conforme podemos ver no gráfico abaixo.

Finalmente, vale destacar também a melhoria da gestão fiscal ao longo desse ano como fator importante para o controle das despesas. Fazendo alguns “pentes finos” em gastos como a manutenção da máquina pública, o Tesouro Nacional tem conseguido contribuir para a equação da “receita menos despesa”.

Plot twist: o maquinista é o governo?

Podemos então pensar que o governo está deixando os preços subirem livremente, porque afinal, ele “senta junto na janelinha” disso tudo. Até o câmbio se beneficia da dinâmica, valorizando em direção do movimento das commodities com a redução do risco fiscal – projetamos R$ 4,90/ US$ 1,00 para 2021 e 2022.

De fato, isso poderia ser verdade, se o Banco Central não fosse realmente independente, atuando com autonomia no controle dos juros. Porém, esse não parece ser o caso da nossa autoridade monetária, que teve inclusive recentemente sua autonomia formal determinada em lei, que estabeleceu mandatos fixos para seus dirigentes.

No caso, o Banco Central já indicou que não está indo na direção de ser flexível com a alta dos preços. Pelo contrário, está conduzindo um processo de aumento na taxa Selic justamente para trazer a inflação de volta à meta. Em nossa visão, esse processo levará a Selic até 6,75% – um patamar um pouco além neutro (aquele que não estimula nem desestimula a economia), para que a inflação ceda para 3,6% no ano que vem. A Selic mais alta ajudará também o dólar a se manter relativamente comportado (enquanto também é ajudado pelo câmbio apreciado, que segura a inflação).

Nesse contexto, a possibilidade de um aumento excessivo de gastos pelo governo (que pressionariam a inflação) é um importante risco no radar do Banco Central, que contribui para essa elevação da taxa Selic. Ou seja, o BC já antecipa os impactos do que poderia acontecer se a classe política decidisse exceder os gastos (pensando na janelinha do curto prazo), mostrando-se disposto a fazer o que for preciso para evitar que as pressões correntes e esses riscos futuros afetem os preços no longo prazo.

Conclusão: uma bela, porém breve, janela

Em suma, as contas públicas estão de fato em melhores condições do que esperávamos há alguns meses. A atividade ajuda, mas a inflação alta também. Inflação demais no curto prazo pode ser bom, mas no longo prazo é o pior inimigo de uma economia.

O Banco Central é consciente disso tudo: de riscos atuais e de pressões possíveis no futuro, frutos da tentativa da classe política de manter a janela aberta. Com isso, eleva a Selic. A alta dos juros e da inflação nesse ano corrige as despesas e desacelera a atividade no ano que vem, fechando a janelinha de curto prazo aberta pela inflação.  

No longo prazo, a gestão fiscal e o crescimento econômico seguem os verdadeiros maquinistas desse bonde econômico.

Tudo junto e misturado, projetamos o seguinte contexto econômico, que deve servir de base e guia para os seus investimentos

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Elaborado por:

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

*Por Zé Rico, analista técnico da Rico

  • Também conhecido como Análise de Fluxo, o Tape Reading tenta identificar, antecipadamente, um movimento de preço no mercado
  • O nome vem da forma como as negociações eram registradas num passado não tão distante do mercado (também é daí que vem o termo ticker)
  • Entenda como funciona essa análise e como usá-la a seu favor para operações de curto prazo nessa Terça Trader

Olá caros leitores, vocês já ouviram falar sobre a técnica chamada Tape Reading, também conhecida como análise de fluxo?

Esse tipo de análise do mercado financeiro se baseia na tentativa de identificação prévia de um possível movimento dos preços através do registro das ordens enviadas pelos players do mercado em determinado ativo.

Mas, como surgiu essa técnica?

Por volta de 1870, havia uma máquina parecida com o telégrafo, que registrava o nome da empresa abreviada, o preço do ativo, o volume e o horário em que ocorrera a negociação no mercado de bolsa. Todo esse registro era impresso em uma “fita” ou tira de papel e o termo “ticker” veio do som feito pela máquina em sua impressão.

Através dessas informações, ou seja, através da leitura dessa fita, os operadores buscavam extrair uma antecipação do movimento do preço do ativo, abrindo uma determinada posição: de compra ou de venda, para especular no mercado financeiro.

Como era de se esperar, com a modernização e a ocorrência do pregão eletrônico, as ferramentas que registram as operações também evoluíram e, nos dias de hoje, o Tape Reading pode ser analisado na plataforma de negociação através do Times & Trades, Book de Ofertas e Volume at Price.

Para explorar o tema, vamos a seguir descobrir mais sobre:

  • O que é o Tape Reading?
  • Times & trades
  • Book de Ofertas
  • Volume at Price

O que é o Tape Reading?

De maneira objetiva, como já dissemos, o Tape Reading se baseia em uma técnica do mercado financeiro em que o operador, após análise do fluxo de ordens enviadas no mercado, consegue extrair uma prévia do movimento direcional daquele ativo, se aproveitando desse movimento para obter seu lucro.

Por essa razão é que o Tape Reading pode ser chamado também de Análise de Fluxo.

Times & Trades

Times & Trades refere-se à ferramenta em que se registram todos os negócios efetivamente realizados de determinado ativo durante o pregão.

Assim, o Times & Trades refere-se ao passado, isto é, a todos os negócios que já ocorreram no pregão, deixando informações valiosas ao Trader sobre os “rastros” dos big players, principalmente em determinado nível de preço de interesse.

Book de Ofertas

O Book de Ofertas está ligado ao registro da demanda e da oferta em si.

A demanda não é a aquisição de fato, mas sim a intenção de adquirir determinado produto. Da mesma forma, a oferta é a intenção de produzir ou de vender.

Assim, no Book de Ofertas, são registradas todas as intenções dos players de compra ou venda.

Para que seja melhor entendido esse tópico, vale destacar que existem dois grandes tipos de envio de ordens no mercado financeiro: ordens ativas ou passivas.

Enviar uma ordem ativa significa enviar a ordem a mercado, ou seja, seria comprar ou vender o ativo no exato preço em que ele se encontra. Quem envia esse tipo de ordem é quem fecha o negócio em relação ao player que estava com a intenção de compra ou de venda à disposição.

Já as ordens passivas são aquelas em que não há de plano a realização do negócio, mas sim apenas o registro da intenção de comprar ou vender determinado ativo – não a qualquer preço, mas em um determinado nível de preço específico escolhido pelo investidor.

A reunião de todas as intenções de compra e venda formam o Book de Ofertas ou Livro de Preços.

Volume at Price

A  Volume at Price é uma ferramenta que fornece o volume de negócios realizados em cada nível de preço do ativo, bem como, através das barras laterais,  qual foi o direcional (compra ou venda) que agrediu ou que mais realizou ordens a mercado em cada preço do ativo.

Dentre as três ferramentas aqui citadas, quando falamos em Tape Reading, a mais relevante seria a Volume at Price, tendo em vista que a informação do volume de negócios, bem como da quantidade de agressões por nível de preço, forma para o operador suportes e resistências dinâmicos no mercado. São regiões em que os big players poderão atuar novamente e, portanto, suas principais zonas de interesse.

Essa é a técnica conhecida como Tape Reading ou Análise de Fluxo, em que o investidor poderá fazer uso para buscar uma possível antecipação do movimento do mercado e extrair seu lucro frente a isso. E aí, você já conhecia? Já faz parte do seu operacional? Lembre-se de deixar sua opinião e dúvidas sobre o assunto!

Se esse artigo foi útil para você, compartilhe com alguém que possa aproveitar também.

Até a próxima!

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

*Por Paula Zogbi e Rachel de Sá

  • No dia 25 de junho, o governo enviou uma proposta de novas regras para o Imposto de Renda, tanto para pessoa física como jurídica.
  • Entre os destaques, aumento da faixa de isenção do IRPF, tributação de dividendos, unificação de alíquota para vários investimentos e diminuição de imposto para empresas.
  • Entenda os objetivos da proposta e saiba, sem enrolação, o que significa para investimentos como ações, fundos imobiliários, fundos de investimento e renda fixa — no seu bolso.

Só se fala nisso: o governo enviou nesta sexta-feira (25) sua proposta para a segunda parte da reforma tributária, que mexe com o imposto de renda para pessoas físicas e jurídicas para poder aumentar a faixa de isenção do IRPF para mais de 5,6 milhões de pessoas, pelos cálculos do governo.

Antes de você começar a ler esse texto, lembre-se: por enquanto, essa é apenas uma proposta. Isso significa que o texto ainda pode sofrer alterações e ajustes durante todo o processo de aprovação, até que chegue em sua forma final.

Conta mais dessa reforma!

Um dos sistemas mais complexos do mundo

Como vocês já devem ter ouvido, ou mesmo sentido na pele, o Brasil tem um dos sistemas tributários mais complexos do mundo. Quando falamos de tributação de bens e serviços, temos mais de 12 impostos diferentes, cobrados a nível federal, estadual e municipal (cada qual com suas alíquotas, regras e exceções), que contribuem para que figuremos na incrível posição 184 dentre 190 países analisados pelo Banco Mundial em seu relatório sobre ambiente de negócios no quesito “pagamento de impostos”.

Ou seja, somos um dos países do mundo nos quais é mais difícil pagar impostos, independente do tamanho da nossa carga tributária (quanto pagamos de impostos no país, pessoas e empresas) – hoje em 33% do PIB. 

Foi nesse contexto que, em julho do ano passado, o governo enviou uma proposta ao Congresso, que unifica dois tributos federais sobre bens e serviços, PIS e Cofins, eu um único imposto de valor agregado – o chamado CBS. Com qual objetivo? Reduzir a complexidade dos tributos, melhorando o ambiente de negócios. 

Além da proposta do Executivo, duas outras propostas de unificação de tributos também tramitam no Congresso, uma enviada pela Câmara, e uma enviada pelo Senado.

O cenário do Imposto de Renda

Mas até aqui, falamos apenas de impostos sobre bens e serviços, nada que envolve investimentos, lucros, salários. Pois é. Para você ver como a coisa é complexa!

A proposta enviada essa semana pelo Executivo é o que o governo chamou de “Segunda Fase” da Reforma Tributária. Aquela que trata de impostos que incidem sobre a renda, com o objetivo de reduzir a tributação sobre a renda do trabalho, em detrimento da tributação sobre o rendimento do capital.

Ou seja, reformar o sistema de modo que trabalhadores paguem relativamente menos impostos sobre seus salários e empresas sobre suas operações produtivas, e a renda obtida por lucros e outros ganhos de capital (como investimentos) seja mais tributada.

De fato, o Brasil é um dos países que menos tributa a renda em relação aos bens e serviços. Aqui, o governo tira a maior parte da sua arrecadação de impostos sobre o que consumimos, enquanto muitos outros países do mundo (como a média da OCDE) tem a maior parte da arrecadação vindo da tributação de renda e patrimônio. A segunda é uma maneira menos desigual de tributação, uma vez que as camadas mais pobres da população consomem mais bens e serviços como proporção da sua renda.

Nós, as empresas, e nossos investimentos

Com o objetivo que falamos ali em cima, o governo dividiu a proposta em três principais frentes: i) pessoas físicas; ii) empresas; e iii) investimentos.

Começando pelas pessoas físicas. Para reduzir o imposto pago por trabalhadores, a proposta inclui o aumento da faixa de isenção de Imposto de Renda pessoa física para até R$ 2.500 (de R$ 1.903 hoje) mensais. Mudando o mínimo para isenção, a base de cobrança do imposto mudaria para todos, de forma escalonada. Assim, se a proposta for aprovada como está, quem ganha entre R$ 2.500 e R$ 3.000 passará a pagar 60,5% a menos de IR. Já quem ganha R$ 20.000 por mês, por exemplo, passará a pagar 3,1% menos de imposto.

Já para as empresas, a ideia do Ministério da Economia também é reduzir a tributação em 5 pontos percentuais, caindo de 25% para 22,5% em 2022, e para 20% em 2023. A ideia por trás dessa redução é que empresas paguem menos impostos sobre suas operações, e possam investir mais em ganhar eficiência, contratar mais pessoas, obter novas tecnologias…ou seja, serem mais produtivas e contribuem para o crescimento econômico.   

Para compensar essa perda de arrecadação (afinal, empresas e pessoas estarão pagando menos impostos), o governo propôs a volta da tributação de lucros e dividendos que as empresas pagam aos seus acionistas como remuneração – desde 1996, isentos de imposto no Brasil.  

A proposta também inclui mudanças para tributação de investimentos, com o objetivo de equalizar o que existe e diminuir distorções do sistema atual, como o fato de que investidores que não podem deixar o capital investido por muito tempo, acabam pagando relativamente mais impostos – no atual modo de escalonamento.

Como impacta nos investimentos?

Dividendos: ações e FIIs na pauta

Ao longo da semana, falamos mais de uma vez sobre a possibilidade de tributação dos dividendos, inclusive para mostrar que muitas ações conhecidas justamente pelo pagamento de proventos generosos e FIIs, classe que é mais conhecida justamente pelo pagamento de proventos mensais com grande regularidade, já viram suas cotações caírem com a mera menção dessa novidade.

Ok, no curtíssimo prazo a reação do mercado é “punir” as maiores pagadoras de dividendos nos preços (confira aqui quem são as 20 maiores pagadoras de dividendos hoje). Deixando a poeira baixar, por outro lado, a queda da tributação para empresas em 5 pontos percentuais, conforme indicado pelo governo, pode contrabalancear esse efeito negativo.

Por quê? como falamos ali em cima, o objetivo da redução do imposto de renda para a pessoa jurídica é incentivar o investimento produtivo. Como? Com menos incentivos para remunerar os acionistas e pagando menos impostos, as empresas têm potencial para investir mais no próprio negócio. Esse investimento tende a melhorar a rentabilidade e, no médio ou longo prazo, valorizar as ações pela lógica do preço justo. Portanto, para investidores de longo prazo, que investem com base no fundamento das empresas, não há motivo para preocupação.

No caso dos FIIs, de novo, deve haver um impacto negativo dessa medida no curto prazo. No entanto, time de especialistas no setor da XP Inc destaca que os FIIs listados ainda estão negociando com spreads (diferenciais de juros) bastante atraentes em relação ao Tesouro IPCA de longo prazo (explicamos aqui por que comparar FIIs com as NTN-Bs).

Com o passar do tempo, a tendência é que o mercado ajuste os preços das cotas de acordo com a queda no dividendo líquido, mais ou menos às mesmas taxas (ou seja, a queda do preço da cota na bolsa tende a ser proporcional à queda no valor que cai no bolso dos cotistas). Com isso, o dividend yield de novos aportes retornaria exatamente aos mesmos patamares que antes, considerando todo o resto do cenário constante (leia o relatório da XP aqui). Após desse ajuste, as cotas devem voltar a valorizar normalmente de acordo com os aumentos de aluguéis recebidos (ajustáveis à inflação) e as reavaliações dos valores dos ativos (imóveis) do FII.

Isso acontece porque o dividendo é o aluguel pago pelos inquilinos dos imóveis dos fundos (ou os tomadores de crédito, no caso de FIIs de papel). O imóvel é o mesmo independentemente da situação, então o preço do aluguel pago não vai mudar só porque o investidor passou a ser tributado (vale lembrar, aliás, que pode mudar por outros motivos). Por outro lado, as cotas dos fundos são negociadas na Bolsa de valores e seus preços variam dinamicamente, o tempo inteiro. A tendência é que elas se ajustem rapidamente à nova realidade da rentabilidade líquida do fundo. 

De todo modo, muitos gestores e especialistas no setor são muito vocais em defender que, da forma como foi proposto, o fim da tributação de dividendos de FIIs não deve ser aprovado — principalmente considerando que outros instrumentos do mercado imobiliário (CRIs e LCIs) aparentemente mantêm a isenção.

Alíquota única aumenta ganhos

Nas outras classes de ativos (vide fundos e renda fixa), as mudanças anunciadas (basicamente, unificação de alíquota em 15%) tendem a beneficiar os investidores pessoa física, no fim das contas.

Na Renda fixa, os 15% propostos hoje correspondem à menor das alíquotas da tabela regressiva (o imposto cobrado pode chegar a 22,5% dos ganhos para aplicações resgatadas em menos de 180 dias).

Nos fundos de investimentos, tanto abertos como fechados (multimercados) e FIIs, a alíquota também deve diminuir na média, já que hoje pode chegar a 22,5%, dependendo do perfil dos investimentos. Ou seja, para os FIIs, que “sofrem” com a tributação dos proventos, a venda com lucro passa a custar 15% em impostos (antes era 20%), e o mesmo vale para ETFs (fundos listados em bolsa).

Também “barateia” a aplicação em fundos de renda fixa e multimercados a proposta de acabar com o “come-cotas” de maio (lembra dele?) e manter apenas uma cobrança ao ano, em novembro.

E vai “vingar”?

Desde sempre, todos os presidentes da República tentaram engatar alguma reforma tributária, tendo sido mais ou menos bem-sucedidos. Isso ilustra como o tema não é nada fácil de encontrar consenso no nosso palco político.

Ou seja, sabemos que nada será decidido tão cedo. Primeiro, porque essa é a segunda fase de uma proposta cuja primeira fase ainda não foi praticamente iniciada. Segundo, porque ainda devemos esperar muita discussão no Congresso. 

Por ora, o presidente da Câmara, Arthur Lira, já deu sinais de que pretende correr com o tema, mas isso não significa que os deputados e senadores irão abrir mão de fazer modificações no texto. O risco aí é a conta de chegada das compensações que precisarão ser feitas para acomodar a ampliação das benesses pretendidas pelos congressistas. A entrega da proposta inaugura oficialmente a temporada de negociações.

Façam suas apostas! Seguiremos contando os detalhes por aqui, e claro, como isso impacta o seu “Rico dinheirinho”.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

  • Agora que já sabemos o que os novinhos pensam de nós, jovens de 25 a 40 anos, será que os gringos também acham que o Brasil é cringe?
  • Para responder essa pergunta, o Fernando Ferreira, Estrategista-chefe da XP e o Caio Megale, Economista-chefe da XP, fizeram uma rodada de reuniões com investidores estrangeiros
  • E o sentimento dos gringos pode ser resumido em: cautelosamente otimistas
  • Saiba nesse insight o porquê disso e também quais setores os gringos estão posicionados. No final, tem listas fresquinhas dessas mesmas ações para você conferir!

Caros(as) 13 leitores(as), nos últimos dias vocês devem ter se deparado – assim como eu – com a polêmica geracional entre millenials e geração Z.

Confesso que foi um grande choque descobrir que chegou esse momento. Os millenials (nascidos entre 1980 e 1994) não são mais jovens (eu no caso) e já são taxados de pessoas fora da moda, “cafonas”, pela geração Z (1995-2010), que trouxeram a tona esse adjetivo: CRINGE. Pois é, pasmem.

E eu me achando tão xovem… (essa deve ser uma frase bem cringe -> palavra que também pode classificar atitudes ou objetos que te dão vergonha alheia).

Mas de onde veio essa palavra?

Segundo o dicionário de Cambridge, a palavra inglesa é um verbo, cujo significado pode ser sentir-se muito envergonhado ou constrangido ou encolher-se ou recuar com medo de alguém ou algo que pareça poderoso e perigoso.

E não para por aí… os millenials enumeraram vários hábitos que são cringe da Geração Z: tomar café (oi?), falar de boleto (tem que ser pix?), usar calça skinny, não superar o amor por Harry Potter (como assiiiiim) ou filmes da Disney, partir o cabelo de lado e mais um monte de coisa…

E aí que eu te pergunto: Agora que já sabemos o que os novinhos pensam de nós, jovens de 25 a 40 anos, será que os gringos também acham que o Brasil é cringe?

Para responder essa pergunta, o Fernando Ferreira, Estrategista-chefe da XP e o Caio Megale, Economista-chefe da XP, fizeram uma rodada de reuniões com investidores estrangeiros para entender qual é a percepção atual deles em relação ao Brasil e dividir a visão da XP também, claro.

E esse sentimento pode ser resumido em: cautelosamente otimistas.

Basicamente, no começo do ano esse sentimento era muito pior. Com as preocupações com o ritmo de vacinação, teto dos gastos e intervenção do governo nas estatais, o Brasil chegou a ter a pior Bolsa e pior moeda do mundo em performance em meados de fevereiro. Também vimos cerca de R$12bi de fluxo de estrangeiros deixando o país no período.

De lá pra cá, muita coisa mudou, e para melhor. Os números fiscais do governo têm melhorado consistentemente, a economia deu sinais de clara recuperação, levando a uma grande revisão pelo mercado, que já espera um crescimento acima de 5% para o ano – e com viés de alta. O Congresso voltou a avançar na discussão de reformas e privatizações – o Senado aprovou na semana passada a MP da Privatização da Eletrobras.

O ciclo das commodities também continuou a melhorar, trazendo bons ventos para a economia brasileira, além de ajudar a trazer o câmbio de volta ao patamar de R$5,0 e a impulsionar os 36% da Bolsa brasileira representada pelas empresas ligadas às commodities.

E por que o “cautelosamente” antes do otimista então?

Porque ainda existem dúvidas, e as principais são, nessa ordem: i) as eleições de 2022, ii) o cenário fiscal de curto e longo prazo (há melhoras hoje, mas qual a chance de se deteriorar novamente), iii) a trajetória esperada para a taxa de câmbio e iiii) quais setores para se investir no momento – commodities, doméstico, ações de valor ou de crescimento?

Segundo o FF (vulgo Fernando Ferreira), as dúvidas mostram que o investidor estrangeiro ainda não está indo “all-in” no Brasil, e vários receios ainda persistem em relação ao futuro. Isso nos indica que o fluxo forte que tivemos até agora na Bolsa pelos estrangeiros foi uma redução da posição underweight (abaixo do peso) em Brasil, dado que os estrangeiros estavam fora do país de forma relevante já há alguns anos.

Em 2007, o Brasil chegou a ter quase 20% de peso no índice de Mercados Emergentes (MSCI). Esse peso hoje se encontra em 4,6%, sendo o 6º país mais relevante do índice, atrás de Hong Kong, Taiwan, Coréia do Sul, Índia e China. O índice de Mercados Emergentes se tornou primordialmente um índice focado na Ásia nos últimos anos, enquanto a América Latina vem perdendo espaço consistentemente no índice – e nas carteiras de investidores globais, como consequência.

Depois dessa rodada de reuniões, o FF e Caio tiveram a percepção de que que a maioria dos investidores gringos ainda segue com uma carteira mais defensiva, e expostos a empresas de alta qualidade e de crescimento, e com uma baixa exposição aos grandes setores da Bolsa, como os setores de Bancos e Commodities.

Assim sendo, caso essas “Large Caps” continuem subindo, a impressão é que haveria mais fluxo para esses setores, pelo baixo posicionamento dos investidores neles.

Aqui na Rico, você encontra quais são uma seleção das empresas de commodities, de bancos e também de empresas de alta qualidade, cujas ações estão descontadas (baratas). Afinal, as empresas de alta qualidade continuam sendo ótimas para compor a parte do “cautelosamente” da carteira.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

  • Quem mais ama um belo gráfico? (Silêncio constrangedor). Mas e se eu te contar que eles não precisam ser chatos e complexos, e ajudam a entender várias coisas, daquele jeito bem “rápido e indolor”?
  • É para esse mundo que convido vocês com o novo editorial mensal de economia aqui da Rico: Passando a Limpo, em imagens.
  • Nessa apresentação, te contamos nossa visão para o cenário econômico no Brasil, passando por todos as principais questões que afetam os seus investimentos, como PIB, câmbio e juros.
  • Para nosso debut, na edição de junho: O Bonde do PIB e da Inflação, e as Contas Públicas Sentadas na Janelinha.

Vou confessar uma coisa para vocês, caros 13 leitores. Eu nunca fui fã de gráficos! Pois é. Sempre fui uma leitura assídua, devoradora de livros e artigos, a doida do “marca texto” (meio cringe isso né? Certeza!), usava até versão digital no formatinho canetinha na tela! Mas o fato é que quando chegavam os gráficos…eu pulava direto pra próxima explicação escrita!

De fato, é complicado uma pessoa que trabalha com economia, que hoje ocupa essa posição de Chefe de Economia, vir aqui e contar publicamente que não gosta dessa ferramenta incrível que une matemática, geometria e economia tão perfeitamente! Ainda bem que temos apenas 13 pessoas lendo essa grave confissão. Acho que poderia correr o risco de demissão, se esse texto caísse nas mãos erradas!

Mas tudo bem! Não há necessidade para pânico. Eu superei esse leve bode que carreguei dos gráficos por alguns anos, quando eu de fato aprendi a usá-los a meu favor. E o melhor: descobri que eu posso fazê-los acompanhados de explicações complementares, ao invés de jogá-los por ali no meio da página, esperando que o leitor entenda o que aquela imagem sem cor alguma, com números minúsculos e sem conexão clara querem me dizer sobre um tema.

Uma nova porta se abria! Cores, correlações, dados interessantes, formatos além da pizza do ensino fundamental ou dos 35 eixos invertidos em marte, com função logarítmica ao quadrado para fazer que tudo caiba no limite de um artigo acadêmico.

É para esse incrível mundo do story telling que eu convido vocês com o novo editorial mensal de economia aqui da Rico: Passando a Limpo, em imagens (ou “ibagens”, na esperança de que alguém entenda minhas referências de tiozão – alguém aí?). Nessa apresentação, você encontrará nossa visão para o cenário econômico no Brasil, passando por todos as principais questões que afetam os seus investimentos: PIB, inflação, contas públicas, câmbio e juros.

Para nosso debut, na edição de junho: O Bonde do PIB e da Inflação, e as Contas Públicas Sentadas na Janelinha.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

  • O BOVX11 é o mais novo ETF de Ibovespa negociado na B3, com a menor taxa de administração e menor ticket disponível
  • Com ele, você pode acessar as 84 maiores empresas brasileiras de uma só vez, num só pacotinho
  • Ah, e essa diversificação também é feita em 11 setores diferentes
  • Quer saber mais? Confira neste insight!

Quando Frank Sinatra e tantos outros cantam “Jingle Bells”, referem-se a sinos que todos nós conhecemos. Mas hoje temos um sino tocando para comemorar: o de mais um IPO que nós aqui do time da Rico tivemos o privilégio de soar na B3. Dessa vez, eu e a dona Purple (nossa querida estrategista-chefe) fomos lá passar o raio “ricotizador” nesse evento, que você pode conferir como foi nesse vídeo:

O ETF mais acessível de Ibovespa: BOVX11

O tal sino que foi soado tem um motivo especial: o início das negociações de mais um ETF da XP Inc., o BOVX11, que terá o objetivo de replicar o principal índice de ações brasileiras (Ibovespa), com a menor taxa de administração disponível no mercado (0,15% ao ano) e o menor ticket também (cota inicial de 13 reais).

No bom português, caros(as) 13 leitores(as), ele é o “pacotinho” das maiores empresas brasileiras mais democrático até aqui. Mas antes de você sair abrindo seu home broker da Rico para investir, acho valido entendermos o que contempla esse pacote:

Atualmente, são 84 empresas dentro do índice Bovespa, distribuídas nos seguintes setores:

Fonte: B3, data-base  18/Jun/2021, Rico

Na ordem do gráfico, a diversificação setorizada do índice fica com a seguinte relevância: bancos, materiais, energia, bens de consumo, consumo discricionário, indústria, serviços de utilidade pública, saúde, tecnologia da informação, serviços de comunicação e imobiliário.

E as 10 maiores posições desse contexto são:

Fonte: B3, data-base  18/Jun/2021, Rico

Dentro das opções de ETFs que replicam o Ibovespa, o BOVX11 é o mais barato:

Fonte: Morningstar Direct, website dos ETFs listados e XP (BOVX11), Rico

Além disso, o menor ticket do mercado, o que deixa ele ainda mais acessível e ajuda a se encaixar na carteira de muito investidor que não possui tantos recursos. Você pode investir com menos de R$ 15!

Fonte: Morningstar Direct, website dos ETFs listados e XP (BOVX11), Rico

Até aqui tudo certo né? Mas não teria como deixar de se perguntar: “por que investir em ações brasileiras?”. Abaixo trarei alguns números que podem embasar esse argumento:

Fonte: Morningstar Direct, retornos mensais (gráfico) e diários (tabela) | Data-base 18/Jun/2021, Rico
Desconsiderando efeitos de IR ou taxa de administração

Nos últimos 20 anos, as ações brasileiras, aqui representadas pelo IBRX 100, índice de ações brasileiras que possuí série histórica mais longa, supera bastante o nosso principal custo de oportunidade: a taxa básica de juros, seja ela a própria Selic, ou o CDI, que é utilizado como referência para boa parte dos ativos de renda fixa. Um retorno anualizado de 14,8% ao ano contra 13% da Selic (CDI).

Fonte: Morningstar Direct, retornos mensais (gráfico) | Data-base 18/Jun/2021, Rico
Desconsiderando efeitos de IR ou taxa de administração

Se o retorno acumulado não deixou tão claro, vamos supor que você tivesse R$ 1 mil por mês para investir. Você fica entre três estratégias: investir sempre em ações brasileiras (IBRX 100), investir em algo que renda 100% da nossa taxa básica de juros (Selic) ou deixar acumulando, sem investir.

No final dos últimos 20 anos, quem escolheu investir na bolsa teria R$ 1.092.617, quem foi de “Selicão” ficou com R$ 821.278 e quem foi de deixar parado na conta teve R$ 240.000 de resultado final. Uma boa diferença no bolso né?

Claro que, a nossa tradicional “bula de remédio” não poderia faltar: investir em ações apresenta riscos. É importante sempre diversificar e respeitar os limites do seu perfil de investimento. Ah, e aqui o longo prazo é essencial para diminuir os ruídos que sempre vemos no curto prazo.

De qualquer forma, se você tem perfil e quer uma forma bem democrática de investir no Ibovespa, o BOVX11 cairá como uma luva. Acesse sua conta e confira.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

Nas semanas que passaram, trouxemos aqui no Rico Matinal passagens aéreas para cada um(a) dos(as) 13 leitores(as) embarcarem conosco no Mochilão dos Investimentos da Rico, uma volta ao mundo com seu dinheiro. Infelizmente, não podemos viajar como gostaríamos nesse momento, mas o seu dinheiro pode (e deve) “viajar” para outras geografias via investimentos.

Quando falamos de diversificação de investimentos (e olha que falamos muito), isso inclui ter uma parcela do seu dinheiro com a mochila nas costas em outros lugares do mundo. Por isso, nessa série, vocês vão acompanhar conteúdos especiais de investimentos internacionais por aqui e em vídeo também.

Começamos pelos EUA com este texto maravilhoso da Zogbuy, mas hoje queria aprofundar melhor no fundo Trend Bolsa Americana. Se você pensa em investimento acessível nos EUA, pensa no Trend. O vídeo do início desse texto ilustra o que eu quero mostrar, mas a seguir você lê mais detalhes.

A família de fundos Trend tem como objetivo replicar de forma passiva. Como assim? Não sei vocês, mas as marmitas fit congeladas são um adianto maravilhoso para a minha dieta (ainda mais na correria do dia-a-dia). A marmita já vem com todos alimentos na proporção adequada, vão mudando conforme minha dieta, sem eu precisar preparar ou selecionar os alimentos, só coloco no micro-ondas e parto para o abraço.

Fundos passivos têm a mesma filosofia dessas marmitas. Eles replicam índices do mercado, exatamente nas proporções que cada ativo tem dentro deles, e o melhor: cobrando taxas de administração mais baixas, já que não terão o trabalho de gestão ativa e, como consequência, os custos mais elevados que essas estruturas apresentam.

Ah, e esses fundos passivos geralmente possuem uma liquidez mais elevada, ou seja, maior facilidade para resgate do seu dinheiro. Todos esses benefícios fazem muito sentido dentro do contexto de um investimento diversificado e equilibrado, principalmente quando falamos de índices bem construídos e que tem como objetivo representar mercados que são mais eficientes.

Justamente o caso dos EUA: o próprio Warren Buffett, que fez seu nome (e dinheiro) selecionando empresas para se tornar sócio via suas ações, já disse em coletivas da sua companhia de investimento, Berkshire Hathaway, sobre com o índice S&P 500, o principal índice de ações americanas, é bem construído. Isso torna o investimento em ETFs desse índice uma boa ideia, se você quer se expor às maiores empresas americanas.

O Trend Bolsa Americana replica o índice S&P 500, por meio de compra de ETF (fundos passivos negociados em bolsa) e contratos futuros desse índice. Com 100 reais, você pode se tornar cotista desse fundo e acessar as 500 maiores companhias listadas nos EUA, tanto em dólares como em reais, e com uma taxa de administração baixa de 0,5% ao ano, com 3 dias úteis para resgate do dinheiro.

Tá curtindo a nossa viagem? Então para continuar essa experiência, assista acima ao vídeo do primeiro episódio do Mochilão dos Investimentos da Rico! Ah, e acesse sua conta para conferir todas as oportunidade citadas.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

A Ata do Comitê de Política Monetária reforçou o tom mais duro do Banco Central observado no comunicado da semana passada. O Comitê destacou mais uma vez sua preocupação com o comportamento da inflação corrente, especialmente sobre preços industriais e energia, e diante da resiliência maior do que o esperado da demanda. Ou seja, a economia está voltando mais rápido, intensificando impactos da alta das commodities, desequilíbrios na cadeia de produção e da crise hídrica – mesmo diante da apreciação recente do real.
 
Mas o Copom usou a ata para ir além, indicando que estará pronto para acelerar ou intensificar a alta de juros ainda nesse ciclo, se preciso. O que significa levar a taxa Selic para além do seu nível neutro – aquele que não estimula nem desestimula a economia, que hoje está em 6,5% ao ano. Isso poderia ocorrer diante da disseminação mais ampla desse alta de preços (especialmente conforme o setor de serviços retome a normalidade), e da desancoragem das expectativas para o ano que vem.
 
Dois principais pontos contribuem para esse entendimento: i) a leitura do Copom de que os riscos hoje são mais altos para a inflação subindo além da meta, mesmo considerando a alta prevista para a Selic, e ii) o fato de que a economia pode se provar ainda mais resiliente do que o Copom vê – intensificando esse cenário.
 
Diante disso tudo, o investidor deve esperar a intensificação dos impactos vistos na semana passada, especialmente na renda fixa (redução da inclinação da curva de juros – maiores taxas de curto prazo, menores de longo prazo), e no câmbio – reforçando tendência de apreciação do real.
 
De maneira geral, os juros estão voltando a subir no Brasil, mas é importante ressaltar que o objetivo do Banco Central com esse movimento é reduzir os estímulos vigentes hoje na economia, e eventualmente entrar em um território bastante inicial de aperto monetário. Se o BC for bem sucedido em sua tarefa de controlar a inflação (especialmente no ano que vem, já que a política monetária demora um tempo para fazer efeito na economia real), é um movimento positivo: economia voltando ao normal, crescimento saudável da inflação e do crédito, sem necessidade de impulsos adicionais.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

  • Temos conteúdo novo por aqui! Um resumo semanal de economia, para começar a semana bem informado(a)!
  • Na semana que passou: FED caminhando para uma alta de juros um pouco antes do esperado, Selic em 4,25%, e Copom desistindo do ajuste parcial.
  • Ainda, extensão do auxílio emergencial e Bolsa Família turbinado. Só falta encontrar o orçamento pra isso…
  • Na semana que começa: inflação (de novo) nos EUA deve segurar ânimos até sexta-feira, enquanto no Brasil saberemos mais de política monetária com a Ata do Copom, como anda a inflação em junho e algumas cositas más.
  • Tudo isso aqui: por escrito, e (quase) ao vivo e a cores!

Bem-vindos ao novo conteúdo semanal da Rico: Semana de Sá a Z. Por aqui, vou contar pra vocês sobre todos os principais assuntos de economia que pipocaram nas timelines financeiras ao longo da semana, no Brasil e no mundo. E de quebra, o que esperar pra semana que vem por aí!

Como sei que cada um gosta de terminar ou começar a semana no seu próprio mood, aqui temos para todos os gostos! Para os amantes da leitura e dos detalhes, o texto abaixo será seu melhor parceiro. Já para você, que já separa a playlist para assistir e ouvir lavando louça, fazendo faxina, corrida ou nenhuma das anteriores, você estará muito bem acompanhada(o) pelo belo vídeo abaixo.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa!

Atualizações Covid-19

No Brasil, apesar de infelizmente ainda registrarmos um elevado número de novos casos e óbitos pela covid-19, atingimos o recorde diário de vacinações, chegando a quase 2,3 milhões de doses foram aplicadas em todo o país. #Vemvacina!

Mas ainda é preciso cautela! Na terra da Rainha, o primeiro-ministro Boris Johnson postergou a suspensão total das medidas de restrição no país, diante do avanço do número de novos infectados, especialmente pela variante Delta do coronavírus, de origem indiana.

Notícias além mar

As siglas com F e os juros nos EUA

Começando pelo mundo afora, o principal destaque da semana ficou para as siglas começando em F! Ou melhor, a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central dos EUA (o FED), o FOMC.

Não, ninguém alterou a taxa de juros por lá (que seguiram entre 0% e 0,25%), como aconteceu aqui (Spoiler alert), mas ficou claro que já começaram a considerar uma alta de juros antes do que o esperado até então.

Conseguimos ver isso pelo famoso gráfico de pontos do Comitê, onde os diretores do FED indicam onde enxergam os juros nos próximos anos. Se na última reunião só alguns diretores viam os juros subindo em 2023, agora a maioria já entende que isso deve acontecer. 

Mas ainda tem muita água pra rolar até lá. Isso porque o FED ainda defende que grande parte da alta de preços recente é temporária. Ou seja, com tudo normalizando com o fim da pandemia, é esperado que boa parte dos preços também volte ao normal. Com isso, esperamos que a primeira alta de juros aconteça em meados de 2023.

Além disso, estava todo mundo esperando para o FED falar do tal do “tapering” – em bom português, a redução dos estímulos monetários que vão além das taxas de juros (o programa de compra de ativos do FED). Ao que tudo indica, essa redução deve começar entre o final deste ano e o início do ano que vem. Mas, o FED só vai falar mais disso em agosto.

E por que nos importamos com isso? Porque juros mais altos nos EUA influenciam o apetite ao risco de investidores no mundo, incluindo em relação ao Brasil. Afinal, tem que valer mais ainda a pena a taxa de retorno aqui, com o investimento sem risco por lá mais alto, certo?

Mas como esse ajuste será gradual, apesar de um certo impacto de curto prazo, não vemos por ora nada alterando nossas perspectivas positivas para o mercado aqui! Mas claro, seguimos monitorando todos os detalhes!

Para ficar de olho…papo de rico

Ainda nessa semana, a pauta diplomática também ganhou destaque na seara internacional. Em reunião da OTAN (aliança internacional focada em temas de segurança), líderes globais destacaram a importância de se contrapor de forma unida por supostos riscos apresentados pela China e Rússia.

Entretanto, por enquanto seguem concordando em discordar – sem encontrar uma forma que todos apoiem de fazer isso. Em comunicado, pediram que Beijing respeite questões de direitos humanos, em linha com declarações do outro grupo de países ricos que discutem os rumos do mundo (o G7) no início da semana.

Enquanto isso, na Terra Brasilis

Não ficamos de fora da festa dos juros! Selic em 4,25%

Já aqui no Brasil, o nosso próprio comitê de política monetária (Copom) também se reuniu nessa semana. Diferente dos EUA, aqui o pessoal subiu a taxa básica de juros – em 0,75pp, para 4,25% ao ano.

Como quase todo mundo já esperava essa alta, isso não foi lá grande novidade. A novidade foi a retirada da referência à palavra “parcial” do comunicado!

E por que isso é importante? Porque significa que o Copom não vai mais levar a Selic até a taxa neutra (aquela que não desestimula nem estimula a atividade) de maneira gradual – ele vai fazer isso quase em uma tacada só, com aumentos seguidos até que atinja 6,5%.

Sobre a inflação, o Copom se mostrou preocupado com o aumento recente dos preços, principalmente ao produtor, que estão bastante relacionados com a alta das commodities e ao fato de as cadeias de produção seguirem bastante bagunçadas pela pandemia – que leva a situações como a falta de chips para fabricação de carros, por exemplo.  A alta nos preços de energia elétrica, relacionada a falta de chuvas por aqui, também foi destacada como preocupação do Copom.

A parte boa é que a atividade está voltando mais rápido. Mas isso também pressiona os preços, com a retomada de margem de bens e serviços que ficaram bem baixinhos ao longo do ano passado.

Assim, segundo o Comitê, há um risco de que esse aumento se espalhe por resto todo da economia, contaminando inclusive as expectativas para os preços no ano que vem! Como demora um tempo para que mudanças na taxa Selic afetem a economia, o Copom sobe os juros olhando principalmente para o ano que vem – o tal do horizonte relevante de política monetária.

E agora? O que esperar? O Copom deve elevar a Selic até 6,5% até o final desse ano, onde ela deve ficar por um tempinho.

E isso afeta seus investimentos? Sim! Diretamente! Não apenas porque a taxa Selic mais alta controla a inflação, que está assombrando todo mundo ultimamente, mas também porque ela é a base de todas as outras taxas de juros da economia – da renda fixa à variável! Confira aqui no vídeo que fizemos essa semana, que te contamos tudo!

Babados de Brasília

Como não vivemos apenas de política monetária por aqui, essa semana também tivemos destaques vindos lá da terra do…Eduardo e Monica?

Nessa semana, o ministro Paulo Guedes confirmou a extensão do auxílio emergencial por três meses, até outubro deste ano, nos mesmos moldes do atualmente pago. O custo adicional estimado para o ano, a ser pago por meio de novo crédito extraordinário, é de R$ 20 bilhões. Já incluímos isso em nossa projeção de dívida para o ano, que está em 82,2% do PIB.  

Para substituir o benefício, o presidente Jair Bolsonaro pretende aumentar o Bolsa Família dos atuais R$ 190 para R$300 por mês. O reajuste não deve caber no teto de gastos de 2022 – o que fez o Ministério da Economia voltar para as planilhas, e estudar alternativas, como limitar o número de beneficiários ou reduzir outros programas existentes.

Ainda em Brasília, o Senado aprovou projeto de lei que abre espaço para a capitalização da Eletrobrás, em que o governo deve reduzir sua participação de 61% para 45% (com aumento da participação de outros acionistas no mercado). Alguns especialistas do setor afirmam, no entanto, que a conta de energia ou os consumidores pode acabar aumentando – o que levou a críticas ao texto aprovado.

Finalmente, tivemos a divulgação do IBC-Br, índice de atividade econômica mensal medido pelo Banco Central. Ele registrou alta de 0,4% entre março e abril, vindo muito abaixo do que todos esperavam. Mas isso é explicado por uma revisão na série histórica, então mantemos a visão de rápida recuperação da atividade econômica nos próximos meses.

Para começar a semana sem surpresas!

Aqui no Brasil, teremos ainda mais detalhes sobre a Selic com a divulgação da Ata da última reunião do Copom, além de dados de inflação com o IPCA-15 referente a junho. Teremos também divulgação do resultado do setor externo (importações, exportações e investimentos) e da arrecadação federal de maio.

Lá na gringa, teremos a divulgação do resultado do deflator PCE de maio nos EUA (medida preferida de inflação ao consumidor do FED), que certamente vai dar o que falar ao longo de toda a semana – porque só sai na sexta…Teremos também discurso de dirigentes do FED, além de indicadores de atividade (os tais PMIs) na Zona do Euro e nos EUA.

  • Trocar o certo pelo duvidoso tem um custo. Por isso, quando a Selic sobe, os fundos imobiliários tendem a perder valor de mercado, normalmente.
  • Volte no tópico anterior e releia a última palavra. A chave está aí: não estamos em uma situação normal de mercado.
  • A Selic está (e vai continuar) em níveis que não prejudicam os FIIs, na nossa opinião.
  • No Insight de hoje, entenda nossa visão para os fundos imobiliários durante esse ciclo de altas da Selic.

Quanto custa para você trocar o certo pelo duvidoso?

Se todos os dias você pega um ônibus para o trabalho em determinado ponto e sempre consegue um assento na janela, ideal para cochilar ou colocar a leitura em dia, quanto custaria (em termos de economia de tempo ou de uma caminhada menor para chegar ao novo ponto) para você trocar essa linha de ônibus por outra, sem saber se o seu lugar ao sol será preservado?

Essa relação de troca do certo pelo duvidoso é o que, em muitos momentos, move os preços dos fundos imobiliários na Bolsa. Em geral, quanto mais a Selic cai, mais os preços dos FIIs se valorizam, e vice-versa, como ilustrado no gráfico a seguir (repare como o índice dos principais FIIs da bolsa e a taxa Selic-meta andam em direções opostas na maior parte do tempo):

Isso acontece porque a renda fixa atrelada à Selic ou ao CDI (ou seja, a pós-fixada) é o investimento mais seguro, em termos de risco de mercado, que podemos encontrar no país. Se esses investimentos passam a render mais (e é o que acontece quando a Selic sobe), uma parte dos investidores passa a preferir deixar o dinheiro em uma carteira de renda fixa pós-fixada do que comprar fundos imobiliários — que são renda variável e, portanto, têm mais risco.

Um movimento semelhante pode ser visto no mercado de renda variável como um todo, dependendo do cenário (tinha menos gente disposta a aplicar na Bolsa quando a Selic passava de 14% a.a.), mas em FIIs isso é mais notável porque eles têm um comportamento menos volátil que ações e seu funcionamento tem “um pé” na renda fixa.

Pé na renda fixa? Explico: assim como na renda fixa, com FIIs você tem menos exposição aos lucros da empresa em si e mais exposição à capacidade de pagamento do usuário dos imóveis (no caso, as inquilinas que usam os imóveis e terrenos que fazem parte dos FIIs ou que compõem as dívidas dos papéis que estão lá dentro). Em geral, empresas deixam de pagar dividendos aos acionistas muito antes de deixar de pagar aluguéis de espaços necessários às suas operações.

Ok, então vimos que juros em queda costumam levar à queda no preço das cotas dos FIIs. Isso na “CNTP” (condições normais de temperatura e pressão, para quem já se esqueceu dessas aulas). Mas não estamos em um ambiente normal e não podemos ignorar o resto do cenário: a Selic está subindo porque hoje ela está realmente abaixo do nível considerado “neutro” para a nossa economia — e, mesmo após chegar lá, ela seguirá estruturalmente baixa para os níveis brasileiros. Enquanto isso, os nossos fundos imobiliários seguirão pagando proventos em um nível interessante comparativamente.

Tornando curta uma história longa: não dá, principalmente nesse momento, para comparar o rendimento ou os proventos dos FIIs da sua carteira com a Selic. O ideal é fazer essa avaliação considerando os juros reais de longo prazo.

Historicamente, o IFIX apresentou nos últimos anos uma correlação muito forte com os juros reais de longo prazo, medidos pelo rendimento do Tesouro Selic de 10 anos. Isso faz sentido porque os aluguéis são corrigidos por índices de inflação e, com isso, os proventos pagos por FIIs tendem a subir mais rapidamente em períodos de altas nos preços.

IFIX comparada à NTN-B

 Fonte: Economática. Elaboração: XP

Pois bem. Atualmente, a mediana do Dividend Yield do IFIX nos últimos 12 meses (ou seja, o rendimento dos dividendos dos FIIs que fazem parte do índice ponderados pelo tamanho da participação de cada fundo) está em 7,75%, bem acima do nível que consideramos neutro para a Selic (em 6,5%) e consideravelmente superior ao juro do Tesouro IPCA + 2030, em ~4%. Todos os dados foram consultados em 14 de junho.

“Atrasado”

Fora isso, vale notar que o IFIX está muito atrás do nosso mercado acionário desde que a pandemia começou, tendo apresentado queda de 1,6% em maio contra alta de 6,2% do Ibovespa (nos últimos 12 meses, o Ibov sobe mais de 38% e o IFIX, apenas 1,06%).

Esse descolamento entre os índices nos últimos meses tem lá suas explicações, como o fato de os FIIs não surfarem o ciclo de alta das commodities e o mau desempenho de alguns segmentos específicos do mercado em que o futuro após a reabertura da economia ainda é relativamente incerto (alô, shoppings e lajes corporativas).

De todo modo, os FIIs estão com preços bem abaixo do seu valor patrimonial há mais de um ano, o que significa que a soma das cotas vale menos do que o valor dos ativos (imóveis ou papéis) contidos nos fundos. A relação valor de mercado dividido por valor patrimonial está em de aproximadamente 86,2%, uma das menores relações nos últimos anos. Para o mercado voltar ao patamar de 1x o VP, estaríamos falando de uma recuperação de 16%. Voltando rapidamente ao cenário do ônibus para o trabalho: ainda dá tempo de sentar na janelinha ao comprar alguns ótimos FIIs.

Opa, vai subir agora?

Calma lá! Fundos imobiliários são investimentos de longo prazo (isso é comprovado justamente pela relação próxima com os títulos do Tesouro IPCA de 10 anos), e as oportunidades não são generalizadas. Para se expor a esse segmento, é muito importante buscar FIIs de qualidade e com potencial de crescimento, além de avaliar se eles são bons complementos à carteira que você já tem! A nossa Análise Mensal de FIIs e a nossa careira recomendada gratuita podem ajudar.

De maneira geral, os FIIs de recebíveis (“papel”) são os que mais se beneficiam no curto prazo, em que estamos vivendo um período de inflação apertada, porque a correção dos dividendos pelos índices inflacionários é mais certa e os preços são menos voláteis. Para o longo prazo, é interessante usar esse descasamento entre preço e valor patrimonial para aproveitar oportunidades no “tijolo”, ou seja, fundos que se expõem diretamente a imóveis físicos, que são ativos reais.

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FIIs em 2021 – o que ainda vale a pena ter na carteira? 

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

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