• Já parou para pensar sobre as coisas que você têm vontade de fazer, mas trazem aquela sensação de entrar no mar gelado?
  • Tem ideia do quanto custa deixar os seus sonhos para depois?
  • Qual a sua familiaridade com conceitos de juros compostos, risco, retorno, índice sharpe e carteira diversificada?
  • Procrastinação, sonhos e uma nova forma de pensar investimentos são os temas desse Insight

Outro dia escutei o podcast do Adam Grant, psicólogo e escritor de vários livros conhecidos, como Originais. E sua convidada, Margareth Atwood, que também é uma escritora famosa, autora de The Handmaid’s Tale descreveu procrastinação mais ou menos assim:

“É como entrar no mar gelado quando você decide que vai nadar nele. Você coloca seu pé dentro, tira, coloca de novo…ainda está muito frio. Você pensa: “Eu vou fazer isso ou não? Eu realmente vou fazer isso?” sim, não, sim, não. Isso continua por um tempo. E se for para você fazer mesmo, você vai correndo e gritando.”

Já parou para pensar quantas coisas você tem vontade de fazer que te dão essa mesma sensação?

E o pior é que não deixamos para depois só coisas que desconhecemos, mas também até o que já gostamos ou o que sabemos que vai nos fazer bem. Não parece muito doido isso?

Isso acaba atrapalhando a realização dos nossos sonhos, dos grandes e dos pequenos. E não importa o tamanho deles, só existe uma forma de realizá-los: é preciso além de determinação e foco, um plano de ação bem elaborado e uma estratégia bem executada que nos permita dar pequenos passos na direção certa para realizar esses sonhos, tirando-os do campo abstrato.

Já tentou quantificar o custo de deixar seus sonhos para depois?

Se o seu sonho for viajar para fazer um curso fora, por exemplo, o que você deixa de ganhar postergando toda hora a sua vontade?

Dá para listar muitas coisas…

Você perde a chance de conhecer um lugar novo, com cultura e pessoas diferentes, uma possibilidade de especialização naquilo que você gostaria, deixa de aprender uma nova língua, etc.

Mas esse custo é ainda maior se você não coloca o dinheiro trabalhando para você. E por isso que eu sempre falo que falar de investimentos é muito mais que ganhar dinheiro. É sobre realizar sonhos.

Quando falamos de investimentos, existem vários tipos deles e cada um tem um risco (e também retorno esperado) associado.

Quanto maior o risco, mais alto pode ser o retorno esperado, afinal você não vai investir em algo mais arriscado se não tem uma perspectiva de ganhar mais com isso né?

Alguns investimentos você já sabe melhor o quanto pode ganhar, são aqueles mais previsíveis como a renda fixa. Outros, você não tem como prever, mas, assumindo mais risco, pode ter uma rentabilidade mais alta, como a renda variável.

Aliás, você conhece o Índice Sharpe?

O Índice Sharpe, nome dado em homenagem a seu inventor, William F Sharpe, é projetado para ajudar os investidores a entender o retorno potencial de um investimento em comparação com seu risco. Quanto maior o Índice Sharpe, mais atraente é o retorno ajustado ao risco.

Ou seja, a partir do cálculo desse índice você consegue saber, na comparação entre dois fundos, o quanto de retorno excedente que o fundo entrega para cada unidade de risco que toma. Em geral, o Índice Sharpe é mais utilizado para fundos de ações e multimercados porque costumam justamente adicionar mais risco às carteiras.

O índice Sharpe tornou-se o método mais amplamente utilizado para calcular o retorno ajustado ao risco. A Teoria Moderna do Portfólio afirma que adicionar ativos a um portfólio diversificado com baixas correlações pode diminuir o risco do portfólio sem sacrificar o retorno.

O poder da diversificação: diversificar os investimentos deve aumentar o índice Sharpe em comparação com carteiras semelhantes com um nível mais baixo de diversificação.

Por isso, dependendo dos seus sonhos, é essencial que você entenda qual o seu estômago para assumir risco, o seu prazo para atingi-los e quais investimentos fazem sentido pensando nessa combinação.

E para falar disso tudo, e colocar em prática, eu te convido a conhecer o curso dos sonhos: Viver, curtir, investir. Um jeito bem descomplicado de aprender sobre investimentos com foco na realização de sonhos! Saiba mais no vídeo:

Por Sol Azcune, analista de política internacional da XP

  • Há 52 anos e 1 dia, em 20 de julho de 1969, Neil Armstrong e Buzz Aldrin deram um pequeno passo para o homem, mas um gigantesco salto para a humanidade
  • Bem longe da Guerra Fria, estamos vivendo um revival da corrida espacial, mas a disputa agora é entre EUA e China
  • As duas potências levaram para o espaço o embate por influência geopolítica e desenvolvimento tecnológico
  • E ainda tem player novo na história: o setor privado, estrelando Jeff Bezos e cia

Há 52 anos e 1 dia, em 20 de julho de 1969, Neil Armstrong e Buzz Aldrin deram um pequeno passo para o homem, mas um gigantesco salto para a humanidade e foram os primeiros homens a caminhar na Lua. O evento, que foi televisionado na época, é até hoje considerado uma das principais conquistas no espaço e um marco para a ciência e tecnologia. O que nem sempre lembramos é que só chegamos lá devido ao à Guerra Fria e a corrida espacial entre os Estados Unidos e União Soviética – tema que volta a ganhar relevância no contexto da competição entre os Estados Unidos e o novo superpoder na parada, a China. 

Com o novo impulso na tecnologia espacial, o novo eixo de competição entre os países deve continuar a ganhar relevância e crescem as expectativas: Será que o próximo grande marco espacial está por vir? Esse avanço virá pelas mãos dos EUA ou da China? Ou será que grandes empresários, que também se juntam à disputa em 2021, terão mais sorte?

Mais uma vez, as disputas tecnológicas terão impacto simbólico, já que as duas maiores economias do mundo buscam afirmar sua liderança em inovação por meio deles. Assim como na política e economia, a disputa na nova corrida espacial tem um longo percurso pela frente.

No último capítulo da corrida espacial…

A primeira corrida espacial foi apenas um dos vários eixos de competição entre os Estados Unidos e a União Soviética durante o período de fortes tensões políticas e ideológicas que dominaram o cenário internacional entre 1947 e 1991.

Porém, o espaço ocupava um lugarzinho especial no coração dos governos: além de ser uma nova fronteira para os desenvolvimentos tecnológicos da época, os avanços espaciais tinham enorme poder político por atraírem atenção do público, e foram considerados importante ferramenta de ‘soft power’ (ou poder de influência). Não há um nítido vencedor na disputa, mas fica claro que a chegada dos EUA à lua teve enorme impacto político, midiático e social – olha a gente aqui falando disso mais de meio século depois.

Influenciado por esse impacto, poucos anos depois do homem chegar à lua as superpotências mudaram a estratégia  e passaram a privilegiar a cooperação, deixando de lado a busca por protagonismo, uma tendência que predominou até a queda da URSS em 1991. Em seguida, os EUA desfrutaram de um período em que não tiveram que se preocupar pela competição pelos holofotes espaciais. Mas é claro que isso não durou muito tempo… 

China, a nova potência

Já nos anos 2000, a ascensão da China ameaçou o status quo da hegemonia americana, o que levou ao início de um novo período de tensões na geopolítica.

Apesar da relação entre as maiores economias do mundo não ser uma guerra fria, os paralelos entre esse novo período de tensões que estamos vivendo e o antigo são vários. Competição industrial e tecnológica? Temos. Debates ideológicos? Temos. Luta por maior influência econômica e diplomática em diversas regiões? Temos. E, mais uma vez, temos também competição por avanços no espaço, que volta a ser considerado importante palco para demonstração de poder. 

Vale notar ainda que economias americanas e chineses são muito mais interdependentes do que as economias americanas e soviéticas jamais chegaram a ser. No entanto, na seara espacial, não há esse mesmo nível de conexão, devido a uma lei americana aprovada em 2011 que não permite cooperação entre os países nesse ramo. Portanto, o espaço é agora um palco onde os países podem demonstrar suas capacidades individualmente, algo que Pequim especialmente tem considerado altamente relevante.

Um novo fôlego para a corrida espacial

A China tem acelerado seu programa espacial de forma surpreendente, e reacendeu a corrida espacial lançando neste ano sua primeira estação espacial e se tornando o segundo país aterrissar um rover em Marte. Um dos próximos passos, segundo autoridades, seria convidar astronautas de outros países a participarem de missões conjuntas, em nova inciativa diplomática.

Nos EUA, onde programa da Nasa é mais antigo, há receios que o rápido crescimento chinês possa implicar uma ameaça ao domínio americano, o que incentivou novas parcerias com privados e reanimou ânimos de missões a Marte.

Coincidentemente, o recente impulso no programa espacial americano espelha uma tendência de crescimento na percepção negativa da China e defesa de linha mais dura na política dos EUA para combater a influência chinesa, tema que ocupou espaço relevante no debate eleitoral em 2020 e hoje é um dos poucos assuntos sobre qual há consenso no Congresso do país. Nesse contexto, os EUA estão alocando um maior número de recursos públicos para tecnologia e inovação para não ficar para atrás na corrida — a espacial é mais uma das disputas.

Ou seja, ainda que em um novo contexto, os avanços espaciais devem estar amarrados mais uma vez a um contexto político de antagonismo entre países superpoderosos. 

Outro fator relevante a levar em consideração quando falamos da nova corrida espacial é a presença de terceiros, especificamente, grandes empresários como Jeff Bezos, Elon Musk e Richard Branson, que também buscam acelerar avanços no espaço. Ainda engatinhando em comparação às agências estatais, a corrida espacial privada promete trazer conquistas com novo viés comercial, explorando viagens turísticas espaciais. A participação de bilionários famosos gera entusiasmo sobre a exploração espacial e coloca a corrida em destaque — não à toa, Bezos escolheu o aniversário do homem na lua pra se lançar além da atmosfera — incentivando maior atuação dos Estados.

Tendo isso em mente, não se espera que a corrida espacial tenha um vencedor tão cedo — a briga por protagonismo político e domínio econômico entre as nações ainda está em estágios iniciais e tem um longo caminho a percorrer a medida que as maiores economias do mundo se ajustam a uma nova dinâmica de poderes, enquanto a crescente influência do setor privado nas dinâmicas internacionais é refletida na participação de terceiros na disputa.

*Por Zé Rico, analista técnico da Rico

  • Ser trader e fazer operações de curto prazo tem tudo a ver com saber quais apostas devem ganhar ou perder no mercado.
  • Nesta Terça Trader, conheça uma das ferramentas que ajudam a descobrir esses movimentos: o book de ofertas – e as forças ativas e passivas.

Se você quer ser trader e fazer análise de fluxo do mercado financeiro, precisa conhecer e saber fazer a análise da força passiva do fluxo de ordens a ser feita através do book de ofertas.

O quê? Vamos começar pela definição dessas forças. O deslocamento de preço de determinado ativo é composto por duas forças no mercado:

  1. Força ativa: realizada através das ordens a mercado ou ordens de agressão no mercado;
  2. Força passiva: formada pelas ordens limitadas ou de oferta.

O livro de ofertas é a ferramenta usada para analisar a força passiva do fluxo de ordens.

Dentro da plataforma ProfitPro, há uma ferramenta chamada livro de preços e, inserido no livro de preços, está o livro de ofertas.

O book de ofertas, ou livro de ofertas, demonstra a quantidade de lotes de cada player do mercado, em determinado ativo, separadas por nível de preço:

Essas informações demonstradas acima são cruciais para a análise da força passiva do fluxo, por demonstrarem qual a intenção ou oferta de cada player no mercado. Aqui, você vê se a aposta é de alta ou de queda do ativo.

De acordo com a quantidade de lotes que o player posicionou em cada nível de preço, pode-se extrair:

  1. Se há a presença de institucionais ou players que movimentam o mercado (big players), através da identificação de lotes com uma quantidade acima da média observada em cada nível preço;
  2. Qual o interesse desses players em cada região de preço do ativo;
  3. Se há parceria, isto é, se existe mais de um big player interessado em determinada nível de preço do ativo.

Tais informações compõem a força passiva do mercado e são essenciais para que o trader tome a sua decisão sobre se haverá uma possível absorção do deslocamento de preço do ativo ou não, podendo se beneficiar desse movimento.

É dessa forma que o book de ofertas torna-se imprescindível para a análise do fluxo de ordens, mais precisamente da força passiva do mercado, auxiliando o trader em sua tomada de decisão.

  • Estamos vivendo aquele período tão conhecido de qualquer criança que está se tornando adolescente: as dores do crescimento (com muita turbulência no caminho)
  • No caso do Brasil de 2021, o crescimento tem a ver com a recuperação da crise causada pela pandemia de coronavírus, e deve resultar em um incremento de 5,5% no PIB deste ano
  • Já as dores são as mesmas que já vínhamos falando há algum tempo: pressão nos preços e mais inflação
  • Confira as projeções macroeconômicas atualizadas do time de economia da XP Inc.

Como lembramos no nosso De Olho No Mercado mais recente, o segundo trimestre do ano parecia relativamente tranquilo para o Brasil, com vacinação começando a avançar, a Bolsa em retomada e nossa moeda se fortalecendo… Mas já acompanhamos o mercado há tempo suficiente para saber que não dá para comemorar antes do gol.

Vieram as últimas semanas e, com elas, ruídos políticos, novas preocupações com o coronavírus e uma reforma tributária, no mínimo, polêmica. É nesse cenário incerto que o time de macro da XP Inc. revisa as suas perspectivas para os indicadores mais importantes da nossa economia.

O crescimento

De forma geral, estamos vivendo aquele período tão conhecido de qualquer criança que está se tornando adolescente: as dores do crescimento. No caso do Brasil de 2021, o crescimento tem a ver com a recuperação da crise causada pela pandemia de coronavírus, e deve resultar em um incremento de 5,5% no PIB deste ano, de acordo com as projeções do time. Antes, a expectativa era de alta de 5,2%.

O que sustenta essa projeção? Indicadores sólidos. Após resultados negativos em março, bastante afetados pela piora da pandemia, os principais setores se recuperaram firmemente ao longo do segundo trimestre. As vendas do comércio varejista subiram em abril e maio e os serviços (que sofreram na pandemia) entraram em clara trajetória de alta. Além disso, se tudo correr conforme o previsto, a população deve estar vacinada até outubro, impulsionando, por exemplo, restaurantes, viagens e eventos.

As dores

Bom, a dor nesse caso é a mesma que a gente já vem falando há algum tempo: inflação. O setor de serviços, como falamos, vem crescendo mais rapidamente do que prevíamos, e isso significa preços mais pressionados também. A nova projeção do time para o IPCA, nosso índice principal de inflação, foi para 6,6% este ano (antes era 6,4%). Faz parte.

Quando aumentam as projeções para a inflação, a primeira pergunta que recebemos é sempre a mesma: e a Selic? Dessa vez, não mudamos nossa visão.

Foi mantida expectativa de que o Copom vai acelerar a alta de juros para 1 p.p. em sua próxima reunião, e encerrar o ciclo com a taxa Selic em 6,75%. Isso pode mudar a depender do câmbio (que deve fechar o ano em R$ 4,90, pelas projeções), dos preços das commodities (que devem se acomodar) e dos efeitos do tópico a seguir.

Atenção ao risco fiscal

Na semana passada, falamos sobre as mudanças da proposta de reforma tributária. O parecer do relator Celso Sabino melhorou o diálogo com o Congresso, mas trouxe risco de renúncia de receita. Em resumo, a queda muito forte do IRPJ pode prejudicar a arrecadação de impostos.

Uma reforma muito expansionista somada ao novo programa Bolsa Família (leia mais sobre ele aqui) pode trazer de volta o risco fiscal, o que seria consistente com uma Selic mais elevada do que a projetada ao final do ciclo. Por isso, importante continuar de olho no que vem de Brasília nesse sentido.

Apesar disso, e da volatilidade do último mês, o time entende que não houve mudança nos fundamentos de médio prazo da taxa de câmbio. Desta forma, manteve a projeção de 4,90 reais por dólar para o fim de 2021, assim como para o final de 2022. Confira abaixo todas as projeções e clique aqui para mais detalhes sobre a visão do time.

  • A gestão quantitativa traz a tecnologia para o mundo dos investimentos, potencializando o volume de dados que são analisados na hora de investir
  • Os dados alternativos também são explorados, tirando ideais de investimento de informações muitas vezes não tão óbvias e pouco utilizadas
  • Recebemos Pedro Simonetti, da Giant Steps, para discorrer mais sobre no Coffee & Stocks: confira o resultado do papo aqui!

Na última sexta-feira, recebemos no Coffee & Stocks #Sextou o Pedro Simonetti, sócio responsável por Relações com Investidores na Giant Steps, que explicou como a análise quantitativa traz mais assertividade na escolha de investimentos e destacou como os algoritmos da Giant estão posicionados hoje.

Obs: Todas as sextas nosso time lindo estará no Coffee & Stocks das 8h às 8h30 conversando sobre diferentes temas do jeito mais legal que você pode imaginar e com ótimas pessoas convidadas!

Vale lembrar que o quantitativo traz vantagens em duas grandes frentes. Uma delas é dados, possibilitando processar um volume de dados que é muito difícil um gestor conseguir fazer de cabeça porque estamos usando o poder computacional. Com isso, é possível acessar um volume maior de dados que dificilmente outros gestores teriam acesso.

Atualmente, ambas as estratégias da gestora (via fundos Zarathustra – que deve fechar em breve para captação, o Pedro conta no vídeo – e Sigma), que podem operar em 40 países, estão mais otimistas, pró mercado. Do lado do Zara, a principal posição está comprada em ações, metade no Brasil, metade lá fora.

Olhando a análise quantitativa, Pedro destacou a área dentro da Giant que chama dados alternativos: uma tentativa de sair do escopo do mercado financeiro e buscar em outros lugares informações que são relevantes para o mercado.

“Todo gestor usa dados, se é macro vai olhar dados macroeconômicos. Se o gestor é micro, vai olhar o balanço da empresa, fluxo de caixa etc. 99% das vezes esses dados estão no escopo do mercado financeiro. O dado alternativo é uma tentativa de buscar outros tipos de informação para ajudar na tomada de decisão como monitorar perfis nas redes sociais, ou perfil de pessoas entrando num site de ecommerce pra ver como estão vendendo.”

Curiosidade para mostrar o uso dos dados alternativos: Recentemente, saiu uma matéria na Bloomberg contando de uma empresa que estava monitorando tráfego aéreo de jato corporativo. Essa empresa estava monitorando especificamente o aeroporto de Omaha nos EUA, onde mora Warren Buffett. Qual a inferência desse fundo? Se você tem diretores de uma empresa que pegaram um jato corporativo para dar um pulo em Omaha, há grandes chances de terem ido falar com Warren Buffett e possivelmente pedir dinheiro. O caso era uma empresa de petróleo que ia comprar um concorrente por US$ 38 bilhões e voaram pra Omaha. O fundo que estava monitorando isso antecipou essa compra e ganhou o ano com o trade.

Quer saber mais sobre quant? Assista à entrevista completa no vídeo acima e clique aqui para conhecer as seleções quantitativas da Rico!

  • Nesse Insight, você confere quais classes de investimentos se assemelham a quais bandas e estrelas do rock
  • De Jethro Tull a David Bowie, você passa a entender mais sobre as classes disponíveis para investimentos e, de quebra, acaba conhecendo meu gosto musical
  • Fica, vai ter música!

Em 13 de julho é comemorado o Dia Mundial do Rock. Como o time eclético que somos, resolvemos aproveitar essa oportunidade para trazer uma lista bem a nossa cara: as bandas de rock que representam cada tipo de investimento disponível no mercado.

Mas a verdade é que a responsabilidade é muito grande, porque tem muita banda incrível por aí e, bom, gosto é gosto, né? Para facilitar a minha vida (ou seja: conseguir decidir entre tantas bandas incríveis que esse gênero apresentou ao mundo), resolvi focar nas bandas e artistas mais clássicos — será que eu posso chamar de unanimidades de seu tempo?

Claro que, como toda lista feita com base em gostos pessoais, provavelmente essa aqui vai ser contestada (já aviso aqui que essa lista não necessariamente é reiterada pelo time todo, e peço desculpas pela ausência de nomes que vocês gostariam de ter visto aqui no meio). Mas a parte boa é que cada categoria vem com um vídeo no YouTube para acalmar os ânimos e curtir o Insight sem pressa!

Agora chega do meu solo de palavras, vamos aos nomes!

Beatles: Renda fixa pós-fixada

Nem todo mundo é fã de Beatles, mas não dá para negar que, em algumas situações, a música do quarteto de Liverpool é certeira. Eu, pelo menos, se preciso colocar uma música ambiente e não conheço o público, não hesitaria em escolher uma das bandas mais famosas da história. É esse também o papel da renda fixa pós-fixada na carteira: o menor risco do mercado, reserva de emergência, pau para toda obra, Don’t Let Me Down — mas não vai exatamente surpreender quando for escolhida como trilha sonora do rolê.

Jimi Hendrix: Renda fixa indexada à inflação

O Hendrix tem um algo a mais. Quando você escuta uma música dele, pode esperar ritmo, “groove”, energia, e… Algo a mais. Quem dá a garantia de algo a mais nos investimentos? Bom, os investimentos em renda fixa que pagam a inflação MAIS uma taxa pré-estabelecida. Se a sua intenção é investir sem se decepcionar (no caso, perder poder de compra), são excelentes alternativas. Agora, se a sua intenção é dar o play e não ficar parado, vamos de um dos maiores guitarristas de todos os tempos.

Jethro Tull: Fundos Multimercados

Que outro investimento poderia ser uma banda que incorpora blues, folk, música clássica, jazz e rock progressivo em um só “produto”? A suavidade da flauta se misturando tão bem com o som pesado é a metáfora perfeita para a forma com que os multimercados podem usar os mais diversos instrumentos do mercado, com mais e menos risco, para buscar os melhores resultados e a melhor relação entre risco e retorno. Vou até deixar de lado o grande clássico (Aqualung) dessa vez e colocar aqui uma versão de orquestra com o Ian Anderson fazendo maravilhas com a flauta, para ilustrar a versatilidade da banda:

Janis Joplin: Ações

Pensa numa pessoa que viveu intensamente. A rainha do rock (não sou eu que estou dizendo) tem uma voz metálica, potente, forte, suave, tudo ao mesmo tempo. Um caldeirão de referências, ela se comporta como o mercado de ações: imprevisível, intenso, mas quem conhece, provavelmente aprecia (e no caso das ações, faz dinheiro com isso). Lembre-se que a seleção Estrelas da Bolsa pode ajudar no caminho das pedras.

Rita Lee: Ações internacionais

See what I did here? Sim, a única brasileira da lista representando o investimento fora do Brasil. Os brasileiros levavam uma vida sossegada, gostavam de sombra e água fresca e, por longos anos, investir fora do país era a ovelha negra das carteiras: ninguém queria nem saber. Assim como o rock nacional é negligenciado em muitas playlists do gênero (e por brasileiros, o que honestamente me deixa doida). Felizmente, isso está mudando e cada vez mais entendemos a importância de contrabalancear o risco-país com ativos de outras nacionalidades. Tire isso do Ibovespa, ponha o resto além-mar. E conheça as nossas Estrelas Globais para ajudar nessa empreitada.

David Bowie: Fundos DNA

E dava para ser outro? O camaleão do rock (que odiava esse apelido, porque camaleões se escondem e ele se destacava), que é cantor, mas também ator, performer, andrógino e tudo o que quiser — sim, sou fã — representa perfeitamente bem a família de fundos que veio para se adaptar às necessidades dos(as) investidores(as) em seus vários perfis. O Bowie e os fundos DNA são tudo o que você precisa em um só pacote (se você ainda não sabe qual é o DNA perfeito para o seu perfil, faça o teste aqui).

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
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  • O parecer do relator sobre a proposta de reforma do imposto de renda modificou alguns pontos muito caros ao mercado, mas aumentou o risco fiscal
  • Entre as mudanças, foi retirada da proposta a cobrança de IR sobre proventos de FIIs, deixando a classe intocada em relação ao que já conhecemos hoje
  • Além disso, o imposto de renda para empresas cai consideravelmente, mas, com isso, aumenta o risco fiscal
  • Por fim, saiu do texto a alíquota única para investimentos em renda fixa

Na última terça-feira, o Ibovespa caía com as bolsas internacionais após dados de inflação nos EUA quando uma boa notícia veio do lugar mais inesperado: Brasília. É que o relator da reforma do imposto de renda, Celso Sabino, apresentou uma nova versão da proposta (que tanto desagradou o mercado lá em junho), com aspectos que aliviaram para alguns dos ativos que seriam mais afetados pela versão anterior.

Em um outro Insight, mostramos como foi a primeira proposta de reforma e quais poderiam ser seus impactos em algumas classes de investimentos. Uma parte daquele texto se manteve, inclusive a tributação de dividendos pagos por empresas em 20% e o fim de uma das cobranças de Come Cotas (de duas vezes ao ano para uma só). Se quiser relembrar como era o texto, clique aqui.

Dessa vez, vamos focar em trazer os destaques do que tem de diferente no novo texto preliminar. Sempre lembrando que (como o próprio “preliminar” já indica) ainda tem muita água para rolar e a reforma aprovada pode ser muito diferente do que vamos apresentar nas próximas linhas, a depender das negociações no Congresso.

O que já mudou?

1. Fundos imobiliários: mudou para não mudar

Aquela que talvez tenha sido a maior polêmica acerca da primeira versão do texto foi descartada. Pessoas físicas (como eu e você) não sofrerão cobrança de imposto de renda ao receber rendimentos de fundos imobiliários. Investidores que detenham mais de 10 das cotas de um fundo seguem sendo tributados. Ao mesmo tempo, a alíquota cobrada sobre ganho de capital na venda das cotas vai permanecer em 20% (a proposta anterior falou em 15%). Resumo da ópera: para quem investe em FIIs na pessoa física, tudo permanece como é hoje.

Mas isso abre oportunidades? Eu perguntei para a Maria Fernanda Violatti, analista de Fundos Imobiliários da XP, que me disse que sim! Aqui a resposta completa dela:

No dia 25/06 o Ministro da Economia Paulo Guedes enviou a proposta da Reforma tributária para aprovação, apesar de ser um texto preliminar e poder sofrer alterações ao longo dos próximos meses, trouxe maior volatilidade aos preços dos fundos imobiliários listados (principalmente devido à proposta de tributação dos rendimentos distribuídos pelos FIIs).

Diante disso, vimos alguns fundos imobiliários apresentando pontos de entrada relativamente atrativos. Nessa terça feira (13/07), com a entrega de uma versão preliminar do relatório do deputado Celso Sabino (relator da proposta), os investidores do setor imobiliário se animaram ao saber que os FIIs seguem isentos de taxações, diferentemente do que o texto da reforma tributária enviado pelo governo previa.

Confira nos links as oportunidades que o time da XP enxerga para lajes corporativas e para ativos logísticos.

2. Para empresas, menos impostos

Outro destaque bastante relevante do texto preliminar do relator foi o corte mais agressivo de impostos às pessoas jurídicas, para compensar a introdução do imposto sobre os dividendos e a eliminação dos Juros Sobre Capital Próprio (JCP). A indicação é que o IRPJ seja reduzido em 10 pontos percentuais em 2022 e 12,5 pontos percentuais em 2023, restando assim uma alíquota de 2,5%. Para viabilizar isso, setores que hoje possuem incentivos tributários perdem essa benesse.

Sim, o imposto de 20% sobre dividendos continua na proposta. Assim como a eliminação do mecanismo de Juros sobre Capital Próprio, que já estava indicada na versão anterior, também foi mantida. A XP estima que essa mudança pode afetar os lucros de empresas negativamente em 6%, na média (mas pode chegar a muito mais que isso).

Na avaliação do nosso time de economia, isso é positivo para a atividade econômica, mas aumenta o risco fiscal. Segundo Sabino, a nova proposta representa uma redução de R $ 30 bilhões por ano na arrecadação de impostos.

3. Adeus, alíquota única?

A primeira proposta, em junho, indicava que “rendimentos produzidos por aplicações financeiras de renda fixa e de renda variável, auferidos por qualquer beneficiário, inclusive por pessoa jurídica isenta, a partir de 1º de janeiro de 2022, ficarão sujeitos à incidência do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza retido na fonte à alíquota de quinze por cento”.

Essa mudança baratearia o investimento para os investidores de renda fixa, e havia sido justificada como uma forma de não beneficiar os mais ricos (é esse grupo que, em geral, pode manter o dinheiro aplicado por mais tempo). Mas o artigo que falava sobre isso foi retirado do parecer do relator, o que, na visão de tributaristas, indica que o modelo de cobrança regressiva de IR permanecerá, tanto para renda fixa como para fundos multimercados e de renda fixa.

Só para relembrar, a tabela regressiva do IR significa um imposto de 22,5%, para aplicações mantidas por até seis meses; de 20%, para os que ficam de seis meses a um ano; de 17,5%, se o investimento for de um a dois anos; e de 15%, para investimentos mantidos por dois anos ou mais.

Em live no InfoMoney, o relator da proposta, deputado Celso Sabino, explica que essa questão foi debatida com o Tesouro. “A gente tem que ser responsável com essa questão do tempo que esses investimentos ficam aplicados para que a gente possa manter equilibrada a relação de oferta e procura de investimentos”, disse ele. A ideia é não prejudicar a dívida pública com trade de renda fixa, portanto.

O que ainda pode mudar?

Basicamente, tudo!

A apresentação do texto nessa semana inaugurou uma nova fase de discussão. Ainda há pontos de resistência, como a alíquota de 20% para dividendos e os próprios cortes de incentivos – e, embora o presidente da Câmara, Arthur Lira, tenha aventado a possibilidade de que o relatório esteja “pronto para votar” em poucos dias, a tendência é que o tema fique maduro para ir a plenário apenas a partir de agosto. Justamente por isso, reiteramos: não tome decisões de investimentos com base apenas no que foi proposto até agora.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

  • Os recursos naturais são escassos, e na velocidade que a população e suas economias evoluem, não demorará tanto para termos maiores dificuldades
  • Dentro do universo dos investimentos, existem opções que são focadas justamente em mitigar esse fenômenos como questões climáticas, perda de biodiversidade, etc
  • Na plataforma da Rico, já temos algumas opções democráticas para isso, e agora um novato focado em tecnologia para uso mais eficiente da água: Trend Agua Tech
  • Ah, ele abre hoje para reserva na plataforma da Rico, entenda mais no insight de hoje!

Por Beatriz Vergueiro, Head de Produtos ESG da XP Inc

Em 2030, a população mundial deverá aumentar em mais de 1 bilhão de pessoas e, à medida que o mundo se torna mais populoso, a demanda por energia, alimentos e água aumentará.

Mas a Terra possui uma quantidade finita de recursos naturais para atender a essa demanda, e a conta não fecha. A correlação entre as tendências nas mudanças climáticas e a escassez de recursos está ampliando seu impacto: as mudanças climáticas podem reduzir a produtividade agrícola em até um terço em grandes partes da África nos próximos 60 anos.

Globalmente, a demanda por água aumentará 40% e por energia, 50%. Em suma, o atual modelo econômico mundial está indo além dos limites da capacidade de sobrevivência do planeta e a relação entre empresas e recursos naturais está se tornando cada vez mais importante.

E não é um problema distante de nós. A escassez de água e a falta de recursos de água doce para atender à demanda de água que está presente em todos os continentes e é um dos maiores riscos globais em termos de impacto potencial na próxima década.

As empresas já estão enfrentando riscos em sua fabricação devido ao esgotamento da água, que sempre foi amplamente considerada como uma matéria-prima gratuita e, portanto, usada de forma ineficiente.

Esses desenvolvimentos estão, portanto, obrigando as empresas a se tornarem mais eficientes na forma como usam os recursos naturais para se manterem competitivas e mais sustentáveis ​​- isso pode ajudar a impulsionar uma melhor gestão financeira dos recursos, mas também estimular inovações tecnológicas que podem ter um impacto benéfico sobre a linha de fundo em apoio a uma economia e sociedade mais sustentáveis ​​e resilientes.

A tecnologia sempre teve o poder de mudar comportamentos e expectativas. O que é novo é a velocidade da mudança. Inteligência artificial, os sistemas de computador capazes de realizar tarefas que normalmente exigem inteligência humana, estão sendo feitos por redes inteligentes de empresas para prever o fornecimento desses recursos e a demanda.

Essa ideia também reconhece as implicações das chamadas megatendências da sustentabilidade. Líderes empresariais, investidores, economistas e governos estão reconhecendo cada vez mais as implicações econômicas de:

  • desafios sociais (como aumento da desigualdade de renda, pobreza e abusos dos direitos humanos e trabalhistas);
  • questões ambientais (como mudanças climáticas, perda de biodiversidade e escassez de recursos);
  • a ascensão de países emergentes;
  • rápidas mudanças tecnológicas.

É aqui que entramos no assunto investimentos. O investimento sustentável refere-se à seleção de ativos que contribuem de alguma forma para uma economia sustentável, ou seja, um ativo que minimiza o esgotamento dos recursos naturais e sociais.

Esses investimentos visam mitigar:

  • mudanças climáticas;
  • perda de biodiversidade;
  • ineficiência de recursos. (geração de energia com baixo teor de carbono; eficiência energética; controle de poluição; gestão de resíduos; inovação de processos)

Nessa categoria de investimentos temos algumas opções de fundos temáticos que focam nessas tendências e buscam trazer para o investidor uma maneira de monetizar e aproveitar essas oportunidades. São eles: Trend energias renováveis, Trend carbono zero e Trend agua tech sempre visando que a questão de escassez de recursos naturais e a transição da matriz energética para um mundo onde uma economia de baixo carbono é a discussão mais relevante da próxima década.

O Trend Energias renováveis você já conhece: falamos dele neste outro texto. É um fundo que acompanha o ETF iShares Global Clean Energy, gerido pela BlackRock, e se enquadra em critérios ESG. Em resumo: é uma forma de investir em empresas selecionadas que estão ligadas à produção de energia renovável. O Trend Carbono Zero está ligado ao desempenho do ETF (fundo listado em bolsa) KraneShares Global Carbon, composto por contratos futuros de crédito de carbono nas bolsas dos Estados Unidos e Europa (saiba mais sobre créditos de carbono neste outro Insight).

Já o Trend Água Tech é uma novidade, que acaba de estrear por aqui. Ele acompanha o NASDAQ US Water Index através do ETF Invesco Water Resources, com 36 empresas listadas nos EUA voltadas para tecnologia de extração, tratamento e distribuição de água. O fundo permite acesso diversificado entre setores investidos e geografias de receita. São companhias que visam aperfeiçoar a forma como lidamos com esse recurso para evitar desperdícios, algo essencial na realidade que descrevi neste texto até agora.

  • Assim como o coentro, o Bitcoin vem sendo tema de acaloradas discussões entre quem ama e quem odeia
  • Nos últimos meses, algumas notícias vêm favorecendo o segundo grupo, mas sabemos que o cenário pode mudar a qualquer momento (até porque, a volatilidade é de 76%!)
  • Nesse cenário é que acontece a discussão sobre os criptoativos serem ou não capazes de substituir o ouro como reserva de valor. Listamos as vantagens e desvantagens das duas classes para descobrir quem ganha essa batalha

Você sabia que o amor ou horror pelo coentro é uma questão genética? Estudos já mostraram (esse aqui é da Cornell, de 2012) que algumas pessoas têm mais sensibilidade gustativa que outras, o que pode levá-las a sentir o famoso “gosto de sabão” quando comem esse tempero tão singular (eu adoro! E você?).

É mais ou menos assim que eu tenho visto investidores lidarem com o Bitcoin e outras criptomoedas. Para quem acredita no potencial desse mercado, é comum ver uma defesa com unhas e dentes sobre o futuro dos pagamentos passar necessariamente por blockchains e criptoativos. Na outra ponta estão os que não aceitam nem uma pitadinha de cripto na carteira — vai ver sentem que esses ativos dão uma ensaboada no portfólio.

Esse último grupo está em vantagem nos últimos meses. Após chegar à máxima histórica em março, perto dos US$ 65 mil, o Bitcoin já negocia abaixo de US$ 33 mil novamente e vem colecionando más notícias nos últimos meses. Vamos a essas más notícias.

China vs. impactos climáticos

Uma das notícias mais impactantes para o universo cripto recentemente foi a ordem da China, país que abriga 50% da mineração de Bitcoin globalmente, para que a província de Sichuan (segunda maior do país em mineração de criptos) encerrasse a atividade. Geradoras e distribuidoras de energia foram impedidas de fornecer eletricidades para pontos de mineração. A medida tem relação com a busca por metas climáticas (entenda mais sobre a relação entre criptos e o clima aqui).

O outro lado

O plot twist dessa história é que essa medida chinesa pode ser positiva para os mineradores. No início deste mês, o algoritmo do Bitcoin foi reajustado para aumentar a produtividade da mineração global, apesar desse contratempo. Com isso, os mineradores que ainda estão na ativa passam a ser recompensados com mais Bitcoins do que eram antes, o que estimula a atividade. Além disso, o fato de passar a ser minerado em outros países, de matriz energética mais limpa, pode melhorar a atratividade da cripto no longo prazo.

Europa pela segurança

Recentemente, o Banco Central Europeu reforçou uma postura de preocupação com a volatilidade do Bitcoin, as questões ambientais e o uso para fins ilícitos. A França já ordenou que as exchanges (corretoras de criptoativos) disponibilizem os nomes dos clientes “por segurança” — acontece que negociar valores sem rastreio dos governos é justamente uma das vantagens das criptos, para quem defende esse mercado, então precisamos ver como eles vão reagir se essa moda pegar.

Fora da Zona do Euro, no Reino Unido, autoridades proibiram as operações da criptocorretora Binance no país, obrigando-os a postar este aviso em seu website britânico, bem como impedindo-os de fazer qualquer tipo de publicidade acerca de seus serviços no país.

É o novo ouro?

Apesar de todos esses eventos, ainda há quem defenda os criptoativos, em especial o Bitcoin, como uma espécie de “novo ouro”: o futuro da reserva de valor. Esse argumento tem como premissa principal a escassez (já que o Bitcoin deixará de ser minerado quando chegarmos a 21 milhões de unidades). Mas quem será que ganha essa batalha?

BitcoinOuro
Proteção contra a inflaçãoHistórico curto impossibilita de saberQuestionável (veja no gráfico 1 abaixo, retirado do portal CNBC)
Diversificação em períodos de estresseTudo indica que não (caiu junto com a bolsa no pior momento da Covid – alta correlação com ativos de risco)Sim
EscassezSim (mas a ascensão de novas criptomoedas podem diminuir esse efeito)Sim
VolatilidadeMaior (veja no gráfico 2 abaixo em comparação com outros ativos de risco)Menor
Meio de trocaPouco aceito (e até a Tesla desistiu de aceitar)Questionável (até dá pra usar como meio de troca, mas muitos ativos que dão acompanham o preço do ouro não necessariamente dão acesso ao metal em si)
ESGRuim (ao menos até que a mineração passe a usar majoritariamente energias limpas)Agora já foi: como a maior parte do ouro do planeta já foi minerada, provavelmente a atividade não vai aumentar muito mais sua pegada de carbono agora

Como pudemos ver, portanto, o ouro continua sendo um ativo mais indicado para lidar com momentos de estresse no mercado (principalmente considerando a volatilidade), mas existem aspectos dos criptoativos que estão em plena evolução e podem eventualmente mudar esse cenário. Já tem quem fale que as chamadas “Stablecoins” (criptoativos cujo valor é atrelado ao de moedas estáveis, como o dólar, ou ao próprio ouro) vieram para ocupar esse espaço com maior segurança. Mas, por ora, não vemos sinais concretos da substituição de um pelo outro.

Um tempero para a carteira

A boa notícia é que, diferentemente do coentro, sua relação com o Bitcoin e outras criptomoedas não tem nada a ver com genética e não precisa ser 8 ou 80: dá para ter só um pouquinho de exposição, um tempero mesmo, sem “espalhar o gosto no prato todo”, ou melhor, sem prejudicar o restante da sua carteira por essa volatilidade tão grande.

Quanto é o ideal? Bom, vai depender de você. Nossa sinalização é até 5% para os perfis mais agressivos, mas hoje preferimos nem incluir nas carteiras recomendadas, enquanto a compreensão sobre esse ativo é tão limitada (melhor não servir coentro para os amigos sem saber se algum tem o “gene do sabão”, né?).

A real, real MESMO, é que você só deve colocar em cripto o máximo de dinheiro que tem disposição para ver praticamente “sumir” em momentos mais críticos. Sempre que estiver pensando em aumentar sua exposição, é só voltar pro gráfico acima, que mostra a volatilidade de 74% do Bitcoin, para pensar se vale a pena.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Rico, podendo também ser divulgado no site da Rico. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Rico. A Ouvidoria da Rico tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 771 5454. SAC. 0800 774 0402. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da Rico: https://www.rico.com.vc/custos A Rico se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela Rico. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento

*Por Zé Rico, Analista técnico da Rico

  • Na Terça Trader de hoje, o Zé Rico ensina como e por que ficar de olho em ações que estão sendo muito negociadas no momento, graficamente
  • Essa análise pode ser usada para definir momentos ideais de entrada, saída ou até para definir stop gains
  • Saiba mais sobre as zonas de intensa negociação, ou trade location

No artigo de hoje, vamos falar sobre trade location, um dos diferentes tipos de operações possíveis na análise de fluxo.

Essa operação se baseia na tomada de eventual posição pelo trader, em uma zona de preço ou localizações específicas do ativo escolhido, formadas em razão do acúmulo de negócios realizados pelos players institucionais ou que realmente movimentam o mercado. Para falar uma língua que todos conhecem, são as zonas de “rush” do mercado, quando todo mundo vai movimentar os ativos ao mesmo tempo.

Esses acúmulos de negócios podem ser chamados de zonas de intensa negociação ou blocos de negociação, como demonstra a imagem abaixo.

Após identificados esses blocos, o operador (você) poderá atuar na análise do fluxo tanto no sentido contrário ao movimento prévio do ativo em relação à zona de negociação, por meio de uma absorção ou defesa dessa região, como no mesmo sentido do movimento prévio do ativo em relação à zona de negociação, entendendo que haverá o rompimento desse bloco.

Ainda, tais regiões de negociação não servem apenas para a abertura de posição, mas também como possíveis alvos. Após o mercado se deslocar favoravelmente à posição do operador, ele poderá obter como alvo da operação a próxima zona de negociação e assim por diante.

Por fim, tais regiões também funcionam como pontos de posicionamento de stop gain, podendo precificar a sua operação vencedora, tentando garantir o máximo de lucro possível.

Dessa forma, em razão do trade location ser um rastro marcado pelos big players, são áreas em que o operador saberá em quais pontos ou regiões do ativo possui real interesse de defesa ou rompimento, evitando trades em pontos de entrada no mercado que nem os institucionais estão interessados em atuar, filtrando a aleatoriedade do mercado e evitando operar em excesso. Ou seja: evitando nadar contra a maré!

Para saber como melhor operar nesses momentos, relembre nossos textos sobre tendências: o que são e como identificar na prática.

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

Este relatório de análise foi elaborado pela Rico Investimentos, que é uma marca da XP Investimentos CCTVM S.A. (“Rico”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A Rico não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à Rico e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Rico. O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da Rico estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários do Grupo XP. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da Rico. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
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