Gol de CDB da Rico 250% do CDI: a cada fase que o Brasil avança na competição, você pode investir mais R$ 500 no produto

29/04/2022 12:00:00 • Atualizado em 28/09/2022 19:43:15
30 minuto(s) de leitura


Quanto rende a poupança e como calcular?

O rendimento da poupança hoje pode ser facilmente superado. Veja quanto rende a poupança hoje com simulações que mostram aplicações mais rentáveis.


Compartilhar:
mulher colocando moeda em cofre para calcular o rendimento da poupança

Conhecer o rendimento da poupança pode fazer você mudar de ideia, caso mantenha dinheiro nela, e ir em busca de ativos mais rentáveis. 

Apesar de a caderneta ser a aplicação financeira mais conhecida do Brasil, tenha em mente que ela não é a melhor alternativa para o seu dinheiro.  

Ao longo do artigo, você vai conhecer alternativas para fazer o seu dinheiro render de verdade e aprender como calcular o retorno da caderneta. 

Veja só os tópicos que preparamos para sua leitura: 

  • O Que é Poupança? 
  • Vantagens e Desvantagens da Poupança
  • O que são os Juros da Poupança? 
  • Qual o Rendimento da Poupança em 2020? 
  • Como é Feito o Cálculo do Rendimento da Poupança Hoje, Mensal e Anual 
  • Quanto a Poupança Rende Por Mês? Calculando Juros da Poupança 
  • Histórico de Quanto Rende a Poupança no Brasil 
  • O Rendimento Da Poupança é Bom em 2020? [Simulador] 
  • Investimentos Seguros e Mais Rentáveis Que a Caderneta de Poupança em 2020 
  • Em Quais Situações a Poupança é a Melhor Opção? 
  • Perguntas Frequentes e Exemplos Sobre o Rendimento da Poupança. 

Se você tiver qualquer dúvida, deixe um comentário ao final da página.  

Boa leitura! 

O Que é a Poupança? 

A poupança nada mais é do que uma conta bancária com funções limitadas, com um limite de transações por mês e, que em troca, oferece ao cliente um pequeno rendimento mensal. 

Ao abrir sua conta em um banco, é como se você estivesse emprestando dinheiro para aquela instituição financeira, que, por sua vez, vai remunerar o cliente por esse empréstimo – são os famosos juros da poupança, sobre os quais vamos falar na sequência. 

É importante não confundir a caderneta com o ato de poupar. 

Ou seja, fazer uma poupança é um passo importante para juntar dinheiro, concretizar metas e investir para aumentar o patrimônio. 

O que não é recomendável, contudo, é usar a caderneta como aplicação financeira, pois há opções muito mais rentáveis e igualmente seguras no mercado. 

Vantagens e Desvantagens da Poupança 

A caderneta de poupança é simples e acessível. 

Qualquer pessoa consegue abrir uma conta bancária do tipo. 

E o melhor é que não há cobrança de taxas, nem mesmo de manutenção da conta. 

Por outro lado, a poupança não funciona como uma conta corrente normal, já que tem limitações no número de transações, no tipo delas e nos valores envolvidos. 

Já como investimento, podemos citar como vantagens da poupança a liquidez imediata (você saca dinheiro quando quiser) e a isenção do Imposto de Renda

Além disso, ela conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ. 

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site

No entanto, essas vantagens não são exclusivas da caderneta, que ainda perde em atratividade por algumas razões. 

A principal delas é a baixa rentabilidade, sobre a qual já falamos na abertura do texto e que ainda vai aparecer em vários exemplos até o final dele. 

Além disso, outro ponto negativo é que os juros de correção só incidem sobre o saldo no chamado “aniversário da poupança“. 

O que isso significa? Que depósitos são remunerados a cada 30 dias. 

Assim, se você aplicar R$ 1.000 hoje na poupança e sacar R$ 900 em 20 dias, esse valor não terá sofrido correção alguma. 

O que são os Juros da Poupança e quanto rende a poupança? 

Como adiantamos antes, os juros da poupança se referem à correção do valor aplicado na caderneta. 

Eles são a contrapartida que o banco oferece ao cliente por manter saldo da conta. 

Vale destacar que os recursos captados através da poupança podem ser usados, por exemplo, para a concessão de financiamentos imobiliários pelas instituições bancárias. 

Em troca, existe o rendimento da caderneta, que é aquilo que você recebe com base em taxas oficiais da economia nacional. 

Por isso, é importante ficar atento. 

Quando a inflação supera a taxa de juros, a poupança acaba corroendo o seu patrimônio. Isso acontece porque, apesar do aumento do seu saldo devido à rentabilidade, você perde poder de compra ao longo do tempo com o efeito da inflação. 

Em bom português: você perde dinheiro em vez de ganhar. 

Ainda que possa ser considerada como investimento, justamente em razão dos juros da poupança, com as taxas atuais, a caderneta tem funcionado quase como um cofre. 

Ou seja, você guarda o dinheiro lá, mas ele não trabalha para você. 

Quanto rende a Poupança? 

De acordo com a regra atual, quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança é de 0,5% ao mês. 

A poupança não é uma boa opção de investimento nem com a Selic alta, nem baixa. É sempre possível encontrar investimentos mais rentáveis. 

Mas fique tranquilo, pois ainda neste artigo, vamos apresentar alternativas tão seguras quanto e muito mais atrativas. 

Quanto rende a poupança e como é feito o cálculo de rendimento da poupança? 

Como explicamos antes, a poupança funciona como um empréstimo do seu dinheiro ao banco emissor. Em troca, você recebe uma taxa de rentabilidade. 

Esse mesmo cálculo é feito para qualquer valor inserido na poupança. Por exemplo: Se você quiser saber quanto rende um milhão na poupança, basta utilizar as seguintes fórmulas: 

Essa taxa, por sua vez, pode ser calculada de duas formas: 

  • Se a taxa Selic estiver acima de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança será 0,5% ao mês + TR 
  • Caso a taxa Selic esteja menor ou igual a 8,5% ao ano, o rendimento da poupança será 70% da Selic + TR. 

Atualmente, é o primeiro cenário que vale. 

Essa regra da taxa de rendimento da poupança foi estabelecida em 2012 pelo governo. Desde então, a aplicação tem se tornado cada vez menos rentável ao poupador.  

Quanto rende a poupança por mês? Calculando juros da Poupança 

Ao deixar o seu dinheiro na caderneta, você pode resgatá-lo a qualquer momento. Os juros da poupança, que consistem no seu rendimento, são repassados a cada ciclo de 30 dias. 

Esse período é conhecido como aniversário da poupança.  

Então, se você sacar as suas economias no 29º dia útil, perderá todo o retorno daquele mês, que já é bastante reduzido.  

O saque do dinheiro deve ser bem pensado, justamente para evitar esse tipo de situação. 

Por exemplo, diante de uma emergência, você poderá ser prejudicado. 

Para saber quanto rende a poupança com base no seu rendimento atual, basta fazer um cálculo rápido. 

Considere o montante a ser aplicado e o respectivo prazo de aplicação. 

Histórico de quanto rende a poupança no Brasil 

Ainda hoje, a poupança é uma das aplicações mais populares entre os brasileiros. 

Essa preferência, no entanto, não se dá pela rentabilidade. 

De forma geral, boa parte da população acredita que essa é uma forma segura e fácil de guardar dinheiro, pois tudo pode ser feito em qualquer banco.  

Mesmo com o confisco do dinheiro dos poupadores na década de 90, pela então Ministra da Fazenda, Zélia Cardoso, conhecer quanto rende a poupança ainda desperta o interesse de muitas pessoas.  

As justificativas mais recorrentes são a segurança financeira, rendimentos estáveis e falta de conhecimento sobre investimentos.   

Para entender por que o rendimento da poupança está cada vez menos satisfatório, veja abaixo o desempenho histórico da caderneta nos últimos anos: 

Ano Retorno absoluto (%) Retorno real descontada a inflação (%) Inflação (%) 
2021 2,94% -6,37% 10,06% 
2020 2,11% -2,3 4,52% 
2019 4,26 -0,05 4,31 
2018 4,62 0,84 3,75 
2017 6,61 3,55 2,95 
2016 8,3 1,89 6,29 
2015 8,15 -2,28 10,67 
2014 7,16 0,71 6,41 
2013 6,37 -0,12 5,91 
2012 6,47 0,6 5,84 
2011 7,5 0,94 6,5 
2010 6,8 0,84 5,91 
2009 7,05 2,63 4,31 
2008 7,9 1,89 5,9 
2007 7,77 3,17 4,46 
2006 8,4 5,1 3,14 
2005 9,21 3,33 5,69 
2004 8,1 0,46 7,6 
2003 11,21 1,75 9,3 
2002 9,27 -2,9 12,53 
2001 8,63 0,89 7,67 
2000 8,32 2,21 5,97 
1999 12,76 3,5 8,94 
1998 15,16 13,28 1,65 
1997 16,85 11,05 5,22 
1996 16,34 9,19 9,56 
1995 40,38 14,69 22,41 

O retorno absoluto (ou nominal) considera o desempenho da caderneta ao longo de todo o ano e não apenas o seu fechamento. 

Já o rendimento real da poupança significa o retorno descontado do IPCA. Ou seja, é o valor que vem efetivamente para o seu bolso. 

Esse fator deve ser considerado, pois a inflação desvaloriza o dinheiro ao longo do tempo. 

Note que, de 2012 até 2019, essa taxa ficou cada vez menor. Sem contar que, em 2015 e 2016 a caderneta perdeu para a inflação, ao invés de render.  

Um fator agravante para o rendimento da poupança, além da taxa Selic baixa, é a TR. Na década de 90, quando ela foi utilizada no controle da inflação, o seu valor era alto. 

Hoje, como a taxa Selic faz esse controle, a TR passou a ser apenas um índice de reajuste para as aplicações e empréstimos.  

Atualmente, a TR não está mais zerada, como vinha ocorrendo desde 2017. Mas, ainda assim, ela continua baixa —abaixo de 1%. 

Perceba que, mesmo com a taxa Selic em alta, como ocorreu em 2015 e 2016 (quando fechou em 14,25%), o rendimento real da caderneta foi negativo, porque o IPCA também estava em alta. 

Assim, todos os retornos da poupança foram corroídos pela inflação. 

Quanto rende a poupança – últimos anos? 

Em 2017, tivemos uma grande queda na taxa Selic e no IPCA. Por conta disso, o rendimento da poupança foi de 6,57% no ano.  

Ao considerar o ganho real, com a inflação acumulada em 2,95% em dezembro daquele ano, o retorno foi de apenas 3,62%.  

Já em 2018, a taxa Selic iniciou em 7,00% a.a. e fechou em 6,50% a.a. Portanto, o rendimento da poupança caiu para 4,55% ao ano, com ganho real de 1,12%.  

Em 2019, a Selic fechou em 4,26, resultando em um retorno de -0,05 na poupança.  

Já em 2020, a inflação resultou em 4,52%, o que fez com que o retorno da poupança ficasse em -2,3%. 

E, por fim, em 2021, a inflação fechou em 10,06, e o rendimento da poupança, em -6,37%. 

Quanto rende a poupança e outros investimentos mais rentáveis 

Homem utilizando um notebook, apoiado em uma mesa.

Certamente, você já percebeu que a caderneta não é uma boa opção no quesito rentabilidade. 

Com a manutenção da taxa Selic em alta, é hora de sair da poupança e perceber que há investimentos mais seguros do que essa aplicação.  

Primeiramente, o que torna a caderneta segura é a proteção do Fundo Garantidor de Créditos. 

Só que existe uma vasta gama de investimentos que possuem exatamente a mesma garantia do FGC. 

A seguir, conheça aplicações tão seguras quanto a poupança, mas que rendem muito mais:  

1. CDB 

O CDB é o Certificado de Depósito Bancário. 

Ele é um título de renda fixa emitido pelos bancos. 

Por isso, esse é um dos investimentos mais conhecidos da modalidade.  

A sua taxa de rentabilidade pode ser de duas formas: prefixada ou pós-fixada. 

A primeira consiste em uma taxa fixa. Por exemplo, de 14% ao ano. 

Portanto, você investe o seu dinheiro com a segurança de que irá receber esse rendimento até a data do resgate.  

A taxa pós-fixada está atrelada a um indexador da economia, como o CDI ou o IPCA. Assim, o emissor paga um percentual sobre o índice. Por exemplo, 110% do CDI.  

Como esses indicadores variam com o tempo, os rendimentos do CDB pós-fixado também estão sujeitos à oscilação. 

Geralmente, quanto ele sobe, os retornos da aplicação aumentam na mesma proporção.  

Caso os seus objetivos sejam de curto prazo, como formar a reserva de emergência ou fazer uma viagem de férias, você pode optar por um CDB com liquidez diária.  

Essa aplicação permite o resgate a qualquer momento. Então, você investe por um período menor sem a preocupação de só sacar no dia do aniversário da aplicação, como ocorre na caderneta.  

2. LC 

Outro investimento semelhante é a LC (Letra de Câmbio). A diferença para o CDB está no emissor, que, nesse caso, é uma financeira.  

Por isso, essa aplicação tende a oferecer uma taxa de rentabilidade mais atrativa. Principalmente para aplicações de longo prazo, como construir aposentadoria ou alcançar a independência financeira. 

A LC e o CDB estão sujeitos ao pagamento da alíquota do Imposto de Renda. Mesmo assim, os rendimentos líquidos superam em muito os da poupança. 

Sobre o Imposto de Renda, não se preocupe: ele é retido na fonte e você não terá nenhum trabalho – basta entregar a sua declaração do IRPF dentro do prazo.  

Geralmente, a LC é indicada para objetivos de médio e longo prazos, como comprar um imóvel, investir para o estudo dos filhos ou para a aposentadoria.  

3. LCI e LCA 

A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são outras duas estrelas da renda fixa.  

Elas funcionam como os CDBs e também são emitidas pelos bancos. A grande vantagem de investir o seu dinheiro nelas é a isenção de impostos. Isso mesmo: os rendimentos vêm diretamente para o seu bolso.  

Por esse motivo, você notará que as taxas de rentabilidade das LCIs e LCAs, à primeira vista, parecerem menores. Já ao simular, você vai perceber que elas podem superar os retornos de aplicações como a LC.  

4. Tesouro Direto 

O Tesouro Direto é um dos investimentos mais procurados pelas pessoas que acabaram de sair da poupança. Todo esse sucesso se deve à sua taxa de rendimento e acessibilidade.  

Ele é um título público, então, o governo é quem paga os retornos. 

Logo, o Tesouro pode ser considerado como a aplicação mais segura do país, ou seja, o seu risco é mais baixo, até mesmo, que o da poupança.  

O investimento em Tesouro Direto custa a partir de R$ 30,00. Então, você pode começar a investir mesmo com pouco dinheiro.  

Basicamente, ele é subdividido em:  

  • Atrelados à inflação: Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 
  • Prefixados: Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 
  • Indexado à taxa Selic: Tesouro Selic. 

O Tesouro Selic costuma ser o ativo mais recomendado. Tanto que já encontramos especialistas que o apelidam de “a nova poupança”. 

Esse título possui baixa volatilidade e liquidez diária. 

Assim, você pode solicitar o resgate a qualquer momento e as perdas, de modo geral, são menores em comparação aos demais papéis.  

Portanto, o Tesouro Selic tende a oferecer bons rendimentos, independente do prazo de aplicação. 

Sem contar que a taxa Selic é o parâmetro dos demais juros. Ou seja, você sempre terá ganhos alinhados ao mercado.  

Os Títulos do Tesouro são garantidos pelo Governo Federal. Isso significa que, para que haja um calote, é preciso que o país todo quebre. 

Esse é um cenário tão remoto e improvável que muitos economistas rejeitam a ideia. 

Os próprios bancos contam com uma reserva em títulos do governo. Ou seja, boa parte do dinheiro que você deixa lá é reinvestido em títulos públicos. 

Mesmo que você já saiba que há diversos investimentos que superam o rendimento da poupança, é fundamental definir os seus objetivos ao poupar.  

Dessa forma, ficará mais fácil escolher um ativo, no qual alocar o seu capital e também conquistar resultados melhores.  

Um exemplo prático é fazer uma reserva de emergência. Nesse caso, o ideal é optar por investimentos com liquidez diária.  

Assim, você não terá prejuízos ao resgatar antes do prazo de vencimento. Do contrário, é possível ter multas ou perdas de rendimento.  

+ Comece a Investir! Abra sua conta na Rico 

Perguntas frequentes e exemplos sobre o rendimento da poupança 

Para reforçar tudo o que você aprendeu neste artigo, vamos responder algumas das questões mais frequentes sobre a caderneta. 

Poupança é a melhor opção para reserva de emergência? 

Essa é a razão pela qual muitos brasileiros mantêm dinheiro na caderneta. 

Ou seja, com sua liquidez imediata, se precisar sacar o valor nela disponível diante de uma emergência, é só se dirigir a um caixa eletrônico. 

Porém, há investimentos que funcionam melhor para uma reserva financeira, justamente por aliar a liquidez à rentabilidades superiores. 

Ao investir na Rico, você encontra CDBs com liquidez diária, por exemplo. São ativos que permitem o resgate diariamente. 

Outra excelente alternativa para esse objetivo é o Tesouro Selic, que é o mais líquido dos títulos públicos. 

Como a inflação afeta o rendimento da poupança?  

A inflação afeta o resultado da maioria dos investimentos e, com a poupança, não é diferente.  

Ela pode corroer o poder de compra da moeda, deixando-a desvalorizada ante ao mercado. 

Por isso, é muito importante considerar o efeito da inflação antes de fazer uma aplicação.  

No caso da poupança, esse impacto pode ser ainda mais crítico por conta da baixa rentabilidade da aplicação.  

Acontece que, em alguns momentos, a rentabilidade da poupança não consegue nem mesmo cobrir o efeito da inflação, como foi em 2015, 2016 e 2019.  

Nesses casos, há uma alta nos preços e o dinheiro proveniente da aplicação não é suficiente para cobrir esse reajuste. 

Por isso, se costuma dizer que houve perda do poder de compra. 

Qual é a melhor data para depositar o dinheiro na poupança?  

Não existe uma data que seja a melhor para depósitos na poupança.  

Porém, como a rentabilidade da poupança é mensal, é muito importante respeitar a data de aniversário da poupança para garantir a sua rentabilidade.  

Ou seja, se fizer um depósito no dia 10, não saque antes do dia 10 do mês seguinte. 

Além disso, vale destacar que os depósitos feitos no final do mês, mais precisamente entre os dia 29 e 31, têm suas datas de aniversários repassadas para o começo do mês seguinte.  

Conclusão 

Uma pessoa utilizando alguns objetos, como calculadora, celular, papéis e caneta, apoiados em uma mesa.

Depois de saber quanto rende a poupança e que há investimentos muito mais rentáveis, provavelmente, você já deve estar convicto de que é hora de mudar.  

Tenha em mente que os juros da economia devem continuar baixos. Por isso, a caderneta tende a oferecer ganhos reais muito pequenos ou até negativos. 

Entre as opções que podem trazer bons rendimentos, temos os ativos da renda fixa, como o Tesouro Direto, o CDB e a LCI.  

Com eles, é possível ter ganhos reais atrativos e alinhados ao mercado, isto é, superiores a 100% do CDI.  

Se você quer atingir os seus objetivos, saia agora mesmo da poupança e invista em renda fixa! 

Para começar, você só precisa abrir a sua conta na Rico. Aqui, você encontrará os investimentos mais rentáveis e seguros do mercado!