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26/08/2021 08:03:00 • Atualizado em 25/10/2023 12:46:42
21 minuto(s) de leitura


Criptomoedas: o que são, como funcionam e como operar? 


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Imagem com diversas opções de criptomoedas em fila.

O mundo passa por mudanças diferentes todos os dias e a maioria delas está relacionada ao avanço da tecnologia.    

Podemos dizer que as criptomoedas (como a Bitcoin) têm feito muito barulho no mercado financeiro e estão superando seus desafios para se consolidar.   

Mas, você sabe o que são e como funcionam as criptomoedas? Sabe para que elas são usadas? E como negociar cripto?   

Neste artigo nós esclarecemos tudo sobre as moedas digitais para você entender como funciona esse universo.   

O que são criptomoedas? 

As criptomoedas são moedas digitais descentralizadas, ou seja, que não são controladas por algum órgão ou país em específico. Elas são criadas em uma rede blockchain que é responsável por armazenar com segurança os mais diversos tipos de informações.    

Como, por exemplo, transações financeiras, registros e os dados de pessoas que participam dessas transações.   

Essas criptomoedas geradas no blockchain possuem um valor que, em alguns casos, pode ser convertido para outras moedas, como o dólar ou real, e, por isso, elas podem ser utilizadas como moeda de troca para compra de produtos e consumo de serviços.    

Com o crescimento da sua relevância, cada vez mais as empresas têm se interessado por receber criptomoedas como forma de pagamento. Mas a volatilidade é um ponto de desvantagem aqui.  

Mas como tudo isso funciona? Nós te explicamos!   

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Como funcionam as criptomoedas? 

Como já mencionado, as criptomoedas são moedas virtuais, então não é possível fazer uma troca física, portanto, elas só existem na internet, não sendo possível guardar na conta corrente, corretoras comuns ou em cofres – apenas em carteiras digitais ou Exchanges.   

Vale pontuar que as Exchanges são locais de negociação e não carteiras, as carteiras podem ser hot wallets ou cold wallets. 

Embora novos Bitcoins surjam a partir da mineração, outras criptos como o ETH da Ethereum tem um modelo diferente, novas emissões se dão a partir do Staking. 

E quem contribui para a validação dos blocos (local onde estão as transações) da blockchain, acaba recebendo o pagamento em criptomoedas que passam a estar disponíveis para circulação.   

Elas são negociadas diretamente nas Exchanges ou também via fundos de investimentos ou ETFs a partir de contas digitais, como a Rico.   

Além disso, na Rico você tem acesso a esse tipo de negociação diretamente pelo nosso aplicativo, com infinitas vantagens.  

Para entender melhor o que são criptomoedas e como elas funcionam, veja também um resumo sobre o que é blockchain e mineração.   

O que é Blockchain? 

A Blockchain é uma tecnologia de cadeia de blocos de informações.    

Ela é uma espécie de livro contábil público, armazenado na rede e que funciona como um banco de dados que armazena de forma segura e transparente tudo que é colocado nele, não sendo possível fazer alterações, somente novos registros.   

Essa tecnologia ganhou muita relevância por sua segurança.    

Como a blockchain é descentralizada, para um registro ser feito na cadeia é preciso que outros computadores da rede aprovem as informações.    

Quando muitas informações se juntam é formado um bloco que é registrado para sempre na cadeia.   

Mas o que as criptomoedas têm a ver com isso?    

A resposta é que elas usam a mineração para formação do bloco que cria as criptomoedas. Veja abaixo como isso acontece.   

O que é mineração? 

Dentro da rede de computadores, apesar de outros precisarem autenticar uma transação, apenas um é necessário para formar um bloco que será inserido na cadeia junto com os outros.    

As informações ficam no chamado pool de mineração esperando para serem inseridas na formação de um bloco.   

Um bloco é formado quando um computador, após juntar todas as informações necessárias, resolve um problema matemático, obtendo um número (hash).  

Assim, o bloco é registrado na cadeia e o computador recebe uma quantidade de criptomoedas pelo trabalho. 

Como essa é uma operação super complexa, é preciso de computadores com maior capacidade para fazer a mineração e conseguir recompensas em criptomoedas.   

Esse método de mineração é chamado de Proof Of Work (prova de trabalho), e é usado para minerar Bitcoins.    

Outras criptomoedas utilizam métodos diferentes, que necessitam de menos poder computacional.   

Um deles é o Proof Of Stake (prova de participação), em que os operadores deixam criptomoedas presas no protocolo da rede blockchain para serem selecionadas para criar o próximo bloco e receber criptomoedas em troca. 

Para que servem as criptomoedas? 

A imagem mostra uma mulher deitada na cama utilizando um notebook e tomando uma xícara de café em referência a como operar criptomoedas.

Uma grande função das criptomoedas é sua utilização como alternativa de aplicação, já que os negociadores de criptoativos começaram a enxergar que elas podem se tornar uma boa reserva de valor.   

A partir daí surgem empresas que aceitam criptomoedas como pagamento, fundos de investimento em criptomoedas e muitas outras oportunidades para as moedas digitais crescerem no mercado.   

Além disso, as criptomoedas têm a função de servir como remuneração para os mineradores na blockchain desde sua criação. 

Tudo certo até aqui?  

Então, segue abaixo, um vídeo da nossa analista financeira, Paula Zogbi, para aprofundar ainda mais seus conhecimentos sobre o assunto:  

Agora, que tal entender mais sobre os principais criptoativos do mercado?  

Vamos lá!  

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Principais criptomoedas do mercado 

Com esse crescimento das criptomoedas no mercado, a diversidade de ativos tem aumentado.    

Muitas pessoas conhecem a principal criptomoeda existente, que é a Bitcoin, mas outras moedas virtuais têm feito sucesso na rede.    

Veja as principais a seguir:  

Bitcoin (BTC)  

É a criptomoeda descentralizada mais conhecida no mundo.    

Surgiu em meados de 2008, já valeu em torno de 60 mil reais em 2020, chegando aos incríveis 350 mil reais em 2021.  

Ethereum (Ether)  

É uma plataforma descentralizada que executa contratos inteligentes e aplicações descentralizadas usando sua própria blockchain.   

A mineração no Ethereum é paga em Ether (ETH) que é a sua criptomoeda em circulação.   

Dogecoin (DOGE)  

Criptomoeda descentralizada criada para ser um meme, mas que ganhou o interesse do mercado e chamou a atenção de grandes negociadores, como o bilionário Elon Musk.   

Litecoin (LTC)  

Moeda criada com base e inspiração na Bitcoin. Sua principal função também é servir como meio de pagamento.    

Stablecoins 

São criptomoedas criadas para serem menos voláteis, por seu valor estar ligado ao de uma moeda comum. As criptomoedas criadas por governos seguem esse padrão.    

É possível que qualquer pessoa compre estes ativos ou até mesmo invista em fundos como o HASH11, o primeiro fundo listado (ETF) de criptomoedas da bolsa brasileira.   

Em seguida, preparamos um breve resumo sobre o Hash11 para você não perder nada!  

O que é HASH11? 

O HASH11 é um ETF de criptomoedas, um fundo de investimentos que replica o índice das principais criptomoedas do mercado, o Nasdaq Crypto Index (NCI).    

Na prática, quem compra uma cota de HASH11 está negociando a possibilidade de rendimento das principais criptomoedas combinadas.   

Essa negociação é muito interessante para quem entende pouco de criptomoedas e deseja diversificar sua carteira em moedas virtuais.    

Ele também serve como proteção da carteira de criptomoedas, uma vez que, enquanto uma cripto pode estar caindo, a outra pode estar se valorizando muito.  

Quer aprender de maneira mais aprofundada sobre Hash11? Temos um conteúdo especial sobre o tema aqui!  

Existem outros fundos de criptomoedas?

Sim! Aqui na Rico você pode negociar criptomoedas em mais dois fundos de criptoativos:  

  • Trend Bitcoin Dólar FIC FIM  

Negocia 100% em Bitcoin.  

  • Trend Cripto Dólar FIC FIM  

Replica o Nasdaq Crypto Index (NCI), um índice que negocia as principais moedas digitais do mercado.  

Porque as criptomoedas têm crescido tanto?

As criptomoedas são conhecidas por ter volatilidade alta e geralmente isso significa um movimento de valorização que interessa a muitos.    

Isso por si só já chama atenção de outros potenciais negociadores que ouvem as especulações do mercado.   

Aliado a isso, existem alguns pontos a favor das criptomoedas, como a criptografia, a segurança, transparência nas transações e as vantagens da blockchain, como a execução de contratos inteligentes que tem despertado a atenção de grandes empresas.   

Em resumo, a tese é de um alto potencial de rentabilidade, que não sofre interferência política dos países e anda de mãos dadas com uma plataforma que armazena transações e dados de forma transparente, segura e descentralizada.   

Esses são os motivos do crescimento da popularidade das criptomoedas.   

Mas será que isso tudo é seguro mesmo?   

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Vantagens e riscos de investir em criptomoedas 

Vantagens:   

  • Alto potencial de rentabilidade   
  • Diversificação da carteira 
  • Fácil acessibilidade para aplicação   
  • Crescimento da popularidade   
  • Segurança da blockchain   
  • Privacidade   

Desvantagens:   

  • Alta volatilidade   
  • Alvo constante de golpes e fraudes   
  • Falta de regulamentação dos governos   

Como percebemos o potencial das criptomoedas é grande e seus riscos podem ser calculados.    

Para a volatilidade, pode-se usar a proteção da diversificação, por exemplo. E o negociador deve somente aplicar a quantidade em que se sente confortável ver diluindo no caso de algum acontecimento.    

Os analistas da Rico não recomendam exposição acima de 5% do portfólio, mesmo para quem tem perfil agressivo.    

Com relação à segurança, embora sejam alvo constantes de fraudes e golpes, as criptomoedas possuem seus meios de tornar o processo todo mais seguro e transparente. E o caminho é pela blockchain.   

Como operar com segurança em criptomoedas?

A imagem mostra um homem negro utilizando um notebook em uma mesa. Ele está apontando para a tela em referência à pesquisa sobre o que são criptomoedas.

Existem algumas ações básicas que podem ser interessantes para quem deseja operar criptomoedas e ter maior segurança nessa aplicação.    

Agora que você já entende os riscos, é preciso aprender a minimizá-los.   

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Segurança da carteira 

Para garantir que ninguém roube suas criptomoedas, prefira guardar em uma carteira digital do que deixar nas corretoras de criptomoeda (Exchanges), a não ser que seja uma empresa de sua total confiança.    

As corretoras ainda estão suscetíveis a ataques de hackers, então uma carteira física de criptomoedas pode ser uma ideia interessante.   

Existem carteiras físicas no formato de pendrive chamadas de hardware wallet.  

Estas servem para armazenar as criptomoedas que podem ser transferidas para a corretora na hora de negociar.    

Outra opção é a aplicação em fundos da bolsa de valores, como o HASH11, ou via fundos de investimentos não listados, como os da Hashdex, seja na bolsa de valores pelo home broker, seja através da plataforma de fundos.   

Proteção de patrimônio 

Nesse caso, para diminuir os impactos da volatilidade no seu valor aplicado em criptomoedas, a solução é diversificar.    

Para isso, é importante estudar e comprar moedas diferentes ou também negociar um fundo com as principais moedas do mercado.   

Por fim, é importante pontuar que, a cada ano que passa, além do aumento da popularidade, novas moedas virtuais vão surgindo e atualizações vão sendo feitas em moedas já conhecidas no mercado, como no caso do ETH 2.0.    

Por isso, é importante ter em mente que à medida que o tempo passa, as criptomoedas estão se tornando mais presentes no cotidiano das pessoas ao redor do mundo todo.   

O time de especialistas da Rico está sempre preparado e informando as mudanças no mercado financeiro acerca do universo das criptomoedas.    

Então, se você quiser ver o seu dinheiro crescer e começar a operar criptomoedas, o primeiro passo é abrir a sua conta na Rico.    

Comece agora mesmo e acelere a realização dos seus sonhos!   

Agradecemos a leitura! 

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