setembro 23, 2021

Open Banking e Open Finance: entenda tudo sobre!  

A era do compartilhamento de dados está em alta na área de serviços financeiros. Um dos lançamentos recentes mais importantes foi a implementação do PIX.  

Em seguida, teremos outras facilidades, como o Open Banking e Open Finance que prometem revolucionar o mercado, aumentar a competitividade entre os bancos e oferecer melhores condições aos consumidores.  

Embora o PIX seja uma transação simples de se entender, o conceito dos sistemas de Open Banking e Open Finance podem ser um pouco mais complicados, até mesmo por envolverem uma série de melhorias que vão impactar positivamente a vida dos brasileiros.  

Mas você sabe o que significa estes dois termos? Quais serão essas mudanças?  

Neste artigo, iremos abordar todas as nuances que envolvem as tecnologias e passar pelos novos sistemas financeiros que seguem a mesma linha de desenvolvimento tecnológico.  

Durante a leitura do conteúdo, você irá encontrar os seguintes tópicos:  

  • O que é open banking? 
  • Como funciona o open banking? 
  • Quando começa o open banking?  
  • Quem participa do open banking?  
  • Quais os benefícios do open banking? 
  • O open banking considera as disposições da Lei de Proteção de Dados (LGPD)? 
  • Qual a diferença entre PIX e Open Banking? 
  • É seguro compartilhar dados no Open Banking? 
  • O que é open API? 
  • O que é o open finance? 
  • Como funciona o open finance? 
  • Quando começa o open finance? 
  • Quem participa do open finance? 
  • Quais os benefícios do open finance? 
  • Qual a relação entre open banking e open finance? 
  • O que é open insurance? 
  • O que é open investiment? 
  • Como funciona o open investiment? 
  • Quais são os benefícios do open investiment? 

Ótima leitura!  

O que é Open Banking? 

Mulher sentada em uma mesa de um café, mexendo no computador e olhando o celular aprendendo sobre open banking e open finance com a Rico.

Para entender o que é Open Banking (sistema financeiro aberto) é preciso saber que, atualmente, quando se cria (e usa) uma conta em um banco, todo o seu histórico, que inclui produtos financeiros contratados e pagamentos são de propriedade do banco.  

Por isso as pessoas costumam ter melhores benefícios nas contas mais antigas e movimentadas. 

O Open Banking vem para estabelecer o cliente como o verdadeiro dono dos seus dados, podendo fazer o que bem entender dessas informações.  

Como? A partir de uma nova estrutura regulatória, que passa a permitir o compartilhamento padronizado de dados e serviços entre instituições financeiras.  

Ou seja, o Open Banking é uma iniciativa para regularizar o compartilhamento de dados entre instituições financeiras com o consentimento do cliente, seja ele pessoa física ou jurídica.  

Nesse contexto, somente o cliente tem autorização para decidir quando e com quem estes dados serão compartilhados. 

Como funciona o Open Banking? 

Imagine que você tenha uma conta muito antiga e bem movimentada em certo banco e queira abrir outra conta em outra instituição.  

No modo tradicional, você não conseguiria, pois o novo banco não te conhece como cliente, não sabe que você paga suas contas em dia e que faz boas movimentações todos os meses. 

A partir da chegada do Open Banking, o cliente é quem será o dono dessas informações de histórico e poderá levá-las para outros bancos, o que facilitará sua entrada na nova instituição com as mesmas ou até melhores condições do que teria no banco antigo.  

Estes dados e serviços podem ser compartilhados entre instituições participantes autorizadas pelo Banco Central do Brasil por meio de APIs (Application Programming Interfaces).  

O que é API? 

API é um recurso que permite que as instituições financeiras troquem informações e serviços entre si de forma rápida e segura, facilitando e padronizando o processo de compartilhamento de dados. 

Uma API que conecta as instituições e já é programada para compartilharmos dados (a pedido do usuário) de forma padronizada para que não falte segurança e rapidez. 

API (Application Programming Interfaces, em português: Interface de Programação de Aplicações), é uma ferramenta tecnológica que permite que as instituições financeiras participantes se conectem e troquem informações e serviços entre si.  

As APIs vão seguir as diretrizes do Open Banking para que os dados sejam compartilhados de forma padronizada. 

Qual sua relação entre Open API e Open Banking? 

O Open API é um padrão de como são desenvolvidas e utilizadas as APIs no Open Banking.  

Este padrão facilita desenvolvimentos e integrações entre as instituições participantes do novo sistema financeiro aberto.  

Portanto, o Open API é uma funcionalidade que vai ajudar a desenvolver o Open Banking e garantir que tudo esteja dentro de um padrão alto de qualidade. 

Agora que você entende um pouco sobre como funciona o Open Banking, deve estar ansioso para saber seus benefícios, quem participa e quando começa, não é mesmo?  

Vamos conversar sobre esses tópicos logo abaixo. 

Quando começa o Open Banking? 

A implementação do Open Banking no Brasil foi iniciada no início de 2021 e é dividida em quatro etapas importantes para criação de todo esse sistema.  

As quatro fases do Open Banking são: 

Fase 1 – Dados públicos das Instituições (01 de fevereiro de 2021) 

As instituições participantes vão disponibilizar ao público informações consolidadas sobre os seus canais de atendimento, produtos e serviços bancários tradicionais que oferecem.  

Essa etapa ajuda na comparação dos serviços bancários, taxas, créditos, bem como estimula a criação de produtos financeiros melhores para competirem no mercado. 

Fase 2 – Dados cadastrais e transacionais (13 de agosto de 2021) 

Os clientes, caso queiram, poderão solicitar o compartilhamento de dados entre as instituições participantes, são eles:  

  • dados cadastrais; 
  • informações de transação em contas; 
  • cartão de crédito;  
  • outros produtos financeiros contratados.  

Embora tenha início em agosto de 2021, essa fase e as posteriores podem ter uma duração maior durante a implementação do Open Banking, pois é preciso garantir a segurança e estabilidade do processo, além de permitir ajustes caso necessário.  

Entretanto, vale lembrar que esse prazo é fundamental para que se tenha todo o cuidado com o compartilhamento de dados de clientes. 

Dentre os maiores benefícios dessa fase, podemos destacar o compartilhamento de dados que comprovam o bom relacionamento do cliente em outras instituições financeiras. 

Fase 3 – Transações de pagamento (29 de outubro de 2021) 

Essa é a fase em que começa a possibilidade de realizar pagamentos fora do ambiente do banco fazer o encaminhamento de propostas de operação de crédito.  

Quando finalizada a fase 3, será possível solicitar propostas de crédito, como empréstimos e financiamentos, a várias instituições (bancos, financeiras, cooperativas, por exemplo) ao mesmo tempo em ambientes eletrônicos.  

Assim, será possível ao cliente comparar taxas, prazos e outras condições para escolher o melhor serviço, mesmo que você não tenha conta na instituição. 

Fase 4 – Dados complementares (15 de dezembro de 2021) 

Compartilhamento de informações das instituições financeiras sobre outros produtos de investimentos, previdência, seguros, câmbio e outros.  

Os dados sobre estes outros produtos financeiros farão parte do escopo do Open Banking para que os clientes possam analisar as propostas, bem como compartilhar dados de seus produtos diversos adquiridos em outras instituições. 

Quem participa do Open Banking?  

Homem sentado em uma barrada acampando, mexendo no celular, aprendendo sobre quem participa do open banking com a Rico.

Segundo o Banco Central do Brasil, somente instituições financeiras e instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central farão parte do ecossistema do Open Banking. 

Dentre as instituições, no entanto, as novas regras indicam que haverá instituições com participação obrigatória e instituições com participação voluntária

Tudo vai depender do porte da instituição e dos dados e serviços que ela vai compartilhar no sistema.  

Os bancos maiores são participantes obrigatórios, por exemplo.  

Enquanto isso, participantes voluntários devem disponibilizar uma interface dedicada para se tornarem uma instituição transmissora de dados, além de as instituições fazerem o registro da participação no Open Banking. 

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Quais os benefícios do Open Banking? 

Como você deve imaginar, o Open Banking permitirá que o consumidor tenha acesso aos melhores produtos – como, por exemplo, empréstimo com menores taxas de juros. 

Falamos mais sobre essas vantagens aqui na Riconnect. Se você deseja entender sobre a economia em um resumo simples e descomplicado, vale a pena conhecer os vídeos da Semana de Sá a Z

Mas vamos lá! Alguns dos benefícios do Open Banking são
 

  • O consumidor passa a ter autoridade e autonomia sobre seus dados; 
  • Aumento da oferta de melhores produtos financeiros; 
  • Maior transparência;  
  • Portabilidade de relacionamento entre instituições; 
  • Surgimento de novas soluções para o sistema financeiro; 
  • Expansão dos negócios nas instituições;  
  • Rapidez e facilidade nos processos e transações financeiras. 

O Open Banking considera as disposições da Lei de Proteção de Dados (LGPD)? 

O Open Banking considera as disposições da Lei de Proteção de Dados (LGPD)? 

O Open Banking funciona com base no fundamento de que somente o cliente tem o poder de solicitar o compartilhamento de seus dados com outras instituições.  

Esse compartilhamento feito entre as intuições por solicitação do cliente também pode ser interrompido por vontade dele. 

No entanto, a forma como o Open Banking faz a padronização desse compartilhamento de dados não interfere no tratamento do dado após compartilhamento dessas informações.  

Esse tratamento deve seguir a legislação vigente, como a Lei do Sigilo Bancário e a própria Lei de Proteção de Dados (LGPD). 

Vale lembrar também que o Open Banking trabalha com o compartilhamento de dados de clientes de pessoas físicas e jurídicas, enquanto a LGPD se refere somente ao tratamento de dados de pessoas físicas. 

Quer entender um pouco mais sobre a LGPD? Nós te explicamos a seguir! 

O que é a Lei de Proteção de Dados (LGPD)? 

Segundo o Ministério Público Federal, “A Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/2018) tem como principal objetivo proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural”. 

A LDPG também faz a padronização de regulamentos e práticas que promovem a proteção de dados pessoais de toda pessoa física que esteja no Brasil, utilizando parâmetros internacionais.  

O foco dessa padronização é a criação de um cenário de segurança jurídica

Se você deseja saber todas as diretrizes da lei, é possível ter todas as informações no site do Planalto

Qual a diferença entre PIX e Open Banking? 

Sobre a diferença entre PIX e Open Banking, podemos dizer que é muito fácil de entender.  

Embora ambos sejam soluções que visam melhorar os serviços financeiros disponíveis ao consumidor, o PIX é somente uma solução bancária que facilita as transações entre contas e pagamentos instantâneos que podem ser realizados em qualquer dia ou horário. Ou seja, uma facilidade na transação entre contas e é utilizado como meio de pagamentos. 

De maneira diferente, o Open Banking funciona como um sistema financeiro inteiramente aberto, em que há uma padronização do compartilhamento de dados, iniciação de pagamentos e encaminhamento de propostas de operação de crédito, tudo com o consentimento do cliente. 

A partir daí, o PIX pode ser uma solução de pagamento incorporada no ecossistema do Open Banking.  

Como você pode perceber, o Open Banking é uma solução que certamente vai ajudar muito o consumidor brasileiro.  

Mas será que esse compartilhamento de dados é seguro? É isso que a gente te conta no próximo tópico.

 É seguro compartilhar dados no Open Banking? 

Para todas as instituições participantes do Open Banking existem requisitos básicos que garantem a autenticidade, segurança e sigilo das informações compartilhadas.  

Existem também regras específicas para a responsabilização da instituição e seus responsáveis por meio de mecanismos de controle e acompanhamento de todo o processo.  

Além disso, todas as instituições deverão se atentar às outras exigências previstas em lei, como as regras relacionadas à implementação de políticas de segurança cibernética.  

Tudo foi pensado para que o usuário tenha total autonomia sobre seus dados e a segurança necessária para fazer o compartilhamento e contratar produtos financeiros.  

Isso tudo vai facilitar o sistema financeiro e trazer benefícios também para quem tem interesse em fazer investimentos

Se você quer aprender mais sobre investimentos, talvez seja a hora de começar a entender mais sobre este universo.  

O sistema aberto vai otimizar muitas etapas e trazer facilidades para o consumo de produtos financeiros, então chegou a hora de começar a aprender sobre o assunto. 

Para isso, preparamos dois conteúdos que vão te interessar: 

Aproveite as dicas e acompanhe todas as aulas da Escola de Investidores no canal da Rico no Youtube.  

Também vale a pena conhecer os produtos oferecidos pela Rico para se aprofundar mais no assunto e começar a se planejar para investir de acordo com seus objetivos. 

Com a chegada do Open Banking, outro conceito passa a surgir e que será muito importante para o sistema financeiro.  

Agora nós vamos falar um pouco mais sobre o que é Open Finance. 

O que é o Open Finance? 

Casal aprendendo sobre o que é open finance com a Rico.

Como vimos, o Open Banking permitirá que o consumidor tenha a oportunidade de conhecer e se beneficiar de diversos produtos oferecidos por instituições regulamentadas pelo banco central. 

Já o conceito de Open Finance contempla diversos serviços financeiros, não se limitando somente a produtos bancários. Por isso, o Banco Central até considera já alterar o nome de Open Banking para Open Finance. 

Portanto, o objetivo do Open Finance é atingir não somente o ambiente dos bancos e sim fazer uma revolução em todo o sistema financeiro, trazendo melhores soluções também para outros produtos em instituições como: corretoras, companhias de câmbio, fundos de previdência, entre outras instituições. 

Como funciona o Open Finance? 

Para entender como funciona o Open Finance você precisa saber que o projeto do Open Banking já foi desenvolvido para contemplar todos os produtos financeiros, desde financiamentos a planos de previdência ou até mesmo fundos de investimentos

Por isso, todo o ecossistema já está sendo programado para funcionar além dos bancos, englobando outras instituições que têm boas soluções para oferecer ao consumidor, como as corretoras de valores.  

Basicamente, esse compartilhamento de dados vai acontecer à medida que o Open Banking for implementado e consolidado no mercado brasileiro. 

Portanto, o Open Finance funciona como o compartilhamento de dados que vão muito além do banco e podem oferecer serviços diferenciados a consumidores que normalmente não têm acesso a eles. 

Mas quando começa? Quais os benefícios do Open Finance? Quem participa? Nós te contamos tudo nos próximos tópicos. 

Quando começa o Open Finance? 

De certa forma, podemos dizer que o Open Finance já começou a ser implementado, pois ele depende das primeiras fases do Open Banking para funcionar corretamente.  

Porém, não é possível desfrutar dos benefícios do Open Finance até que a implementação do projeto no mercado ainda esteja completa ou pelo menos em estágios de maior evolução. 

Podemos dizer que o Open Finance começa a tomar forma a partir da fase 4 de implementação do Open Banking, isso porque essa fase contempla o compartilhamento de dados sobre produtos financeiros diferentes, como previdência, investimentos, câmbio, seguros, entre outros serviços. 

Quem participa do Open Finance? 

No Open Finance, vale a mesma regra anterior para as instituições participantes.  

Todas devem ser regulamentadas pelo banco central e seguir as diretrizes do projeto para participar.  

No entanto, é interessante lembrar que nessa fase quatro de dados complementares, as instituições participantes são voluntárias e podem escolher se desejam compartilhar seus produtos ou não. 

Essa talvez seja uma das diferenças entre Open Finance e Open Banking e nós vamos falar um pouco mais sobre outras mais à frente.

Mas antes, vamos conhecer um pouco sobre os benefícios do Open Finance? Veja o próximo tópico. 

Quais os benefícios do Open Finance? 

Pessoas aprendendo sobre sobre os benefícios do open finance com a Rico.

O Open Finance traz benefícios tanto para os clientes quanto para as instituições participantes.  

Veja um pouco do que acontece em cada situação! 

Benefício para os clientes

No sistema financeiro atual, todos os dados do cliente na instituição financeira pertencem à empresa.  

Isso traz uma grande vantagem competitiva para a instituição, uma vez que ela tem condições de oferecer melhores oportunidades do que as empresas que não conhecem o histórico do consumidor. 

Com a chegada do Open Finance, todas as empresas poderão ter acesso a estes dados (caso queira o cliente) e poderão oferecer seus produtos e formar um relacionamento com quem ainda não é cliente.  

Isso facilita muito o acesso a bons produtos financeiros para diversificação de investimentos e portfólio, por exemplo, que é uma boa prática para investidores ficarem de olho. 

Além disso, também vale lembrar de todos aqueles benefícios do Open banking que também cabem aqui: 
 

  • Autoridade e autonomia sobre seus dados 
  • Dinamização dos processos financeiros 
  • Maior transparência  
  • Surgimento de novos produtos  

Benefício para empresas 

A empresa, por sua vez, embora tenha maior concorrência e perca um pouco a sua vantagem competitiva, ainda tem a possibilidade de fazer muitos negócios com a chegada do Open Finance.  

Isso acontece porque os consumidores de seus produtos não estarão limitados aos seus clientes, já que outros usuários de fora da sua carteira podem ter acesso ao que a instituição compartilhar no Open Finance. 

Com isso, as empresas devem focar mais na prestação de serviços e criação de bons produtos que fazem a diferença no mercado para que tenham condições de competir neste sistema financeiro aberto.  

Alguns dos exemplos de produtos financeiros que estão chegando no mercado são os Fundos ESG. Você já ouviu falar sobre eles? 

Qual a relação entre Open Banking e Open Finance? 

O Open Finance, estruturado na última fase do Open Banking, parece ser um complemento importante para todo esse projeto.  

Nas primeiras etapas, o Open Banking faz a implementação de ferramentas importantes para o compartilhamento de dados dos clientes e das instituições participantes.  

A partir daí, todo o ecossistema consegue receber informações e contribuir para que o sistema financeiro aberto funcione de forma fluida e com muita segurança.  

Quando começar a fase de compartilhamento de dados complementares, o Open Finance também vai oferecer o Open Insurance e Open Investiment.  

Em resumo, o Open Finance é o sistema financeiro aberto que engloba os projetos do Open Banking, que é o estágio inicial, e também o Open Insurance e Open Investiment que fazem parte da etapa de dados complementares. 

Mas, o que significa estes dois termos novos? Nós te contamos agora! 

O que é Open Insurance? 

O Open Insurance segue a mesma lógica do Open Banking e Open finance e é constituído por um conjunto de diretrizes a fim de possibilitar que o mercado de seguros seja aberto.  

Nessa parte do Open Finance, as seguradoras vão abrir os dados aos seus clientes que poderão compartilhar com quem quiserem.  

Além disso, será possível que essas empresas ofereçam informações sobre produtos e a oportunidade de negócio para quem ainda não possui um relacionamento com elas, por meio da integração com outras seguradoras e a permissão do usuário. 

O sistema do Open Insurance traz a facilidade de compartilhamento de dados de forma rápida e desburocratizada, facilitando a adesão a um seguro com as melhores condições de mercado que as empresas vão competir para oferecer. 

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O que é Open Investment? 

Mulher mexendo no computador e aprendendo sobre o que é open investment com a Rico.

A partir do Open Finance, o Open Investment é uma iniciativa da ANBIMA para incluir informações de produtos como fundos de investimento, CDBs/RDBs, LCIs, LCAs, CRIs, CRAs, Debêntures, ações, ETFs e tesouro direto.  

A implementação dessas informações acontecerá na fase 4 de dados complementares para criação de todo o sistema financeiro aberto. 

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) enviou a proposta ao Banco Central para que o Brasil seja pioneiro no Open Investiment.  

O projeto prevê diretrizes para que estes produtos financeiros, bem como as instituições que o oferecem, façam parte do sistema aberto para que haja uma dinâmica maior no mercado, sendo benéfica tanto para o consumidor, quanto para as empresas. 

Como funciona o Open Investment? 

A ideia do Open Investment é fornecer facilidades de investimentos da mesma forma que serão fornecidos os serviços bancários e os produtos do Open Insurance.  

Dessa forma, o usuário tem chances de comprar os produtos financeiros de investimento e fazer boas escolhas com base nas possibilidades oferecidas. 

Para fazer a implementação do Open Investment, a ANBIMA prevê uma fase inicial que começaria na fase 4 de dados complementares do Open Banking.  

Em que as instituições compartilham detalhes dos seus produtos, e, em sequência, é disponibilizado um sistema em que o usuário também possa levar seus dados e fazer negócios em outras plataformas de investimento ou corretoras. 

Quais são os benefícios do Open Investment? 

Sobre os benefícios do Open Investment, podemos observar que a abertura de novas oportunidades é o melhor deles.  

Com a possibilidade de integração dos produtos de investimento, o investidor terá a possibilidade de escolher aquele que melhor se encaixa no seu perfil e em seus objetivos para tomar boas decisões. 

O sistema aberto tem muito a oferecer para o brasileiro, tanto em relação a serviços bancários, como produtos de seguro e opções de investimento.  

O Open Investment vai permitir que mais pessoas tenham acesso aos investimentos de maneira fácil, prática e segura. 

Conclusão  

Casal de mãos dadas curtindo as férias após aproveitar os benefícios do open banking e open finance no Brasil.

Como você pôde perceber, “todos os Open” tem o objetivo de facilitar os serviços bancários e outros produtos financeiros.  

Permitindo que o consumidor tenha mais autonomia e aumentando a possibilidades de negócios das instituições financeiras. 

Tudo isso serve para que o usuário tenha uma experiência fácil, rápida e cheia de oportunidades que vai ajudar a melhorar a sua vida financeira.  

Sabe quem também trabalha diariamente para fazer isso por você? A Rico! 

Se você ainda não conhece Riconnect, vale a pena dar uma olhada em tudo que nós produzimos para te ajudar a simplificar seus investimentos e fazer boas escolhas.  

Não se esqueça também de conhecer nossos produtos e comparar quais são as melhores oportunidades para seus objetivos. 

Para finalizar, deixaremos dois conteúdos sobre fundos de investimento para que você conheça mais sobre esse tipo de aplicação e aprenda como escolher a sua. 

Conheça também nossos outros conteúdos no canal da Rico no Youtube

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