Diversificar uma carteira não significa apenas distribuir os investimentos entre ações e renda fixa. Como essas classes podem reagir de forma semelhante a determinados choques econômicos, incluir outras fontes de risco e retorno pode reduzir a dependência do patrimônio em relação aos fatores tradicionais de mercado.
- Ativos alternativos, como ouro, prata e criptoativos, possuem características e motores de retorno diferentes daqueles encontrados nas classes tradicionais, podendo ampliar a variedade de cenários aos quais a carteira está exposta.
- Cada exposição pode cumprir uma função distinta no portfólio. Enquanto os metais preciosos estão sujeitos a fatores como juros reais, moedas e demanda global, os criptoativos também respondem a condições de liquidez, mudanças regulatórias e avanços tecnológicos.
- O benefício deve ser analisado no contexto da carteira completa, considerando a correlação com as demais posições, a volatilidade, o comportamento em períodos de estresse e a contribuição de cada ativo para o risco total.
- Nesse contexto, os ETFs podem facilitar o acesso a essas exposições por meio de veículos negociados em bolsa, sem a necessidade de manter diretamente metais preciosos ou criptoativos.
- No relatório, explicamos por que diversificar além do tradicional, como definir essa parcela da carteira e quais ETFs podem ser utilizados para acessar diferentes fontes de risco e retorno.