A performance de uma carteira no longo prazo costuma ser atribuída ao cenário macroeconômico ou à alocação entre classes de ativos. Porém, há um elemento igualmente decisivo que muitas vezes passa despercebido: a qualidade da seleção dentro de cada classe.
Este estudo quantifica esse impacto ao comparar, ao longo de dez anos, diferentes abordagens de seleção, desde a estratégia “ideal” até comportamentos típicos observados entre investidores, e revela como escolhas específicas podem ampliar ou comprometer resultados.
Confira a análise completa no relatório abaixo.