O início de cada ano costuma trazer um peso extra ao bolso do consumidor. Entre o pagamento de impostos sazonais e o ajuste das contas das festas, janeiro de 2026 registrou uma movimentação intensa no setor financeiro. De acordo com dados recentes do Banco Central, a caderneta de poupança registrou captação líquida negativa de R$ 23,512 bilhões logo no primeiro mês do ano, marcando o maior volume de retiradas líquidas em 12 meses – embora abaixo do valor observado no mesmo período do ano passado, quando as retiradas somaram R$ 26,226 bilhões. 

Embora esse comportamento seja recorrente no período, o volume de saques chama atenção e levanta uma questão importante: além das despesas típicas do início do ano, será que esse comportamento também reflete o cenário de juros altos? 

Nesse contexto, a taxa Selic no atual patamar de 15% ao ano traz um elemento adicional. A poupança segue uma regra fixa de remuneração que não acompanha o ritmo dos juros da economia, o que pode levar à perda do poder de compra ao longo do tempo. Por isso, antes de analisar alternativas, é importante entender não só por que tantos brasileiros retiraram recursos da caderneta, mas também se ela é adequada no atual ambiente econômico. 

É justamente dessa combinação, saques elevados e juros altos, que surge a pergunta central: o dinheiro está realmente rendendo no mesmo ritmo do cenário econômico? A resposta passa pela compreensão da regra de rendimento da poupança e de como ela se comporta em relação a variações da Selic, tema que será detalhado a seguir. 

Por que houve tantas retiradas da caderneta de poupança em janeiro de 2026? 

A saída de dinheiro da poupança em janeiro é um movimento comum. Como podemos observar no gráfico abaixo, a captação líquida da poupança – grosso modo, a diferença entre o que entra e sai desse veículo de investimento – tende a cair no período entre janeiro e março, após normalmente subir aos finais de ano.  

Essa dinâmica ilustra que o investidor segue recorrendo com frequência a sua reserva financeira, seja por necessidade de complementar o orçamento, seja em busca de alternativas de investimento mais rentáveis. 

Mais precisamente, podemos identificar alguns fatores por trás da queda sazonal da poupança aos inícios de ano: 

  • Necessidade de liquidez: No início do ano, as famílias lidam com despesas típicas – como IPVA, IPTU, material escolar e matrículas, o que aumenta a demanda por liquidez. Muitas vezes, essa liquidez vem do “dinheiro guardado na poupança”.  
  • Quitar dívidas: segundo levantamento da Peic/CNC (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), cerca de 78% das famílias brasileiras começaram 2025 endividadas, com destaque para o elevado custo dessa dívida – dado o alta patamar da Selic. Assim, parte dos investidores pode ter recorrido à poupança como um “bote salva-vidas” para evitar juros (ainda) mais altos em dívidas adicionais. 
  • Busca por maior eficiência nas aplicações: Conforme os dados da ANBIMA, o volume alocado em Títulos e Valores Mobiliários por investidores pessoa física atingiu o patamar recorde de R$ 3,9 trilhões, superando amplamente o estoque da poupança – que soma aproximadamente R$ 947,5 bilhões. Esse avanço sugere que o investidor tem buscado aproveitar as oportunidades de maior retorno com maior diversificação, mesmo mantendo-se em ativos de renda fixa.  

Esse movimento faz sentido. Afinal, enquanto a poupança entregou apenas 3,77% de performance em 2025, o “bom e velho” CDI teve ganho real bruto de 9,65%. Essa diferença amplia a percepção de perda do poder de compra para quem permanece exclusivamente na caderneta. 

Até aqui, entendemos que os saques da poupança atingiram números elevados, e um dos possíveis motivos é que parte da população percebeu que existem alternativas mais eficientes, com o mesmo nível de segurança e liquidez. Mas será que essa diferença realmente aparece no dia a dia do investidor? 

Para responder a isso, vale observar o impacto direto da rentabilidade no bolso. A seguir, veja quanto a poupança rende em um ano em comparação com outras opções de renda fixa. 

Quanto rende R$ 10.000 na poupança em um ano? 

Uma dúvida comum é se o Imposto de Renda nos investimentos de renda fixa torna a poupança, que é isenta de cobrança de IR, mais vantajosa. À primeira vista, essa comparação pode parecer equilibrada. No entanto, com a Selic a 15% (e o CDI a 14,90%), a matemática mostra diferenças relevantes ao longo do tempo. 

O primeiro passo para entender se a poupança ainda faz sentido, é observar sua regra de remuneração. Desde 2012, sempre que a Selic supera 8,5% ao ano, a caderneta rende 0,5% ao mês acrescido da Taxa Referencial. No cenário atual, isso tem resultado em um retorno mensal próximo de 0,67%, sendo aproximadamente 0,50% fixo mais cerca de 0,17% da TR. 

O que é a TR? 

A Taxa Referencial (TR) funciona como um indexador que o Banco Central utiliza para atualizar o rendimento da poupança e do FGTS. Ela é calculada com base nas taxas de juros negociadas entre os bancos no dia a dia. Na prática, quando a Selic está alta (acima de 8,5%), a TR “acorda” e soma um pequeno percentual ao rendimento fixo da caderneta. No entanto, esse ajuste acaba sendo insuficiente para bater o desempenho de títulos que acompanham 100% do CDI, que aproveitam muito melhor a força dos juros atuais. 

Além disso, o CDI costuma acompanhar de perto a taxa Selic. Com a Selic em 15% ao ano, o CDI gira em torno de 14,9%, criando um contraste importante: enquanto os juros da economia sobem, a poupança continua presa à sua regra fixa, rendendo aproximadamente 0,67% ao mês. 

É por isso que, quando comparamos o desempenho ao longo de um ano, a diferença entre a poupança e investimentos atrelados ao CDI se torna ainda mais evidente. 

Tributação: Poupança X outros ativos de Renda Fixa 

Nos investimentos como CDBs e Tesouro Selic, o Imposto de Renda é cobrado somente sobre o lucro, e segue uma tabela regressiva: quanto mais tempo o dinheiro fica aplicado, menor é a alíquota. 

Para aplicações mantidas entre 181 e 360 dias, que é o caso do nosso exemplo de 12 meses, a taxa é de 17,5%. Veja abaixo como funciona a tributação:  

  • 22,5%: até 180 dias 
  • 20%: de 181 a 360 dias 
  • 17,5%: de 361 a 720 dias (exemplo usado) 
  • 15%: acima de 720 dias 

Com isso em mente, veja abaixo quanto renderiam R$ 10.000,00 aplicados por um ano em diferentes investimentos: 

Investimento Rentabilidade bruta (ao ano) Imposto de Renda  Valor Líquido Final 
Poupança 7,72% Isento R$ 10.772,00 
CDB (100% do CDI) 14,90%  17,5% R$ 11.229,25 
Tesouro Selic 15,00% 17,5% R$ 11.237,50 

*Consideramos a taxa Selic atual (15%) e a estimativa anual da poupança de 7,72% (já acrescida da TR). 

Como podemos ver, mesmo com a cobrança de imposto, os investimentos atrelados ao CDI e à Selic entregam um resultado líquido maior do que a poupança. Enquanto os R$ 10 mil aplicados na caderneta chegam a R$ 10.772 após um ano, o CDB rende R$ 11.229,25 e o Tesouro Selic alcança R$ 11.237,50. Isso significa um ganho adicional de aproximadamente R$ 457 a R$ 465 em relação à poupança – diferença que, quando reinvestida, intensifica ainda mais o efeito dos juros compostos ao longo do tempo.

O impacto de adicionar um dígito à conta 

Se a diferença de cerca de R$ 460 em um ano já chama atenção em um aporte de R$ 10 mil, imagine quando adicionamos um zero a essa conta. Com um investimento de R$ 100.000, a distância entre a poupança e outros investimentos de renda fixa ganha outra proporção, evidenciando como deve ser fator decisivo para a construção de patrimônio. 

Como ilustrado no gráfico abaixo, ao manter R$ 100.000 na poupança por um ano, o investidor deixa de ganhar aproximadamente R$ 3.000 líquido (ou R$6.000 bruto) – quando comparado a um investimento no Tesouro Selic ou a um CDB que com rentabilidade de 100% do CDI.  

Esse montante pode financiar uma viagem, cobrir o IPVA ou ser reinvestido para acelerar a caminhada rumo à independência financeira.

Essa diferença tende a se ampliar com o tempo. Além disso, o reinvestimento desses ganhos cria um efeito multiplicador que a caderneta simplesmente não consegue acompanhar. 

Vale lembrar, contudo, que o cenário de juros não é estático. Conforme as projeções do nosso time de economia, a expectativa é que a Selic encerre o ano de 2027 no patamar de 11,00%.  

Dito isso, embora ativos como o Tesouro Selic e CDBs (que são pós fixados) passem a ter menor rendimento conforme a taxa Selic cai, eles ainda entregam um retorno consistentemente superior ao da poupança. Afinal, o rendimento da poupança também cairá com a queda da Selic (a partir de 8,5%).  

Para ilustrar melhor esse movimento, vamos conferir a seguir quanto a poupança tenderia a render em um ano em um cenário futuro de Selic mais baixa. 

Quanto a poupança rende sobre R$ 10.000 em um ano considerando uma projeção futura de Selic?

Agora, podemos conferir na tabela a seguir como seria o rendimento de um investimento de R$ 10.000,00 em um cenário futuro com a Selic a 11%, considerando a estimativa anual da poupança de 7,72% (já acrescida da TR):

Investimento Rentabilidade bruta (ao ano) Imposto de renda  Valor líquido final 
Poupança 7,72% Isento R$ 10.772,00   
CDB (100% do CDI) 10,90% 17,5% R$ 10.889,25 
Tesouro Selic 11,00% 17,5% R$ 10.907,50 

Com a Selic na faixa de 11%, a diferença de rendimento entre a poupança e produtos como CDBs e Tesouro Selic diminui em termos nominais, e no curto prazo. Nesse cenário, um investimento de R$ 10.000 gera cerca de R$ 127 a R$ 135 a mais nos títulos atrelados ao CDI ou à Selic em relação à poupança, já considerando os valores líquidos. 

No entanto, conforme podemos observar na tabela abaixo, essa vantagem cresce de forma consistente ao longo do tempo quando analisamos as rentabilidades médias históricas dos últimos 10 anos: em 5 anos, a diferença sobe para cerca de R$ 1.482; em 10 anos, ultrapassa R$ 4.500; e, em 15 anos, supera R$ 10.450 a favor de investimentos atrelados ao CDI/Selic. 

Período Poupança (5,91% a.a.)  Líquido CDI/Selic (9,38% a.a.)  Líquido 
1 ano R$ 10.591,00 R$ 10.773,85 
5 anos R$ 13.325,54 R$ 14.807,87 
10 anos R$ 17.757,00 R$ 22.335,22 
15 anos R$ 23.662,17 R$ 34.120,28 

Dessa forma, quando o investidor mantém o dinheiro investido por períodos mais longos, o efeito dos juros compostos amplia ainda mais essa distância. 

Segurança e estabilidade fora da caderneta 

Um dos maiores receios de quem mantém recursos na poupança é abrir mão da segurança. No entanto, é possível manter, e até superar, essa proteção investindo em alternativas como o Tesouro Selic e CDBs de bancos sólidos. 

Para entender isso, precisamos olhar para quem “pega emprestado” o dinheiro:

  • CDBs: Ao investir em um CDB, o dinheiro é emprestado ao banco, exatamente como acontece na poupança. A diferença é que, no CDB, a instituição concorda em pagar uma taxa muito mais justa (geralmente 100% do CDI) pelo uso do capital. 
  • Tesouro Selic: Aqui, o empréstimo é feito ao Governo Federal. No mercado financeiro, isso é chamado de risco soberano, considerado o menor risco de todo o sistema doméstico, já que o Governo é o ente com maior solidez financeira de um país. 

Além da segurança, existe o pilar da estabilidade. Muitos investidores temem a oscilação do mercado (a chamada marcação a mercado) – que tende, de fato, a se concretizar, trazendo potenciais perdas de curto prazo em títulos de renda fixa indexados à inflação (IPCA+) ou prefixados.  

Dito isso, títulos pós-fixados, como os citados, possuem um comportamento igual ao da poupança: o saldo não varia com oscilações de mercado, apenas conforme variações da Selic – não trazendo, portanto, a sensação de “vai e vem” da quantia investida. 

Portanto, para quem busca essa característica de tranquilidade e previsibilidade, o segredo é focar em títulos pós-fixados. Assim, mantém-se a sensação de segurança da caderneta, mas com uma rentabilidade que realmente faz diferença no final do mês. 

Qual a conclusão sobre o cenário atual? 

Os dados deixam claro que a poupança hoje não figura entre as melhores opções para investidores – mesmo iniciantes, mesmo de perfil conservador. Em todos os cenários analisados, manter recursos parados na caderneta significa abrir mão de rendimento real e reduzir a capacidade do dinheiro de acompanhar o custo de vida.  

A boa notícia é que, como mostram as estatísticas da ANBIMA e do Banco Central, o investidor brasileiro já parece perceber esse movimento e vem priorizando eficiência. 

Revisar onde o dinheiro está alocado tornou-se essencial. A sensação de “simplicidade” da poupança hoje é facilmente substituída por alternativas igualmente seguras, práticas e muito mais rentáveis. Para a maior parte dos objetivos, inclusive a reserva de emergência e metas de curto prazo, opções como o Tesouro Selic ou o Fundo 24h da Rico oferecem a liquidez necessária com um retorno significativamente superior.

Portanto, ter autonomia financeira é entender que o dinheiro não precisa estar em um lugar menos eficiente apenas por familiaridade. O cenário atual convida o investidor a dar o próximo passo: sair da inércia da caderneta e permitir que o patrimônio trabalhe na mesma velocidade da economia.   

Para acompanhar as oportunidades mais atualizadas dessa classe de ativos, te convidamos a conferir o nosso relatório Onde Investir em Renda Fixa, publicado mensalmente. O material reúne uma análise estratégica das melhores alternativas do momento, com opções que podem compor desde carteiras conservadoras até as mais arrojadas. 

Elaborado por:

Bruna Sene, CNPI-T 6928

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