• Para ter independência financeira, é preciso acumular patrimônio, mas também ajuda ter uma renda passiva para os gastos
  • É possível conquistar renda passiva com imóveis, por exemplo, mas essa está longe de ser a maneira mais prática de ver dinheiro caindo na sua conta sem trabalhar
  • Neste conteúdo, em podcast e em texto, confira os melhores investimentos para esse propósito.

Conquistar a independência financeira leva tempo, disposição e organização financeira. Para poder parar de trabalhar, é preciso acumular um patrimônio considerável, dependendo do padrão de vida que você vai querer levar na velhice. Esse patrimônio, após acumulado, pode ser o responsável pelo seu “salário” nos últimos anos de vida — isso por meio da chamada renda passiva.

Renda passiva nada mais é do que um dinheiro que cai na sua conta sem que você precise conquistá-lo ativamente (por meio de trabalho).

A forma mais tradicional de fazer isso é por meio de imóveis: se você tiver uma casa que não usa para moradia, pode ganhar esse tipo de renda com aluguel desse espaço. Mas esse é um formato de renda extra que leva tempo (para administrar o imóvel). Pior ainda, tende a concentrar muito o seu patrimônio – afinal, o preço de um imóvel normalmente corresponde a boa parte do valor que um brasileiro consegue acumular ao longo da vida.

A boa notícia é que existem investimentos mais simples de realizar e que também fornecem renda passiva para a sua independência financeira! Conheça os principais:

1. Fundos imobiliários

Já que falamos de imóveis, vamos começar pelo “primo mais novo” deles. Os fundos imobiliários (FIIs) são produtos que concentram uma carteira de imóveis, terrenos ou até títulos atrelados ao mercado imobiliário, como dívidas imobiliárias, por exemplo.

A renda passiva nesse caso funciona exatamente da mesma forma que já mencionamos: por meio de aluguéis. Com os FIIs, você se torna proprietário de pequenos pedaços de vários imóveis (às vezes dezenas de uma só vez), junto com os outros cotistas. Podem ser, por exemplo, shoppings centers, prédios de escritório, galpões logísticos ou até residências.

As pessoas ou companhias que ocupam esses espaços pagam aluguel ao fundo, e esse valor é repassado a você e aos demais cotistas proporcionalmente ao tamanho do pedaço que você detém.

Normalmente, os proventos pagos pelos FIIs caem mensalmente na sua conta da corretora. Mas cuidado: os FIIs são investimentos de renda variável e os imóveis em questão estão sujeitos a oscilações e vacância (ou seja, ficar sem inquilino). Logo, essa renda extra não é 100% garantida.

2. Ações pagadoras de dividendos

Por falar em renda extra não garantida… Ações negociadas na Bolsa de Valores são pequenas fatias de empresas. Quando você compra essas fatias, pode ganhar dinheiro com a valorização desses papéis e revenda, mas também por meio de dividendos e juros sobre capital próprio.

Essas duas ferramentas são formas que a companhia encontra para remunerar seus acionistas. Quando uma empresa tem lucro, ela pode reinvestir no seu crescimento ou distribuir esse valor (ou parte dele) — é aí que entra sua renda extra.

Cada empresa pode escolher a sua política de distribuição de dividendos, tanto em termos de valor, como de periodicidade desses pagamentos. Pode ser trimestral, semestral, anual… (raramente é mensal).

Conheça nossa carteira de ações boas pagadoras de dividendos neste link.

Bônus: aluguel de ações e FIIs.

Se você investe em ações ou FIIs, outra forma de conseguir renda exta é alugando esses papéis. Explicamos esse conceito com detalhes na Escola de Investidores.

3. Renda fixa

Investimentos em renda fixa tradicionalmente geram renda passiva à medida que sua rentabilidade funciona com juros compostos. Ou seja, a cada mês (ou dia, dependendo do papel), o seu dinheiro rende um percentual em cima do valor investido somado à rentabilidade já acumulada até então. De maneira geral, você acessa todo esse montante (o valor investido e a renda gerada) no vencimento desse título.

Mas existe um tipo específico de renda fixa que oferece renda passiva periódica: os títulos com juros semestrais. Com esse tipo de título, uma parte da renda gerada é depositada na sua conta, antecipadamente, a cada seis meses.

A diferença desse para os outros investimentos é a segurança, já que a renda fixa já estabelece a taxa desse rendimento no momento em que você compra o título, dando maior previsibilidade do valor que será depositado semestralmente. Em contrapartida, o menor risco também limita a possibilidade de retornos maiores.

Elaborado por:

Paula Zogbi, CNPI 2545

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