• No dia nacional do esporte mais praticado no Brasil e em ano de copa, quem escala sua seleção de investimentos é você.
  • Como escolher bem seu esquema de jogo?
  • Como não escolher aquele goleiro “frangueiro”, que pode te deixar na mão em momentos mais tensos, ou achar aquele camisa 10 que vai ser o artilheiro da sua carteira?

(Por: Alvaro Feris)

Hoje, 19 de julho, é celebrado no Brasil o dia Nacional do Futebol. E para falar um pouco do esporte mais democrático do nosso país pentacampeão do mundo, nada melhor que vir aqui ajudar você leitor na democratização do mundo dos investimentos.

Se você não gosta de futebol, não se preocupe. Depois desse texto, a próxima vez que não tiver uma resposta para quando perguntarem “para que time você torce”, você poderá fugir da clássica Seleção Brasileira, e dizer: eu não somente torço, mas sou o próprio(a) técnico(a) da minha carteira de investimentos.

Mas, antes de tudo, vale destacar um detalhe importante. Assim como no futebol o técnico pode ter vários estilos de jogo, desde aquele time “retranqueiro”, onde 1 a 0 é goleada, até aquele que joga o “fino”, mas por vezes deixa um espaço na zaga, o mundo dos investimentos também comporta diferentes estilos. Por isso, é importantíssimo você encontrar o seu próprio estilo de investidor – aquele que te deixa confortável ao ver seus ativos se comportando em “campo”.

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O ano é de Copa, mas sua carteira não é mata – mata

O Futebol jogado como conhecemos hoje foi criado na Inglaterra, em meados do Século XIX, e chegou ao Brasil em 1894 por meio de um paulista chamado Charles Miller. Miller é considerado o “pai” do futebol brasileiro, tendo trazido a primeira bola e um livro com as regras do jogo ao nosso país tropical.

Logo de primeira, o esporte não vingou, mas depois de longos anos… Acho que deu certo a ideia, né?

Podemos comparar a chegada do esporte no Brasil e sua evolução ao longo do tempo com a empreitada de muitos no mundo dos investimentos. O início pode não ser tão fácil, mas se começar do jeito certo – entendendo seus objetivos, perfil de risco e horizonte de investimento – e focar no longo prazo, como no esporte que nasceu na gringa e hoje é símbolo cultural brasileiro, você poderá colher excelentes frutos!

Portanto, escolha bem os ativos do seu time campeão, e foque em trabalhar com pontos corridos, e não no mata – mata!

Vamos ao time!

Goleirão: Proteção com qualidade

Nosso futebol hoje é moderno. No time, goleiro bom é aquele que não só defende bem e é controlado em momentos de tensão, mas aquele que sabe usar a bola no pé e sair jogando para o time.

Pensando nisso, o guarda redes da nossa carteira tem que ser versátil e seguro – como o Tesouro Selic. E você sabia que ele tem até irmão famoso? O Trend DI simples, um fundo de investimentos que irá seguir a rentabilidade da nossa taxa básica de juros, a Selic, por meio de investimentos em títulos pós fixados (aqueles que, no caso, tem seu retorno atrelado à taxa Selic).

Pensa que nesse caso é igual a família Becker. Mas, ao contrário do nosso goleiro Alisson da seleção e do Liverpool e de seu irmão Muriel no Fluminense, o Tesouro Selic e o Trend DI se equivalem em qualidade, segurança e liquidez.

Esses dois “goleirões”, irão garantir previsibilidade e liquidez ao seu time de investimentos. Você poderá recorrer aos valores aplicados nesses investimentos na hora que quiser ou mais precisar (seguindo as regras de funcionamento do mercado), sem precisar se preocupar com a elevada volatilidade de outros investimentos.

 O Tesouro Selic e o Trend DI, que você encontra na plataforma da Rico, são ideais para sua reserva de emergência. Além disso, podem ser usados para aproveitar eventuais boas oportunidades que surgirem no mercado.

Ainda, com a taxa Selic em 13,25% ao ano (e expectativa de encerrar o ano em 13,75%), essa dupla de goleiros pode acabar virando até de artilheiros, como o saudoso Rogerio Ceni!

Zagueirões: Saída de jogo do time

Assim como o nosso goleiro, o zagueiro tem que ter visão de jogo e de vez em quando subir na área e fazer uns golzinhos!

São os zagueiros que iniciam as jogadas, e é aqui que o  seu horizonte de investimento é escolhido.

Você pode escolher títulos de renda fixa, que não vão deixar o atacante adversário passar. Ou seja, que poderão dar bons retornos sem grande volatilidade. Alguns exemplos são títulos bancários como CDBs, LCIs e LCAs, sempre lembrando de coordenar o prazo que mais faz sentido para o tempo de maturação do seu time e para quando você precisará do dinheiro.

Lembrando que, assim como o futebol que só foi ficar famoso perto do ano de 1920, quanto maior o prazo da aplicação, maior tende a ser rentabilidade oferecida pelo título. Ou seja, mais gols seu zagueirão faz, sem que você tome qualquer tipo de risco na zaga.

Laterais: Um pouco a frente da zaga

Nas famosas “laterais”, você pode escolher entre aquele que sobe menos na linha de fundo e é um excelente defensor, ou aquele mais ousado, que sai para jogo além dos “cantinhos”.

Na primeira opção, focando em obter retornos acima da inflação a uma taxa prefixada, temos o Tesouro IPCA+, e outros títulos atrelados à inflação.

Já se você gosta de um lateral mais ofensivo, as Debêntures Incentivadas podem ser boas alternativas. Esses são títulos de dívida emitidos por empresas, também de renda fixa, e que são isentos de Imposto de Renda. Por outro lado, eles apresentam risco relativamente maior (do que títulos do governo), e não possuem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) – como é o caso dos títulos bancários de renda fixa.

Falamos mais sobre títulos de renda fixa nesse conteúdo e sobre o FGC aqui.

Portanto, escolha um lateral que ataca, mas não deixa buraco na zaga da sua carteira. Para isso, confira nossa carteira de renda fixa.

Meiuca: Do volante ao 10

O meio campo de um time tem que ter de tudo, desde aquele “volantão” clássico até nosso 10, que é o craque do time. E desde o volante ao meia ofensivo temos os fundos DNA.

Os fundos DNA são um instrumento super simples e prático pra você diversificar seus investimentos. Por meio deles, você investe em um único fundo, e ele aloca o seu dinheiro em investimentos diferentes, tudo com base em muito estudo, dados, e um time de gestores super experientes atrás dessas escolhas.

Quer saber mais sobre os fundos DNA? Então, clica aqui!

Assim, já que a zaga do seu time já está bem montada, para a “volância” vamos precisar de segurança sempre, mas muita qualidade também: para isso, temos os Fundos DNA Serenity e Defense. As carteiras dos DNAs Serenity e Defense são diversificadas, mas contêm apenas investimentos que são indicados para quem não quer correr grandes riscos, mesmo que isso sacrifique uma parte da rentabilidade possível.

Ao mesmo tempo, como o esquema do hexa vai ser o 4-3-3, dois volantes e um meia armador, para ser o 10 do time e meia ofensivo vamos com: Fundo DNA Vision. Afinal, é aquele que tem visão de jogo e faz de tudo, tem alocação balanceada entre fundos ativos e passivos de renda fixa, renda variável, multimercados e internacionais.

Mas vale também deixar um craque no banco, já que a última vez que nosso 10 se contundiu… gol da Alemanha! E esse craque é o Fundo DNA Strategy. Ele tem as mesmas características do seu “irmão” DNA Vision, mas busca retorno em um horizonte menor, de 4 anos.

Atacantes: Aqueles que mais pedem música no Fantástico

Chegou a hora boa: nesse esquema, teremos dois pontas abertos e claro, nosso matador camisa 9. São aqueles que vão aproveitar a versatilidade do nosso meio campo.

Na ponta esquerda, temos o Fundo DNA Energy – um típico camisa 7. Ele é agressivo nos dribles, é ambidestro e ainda ajuda voltando para marcar quando precisa. O Energy é o primeiro fundo que mostramos aqui que tem mais exposição à renda variável (ações) do que renda fixa. São quase 30% em fundos de ações e mais de 20% em ações globais, permitindo exposição às empresas brasileiras e diversificação nos maiores e mais promissores mercados do mundo.

Na Ponta direita, temos o camisa 11 – aquele ponta que nem vai pensar em voltar para marcar, mas sua disposição equivale pelos 11 jogadores em campo do seu time. Aqui, você aloca uma parte do seu ataque e fica tranquilo que o time da Rico faz os gols para você!

O camisa 11 logicamente é nossa carteira de ações, RICO11. Nela, nossos analistas indicam mensalmente quais os nomes preferidos para você incluir na sua carteira de investimentos em ações.

Finalmente, nosso camisa 9, fazedor de gols, relembrando craques como Fred Guedes (Don Fredón), Ronaldo (Fenômeno) e Romário (Baixinho) temos finalmente o “cara” da agressividade: o Fundo DNA Brave.

O Brave é ainda mais arrojado, com 72% em renda variável e 24% em renda variável global. Apenas 7,5% do fundo está em renda fixa, como uma proteção à carteira, e 3,3% em multimercados: é para realmente buscar ganhos maiores no longo prazo, ainda que tenha maior volatilidade.

“Time que está ganhando também se mexe, sim”!

Não é porque seu time está indo bem que você tem que manter a escalação. Seu banco de reservas está aí para ser utilizado, e técnico bom sabe mexer no time na hora certa.

Pode tirar um atacante e colocar mais um meia, ou até retrancar mesmo o time com mais um zagueirão por lá! A gestão de risco da sua carteira vai definir se seu time vai ser vencedor no longo prazo e ganhar o campeonato!

Então, se depois desse texto você fez uma boa escalação, está contratado para ser o técnico da sua carteira! Bom campeonato!

Elaborado por:

Paula Zogbi, CNPI 2545

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