• Enquanto a questão financeira pega mais para os millennials (geração imediatamente anterior, da qual a maior parte do time Rico faz parte), a Geração Z se estressa mais com empregos/carreira e o futuro financeiro.
  • Nas últimas semanas, muitos fatores devem ter alimentado essa ansiedade, como todo esse papo de risco fiscal aumentando, fim dos estímulos nos EUA, e a falta de chuvas atrapalhando nossa inflação por aqui.
  • Mas acalme-se, gen Z, existem formas de navegar com mais tranquilidade nesses mares turbulentos
  • Confira nossos 5 pontos de atenção para investir em setembro e conheça duas listas de ações para investir agora

Segundo uma pesquisa recente da Deloitte, realizada globalmente, a geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) tem o desemprego como sua maior preocupação, seguida por segurança e saúde. Esses jovens se sentem estressados na maior parte do tempo, sobretudo por conta das incertezas do futuro financeiro de longo prazo, do bem-estar familiar e das perspectivas de emprego. Enquanto a questão financeira pega mais para os millennials (geração imediatamente anterior, da qual a maior parte do time Rico faz parte), a Geração Z se estressa mais com empregos/carreira e o futuro financeiro.

Bom, o mês de agosto veio para alimentar a ansiedade dessa geração, pelo menos no Brasil. As últimas semanas foram tomadas por novos riscos locais, do fiscal ao político, e dados insistentemente preocupantes (aqui, falo principalmente a inflação).

Mas acalme-se, gen Z, a situação parece estar muito tranquila, pelo menos se comparada ao que viveu a geração dos nossos pais — os Boomers e a Geração X — com toda aquela história de hiperinflação e aumentos nos preços de 80% ao mês que eles adoram contar tanto quanto temem viver de novo.

Confira a seguir nossos 5 pontos de atenção para investir em setembro (mês da Geração Z na Rico!):

1. Delta, economia global e fim de estímulos à vista

Lembra quando Delta era só uma companhia aérea dos EUA? Pois é, bons tempos. Infelizmente, quando ouvimos hoje a palavra Delta, na grande maioria das vezes estamos falando sobre uma das variantes mais contagiosas da Covid-19 identificadas até agora, que trouxe maior aversão ao risco aos mercados no último mês.

Dados de países como Reino Unido e Estados Unidos indicam que a vacinação reduz substancialmente o risco de hospitalizações de mortes pela doença, mesmo diante da variante Delta. Mesmo assim, a preocupação com os impactos de uma quarta onda da Covid-19 na economia segue presente, especialmente uma vez que parte da população global está optando por não se vacinar e muitos países ainda não conseguiram vacinar a maioria da população.

Com esse pano de fundo, observamos em agosto alguns soluços na recuperação das economias desenvolvidas, mexendo na confiança de parte dos consumidores, empresas e investidores. Mas a atividade segue em compasso de melhora, enquanto a inflação começa a dar sinais de que o pico da alta dos preços está ficando para trás, especialmente nos EUA.  

No gráfico acima dá pra ver que a vacinação aqui no Brasil está super avançada, mas as empresas mais cíclicas ainda não voltaram aos patamares de preço pré-pandemia. Por isso, trazemos aqui 30 ações que ainda estão descontadas (baratas em relação ao setor) que devem se beneficiar da reabertura econômica à medida que a imunização da população brasileira avança.

Assim, vemos os primeiros passos em direção à normalização da política monetária nos EUA. Ou seja, o Banco Central americano (o Fed) deve começar a reduzir o seu programa de compra de ativos no final desse ano, reduzindo parte da “chuva de liquidez” global. Mas acalme-se! Isso ainda não quer dizer alta dos juros por lá — o que só esperamos para o final de 2023, e a ser feito de maneira bem gradual.

2. A volta dos que não foram: o risco fiscal

Todo esse papo de juros nos EUA te deixou confuso(a) sobre por que estamos falando disso? Bom, além do fato de que o patamar dos juros nos EUA e outros países desenvolvidos impactam diretamente os investimentos por lá, eles também nos impactam aqui.

Afinal, o Brasil não é uma ilha. Se o dinheiro lá fora está rendendo pouco/muito, isso reduz/aumenta o custo de oportunidade de ativos aqui dentro. Isso porque, se fôssemos uma ilha, nosso nome poderia ser: a ilha do sempre presente risco fiscal.

Contamos pra você sobre esse tal de risco fiscal aqui na Riconnect nesse mês. Isso porque agosto foi marcado pela volta da percepção de risco em relação às contas públicas do Brasil. Depois de um breve período em que o fiscal estava trazendo surpresas positivas, um imbróglio envolvendo o pagamento de precatórios (dívidas devidas pelo governo a pessoas e empresas) e o anúncio do governo de um novo — e maior que o atual — programa de transferência de renda tomou conta do cenário.

Foi como se, de repente, um vizinho que pediu seu dinheiro emprestado para ir à rave descobrisse que a geladeira da casa dele quebrou. Você, membro da Geração Z com ansiedade financeira, já ia ficar com medo de ele pedir mais dinheiro seu e, principalmente, de ele ter muito mais dificuldade para pagar.

Isso fez com que o mercado fosse tomado de um mau humor tremendo, que contaminou ativos como o câmbio (sabe, dólar ficando caro…), a curva de juros (te contamos oportunidades com isso aqui em baixo), e a própria bolsa.

3. Selic, inflação e a renda fixa com isso

E como agosto é um mês que parece que não acaba nunca (você já ouviu essa teoria de que a Terra se move mais devagar no oitavo mês do ano?), a inflação também veio nos atazanar.

O mês foi marcado pelo agravamento de pressões sobre os preços, com piora da crise energética (com a contínua falta de chuvas) e de problemas nas cadeias de produção (como falta de peças para fabricação de carros). Pelo lado positivo, a atividade segue retomando, especialmente no setor de serviços. Mas isso também puxa os preços.

Com isso, esperamos que a inflação alcance 7,7% no final do ano. Mas o Banco Central segue atento, e sua mensagem em agosto tornou-se mais firme. A taxa Selic deve atingir 7,25% no ano, ajudando a trazer a inflação de volta para próximo da meta no ano que vem (em 3,7%). Dá uma olhadinha na tabela abaixo para conferir nossas projeções econômicas atualizadas:

Mas, segura a ansiedade! Esse cenário também traz boas oportunidades. Você deve ter notado que o título desse tópico menciona a renda fixa, certo? Bom, essa classe de investimentos chamou muita atenção ao longo de agosto, justamente por conta de todos esses pontos mencionados.

Como falamos no Insight “Por que os títulos do Tesouro Direto desvalorizam?”, todas essas incertezas fiscais e de alta de preços mexem com os juros pagos pelo Tesouro Direto.

Porém, mais para o final do mês, a perspectiva de se encontrar uma solução para a questão dos precatórios e do orçamento do ano que vem diminuiu um pouco a tensão do mercado, e o resultado foi um relaxamento das taxas do tesouro, como podemos ver no exemplo abaixo (evolução do juro do Tesouro Prefixado 2026):

Em outras palavras: a renda fixa está pagando juros interessantes, que podem formar um bom “escudo” para o seu dinheiro, principalmente pensando em segurar os investimentos até o vencimento.

Neste outro Insight você encontra 12 indicações de investimentos em renda fixa para investir nesse cenário.

4. Por que levar seu dinheiro para viajar

A vontade de dar um “rolê na gringa” começa com o sonho da Disneylândia, vai amadurecendo para outros destinos como a Europa, ou mesmo tocar a palma da mão na Muralha da China. Essa vontade de pegar uma passagem de avião na mão e desbravar o mundo não faz sentido apenas para nós, mas também para nosso dinheiro…

Neste texto, explicamos sobre a parte “filosófica” da importância do investimento fora do Brasil e o passo-a-passo para isso. Aqui, queremos falar mais sobre o contexto atual do cenário externo e por qual motivo acreditamos fazer sentido levar sua grana (em parte) para fora, então vamos aos pilares dessa decisão:

1-Espairecer a mente dos problemas: viagens sempre trazem isso para nós né? O famoso “ficar longe dos problemas de casa”. Pois bem, como vocês já leram em todos os outros pontos, há riscos de sobra no Brasil. Ter parcela do patrimônio fora daqui te ajuda a se proteger de qualquer deterioração ou piora na situação por aqui.

2- Vai reabrir, façam as malas: a situação da pandemia lá fora está num estágio bem diferente do que a brasileira, principalmente nas regiões mais desenvolvidas como os EUA e a Europa. Tudo bem, você já viu aqui que está rolando “pandemia dos não-vacinados” nessas regiões, com resistência da população a vacinação, porém os governos dessas regiões estão prepando medidas para endereçar essa questão. Ou seja, o fluxo de reabertura segue na frente por lá, gerando oportunidades de ganhos nos mercados, principalmente em regiões que ficaram para trás (em performance da bolsa) como a Europa e alguns pares emergentes (fica claro no gráfico do ponto 1).

3- Passaporte, RG e Tapering: acima falamos sobre o “fim da chuva da liquidez”, que aliás vai ganhar um novo apelido de “a barata na sala”. Você chegou no Airbnb do seu destino de viagem e encontra com uma barata, no começo você se assusta, pode até gritar, mas depois entende que é só uma barata e não será um problema grande de ser lidado. O mercado parece estar digerindo a redução dos estímulos, até como um sinal positivo, e a retomada do ciclo de alta de juros nos EUA (que achamos aparecer apenas em 2023), desde que não seja um “cavalo de pau” e seja realizado de forma gradativa, também não deve ser entendido como algo negativo. O que podemos concluir é que um dos principais fatores de preocupação para o mercado externo talvez nem seja um problema tão grande assim, apenas uma barata na sala.

4- Pela primeira vez o dólar não será um custo (ruim): basta pensar em viajar para fora que o dólar já vem como dor na cabeça, aquele custo ruim que faz seu dinheiro parecer sem valor. No mundo dos investimentos, encaramos investimentos dolarizados como uma proteção, principalmente para as posições de maior risco da nossa carteira, como é o caso da bolsa brasileira, por exemplo. O dólar tende a se valorizar em cenários de estresse e de aversão a risco, justamente onde as bolsas performam mal.

Então é pra comprar dólar? Comprar não, investir em dólares! A ideia aqui não encontrar o melhor ponto de entrada, investir num fundo cambial ou comprar a moeda física, mas sim misturar o poder de proteção que as verdinhas do Tio Sam apresentam como reserva de valor com algo que tenha potencial de geração de valor no longo prazo, como é o caso das ações estrangeiras. Dessa forma construímos uma proteção sofisticada e mais balanceada. Ah, e se o dólar cair vai afetar minha rentabilidade? Sim, mas isso é um bom indicador, pois se a nossa proteção dá prejuízo significa que as demais posições da nossa carteira, apontadas para cenários mais construtivos, estão dando bons resultados.

Seguro é um custo, assim como o seguro de carro. Compramos sem a intenção de usar, ou seja, perder dinheiro com seguros é um bom sinal.

5. Como investir na Bolsa brasileira nesse cenário

Como falamos ali em cima, as incertezas do cenário brasileiro penalizaram o mercado, puxando os juros pra cima e a bolsa pra baixo. Olhando pro futuro, vemos um evento que sempre causa volatilidade por aqui se aproximando: as Eleições federais e estaduais em 2022.

Já imagino representantes da geração mais ansiosa correndo para as colinas, mas não é bem assim: se proteger de momentos voláteis não quer dizer se fechar totalmente para as oportunidades em PT-BR.

A queda recente por aqui, puxada pelo aumento do risco fiscal e incertezas políticas, deixou a bolsa brasileira mais barata em relação aos mercados internacionais. O Ibovespa negocia agora com preço/lucro (também conhecido como P/L ou P/E) de 8,5x, enquanto o S&P 500, um dos principais índices americanos, negocia com P/L de 22. Ou seja, no geral, as empresas aqui estão baratas (se comparado à média histórica) quando pensamos no potencial de lucro projetado para elas.

No entanto, não é a hora de comprar indiscriminadamente. Os riscos que falamos aqui devem continuar no médio prazo e, apesar do mercado já ter precificado boa parte disso, também é importante pensar em como se proteger para manter sua carteira navegando em águas tranquilas.

Por isso, trazemos esse mês uma seleção de 17 empresas de alta qualidade, aquelas que têm resultados sólidos, gestão eficiente e se destacam em seus setores. Em meio a tanta incerteza, essas companhias se destacam como portos seguros em meio à tempestade, e aproveitamos o momento para selecionar nomes que estão descontados (baratos em relação ao seu histórico).

Elaborado por:

Betina Roxo, CNPI 1493
Paula Zogbi, CNPI 2545

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