Gol de CDB da Rico 250% do CDI: a cada fase que o Brasil avança na competição, você pode investir mais R$ 500 no produto

21/10/2020 17:40:03 • Atualizado em 13/01/2022 19:31:48
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BDRs: mais um passo para democratização dos investimentos

As negociações de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) para investidores não qualificados será liberada a partir de 22 de outubro. Tire as principais dúvidas.


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A partir de amanhã (22/10/2020), o investimento em empresas globais direto pela bolsa brasileira (BDRs) será liberado a todos os investidores pessoa física, e não apenas aos investidores qualificados (aqueles que possuem mais de 1 milhão de reais investidos), como era anteriormente.

A nova regra é mais um movimento importante para democratização dos investimentos. Em um cenário de juros baixos, a migração de renda fixa para renda variável deve continuar ganhando força.

E agora, todas as pessoas poderão não só investir nas empresas listadas no Brasil, como em empresas globais, diversificando ainda mais a carteira, virando sócias de grandes negócios, e ainda com corretagem zero na Rico.

+ Em quais BDRs investir? Conheça o Guia de BDRs feito pelos analistas da Rico!

Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts), também conhecidos como CDVM (Certificado de Depósito de Valores Mobiliários), são valores mobiliários emitidos no Brasil que representam outro valor mobiliário emitido por companhias abertas com sede no exterior.

Basicamente, os BDRs são um espelho das ações estrangeiras, refletindo a variação de preço das ações às quais estão atreladas, só que aqui no Brasil e em reais.

Hoje, há 676 BDRs listados na bolsa brasileira, como Apple (APLE34), Facebook (FBOK34), Microsoft (MSFT34), entre outros.

No caso da Apple, a ação original da empresa é negociada na Nasdaq, em dólares, sob o código AAPL. O BDR correspondente, que pode ser adquirido pelo investidor brasileiro no homebroker da Rico, é negociado sob o código AAPL34, em reais.

bdrs gráfico

No gráfico acima, você pode perceber que a ação da Apple lá fora valorizou 61% no ano, enquanto a BDR valorizou 129%. Isso porque, ao comprar BDRs, você também está exposto à variação da moeda brasileira contra o dólar: se o dólar sobe, você ganha valor, se o dólar cai, você perde valor.

E fica aqui, já a primeira “dica” de como investir em BDRs: não invista pensando em lucrar com variações do câmbio (para isso existe a compra direta de moeda ou fundos cambiais, por exemplo). O investimento em BDR é como o investimento em ações normais, que estamos acostumados. Existe uma empresa por trás, que podemos nos tornar sócios.

Por isso, muito importante entender os fundamentos da empresa, quais as perspectivas futuras, para que haja ganho com o investimento. Afinal, no longo prazo, o movimento da ação nada mais é que o reflexo dos lucros da empresa.

Outro ponto importante é a natureza da renda variável: oscilação, períodos de alta e outros de baixa. Então, não se esqueça de entender se esse tipo de investimento é coerente com o seu perfil de investidor para que você monte uma boa carteira (que pra cada um é de um jeito).

Qual a vantagem dos Bdrs?

Sem dúvida, a principal vantagem de investir em BDRs é a possibilidade de diversificar a carteira com empresas de alcance global e em setores que não existem no Brasil ou são limitados, como o de tecnologia.

Vale lembrar que a bolsa brasileira é pequena em comparação às bolsas globais. Atualmente, o Brasil possui menos de 500 companhias com ações disponíveis para negociação. Na Inglaterra, o número se aproxima de 2.000 empresas, enquanto na Ásia, destaque para a China e o Japão, que possuem quase 4.000 companhias listadas. Liderando essa corrida temos os Estados Unidos, com um número que se aproxima a 5.000 empresas.

Dúvidas sobre BDRs

 Liquidez das ações originais vs BDRs. De fato, a liquidez das BDRs é menor – o volume de transações de BDRs do Facebook (FBOK34), por exemplo, é menos de 0,5% do volume das ações originais (FB, na Nasdaq). Porém, a liquidez deve aumentar muito com o reforço de formadores de mercado para todos os papéis, o que deve comprimir spreads e melhorar a experiência de negociação. A flexibilização já implementada do lote mínimo de negociação, que era de 100 unidades e passou a ser de apenas 1 unidade, também é importante porque torna o mercado ainda mais acessível para o pequeno investidor, trazendo mais liquidez para as negociações.

O risco de investir em empresas de fora mas estando no Brasil. O risco maior seria se houvesse a implementação de um novo imposto no Brasil (que gerasse, portanto, um descolamento da variação da BDR com a variação da ação original, mas que ainda assim, você teria o ganho da valorização da ação), ou um fechamento de fronteira (caso extremo, onde o mercado ficaria disfuncional e geraria um desconto em relação ao preço justo da ação lá fora, mas que de qualquer forma você continuaria dono dela), por exemplo.

De fato, com o investimento diretamente no exterior, riscos como esses são eliminados, mas também tem outras considerações a serem feitas como a própria burocracia do processo e taxas cobradas em remessas ao exterior.

Para investir lá fora é necessário fazer uma remessa de câmbio. Ao realizar lucro da operação e trazer o dinheiro de volta (outra opção seria deixar o dinheiro lá fora caso a pessoa tenha conta), o investidor incorre em mais custos e burocracia. No caso de BDR, você não paga pela remessa de câmbio, o que é interessante para investidores que negociam com mais frequência, além de ser mais simples gerenciar todo o seu patrimônio diretamente do Brasil. De novo, o investimento em renda variável é um investimento de risco alto, por isso precisa estar coerente com o perfil de investidor.

O impacto às empresas brasileiras. De fato, estamos falando de mais opções de investimentos aos investidores e com isso aumento da competição para as ações brasileiras. No curto prazo, isso pode trazer um impacto negativo, porém a equação ainda é muito positiva aos investidores. Outro ponto muito importante é que a alocação em renda variável ainda é muito baixa no Brasil. Ou seja, há muito espaço para o investimento em bolsa. Por isso, não necessariamente, haverá pressão de venda de ações brasileiras para BDRs, mas a migração de renda fixa para renda variável, essa sim, vai continuar.


07/10/2020 19:30:00 • Atualizado em 20/09/2022 00:18:04
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Ibovespa: O que é, como funciona, dúvidas comuns [Guia]

O Ibovespa é um dos índices mais importantes da renda variável. Aprenda tudo sobre o Ibovespa e como investir em ações!


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Zoom em uma plataforma que mostra as variações do ibovespa

Você sabia que o Ibovespa é um bom termômetro do desempenho das suas ações?

O Ibovespa é um dos indicadores mais importantes para entender sobre o mercado financeiro.

Provavelmente, você já deve ter ouvido falar que ele caiu ou subiu tantos pontos em um dia. Mas o que significam os pontos do Ibovespa?

Basicamente, a pontuação revela as expectativas dos investidores e representa o ânimo do mercado.

Então, para investir em renda variável, principalmente em ações, você precisa conhecer o índice a fundo.

Ao entender a dinâmica do Ibovespa, o mercado poderá se tornar o maior aliado para atingir os seus objetivos.

Assim, se você quer ter resultados consistentes na renda variável, aqui é o lugar certo!

Neste artigo, você vai aprender tudo sobre este índice e a melhor forma para começar a investir ainda hoje:

  • O que é o Ibovespa?
  • O que significam os pontos do Ibovespa?
  • Histórico do Ibovespa
  • Como acompanhar o Ibovespa em tempo real
  • Como comprar as ações do Ibovespa
  • Como agir diante das altas e baixas do Ibovespa
  • Dúvidas comuns sobre o Ibovespa

Se você tiver qualquer dúvida, deixe um comentário no final da página.

Boa leitura!

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O Que é o Ibovespa? E o Índice Ibovespa?

O Ibovespa significa Índice da Bolsa de Valores de São Paulo. Ele é o principal indicador de desempenho médio das ações listadas.

Basicamente, esse índice é uma carteira teórica de ações que contém os ativos que movimentam os maiores volumes de negociação, algo em torno de 80% do total diário. 

Entre eles, estão Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Ambev (ABEV3).

A carteira do Ibovespa é reavaliada a cada quatro meses. Assim, a composição tende a variar ao longo do tempo.

No mercado, ele é muito conhecido como o índice Bovespa ou IBOV. Por conta da sua representatividade, o Ibovespa é considerado o benchmark da renda variável.

Então, se você quer saber como está o seu desempenho, basta compará-lo ao IBOV.

Caso ele esteja maior ou igual, em termos de valorização, é sinal de que os seus investimentos estão indo bem. 

O Que Significam os Pontos do Ibovespa?

Dois executivos sentados no sofá, olhando para um tablet, em referência ao acompanhamento do ibovespa
Cada ponto equivale a R$ 1. Então, com 100 mil pontos, o IBOV soma R$ 100 mil

A carteira teórica do Ibovespa é baseada na liquidez dos ativos expostos em bolsa.

Para acompanhar o seu desempenho, a B3 (bolsa de valores brasileira) desenvolveu uma pontuação.

Cada ponto equivale a 1 real.

Em outras palavras, se ele está em em 100 mil pontos, representa um portfólio com valor de R$ 100 mil. Ou seja, é o preço exato da carteira teórica das ações mais líquidas da B3.

Então, quando a pontuação do Ibovespa sobe, isso quer dizer que, na média, as ações que a compõem se valorizaram. Se ela cair, significa que boa parte dos papéis fecharam o dia no vermelho.

Essas variações refletem a expectativa dos investidores em relação aos ativos e ao cenário interno e externo.

Por exemplo, no dia 13 de agosto de 2020, o índice fechou com baixa de 1,62% em razão de aspectos externos (relacionados à economia dos Estados Unidos) e também internos (como indefinições na situação fiscal do Brasil).

Quando o Ibovespa fecha o pregão em alta, esse é um bom sinal para os seus investidores e para o mercado financeiro. 

Histórico do Ibovespa

Historicamente, o Ibovespa iniciou em 1968, com 100 pontos-base. Ao longo dos anos, o número de papéis participantes aumentou, bem como a valorização deles.

Os critérios utilizados são: liquidez, volume de negociação e participação do ativo nos pregões dos últimos doze meses. Eles têm se mantido os mesmos desde a criação do índice.

Em 2014, a B3, então chamada de BM&FBovespa, modificou a metodologia de cálculo e deixou de lado as ações que custam apenas centavos.

Além disso, a composição passou a tomar como base o preço de mercado dos papéis (free float) e decidiu-se que a participação máxima é de 20% por companhia.

Hoje, o índice é composto por cerca de 60 empresas dos mais distintos ramos, como varejo, commodities e fabricantes de bens de consumo. Dentre as mais antigas, estão o Banco Itaú, as Lojas Americanas e a Vale.

Com o passar do tempo, as companhias se desenvolveram e o Ibovespa superou os 100 mil pontos.

Em razão da crise global provocada pela pandemia do novo coronavírus, em 2020, o índice caiu e chegou a retroceder a 60 mil pontos.

Com a retomada da economia, a marca dos 100 mil pontos foi novamente alcançada.

Esse é mais um episódio a marcar o tradicional sobe e desce no índice.

O seu melhor ano foi 1991, em que ele retornou 316,38%. Enquanto que em 1990 foi a maior queda, que ficou em 74,11%. Essas grandes oscilações foram causadas pela alta inflação da época.

Nos últimos três anos, o Ibovespa tem vivido em uma verdadeira montanha-russa. Desde a crise econômica, ele já subiu mais de 165%. No geral, os resultados têm sido positivos para grande parte das ações.

Como o Índice Ibovespa é Calculado? 

O cálculo do Ibovespa é feito a partir do peso que a ação tem na carteira teórica e o valor de sua cotação no dia. 

É preciso multiplicar o peso da ação pela cotação para encontrar a contribuição daquele ativos, em pontos, para a formação do índice. 

Ao realizar essa operação com todas as ações da carteira, você vai encontrar o número de pontos do Ibovespa.

Vale destacar que as cotações das ações são acompanhadas a todo momento e o cálculo é feito automaticamente a partir dos novos valores.

Por isso, o Ibovespa oscila o tempo todo durante o funcionamento do mercado. 

Veja, na imagem abaixo, como essa oscilação se deu no dia 14 de agosto de 2020, quando o índice variou entre 100.469,44 (valor de abertura) e 101.353,45 pontos (fechamento), tendo a máxima do dia em 101.695,49.

ibovespa-rico-2020
Evolução do Ibovespa em um dia. Tela capturada em 14/08/2020.

Como a Carteira da Ibovespa é Composta? 

A carteira do Ibovespa é composta por ações escolhidas segundo critérios de representatividade do ativo no mercado. 

Apenas são elegíveis ações negociadas regularmente. Nesse caso, os papéis precisam estar presentes em pelo menos 95% dos pregões do último ano. 

Além disso, o volume financeiro dessas ações deve ser de, no mínimo, 0,1% do volume negociado no período. 

Ações de empresas em recuperação judicial e também as chamadas penny stocks (com cotação abaixo de R$ 1) não são elegíveis para a carteira do Ibovespa. 

As empresas que cumprem os requisitos são ordenadas segundo o índice de negociabilidade (IN), que considera a quantidade de negócios realizados, além do volume financeiro gerado a partir deles.

A carteira inclui as ações que representam, de maneira cumulativa, 85% das negociações efetuadas no período.

O peso que cada ação tem na carteira é definido pelo valor de mercado de todas as suas ações. 

Vale ressaltar que a metodologia do Ibovespa não permite que uma ação tenha participação maior do que 20% na carteira. 

Além disso, a carteira é revisada quadrimestralmente. 

Portanto, há três carteiras por ano. Uma com validade de janeiro a abril, outra de maio a agosto e, uma última, de setembro a dezembro. 

Ao final do período de vigência de cada carteira, os critérios para inclusão são revisados, bem como a participação e o peso de cada ação. 

Você pode consultar a carteira do Ibovespa na página da Bolsa de Valores

Quais Ações Compõem o Ibovespa

Como destacamos antes, atualmente o Ibovespa é composto por mais de 60 ações, entre ordinárias e preferenciais.

Entre elas, estão as seguintes:

  • B3SA3 – ação ordinária da B3
  • ITUB4 – ação preferencial do Itaú Unibanco
  • PETR4 – ação preferencial do Petrobras
  • BBDC4 – ação preferencial do Bradesco
  • PETR3 – ação ordinária do Petrobras
  • ABEV3 – ação ordinária da Ambev
  • MGLU3 – ação ordinária da Magazine Luiza
  • WEGE3 -ação ordinária da Weg 
  • BBAS3 – ação ordinária do Banco do Brasil
  • ITSA4 – ação preferencial do Itaú Investimentos
  • VALE3 – ação ordinária da Vale
  • JBSS3 – ação ordinária da JBS.

Essas são as ações com maior participação na carteira do Ibovespa. 

Para conhecer todos ativos e o peso de cada um, acesse a página da B3.

O Ibovespa como parâmetro do Desempenho da Renda Variável 

Ter um parâmetro para comparação pode ajudar a definir se um investimento tende a ser positivo ou não. 

No caso da renda fixa, o principal benchmark é o CDI. Assim, qualquer investimento do tipo, para ser considerado bom, deve gerar um retorno maior do que essa taxa. 

No caso da renda variável, o Ibovespa é o principal benchmark. 

O índice serve de parâmetro para muitos investidores que possuem carteira de ações e querem saber se a performance do seu investimento foi boa. 

Por isso, muitas vezes, você vai ouvir pessoas comparando sua carteira de investimentos com o desempenho do Ibovespa. 

Em geral, se a sua carteira ofereceu um retorno maior do que o Ibovespa no mesmo período, então, o resultado foi bom.

Clique e baixe o guia para aprender tudo sobre a bolsa de valores

Como Acompanhar o Ibovespa em Tempo Real

Zoom na bolsa de valores, em referência ao ibovespa
Na InvesTV, você verifica o ritmo do índice e ainda aprende sobre o mercado de ações

O pregão da bolsa de valores é totalmente online.

Então, você pode acompanhar o seu desempenho ao vivo. A atualização do Ibovespa ocorre a cada 30 segundos.

Para acessá-lo, você precisa ter uma conta em uma corretora de valores, como a Rico. O índice é visto pelo Home Broker.

Mas, se você é iniciante ou ainda tem pouca experiência, as oscilações do Ibovespa podem parecer confusas.

Nesse caso, a ajuda de profissionais faria toda a diferença, concorda?

Na Rico, temos a solução.

Através da Investv, você acompanha o comportamento do índice juntamente com os nossos analistas.

Eles possuem vasto conhecimento sobre o mercado e vão ajudá-lo a entender sobre a sua dinâmica.

Além disso, você vai aprender como identificar as melhores oportunidades para investir cada vez melhor. Para isso, você só precisa abrir a sua conta de graça agora mesmo! 

Ações em Tempo Real

Como o Ibovespa é uma carteira de ações, você deve ter em mente que os papéis possuem comportamentos independentes.

Mesmo que o índice caia, alguns ativos podem registrar alta.

Então, além de acompanhar o benchmark da renda variável, o ideal é ficar de olho no andamento dos ativos desejados.

Para isso, basta acessar o Home Broker durante o pregão da bolsa de valores. Diariamente, ele ocorre das 10h às 18h, nos dias úteis.

Durante esse período, você pode fazer qualquer tipo de negociação, como comprar ou vender ações

A cada 30 segundos, as cotações são atualizadas e você saberá o quanto um ativo valorizou ou não no dia.

Nova call to action

Como Comprar Ações Online

O Ibovespa é um índice, mas você também pode adquirir as suas ações.

Essa é uma das formas utilizadas pelos investidores para acompanhar o mercado.

Veja o passo a passo para você comprar ações agora mesmo:

1. Escolha uma corretora

Para investir na bolsa de valores, você precisa ter uma conta em uma corretora de valores.

Antes de qualquer coisa, verifique se a instituição está autorizada para intermediar esse tipo de investimento.

Além disso, priorize as que já possuem reconhecimento no mercado, como a Rico.

2. Abra a sua conta

Preencha o cadastro com os seus dados pessoais. Depois disso, crie um login e senha.

3. Transfira valores

Agora, transfira da sua conta bancária para a conta da corretora o valor necessário para a compra das ações do Ibovespa.

Considere também as taxas e custos de operação.

4. Acesse a sua plataforma

A negociação de ações ocorre via Home Broker.

Então, entre na sua plataforma de investimentos e escolha a opção “Home Broker”.

Aqui, você encontra todos os ativos disponíveis, os respectivos preços e gráficos com históricos.

5. Negocie

Já sabe onde investir?

Então, digite o código ou sigla da ação, especifique a quantidade e o preço de compra.

Caso a quantidade seja menor que o lote padrão, que é de 100 ações, você será obrigado a comprar pelo lote fracionário, que permite compras abaixo de 100 papéis.

Depois disso, é só aguardar até que a sua ordem seja executada.

Pronto! Você acaba se tornar um investidor e acionista do Ibovespa.

Agora, o seu dinheiro começa a trabalhar para você!

Altas e Baixas da B3 – Como Agir?

Uma moça sentada à mesa mexendo no notebook, em referência à pesquisa sobre ibovespa
O controle emocional e o conhecimento são fundamentais para obter bons resultados

Muitas pessoas sonham em investir em ações.

Ao mesmo tempo, muitos investidores desistem do mercado financeiro no primeiro ano de investimento.

Mas, por que isso acontece? 

A resposta está nas oscilações diárias e na falta de conhecimento.

Assim como todas os ativos financeiros, as ações possuem riscos e são mais indicadas para alguns perfis. 

Se você quer investir na bolsa de valores, a primeira coisa que você deve fazer é conhecer o seu perfil de investidor.

Caso você seja moderado ou arrojado, esses papéis podem ser uma boa alternativa. Do contrário, o ideal é focar nos produtos da renda fixa

Ao definir que vai investir em ações, você precisa saber que elas estão sujeitas às oscilações diárias. Então, é fundamental preparar o seu lado emocional.

Tenha em mente que, nos momentos de altas ou quedas abruptas, o melhor a fazer é aguardar os próximos movimentos.

Nessas horas, comprar ou vender ativos não costuma ser uma atitude assertiva, até porque o mercado é cíclico e as respostas são bastante rápidas.

Ou seja, mesmo que o Ibovespa tenha fechado hoje no vermelho, em poucos dias, ele tende a se recuperar. 

Uma dica para passar por essas fases é evitar ficar o dia todo em frente ao Home Broker.

Utilize esse tempo para acompanhar notícias sobre as empresas emissoras das ações da sua carteira. 

Assim, você poderá definir o melhor momento para tomar qualquer atitude e obter bons resultados. 

Outra dica para agir bem diante de altas ou baixas é investir em conhecimento. Ao entender sobre as técnicas de análise e estratégias, é possível obter ganhos acima do mercado. 

Lembre-se de que os grandes investidores, como Warren Buffett e Luiz Barsi, chegaram lá porque estudaram sobre a bolsa de valores e entenderam a fundo sobre a sua dinâmica. 

Aqui na Rico, você conta com diversos meios para aprender mais.

Investv, o nosso canal do Youtube e este blog estão repletos de conteúdo para você começar com o pé direito. 

Operando o Índice Bovespa

Como dissemos, o Ibovespa é um indicador que mede o desempenho médio das principais ações da Bolsa de Valores. Nesse sentido, não é possível investir diretamente nele. 

Além disso, tentar replicar sua carteira pode ser bastante complicado e caro, inviabilizando essa alternativa.

Mas isso não quer dizer que você não pode aproveitar as movimentação do Índice Bovespa para ganhar dinheiro

Existem opções que você pode usar se o que deseja é acompanhar o desempenho do Ibov.

As principais são:

Vamos falar mais detalhadamente de cada uma dessas opções. 

Contratos 

Os contratos de índice futuros permitem que os investidores negociem expectativas para o futuro do Ibovespa, sem ter que comprar toda a carteira de ação do índice. 

Eles são negociados com data de vencimento futura predeterminada e são baseados no Ibovespa. 

Os lotes contêm cinco contratos e o seu preço é proporcional aos pontos do Ibovespa. Para cada R$ 1, um ponto.

Minicontratos

Os minicontratos são outra forma de investir no Ibovespa sem que seja necessário comprar toda carteira do índice. 

Essa opção funciona da mesma forma que os contratos, porém, cada minicontrato equivale a 20% do contrato cheio. 

Nesse caso, a proporção é de R$ 0,20 para cada 1 ponto. 

ETF

Os ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos de índice que têm como objetivo seguir o seu benchmark. 

No caso do Índice Bovespa, por exemplo, temos no mercado o BOVA11, um dos principais fundos de índice do Brasil. 

Como o benchmark do BOVA11 é o Ibovespa, o objetivo principal do fundo é acompanhar de perto o desempenho do índice. 

Para fazer isso, o gestor do fundo tenta montar uma carteira bem parecida com a do índice de referência, respeitando, inclusive, o peso das ações na carteira. 

Fundos de Ações

Os fundos de investimento são outra maneira de diversificar sua carteira sem que seja necessário fazer muitas aplicações individuais.

Essa é umas principais vantagens desse tipo de investimento. 

Nesse caso, entretanto, o objetivo não é seguir o Ibovespa. 

Porém, dependendo do perfil e da estratégia do gestor, ele pode escolher muitas ações do índice para compor a carteira do fundo.

De qualquer maneira, ao contrário do que acontece nos ETFs, o gestor tem maior liberdade para definir onde vai aplicar o dinheiro. E é ele quem define a estratégia do fundo. 

Como esse tipo de fundo não segue nenhuma carteira, demanda maior trabalho do gestor e, por isso, as taxas de administração costumam ser mais altas.

5 ações mais negociadas na B3

O Ibovespa, como vimos, é um índice composto pelas principais ações negociadas na Bolsa de Valores brasileira.

Apesar de haver variações entre as empresas listadas, algumas companhias sempre figuram entre aquelas que têm mais transações.

Grandes indústrias do segmento de energia, finanças, minérios, aviação e tecnologia se destacam na bolsa.

Conheça, então, alguns dos ativos mais comprados e vendidos na B3:

PETR4

O PETR4 é um papel emitido pela companhia Petróleo Brasileiro S.A. – a Petrobras.

A empresa do setor de minerais energéticos tem significativa representação na B3.

A ação é preferencial e, dessa forma, o acionista recebe os dividendos antes dos demais investidores da empresa.

BBAS3

Quer investir em uma das instituições bancárias mais importantes do mundo?

Então, você deve comprar ações do Banco do Brasil.

O BB emite diferentes papéis e, entre eles, o BBAS3 é um dos ativos mais comercializados na B3.

A ação é ordinária e faz pagamentos recorrentes de dividendos aos acionistas.

VALE3

A Vale é uma das empresas mais valiosas da América Latina.

Atuando no setor de minérios não energéticos, a companhia também tem grande importância no mercado de investimentos.

Assim, a VALE3, ação ordinária, é outra alternativa para quem deseja investir em ativos participantes do índice Ibovespa.

GOLL4

O segmento de aviação também é representado no IBOV.

Além de Azul, Embraer e outras, a Gol Linhas Aéreas Inteligentes é uma das companhias de transporte que fazem parte do índice.

Dentre os papéis, destaque para a ação preferencial GOLL4.

TOTS3

Já o setor de tecnologia brasileira tem como uma das representantes a empresa Totvs.

A gigante de softwares também figura entre as emissoras de ações mais negociadas na bolsa de valores brasileira.

A TOTS3, ação ordinária, tem grande volume de compras e vendas na B3 e pode ser uma opção atrativa para seus investimentos.

Qual foi o impacto do coronavírus no Ibovespa

É inegável que a pandemia de coronavírus, em 2020, impactou o mundo inteiro.

Com os índices das principais bolsas de valores mundiais, não seria diferente – e o resultado foi o chamado “corona crash”.

No Brasil, o Ibovespa sentiu os efeitos econômicos da crise sanitária.

Algumas ações chegaram a ter queda de quase 70% na cotação, enquanto as maiores variações positivas não ultrapassaram a marca de 18% durante o período.

O destaque de alta ficou para a B2W Digital, de comércio eletrônico.

Assim como em outros lugares do mundo, as compras virtuais dispararam, levando ao aumento do preço de papéis como o BTOW3.

Mas, em contrapartida, várias outras companhias viram suas cotações despencarem.

Gigantes brasileiras como Azul, Embraer, CVC, Usiminas e Cielo amargaram quedas acentuadas durante a crise do coronavírus.

Em março de 2020, a B3 paralisou suas operações por 4 vezes devido às quedas acentuadas dos preços dos ativos.

Os chamados circuit breakers assustaram os mercados, mas, gradativamente, a bolsa de valores brasileira vem retomando a sua normalidade.

Dúvidas Comuns Sobre a B3 Online

O mercado de ações é cercado por dúvidas.

Muitas pessoas têm em mente que o Ibovespa é muito complexo e acessível apenas para os grandes investidores. 

Isso costuma gerar medo ou muita insegurança aos recém-chegados ao mercado.

Se você quer começar, mas está desencorajado, vamos mostrar que há diversos mitos sobre as ações e a sua realidade.

Acompanhe: 

Qual é o valor mínimo para investir em ações? 

Não há um valor mínimo estipulado. Ao mesmo tempo que alguns papéis custam muito, outros valem apenas centavos. 

Se você quer investir em ações, é preciso pesquisar o preço atual das cotações e considerar os custos do investimento, como taxa de corretagem, emolumentos e de custódia. 

Como eu faço para encontrar as ações das empresas desejadas? 

As ações são identificadas por siglas, por exemplo, ITSA4 é o ativo de Itaúsa.

Então, basta procurá-los na internet e digitar a mesma sigla no seu Home Broker. 

Quem pode investir em ações do Ibovespa? 

Todas pessoas podem negociar na bolsa de valores.

Para isso, basta ter uma conta em uma corretora de valores, como a Rico.

Assim, você terá acesso ao Home Broker e já consegue lançar as suas ofertas.

Clique e baixe o guia sobre a bolsa de valores

Qual é o momento certo para começar a investir na bolsa de valores? 

Não há um momento específico para você começar.

Na verdade, isso é algo específico de cada investidor, ou seja, você mesmo deve definir esse período. 

Uma dica é analisar a sua vida financeira e/ou carteira de investimentos e verificar se o desempenho atual das ações pode ser um aliado para atingir os seus objetivos.

Se a resposta for sim, comece aos poucos e aumente a exposição à medida que adquirir experiência. 

Para saber mais, assista também a este vídeo:

O que é mini índice?

Mini índice é um contrato futuro que representa uma parcela de um índice “inteiro”, sendo a menor compra possível.

No caso do Minicontrato Futuro de Ibovespa ou Futuro Mini de Ibovespa, ele equivale a uma parte do IBOV.

O mini índice funciona da mesma forma que os contratos padrões futuros. Porém, equivale a apenas do 20% valor cheio.

Essa é uma maneira de investir nesse tipo de mercado utilizando menos recursos.

Qual a diferença entre Ibovespa e Ibovespa futuro?

Ibovespa e Ibovespa futuro são conceitos diferentes.

O Ibovespa, como vimos, é um índice com as principais ações negociadas na Bolsa de Valores brasileira. 

Já o Ibovespa futuro é um tipo de contrato futuro que negocia ações do índice da B3.

Ou seja, você compra e vende o ativo, que está diretamente atrelado ao IBOV.

Qual o código do Ibovespa futuro?

O código do Ibovespa futuro é formado por letras e números, começando por WIN + mês de vencimento + ano e vencimento da categoria. 

Assim, você deve observar a formação do código, que utiliza as seguintes letras para os meses do ano:

  • Fevereiro: G
  • Abril: J
  • Junho: M
  • Agosto: Q
  • Outubro: V
  • Dezembro: Z

Por exemplo, o minicontrato WINV20 vence em outubro de 2020.

Qual o site oficial da Bovespa?

Você pode acompanhar todas as cotações, informações e notícias sobre ações, índices, contratos futuros e outros sobre investimentos no site da B3, que é o www.b3.com.br.

Por ele, você terá acesso a dados atualizados e oficiais.

Além disso, ainda encontra oferta de cursos e valiosas dicas para investir em ativos de renda fixa e renda variável.

Conclusão

Um homem e uma mulher sentados no chão. Ele segura um bebê.
Invista nos ativos deste índice e acompanhe o andamento do mercado financeiro

O Ibovespa é o principal parâmetro do desempenho da renda variável no Brasil.

Atualmente, ele é composto pelas ações mais negociadas da bolsa de valores. 

Para as empresas que fazem parte do índice, esse é um sinal de grande reconhecimento e responsabilidade para com os seus acionistas.

Já para o investidor, esses papéis podem oferecer um sinal de prudência com o mercado. 

Continue aprendendo sobre investimentos com estes outros artigos do nosso blog:

Nos últimos anos, o Ibovespa tem dado muitas alegrias – sua pontuação passa dos 100 mil pontos.

Então, este pode ser o momento certo para você começar a investir na bolsa de valores. 

Porém, avalie se a renda variável é indicada para o seu perfil de investidor.

Considere também aspectos como os seus objetivos e prazo de investimento.

Lembre que todas as negociações ocorrem no Home Broker. Então, para começar a investir e ter acesso às ações do Ibovespa, você só precisa abrir a sua conta na Rico agora mesmo! 

Este artigo foi útil para você? Então, deixe um comentário com sugestões. 

Obrigado por ler até aqui! 


02/10/2020 12:00:00 • Atualizado em 09/12/2021 21:53:46
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Entenda como vender no mercado fracionário [Passo a Passo]

Aprender como vender no mercado fracionário abre boas oportunidades ao investidor na bolsa de valores. Confira tudo sobre esse mercado!


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Três gráficos de pizza, um inteiro, um dividido em duas partes e o último em três partes, em referência a como vender no mercado fracionário.

Aprender como vender no mercado fracionário abre boas oportunidades ao investidor na bolsa de valores.

Estamos falando sobre uma modalidade que se mostra interessante especialmente para quem está iniciando na renda variável

Ela oferece um caminho alternativo e mais acessível para aplicar dinheiro, permitindo negociar papéis em quantidade menor que a do lote integral, que é de 100 ações.

Para saber mais sobre o mercado fracionário, continue lendo.

Você vai conferir uma lista de dicas exclusivas para quem busca estratégias para operar com os melhores resultados.

Se desejar, navegue pelos tópicos abaixo:

E se restar alguma dúvida ao final, deixe um comentário.

Boa leitura!

Clique e confira a guia de investidor da Rico!

Como funciona o mercado fracionário de ações?

Dentro da B3, que é a bolsa de valores brasileira, o mercado de ações funciona como um ambiente de negociação para títulos mobiliários e imobiliários.

Por padrão, as ações são comercializadas em lotes que contêm 100 unidades, o que dificulta o acesso a muitos investidores que preferem aplicar pouco dinheiro.

A alternativa, nesses casos, está no mercado fracionário.

Nele, é possível comprar ou vender qualquer quantidade de ações entre 1 e 99.

Ideal para o investidor iniciante, o mercado fracionário permite negociações menores, mais baratas e com menores riscos.

Assim, ele democratiza o acesso para aqueles que querem começar a operar na bolsa, mas ainda não têm grande capital acumulado.

O modelo também é útil por oferecer um caminho de diversificação da carteira, tornando mais fácil para qualquer pessoa ter no seu portfólio ativos de renda fixa e de renda variável.

Na B3, o mercado de ações abre seu pregão às 10h e vai até às 17h.

Todo o processo é informatizado e a compra e venda de ações é feita pela internet, em plataformas digitais oferecidas por corretoras.

Ações fracionadas pagam dividendos?

As ações do mercado fracionário têm o mesmo valor que aquelas negociadas dentro de um lote.

Assim, quando o assunto é dividendos, o investidor pode ficar tranquilo, pois o mercado fracionário também oferecer essa remuneração – de forma proporcional à sua quantidade de ações, é claro.

Ou seja, se você tem na carteira ações que pagam dividendos, ainda que em um número pequeno, terá direito ao provento quando ele for pago.

Entenda a diferença entre o mercado de ações integral e o fracionário?

Uma imagem de plataforma de investimentos, em referência a como vender no mercado fracionário.

A principal diferença entre o mercado integral e o fracionário é, de fato, a forma como as ações são negociadas no pregão.

Enquanto o primeiro vende lotes inteiros contendo 100 unidades, o segundo dá mais liberdade ao investidor ao permitir que ele escolha qualquer número de ações para investir.

Como se trata de uma modalidade mais recente, o mercado fracionário ainda não tem tantos adeptos quanto o tradicional mercado de lotes integrais.

E por ter menos investidores interessados na compra e na venda, é comum que ele ofereça uma liquidez menor em seus negócios.

A lógica aqui é básica: quanto menos gente negociando, mais difícil será vender e comprar as ações.

Outro ponto que se destaca como diferença dos dois mercados é o preço dos ativos-objeto negociados.

Uma mesma ação pode ter preço unitário (PU) de R$ 7 dentro de um lote e R$ 7,05 para a compra fracionada, por exemplo.

Afinal, vale a pena operar no mercado fracionário?

A resposta para essa pergunta depende do seu perfil de investidor, além de seus planos para o futuro.

De maneira geral, podemos dizer que operar no mercado fracionário pode valer a pena.

Mas, para isso, você deve estar muito bem informado e ciente sobre quais são as suas metas.

Também é importante saber até onde está disposto a arriscar, lembrando que o risco sempre vai existir em todo e qualquer investimento que escolher.

Nesse sentido, quem tem perfil moderado ou agressivo (também chamado de arrojado) costuma estar mais preparado para encarar o investimento em ações.

Não é recomendado investir todo o seu dinheiro em uma mesma ação – a busca deve ser sempre por equilíbrio e diversificação.

Quem monta uma carteira diversificada, de acordo com seus objetivos e respeitando a tolerância ao risco, evita surpresas desagradáveis e se protege das oscilações comuns a um ambiente tão volátil.

Agindo dessa forma, é provável que o mercado fracionário reserve boas oportunidades a você.

Qual a melhor corretora para operar no mercado fracionário?

Um homem sorridente em frente a dois monitores ligados em plataformas de investimentos, enquanto analisa alguns papéis com gráficos, em referência a como vender no mercado fracionário.

A busca por uma corretora de valores para operar no mercado fracionário exige atenção da sua parte.

É preciso pesquisar bem para se comprometer com uma empresa que tenha boa reputação e tradição no mundo dos investimentos.

Além disso, ficar de olho nos custos é uma boa prática, pois você pode economizar bastante com taxas.

Assim, pense bem antes de escolher, pois investimentos bem feitos podem durar meses ou anos.

Clientes do mercado fracionário Rico saem na frente por contarem com a estrutura e o suporte de uma empresa de confiança e bem conceituada.

Com quase uma década atuando no setor de investimentos, a corretora é hoje uma das maiores do país em volume de negociação.

Além de uma plataforma intuitiva e segura, conta com uma área de aprendizado exclusiva, a InvesTV.

Nela, seus clientes têm acesso a todas as informações que precisam para investir com segurança e rentabilidade.

Venha para a Rico! Abra a sua conta agora!

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Qual o momento certo para vender uma ação fracionada?

A escolha do momento certo para vender ações no mercado fracionário depende do contexto econômico e também das necessidades do investidor no momento.

No cenário ideal, você compra uma ação na baixa e a vende na alta.

É preciso ter cuidado com o “efeito manada”, que costuma contaminar quem mantém ativos na bolsa sempre que uma forte desvalorização é percebida.

Tudo depende da estratégia e da própria observação, analisando as ações e projeções do mercado.

Em situações de crise, se os seus papéis caem de valor, a venda até pode reduzir seu prejuízo, mas também pode concretizar a perda – que tende a não ocorrer para quem mira o longo prazo e mantém o investimento.

Como vender no mercado fracionário [Passo a Passo]

Uma pessoa opera uma plataforma de investimentos, em referência a como vender no mercado fracionário.

Entendidas as características, oportunidades e riscos do mercado fracionário, vamos passar agora aos aspectos práticos da venda de unidades de ações.

Confira o passo a passo que preparamos:

Passo 1: Escolha uma corretora

Você já sabe que tem como vender menos de 100 ações.

Então, agora, deve se dedicar à escolha de uma corretora de valores.

Lembrando que é importante buscar uma empresa de confiança para suas operações.

A escolha da corretora acaba sendo fundamental para obter bons rendimentos, já que as taxas variam de uma empresa para outra.

E esse é mais um motivo para investir com a Rico, pois reduzimos a taxa de corretagem para o mercado fracionário de R$ 7,50 para apenas R$ 1,90. 

Passo 2: Cadastro na plataforma

Escolhida a corretora, é chegado o momento de se cadastrar na plataforma de investimentos.

O cadastro para se tornar cliente é gratuito e rápido – em apenas 5 minutos, você vai estar pronto para investir.

Além de contar com uma plataforma intuitiva, a Rico oferece uma área de aprendizado exclusiva para que seus clientes dominem o mercado de ações.

Saiba mais sobre a InvesTV.

Passo 3: Avalie suas opções

Com o cadastro finalizado, você se tornou um cliente Rico e, por isso, tem acesso livre aos diversos simuladores e informativos oferecidos na plataforma.

Use essas informações para entender qual é o seu perfil de investidor e qual estratégia será mais adequada para o que você busca.

Quando estiver pronto, pode acessar o home broker (plataforma digital onde a compra e venda de ações acontece) e conferir as alternativas que estão disponíveis no mercado.

Nesse momento, o estudo do histórico de desempenho é importante para garantir que você não terá prejuízos – sempre lembrando que, na renda variável, rentabilidade passada nunca é garantia de ganhos futuros.

Passo 4: Transferência e aplicação

Agora que você já tem seu cadastro na corretora e teve tempo de estudar suas opções com calma, podemos avançar para o investimento em si.

Antes de mais nada, você precisará transferir o valor que pretende aplicar para a sua conta Rico – é a partir dela que poderá operar no home broker.

Passo 5: Home broker e ticker

Por último, vamos aprender como proceder dentro do home broker.

O ambiente é extremamente dinâmico e apresenta as oscilações de cotação da bolsa em tempo real.

Para fazer o seu investimento no mercado fracionário, você precisará digitar o ticker – código da ação – e preencher com a quantidade de papéis que deseja adquirir.

Para vender, que é o tema deste artigo, o procedimento é o mesmo.

A diferença é que a ordem que será dada no sistema é de venda.

Não se esqueça de adicionar a letra F ao final do ticker, pois é ela que indica que você quer negociar lotes fracionados.

Dica bônus: 7 estratégias para operar no mercado fracionário como um profissional

Uma mulher de terno sentada em frente a três monitores de plataforma de investimentos, em referência a como vender no mercado fracionário.

Operar com sucesso no mercado fracionário pode ser a sua realidade.

Confira abaixo as sete melhores estratégias para você atingir esse objetivo e investir na bolsa como um verdadeiro profissional.

1. Valorização de preços das ações

Aqui, não tem segredo: um caminho clássico para ganhar dinheiro na bolsa de valores é comprando ações e esperando que elas se valorizem para vender.

Quem investe com esse foco precisa entender que o mercado tem suas oscilações próprias – e saber se aproveitar disso.

Existem diversas linhas do tempo para quem quer ganhar dinheiro dessa maneira – a seguir, vamos falar sobre algumas abordagens possíveis.

2. Curto prazo (Scalper)

O escalpelamento (ou Scalping, no inglês) é o nome de uma estratégia utilizada por traders profissionais para obter ganhos em curto prazo.

O foco de quem atua como scalper está em recuperar o dinheiro investido em pouco tempo – em geral, estamos falando de um período que varia entre um dia e duas semanas.

Com grande potencial de ganhos, o Scalping tem também alto risco e, por isso, exige do investidor conhecimento, estudo e prática.

3. Longo Prazo (Position ou Buy and Hold)

Ao contrário da técnica que mencionamos acima, uma estratégia de Buy and Hold tem foco no longo prazo.

Aqui, parte-se da avaliação de que aquela empresa terá uma valorização no futuro e, por isso, vale a pena investir agora.

O investimento de longo prazo exige paciência, já que o retorno pode demorar meses ou até anos.

Durante esse tempo, é preciso ficar atento ao contexto econômico e financeiro para saber qual o momento certo para vender seus ativos.

4. Swing Trade

Swing trade é hoje uma das principais abordagens do mercado de ações.

A sua aplicação reúne estratégias de curto e longo prazo para obter mais ganhos, correndo menos riscos.

O período de retenção da ação nas mãos do investidor varia de três dias a algumas semanas.

5. Day Trade

day trade é uma estratégia definida pela compra e a venda de ações em um mesmo dia, com poucos minutos ou algumas horas de diferença entre as operações.

Essa abordagem é mais dinâmica, já que o investidor terá seu lucro ou prejuízo consolidado ao fim de cada pregão.

6. Diversificação da carteira

Quando falamos em riscos de investimentos, nenhuma estratégia é tão eficiente para proteger o investidor quanto à diversificação.

Ao dividir seu capital em ativos de maior e menor risco, o investidor garante segurança – com aplicações na renda fixa, por exemplo – e potencial de rentabilidade por meio do mercado fracionário.

7. Pagamento de proventos

Por último, a dica é ficar atento no pagamento dos proventos – a remuneração oferecida por empresas de capital aberto para seus investidores.

Os dividendos são a forma mais comum de pagamento, e representam a fatia de lucros paga proporcionalmente para cada investidor de acordo com sua quantidade de ações.

Avalie também às outras formas de remuneração possíveis, como juros sobre capital, a bonificação e o direito de subscrição.

Conclusão

Neste artigo, você aprendeu como vender no mercado fracionário e obter os melhores resultados ao vender ações em unidades.

As ferramentas estão todas à sua disposição e, com uma corretora de confiança como a Rico, você tem todo o suporte para obter ganhos em sua estratégia de investimentos.

Abra sua conta na Rico!

Siga aprendendo sobre o mercado com mais estes artigos:

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28/09/2020 04:15:00 • Atualizado em 09/12/2021 21:49:36
18 minuto(s) de leitura


Mercado fracionário: o que é, como funciona e muito mais. Veja!

O Mercado Fracionário pode ser uma ótima opção para quem quer investir em ações com pouco dinheiro. Saiba como investir e como ele funciona.


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Se você investe ou está pensando em investir seu dinheiro, provavelmente já ouviu falar em investir em ações.

Esse tipo de investimento é de renda variável, ou seja, são ativos financeiros que possuem retornos não previsíveis: você não tem como ter certeza do quanto o dinheiro irá render ao longo do tempo.

Embora o risco seja grande, a possibilidade de conseguir maior rentabilidade também é maior se comparada a outros tipos de investimento, como os de renda fixa.

Muitas pessoas pensam que investir em ações é apenas para quem tem muito dinheiro para investir.

E é aí que está o erro.

Existe uma opção exatamente para quem não tem tanto dinheiro assim, mas quer investir em ações. É o mercado fracionário.

Nele você não precisa comprar o lote mínimo padrão, que são 100 ações por lote. No mercado fracionário você pode comprar apenas parte do lote, uma fração dele. E, portanto, não precisa de um grande capital para investir.

Acompanhe nesse post como funciona o mercado fracionário, para quem ele é indicado e como investir em ações por ele.

E se você já é cliente Rico, confira nossa carteira recomendada e invista agora mesmo no mercado fracionário!

O que é o mercado fracionário?

O mercado fracionário é onde as ações podem ser negociadas sem a obrigatoriedade de um lote mínimo. Como falamos, no mercado comum de compra e venda de ações, elas são negociadas em lotes. E cada um contém 100 ações.

Ou seja, você consegue apenas comprar 100, 200, 300, 400… ações, e por aí vai. Isso demanda do investidor mais capital para investir.

Já no mercado fracionário é possível comprar apenas uma parte desse lote. Por exemplo, é possível comprar 5, 15, 30 ações. Ou quantas o investidor quiser entre 1 e 99.

É uma ótima opção para quem quer investir em ações, mas não tem uma grande reserva de capital. Ou para quem está iniciando os investimentos em renda variável e quer fazer pequenos testes antes de investir mais dinheiro.

Mercado fracionário x mercado integral: qual a diferença?

A principal diferença entre o mercado fracionário e o mercado integral é a quantidade de ações que podem ser negociadas em uma transação.

Enquanto no fracionário é possível comprar qualquer quantidade entre 1 e 99 ações, no integral, é preciso comprar lotes inteiros.

Um lote tem 100 ações, então, se o investidor quiser investir mais do que isso no mercado integral, a próxima opção é investir em 200 ações – perceba como diferença entre os passos é muito grande.

Além disso, é importante saber que, embora nos dois mercados, os ativos negociados sejam os mesmos, eles são independentes um do outro.

Portanto as cotas e a liquidez das ações são diferentes nos dois mercados.

No mercado fracionário, a liquidez costuma ser mais baixa, pois há menor volume de oferta e compra.

Fique atento a esse ponto: se você quer investir em curto prazo, o mercado fracionário pode não ser uma boa opção, já que tem liquidez mais baixa.

Como comprar ações no mercado fracionário?

Se você tem interesse em investir no mercado fracionário, basta seguir o processo normal de como investir em ações.

Primeiramente, você precisa abrir uma conta em uma corretora de valores, como a Rico.

Na sua conta, acesse o Home Broker. É no Home Broker que as ações são negociadas, seja no mercado integral ou fracionário.

Procure pelo código da ação na qual você quer investir.

Por exemplo, se você quer investir na Vale, procure por VALE3. Quando selecionar a ação, acrescente no fim dela a letra “F”. Nesse caso, ficaria VALE3F. O F indica que é uma transação no mercado fracionário.

Pronto! Depois, basta indicar quantas ações você deseja comprar e finalizar a transação.

Então, não esqueça: para operar no mercado fracionário basta acrescentar a letra “F” no fim da ação.

Alguns exemplos de como fica o ticker da ação no mercado fracionário:

  • SANB11F – Santander
  • BBDC4F – Bradesco
  • PETR4F – Petrobras
  • ITUB4F – Itaú
  • MGLU3F – Magazine Luiza

Para quem é o mercado fracionário?

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Qualquer investimento em ações é indicado para o investidor arrojado.

É muito importante saber qual é o seu tipo de investidor antes de escolher onde investir. Chamamos isso de suitability no mundo dos investimentos.

É de acordo com o seu tipo de investidor que você deve guiar a composição da sua carteira. Existem três tipos: conservador, moderado e arrojado. E o mercado fracionário é indicado para o investidor arrojado.

O suitability é definido de acordo com a aceitação ao risco do investidor. E como o mercado de ações é um tipo de investimento que tem risco alto, ele é indicado para quem tem mais tolerância ao risco: o investidor arrojado.

Invista em ações mesmo tendo pouco capital

Além disso, ele é indicado para quem não tem muito dinheiro para investir, mas quer se arriscar no mundo das ações. Assim, não precisa ter dinheiro para comprar o lote inteiro de ações.

Você pode comprar apenas parte do lote.

Mercado Fracionário para começar a investir em ações

Esse mercado também é indicado para quem está começando a investir em ações. Isso pois investimentos demandam aprendizados. No processo de investir, você vai errar e acertar, até entender como aquele investimento se comporta dentro da sua carteira.

Por isso, para quem está começando em investir em ações não é indicado começar com grandes investimentos. E o mercado fracionário é ideal para isso: você consegue investir menos e testar seus conhecimentos sem comprometer sua renda.

Assim, não precisa aprender testando em um lote inteiro de ações – que pode ter um valor alto. Você pode, por exemplo, fazer testes comprando 10, 20 ações e ver como o investimento se comporta.

Vale a pena investir no mercado fracionário?

A resposta é: depende. Como qualquer outro tipo de investimento, primeiro você precisa definir quais são seus objetivos com ele.

Investir em ações possui alto risco. É importante que você não invista todo o seu dinheiro em uma mesma ação. A palavra chave para sua carteira é: diversificação.

Se você montar uma carteira diversificada de acordo com seus objetivos e tolerância ao risco, evitará surpresas negativas.

Então, o mercado fracionário pode ser uma ótima opção para o investidor arrojado diversificar a carteira.

Por exemplo, se você quer investir em uma empresa nova, que ainda não se sabe o desempenho, pode recorrer ao mercado fracionário e comprar algumas ações da empresa, sem arriscar muito capital comprando um lote inteiro.

Ou se você apenas não tem o dinheiro para comprar um lote inteiro, mas quer investir em ações, o mercado fracionário é a melhor saída.

Em diferentes situações ele pode valer a pena. O importante é avaliar se ele faz sentido:

  • Com o seu tipo de investidor;
  • Com os objetivos que você quer alcançar;
  • Com quanto você tem para investir;
  • E quanto tempo você quer deixar o dinheiro alocado nele.

Taxa de corretagem reduzida!

E, agora, você tem mais um motivo para investir no mercado fracionário com a Rico:

Diminuímos nossa taxa de corretagem para investir no mercado fracionário de R$ 7,50 para R$ 1,90. 

Com a nossa taxa reduzida, você não precisa se preocupar tanto com os custos da operação. 🙂

Dicas para ter sucesso no mercado fracionário

mercado fracionario dicas para ter sucesso

Até agora, falamos bastante sobre o mercado fracionário de maneira conceitual, mostrando os prós e contras da modalidade e explicando o seu funcionamento.

Então, para complementar seu aprendizado, reunimos abaixo duas dicas valiosas para você ter sucesso na compra e ações de modo fracionado.

Estudo e planejamento

Pode parecer óbvio, mas o primeiro passo para se dar bem em um investimento é estudar bem suas características.

Busque conhecimento em várias fontes e leia guias informativos – como esse artigo – para se certificar de que você tem domínio sobre o assunto.

O próximo passo é se planejar de acordo com suas metas e necessidades.

Lembre que todo investimento precisa ter um objetivo e que é isso que vai guiar o seu planejamento como um todo.

Cálculo e diversificação

Por conta das taxas e da baixa liquidez, é ainda mais importante que o investidor do mercado fracionário calcule bem seus passos para não acabar amargando prejuízos.

Antes de investir, simule diversas vezes os números para se sentir mais seguro e confiante de uma rentabilidade positiva.

A diversificação da sua carteira pode ser o caminho para conseguir bons rendimentos.

Uma vantagem do mercado fracionário é que ele facilita o investimento em diversas fontes, e é importante aproveitar essa característica para garantir mais segurança em seus negócios.

Vai investir no mercado fracionário? Atenção a esses pontos!

Se você vai investir em ações pelo mercado fracionário, separamos alguns pontos em que você deve ficar de olho.

Custos operacionais

Como você pode comprar apenas parte de um lote de ações, pode ser que o custo operacional fiquei muito alto em relação ao preço da ação.

Por exemplo, se você comprar apenas 10 ações de uma empresa, e o custo delas for R$ 15,00 e a taxa de corretagem for R$ 12,00 o valor pela transação será quase o mesmo das ações em si.

É importante ter isso em mente quando for comprar ações no mercado fracionário.

Atenção com a liquidez

Como já falamos, a liquidez das ações no mercado fracionário é menor do que no regular. Isso pois o volume de compra e venda nele também é menor.

E isso pode impactar diretamente nos seus investimentos, já que pode ser mais difícil e levar mais tempo para vender suas ações.

O ideal é pensar em investir nesse mercado a longo prazo. Assim, você não possui urgência de comprar e vender suas ações, e consegue montar uma carteira de acordo com as condições desse tipo de investimento.

Se você é cliente da Rico e não sabe onde investir, confira a carteira recomendada para saber por onde começar.

Como escolher a melhor corretora para operar no mercado fracionário

mercado fracionario como escolher melhor corretora para operar

A escolha de uma corretora para começar a operar no mercado fracionário é fundamental.

É importante procurar uma empresa com boa reputação e tradição no mercado.

Com quase uma década atuando no setor de investimentos, a Rico é hoje uma das maiores corretoras do país em volume de negociação.

Além de uma plataforma intuitiva e segura, a empresa conta com uma área de aprendizado exclusiva para seus clientes aprenderem tudo que precisam para investir com boa rentabilidade.

Para começar no mercado acionário, saiba qual a melhor corretora de valores para investir em 2020.

Como comprar ações fracionárias na Rico?

A operação no mercado fracionário na Rico segue o mesmo caminho de qualquer outra corretora.

No Brasil, a compra de ações é padronizada dentro de um sistema desenvolvido pela bolsa de valores brasileira, a B3.

Para investir, tudo que o cliente precisa é acessar o home broker pela plataforma da corretora e seguir o passo a passo que apresentamos acima.

Mas há ainda mais uma opção, que é através do MetaTrader. Ainda não conhece?

O MetaTrader fracionário da Rico é a plataforma de negociação eletrônica de trading mais utilizada em todo o mundo.

Ela permite operar no mercado com alta performance e grande precisão, executando ordens de maneira rápida e automática.

Grátis para cliente Rico, o você precisa é só abrir sua conta.

Conclusão

O mercado fracionário é ideal para quem quer começar a investir em ações, tem pouco dinheiro para investir ou para quem quer investir em ações, mas sem comprometer grande parte do capital.

Isso tudo combinado com um perfil de investidor mais arrojado e com os objetivos que se quer alcançar com os investimentos.

Por permitir a compra fracionada de ações, ou seja, sem precisar comprar o lote inteiro é uma boa alternativa para diversificar sua carteira.

Se você quer investir no mercado fracionário, vai precisar de uma conta em uma corretora de valores. Ainda não tem? Conte com a Rico!

Na Rico, você pode investir no mercado fracionário e no mercado integral de ações. Além disso, pode optar por diversos outros tipos de investimento para diversificar sua carteira.

Se tiver dúvidas durante o processo, confira nosso post de como abrir conta na Rico.

Bons Investimentos!


24/09/2020 13:51:50 • Atualizado em 13/01/2022 19:34:42
23 minuto(s) de leitura


BDR: O que são, tipos e como investir! Descubra tudo sobre

Para quem pensa em investir em BDR, o momento não poderia ser mais oportuno. Saiba as melhores dicas para investir hoje!


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Para quem pensa em investir em BDR, o momento não poderia ser mais oportuno.

O ano de 2020, mais precisamente o mês de setembro, marcou o início da vigência de novas regras de aplicação nos chamados Brazilian Depositary Receipts.

A deliberação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) libera os investidores do varejo para investir em ativos do exterior por meio dos recibos de ações internacionais.

Quer saber o que isso significa em termos práticos e como você é afetado?

Continue lendo para entender mais sobre os BDRs, conhecer a diferença entre seus diferentes tipos e aprender como investir nessa categoria de papéis.

Estes são os tópicos que vamos abordar a partir de agora:

Boa leitura!

O que são BDRs?

Chamamos de Brazilian Depositary Receipts – ou simplesmente BDRs – os ativos pelos quais o brasileiro pode investir em recibos que replicam as ações de mercados estrangeiros diretamente no mercado nacional.

A lógica de um investimento local que tem lastro no exterior pode parecer confusa, mas é bastante simples.

Como o nome indica, os BDRs são recibos que representam ações emitidas por empresas de fora do Brasil.

Ainda que o investidor não esteja comprando aqueles papéis diretamente, ele investe na posse por meio de certificados que estão garantidos por instituições financeiras, chamadas de custodiantes.

No Brasil, essa ponte é feita por outras instituições financeiras, estas responsáveis por emitir os BDRs no país.

A negociação dos certificados na B3, a bolsa de valores brasileira, vem depois do registro de um programa de distribuição junto à CVM, o que vai liberar a venda.

Como os Brazilian Depositary Receipts funcionam?

O BDR é considerado hoje um ótimo caminho para o investidor brasileiro interessado em aplicar em empresas estrangeiras.

Como visto, com ele, é possível investir capital em companhias de outros países diretamente no mercado local.

No entanto, quem quer aplicar capital em BDR precisa entender que o seu funcionamento tem particularidades.

Diferentemente do investimento direto em ações, os certificados podem ser mais bem comparados aos fundos que contam com ativos internacionais em sua carteira.

Por isso, o investidor que compra BDRs têm papéis de uma companhia, mas não se torna sócio dela.

Nesse caso, quem tem a posse real da ação é a empresa de custódia, e não quem investiu no certificado.

Conheça os principais tipos de BDRs

BDR conheca principais tipos

De maneira geral, os Brazilian Depositary Receipts estão classificados em dois tipos diferentes: os patrocinados e os não patrocinados.

Essa divisão é feita de acordo com a forma como os certificados são trazidos para a negociação dentro da bolsa brasileira.

Entenda melhor a seguir.

Patrocinados

Chamamos de BDRs patrocinados aqueles que têm influência direta da empresa emissora durante todo o processo.

Em geral, isso ocorre quando a companhia tem interesses específicos no mercado brasileiro e busca ativamente expandir sua presença no país.

Nesses casos, é comum que a própria emissora se encarregue de contratar uma instituição depositária para fazer a ponte.

Os BDRs patrocinados ainda se dividem em três níveis, conforme o volume de dados que serão compartilhados com os investidores e o tipo de distribuição permitida para cada um.

Nível l

No primeiro nível, os Brazilian Depositary Receipts não precisam de registro da companhia na CVM para serem negociados.

A operação, por sua vez, só pode ser realizada em mercado de balcão não organizado ou em outros ambientes da bolsa que forem especificamente criados para essa função.

Caso a distribuição seja feita por oferta pública, esse processo será realizado por “esforços restritos”.

Os BDRs patrocinados de nível I têm ainda uma limitação para o número de investidores: devem ser, no máximo, 50 indivíduos.

Quando o assunto é transparência, a regulamentação obriga que a depositária replique no mercado local todas as informações divulgadas pela emissora em seu mercado de origem – não há necessidade de converter demonstrações financeiras para o real brasileiro.

Nível ll e lll

Os BDRs patrocinados de nível II e III são bastante parecidos em suas características e, por isso, vamos apresentá-los agrupados.

Em ambos os casos, a empresa emissora precisa fazer seu registro junto à CVM para estar regularizada no mercado brasileiro.

Outra característica que os difere dos patrocinados de nível I é que os dois tipos podem ser negociados diretamente no pregão da bolsa, não havendo necessidade de criar um segmento exclusivo para sua operação.

Para garantir a transparência, exige-se que as companhias emissoras sigam as mesmas regras estabelecidas para empresas brasileiras “Categoria A”, que engloba os nomes mais conhecidos do mercado, como Petrobras, Itaú e Vale.

Para as ofertas públicas, existe uma diferença entre os dois subtipos: certificados de nível II só podem receber ofertas públicas com “esforços restritos”, enquanto, para o nível III, as ofertas públicas podem ser amplas, desde que haja registro na CVM.

Não patrocinados

A segunda categoria é dos BDRs não patrocinados, que são aqueles nos quais a iniciativa de lançar os certificados no Brasil não parte da companhia emissora, mas da instituição depositária.

Por isso, é da depositária também a responsabilidade de divulgar por aqui os balanços, relatórios e outras informações relevantes da empresa emissora.

Esse tipo de ativo compõe a maioria dos certificados de depósito disponíveis hoje na bolsa brasileira.

Com os BDRs não patrocinados, as instituições buscam mais opções de investimento para oferecer para seus clientes.

Vantagens de investir em BDR

A principal vantagem de investir em BDRs é que essa modalidade facilita muito o caminho para quem quer estar exposto a ativos no exterior.

Ainda que seja um investimento com lastro fora do país, ele é negociado na moeda local, o que elimina taxas e burocracias do processo.

Esse caminho pode ser especialmente interessante no momento atual, em que investimentos no mercado nacional não têm dado os mesmos retornos aos quais o público estava acostumado.

Nesse sentido, os certificados de depósito ampliam as opções do investidor, que pode realocar seu capital para aplicações em outros mercados.

Quais são os riscos de investir em BDR?

É claro que existe um risco associado aos investimentos em BDR, assim como acontece com qualquer outra modalidade.

Por estarem atreladas às ações, aplicações desse tipo estão sujeitas à volatilidade que é característica desse mercado.

Isso porque, quando falamos em bolsa de valores, fica impossível realizar projeções de ganhos completamente confiáveis.

O preço dos títulos se move de acordo com as oscilações da economia global e também do país no qual a empresa está sediada.

Para remediar esse mal, não existe mistério: é necessário estudar bem a companhia em que pretende investir e avaliar o seu histórico de desempenho minuciosamente para ver como os papéis têm se comportado.

A oscilação do mercado, que acabamos de destacar, pode também ter reflexos negativos no câmbio.

Ou seja, em caso de desvalorização do dólar frente o real, diminui a rentabilidade da aplicação.

Foi algo que já aconteceu em 2016, por exemplo, conforme esta reportagem do portal Valor Econômico.

Quais são os custos e tributações dos BDRs?

BDR quais sao custos tributacoes

Se você está pensando que os custos de um BDR podem ser um impeditivo para investir em ações de fora do país, não precisa se preocupar.

Os tributos e taxas dessa modalidade são, na verdade, bastante similares aos que você pagaria por uma operação com papéis brasileiros.

Isso significa que incide uma taxa de corretagem – cujo valor depende da corretora – e a taxa de custódia.

A tributação é cobrada na forma do Imposto de Renda que, nesse caso, é de 15% sobre os ganhos obtidos no período.

Vale observar que a cobrança se aplica mesmo quando os volume negociados são menores, já que não há isenção de IR até R$ 20 mil, como acontece com as ações.

Já nas situações em que existe distribuição de proventos, o valor é repassado ao investidor brasileiro seguindo as regras específicas de tributação do país de origem da ação.

Como investir em BDR?

Depois de todas essas informações e de entender os benefícios e os riscos dos BDRs, você deve estar se perguntando como pode investir.

Abaixo, separamos três dicas para que você possa fazer a melhor escolha.

Descubra o seu perfil de investidor

O primeiro passo de qualquer estratégia de investimento é justamente identificar qual é o seu perfil de investidor.

Entenda as razões que fizeram você buscar um BDR para avaliar se os seus objetivos são compatíveis com o que essa modalidade tem a oferecer.

Na internet, existem diversos testes para ajudar a responder essa pergunta, mas é no dia a dia que você pode realmente compreender quais aplicações são mais indicadas para o seu perfil.

Escolha uma corretora

Todos os Brazilian Depositary Receipts – independentemente do tipo e do nível – são negociados dentro da bolsa de valores.

Isso significa que quem quer investir nessa modalidade precisa, antes de mais nada, escolher uma corretora de confiança para representá-lo nesse ambiente.

Nesse momento, procure uma empresa sólida, como a Rico, com experiência no setor, boa reputação no mercado e taxa de corretagem zerada para BDRs.

Além disso, alguns outros pontos podem fazer a diferença nessa escolha, como a plataforma disponibilizada – o ideal é que ela seja fácil de ser usada e intuitiva – e o suporte oferecido para os clientes.

Avalie suas opções

Depois de compreender qual é o seu perfil e criar a sua conta de investimentos, é chegada a hora de finalmente avaliar as opções de aplicação.

É importante estudar bem todas as alternativas, sempre retornando ao seu perfil de investidor para cruzar os objetivos.

Nesse momento, pode ser interessante recorrer a relatórios sobre a área elaborados por especialistas do segmento.

BDRs das maiores empresas

BDR 3 melhores para investir

Para ajudar você a avaliar as opções de BDR e escolher a melhor, reunimos abaixo informações das três maiores empresas em valor de mercado que estão disponíveis para investimento nessa modalidade.

1. Apple

Diretamente de Cupertino, na Califórnia, a companhia se tornou uma das mais famosas e valiosas de todo o mundo.

A empresa de tecnologia tem hoje o valor de mercado de 2 trilhões de dólares.

No Brasil, suas ações podem ser encontradas no BDR representado pelo código AAPL34, com valor unitário de em torno de R$ 60,00 (setembro de 2020).

2. Amazon

Ainda que seja a companhia mais nova da lista, a Amazon não fica muito atrás, com um valor de mercado de aproximadamente 1 trilhão de dólares.

Sua sede administrativa fica em Seattle, mas a empresa tem diversos centros de distribuição espalhados por todo o mundo.

O BDR da Amazon é negociado no Brasil pelo código AMZO34, com valor unitário de R$ 8.595,00 (setembro de 2020).

3. Microsoft

O terceiro lugar da nossa lista vai para outro grande nome da tecnologia que dispensa apresentações.

A empresa de Bill Gates também tem sede em Seattle e ostenta hoje o valor de mercado por volta de 1 trilhão de dólares.

Por aqui, é possível investir na Microsoft pelo BDR de código MSFT34, cujo valor unitário é R$ 1.132,00 (setembro de 2020).

Os BDRs são a melhor opção para investir no exterior?

Aos poucos, os Brazilian Depositary Receipts se consolidaram no mercado como uma ótima alternativa para quem deseja diversificar sua carteira em busca de bons rendimentos.

Mas isso não significa que eles sejam o único caminho para investir no exterior.

Quando falamos nesse assunto, o mais óbvio talvez seja aplicar diretamente nos mercados de ação em outros países.

Outra forma de empregar seu capital em mercados estrangeiros é por meio dos fundos de investimentos internacionais.

Esse tipo de aplicação conta com a vantagem de ter um gestor no Brasil que será responsável por alocar os recursos entre reservas cambiais, de ouro, de ações de empresas estrangeiras e de cotas de outros fundos com lastro no exterior.

Perguntas frequentes sobre BDR

BDR perguntas frequentes sobre

Se você ainda ficou com alguma dúvida, confira abaixo as respostas para as perguntas mais frequentes sobre o tema.

Qual é o código de negociação dos BDRs?

Assim como as ações têm seus tickers, os BDRs também têm códigos que são utilizados para representá-los durante uma negociação.

Eles são formados por quatro letras, que indicam a empresa representada. A elas, são acrescidos dois números, que servem para informar se o BDR é patrocinado ou não e ainda o seu nível.

Resumidamente, é assim que os códigos de negociação de BDRs são identificados:

  • Código terminando em 32: BDRs Patrocinados Nível II
  • Código terminando em 33: BDRs Patrocinados Nível III
  • Código terminando em 34 ou 35: BDRs Não Patrocinados
  • Já os BDRs Patrocinados Nível I não têm um número fixo ao fim do código.

Antes no texto, já citamos alguns exemplos, como AAPL34 (Apple), AMZO34 (Amazon) e MSFT34 (Microsoft). Todos, portanto, são BDRs Não Patrocinados.

Qual BDR paga dividendos?

De maneira geral, todos os BDRs pagam dividendos.

Em alguns casos, porém, a empresa emissora pode ficar com uma porcentagem do valor como comissão.

O que são ADRs?

Paralelamente aos BDRs, existem também os American Depositary Receipts (ADRs).

Introduzido no mercado nos anos 1920, esse tipo de certificado permite um caminho facilitado para investidores americanos aplicarem em empresas de fora do país – brasileiras, inclusive – diretamente nas bolsas locais.

Como declarar BDR no Imposto de Renda?

De maneira geral, a declaração dos Brazilian Depositary Receipts no Imposto de Renda segue o mesmo formato de outros investimentos no mercado nacional.

Sobre os dividendos, incide ainda a alíquota de 15%.

Conclusão

Com as novas regras aprovadas pela CVM, muitos investidores têm buscado nos Brazilian Depositary Receipts um caminho para diversificar sua carteira e alcançar maior rentabilidade.

Quem pesquisa bem e conta com a ajuda de uma corretora de confiança, certamente pode se beneficiar dessa modalidade de aplicação.

Nessa hora, a Rico é sua melhor escolha.

Aproveite a corretagem ZERO e abra sua conta agora mesmo!

E se quiser saber em quais BDRs investir, conheça o nosso Guia de BDRs gratuito.

Obrigado por ler até aqui!


17/09/2020 20:00:00 • Atualizado em 09/12/2021 22:13:57
27 minuto(s) de leitura


Ticker: saiba tudo sobre os códigos das ações

Conhecer o ticker é uma exigência para investir em ações. Pensando nisso, criamos um artigo completo para você saber tudo sobre eles, confira!


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Zoom na bolsa de valores em referência ao ticker

Conhecer o ticker é uma exigência para investir em ações. Afinal, ele é o código que indica qual o ativo envolvido na negociação de compra e venda.

Dentro da bolsa de valores, os tickers comunicam ao investidor informações essenciais sobre a sua aplicação.

A combinação de letras e números é utilizada para representar uma empresa no mercado acionário em um sistema onde cada caractere cumpre uma função.

Apenas na B3, única bolsa de valores brasileira com mercado de ações, são mais de 300 tickers registrados – a lista completa está no site.

Continue lendo para saber tudo sobre os códigos das ações e aprender como fazer a leitura adequada das informações que eles trazem.

Estes são os tópicos que iremos abordar a partir de agora:

Se restar alguma dúvida ao final, é só deixar um comentário.

Boa leitura!

Clique e abra sua conta na Rico

O que é ticker?

Muitos investidores, ainda que experientes, podem não conhecer o significado dos tickers e como interpretá-los.

Isso acontece principalmente entre aqueles que, por um motivo ou outro, ainda não aplicam dinheiro em renda variável e no mercado acionário.

Então, anote aí: são chamados de tickers os códigos usados para a negociação das ações.

Esses códigos geralmente são abreviações do nome da empresa com poucas letras e alguns números, seguindo um padrão que varia conforme a bolsa.

Além das letras, os números presentes no ticker têm um papel importante, pois revelam ao investidor qual é a natureza dos papéis que ele está adquirindo: se são ações ordinárias ou preferenciais, por exemplo.

Assim, os tickers são muito mais do que uma sigla do nome da empresa, mas uma linguagem utilizada nos pregões.

Dentro do número limitado de caracteres nos códigos, os operadores da bolsa conseguem comunicar uma grande quantidade de informações sobre o título que está sendo negociado.

O sistema pode até parecer confuso para quem nunca teve contato, mas, ao longo deste texto, você verá que ele é bastante simples e muito útil para tomar suas decisões de investimentos.

Qual é o objetivo do ticker?

A primeira e talvez mais óbvia função de um ticker no mercado é ajudar o trader a encontrar os papéis de seu interesse dentro do home broker, que é a plataforma digital de negociação na bolsa.

Com alguns poucos cliques, ele pode identificar exatamente o tipo de ação, a empresa e a modalidade de compra, se no mercado integral ou fracionário, por exemplo.

Ou seja, é digitando o código que ele consegue localizar as ações para comprar.

Outra função do ticker é orientar o investidor em seus momentos de observação e estudo do mercado.

Com os códigos, é possível visualizar facilmente a cotação dos ativos e entender qual a natureza de cada um.

Isso não só facilita a vida de quem opera no mercado de ações como também agiliza o processo de maneira geral.

Vale lembrar que a bolsa é bastante dinâmica e, com isso, a diferença entre uma alta e baixa na cotação pode ser questão de minutos ou mesmo segundos.

Com os olhos no ticker, nada escapa do seu radar de investidor.

Por que é importante conhecer os tickers das ações?

Quem quer operar na bolsa de valores precisa conhecer o sistema de tickers para negociar.

Os códigos das ações, como você viu, têm como objetivo principal trazer mais eficiência e agilidade para o mercado.

E é justamente por isso que é tão importante conhecer os tickers, sobretudo daquelas ações que você já têm em seu portfólio ou que cogita para um investimento próximo.

Parte importante do trabalho de quem opera na bolsa de valores está no estudo das empresas e análise das ações a partir de informativos da gestão e, principalmente, do seu histórico de desempenho no mercado.

É claro que, por serem investimentos de renda variável, não é possível prever com exatidão os ganhos futuros.

Ainda assim, é necessário estudar o histórico daquele título na bolsa para entender como a empresa que representa tem reagido dentro do contexto econômico mais recente.

E tem mais, já que a importância de conhecer os tickers está também na prática do dia a dia.

Como dissemos, o mercado acionário é altamente dinâmico e, dentro desse contexto, o trader atento sai na frente, pois não precisa de um tempo maior para compreender as informações disponibilizadas por meio dos códigos.

Clique e baixe o guia sobre como investir em ações na prática

Como os tickers funcionam no Brasil

Dentro do mercado acionário brasileiro, o padrão dos tickers é de quatro letras e um número.

São basicamente três os tipos de ações negociadas dentro da B3: as ações ordinárias (ON), as preferenciais (PN) e as units.

Identificado pela presença do número 3 ao final da sigla, as ações ON são aquelas que dão ao seu proprietário o direito de voto em assembleias de acionistas.

As ações preferenciais, por outro lado, não dão direito a voto, mas garantem prioridade no pagamento dos dividendos – elas estão identificadas pelo número 4.

Já as units representam uma mescla de papéis ordinários e preferenciais, sendo representadas pelo número 11 ao fim do ticker.

Dentro do padrão brasileiro, podemos encontrar alguns tickers como:

  • PETR4 – ação preferencial da Petrobras
  • SANB11 – unit do Banco Santander
  • MGLU3 – ação ordinária da Magazine Luiza
  • BBDC4 – ação preferencial do Banco Bradesco 
  • ENGI11 – unit da Energisa
  • ABEV3 – ação ordinária da Ambev.

Agora que você já sabe como interpretar os códigos de ações, tente identificar por conta própria o que cada uma das siglas acima significa.

Entenda as variações dos tickers

Ilustração de dados passando na fachada de um prédio em referência ao ticker

Existem variações nos tickers, dependendo da modalidade utilizada para negociar na bolsa: mercado fracionário, de opções, de balcão ou de futuros.

Avançando um pouco mais no universo dos códigos das ações, apresentamos abaixo as particularidades de cada mercado.

Mercado fracionário

Dentro da bolsa de valores, é padrão que as ações sejam comercializadas em lotes de 100 unidades.

Também chamado de mercado integral, esse caminho pode ser de difícil acesso para muitos investidores, já que exige um valor mínimo consideravelmente alto.

Por exemplo, uma ação que custa quase R$ 90, como a MGLU3, exigiria quase R$ 9.000 para a aquisição do lote.

Justamente para facilitar o acesso, existe também o mercado fracionário, um espaço onde o investidor pode adquirir quantidades menores do que um lote – é possível comprar de 1 a 99 ações por vez.

Para fazer esse tipo de negociação, basta acrescentar a letra F ao fim do ticker na hora de realizar a transação.

Seguindo no exemplo acima, então, o ticker para compra de frações da Magazine Luiza será o MGLU3F.

Mercado de opções

Além das ações, dentro da bolsa de valores, é possível investir em opções, que são contratos que dão ao detentor o direito (mas não a obrigação) de comprar ou vender determinadas ações no futuro com o preço de hoje.

As opções levam em sua denominação as letras do ticker da ação (ativo-objeto), além de informações sobre o mês de vencimento e o preço de exercício do contrato negociado.

A correspondência dos meses, dada em letras, segue a lógica definida na tabela abaixo:

MÊS DE  VENCIMENTO

SÉRIE DA OPÇÃO DE COMPRA (CALL)

SÉRIE DA OPÇÃO DE VENDA (PUT)

Janeiro

A

M

Fevereiro

B

N

Março

C

O

Abril

D

P

Maio

E

Q

Junho

F

R

Julho

G

S

Agosto

H

T

Setembro

I

U

Outubro

J

V

Novembro

K

W

Dezembro

L

X

Na sigla PETRD35, por exemplo, temos identificado que se trata de uma opção de compra de ação da Petrobras, com vencimento para abril e preço de exercício de R$ 35,00.

Mercado de balcão

Conhecido também pela sigla OTC (do inglês Over-The-Counter), o mercado de balcão é mais um ambiente de negociação que existe dentro da bolsa de valores.

Nele, são negociados instrumentos financeiros que, mesmo não registrados na B3, seguem regras rígidas de controle e fiscalização.

O seu nome diz respeito à época em que os ativos eram comprados e vendidos diretamente no balcão das corretoras – hoje, o processo é todo online.

Os ativos negociados nesse mercado – como ações e cotas em fundos de investimento, entre outros – levam a letra B ao final do ticker.

Por exemplo, o código CRTE3B identifica a ação ordinária da Concessionária Rio-Teresópolis.

Mercados futuros

Outro ativo negociado na bolsa brasileira são os contratos futuros.

Esse tipo de negociação dá ao comprador o direito de negociar na data atual a partir de suas expectativas de cotação para ativo-objeto.

Nesse mercado podem ser negociados contratos com base em ETFs, reserva de moeda estrangeira ou commodities, como boi gordo, milho e café.

O seu ticker é composto por seis caracteres – quatro letras e dois números – seguindo o padrão AAAMNN, onde:

  • AAA = ativo-objeto
  • M = mês de vencimento
  • NN = ano de vencimento.

A correspondência dos meses em letras segue a tabela abaixo:

CÓDIGO

VENCIMENTO

F

JAN

G

FEV

H

MAR

J

ABR

K

MAI

M

JUN

N

JUL

Q

AGO

U

SET

V

OUT

X

NOV

Z

DEZ

Como exemplo, podemos citar o ticker INDZ20, que indica um contrato futuro de Índice Ibovespa com vencimento em dezembro de 2020.

Como os códigos funcionam no exterior?

Um homem parado em frente a uma plataforma de investimentos que ocupa a tela toda, em referência ao ticker

Praticamente todas as bolsas de valores do mundo fazem uso de tickers para facilitar o processo de negociação.

Nos mercados dos Estados Unidos, por exemplo, o padrão para indicar qual é o ativo-objeto varia até quatro letras, a depender da bolsa e da companhia que negocia seus papéis.

Assim, temos por lá exemplos de tickers como:

  • T – AT&T (NYSE)
  • C – Citigroup (NYSE)
  • AA – Alcoa (NYSE)
  • GE – General Electric Company (NYSE) 
  • TSLA – Tesla Motors (Nasdaq)
  • AAPL – Apple (Nasdaq).

Os americanos também indicam o tipo da ação nos tickers, mas, diferente do Brasil, a identificação é feita com uma letra.

Essa marcação é conhecida na Nasdaq como “quinta letra” e, no NYSE, como “behind the dot”, algo como “atrás do ponto”.

O acesso a informações sobre os tipos de ações disponibilizadas em cada mercado, porém, é exclusivo para investidores devidamente cadastrados nas plataformas de negociação.

Perguntas frequentes sobre ticker

Zoom na bolsa de valores em referência ao ticker

Se você ainda tem dúvidas sobre os tickers, esta é a hora de acabar com todas elas.

Confira, abaixo, as respostas para as perguntas mais frequentes sobre o tema.

Qual o ticker da B3?

Dentro do mercado de ações local, existe um ticker específico para designar as ações da Brasil, Bolsa, Balcão, ou apenas B3, como é mais conhecida.

Hoje, os papéis da bolsa brasileira são negociados com o código B3SA3, onde “B3SA” representa o ativo-objeto e o número indica se tratar de uma ação ordinária.

O ticker atual vem de uma mudança recente – até 2008, os títulos da bolsa eram negociados pelo código BVMF3, uma referência ao nome antigo da instituição.

O que significa 3 e 4 nas ações?

No padrão brasileiro, os números são inseridos no ticker para indicar o tipo de ação que a empresa está comercializando no mercado.

Os códigos terminados em 3 indicam que se trata de uma ação ordinária, aquela que dá ao proprietário o direito ao voto.

As ações cujo ticker termina em 4, por outro lado, são as preferenciais – não dão direito ao voto, mas têm prioridade na ordem de pagamento dos dividendos.

Qual o ticker da Petrobras?

A Petrobras é uma petrolífera brasileira que está no mercado com ações ordinárias (PETR3) e preferenciais (PETR4).

Quem deseja investir em ON com objetivo de influenciar nas decisões da empresa, porém, precisa saber que, hoje, o governo federal detém parte majoritária de suas ações ordinárias – e isso só pode ser mudado por meio de legislação.

Como encontrar os ticker das ações vendidas na bolsa?

É muito fácil encontrar os tickers das ações vendidas na bolsa de valores.

Dentro do home broker, eles são utilizados para localizar ações para compra ou venda e também para indicar as cotações atualizadas no painel em tempo real.

De maneira geral, podemos dizer que os códigos são utilizados mais do que o próprio nome das companhias.

Isso acontece porque, no ticker, é possível conferir informações que vão além de saber apenas qual é a empresa emissora daqueles papéis.

Na imagem abaixo, você pode observar o home broker da Rico.

Nela, aparecem alguns tickers, como PETR4, VALE3, ITUB4 e BBDC4. Cabe lembrar que é a partir desses códigos que você negocia no mercado de ações.

ticker-codigos-negociados-no-mercado-deacoes

Conclusão

Como você viu neste texto, os tickers têm papel fundamental no funcionamento do mercado de ações.

Eles ajudam o investidor a visualizar as oscilações de preços, ao mesmo tempo que agilizam os processos de compra e venda de ativos na bolsa.

Se você já se sente pronto para investir em ações, abra sua conta agora mesmo!

E para aprender mais sobre o mundo dos investimentos, continue acompanhando o blog da Rico.

Veja alguns artigos que separamos para você:

Obrigado por ler até aqui!


01/09/2020 13:30:00 • Atualizado em 09/12/2021 21:40:52
26 minuto(s) de leitura


Como analisar fundos imobiliários e calcular seus rendimentos?

Ao aprender como analisar fundos imobiliários, você abre sua carteira a algumas das melhores aplicações do mercado. Veja tudo a respeito do tema aqui!


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Ao aprender como analisar fundos imobiliários, você abre sua carteira a algumas das melhores aplicações do mercado.

Esse tipo de investimento pode ser bastante rentável, mas é preciso olhar os detalhes com cuidado para fazer um bom investimento de acordo com seus objetivos.

Tudo passa pela compreensão de particularidades do fundo e do seu desempenho.

Afinal, embora seja uma categoria de fundos de investimento, os do mercado imobiliário se dividem em diferentes tipos.

Você pode, por exemplo, investir em fundos de tijolo ou de papel.

Para montar uma estratégia vencedora e obter ganhos expressivos, não há outro caminho a não ser este que você está trilhando agora: se informar e saber analisar os fundos detalhadamente.

Aprenda, neste artigo, como analisar fundos imobiliários e invista de forma segura.

Estes são os tópicos que vamos abordar:

  • O que são fundos imobiliários?
  • Qual a importância de analisar bem um fundo imobiliário antes de investir
  • Como saber se um fundo de investimento imobiliário é seguro?
  • Como analisar um fundo imobiliário: 5 indicadores importantes 
  • Qual a rentabilidade de um fundo imobiliário?
  • Lista dos melhores fundos imobiliários de 2020
  • Afinal, qual o melhor momento para investir em um fundo imobiliário?
  • Vale a pena investir em fundos imobiliários internacionais?
  • Perguntas frequentes sobre como analisar fundos imobiliários.

Se tiver alguma dúvida ao final, deixe um comentário.

Boa leitura!

O que é fundo imobiliário?

Dois homens sentados em uma apartamento na cobertura de um prédio, olhando no computador e sorrindo. Palavra-chave referência: Como analisar fundos imobiliários.

De maneira geral, podemos dizer que os fundos imobiliários (FIIs) seguem o mesmo funcionamento de qualquer fundo de investimento.

Ou seja, cotistas se reúnem em uma espécie de condomínio, onde cada um contribui dentro da sua capacidade para investir em aplicações que exigem maior valor.

Assim, eles acessam ativos os quais não conseguiriam investir caso aplicassem individualmente em quantias menores.

A diferença em um fundo imobiliário é que o valor arrecadado pelo grupo é direcionado para o segmento imobiliário, financiando empreendimentos do setor.

Existem dois tipos de FIIs: os fundos de tijolo (o patrimônio é aplicado na compra de imóveis físicos) e os fundos de papel (a aplicação é feita em ativos de renda fixa lastreados no setor imobiliários).

Nos dois casos, a união faz a força, ampliando as possibilidades de investir e ganhar dinheiro.

Também um fundo imobiliário conta com gestão profissional, sendo ela a responsável pelas decisões de investimento em nome dos cotistas.

Qual a importância de analisar bem um fundo imobiliário antes de investir

Computador exibindo gráfico. Palavra-chave referência: Como analisar fundos imobiliários.

A tarefa de calcular a rentabilidade de um fundo de investimento pode ser difícil, já que, de maneira geral, não existem simuladores para essas aplicações.

Seus recursos são sempre realocados pelo gestor de acordo com as oscilações da economia e mudanças no patrimônio do grupo.

Uma das grandes vantagens deste produto, é a distribuição de dividendos, que como um imóvel físico o dono daquele imóvel recebe um “aluguel” mensalmente.

Assim, um ponto de partida para comparar e escolher fundos é olhar para o histórico dos rendimentos registrado nos últimos meses.

Se uma das suas alternativas rendeu 25% e a outra apenas 5%, você já tem um norte para onde seguir.

Mas não significa que o rendimento passado se repita no futuro, o que é impossível de garantir, procure saber se foi uma receita recorrente e não pontual.

No entanto, fazer essa análise é extremamente importante para se manter dentro do seu planejamento e investir de acordo com seus objetivos e em respeito ao perfil.

Afinal, como destacamos antes, existem diferentes tipos de fundos imobiliários.

E você só consegue decidir em qual investir depois de analisar bem cada aplicação: quanto rende, em quais ativos investe e quem está por trás dela, entre outros fatores.

Como analisar um fundo imobiliário: 5 indicadores importantes 

Computador exibindo gráficos. Palavra-chave referência: Como analisar fundos imobiliários.

Até mesmo os investidores mais experientes, vez ou outra, se perguntam como avaliar um fundo imobiliário por isso, apresentamos abaixo cinco indicadores importantes que você fazer sua análise.

1. Dividend Yield

Uma das grandes vantagens dos fundos de investimento imobiliário é que eles têm grande potencial de gerar um bom Dividend Yield.

Em inglês, o termo tem um significado muito simples: é o rendimento dos dividendos.

A sua análise serve para entender quão rentáveis os dividendos têm sido quando comparados ao preço das cotas do fundo.

O cálculo exige a soma de todos os dividendos mensais pagos nos últimos 12 meses, divididos pela cotação atual do fundo.

Esse resultado, então, deve ser multiplicado por 100 para obter o valor de Dividend Yield anual do FII.

Essa é uma métrica importante, mas não deve ser a única utilizada em sua avaliação – pode ser que o DY seja alto, mas não apresente resultados consistentes, por exemplo.

2. Valor Patrimonial do fundo

O Valor Patrimonial (VP) representa o valor de avaliação dos ativos que compõem o patrimônio de um fundo.

Esse valor, porém, não é o mesmo que o valor de mercado, que representa a soma das cotas negociadas.

É comum que FIIs sejam negociados por um valor diferente do que o VP.

Ou seja, os imóveis que fazem parte de um fundo costumam valer mais ou menos do que o total representado pela soma das cotas no mercado.

Como exemplo, pense em um fundo que tenha Valor Patrimonial de R$ 70 milhões e um valor de mercado de R$ 60 milhões.

Caso o gestor decida vender todo o patrimônio do grupo e liquidá-lo, os investidores receberão o equivalente ao VP de cada cota.

3. Preço sobre Valor Patrimonial da cota

Quando falamos em Preço sobre Valor Patrimonial da cota, estamos nos referindo ao ágio ou deságio presente na negociação daquele ativo.

Nos casos do valor de mercado maior que o valor patrimonial da cota, dizemos que o ativo está supervalorizado, já quando o contrário é verdadeiro o ativo está subvalorizado pelo mercado. Para saber o Valor Patrimonial da cota, basta conferir no último informe mensal do fundo, mas para calcular é só dividir o valor do Patrimônio Líquido do fundo pelo número de cotas emitidas.

A partir disso, a relação se dá pela divisão do valor de mercado da cota pelo seu valor de cota patrimonial. .

Supondo que um fundo esteja negociando suas cotas por R$ 300, mas seu Valor Patrimonial seja de R$ 270, isso significa que temos uma relação P/VP de 1,11 para o ativo em questão.

Nesse caso o mercado precifica seu preço maior que valor real dele caso venda todos seus ativos, por diversos motivos.

4. Taxas de administração e gestão

Outro indicador importante que precisa ser observado pelo investidor é a abrangência de taxas de administração e gestão para o fundo imobiliário.

Presente em todos os ativos dessa modalidade, elas são a forma de remuneração para a empresa ou profissional que vai gerenciar o patrimônio do grupo.

A cobrança é feita antes da distribuição de dividendos pelo fundo, de forma que o investidor não precisa pagar diretamente ao gestor.

Este fator deve ser um ponto de atenção, porque taxas altas podem corroer seus ganhos e fazer com que o investimento gere menos rendimentos.

5. Cap Rate

Cap Rate é a abreviação para Capitalization Rate.

Esse indicador mostra qual é a taxa de retorno implícita naquele ativo imobiliário e que proporciona renda para os investidores.

É muito importante checar o Cap Rate como forma de verificar a rentabilidade do fundo.

O cálculo aqui é parecido com o de Dividend Yield: soma-se o rendimento dos últimos 12 meses, e divide-se o resultado da soma pelo valor do imóvel.

O resultado deve ser multiplicado por 100 para, então, obtermos o valor percentual do Cap Rate.

Qual a rentabilidade de um fundo imobiliário?

Homem segurando moedas nas mãos. Palavra-chave referência: Como analisar fundos imobiliários.

Os fundos imobiliários são classificados como investimentos de renda variável e, dessa forma, enfrentam oscilações em sua rentabilidade, dependendo do contexto econômico no país.

Assim, o rendimento nessa modalidade não é fixo e nem permite que façamos simulações exatas sobre os ganhos futuros.

Como calcular a rentabilidade de um FII

Calcular a rentabilidade de um fundo imobiliário é uma tarefa simples: basta dividir o valor da cota pelos proventos gerados.

Mas, como os FIIs são investimentos de renda variável, o cálculo de sua rentabilidade para fins de análise precisa levar em conta grandes períodos para apresentar resultados confiáveis.

No caso do setor imobiliário, o rendimento dos fundos vem por duas vias: na valorização das cotas e no recebimento dos aluguéis mensais, por isso não esqueça de somar a valorização de suas cotas no cálculo.

Lista dos 10 melhores fundos imobiliários

Mãos apontando para o computador. Palavra-chave referência: Como analisar fundos imobiliários.

Por serem investimentos de renda variável, apontar os melhores fundos imobiliários nem sempre é uma tarefa fácil.

Para a lista abaixo, consideramos a sugestão de alocação dos analistas da Rico. As sugestões são feitas com base nas análises e projeções dos analistas do grupo XP Inc., a qual a Rico pertence, mas não trazem garantia de rentabilidade. 

Confira:

Fundo

Segmento

Performance em 12 meses

DY em 12 meses

VGIR11

Recebíveis

38%

9,1%

CPTS11B

Recebíveis

29%

8,7%

SDIL11

Ativos logísticos

56%

7,2%

XPML11

Shoppings

41%

6,6%

PATC11

Lajes Corporativas

32%

-%

HGRE11

Lajes Corporativas

47%

6%

*sugestões feitas em agosto de 2020

Os melhores FIIs na carteira recomendada da Rico

Acompanhar o ranking dos melhores fundos imobiliários em 2020 agrega dados para a sua análise, mas observe os números com cautela.

Esse tipo de investimento mira retornos no longo prazo.

Assim, mais importante do que aplicar nos melhores ativos do momento é contar com fundos cujo desempenho possa garantir uma rentabilidade crescente.

Nesse sentido, a melhor estratégia é acompanhar a carteira recomendada da Rico.

Quem escolhe a carteira recomendada da Rico tem desempenho superior aos principais índices do mercado.

Veja, na tabela abaixo, uma comparação com os números do IFIX e CDI.

Mês

IFIX (%)

CDI (%)

Carteira Valor (%)

Julho-19

1,3

0,6

3,1

Agosto-19

0,3

0,5

3,9

Setembro-19

1,0

0,4

1,4

Outubro-19

4,0

0,5

5,2

Novembro-19

4,4

0,3

4,8

Dezembro-19

10,6

0,3

22,6

Janeiro-20

-3,8

0,3

-10,4

Fevereiro-20

-4,4

0,3

-5,6

Março-20

-15,9

0,3

-19,1

Abril-20

4,4

0,3

2,0

Maio-20

2,1

0,2

2,3

Junho-20

4,9

0,2

7,1

Em 12 meses

6,1

1,8

12,2

Resultados da Carteira de FIIs da Rico x IFIX e CDI – Data do relatório: julho de 2020.

Afinal, qual o melhor momento para investir em um fundo imobiliário 

É comum que, em momentos de taxa de juros baixos, como agora, os investidores recorram à renda variável para alcançar boa rentabilidade.

Se esse é o seu caso, considere que essa modalidade,na qual se incluem os fundos imobiliários,está sujeita às oscilações do mercado.

Portanto, para decidir se esse é o momento para investir, é importante considerar o contexto macro da economia e também a sua situação financeira.Só assim você pode entender se é ou não uma boa ideia se expor aos riscos em busca de ganhos maiores no longo prazo.

Regra de bolso: Em Fundos Imobiliários é importante se atentar ao preço do ativo, para não correr o risco de comprar um ativo nota 10, porém caro.

Vale a pena investir em fundos imobiliários internacionais?

Mais recentemente, a alta do dólar americano fez com que muitos voltassem suas atenções para o mercado exterior na tentativa de surfar nessa onda e garantir bons retornos.

De fato, investir fora do país pode ser uma alternativa interessante.

Contudo, avalie bem as alternativas e só escolha investimentos seguros.

Mesmo dentro do mercado local, existem fundos que têm sua rentabilidade atrelada aos mercados estrangeiros.

Com a Rico, você tem acesso às melhores aplicações.

Abra sua conta agora!

Perguntas frequentes sobre como analisar fundos imobiliários

Sinal de exclamação com luzes, intuindo dúvida. Palavra-chave referência: Como analisar fundos imobiliários.

Para completar seu aprendizado, veja as respostas para as perguntas mais frequentes sobre os FIIs.

Como saber se um fundo imobiliário está caro?

Para responder essa pergunta, não basta olhar para o preço da cota.

O mais indicado é analisar com base no P/VP: os fundos com valores acima de 1 tem o preço da cota maior do que seu Valor Patrimonial, enquanto aqueles com valores abaixo de 1 tem o preço da cota menor do que o VP.

Valores muito baixos podem indicar fundamentos pouco sólidos, enquanto valores muito altos podem prejudicar seu rendimento.

Quanto rende fundo imobiliário por mês?

Como você já deve ter percebido, o rendimento de um fundo varia de acordo com diversos fatores.

Por isso, uma análise aprofundada sempre será necessária para entender, no caso a caso, qual é o potencial de ganho daquele investimento.

Quando vender um FII?

Os fundos de investimento comercializam suas cotas na bolsa diariamente, assim como as ações.

Assim, quem quer se desfazer de sua participação em um FII, pode esperar um momento de valorização do preço das cotas para garantir ganhos na operação.

O que é IFIX?

O já citado IFIX é o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários.

Ele representa uma carteira teórica construída pela B3 de acordo com critérios próprios de sua metodologia.

O indicador tem por objetivo nortear o desempenho médio das cotações de FIIs no mercado brasileiro.

Como você viu, embora o IFIX tenha rendimento positivo nos últimos 12 meses, ele é inferior ao da carteira recomendada da Rico.

Conclusão

A análise de fundos imobiliários não é uma tarefa fácil.

Dentre índices e cálculos, a tarefa de entender a viabilidade de um investimento de renda variável exige estudo e cuidado.

Com as nossas dicas e explicações, esperamos ter deixado a sua análise um pouco mais fácil.

Agora, que tal dar o próximo passo e investir nos melhores FIIs do mercado?

Abra sua conta na Rico!

Obrigado por ler até aqui!

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10/08/2020 20:45:44 • Atualizado em 09/12/2021 21:43:25
22 minuto(s) de leitura


Rentabilidade de ações: O que é e como calcular!

Como você acompanha a rentabilidade das ações? Se ainda não faz isso, é bom começar para aumentar seus rendimentos. Saiba tudo sobre o assunto aqui!


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Como você acompanha a rentabilidade das ações? Se ainda não faz isso, é bom começar.

Estudar e compreender as diferentes variáveis que impactam na valorização dos ativos é o segredo para ter um bom desempenho na bolsa de valores.

Na cobertura midiática do mercado financeiro, muito se fala sobre os fatores macro que influenciam na bolsa e índices gerais da economia.

Por exemplo, não é novidade para ninguém que a pandemia do novo coronavírus causou uma queda generalizada nas bolsas de todo o mundo.

Conforme os países se recuperavam da crise e perspectivas positivas eram disseminadas, os índices passaram a subir.

Esta é uma análise macro. 

Acontece que essas variações não ocorrem da mesma maneira entre ações de diferentes empresas.

E é aí que entender o que impacta na rentabilidade de ações faz a diferença. 

Ajuda a identificar os ativos mais vantajosos para investir ou atualizar sua carteira de investimentos.

É sobre isso que vamos falar neste artigo, que vai abordar os seguintes tópicos:

  • Como funciona a rentabilidade de ações?
  • Qual a diferença entre rentabilidade e lucratividade
  • Qual a importância de calcular a rentabilidade de um investimento
  • Como calcular a rentabilidade da carteira de ações [Passo a passo]
  • Qual o segredo para obter uma boa rentabilidade com ações
  • Melhores investimentos por rentabilidade em 2020
  • Qual a rentabilidade de investir na Bolsa de Valores?

Se restar alguma dúvida ao final, é só deixar um comentário.

RECADO IMPORTANTE: A Rico criou um grupo no Telegram aberto para todos aqueles que querem receber nossas análises de investimento, conteúdo e notícias úteis sobre renda variável. Quer participar? É só clicar aqui e acessar nosso grupo oficial do Telegram.

Boa leitura!

Como funciona a rentabilidade de ações?

Dedo apontando pra tela de um computador com gráfico de ações. Palavra-chave: rentabilidade ações

Rentabilidade de ações é o percentual de retorno que o investidor teve sobre a quantia que aplicou para comprar os ativos.

Por exemplo, se você investiu R$ 5 mil em uma ação e a vendeu tempos depois por R$ 7,5 mil, isso significa que teve uma rentabilidade de 50%.

Esse exemplo serve para entender o conceito, mas não leve ao pé da letra ainda, pois há outros fatores que impactam na rentabilidade além dos preços de compra e venda.

É o caso de dividendos, bonificações e juros sobre capital próprio (JCP), que podem elevar o rendimento.

E também de impostos, taxas de corretagem e inflação, que puxam a rentabilidade das ações para baixo.

Acrescentando e descontando tudo isso, você vai chegar ao valor real da vantagem (ou desvantagem) que obteve ao apostar em determinada ação.

Também pode ser calculada a rentabilidade de uma ação na qual você está pensando em investir.

Embora os ganhos passados não sejam garantia de rentabilidade futura, é uma informação relevante para a tomada de decisão.

Nova call to action

O que é rentabilidade real?

A diferença entre renda, receita ou lucro líquido ou bruto já é bastante conhecida pelo público em geral.

Mas não custa reforçar: o líquido é o que sobra após descontos, custos e contribuições. 

Por exemplo, o salário líquido de um trabalhador é o que sobra após contribuição para INSS, imposto de renda, entre outras, enquanto o bruto é o que consta na carteira de trabalho.

Só que existe outra categorização que também é essencial levar em conta: a diferença entre rentabilidade nominal e real.

A rentabilidade real é quando o cálculo considera a variação da inflação, o que muitas vezes não é levado em conta (configurando rentabilidade nominal).

Retomando o exemplo que usamos antes, R$ 5 mil não valem hoje o mesmo que valiam há alguns anos, quando o investimento foi feito.

Então, para calcular a rentabilidade real e dimensionar corretamente quanto o dinheiro rendeu, é preciso atualizar os valores passados.

Atenção para a distinção entre as classificações: a rentabilidade nominal não é necessariamente bruta, mas a bruta é sempre nominal; e a rentabilidade líquida não é necessariamente real.

O que é rentabilidade anual e mensal?

Como o próprio nome já entrega, rentabilidade anual é o quanto um ativo rendeu ao longo de um ano, enquanto a rentabilidade mensal diz respeito ao resultado obtido em determinado mês.

Os dois cálculos têm sua utilidade. 

Se levarmos em conta a rentabilidade mensal, podemos compreender o comportamento de uma ação em relação a eventos específicos (como a divulgação de um balanço ou determinada notícia sobre o mercado de atuação da companhia).

Já a rentabilidade anual permite uma visão do quadro mais amplo, relevante principalmente para quem investe pensando no longo prazo.

Mas uma coisa não anula a outra: os detalhes factuais também são importantes para quem mira o retorno em um período de tempo maior.

Qual a diferença entre rentabilidade e lucratividade

Pessoa segurando um ipad com um holograma de gráfico de crescimento. Palavra-chave referencia: rentabilidade ações.

Essa é uma dúvida comum entre investidores, mas não se trata de uma questão de grande relevância no universo das ações.

Lucratividade vem de lucro, um termo mais usado no mundo dos negócios, que expressa a diferença entre as receitas de uma empresa e seus diversos custos administrativos, tributários e de produção.

Já o termo rentabilidade é mais usado para expressar o retorno sobre um investimento, por isso tem mais a ver com a bolsa de valores.

O cálculo da rentabilidade de uma ação contempla a variação de seu preço, ou seja, o quanto o investimento inicial se valorizou.

Não é incorreto usar lucratividade no mesmo contexto, mas o ideal é falar em rentabilidade para não haver confusão sobre a valorização de uma ação e os dividendos (distribuição do lucro da empresa entre acionistas) e bonificações que ela gera.

Qual a importância de calcular a rentabilidade de um investimento?

Por que você investe em ações

Eis uma pergunta que não é muito comum, já que a resposta é um tanto óbvia: para fazer seu dinheiro render.

Mesmo que você tenha grande consciência moral e só invista em empresas cujos valores são compatíveis com os seus, é correto dizer que, quanto maior a rentabilidade, melhor. Certo?

Ninguém quer ter em sua carteira ativos que não rendem, e só é possível ter esse diagnóstico calculando a rentabilidade das ações.

A importância desse cálculo na análise dos investimentos, porém, não é absoluta.

Se uma ação teve rentabilidade alta no passado, não quer dizer que continuará tendo no futuro. 

E se ela rendeu pouco até agora, não significa que não vai render melhor depois.

Ou seja, o cálculo da rentabilidade é importante, mas é apenas um dos elementos da análise fundamentalista, recomendada para quem quer ganhar dinheiro com ações no longo prazo.

Como calcular a rentabilidade da carteira de ações? [Passo a passo]

 Gráfico de crescimento. Palavra-chave referencia: rentabilidade ações.

A melhor maneira de fazer o cálculo da rentabilidade de uma ação é utilizando uma planilha no Excel ou Google Planilhas.

Use uma linha para cada ação da sua carteira, com as seguintes colunas:

  1. Código da ação (vai permitir que você utilize a fórmula que puxa automaticamente as cotações do ativo)
  2. Data de compra das ações
  3. Cotação da ação na data de compra
  4. Quantidade de ações adquiridas
  5. Total investido (a cotação da ação naquela data vezes o número de ações adquiridas. É importante somar ao resultado as taxas de corretagem, liquidação e emolumento)
  6. Cotação atual da ação (quanto ela vale hoje)
  7. Valor atual dos ativos (o número de ações que você possui vezes a cotação atual)
  8. Valor atual consolidado (somar os dividendos e bonificações e substituir taxas e impostos a serem pagos sobre a renda na venda das ações).

Por fim, você deve deixar uma coluna para o cálculo da rentabilidade. Basta dividir o valor da coluna 8 pelo valor da coluna 5 menos um.

Supondo que estes valores estejam na linha B da planilha e as colunas estejam com a mesma numeração da lista acima, a fórmula ficaria assim:

  • =(B8/B5-1)

O resultado é o percentual de rentabilidade das ações.

Se você é um leitor atento, deve ter percebido que faltou uma coisa, não? Este cálculo é o da rentabilidade nominal, e não real, pois não desconta a inflação.

Para completar, basta descontar do valor atual consolidado a variação que incidiu no período segundo o IPCA ou IGP-M, índices mais usados no mercado.

Como calcular a rentabilidade mensal de uma ação?

A lógica do cálculo da rentabilidade mensal de uma ação é a mesma. 

O que muda são as cotações: na célula B3 vai a cotação do começo do mês e na célula B6 a cotação do fim do mês.

No Google Planilhas, você pode usar a função GOOGLEFINANCE e puxar automaticamente os valores das cotações nas datas que deseja. 

Acesse a página de suporte do Google Docs para saber mais.

Como calcular a rentabilidade anual de uma ação?

Se a rentabilidade mensal de uma ação se calcula comparando a cotação no começo de determinado mês com o valor com o qual o ativo encerrou esse período, o cálculo da rentabilidade anual é o mesmo.

Só mudam, novamente, as datas. 

Considere os valores com os quais a ação abre e fecha o ano ou qualquer período com um intervalo de 365 dias entre as cotações inicial e final.

Qual o segredo para obter uma boa rentabilidade com ações?

 Gráfico de crescimento. Palavra-chave referencia: rentabilidade ações.

Na verdade, não existe segredo nenhum.

O que há são alguns caminhos a seguir para aumentar as chances de ganhar dinheiro investindo em ações.

Não é uma questão de sorte ou de ter informações privilegiadas, e sim dedicação para entender os detalhes da bolsa de valores.

Então, nossa principal dica é: seja disciplinado. Se você quer ser um trader, precisa dedicar-se diariamente.

Mas mesmo se quiser investir no longo prazo, é bom estar sempre atento ao mercado e às informações das empresas cujas ações investiu.

Melhores investimentos por rentabilidade

Imagem gráfica com bolsas de dinheiro , árvores saindo dinheiro. Palavra-chave referencia: rentabilidade ações.

O ano de 2020 é atípico por conta do coronavírus, um evento bastante singular que causou forte turbulência na economia mundial.

É preciso levar isso em consideração ao analisar a rentabilidade das ações no período.

Empresas relacionadas com o turismo, por exemplo, viram suas ações despencarem, mesmo que tivessem desempenho gerencial sólido.

Dito isso, apresentamos, a seguir, algumas ações (entre as listadas no Ibovespa, ou seja, no grupo das mais negociadas) que, apesar da crise surgida com a pandemia, acumulam um bom retrospecto no ano (considerando dados de janeiro até meados de junho).

Vale ressaltar que essas não são recomendações de investimento, e sim números referentes às variações nos preços das ações.

Se o que você quer são recomendações, nossa sugestão é que conheça a Rico Premium.

Da criação da carteira, em janeiro de 2016, seu rendimento está 50,4% acima do Ibovespa – 149,3% da carteira Rico Premium e 98,9% do índice (dados de junho de 2020).

B2W Digital (BTOW3)

Com a quarentena afetando as lojas físicas, a empresa de comércio eletrônico, criada pela fusão entre Submarino, Shoptime e Americanas.com, viu suas ações de valorizarem 53%.

Magazine Luiza (MGLU3)

Outro grande player no comércio eletrônico, a Magazine Luiza continua sendo um fenômeno da bolsa de valores, com suas ações de valorizando 31% em 2020.

Marfrig (MRFG3)

A Marfrig representa outro setor que cresceu com a pandemia: a produção e distribuição de proteína animal. Suas ações se valorizaram 25,25% este ano até agora.

Lojas Americanas (LAME4)

Outra rede varejista que se valorizou em 2020. Suas ações subiram 14,29%.

B3 (B3SA3)

Apesar das turbulências, as ações da B3, empresa que administra a bolsa brasileira, subiram 12,48% em 2020 até meados de junho.

Klabin (KLBN11)

Maior produtora e exportadora de papéis do país, a Klabin viu suas ações subirem 5% no acumulado do ano até junho.

Qual a rentabilidade de investir na Bolsa de Valores?

Gráficos em crescimento. Palavra-chave referencia: rentabilidade ações.

A compra de ações é um investimento de renda variável

Ou seja, quando você investe, não sabe qual será a rentabilidade futura.

Nos últimos anos, muitas pessoas migraram da renda fixa para a variável, principalmente por conta dos sucessivos cortes na taxa Selic, o que diminui a atratividade dos investimentos considerados mais seguros.

A rentabilidade de um investimento na bolsa de valores vai depender do período analisado e das ações em que se investe.

Se pegarmos uma perspectiva histórica (veja a seguir), vamos notar que, apesar de não serem raros os períodos de instabilidade (como os que vivemos em 2020), no longo prazo, comprar ações é um ótimo negócio.

Qual a rentabilidade histórica da Bolsa de Valores

Uma boa maneira de compreender o que falamos acima é analisando a valorização do Ibovespa (o índice que expressa o valor médio das ações mais negociadas na bolsa) ao longo dos anos.

Em 9 de junho de 2006, ele estava em 35 mil pontos. Foi subindo gradualmente, enfrentou crises e hoje, mesmo com a pandemia, está acima dos 90 mil pontos – próximo de superar novamente a marca dos 100 mil.

Qual foi a rentabilidade da Bolsa de Valores em 2019

O ano de 2019 foi excepcional para os investidores da bolsa.

No dia 5 de janeiro, o Ibovespa estava em 79 mil pontos, e no fim do ano, em 27 de dezembro, já saltara para 116,5 mil pontos.

Ou seja, começamos em 2020 com uma pontuação alta, da qual aos poucos nos aproximamos novamente.

O cenário, porém já foi bem pior: na última semana de março, o Ibovespa estava em 63,5 mil pontos.

Conclusão

Não tem fórmula pronta: para tomar as melhores decisões nas operações da bolsa, é preciso entender sobre a rentabilidade das ações.

E, para isso, é necessário estudar e estar sempre por dentro das últimas notícias sobre o mercado financeiro em geral, fatores macro externos e novidades específicas do setor das empresas em que se investe.

Para continuar bem informado, continue acompanhando nosso blog e confira mais estes artigos:

Quer começar a investir? Conheça a plataforma da Rico e abra sua conta agora!.

Obrigado por ler até aqui!


29/07/2020 20:00:00 • Atualizado em 29/03/2022 12:10:15
36 minuto(s) de leitura


Mercado de opções: o que é, vantagens e como investir

Entenda de uma vez por todas o que é o mercado de opções com dicas e exemplos, como ele funciona, riscos e estratégias para obter um ótimo retorno. Veja!


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Você sabia que, ao dominar o mercado de opções, pode operar ações com risco controlado ou mais alavancado? 

De fato, o mercado de opções é um ambiente repleto de oportunidades.

Nele, investidores encontram uma alternativa para evitar as oscilações do mercado ou até uma forma de alavancagem de carteira (tentar obter retornos acima do que tem para investir, porém com riscos maiores).

Neste texto, você vai entender de uma vez por todas o que é o mercado de opções, como ele funciona, seus riscos e estratégias.

Ao ler o artigo até o final, terá mais uma alternativa com ótimo retorno à disposição. 

Veja os tópicos que vamos abordar a partir de agora:

  • O que são as opções?
  • Qual a diferença entre o mercado de ações e opções?
  • Como funciona o mercado de opções
  • Glossário do mercado de opções
  • Qualquer pessoa pode operar?
  • Como investir no mercado de opções
  • Estratégias matadoras para garantir lucros e como usá-las
  • Exemplos de como ganhar dinheiro com opções
  • Existem riscos no mercado de opções?
  • Mercado de opções para iniciantes: tire suas principais dúvidas
  • Melhores livros sobre o mercado de opções.

E uma ótima notícia para começar a investir: A rico zerou a corretagem para investir em opções! Abra sua conta e comece a investir.


O que são as opções?

mercado de opcoes conceito
Esse mercado que deriva das ações abriga grandes oportunidades para investir.

As opções são contratos onde se negocia o direito, por um determinado período, de comprar ou vender um lote de ações por um preço fixado, o preço de exercício ou strike.

As opções são um ótimo instrumento de defesa para fazer hedge de seus investimentos. No entanto, também podem ser usadas para alavancagem

Trata-se dos contratos de um dos mercados derivativos

Embora muitas pessoas acabem se assustando com a aparente complexidade desse tipo de investimento, que contém operações de futuros, a termo ou de opções, ele pode ser entendido com facilidade.

O mercado de derivativos se baseia na negociação de contratos que dependem (derivam) de outros ativos. Eles servem para transferir riscos de flutuações a terceiros por um valor (o prêmio).

Considere, como exemplo, o mercado de opções das ações da Vale.

A cotação da opção da Vale varia de acordo com o valor das ações da Vale no pregão.

Assim, o mercado de opções é um ambiente onde negociam-se os direitos de compra e venda de ações com preços e prazo pré-fixados, mas não sua obrigação. Apenas o direito! 

  • Quem faz a compra de uma opção sempre será o Titular.
  • Já quem faz a venda da opção sempre será o Lançador.
  • Eles não negociam o ativo em si no primeiro momento, mas o Prêmio.
  • Esse é um valor monetário que garante o direito sobre a compra ou venda de um ativo-objeto.
  • Ambos precisam combinar um valor de venda ou compra no momento do contrato, o chamado strike price ou preço exercido. 

Esse tipo de negociação é usada por investidores como uma forma de proteção para suas ações contra possíveis perdas devido aos riscos inerentes de operar na bolsa.

Qual a diferença entre o mercado de ações e opções?

Quando falamos em investimentos na bolsa de valores, muitas pessoas ainda confundem o funcionamento do mercado de ações com o mercado de opções.

O primeiro trata da negociação direta dos papéis, que representam uma cota de propriedade na empresa.

Com alguns modelos e configurações diferentes, as ações tornam o investidor parte do quadro societário daquela companhia, podendo ou não ter direito ao voto.

Aqui, o valor da negociação depende da cotação de mercado da empresa no exato momento da compra.

O mercado de opções, por outro lado, negocia o direito da compra e venda das ações supracitadas.

Quem adquire uma opção, não está ainda investindo na empresa, mas garantindo que poderá fazê-lo no futuro com o mesmo preço de hoje.

Em outras palavras, a compra de opções protege o investidor de ter de pagar no futuro um valor maior do que o que está sendo negociado hoje.


Como Funciona o Mercado de Opções

mercado de opcoes vantagens riscos
Pode parecer complicado, mas com essas analogias você entenderá o conceito rapidamente!

Vamos imaginar que o João (lançador) adquiriu uma casa (ativo-objeto) no valor de R$ 200 mil, pois acredita que ela vai se valorizar no futuro

Acontece que a Maria (titular) também acredita que essa casa vai se valorizar.

Como ela não possui o dinheiro para adquirir uma casa vizinha no bairro, eles fazem um acordo de opção de compra (call) nos seguintes termos:

A Maria deposita R$ 20 mil (prêmio) de sinal para ter direito de comprar a casa por R$ 230 mil (strike) daqui 1 ano (período do contrato).

Ela faz isso porque acredita que o valor total do imóvel pode chegar a R$ 300 mil.

No caso, se o cenário que ela pensou se concretizar em 12 meses, ela pode desembolsar R$ 230 mil para comprar a casa. Assim, ela pagou o total de R$ 250 mil, o valor combinado e o sinal que já foi pago.

Dessa forma, Maria lucrou R$ 50 mil ao custo de R$ 20 mil. Um total de 150% de rentabilidade. Muito bom, não é mesmo?

Mas e se a Maria errou na sua projeção e a casa perdeu valor, chegando a R$ 180 mil?

Nesse caso, ela simplesmente não exerce o seu direito de compra, perdendo apenas o sinal de R$ 20 mil. Percebe como o João não perdeu nada?

Mesmo a casa sendo desvalorizada, com o sinal que ele recebeu, ele fica na mesma situação. E caso venda a casa por R$ 230 mil, segundo o acordo, ele ganhou R$ 30 mil. 

Essa é uma analogia perfeita para uma opção de compra.

Nesse acordo Maria teve direito de compra e João teve obrigação de venda.

Mas como funciona em uma opção de venda?

João será o titular dessa vez. Ele que vai comprar a opção. 

Imagine que adquiriu uma casa por R$ 200 mil, mas descobriu que ela tem grandes chances de se desvalorizar.

Assim, ele paga R$ 20 mil à Maria (que agora é lançadora) para ter a opção de vender (put) a casa por R$ 200 mil em até 12 meses.

Maria tem a obrigação de comprar pelo preço combinado caso João queira vender.

Acontece que o medo de João se concretiza. A casa chegou ao nível de R$ 100 mil.

Assim, ele exerce o seu direito e vende a casa por R$ 200 mil. Nesse caso, o seu prejuízo foi apenas do prêmio de R$ 20 mil e não de R$ 100 mil, caso não houvesse a opção de venda.

Se a casa, em vez disso, fosse valorizada, chegando a R$ 230 mil, João não exerceria o direito e estaria ainda lucrando R$ 10 mil. 

Viu como é bem mais simples do que você imaginava? Vamos recapitular esses conceitos na sequência.


Glossário do Mercado de Opções

mercado de opcoes glossario
Quando você dominar esses termos, tudo ficará mais fácil.

Já que a proposta deste artigo é ajudar você a dominar o mercado de opções, não há como atingir esse estágio sem conhecer seus principais termos.

Por isso, preparamos um verdadeiro glossário que envolve esse tipo de operação.

Confira!

Opção de Compra ou Call

Vendedor é o lançador e possui a obrigação de vender o ativo-objeto no preço predeterminado no vencimento acordado, recebeu um prêmio por ter esta obrigação.

E o comprador que é o titular e pagou o prêmio adquire a opção de comprar por um preço combinado, que é o strike em um prazo combinado por ambos.

Opção de Venda ou Put

Vendedor é o titular, já que pagou o prêmio para ter o direito, mas não a obrigação, de vender, enquanto o comprador, que é o lançador, tem a obrigação de comprar por um preço combinado, que é o strike, em um prazo acertado por ambos.

+ O que é call e put?

Ativo-objeto

O ativo-objeto é o bem de referência de um contrato de opção.

O exemplo mais comum é um lote de ações. 

O ativo de referência apenas é negociado se o titular exercer o seu direito conforme combinado.

Preço de exercício (strike)

É o preço combinado do ativo-objeto do contrato de opção.

Data de vencimento

É o dia da expiração do contrato.

Nesse dia, o contrato de opção perde o seu valor de mercado, ou como dizem, a opção vira pó. 

No mercado BM&F, a data ocorre sempre na quarta-feira mais próxima do 15º dia de cada mês para opções de Índice.

Já no Bovespa, a expiração acontece sempre na 3º sexta-feira de cada mês.

Existem duas formas de exercer direito de acordo: durante ou apenas na data de vencimento.

No tipo de Opção Europeia, o exercício pode ser feito somente no vencimento do prazo do contrato.

Já na Opção Americana, o direito pode ser feito a qualquer momento do lançamento ao vencimento.

No Brasil, a prática mais comum é utilizar a opção americana para as calls e europeia para as puts.

Titular ou comprador da opção

O titular de uma opção é o investidor que compra um contrato de opção no mercado, adquirindo para si o direito de negociar um ativo-objeto pelo preço de exercício (strike), durante determinado período de tempo ou em uma data pré-determinada.

Ele tem o benefício de operar alavancado, mas corre o risco de perder todo o capital investido.

Lançador ou vendedor da opção

O lançador de uma opção é o investidor que vende um contrato de opção no mercado, adquirindo para si a obrigação de negociar um ativo-objeto pelo preço de exercício (strike), durante determinado período de tempo ou em uma data pré-definida.

O vendedor no mercado de opções está sempre especulando, seja vendendo opções de compra ou de venda.

A sua confiança é que a tendência do mercado se confirme e o benefício do prêmio não seja exercido. 

Prêmio

Prêmio é o preço pago pelo titular de um contrato de opção ao vendedor no momento da aquisição da opção.


Qualquer Pessoa Pode Operar?

Operações ou estratégias com opções são indicadas para todo e qualquer investidor que já possua alguma experiência na bolsa.

Desde que se tenha um prévio conhecimento sobre o assunto, qualquer investidor pode iniciar sua jornada nesse mercado.

As opções são negociadas na Bolsa. Assim, qualquer investidor com uma conta em corretora como a Rico pode operar pelo seu Home Broker.

Sendo cliente Rico, você tem acesso às nossas ferramentas para auxiliar nesse processo. 


Vale a Pena entrar no Mercado de Opções?

mercado de opcoes como funciona
As vantagens são muitas quando você domina o mercado de opções.

Só mesmo você, investidor, pode responder se vale a pena ou não operar no mercado de opções.

Como qualquer aplicação financeira, é preciso avaliar primeiro seus objetivos com o investimento e, ainda, seu perfil de investidor.

Mas é claro que há vantagens que pesam nessa decisão.

Vamos falar sobre elas agora.

Vantagens

Em relação aos outros investimentos, existe a possibilidade de investir em qualquer tendência de mercado, tanto na alta quanto na baixa. 

Além disso, os custos de transação são menores e, com as opções, é possível fazer uma diversificação de estratégias de investimento diferentes das tradicionais.

Você pode construir posições com um controle total sobre a zona de lucro, zona de prejuízo, custos e retorno máximo, conhecendo todos os riscos envolvidos, melhorando a rentabilidade da sua carteira por meio de operações estruturadas.

Maiores oportunidades

O mercado de opções abre a possibilidade de alocação de um volume financeiro menor do que os ativos-objeto, ou ainda, de alavancagem com o mesmo volume de capital, porém assumindo um risco maior.

Conhecendo e operando corretamente esse tipo mercado (o qual é destinado a hedge, ou seja, proteção) existem poucas desvantagens que podem ser controladas. 

Contexto atual

Investir em opções abre um leque sem limites de engenharia financeira, atendendo aos mais diversos objetivos e estratégias.

As incertezas políticas e econômicas também impactam as opções, que são derivativos de uma ação.

Porém, no mercado de ações, é mais difícil montar posições.

É arriscado investir em opções durante a crise do coronavírus?

De maneira resumida, podemos dizer que a crise do coronavírus não tornou mais arriscado o investimento no mercado de opções.

Essa modalidade de aplicação, na verdade, traz um pouco mais de segurança para quem investe na bolsa de valores – um ambiente arriscado por natureza.

Não é de hoje que o mercado de opções vem sendo encarado por investidores como uma alternativa para proteger seus patrimônios durante períodos de crise.

Mas, como toda abordagem que dá mais segurança ao investidor, ele pode não ter os melhores retornos em comparação com a compra e venda direta de ações.

Ao se proteger da desvalorização, é possível que você também acabe se blindando de aproveitar os lucros de uma possível retomada repentina. 


Como Investir no Mercado de Opções

Entendidos os riscos, vantagens e razões para investir no mercado de opções, só falta aprender como fazer isso. É o que  vamos ensinar a partir de agora, destacando o ambiente onde isso acontece:  o home broker.

Home broker

As opções são consultadas normalmente pelo Home Broker, como se consulta um ativo qualquer, bastando para isso o conhecimento prévio da sua série (nomenclatura), que pode ser facilmente conseguido no próprio ambiente virtual.

Uma vez identificada a opção desejada, resta executar a compra/venda pelo Home Broker ou pela Mesa de Operações.

No entanto, vale lembrar que você deve ter um perfil de investidor agressivo para começar a operar opções.


6 Estratégias Matadoras Para Garantir Lucros e Como Usá-las

mercado de opcoes estrategias
Entenda, de forma rápida e fácil como garantir lucros no mercado de opções.

Operar no mercado de opções é fácil. E o que faz diferença nos seus resultados é fazer uso das estratégias certas. A partir de agora, vamos destacar as 6 melhores para você.

1. Financiamento ou Venda Coberta

Essa estratégia funciona assim: você tem uma carteira de ações e vende as opções de compra na mesma quantidade com o fim de rentabilizar o seu portfólio.

Por exemplo, você adquiriu 1.000 ações de Vale por R$ 10. No mesmo dia, você lança as ações em um contrato de opção de compra, com strike em R$ 12 e um prêmio de R$ 0,50 por ação.

Ou seja, você ganhou R$ 500 a curto prazo com suas ações e diminuiu seu custo médio dos ativos para R$ 9,50.

Caso as ações subam a R$ 15 e você seja exercido ao valor combinado de R$ 12, você lucra R$ 2,50 por ação (R$ 2,00 reais da diferença dos ativos, R$ 10,00 da compra menos R$ 12,00 da venda, mais o prêmio da opção R$ 0,50).

Caso elas caiam a R$ 9, o outro investidor não exercerá o seu direito.

No entanto, você não teve prejuízo de R$ 1 por ação, mas de R$ 0,50 por ação.

Muito bom, não é mesmo? 

2. Trava de Baixa

A Trava de Baixa consiste na venda de uma opção com preço de exercício mais baixo e comprar a mesma quantidade de opção com preço de exercício mais alto.

Com essa estratégia, busca-se ganhar com a queda do mercado, onde o retorno máximo é o que se recebe ao montar a operação e o risco máximo limitado a diferença dos strikes das opções.

Resumindo, a Trava de Baixa é a compra de um direito de venda, permitindo a venda das ações a um preço combinado caso elas percam valor.

Nesse sentido, o investidor aposta na baixa das ações e é com esse tipo de opção que realiza um hedge de seu ativo, pois garante um preço mínimo de venda.  

3. Borboleta

Essa é uma estratégia avançada que funciona em três passos:

  1. Venda de opções de compra com menor strike e cotação ainda menor que o atual de mercado
  2. Venda de opções de compra. O dobro do número utilizado nos passos 1 e 3
  3. Compra do número de opções vendidas anteriormente com o preço mais próximo possível do de mercado

Na Borboleta, o investidor percebe que o preço das ações está oscilando muito.

Então, ele faz uma espécie de Trava de Baixa e de Alta, protegendo o seu investimento.

O ganho e a perda são controlados. 

4. Venda a Descoberto ou Short

Essa estratégia funciona da seguinte forma: você não possui uma ação para fazer um contrato de opção de venda, assim, opta pelo aluguel dessa ação para poder realizar o Put.

Trata-se de uma tática arriscada, mas, caso o mercado caia conforme sua previsão, você devolve a ação alugada e a compra pelo preço mais baixo no mercado à vista, faturando pela diferença dos preços. 

Não é necessário ter as ações para comprar uma put e nem fazer o aluguel das ações.

5. Straddle

É uma tática que consiste no lucro pela alta volatilidade do preço de uma ação.

É bem simples de se fazer.

Você deve realizar duas compras de opções: uma de venda e outra de compra sobre o mesmo ativo, pelo mesmo prêmio, strike e prazo de vencimento.

O lucro se dá pela diferença das cotações das opções.

Quanto mais elas variarem, maior será o ganho obtido pela operação.

6. Combinação de opções

Uma boa estratégia de investimentos não pode nunca apostar em apenas um destino para aplicar o capital e dali esperar bons lucros.

Nesse sentido, a combinação de opções é uma abordagem inteligente para proteger sua carteira, alavancar os ganhos e ainda gerar renda passiva.


Exemplos de Como Ganhar Dinheiro com Opções

mercado de opcoes ganhar dinheiro
É sempre válido se inspirar em exemplos de sucesso para investir em opções.

Como primeiro exemplo, vamos considerar que você adquiriu uma opção de compra (call) pelo prêmio de R$ 1 por um lote de 1000 ações da Petrobras com o exercício de R$ 40 (strike). Ou seja, gastou R$ 1 mil em prêmio.

No prazo estabelecido, se ela estiver a R$ 50, você concretiza o seu lucro sobre o R$ 40.

Neste exemplo, o ganho foi de R$ 10 mil menos e o prêmio já pago, totalizando R$ 9 mil. Isso representa 900% de ganho.

Excelente, não? 

O exemplo contrário é positivo também.

Você adquire uma opção de venda de um lote de 1000 ações da Petrobras pelo prêmio de R$ 1 por ação. O prêmio pago foi o mesmo, R$ 1 mil. O strike é o mesmo, R$ 40.

Só que a ação chega a R$ 30 na data de vencimento.

Como o outro investidor possui a obrigação de compra, você exerce o seu direito e vende 1000 ações por R$ 40, efetivando um lucro de R$ 9 mil, descontando o prêmio pago.

Se em ambos os casos de PUT e CALL o cenário fosse o contrário, bastaria você não exercer o seu direito, perdendo apenas o prêmio pago pelo contrato de opção. 


Existem Riscos no Mercado de Opções?

Se você quer se proteger utilizando o mercado de opções, os riscos são mínimos.

Afinal, é como comprar um seguro. O valor do contrato é um investimento que defende você de possíveis surpresas.

Ou seja, o risco ao ser titular é de perder no máximo o prêmio pago, enquanto para o lançador de uma opção, os riscos são ilimitados.

Todavia, como em toda lógica de ganho e perda, quando o risco é muito alto, a possibilidade de ganho também é.

O lançador pode lucrar de duas formas: recomprando a opção de compra por um prêmio de valor mais baixo do que o recebido quando a vendeu ou, simplesmente, esperando o contrato vencer e, assim, conseguindo o prêmio sem nenhum prejuízo.


Mercado de opções para iniciantes: tire suas principais dúvidas

Na hora de investir no mercado de opções, muitos investidores ainda têm dúvidas – sobretudo os iniciantes – e isso é completamente natural.

Podemos admitir que o mundo dos investimentos é um pouco intimidador para quem não está familiarizado.

Para te ajudar a navegar, selecionamos e respondemos abaixo as principais dúvidas sobre o tema.

O que é mercado de opções binárias?

Altamente especulativo, o mercado de opções binárias dá ao investidor a alternativa de “apostar” na queda ou na alta da cotação de um ativo.

Na lista de aplicações que podem ser consideradas no mercado, estão diversos títulos, ações, commodities e até mesmo moedas estrangeiras.

Dentro da modalidade, a valorização ou desvalorização do ativo pode ocorrer em curtíssimos períodos de tempo, que variam entre 15 segundos e 30 minutos.

Qual o lote mínimo de opções?

Ações são comercializadas em lotes e, mais recentemente, o fracionamento desses lotes abriu o mercado para investidores de menor calibre.

A mesma lógica de comercialização se aplica também ao mercado de opções, com uma pequena diferença.

Aqui, o padrão mínimo para os lotes de negociação conta com 100 unidades.

Diferente do mercado acionário, porém, a negociação de opções não tem a possibilidade de fracionar para quem quiser comprar ou vender um número menor.

Entenda os códigos das opções 

No pregão da bolsa de valores, a negociação das ações ganha agilidade por meio da adoção de um sistema de códigos.

Todo título negociado no mercado acionário da B3 conta com cinco letras e dois números.

Esse modelo de codificação ajuda o corretor a identificar rapidamente qual é o ativo-objeto, o mês de vencimento e o preço de exercício da opção negociada.

Na regra PETRD35, por exemplo, temos identificado que se trata de opções da Petrobrás (PETR é sua sigla na bolsa), com vencimento para abril e preço de exercício de R$ 35,00.

A correspondência dos meses, dada em letras, segue a lógica definida na tabela abaixo:

Mês de vencimentoSérie da Opção de Compra(CALL)Série da Opção de Venda(PUT)
JaneiroAM
FevereiroBN
MarçoCO
AbrilDP
MaioEQ
JunhoFR
JulhoGS
AgostoHT
SetembroIU
OutubroJV
NovembroKW
DezembroLX

Aprendeu tudo sobre o mercado de opções? Então abra sua conta na Rico para começar a investir!


28/07/2020 20:05:15 • Atualizado em 09/12/2021 22:10:36
12 minuto(s) de leitura


Follow on: como funciona a oferta subsequente de ações?

O follow on acontece quando a empresa que já tem capital aberto na Bolsa quer fazer outra rodada de venda de ações. Entenda como ele funciona.


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Zoom em uma plataforma de investimentos, em referência ao follow on

O mundo dos investimentos é cheio de termos que nem sempre todos conhecem. “Follow on” é um deles.

Esse termo é utilizado no mercado de ações. Quando uma empresa resolve vender ações pela primeira vez, ela realiza o IPO. Mas se, mais pra frente, ela resolve vender mais ações, realiza o follow on.

Ele pode ser uma boa alternativa para a empresa arrecadar mais capital, para expandir as operações ou abrir mais filiais, por exemplo. Além disso, pode ser uma oportunidade de os sócios venderem as participações, realizando o investimento feito.

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O que é follow on?

O follow on é o processo em que uma empresa que já tem capital aberto na Bolsa, ou seja, que já realizou o IPO, emite mais ações para serem negociadas no mercado, chamada esta oferta de primária. Esse processo também pode ser chamado de oferta subsequente de ações.

Além disso, pode ser também quando um acionista relevante, que detém boa parte da empresa, oferta seus papéis no mercado, neste exemplo a oferta é secundária.

Ou seja, quando uma empresa que já realizou o IPO quer fazer uma nova rodada para vender ações na bolsa, ela realiza o follow on.

Não se deve confundir esse processo com a venda primária de ações: quando uma empresa abre seu capital na bolsa pela primeira vez. Esse processo chama-se IPO (do termo em inglês, Initial Public Offer). O follow on e o IPO são ferramentas diferentes para lançar papéis na Bolsa, mas é comum confundir os dois processos.

Por que uma empresa realiza o follow on?

A principal razão de uma empresa emitir papéis no mercado é para captar novos recursos. Por exemplo, se os sócios pretendem abrir uma nova área dentro da empresa, ou querem lançar um novo produto e precisam de mais capital para isso, podem optar pelo follow on.

E, além de reforçar o caixa, é também um estímulo ao crescimento. Realizar um follow on é uma oportunidade de expandir o negócio e ter mais liberdade de ter novas ideias para a companhia. Com recursos a mais, as oportunidades de tentar coisas novas são maiores.

Além disso, há também um aumento de liquidez dentro no mercado: terão mais ações circulando do que antes. Isso é positivo tanto para a empresa quanto para os acionistas, que provavelmente conseguirão negociar os papéis com mais facilidade.

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Diferenças entre follow on e IPO

Como falamos, os dois processos têm o mesmo objetivo: lançar novas ações na Bolsa. Porém, eles têm diferenças entre si.

A primeira delas é o momento em que são realizados. O IPO é sempre a primeira venda de ações de uma empresa. É a estreia dela na Bolsa. Geralmente, costuma ser um grande momento para a organização, sendo comemorado e celebrado pelos sócios e funcionários. Ou seja: o IPO só acontece uma vez na vida da empresa.

Todas as outras vezes que a empresa resolver vender ações, que não for a primeira, será o follow on.

Uma outra diferença importante entre esses processos é o direito de aquisição, ou seja, quem pode comprar as ações lançadas pelo processo. O IPO é uma oferta pública. Todos os investidores da Bolsa podem comprar ações de uma empresa que fez seu IPO.

Porém, o follow on não necessariamente dá essa possibilidade a todos os investidores. Ele pode se estruturar de uma maneira que apenas um certo grupo de investidores possa comprar os papéis. Depende de como ele é estruturado.

Como acontece o follow on?

Assim como em um IPO, ele pode ocorrer com uma oferta primária ou com uma oferta secundária.

Oferta primária

Um follow on feito com uma oferta primária de ações é aquele onde a própria empresa é responsável por lançar as novas ações no mercado por um preço determinado pelo processo de bookbuilding. Nesse processo a empresa avalia o preço da oferta subsequente, de acordo com a demanda dos investidores.

Após colocar a oferta subsequente no mercado, a companhia oferece novas ações. Assim, ela amplia sua base de acionistas e, consequentemente, seu capital social.

Oferta secundária

Já a oferta secundária de ações acontece quando um acionista relevante coloca suas ações à venda para outros investidores. Porém, como são ações que já existem, não causa alterações no capital social da empresa.

Mesmo sendo uma venda no mercado secundário, esse tipo de venda com alto volume de ações costuma ser feito por meio de follow on, já que o volume costuma ser realmente relevante.

É importante entender que na oferta secundária o valor arrecadado com a venda das ações não vai para o caixa da empresa. Ele vai para os próprios acionistas que venderam suas ações e decidiram encerrar ou diminuir sua participação na empresa.

Formas de oferta

Como falamos, diferentemente do IPO, nem sempre as ações ficam disponíveis para todos os tipos de investidores no follow on. Existem dois tipos de formas de oferta: pública ou restrita.

Follow on com oferta pública

No caso de uma oferta pública de follow on, as ações ficam disponíveis para todos os investidores da Bolsa. Ou seja, é muito semelhante ao funcionamento do IPO: qualquer pessoa que investe na Bolsa, poderá comprar ações desse tipo de follow on.

Portanto, o follow on com oferta pública deve ser registrado e submetido ao trâmite junto a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e na B3. Isso faz parte de uma determinação da CVM para esse tipo de movimentação na Bolsa para garantir clareza, imparcialidade e segurança sobre a operação.

Follow on com oferta restrita

A empresa pode optar por restringir o follow on apenas para investidores qualificados. Ou seja, apenas os investidores que se encaixam nesse grupo poderão comprar as ações ofertadas nesse tipo de operação.

Nesse caso, o processo para a empresa é mais rápido e menos burocrático, dispensando, por exemplo, o registro na CVM. Além disso, a empresa não fica obrigada de apresentar prospectos e outras informações de forma pública.

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Como saber se uma empresa está realizando um follow on?

Você pode participar do follow on de uma empresa e comprar ações dela encontrando essas informações no próprio site da companhia.

Além disso, pode acompanhar os comunicados oficiais da CVM. Mas é interessante ficar sempre de olho no Home Broker, na parte de ofertas públicas. É lá que você vai encontrar as ações de novos follow on.

Vale a pena investir em um follow on?

Como para todo tipo de investimento, a resposta é: depende. Para saber se vale a pena ou não investir em um determinado ativo, primeiro é preciso saber quais são os seus objetivos com ele. Além disso, é preciso saber qual o seu tipo de investidor, ou seja, qual sua relação com o risco.

Sabendo disso, você deve analisar se investir em follow on vale a pena para você. Tenha em mente que as empresas que realizam o processo podem ser completamente diferentes e, portanto, você deve analisa-las antes de escolher esse tipo de investimento.

Saiba também quais são os seus objetivos. E lembre-se: não invista todo seu capital em um tipo de ativo.