março 19, 2021

Qual a melhor LCI do mercado hoje: saiba tudo sobre!  

A melhor LCI do mercado depende unicamente dos seus objetivos de vida.

Pode ser até que neste momento o melhor investimento para você nem seja uma Letra de Crédito Imobiliário.

Muitos se perguntam e querem saber qual o melhor investimento.

Mas o fato é que não existe apenas ‘um melhor investimento’, e sim aquele que consegue atender às suas expectativas no fator rendimento e também de acordo com os objetivos financeiros, valor de aporte e disponibilidade a riscos.

Nesse sentido, a LCI é uma das melhores opções para diversificar a carteira de investimentos sem abrir mão da segurança. Afinal, este tipo de investimento conta com a segurança do Fundo Garantidor de Crédito de até R$ 250 mil por CPF.

No entanto, ela é indicada para quem pode esperar o retorno vir no longo prazo.

Além, é claro, de apresentar um rendimento livre de impostos e taxas. E, com a Rico, todos os investimentos de renda fixa têm taxa ZERO.

Portanto, ele é um dos investimentos mais indicados para quem precisa de rendimentos maiores que os da poupança e não quer perder dinheiro com taxas.

Trata-se de uma ótima indicação para o investidor que não tem tempo de acompanhar o mercado. Aproveite e abra sua conta gratuita na Rico.

Qual a Melhor LCI do Mercado Hoje?

Antes de saber qual a melhor LCI em 2018, é necessário conhecer algumas características básicas desse tipo de investimento.

A sigla LCI significa Letras de Crédito Imobiliário e em alguns lugares é tratada em conjunto com a LCA (Letras de Crédito do Agronegócio). E, assim com os nomes sugerem, elas se diferenciam em relação a usabilidade do seu investimento.

Ou seja, no caso da LCI, você “empresta” dinheiro para o setor de imóveis. Ao emprestar para um banco, por exemplo, ele deve emprestar esse valor para uma companhia do mercado imobiliário.

Para saber qual a melhor LCI para o seu perfil, é necessário entender o que você planeja com este investimento. Afinal, existem alguns tipos de LCI e a variação é referente à rentabilidade.

Tipos investimento com LCI

  • Pós-fixado – atrelado a algum índice como, por exemplo, o CDI
  • Pré-fixado – taxa fixa, preestabelecida
  • Hibrido – taxa fixa em conjunto com algum índice como o IGP-M ou o IPCA

A Rico oferece uma cartela com rentabilidades que variam de 90 a 96% do CDI (dados de 30 de Julho de 2018).

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LCI’s disponíveis em 30/07/2018

Como Calcular a Rentabilidade de uma LCI em 2018

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Rentabilidade é o quanto você ganha com o seu investimento

A rentabilidade da LCI é positiva e costuma ser acima da poupança.

Ou seja, o seu valor bruto e líquido costuma ser o mesmo. A menos que a corretora escolhida por você cobre alguma taxa, como a de custódia, por exemplo.

Pensando em rentabilidade, a melhor LCI vai ser aliada aos seus objetivos de liquidez e aporte financeiro. Afinal, o valor mínimo de investimento é, em média, de R$ 1.000,00.

Este valor médio está sujeito a variações segundo a escolha da instituição financeira, escolha do tipo de LCI e claro, do mercado financeiro.

Simulações

Para facilitar a escolha da melhor LCI para o seu perfil, a Rico disponibiliza a opção de simulação de investimentos. Ou seja, você pode comparar as principais e melhores LCI’s do mercado e ainda verificar se a LCI é melhor do que outros investimentos de renda fixa.

Lembrando que a taxa de rentabilidade não é o único determinante para escolher um investimento.

Mesmo com uma taxa de rendimento mais alta, um CDB pode ser menos rentável que uma LCI. Isto considerando que o Certificado de Depósito Bancário está sujeito a deduções de taxas e impostos.

Ou seja, ao comparar dois rendimentos não atente-se apenas à cobrança de taxas e tributos. Não é incomum aplicações com IR vencerem as aplicações isentas em rentabilidade.

No final das contas, o que vale é o valor real da rentabilidade, certo?

Veja abaixo algumas simulações:

LCI X LCA

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LCI comparado ao LCA Rico em 30/07/2018

Perceba como um investimento tem menos prazo, mais rendimento e menor investimento mínimo. Nesse caso, é simples escolher entre ambos.

Comparação entre as LCI’s fornecidas pela Rico

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Também existe a opção de LCI com prazo de 2 anos e menos de 1 ano. Tudo depende dos seus objetivos.

Melhor LCI em 30/07/2018

CDB X LCI

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CDB em 30/07/2018 é melhor que a LCI

Investir em CDB ou LCI?

Você pode perceber pelas simulações que na data da simulação, a melhor LCI está rendendo menos que a LCA e o CDB. Ou seja, fazer a simulação é um pré-requisito indispensável para qualquer tipo de investimento, por mais vantajoso que ele pareça.

O Que Você Precisa Saber Antes de Investir em LCI

Depois de fazer a simulação, talvez você pense: “Encontrei a melhor LCI para diversificar minha carteira ou fazer aquela viagem dos sonhos daqui 4 anos”.

Pode ser que você esteja certo, mas a Rico recomenda que antes de fazer essa escolha, você deve analisar alguns pontos.

Reafirmamos: mesmo a melhor LCI pode não ser o investimento correto, ou mais indicado, para você. O que é sempre indicado é investir continuamente (mas em ativos coerentes com seu planejamento financeiro).

Por exemplo, se a sua ideia é viver mensalmente com a renda de um investimento, talvez investir no Tesouro Prefixado com Juros Semestrais seja o mais indicado.

Mas, se você possui planos de aposentadoria e quer deixar o seu dinheiro rendendo a longo prazo, o CDB pode ser muito mais atrativo.

Ou seja, mesmo dentro das opções de renda fixa, existem investimentos extremamente populares que contam com segurança e aplicações mínimas acessíveis.

Para escolher entre eles, defina o seu objetivo com o investimento.

Feito?

Agora vamos analisar cada um dos itens mais relevantes para a escolha certeira da melhor LCI para você. 

Liquidez

A liquidez é um dos fatores que podem atrapalhar o seu rendimento, caso o investidor não se programe corretamente. Ou seja, se você quer um rendimento que possa suprir possíveis emergências, a LCI não é a melhor opção.

Afinal, a liquidez não é diária, como alguns CDB, por exemplo.

Para garantir bons rendimentos, é fundamental que o investidor fique atento aos vencimentos.

E o período de carência pode variar conforme o tipo de LCI escolhido. O mais comum é que o investidor precise respeitar o prazo de permanência de, no minimo, 90 dias.

Segurança (FGC)

A maior preocupação dos investidores iniciantes é em relação ao risco do investimento.

O investimento em LCI é extremamente seguro e pode ser feito por qualquer investidor que pode comprometer seu dinheiro a médio e longo prazo. Essa aplicação conta com o respaldo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Portanto, caso a instituição financeira quebre, o investidor tem assegurado até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira.

Mas vale ressaltar que este valor é refente ao valor investido mais o rendimento até o momento da falência. Assim, o período posterior a quebra até o pagamento pelo FGC não gera rendimentos ao investidor.

É recomendado que você aplique sempre menos de R$ 250.000 para que a rentabilidade não ultrapasse o teto.

Taxas

melhor lci taxas

Investimentos com taxas maiores não significa rentabilidade maior!

O investimento em LCI é isento de taxas, sejam elas de custódia, administração ou performance. Mas vale ressaltar que cada corretora tem seus preços.

Na Rico, todos os investimentos de renda fixa possuem taxa ZERO!

Tributação

A tributação é um ponto forte da LCI.

A maioria dos investimentos possuem incidência de IR regressivo, começando em 22,5% até 15%.

Ou seja, quanto mais tempo de aplicação, menor a alíquota de imposto sobre o rendimento. Portanto, se você pretende comparar os rendimentos da LCI com qualquer outro investimento de renda fixa, analise sempre o rendimento líquido.

Os rendimentos de curto prazo da renda fixa podem ser tributados pelo Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) quando resgatados antes de 30 dias.

Em resumo, a LCI e a LCA são livres de taxas e tributações. No entanto, muitas vezes os ativos com impostos conseguem ser mais rentáveis do que os isentos, então sempre compare os investimentos antes de aplicar.

Riscos

Apesar da LCI ser um investimento de baixo risco, existem dois fatores com os quais o investidor deve ficar atento:

  • Risco de falência

A rentabilidade de um investimento é, de maneira geral, diretamente proporcional ao risco da operação. No caso da LCI, este risco é maior ou menor conforme a solidez da instituição financeira que emprestou o seu dinheiro. Afinal, banco também podem falir.

Como mencionamos acima, o FGC assegura até R$ 250.000,00 (valor investido mais rendimento) por CPF e instituição financeira. Ou seja, diversificar os investimentos pode ser uma ótima solução para controlar este risco.

  • Planejamento equivocado

Este é o principal risco que um novo investidor pode correr e pior: sem saber.

Quando falamos de investimentos com média ou baixa liquidez, o planejamento financeiro é imprescindível. Afinal, se houver alguma emergência, extras não planejados ou instabilidade financeira, o resgate antecipado pode diminuir seus rendimentos.

A dica, portanto, é que você mantenha uma reserva de emergência em investimentos de alta liquidez, como o Tesouro Selic.

Resgate

melhor lci resgate

O planejamento financeiro correto é o principal responsável pela  suas conquistas

A liquidez e prazo para resgate são dois fatores que podem nortear a melhor escolha para as suas necessidades.

Existem LCIs com resgate curto para 90 dias, outros para 6 meses. A maioria é para o longo prazo. A legislação para o resgate está presente na Resolução CMN nº 4.410, de 28 de maio de 2015.

De maneira geral, o resgate pode ser feito normalmente no prazo acordado entre o investidor e a instituição financeira. Caso seja realizado antecipadamente, pode haver descontos prejudiciais aos rendimentos ofertados no momento da compra.

Mas vale ressaltar que não é possível fazer o resgate antes do período de carência, a menos que você opte por pagar uma multa. Portanto, fique bastante atento se o prazo acordado corresponde ao seu planejamento financeiro.

Invista em LCI com Segurança e Rentabilidade

Se você já possui uma conta na Rico, sabe que investir não é, nem de longe, um bicho de sete cabeças. E alguns investimentos são ainda menos burocráticos e simples. Ou seja, não tem desculpas para não começar a investir.

Afinal, os seus planos de viagem, independência financeira ou a compra de um novo carro só ficarão mais próximos se você começar logo a fazer o seu dinheiro render.

Vamos começar a investir em LCI?

Passo 1: Abertura de Conta na Rico

Se você ainda não possui uma conta na Rico, não se preocupe. Esse passo é rápido e basta que você tenha em mãos:

  • Documento de Identificação ou Carteira de Habilitação e CPF
  • Comprovante de residência
  • Dados bancários

Acesse o site da Rico, cadastre-se e abra a sua conta gratuitamente. Logo após a confirmação, você terá acesso a todos os tipos de investimento e pode escolher o melhor para as suas expectativas financeiras.

Passo 2: Escolha da melhor LCI

Como mencionamos anteriormente, o indicado é que você tenha o seu planejamento financeiro em mãos, antes de tomar a decisão da melhor LCI. A Rico fornece um portfólio com opções de LCI que variam conforme o aporte inicial, prazos e rentabilidade.

Antes de escolher a LCI que você quer investir, faça a transferência do valor planejado. Você pode fazer isso através de um TED de mesma titularidade para a conta da corretora.

Com o recurso em mãos você já pode acessar a plataforma e escolher o tipo de LCI desejado.

Principais pontos que devem ser levados em consideração:

  • Rentabilidade
  • Objetivos financeiros
  • Prazos

Passo 3: Compra da LCI

A Rico indica que ao encontrar a LCI que mais atenda ao seu planejamento financeiro, você faça a simulação para compará-la com alguns investimentos semelhantes.

Para isso use o Simulador de Rendimentos, essa etapa pode facilitar na sua tomada de decisão. Com o Simulador, você verá de forma real quanto será o seu recebimento na hora do resgate.

Pronto! Agora é só clicar em comprar, colocar o valor do seu investimento e esperar o dinheiro crescer.

Para contar com um investimento seguro e uma rentabilidade que seu dinheiro merece, opte por uma corretora que pense em você!

Conclusão

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A isenção de taxas e tributos pode alavancar sua rentabilidade!

A LCI é, sem dúvida, um investimento bastante atrativo, principalmente pela isenção de taxas e tributos.

Escolha a melhor LCI para atingir seus planos financeiros. Para isso, fique atento à rentabilidade e prazos de cada LCI. E não se esqueça de comparar os rendimentos reais de cada investimento.

Continue acompanhando nossas postagens para não perder as novas atualizações.

Afinal, um investimento que representa 98% do CDI, comparado a uma LCI de 90% do CDI, pode ser menos rentável se estiver sujeito ao IR, IOF ou taxas administrativas e de custódia.

Se mesmo após as simulações e a leitura deste post, você ainda estiver em dúvida sobre qual é a melhor LCI para investir em 2018, consulte um de nossos especialistas!

Gostou deste artigo? Então, deixe um comentário.

Obrigado por ler até aqui!

Aprenda mais sobre LCI’s e LCA’s com estes outros artigos do nosso blog:

Para abrir sua conta é só clicar nesse link. É rápido e fácil! 😉


dezembro 22, 2020

CRI: Saiba tudo sobre os Certificados Recebíveis Imobiliários  

O CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) é uma forma interessante de aplicar seu dinheiro com retorno acima da poupança.

Se você está procurando por maneiras rentáveis e de baixo risco para investir e diversificar sua carteira, pode encontrar no CRI uma boa opção.

Ele tem significativas vantagens, como a isenção do Imposto de Renda e variedade de ativos.

No entanto, como qualquer outro investimento, você precisa ficar atento a detalhes que podem fazer toda a diferença na sua escolha e maximizar a rentabilidade alcançada.

Por exemplo, a liquidez e o risco de crédito desse papel devem ser observados com cautela.

Mas não se preocupe se você tem dúvidas: para investir no CRI e saber como fazer isso de forma confiante e rentável, acompanhe este conteúdo até o final.

Vamos apresentar as principais informações sobre os certificados para que você possa ter bom retorno com o ativo, de acordo com seus objetivos. 

Estes são os tópicos abordados a partir de agora:

  • O que é investimento em CRI?
  • Como funcionam os Certificados Recebíveis Imobiliários?
  • Principais estruturas de CRI 
  • Vantagens de investir em fundos CRI
  • Qual a rentabilidade do CRI?
  • Risco de investir no CRI
  • Taxas e impostos dos Certificados Recebíveis Imobiliários 
  • Como investir no CRI? Passo a passo
  • Lista de CRI: Quais são os principais fundos?
  • CRI, CRA e LCI: Qual a diferença?
  • CRI ou Poupança: Qual a melhor opção?
  • Invista em CRI hoje.

Boa leitura!

O que é investimento em CRI?

Fazer um investimento em CRI é comprar Certificados de Recebíveis Imobiliários com a expectativa de ter rentabilidade futura com a aplicação.

Para entender um pouco melhor sobre o tema, a gente precisa voltar em alguns conceitos antes de se aprofundar sobre o assunto.

Primeiro, vale saber que empresas do segmento de construção e de imóveis podem precisar de recursos financeiros para financiar suas operações. 

Um dos casos, por exemplo, é quando elas ofertam crédito a seus próprios clientes.

Ao fazer as vendas a prazo, as construtoras podem ficar sem a quantia necessária em caixa para realizar seus investimentos presentes.

Então, em vez de fazer empréstimos em bancos e instituições financeiras, essas empresas recorrem a securitizadoras para a emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários.

Os papéis emitidos são títulos de crédito privado disponibilizados no mercado de investimentos e qualquer pessoa pode comprar um dos ativos.

Nesse sentido, os CRIs são uma espécie de “empréstimo” que os investidores fazem a organizações do ramo de construção e imóveis.

Assim, os negócios imobiliários captam, com pessoas físicas e jurídicas no mercado, os recursos necessários para financiar suas operações.

Em contrapartida, as empresas emissoras pagam juros aos compradores dos papéis.

Então, quem investe em CRI compra os títulos a fim de ser remunerado de acordo com o prazo estipulado.

Como funcionam os Certificados Recebíveis Imobiliários (CRI)?

Basicamente, podemos dizer que o CRI é um ativo de renda fixa, isento do Imposto de Renda (IR) e com resgate na data de vencimento.

Enquanto renda fixa, você pode entender que o papel tem remuneração determinada logo no momento de sua compra.

Já o fato de não ser tributado pelo IR concede vantagem ao ativo na comparação com outros produtos de renda fixa.

Por fim, o valor aplicado só pode ser resgatado no prazo estipulado pela emissora, o que compromete a sua liquidez – não é uma boa indicação para quem busca investir para formar uma reserva de emergência, por exemplo.

Então, em resumo, o CRI é um tipo de investimento no qual o investidor compra o título e deve esperar até a data de vencimento para resgatar o saldo e os juros acumulados.

Em contrapartida, ele não tem a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site http://www.fgc.org.br.

Por isso, o risco de crédito do CRI pode ser maior do que o de outros investimentos semelhantes.

Qual o investimento mínimo?

Não existe um investimento mínimo para os CRIs. 

Assim, você pode ver certificados com valores diversificados, como R$ 2.000 ou R$ 5.000.

Alguns títulos de renda fixa – a exemplo do Tesouro Direto e do CDB – podem ser comprados por valores bem pequenos, como R$ 30.

Com esses certificados, no entanto, a tendência é que as emissoras coloquem seus papéis à venda por quantias maiores. 

É comum encontrar CRIs com preço mínimo de R$ 1.000, por exemplo.

Principais estruturas de CRI

Quando você for pesquisar por CRIs, deve observar outra questão bem importante: a sua estrutura.

Veja, a seguir, as duas principais estruturas dos certificados.

Pulverizado

O CRI pulverizado é um papel que está relacionado a vários devedores (ou mutuários).

Nesse sentido, o risco de crédito do ativo é menor, uma vez que ele é pulverizado entre diversos devedores.

O certificado pulverizado pode ser atrelado a:

  • Imóveis residenciais e loteamentos
  • Shoppings centers.

Corporativo

A outra estrutura mais comum do CRI é a corporativa. Nesse caso, o certificado tem relação com apenas uma única empresa devedora.

Esse formato é subdividido em dois:

  • Built-to-suit: papéis relacionados à negociação de compra de um imóvel e a locação do mesmo para o próprio vendedor
  • Sale & lease back: ativos relacionados à construção sob medida para locatários.

Os CRIs que são estruturados dessa maneira têm origem em contratos nos quais o risco mais considerável é o do crédito corporativo.

Por isso, é preciso observar atentamente a situação da empresa relacionada a essas operações.

Vantagens de investir em fundos CRI

Como você pôde ver até aqui, o CRI é um tipo de investimento em renda fixa que tem características peculiares, como a sua estrutura.

Mas, com um pouco mais de atenção, dá para fazer bons investimentos e obter retornos atrativos com a aplicação.

Então, podemos considerar como as principais vantagens do CRI:

  • Isenção do Imposto de Renda
  • Renda fixa com baixos riscos e rendimentos atrativos
  • Rentabilidade maior do que a poupança
  • Facilidade para manipular os papéis, comprando e resgatando sem mistérios.

Qual a rentabilidade do CRI?

A gente já destacou que os CRIs são ativos de renda fixa. 

Isso quer dizer que, quem compra o papel sabe a rentabilidade esperada pelo investimento no momento da aquisição.

Os certificados do ramo imobiliário podem ter remuneração:

  • Pré-fixada
  • Pós-fixada
  • Híbrida.

A renda pré-fixada tem uma taxa definida no ato da compra do papel que se repetirá até o resgate do investimento.

Então, se um CRI é pré-fixado a 5% ao ano, o investidor poderá contar com essa remuneração até a data de saque do valor aplicado.

Já a renda fixa pós-fixada é aquela que tem uma alíquota de rendimento atrelada a algum outro fator financeiro.

Por exemplo, um certificado que remunera indexado à taxa CDI (Certificado de Depósito Interbancário) vai pagar juros ao investidor de acordo com o índice.

Dessa forma, a remuneração é fixada, mas o valor exato fica mais difícil de prever, porque o CDI varia.

Por fim, o CRI pode ser do tipo renda fixa híbrida. Nesse caso, o cálculo dos juros é feito com base em um fator pré-fixado e outro pós-fixado.

Risco de investir no CRI

Da mesma forma que existem muitas vantagens ao fazer investimentos nos Certificados de Recebíveis Imobiliários, é necessário estar atento a alguns pontos.

Então, ao pesquisar por CRIs para investir, observe:

  • A não cobertura do Fundo Garantidor de Crédito
  • O risco de crédito das empresas atreladas ao papel
  • A fórmula de rentabilidade – ativos pós-fixados e híbridos podem ter maior risco que os pré-fixados (e maior expectativa de retorno também)
  • Risco de liquidez – você não consegue sacar o valor investido quando quiser, apenas no vencimento.

Taxas e impostos dos Certificados Recebíveis Imobiliários

Já falamos que os CRIs são isentos do Imposto de Renda, certo? 

Mas será que existem outras taxas, tarifas e impostos que podem ser cobrados sobre o certificado?

Para a boa rentabilidade dos investidores pessoa física, o papel também tem isenção também do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

No entanto, é necessário observar se a corretora que opera os certificados cobra taxas sobre os ativos negociados.

Aqui na Rico, além da conta gratuita, você também tem taxa zero na corretagem para investimentos de renda fixa, como o CRI.

Como investir no CRI? Passo a passo

Investir em CRI é muito simples. Para isso, basta seguir este passo a passo:

  1. Abra a sua conta de investimentos na Rico
  2. Transfira valores da sua conta bancária a partir de uma TED de mesma titularidade
  3. Acesse o painel em sua área logada na Rico com todos os ativos de renda fixa
  4. Localize os papéis de CRI
  5. Estude investimento mínimo, rentabilidade e prazos de resgate
  6. Então, escolha o ativo
  7. Em seguida, envie sua remessa de compra.

Pronto! Você já é um investidor de CRI. 

Agora, é só acompanhar a movimentação do certificado na sua conta.

CRI, CRA, LCI e LCA: Qual a diferença?

Ao pesquisar por alternativas de renda fixa, você já deve ter ouvido falar sobre CRI, CRA, LCI e LCA, não é mesmo?

Mas qual será a diferença entre esses tipos de investimentos?

O CRA tem a mesma configuração do CRI. 

A diferença é que o CRA é um Certificado de Recebíveis Agrícolas. Ou seja, o valor arrecadado com a venda dos ativos é utilizado para financiar o agronegócio.

As Letras de Crédito Imobiliário e Agrícolas (LCI e LCA) também são títulos de renda fixa isentos de Imposto de Renda.

Mas, enquanto os certificados de recebíveis são emitidos por securitizadoras, as letras de crédito têm emissão dos bancos. 

Além disso, LCI e LCA são cobertas pelo FGC.

CRI ou Poupança: Qual a melhor opção?

Você sabe o quanto a caderneta de poupança vem devolvendo aos investidores como remuneração? 

Em 2020, com a Taxa Selic em 2% ao ano, ela está pagando apenas 1,4% sobre o saldo. Isso mesmo que você leu.

O valor da correção da poupança fica menor do que a inflação anual – estimada em 3,45% para o ano pelo Boletim Focus.

Ou seja, um verdadeiro prejuízo para quem deixa o dinheiro parado na conta.

Por outro lado, os CRIs são geralmente indexados ao CDI. Neste momento (novembro de 2020), a taxa está em 1,9% ao ano.

Assim, você deve buscar por CRIs que remunerem acima de 100% do CDI para ter maior rentabilidade, mas ela sempre será mais atrativa que a poupança. 

Na Rico, você encontra opções que pagam mais de 130% da taxa, o que é um ótimo rendimento.

Invista em CRI hoje

Com tudo que você leu, acha que é uma boa investir em CRIs? 

Acredita que essa seja uma aplicação que combine com seu perfil de investidor e atenda aos seus objetivos financeiros?

Então, não perca mais tempo.

Abra gratuitamente a sua conta de investimentos na Rico, aguarde a confirmação por e-mail, transfira valores, pesquise pelos melhores CRIs e realize a operação.

Fácil, não é? 

Na Rico, você ainda tem taxa zero para investimentos em renda fixa. 

Então, é só criar sua conta e começar a investir hoje mesmo.

Conclusão: Vale a pena investir em CRI?

Neste conteúdo, você viu que o CRI é um investimento de renda fixa com rendimentos atrativos e isenção do IR. 

Mas, ao mesmo tempo, não é coberto pelo FGC e tem baixa liquidez.

Então, será que vale a pena investir em CRI?

Antes de tudo, você precisa analisar seu perfil de investidor e objetivos com o investimento. 

Em seguida, estudar os certificados disponíveis, sua remuneração e riscos.

Cruzando todas essas informações, fica fácil descobrir se esse é o tipo de ativo mais indicado para você.

No geral, os CRIs são uma boa forma para diversificar a carteiras de investimento – inclusive, dos investidores mais arrojados.

Você pode conferir, ainda, outras informações sobre CRI e ativos de renda fixa no nosso blog. Assim, você aprende a investir com mais confiança, tendo retornos atrativos. 

Invista melhor com a Rico: abra sua conta!

Obrigado por ler até aqui!


dezembro 16, 2020

Letras Financeiras (LF): conheça esse título de renda fixa  

A Letra Financeira (LF) é um investimento de renda fixa de médio a longo prazo – pelo menos dois anos – e que busca recursos para custear as operações de instituições financeiras, oferecendo em troca uma rentabilidade que pode ser atrativa e potencialmente maior do que outras aplicações da categoria.

Essa modalidade não existe há muito tempo, tendo completado em 2020 uma década desde o seu lançamento.

A Letra Financeira tem ganhado cada vez mais espaço dentro das estratégias de investimento e seu funcionamento é parecido com o de outros títulos da renda fixa, como CDB e LCA.

Continue lendo para conhecer mais detalhes sobre a aplicação e avaliar se ela atende aos seus objetivos enquanto investidor.

Estes são os tópicos que vamos abordar no conteúdo:

  • Letra Financeira: o que é?
  • Como funcionam as Letras Financeiras?
  • Vantagens e desvantagens das Letras Financeiras
  • Riscos e tributação das Letras Financeiras
  • Investir em Letras Financeiras: como fazer um planejamento financeiro?
  • Afinal, como investir em uma Letra Financeira?
  • Estruturas de remuneração das Letras Financeiras
  • Perguntas frequentes sobre Letras Financeiras
  • Investir em Letras Financeiras vale a pena?
  • Comece a investir em renda fixa hoje.

Boa leitura!

Letra Financeira: o que é?

Letra Financeira é o nome dado ao investimento de renda fixa utilizado por bancos e instituições financeiras para captar recursos para uso em longo prazo.

O funcionamento da LF é bem parecido com o de outros títulos semelhantes, como o Certificado de Depósito Bancário (CDB) e as Letras de Crédito do Agronegócio e Imobiliário (LCA e LCI).

Na prática, quem investe em uma Letra Financeira está emprestando dinheiro ao banco que, em troca, oferece uma rentabilidade como remuneração.

Quem emite Letra Financeira?

A Letra Financeira é comercializada na forma de um título de crédito privado emitido por bancos e instituições financeiras do mercado.

Como a emissão não é feita pelo governo, e sim por empresas, essa aplicação tende a ser um pouco mais arriscada.

Em contrapartida, as taxas de rendimento também podem ser maiores do que as do Tesouro Direto, por exemplo.

Como funcionam as Letras Financeiras?

A LF é caracterizada como um título privado de investimento em renda fixa, o que significa que é uma aplicação emitida por instituições particulares.

Na maioria dos casos, o rendimento é pós-fixado e está atrelado às taxas do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Isso significa que o investidor só vai saber o valor exato da remuneração no resgate do valor aplicado.

Mas é possível estimar o retorno justamente a partir do percentual pago do CDI – como veremos mais à frente. 

Basicamente, então, você investe agora e resgata na data prevista, sem grandes surpresas, como acontece em produtos de renda fixa.

Qual é o investimento e prazo mínimo?

Se está pensando em investir em Letras Financeiras, é importante ter atenção às especificações e regras dessa modalidade.

No que diz respeito ao valor mínimo, só é possível investir se  você tiver pelo menos R$ 50 mil. Ou seja, se trata de um investimento não tão acessível para quem está começando.

Já quanto ao prazo, o mínimo estabelecido é o saque dois anos após a aplicação, mas há títulos com prazos mais longos. 

Então, com a baixa liquidez, esse pode não ser o investimento ideal para construir uma reserva de emergência.

Para quem é indicado?

Enquanto renda fixa, a Letra Financeira casa bem com todos os perfis de investidores.

Pode tanto estar na carteira de conservadores para sair da poupança, quanto em moderados e arrojados que desejam diversificar suas aplicações.

Mas sempre lembrando que a escolha pela modalidade depende bastante dos objetivos definidos para o rendimento obtido.

Quer juntar dinheiro para fazer uma viagem ou comprar um carro daqui a dois ou três anos? Essa é uma boa opção.

Já para juntar dinheiro e resgatar quando quiser, essa não é a melhor opção.

Qual é a rentabilidade?

As Letras Financeiras têm rentabilidade parecida com a de outros ativos da renda fixa, mas pode ser ligeiramente superior.

O segredo é observar o indicador que a corrige, como no caso do percentual pago do CDI.

O mais comum é que a taxa seja pós-fixada de acordo com o rendimento dessa taxa.

Ainda assim, existem opções atreladas ao IPCA (taxa da inflação), além de outras prefixadas.

Vantagens e desvantagens das Letras Financeiras

A principal vantagem de investir em Letras Financeiras é que essa modalidade oferece boas taxas de rendimento entre as alternativas de renda fixa.

É uma ótima opção para abandonar de vez a poupança.

Além disso, também se alinha a diferentes objetivos, seja de aquisição de um bem, seja de diversificação da carteira.

Tem ainda a previsibilidade da renda fixa, que permite ao investidor estimar quanto irá receber se mantiver o valor aplicado até o prazo definido para o vencimento.

Isso sem falar da facilidade de aplicação em bancos e corretoras por todo o Brasil.

Mas existem também desvantagens ou pontos de atenção, como a baixa liquidez e o valor de investimento inicial, que pode ser alto para muitos.

Para os mais conservadores, também o fator risco pode desagradar.

Isso porque as as Letras Financeiras não contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site http://www.fgc.org.br.

Por isso, a dica é investir apenas em títulos emitidos por instituições sólidas.

Riscos e tributação das Letras Financeiras

Como as LFs não têm garantia do FGC, o maior risco desse investimento está na eventual falência da instituição emissora do título.

Sempre existe a possibilidade de acionar a empresa judicialmente para ter de volta o valor do contrato, mas esse pode ser um caminho caro e demorado.

Esse é um risco que, infelizmente, não conseguimos controlar nem prever, pois é um tipo de evento que pega todos desavisados.

Para remediar esse mal, voltamos a repetir: a recomendação é escolher instituições sólidas e de renome no mercado.

Quanto à tributação, incide sobre as Letras Financeiras o Imposto de Renda com uma alíquota de 15%.

Vale destacar que essa é a menor taxa de IR entre todos os ativos da renda fixa.

Investir em Letras Financeiras: como fazer um planejamento financeiro?

Se quer investir em Letras Financeiras, mas não sabe por onde começar, pode ficar tranquilo.

Separamos a seguir três dicas importantes para você fazer o seu planejamento financeiro e escolher as melhores LFs do mercado.

Defina os seus objetivos

A definição dos seus objetivos é o primeiro passo para iniciar a jornada que vai levar você até o investimento em Letras Financeiras.

Antes de começar, reflita sobre os seus planos e metas para o futuro: você precisa de dinheiro para pagar dívidas, fazer uma viagem ou abrir um negócio?

Entender seus objetivos é essencial para criar um planejamento financeiro eficaz em longo prazo.

Renegocie dívidas

De nada adianta se programar para investir em Letras Financeiras se você ainda tem dívidas gerando juros.

O mais inteligente nesse caso é buscar uma renegociação das suas pendências para que o montante devido não continue aumentando a cada mês de inadimplência.

Conforme sair do vermelho, aproveite o dinheiro que sobra e faça ele trabalhar por você.

Crie uma reserva de emergência

Sua capacidade de investimento é proporcional ao hábito de poupar dinheiro.

Conforme você constrói uma reserva de emergência, consegue fazer aportes maiores e, assim, amplia a rentabilidade obtida.

Então, economize, invista e acompanhe com satisfação os resultados.

Afinal, como investir em uma Letra Financeira?

Agora que você já entendeu todos os prós e contras de investir em uma Letra Financeira, organizou o planejamento financeiro e definiu os objetivos, está pronto para aplicar o seu capital.

Comece buscando por uma corretora de valores de confiança e experiente no mercado.

Com quase uma década de trabalho na gestão de investimentos, a Rico oferece uma área exclusiva de aprendizado para o cliente tirar as suas dúvidas.

cadastro para criar a sua conta é simples e rápido – em poucos minutos, você estará pronto para investir.

Em seguida, você deverá fazer a transferência do valor que quer aplicar para a sua conta de investimento.

Depois disso, basta escolher entre as opções de Letras Financeiras e concluir a sua aplicação.

Estruturas de remuneração das Letras Financeiras

Existem diferentes tipos de Letras Financeiras, que variam de acordo com a sua estrutura de remuneração.

Confira abaixo mais detalhes sobre as principais alternativas do mercado.

Prefixado

Chamamos de prefixados aqueles títulos de renda fixa que têm a sua rentabilidade descrita no momento da compra.

Isso significa que o investidor sabe de antemão qual será o rendimento da aplicação.

Assim, ele pode se programar de acordo com as taxas oferecidas e fazer o planejamento inverso a partir do valor que quer resgatar para decidir o valor inicial do seu investimento.

Pós-fixado

No caso dos títulos de renda fixa pós-fixados, o contrário acontece: o investidor não tem acesso à taxa de rentabilidade no momento da aplicação.

Nesse cenário, o rendimento permanece atrelado a algum índice econômico, como o IPCA ou o CDI.

Misto

No caso das Letras Financeiras que têm estrutura de remuneração mista, existe uma mescla entre o modelo prefixado e o pós-fixado.

Na prática, isso significa que o cálculo de rentabilidade considera uma taxa fixa, revelada no momento da aplicação, acrescida da variação de um índice da economia – o IPCA, na maioria das situações.

Perguntas frequentes sobre Letras Financeiras

Mesmo com todas as informações que apresentamos acima, pode ser que alguma dúvida tenha permanecido.

Por isso, respondemos abaixo as perguntas mais frequentes sobre as Letras Financeiras.

O que são Letras Financeiras Subordinadas?

As Letras Financeiras Subordinadas levam esse nome porque incluem uma cláusula em seu contrato que subordina o pagamento da remuneração do investidor à quitação de outras dívidas por parte da instituição.

Como aqui existe mais risco, a rentabilidade também costuma ser maior.

O que são Letras Financeiras Garantidas?

Ao contrário das Subordinadas, as Letras Financeiras Garantidas asseguram ao investidor o direito de receber o valor da sua remuneração ao final do período.

Em março deste ano (2020), uma circular do Banco Central (BC) regulamentou os empréstimos interbancários mediante a emissão das LFs Garantidas.

Qual é a diferença entre Letra Financeira e Letra de Câmbio?

Existem algumas diferenças entre as Letras Financeiras e as Letras de Câmbio.

Podemos começar citando o fato de que as LCs tendem a ter uma duração mais curta, sendo possível fazer o resgate a partir do primeiro ano.

Outra questão é que os investimentos mínimos começam em R$ 1 mil.

Para as Letras de Câmbio, há também a cobertura do FGC para valores de até R$ 250 mil por aplicação e CPF/CNPJ.

Qual é a Letra Financeira do Tesouro Direto?

A Letra Financeira do Tesouro (LFT) é um título público do Tesouro Direto – uma categoria diferente daquela que estamos tratando neste conteúdo.

A LFT é também conhecida como Tesouro Selic e tem rentabilidade diária atrelada à taxa básica de juros da economia.

Nesse caso, é considerada a taxa média das operações diárias, de acordo com os registros do sistema Selic.

Investir em Letras Financeiras vale a pena?

A resposta para a questão se vale ou não a pena investir em LF depende de quais são os seus objetivos e de como estão as suas finanças hoje.

Isso porque, como vimos, essa modalidade de investimento exige um valor mínimo inicial que pode ser alto para alguns.

Se você tem capital disponível, boa tolerância aos riscos e gosta da ideia de obter uma rentabilidade maior, esta é uma aplicação interessante para você.

Comece a investir em renda fixa hoje

Nunca é tarde para começar o seu plano de investimentos.

Seja com Letras Financeiras ou outro ativo de renda fixa, fuja da caderneta de poupança, que em 2020 deve perder até para a inflação, pagando apenas 1,4% ao ano.

Quando o assunto é investimento, a pior estratégia possível é deixar o dinheiro parado – com o passar dos meses, a inflação vai corroer o seu patrimônio pouco a pouco.

Não perca mais tempo e comece já a aplicar o seu capital em renda fixa.

Faça isso com a Rico. Abra sua conta agora!

Conclusão

A Letra Financeira é um investimento em títulos de renda fixa que trabalha com a captação de recursos em médio ou longo prazo.

Pode ser interessante para você realizar sonhos e metas que dependem de dinheiro.

E com as dicas que conferiu neste conteúdo, você tem tudo o que precisa para dar esse passo.

Aproveite para investir em renda fixa com a Rico.

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outubro 13, 2020

Fundo de renda fixa com rentabilidade negativa é possível?  

Nos últimos meses, muita gente se surpreendeu com a ocorrência de fundos de renda fixa com rentabilidade negativa.

Conhecida por ser muito segura e ter alta liquidez, a modalidade teve, na primeira metade de 2020, uma performance aquém do que gostariam seus investidores.

A taxa Selic em seu menor patamar histórico ajuda a explicar, mas não reduz a surpresa.

Historicamente, a renda fixa sempre foi vista como um porto seguro para investidores, onde era possível aplicar e ter ganhos por vezes pequenos, mas estáveis.

Não significa que, agora, quem esteja investindo nesse tipo de ativo perca dinheiro.

Contudo, dependendo da aplicação, pode ocorrer de o retorno real ser negativo, a exemplo do que já acontece com a poupança (foi assim na caderneta em 2019 e deve ser assim novamente em 2020).

Continue lendo para saber mais sobre a rentabilidade negativa em fundos de renda fixa e entenda como melhor proteger seu patrimônio nesse contexto.

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O que é rendimento negativo?

No mundo dos investimentos, a rentabilidade de um ativo deve ser sempre comparada à inflação que foi registrada no mesmo período para verificar qual foi o ganho real.

Esse cálculo precisa ser feito para que possamos entender se a aplicação apresentou ganhos superiores à desvalorização da moeda.

Mas não é só a inflação que poder causar uma perda relativa: tributos, custos e taxas também influenciam aqui – mais à frente, entraremos em detalhes sobre cada caso. 

Diferente do que pensam algumas pessoas, os investimentos de renda fixa também têm preços unitários, que variam de acordo com as oscilações do mercado.

Assim, impera a clássica lei da oferta e demanda: quanto mais interessados na compra, maior será o preço;  quanto mais interessados na venda, menor será o preço.

Para o investidor, pode ser difícil perceber esse movimento já que, os títulos de renda fixa não são como as ações, que são vendidas pelo home broker.

Nesse caso, a cotação é calculada diretamente pelas instituições financeiras no momento da compra ou venda de um título.

O rendimento negativo, portanto, define a situação onde os ganhos de renda da aplicação não superam os abatimentos diversos.

Quais são os riscos de investir em um fundo em renda fixa?

Uma mesa com várias contas, calculadora, canetas, óculos e lupa, em referência ao fundo de renda fixa com rentabilidade negativa

Agora que você entendeu o conceito de rentabilidade negativa, pode estar na dúvida se vale ou não a pena investir em ativos de renda fixa.

Para tomar uma decisão consciente, é importante estar a par dos prós e contras envolvidos nessa negociação.

Por isso, separamos abaixo os principais riscos que existem para quem quer investir em um fundo de renda fixa – é importante ler cada ponto com atenção para decidir de maneira assertiva e de acordo com seus objetivos financeiros.

Risco de calote

O risco de calote está presente em todos os ativos financeiros do mercado.

Ainda que existam, em alguns casos, mecanismos para garantir a restituição do crédito para o investidor, esse é um risco real e que precisa ser considerado sempre que você for investir.

Toda instituição, grande ou pequena, está sujeita à falência por questões situacionais ou má gestão. 

Nesse quesito, o Tesouro Direto sai na frente já que seu emissor é o próprio governo federal e, por isso, as chances de calote se minimizam.

Além de ser um evento raríssimo, você só perderia o valor investido em títulos públicos se, primeiro, todo o sistema financeiro nacional sofresse um colapso, o que derrubaria primeiro as demais aplicações.

Fora do Tesouro, como comentamos, a principal medida de proteção contra o risco de calote vem da garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site http://www.fgc.org.br.

Risco de mercado

Lembra quando mencionamos a lei da oferta e demanda aplicada à cotação de ativos da renda fixa?

Quando falamos em risco de mercado, essa dinâmica fica ainda mais evidente.

A variabilidade de preço e liquidez faz com que, em alguns casos, o investidor tenha dificuldades em vender seus títulos de maneira antecipada e conseguir de volta o mesmo valor que foi investido.

No caso específico dos prefixados, as oscilações do mercado podem trazer ainda o risco de uma rentabilidade real corroída pela inflação.

Ou seja, se você desejar vender antes do prazo de vencimento, tem chances de perder dinheiro – o que não acontece se resgatar na data combinada.

Há investimentos em renda fixa com liquidez diária, a exemplo do Tesouro Selic e de alguns CDBs.

Risco de rentabilidade negativa

O assunto principal desse artigo também aparece como um dos riscos que precisam ser considerados durante uma negociação.

Antes de investir, portanto, entenda que existe na renda fixa a possibilidade de ter rendimento negativo – assim como em todas as outras modalidades de investimento.

Esse fenômeno pode ser ocasionado por diversos motivos diferentes, desde as oscilações do mercado até uma crise econômica global – como a pandemia do novo coronavírus, em 2020.

Fique atento para considerar todos os fatores que podem influenciar seus ganhos nesse sentido, como os que relacionamos abaixo:

Tributação

Você provavelmente já sabe que todo investidor está sujeito à tributação sobre seus rendimentos.

No caso específico dos fundos de renda fixa, pode existir uma tributação semestral de Imposto de Renda caracteristicamente conhecida “come-cotas”, cuja alíquota fixa é de 15%.

Ainda, fique de olho na incidência do IR no momento do resgate, de acordo com os valores da tabela regressiva.

Por fim, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) também surge em aplicações que permanecem por menos de 30 dias.

Taxas e custos

Além dos valores devolvidos ao governo por meio dos impostos, o investimento em fundos de renda fixa pode ter outros custos, como taxa de administração e de performance.

Essa cobrança conforme a corretora, podendo ser fixa ou proporcional ao investimento.

Preste atenção nos valores cobrados para avaliar se, no fim, não são as taxas que trazem uma rentabilidade negativa para o seu fundo.

Cliente Rico tem sempre a certeza de encontrar as melhores condições para aplicar seu dinheiro.

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Um fundo de renda fixa pode ter rentabilidade negativa?

Podemos começar respondendo de maneira direta à pergunta: sim, um fundo de renda fixa pode ter rentabilidade negativa.

Como já adiantamos, são muitos os fatores que contribuem para que esse cenário se consolide, a começar pelas ações do próprio investidor em relação a sua aplicação.

Quem resgata seu capital às pressas – e em um período menor do que 30 dias – acaba perdendo parte do seu potencial de ganhos por conta das taxas e tributos.

Existe também uma oscilação natural dos preços, comandada pela lei de oferta e procura.

Na prática, isso significa uma variação para mais e para menos nos ativos de renda fixa – no caso dos fundos, a quantidade de cotas disponíveis também influencia.

Por fim, outro fator que influi diretamente nos preços é a confiabilidade do emissor no mercado.

Durante uma crise, como a que vivemos hoje, a confiança das instituições financeiras é posta em xeque e as chances de um ativo apresentar uma variação negativa são maiores.

Afinal, a renda fixa “varia”?

Quando falamos em variação da renda fixa, isso não significa que o investidor não pode contar com as taxas de rentabilidade fixa oferecidas pela aplicação.

De maneira geral, essa variação acontece de acordo com as oscilações do mercado seja por fatores globais – como uma crise econômica – ou por questões cotidianas – como uma variação diária na liquidez.

Seja como for, ainda é possível esperar ganhos com as taxas que foram divulgadas durante a aplicação se você aguardar até o prazo final para fazer o resgate.

Nesse caso, não há grandes surpresas e o rendimento é garantido.

O “efeito manada” dos fundos de renda fixa

Quem é experiente no universo financeiro já sabe que estamos em meio de uma crise econômica, que pode ser a maior de todos os tempos.

Por conta desse contexto, pudemos observar no começo do ano um movimento que denuncia o susto tomado por alguns investidores nos primeiros meses do isolamento social.

O que observamos até abril foi um verdadeiro “efeito manada”, com um resgate generalizado do capital aplicado em fundos de investimento.

Segundo a Anbima (Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), a captação líquida do período ficou negativa em R$ 120,8 bilhões – muito mais gente resgatando do que aplicando capital.

Pode haver perda do valor aplicado em renda fixa?

A imagem mostra o mapa mundi, e gráficos de plataforma de investimentos, em referência ao fundo de renda fixa com rentabilidade negativa

Essa pergunta é bastante relativa e depende do que você entende como “perda do valor”.

De maneira geral, a renda fixa tem esse nome, pois apresenta sua rentabilidade de maneira fixa: ou segue um valor pré-estabelecido e previamente divulgado, ou tem seu rendimento atrelado a algum índice da economia.

Por isso, podemos dizer que não existe a possibilidade de sofrer uma perda objetiva do valor que foi aplicado.

Assim, no vencimento, ele sempre será devolvido com acréscimo da rentabilidade.

Quando falamos em rentabilidade negativa, porém, fica subentendido que aquele ativo perdeu seu valor.

Isso acontece dependendo de outros fatores da economia, sobretudo a inflação.

Para conseguir ganhos relativos – também chamados de “ganhos reais” – o investimento deve sempre render acima da inflação acumulada para o período, índice que mede a desvalorização da moeda.

Por que o fundo DI teve rentabilidade negativa em 2020?

Neste ano, mercados de todo o mundo têm lidado com as consequências de uma crise global desencadeada pela pandemia de coronavírus.

Em meio a isso tudo, o cenário nacional sofre as consequências de um período de incerteza que já vinha de antes.

A crise chegou ao Brasil em um momento não tão bom, tendo como principais marcas a alta histórica no dólar e os números recordes de desemprego.

Todos esses fatores contribuíram para que os fundos DI apresentassem um rendimento negativo a seus investidores nos primeiros meses do ano.

Dados da plataforma Morningstar de abril indicavam que 32% dos fundos de renda fixa tiveram rentabilidade negativa no período.

A desvalorização média da categoria ficou em 0,04%, uma perda inédita para muitos dos ativos em questão.

Dúvidas frequentes sobre rentabilidade negativa no fundo de renda fixa

Uma mão desenha em uma lousa vários cifrões e um ponto de interrogação no centro, em referência ao fundo de renda fixa com rentabilidade negativa

Na hora de planejar e decidir a composição de sua carteira, é importante avaliar todas as variáveis de cada negócio e escolher de maneira consciente para garantir bons ganhos.

E é por isso que até mesmo os investidores mais experientes podem ter dúvidas nesse momento.

Confira abaixo a resposta para as perguntas mais frequentes feitas sobre rentabilidade negativa nos fundos de renda fixa.

Por que os fundos de renda fixa dão negativos?

Como você pôde ver nesse artigo, são diversos os motivos que podem levar um fundo de investimento a ter rentabilidade negativa, ainda que se invista na renda fixa.

Seja por conta de tributação, pelas oscilações do mercado ou por saques antecipados, é preciso ficar atento para não acabar perdendo dinheiro.

Com cuidado e apoio de uma corretora de confiança, fica mais fácil agir de maneira estratégica para garantir bons ganhos em toda negociação.

O que significa IPCA negativo?

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – ou simplesmente IPCA – é um importante indicador da economia nacional.

Calculado pelo IBGE, ele indica as variações da inflação mês a mês e também no acumulado do ano.

Costumamos nos referir ao índice como sendo a taxa que representa a desvalorização da moeda no período, mas, em raras ocasiões, ele indica justamente o contrário.

Assim, quando nos referimos a um IPCA negativo – como o que foi observado para abril de 2020 –, estamos falando de uma variação em que a moeda passa a valer mais.

No caso recente, esse cenário se deu muito pela queda do consumo nos primeiros meses da pandemia no país.

Com menos gente comprando, a consequência lógica é que haja uma diminuição dos preços.

É possível perder dinheiro em CDB?

Os Certificados de Depósito Bancário – ou simplesmente CDBs – compõem uma modalidade de investimento em renda fixa bastante conhecida pelos investidores do país.

Como qualquer outra aplicação, existe sempre o risco de inadimplência no caso da falência do emissor.

Quanto menor for o banco que emite o título, menor será sua estrutura financeira e mais arriscada é a aplicação – mas, em contrapartida, maior será também a remuneração para os investidores.

Outra forma de “perder” dinheiro com o CDB é por meio dos eventos de rentabilidade negativa que abordamos anteriormente.

O que é um fundo de investimento espelho?

No mercado financeiro, são conhecidos por “espelho” os fundos de investimento que buscam replicar o desempenho de outro fundo.

A ideia aqui é flexibilizar o acesso para que mais pessoas possam investir com maior facilidade e ter bons ganhos sem precisar aplicar diretamente em fundos que já têm a maior parte de suas cotas vendidas.

Por espelhar outro fundo, esse tipo de aplicação pode ser bastante eficaz para quem quer investir em um ativo já consolidado no mercado.

Conclusão 

A rentabilidade negativa nos fundos de renda fixa veio como uma surpresa para muitos investidores desavisados.

O evento foi registrado nos primeiros meses do ano como uma consequência direta da pandemia de coronavírus que o mundo todo tem enfrentado.

Apesar do susto, o momento não é de desespero, mas de cuidado para agir com cautela e estratégia.

No fim das contas, quem participa do “efeito manada” e corre para fazer resgatar seu capital nesses momentos está muito mais sujeito a ter prejuízos no processo.

Continue acompanhando nosso blog para se manter atualizado sobre os principais eventos da economia e encontrar os melhores caminhos para os seus investimentos.

Invista com segurança e rentabilidade com a Rico.

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Obrigado por ler até aqui!



setembro 16, 2020

Renda Fixa: Ainda vale a pena investir?  

Quando o assunto é rentabilidade, muitos se perguntam se ainda vale a pena investir em renda fixa.

Sucesso de público, essa categoria de ativos acaba sendo o ponto de partida para muitos investidores, inclusive para abandonar a poupança e experimentar novas aplicações.

Porém, com a queda da Selic e alta histórica na cotação do dólar, a renda fixa vai ficando cada vez menos atrativa.

Significa que é preciso abandonar seus ativos e partir para a renda variável?

Depende, pois são muitos os pontos envolvidos na escolha do melhor investimento e a Rico está aqui para te ajudar durante todo o processo.

Continue lendo para entender melhor a questão e responder essa pergunta de uma vez por todas.

O que é fundo de renda fixa?

A renda fixa compõe uma categoria de investimentos que tem sua rentabilidade determinada no momento da aplicação ou, no caso das pós-fixadas, apresenta o rendimento de acordo com um índice pré-estabelecido.

De qualquer forma, nesse tipo de investimento, é possível projetar seus ganhos com maior confiabilidade, diferente do que acontece na renda variável.

Os fundos de renda fixa, portanto, reúnem em sua carteira diversos ativos dessa categoria e estão comprometidos a aplicar neles a maior parte (geralmente 80%) de seu patrimônio.

Rendimento médio do fundo de renda fixa

Hoje, os fundos de renda fixa têm um rendimento comparável ao oferecido pelo CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Em geral, seu retorno que acompanha a Selic, taxa que representa a meta dos juros praticados no país.

Por mais que a maioria dos fundos de renda fixa acompanhe os juros, aqueles que têm uma gestão mais eficiente podem ter ganhos acima desse índice.

Desde 2018, fundos atrelados à inflação e que contam com debêntures na carteira têm apresentado um retorno acima do CDI.

Na Rico, você encontra à sua disposição uma série de investimentos em renda fixa que pagam percentuais acima do CDI.

Ainda vale a pena investir em renda fixa ?

Ainda vale a pena investir em renda fixa?

Para entender se esse é um bom investimento, é importante primeiro definir quais são os seus objetivos ao aplicar  dinheiro.

O investidor que usa a renda fixa para se proteger da inflação, com certeza, pode continuar utilizando esse caminho ao escolher ativos com esse perfil.

O Tesouro IPCA, por exemplo, é um título público que garante rendimento real, não importa qual seja o índice de inflação registrado.

Existe ainda outra questão aqui que é referente à liquidez: em geral, ativos da renda fixa tem mais saída no mercado, o que garante ao investidor a possibilidade de vender seus títulos e acessar o capital de maneira rápida em caso de imprevistos.

Justamente por isso, também vale a pena investir em renda fixa para a formação de um fundo de emergência.

Tesouro Selic e alguns CDBs de liquidez diária são o melhor exemplo disso.

Isso sem falar em ter papéis do tipo na carteira dentro de uma estratégia de diversificação, que é sempre saudável para se proteger de perdas.

Então, não é por que a Selic e o CDI registram índices muito baixos que você deve abandonar a renda fixa.

O segredo do bom investidor é adequar as aplicações disponíveis aos seus objetivos.

Vantagens de investir em renda fixa

Se você ainda tem dúvidas sobre as características da renda fixa, confira abaixo nossa lista de vantagens dessa modalidade.

  • Rentabilidade: como o retorno é estável e recorrente, ela acaba sendo ideal para quem está formando seu patrimônio. No mercado, é possível encontrar várias alternativas que rendem acima de 100% do CDI
  • Facilidade: nos últimos anos, o processo para investimentos no Brasil mudou para melhor. Hoje, é possível investir em renda fixa sem sair de casa. E, como os ganhos são estáveis, não existe a necessidade de acompanhar o rendimento no dia a dia
  • Acessibilidade: outro ponto positivo para a modalidade está no fato de que esse investimento é acessível para todos os perfis de investidor. É possível encontrar títulos de renda fixa no mercado a partir de R$ 30
  • Diversificação: engana-se quem acredita que, ao investir em renda fixa, você está apostando todas as suas fichas em um só número. Dentro da categoria, há investimentos vinculados ao setor imobiliário (LCI), ao agronegócio (LCA), títulos públicos (Tesouro Direto), entre outros
  • Benefícios tributários: é importante saber que algumas das opções de renda fixa do mercado contam com isenção de Imposto de Renda, como é o caso do LCI e o LCA. Em momentos de crise, esse pode ser o diferencial para conquistar bons resultados.

Desvantagens em investir em renda fixa

É claro que há também desvantagens envolvidas na negociação de ativos de renda fixa.

Confira abaixo alguns dos principais fatores que devem ser pontos de atenção.

  • Carência: na hora de investir, é preciso ficar atento ao fato de que alguns ativos contam com um período de carência para resgatar o capital aplicado. Em alguns casos chamada de “rentabilidade negativa”, essa dinâmica faz com que investimentos liquidados prematuramente sofram perdas na rentabilidade
  • Taxas: nem todas as alternativas da renda fixa estão isentas de taxas – e o investidor precisa considerar isso. Para o Tesouro Direto, por exemplo, existe a incidência de IR e IOF, além da taxa de custódia cobrada pela bolsa
  • Baixo retorno: em tempos de taxa de juros em baixa histórica, é importante lembrar que a renda fixa talvez não tenha os melhores resultados, pois sua rentabilidade está atrelada à Selic, direta ou indiretamente.

Qual a perspectiva para a renda fixa?

No início de agosto de 2019, o Banco Central reduziu novamente a taxa Selic, agora para 2% ao ano.

Esse é o menor patamar da história e, segundo a perspectiva deixada pela reunião do Copom, a Selic deve se manter nessa faixa ou sofrer algum ajuste residual até o final de 2020.

Com isso, o investidor em renda fixa deve ter muita atenção a outro índice, o da inflação.

Afinal, é preciso descontar a inflação acumulada do período para conferir o rendimento real da aplicação.

Segundo o boletim Focus, a projeção é que a alta nos preços alcance 1,63% em 2020.

Como é um índice muito próximo da Selic, fica clara a possibilidade de haver uma rentabilidade real quase nula ou até mesmo negativa com a renda fixa.

É o que acontece com a poupança.

Imaginando que se confirme a projeção do Focus, em 2020, quem manter dinheiro na caderneta vai perder poder de compra.

Isso porque seu rendimento com a Selic a 2% ao ano é de apenas 1,4% – 0,23% abaixo da inflação.

Por isso, a poupança passa longe de ser uma boa escolha, mas há outras aplicações de renda fixa que se mantêm como opções seguras, rentáveis e que atendem aos seus objetivos, como veremos na sequência.

3 motivos para investir em renda fixa

Mesmo em momentos de crise, a renda fixa apresenta vantagens para o investidor.

Se você precisa de mais razões aplicar nessa categoria, confira abaixo três motivos.

Segurança

Boa parte dos investimentos em renda fixa tem a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site http://www.fgc.org.br.

E mesmo quando não tem, como no caso dos títulos públicos do Tesouro Direto, o investimento é garantido pelo governo federal.

Ou seja, você só perde se o país quebrar.

Além de um evento raríssimo, se acontecer, antes dele, todo o sistema financeiro já teria desabado.

Proteção

Os ativos de renda fixa se consolidaram como ótimas formas de se proteger em momentos de crise econômica.

Ainda que, por vezes, não apresentem as melhores taxas de rentabilidade do mercado, eles são sólidos e podem oferecer uma projeção precisa dos ganhos para o investidor se programar.

Diferente da renda variável, não existe o risco de uma desvalorização tão grande e súbita que coloque seu patrimônio em risco.

Liquidez

Uma característica da renda fixa que faz dela tão procurada por quem está montando seu fundo de reserva é que ela apresenta uma liquidez extremamente facilitada.

Com uma procura maior no mercado, fica mais fácil para o investidor vender seus papéis e acessar o capital de maneira emergencial.

E se você tiver investido no Tesouro Direito, por exemplo, essa dinâmica fica ainda mais evidente, já que o governo federal se compromete em comprar de volta os títulos, o que garante sua liquidez em qualquer momento.

Em qual renda fixa investir?

em qual renda fixa investir

Ao chegar até aqui, só resta escolher onde investir, não é mesmo?

Então, veja a lista de aplicações que selecionamos para você

Tesouro Direto

O programa do Tesouro Direto oferece uma opção descomplicada para quem quer iniciar sua jornada no mundo dos investimentos de maneira segura.

Na prática, você está emprestando dinheiro para o país, que devolve a quantia no vencimento do título acrescido de juros.

A modalidade é conhecida por sua alta liquidez, o que significa maior facilidade para vender os títulos a qualquer momento.

O Tesouro Direto conta hoje com três opções de títulos diferentes para que o investidor possa escolher: Tesouro Prefixado, Tesouro Selic e Tesouro IPCA.

CDB

Os Certificados de Depósito Bancário – ou simplesmente CDBs – compõem uma modalidade de investimento que, como o próprio nome indica, é emitida e administrada por bancos.

Ou seja, são parecidos com os títulos públicos, com a diferença de que, aqui, você está emprestando dinheiro para financiar as operações de bancos.

Trata-se de uma aplicação de renda fixa bastante conhecida pelos investidores do país por conta de sua longa tradição.

LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio são uma modalidade de renda fixa incentivada pelo governo federal, pois representam a injeção de recursos em setores estratégicos da economia.

Por isso, o investidor está dispensado da cobrança de Imposto de Renda.

Debêntures

Outro título de renda fixa são as debêntures, que são emitidas por empresas e seus recursos utilizados para pagar dívidas ou financiar projetos.

Não há garantia do FGC, mas a rentabilidade se mostra mais atrativa.

Entre os tipos de debêntures, estão as incentivadas,que também contam com isenção de tributos.

Letras de Câmbio

As LCs são muito parecidas com os CDBs.

A diferença principal é que seus recursos são utilizados por instituições financeiras de menor porte – e não por grandes bancos.

Por isso, também costumam ter uma taxas de rentabilidade mais alta – e contam com a proteção do FGC.

CRI/CRA

Assim como acontece com a LCI e LCA, o CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e o CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) são aplicações que se destinam a setores estratégicos.

A diferença está no seu emissor: nesse caso, são papéis de securitizadoras.

Não há cobertura do FGC, mas a rentabilidade costuma ser mais alta, já que tem indicação para um perfil de risco arrojado.

Dúvidas sobre se ainda vale a pena investir em renda fixa

duvidas frequentes sobre renda fixa

Ao planejar seus investimentos, diversas dúvidas podem surgir.

E para deixar você tranquilo e seguro da sua decisão, vamos esclarecer as principais relacionadas ao universo da renda fixa.

Acompanhe!

O que rende 1% ao mês?

Ficou no passado o tempo em que era possível investir em renda fixa com uma rentabilidade de 1% ao mês.

Ou seja, em torno de 12% ao ano.

Mesmo quando a Selic esteve próxima a isso, entre 2014 e 2017, não havia um  ganho real tão expressivo, porque a inflação era mais alta.

Existem investimentos que rendem 1% ao mês, mas sua rentabilidade é impossível de ser prevista, porque são ativos de renda variável.

Vale a pena investir em renda variável?

A renda variável é sempre uma boa opção para quem tem maior tolerância a riscos.

Mesmo em momentos de crise, é possível usar as oscilações do mercado a seu favor.

Quem quer usar a renda variável para alavancar os ganhos, deve manter os seus investimentos em renda fixa para garantir segurança e liquidez em suas finanças.

O ponto crucial aqui é diversificação – e a Rico pode te ajudar nessa tarefa.

BB renda fixa prefixado vale a pena?

Quem busca fundos de renda fixa para aplicar seu capital, tem aqui uma opção a se considerar.

Para saber se o BB Renda Fixa 500 vale a pena, o investidor deve antes entender quais são suas metas e se elas são compatíveis com o fundo.

A administração do grupo é feita pelo Banco do Brasil, que cobra pelo serviço uma taxa de 0,8% ao ano.

No informativo oficial, o banco explica que tem o objetivo de buscar a valorização de suas cotas por meio da aplicação em títulos públicos e privados, além de cotas de outros fundos.

CDB vale a pena?

Por se tratar de um ativo de renda fixa, vale aqui a mesma resposta que demos para essa questão anteriormente.

Quem for capaz de escolher de maneira estratégica, pode continuar utilizando o CDB para proteger sua reserva de emergência e garantir liquidez.

Renda fixa é a melhor opção para reserva de emergência?

Uma das principais características da renda fixa é que ela apresenta grande liquidez para o investidor.

Na prática, isso significa ter facilidade em vender seus títulos de maneira rápida sem perder dinheiro na operação.

Por isso, ela se tornou popular dentre aqueles que buscam compor sua reserva de emergência de maneira que consigam acessar o capital rapidamente.

É possível investir em renda fixa no exterior?

É completamente possível investir em renda fixa no exterior.

Mais recentemente, a abertura do mercado nacional para investimentos no exterior trouxe opções para quem quer aplicar diretamente no Brasil, através de corretoras brasileiras.

Cliente Rico pode consultar todos os fundos de renda fixa internacionais disponíveis em sua área logada.

Conclusão

Em meio a uma crise que atinge o mundo todo, até mesmo os investidores mais experientes podem ter dúvidas se ainda vale a pena investir em renda fixa.

No Brasil, a queda da taxa de juros e a alta do dólar têm sido um alerta para o fato de que a modalidade talvez já não traga os melhores resultados.

Mas, como vimos ao longo deste artigo, a renda fixa segue alinhada a diversos objetivos financeiros.

A escolha de um investimento é complexa e exige que o indivíduo leve em consideração diversos fatores da sua vida.

Com a Rico, você tem todo o apoio para fazer as melhores escolhas financeiras e garantir bons resultados.

Abra sua conta agora!

Obrigado por ler até aqui!


abril 3, 2020

CDB ou Tesouro Direto: qual é melhor?Simulador!  

Se  você está na dúvida entre CDB ou Tesouro Direto, é bom saber que ambos são investimentos tão seguros quanto a poupança.

Estamos falando sobre as estrelas da renda fixa. Não por acaso, a quantidade de investidores que apostam nessas aplicações financeiras não para de crescer. 

Como sabemos, a poupança rende cada vez menos. Então, muitas pessoas estão migrando dela em busca de investimentos mais rentáveis e tão seguros quanto.

Mas qual será a aplicação financeira ideal para o seu perfil? Essa é uma dúvida comum, que vamos responder neste artigo.

Hoje, há uma infinidade de aplicações em renda fixa e elas geram questionamentos sobre qual escolher, afinal, é o seu dinheiro que está em jogo. 

Entre CDB ou Tesouro Direito, há muitas diferenças.

Antes de investir, você deve conhecer cada um desses títulos e descobrir qual deles é o mais apropriado para a sua carteira

Para isso, preparamos um guia completo com tudo o que você deve saber sobre os dois investimentos.

Veja os tópicos a partir de agora:

  • O Que é Tesouro Direto?
  • Relação da Taxa Selic e o Tesouro Direto
  • O Que é CDB?
  • Como Comparar CDB e Tesouro Direto?
  • CDB x Tesouro Direto – Riscos
  • CDB x Tesouro Direto: Qual é Melhor?
  • CDB ou Tesouro Direto 2020 – Simulador
  • Tesouro Direto ou LCA
  • LCI x CDB
  • Poupança Nunca é Bom Investimento.

Se você tiver qualquer dúvida, deixe um comentário no final da página!

Boa leitura!

O Que é Tesouro Direto?

Homem em pé, sorrindo, mexendo no celular descobrindo a relação entre o cdb x tesouro direto - O Que é Tesouro Direto
O Tesouro Direto é a aplicação de renda fixa mais popular entre os investidores no Brasil

O Tesouro Direto é um título Público emitido pelo Tesouro Nacional. Ele é um empréstimo que você faz ao governo, que oferece uma taxa de juros como contrapartida. 

Este investimento representa um papel de dívida do Estado. O dinheiro captado é utilizado para financiar áreas como infraestrutura e educação. 

O programa foi criado em 2002. Hoje, há mais de 1,2 milhões de investidores (dados referentes a dezembro de 2019). De acordo com o balanço do Tesouro Nacional, 194.375 novos participantes ingressaram no programa no último mês do ano.

O Tesouro Direto oferece os seguintes tipos de títulos: prefixados, pós-fixados ou híbridos. Confira as características de cada um: 

Prefixados

Esta é a categoria mais conservadora. O título possui uma taxa de rentabilidade fixa, por exemplo, 5,60% ao ano. Então, ela se manterá até o vencimento. 

No momento da compra, você já sabe o quanto vai receber no dia do resgaste.

Você também pode calcular o valor a ser investido hoje para atingir o montante desejado no futuro.

O prefixado se divide em Tesouro Prefixado (LTN) e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F). A diferença entre eles é que a NTN-F paga os rendimentos semestralmente. 

Com a taxa fixa, esses títulos se tornam fáceis de investir e acompanhar. Eles são mais indicados para médio e longo prazo.

Em tempos de queda da taxa Selic e da inflação, ele também é uma boa escolha, principalmente se você acredita que esses índices vão cair mais. 

Neste cenário, o prefixado pode trazer rentabilidade superior aos demais títulos.

Assim, você protege o seu dinheiro de qualquer oscilação do mercado financeiro

Pós-fixados

O título público desta modalidade é o Tesouro Selic. Ele é um dos papeis essenciais a todos os tipos de carteiras. 

Um dos maiores atrativos dele é a liquidez diária. Diferentemente do prefixado, os lucros são acrescidos à aplicação todos os dias. 

A rentabilidade anual deste título é exatamente o valor da taxa Selic. Com isso, os ganhos sofrem oscilações até o vencimento. 

Este é o papel com menor volatilidade. Ou seja, a diferença entre o preço de compra e venda é muito pequeno. 

Híbridos

Na categoria, temos Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal) e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B). Eles são os mais investidos, com estoque superior a 40% do total.

O título é híbrido porque é oferecida uma taxa fixa mais o valor do IPCA do período. Então, você só terá apenas uma previsão do quanto o seu dinheiro vai render. 

O Tesouro IPCA é recomendado para investimentos de médio e longo prazos. Com ele, você mantém o seu poder de compra no futuro. 

Uma das vantagens desse título é o potencial de valorização. Ele pode ser utilizado em estratégias de venda antecipada, trazendo lucros expressivos aos investidores. 

Relação da taxa selic e o tesouro direto

Muitos investidores de primeira viagem têm dúvidas na hora de interpretar as informações do noticiário de finanças.

Ao ouvir falar sobre oscilações na Selic, por exemplo, podem ficar confusos se uma alta terá efeito positivo ou negativo em seus investimentos. 

Apesar de parecer complicada, a relação da taxa com o Tesouro Direto é mais simples do que parece.

No Brasil, conhecemos como Selic a taxa básica de juros praticados na economia nacional.

Ela se divide em dois tipos: a taxa meta e a taxa Over.

A primeira se refere à projeção definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) a cada 45 dias, com o objetivo de guiar os rumos da economia.

Já a taxa Over é atualizada diariamente e representa uma média ponderada de todas as operações feitas dentro do Sistema Selic, lastreadas em títulos públicos.

No caso do Tesouro Direto, os títulos mais afetados por mudanças nos juros praticados são aqueles com rentabilidade pós-fixada.

Também conhecido como Tesouro Selic, essa modalidade de investimento rende diariamente de acordo com uma base que corresponde a 1/252 da taxa vigente no período.

É importante lembrar que, como é impossível prever com exatidão como o mercado vai se comportar no futuro, o investidor só vai saber qual é o rendimento exato de sua aplicação no momento do resgate.

Baixas da Taxa Selic e o Rendimento do Tesouro Direto

Como dissemos, o títulos pós-fixado é a modalidade do Tesouro Direto que mais é afetada por oscilações na Taxa Selic.

Nesse começo de 2020, vivemos uma baixa histórica da taxa de juros praticados no país, que alcançou 4,2% ao ano em fevereiro.

Isso, certamente, afeta a rentabilidade dos títulos públicos.

Com a queda da Selic, aplicações de renda fixa podem se tornar menos rentáveis – e aqui se inclui o Tesouro Direto.

Uma opção para proteger o seu patrimônio nesse momento é o Tesouro IPCA, que garante ganhos acima da inflação.

Tenha em mente que, nesse título, a sua rentabilidade é guiada por dois fatores: parte prefixada e indicada no momento da compra, e outra parte pós-fixada, variando de acordo com o IPCA.

O Que é CDB?

Mulher sorrindo, sentada em frente ao computador, com uma xícara de chá descobrindo o que é melhor cdb x tesouro direto - o que é cdb
O CDB ganhou popularidade nos últimos anos e se destaca como aplicação de renda fixa

O CDB é o Certificado de Depósito Bancário. Ele é um título privado emitido pelas instituições financeiras, representando um empréstimo. 

Segundo dados da B3, o estoque total de investimentos em CDB no país supera mais de R$ 908 bilhões (dados de 14/02/2020).

A taxa de rentabilidade do CDB pode ser prefixada, pós-fixada ou híbrida. A lógica é a mesma que para os títulos públicos. 

Os mais populares são os pós-fixados, principalmente os atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário)

Os títulos privados híbridos costumam ter rentabilidade indexada ao IPCA. Neste caso, funcionam como o Tesouro IPCA+.

Esse investimento é recomendado para médio e longo prazo. A venda antecipada pode acarretar em perdas para o investidor.

Então, invista sempre com a intenção de levar o investimento até o vencimento.

Como comparar CDB e Tesouro Direto?

Agora que você já sabe o que é um Certificado de Depósito Bancário e o que é um título do Tesouro Direto, pode estar se perguntando como as duas modalidades de investimento se comparam.

A escolha entre aplicar em um CDB ou em um título do Tesouro é pessoal e vai depender de diversos fatores da sua vida financeira – abaixo, você confere um guia para te ajudar nessa tomada de decisão.

São diversas as questões que precisam se consideradas na hora de decidir por um ou outro caminho.

Em linhas gerais, a taxa de retorno oferecida pelos CDBs costuma ser maior que a do Tesouro Direto, principalmente os emitidos por bancos menores. 

Mas é muito importante estudar bem o investimento antes de decidir.

Se você já sabe bem qual é o seu perfil de investidor e quais são seus objetivos ao investir, resta saber sobre a rentabilidade das duas aplicações.

Para ajudar nesse sentido, ainda neste artigo, vamos apresentar nosso simulador de investimentos – ferramenta que traz um resultado comparado de aplicações de Tesouro Direto e de CDB. 

CDB x Tesouro Direto – Riscos

CDB x Tesouro Direto - Riscos
Tesouro Direto tem risco menor que o CDB, mas ambas são aplicações seguras

Ao comparar CDB ou Tesouro Direto, um dos fatores que você deve analisar são os riscos associados aos dois tipos de investimentos. 

Diferentemente do Tesouro Direto, os CDBs contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site http://www.fgc.org.br.

No entanto, o Tesouro Direto também é considerado extremamente seguro, porque o risco é o de o país quebrar, o que é um evento raríssimo. Antes disso, todas as instituições financeiras já teriam falido antes.

Assim, ambas as aplicações são realmente muito seguras, mesmo em comparação a outros investimentos de renda fixa.

CDB x Tesouro Direto: Qual é Melhor? 

Mulher sentada em frente ao computador, séria descobrindoCDB x Tesouro Direto - Riscos
Escolha entre CDB ou Tesouro Direto dependa do seu perfil e objetivos financeiros

Ao decidir qual é o mais adequado para a sua carteira entre CDB ou Tesouro Direto, alguns pontos devem ser analisados. Confira: 

1. Perfil de Investidor

Conhecer o seu perfil de investidor é o primeiro passo. Avalie qual o nível de risco x retorno que você está disposto a correr. 

Mesmo que ambos sejam renda fixa, eles podem ser mais agressivos, como o Tesouro IPCA, ou mais conservadores, como um CDB prefixado. 

2. Aporte inicial

Antes de investir, você deve definir qual o valor disponível para a aplicação. O aporte mínimo do CDB varia muito de acordo com o emissor.

Já o Tesouro Direto, por ser emitido pelo governo, foi pensando para atender a todos os públicos. A partir de R$ 30, você já pode adquirir o seu título. 

3. Frequência 

Saiba também a frequência e o valor de aplicação. Por exemplo, se você deseja investir mensalmente uma quantia de cerca de R$ 100, o Tesouro Direto é mais vantajoso. 

Enquanto isso, se você quisesse investir novamente em um CDB, você teria que fazer uma nova aplicação, respeitando o valor mínimo de investimento. Nesse sentido, o Tesouro é mais flexível, pois é vendido em frações. 

Uma das estratégias pode ser comprar os títulos públicos até que você tenha o valor suficiente para migrar para um CDB. 

4. Liquidez

Esse é um fator importante ao comparar CDB ou Tesouro Direto. A liquidez é a disponibilidade imediata do valor de resgate

O CDB pode ter carência. Ou seja, você não pode vender antecipadamente durante um período. Em contrapartida, a rentabilidade oferecida costuma ser maior.  

No Tesouro Direto, você pode vender o título a qualquer momento. Porém, algumas ressalvas devem ser feitas. 

A venda desses papéis é a preço de mercado. Você pode utilizar como estratégia de ganhos, fazendo uma boa marcação e vendendo no momento certo, de alta. 

Caso contrário, o seu título pode ter rentabilidade negativa, acarretando perdas no seu investimento. 

5. Rentabilidade

Ao comparar CDB ou Tesouro Direto, a rentabilidade depende do tipo de título, prazo de vencimento e risco

Você deve analisar o indexador e as taxas oferecidas.

Por exemplo, um CDB que oferece 100% do CDI terá rendimento semelhante ao Tesouro Selic. 

Algumas regras de renda fixa são válidas na maioria dos casos: 

  • Quanto maior o risco da instituição, maior a rentabilidade
  • Quanto maior o prazo de investimento, maior o prêmio oferecido
  • Para o CDB, quanto maior o aporte mínimo, maior a rentabilidade

6. Custos

Outro ponto na comparação entre CDB ou Tesouro Direto são os custos. Em ambos casos, há a cobrança regressiva do Imposto de Renda (IR)

Ela incide apenas sobre os rendimentos das aplicações e segue esta tabela: 

Prazo

Alíquota (%)

Até 180 dias

22,5

De 181 a 360 dias

20,0

De 361 a 720 dias

17,5

Acima de 720 dias

15,0

Tabela da alíquota regressiva do Imposto de Renda – Fonte B3

Nos primeiros 30 dias do investimento, os dois também sofrem a cobrança do IOF. Este é o Imposto sobre Operações Financeiras.

Ao solicitar o resgaste do valor nesse período, ele é cobrado de forma proporcional ao tempo da aplicação. 

O CDB pode cobrar taxa de administração. Ao investir pelo banco, provavelmente você terá que pagar este custo. Por isso, sempre escolha uma corretora, como a Rico.

Aqui a taxa é zero!

O Tesouro Direto tem a taxa de custódia. Ela é cobrada pela B3 de forma semestral, mas a Rico isenta o investidor dessa tarifa em renda fixa, renda variável e debêntures.  

Confira abaixo como investir no Tesouro Direto passo a passo:

CDB ou Tesouro Direto – Simulador

simulador cdb tesouro direto
Simule, veja o rendimento entre CDB x Tesouro Direto, compare e decida

Utilizamos o nosso Simulador de Investimentos para você comparar CDB x Tesouro Direto na prática.

Confira os resultados:

Prefixado

Neste caso, utilizamos o Tesouro Prefixado e um CDB com rentabilidade de 112% do CDI . Ambos com aplicação de R$ 10 mil e vencimentos muito próximos.

Vamos começar pelo CDB. Depois, o título do Tesouro Direto:

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Simulação CDB x Tesouro Direto – Tela capturada em 14/02/2020.

Os resultados mostram que o Tesouro Direto teve rentabilidade acima do CDB

A vantagem desse título público é que, se a Selic cair mais até 2023, este rendimento é mantido, trazendo ótimos resultados.  

Pós-fixado

Confira o exemplo aplicando R$ 10 mil em um CDB pós-fixado que paga 118% do CDI e uma aplicação de mesmo valor no Tesouro Selic.

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Simulação CDB x Tesouro Direto – Tela capturada em 14/02/2020.

Perceba que o rendimento líquido do CDB foi superior ao Tesouro Direto. Este resultado se explica principalmente pela taxa de 118% sobre o CDI, o que rende 4,23% ao ano contra 3,63% do título público.

Híbrido

Agora, utilizamos um CDB que paga a taxa de 3,25% + IPCA e o Tesouro IPCA+ 2026. Ambos com valor investimento de R$ 10 mil e prazo de aplicação quase idêntico. 

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Simulação CDB x Tesouro Direto – Tela capturada em 14/02/2020.

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O resultado da simulação mostra que o CDB rendeu mais no período que o Tesouro IPCA+. 

Observe a rentabilidade anual de cada um para entender que, mesmo pagando mais Imposto de Renda, o título bancário tem melhor performance.

Mas leve em conta que essa é apenas uma das simulações possíveis ao cliente Rico em sua área logada.

Os rendimentos dependem de uma série de fatores já citados e, portanto, o ideal é investir o seu dinheiro em diferentes aplicações.

Assim, você garante maior segurança e rentabilidade.

Tesouro Direto ou LCA

Mulher mexendo no celular sorrindo aprendendo sobre CDB x tesouro direto - Tesouro Direto ou LCA
Mesmo com a isenção da LCA, você deve analisar a taxa de rendimento oferecida

A LCA se refere às Letras de Crédito do Agronegócio. Elas são emitidas pelas instituições financeiras e os recursos são destinados para o financiamento do setor agrícola. 

Ao comparar LCA e Tesouro Direto, o princípio de rentabilidade é semelhante. Sendo que as LCAs mais ofertadas são as pós-fixadas atreladas ao CDI. 

Este títulos privados possuem aporte mínimo a partir de R$ 10.000. Já no Tesouro Direto,  o valor inicial é de R$ 30. 

A LCA tem período de carência mínimo de 90 dias. Então, você não pode resgatar o que investiu durante este tempo. No Tesouro, não há esta restrição.  

O risco associado de ambos é baixo. A LCA conta com a garantia do FGC para valores de até R$ 250 mil. 

Na tributação, o Tesouro Direto leva desvantagem. Já que as Letras de Crédito do Agronegócio são isentas de qualquer taxa. 

Veja na simulação abaixo a diferença de desempenho entre uma LCA prefixada em 5,85% e um título do Tesouro Prefixado 2023 em 5,28%, com vencimentos quase iguais:

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Simulação LCA x Tesouro Direto – Tela capturada em 18/02/2020.

A rentabilidade líquida anual da LCA é maior – 5,85% contra 4,49% -, o que se justifica pela isenção de Imposto de Renda e pelo maior percentual prefixado previsto para a aplicação.

LCI x CDB

A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) é semelhante à LCA. A diferença é que o financiamento dela é direcionado ao setor imobiliário. 

Comparando LCI e CDB, os rendimentos dependem da taxa e da categoria escolhida, sendo que a LCI tem uma gama de produtos menor. 

Sobre o aporte mínimo, o Certificado de Depósito Bancário pode oferecer valores iniciais mais acessíveis aos investidores. 

O risco dessas aplicações depende do prazo de vencimento e da instituição emissora, já que contam com a cobertura do FGC em até R$ 250 mil. 

Quanto aos custos, a LCI é mais vantajosa. Ela é isenta de todos os tributos.

Porém, há CDBs que rendem mais que ela mesmo assim. Nunca deixe de simular e comparar os investimentos. 

Veja abaixo a comparação de rentabilidade entre uma LCI prefixada em 5,1% e um CDB que paga 123% do CDI – ambos com vencimento em 4 anos.

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Simulação LCI x CDB – Tela capturada em 18/02/2020.

Observe como a isenção de IR faz diferença na comparação entre esses papéis. Assim, a LCI apresenta uma rentabilidade anual de 5,1% contra 4,39 do CDB.

Abra sua conta na Rico e tenha acesso a todos os nossos produtos de renda  fixa para simular e encontrar a aplicação ideal para seu perfil e objetivos.

Poupança nunca é bom investimento

CDB x tesouro direto - Poupança Nunca é Bom Investimento

Já foi a época em que a poupança era vantajosa. A partir de 2012, a nova regra de cálculo tornou esta aplicação ainda menos rentável. 

rentabilidade da poupança segue a seguinte métrica: 

  • Com a taxa Selic acima de 8,5% a.a: rendimento de 0,5% ao mês + TR
  • Taxa Selic menor ou igual a 8,5%: rendimento de 70% da Selic + TR

Hoje, estamos com a taxa básica de juros em 4,25% ao ano. Então, o rendimento da poupança é de apenas 2,97% ao ano.

Não por acaso, a caderneta fechou 2019 com retorno real negativo de -0,05%, não conseguindo repor as perdas com a inflação.

Note que a maioria dos investimentos em renda fixa apresentam rentabilidade muito maior do que essa aplicação. 

Ao considerar opções que pagam mais de 100% do CDI, a diferença é muito grande.

Por isso, a recomendação é que você invista o seu dinheiro em alternativas mais rentáveis, como Tesouro DiretoCDBs e LCI/LCA.

Precisamos de mais motivos para você sair da poupança agora mesmo?

Conclusão

cdb ou tesouro - qual é o melhor

O Tesouro Direto é um título público, enquanto o CDB é emitido pelas instituições privadas. Ambos são excelentes opções de renda fixa. 

Ao escolher entre CDB ou Tesouro Direto, você deve considerar alguns aspectos como rentabilidade, riscos, custos, liquidez e o seu perfil de investidor. 

O Tesouro é mais acessível para todos os públicos. Além disso, existe a facilidade para venda antecipada. 

Já o CDB pode ter carência, mas costuma oferecer rentabilidades mais atrativas.

Sobre a LCI e LCA, mesmo com a isenção das taxas, você deve analisar qual se adequa melhor aos seus objetivos e prazos.

O ideal é sempre manter uma carteira diversificada.

Conheça mais sobre renda fixa lendo estes outros artigos do nosso blog:

Com o nosso Simulador de Investimentos, vimos que, para escolher entre CDB ou Tesouro Direto, você precisa verificar os rendimentos anual e no período. 

Já a poupança não é um bom investimento. Com ela, você está perdendo dinheiro! 

A nossa recomendação é que você invista em diferentes produtos de renda fixa.

Aqui na Rico, você encontrará investimentos muito rentáveis e com toda a segurança necessária!

Os produtos de renda fixa são pré-selecionados por nossos especialistas, que avaliam o rating e a qualidade antes de ofertá-los em nossa plataforma.

Aproveite a oportunidade e abra a sua conta agora mesmo! 

Gostou deste artigo? Então deixe a sua opinião nos comentários!

Obrigado por ler até aqui! 


fevereiro 7, 2020

O que é CDB ? Rendimento, como Investir e valor mínimo!  

O CDB é um dos investimentos mais conhecidos pelos investidores da renda fixa.

Isso se deve principalmente à rentabilidade e segurança do Certificado de Depósito Bancário. Ele nada mais é do que um título emitido por bancos com o objetivo de captar dinheiro.

Assim, é possível obter rendimentos acima do benchmark da renda fixa sem complicações.

Mas como saber qual o rendimento do CDB?

Preparamos um guia prático e atualizado para você aprender como investir em CDB com segurança e rentabilidade. Você vai conferir:

  • O Que é CDB?
  • Como Funciona o Certificado de Depósito Bancário
  • Como Investir em CDB – 5 Passos
  • Conheça os Títulos de CDB Disponíveis
  • Rendimento dos CDBs hoje em 2020
  • Como Calcular Qual CDB Tem Mais Rendimento?
  • Prazo Para Investir no CDB
  • Qual o Melhor CDB em 2020?
  • Quando Vale a Pena Investir no CDB? Veja as Vantagens
  • Qual o Investimento Mínimo no CDB?
  • Tributação Aplicável no CDB
  • Riscos do Certificado de Depósito Bancário
  • CDB ou Tesouro Direto?
  • CDB ou LCI?
  • CDB ou poupança?
  • Devo investir em CDB por Banco ou Corretora de Valores?
  • O que é CDI e Qual a Relação com CDB?

Se você tiver qualquer dúvida, deixe um comentário no final da página. 

Boa leitura!

O Que é CDB?

O CDB é o Certificado de Depósito Bancário. Ele é um investimento de renda fixa emitido pelos bancos. 

Dessa forma, qualquer investidor pode ter um CDB no seu portfólio de aplicações financeiras.

E há boas razões para isso, como veremos ao longo do artigo.

Antes, vale saber que o CDB conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site http://www.fgc.org.br.

Como funciona o certificado de depósito bancário

Basicamente, o CDB funciona como um empréstimo do seu dinheiro para a instituição bancária.

Em troca, você recebe uma taxa de rentabilidade que é definida no momento da compra. 

A captação serve para financiar as atividades do banco emissor, como projetos, crescimento e pagamento de dívidas.  

De forma geral, os CDBs emitidos por instituições bancárias de menor porte tendem a oferecer taxas de rendimento maiores.

Assim como aqueles que possuem prazo de vencimento mais longo costumam ter rentabilidade mais atrativa.

Nos próximos tópicos, vamos mostrar esse aspecto com mais detalhes. 

Como investir em CDB – 5 Passos

Investir em CDB por corretoras de valores têm mais vantagens.

Aqui na Rico, você adquire as melhores opções diretamente do conforto da sua casa, ou seja, a negociação é totalmente online. Veja como fazer:

  1. Abra a sua conta: para começar a aplicação em CDB, você precisa abrir uma conta na Rico. Basta inserir os seus dados pessoais, criar um login e senha
  2. Transfira: agora, faça a transferência do valor a ser investido no CDB da sua conta bancária para a conta da corretora através de TED de mesma titularidade
  3. Entre na sua plataforma: neste ambiente, você encontra todos os investimentos e serviços que a Rico oferece. Para o CDB, clique na opção “Renda Fixa”
  4. Escolha: este é o momento mais importante! Verifique as opções de CDBs disponíveis para investir. Utilize também o nosso Simulador de Investimentos. Assim, você pode saber o quanto o seu dinheiro poderá render em cada um dos CDBs desejados
  5. Invista: já escolheu? Então, clique em “Comprar”. Insira o valor de aplicação e a sua assinatura digital. Clique novamente em “Comprar”. 

Pronto! Você acaba de se tornar um investidor de CDB e de oferecer um novo rumo ao seu dinheiro!

Conheça os títulos de CDB disponíveis

O CDB é categorizado segundo o tipo de rentabilidade em: prefixados, pós-fixados e híbridos

Antes de investir, você precisa conhecer como cada uma dessas opções funciona. Afinal de contas, elas definem como e quanto o seu dinheiro irá render até a data do vencimento. 

Saiba agora como o seu CDB pode render:

1. Títulos pós-fixados

Este é o tipo mais comum de CDB. A sua taxa de rentabilidade é atrelada a um indexador da economia.

Basicamente, o emissor paga um percentual do índice de referência utilizado – por exemplo, 120% do CDI ao ano. 

Como os indexadores variam com o tempo, os rendimentos do CDB pós-fixados também estão sujeitos a oscilações até a data do vencimento. 

Portanto, ao investir neste ativo, você só tem uma previsão de quanto irá receber no prazo de resgate. 

De forma geral, se o indexador sobe, os seus rendimentos também aumentam. 

A taxa de rentabilidade prefixada consiste em uma remuneração fixa – por exemplo, 6% ao ano.

2. Títulos prefixados

Ela se mantém dessa forma, independentemente das condições do mercado. 

No momento da compra, você já sabe exatamente o quanto o seu dinheiro vai valorizar até a data do vencimento. 

3. Títulos Híbridos

O CDB híbrido é a classe menos ofertada no mercado. Ele possui taxa de rentabilidade composta por duas partes: uma fixa e uma variável.

Digamos que você tem uma aplicação com rendimento de 3,0% + IPCA. Isso significa que ela renderá os 3,0% de forma fixa, mais o comportamento oscilatório do IPCA. 

Então, quando o IPCA sobe, os rendimentos do seu CDB híbrido seguem a mesma trajetória e vice-versa.

CDB pós-fixado ou prefixado? Descubra qual é melhor para você aqui

Rendimento dos CDBs

Nós já comentamos que, quando se trata de CDBs, o tamanho da instituição financeira não é garantia de uma taxa de retorno mais atrativa – muito pelo contrário.

Isso acontece porque esse tipo de aplicação nada mais é do que um empréstimo que o investidor oferece aos bancos.

E assim como qualquer empréstimo, existe sempre o risco de inadimplência (de o tomador não honrar o pagamento). 

Então, quanto menor for o banco emissor do Certificado de Depósito Bancário, menor tende a ser a sua estrutura financeira e mais arriscada a aplicação se torna.

Em contrapartida, maior será a remuneração oferecida para os investidores.

Na plataforma da Rico, os clientes podem escolher entre diversas opções de CDB de diversas instituições e seguindo diferentes indexadores.

Para os títulos que tem sua rentabilidade pós-fixada, por exemplo, você encontra o CDB do Banco Indusval.

A opção oferece hoje (janeiro de 2020) um retorno de 127% do CDI, com vencimento para janeiro de 2024.

Quem investe R$ 1.000 nesse título hoje, resgata no final do período o valor líquido de R$ 1.207,83, já descontado o Imposto de Renda.

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Simulação – CDB: tela capturada em 27/01/2020.

No caso dos CDBs prefixados, o Banco Pine se destaca, oferecendo três opções bastante rentáveis em janeiro de 2020.

Em primeiro lugar, com um rendimento de 8,65%, está a opção de CDB que tem vencimento para janeiro de 2027.

Dentre as opções de títulos híbridos, temos um CDB com vencimento para janeiro de 2027 e que promete a rentabilidade de 4,75% + IPCA.

Na hora de escolher uma das opções disponíveis na plataforma Rico, é importante olhar também para o retorno potencial sobre a inflação que aquele investimento traz.

E lembre-se: dos três os tipos de aplicação de renda fixa disponíveis no mercado de investimentos, apenas aqueles indexados ao IPCA garantem um retorno acima da inflação.

Como Calcular Qual CDB Tem Mais Rendimento?

Agora que você já conhece como funciona o CDB, chegou a hora de aprender a calcular o rendimento desta aplicação. 

Para ajudá-lo, utilizamos o nosso Simulador de Investimentos para comparar os tipos de CDBs disponíveis no mercado. Veja: 

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CDB com liquidez diária x CDB com liquidez no prazo de vencimento

Nesta simulação, considere um investimento de R$ 10 mil no prazo de 365 dias (1 ano). Confira o resultado: 

Simulação de CDBs com prazos de liquidez diferentes – Tela capturada em 27/01/20

Note que o CDB com liquidez diária obteve rendimento menor. Isso se deve à menor taxa de rentabilidade. Ao mesmo tempo, você tem a possibilidade de resgatá-lo a qualquer momento. 

De toda maneira, ele rende 97% do CDI. Então, ele pode ser interpretado como um investimento que paga remunerações justas. 

Conforme os seus objetivos, muitas vezes, é melhor obter rendimentos modestos, a obter perdas com o pagamento de multas ou tributos elevados ao solicitar o resgate antecipado de um CDB com liquidez no vencimento. 

CDBs com prazos de vencimento diferentes

Agora, vamos comparar o efeito do prazo de vencimento em relação à rentabilidade. Para isso, simulamos um investimento de R$ 10 mil. Veja os resultados:

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Simulação de CDBs com prazos de vencimentos distintos – Tela capturada em 27/01/20

Perceba que o CDB com prazo maior (1.461 dias) obteve valorização anual ligeiramente acima da aplicação para 365 dias. 

Ao avaliar este parâmetro no período todo, o efeito é ainda maior. Sem contar que os tributos também são cobrados em alíquotas menores, ou seja, é mais dinheiro no seu bolso

Se os seus objetivos de investimento possuem prazos mais avançados, investir em um CDB para um período maior tende a ser uma excelente opção. 

Prazo para investir no CDB

Todos os investimentos de renda fixa possuem prazos de vencimento bem definidos. Os CDBs costumam ser emitidos para períodos entre 30 dias e 1826 dias(5 anos).

Além disso, há o prazo de liquidação, que é o tempo que o emissor tem para depositar o dinheiro investido e corrigido na sua conta. Ele varia conforme as condições de investimento e o porte do banco. 

Então, antes de investir, é fundamental conhecer estas informações e verificar se elas estão alinhadas aos seus objetivosCaso contrário, você pode ter perdas de rendimento.

Hoje, com a evolução do mercado financeiro, você já encontra CDBs com liquidez diária.

Ou seja, ao solicitar o resgate antecipado, o dinheiro estará disponível na sua conta em apenas um dia útil. 

Invista em CDB agora mesmo!

Qual o Melhor CDB?

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Conheça as opções mais indicadas para ganhar dinheiro neste ano

Ao escolher um título, com certeza, você quer investir no melhor CDB. Mas, com tantos papéis disponíveis, como fazer essa escolha? 

Na verdade, essa resposta depende de uma série de fatores, principalmente pessoais. Tudo começa com os seus objetivos de investimento e os prazos de realização.

Outro ponto importante é ter em mente o valor a ser investido. Geralmente, quanto maior o aporte, mais rentabilidade. 

Com essas informações em mãos, basta verificar os CDBs que estão disponíveis no mercado. Conheça algumas opções para você investir ainda hoje na Rico:

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CDBs para investimento na Rico – tela capturada em 27/01/2020.

De forma geral, os melhores CDBs de 2020 são aqueles que possuem taxas de rentabilidade correspondentes às suas expectativas, isto é, que podem acelerar a realização dos seus sonhos.

Além disso, eles devem ter aportes acessíveis às suas necessidades. Perceba que há opções para todos os bolsos e com rendimentos acima do CDI. 

Outro ponto é a liquidez.

Os melhores CDBs do ano têm o prazo de liquidez alinhado aos seus objetivos. Por exemplo, se você quer comprar um imóvel daqui cinco anos, um ativo com vencimento em torno de 1800 dias pode ser uma boa opção. 

Note que a tomada de decisão não inclui apenas o rendimento da aplicação.

Por fim, ainda que contem com a proteção do FGC, você deve optar por CDBs que sejam emitidos por instituições com alta nota de rating.

Se você tem perfil conservador, esta métrica oferece mais segurança para o seu patrimônio. 

Quando Vale a Pena Investir no CDB? Veja as Vantagens

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Ele pode ser uma opção vantajosa tanto para os iniciantes, quanto para os investidores experientes

Investir em CDB é uma boa alternativa para diversas carteiras.

Mas, é importante saber que, muitas vezes, o investimento que é ideal para o seu amigo não serve para você. 

Por isso, é essencial conhecer as vantagens e desvantagens oferecidas por essa aplicação. Assim, fica mais fácil compará-la com outros ativos e tomar a melhor decisão

Então, para se beneficiar de quanto paga um CDB, confira a nossa lista e veja quais são as principais vantagens do CDB:

Facilidade

Para investir em CDB, você só precisa ter acesso à internet e uma conta em uma instituição financeira, como as corretoras de valores. 

A compra é totalmente online. Basta escolher o título que melhor corresponde às suas expectativas e aplicar em CDB. 

Rentabilidade

Um dos fatores de destaque do CDB é a sua rentabilidade. Hoje, é possível encontrar títulos que oferecem rendimentos acima de 100% do CDI.

Assim, você pode ganhar acima do benchmark da renda fixa de forma segura e prática. 

Segurança

O CDB é muito conhecido pela sua segurança. Ao investir nesta aplicação, você conta com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site http://www.fgc.org.br.

Assim, se o emissor falir, você não perde o valor aplicado. 

Diversificação 

O investimento em CDB costuma ser indicado para a diversificação dos investimentos, ou seja, ele pode ser um aliado poderoso para aumentar os rendimentos da sua carteira. 

Com esse equilíbrio, é possível manter os bons retornos, mesmo quando há turbulências no mercado. 

Liquidez

O CDB tem se tornado um investimento flexível. Com as inúmeras opções disponíveis no mercado, está cada vez mais comum encontrar ativos com prazo de liquidez menor. 

Então, se você quer investir em CDB, mas precisará utilizar o dinheiro antes da data do vencimento, o ideal é optar pelos ativos que possuem liquidez diária. 

Caso contrário, o prazo de liquidação elevado será uma desvantagem. 

Apesar de ser uma boa opção de ativo da renda fixa, investir em CDB também apresenta algumas desvantagens, como:

Tributação

A rentabilidade de um CDB sofre um desconto do Imposto de Renda que pode variar entre 15% e 22,5% na data de vencimento do título.

Assim, caso você possa optar por vencimentos mais longos, saiba que a sua aplicação contará com menos tributos.

Além disso, ao resgatar o seu CDB antes de 30 dias de operação, sua rentabilidade também sofrerá os efeitos da incidência de IOF.

Valor da aplicação

Para começar a investir em CDBs, você precisa ter pelo menos R$ 1 mil disponível para realizar esse tipo de operação.

Porém, dependendo do título e do seu emissor, esse valor mínimo pode variar, podendo chegar a R$ 10 mil, por exemplo.

Resgate

O resgate de um CDB pode ser feito somente em sua data de vencimento. Caso você deseje antecipar essa operação, a sua rentabilidade total pode ser afetada.

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Qual o Investimento Mínimo no CDB? 

Para saber quanto paga um CDB, é importante entender qual é o investimento mínimo que pode ser feito nesse tipo de operação.

Esse título da renda fixa é uma ótima opção para todos os tipos de investidores. Assim, hoje, é possível iniciar mesmo com pouco dinheiro. Há excelentes alternativas com aportes a partir de R$ 1 mil.

No entanto, como lembramos antes, existem operação que exigem um mínimo de R$ 30 mil.

Além disso, quanto maior for o valor do aporte inicial, maior será a rentabilidade desse ativo.

Investimentos menores também são boas opções para diversificar a sua carteira.

Tributação Aplicável no CDB

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As taxas são cobradas apenas sobre os rendimentos do CDB.

Diferente do que algumas pessoas pensam, investir em CDB possui custos. Assim, é fundamental que você os conheça antes de começar a investir em um CDB.

Vamos a eles:

IOF (Imposto sobre Operações Financeiras)

Ele incide sobre o investimento apenas nos primeiros 30 dias de aplicação. Caso você solicite o resgate do CDB durante esse período, haverá a cobrança do tributo. 

Sua incidência ocorre sobre o rendimento.

Assim, caso você tenham aplicado R$ 5 mil e deseje resgatar o seu título após 20 dias, o IOF vai incidir sobre o rendimento obtido no período.

Imposto de Renda (IR)

O Imposto de Renda incide apenas sobre os rendimentos e de forma regressiva. Ele é calculado no momento do resgate do seu título. Então, quanto maior o tempo de investimento, menor será a alíquota. 

Veja a tabela: 

% de IR sobre o rendimento

Período de aplicação

22,5%

180 dias após a aplicação

20%

360 dias após a aplicação

17,5%

720 dias após a aplicação

15%

720 da aplicação

Tabela da tributação do IR para o CDB – Fonte: Receita Federal

Riscos do Certificado de Depósito Bancário

Independentemente do porte do emissor, todo CDB é um investimento de renda fixa. Ou seja, ele é conservador e possui baixo risco.

Não existem surpresas em seu rendimento. Ele renderá exatamente o que está proposto no momento da compra. Se é 120% do CDI, o título renderá cerca de 4,6% com a taxa Selic a 4,5% a.a, por exemplo. 

No entanto, existe sim um fator a ser considerado, que é o risco de crédito. Trata-se da possibilidade de calote do banco que emite o CDB. Vale dizer que esse risco é maior com bancos pequenos e mais frágeis. 

Contra esse risco, na Rico, você possui duas garantias: a primeira é que selecionamos investimentos de bancos confiáveis.

A segunda é que o CDB conta com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que pode cobrir qualquer eventual calote até R$ 250.000. 

Dessa forma, os riscos da sua aplicação diminuem bastante, se tornando uma excelente opção para a diversificação da sua carteira de ativos.

Portanto, investir em CDB com a Rico é a sua melhor decisão para minimizar eventuais riscos. 

Lembre-se de que valor coberto pelo FGC é pensado em relação a cada CPF. Assim, caso você possua aplicações em outros títulos cobertos por pelo Fundo Garantidor de Crédito, preste atenção no somatório total de todos eles.

CDB ou Tesouro Direto?

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Tudo depende dos seus objetivos e expectativas de rentabilidade ao escolher uma aplicação ou outra

O mercado financeiro possui uma série de aplicações. Mesmo os investidores mais experientes costumam ter dúvidas na hora de designar o patrimônio. 

Na renda fixa, uma das questões mais recorrentes é sobre investir em CDB ou Tesouro Direto. Afinal, eles são os investimentos mais conhecidos da categoria. 

A diferença entre essas aplicações começa pela emissão, pois o Tesouro Direto é um título público, ou seja, é emitido pelo governo. 

Esse investimento possui taxas de rentabilidade que funcionam como o CDB. Porém, ao invés do CDI, um de seus indexadores é a Taxa Selic. 

Como esses dois índices têm valores muito próximos, o rendimento é semelhante. Em alguns casos, o CDB obtém retornos mais atrativos – por exemplo, 120% do CDI. 

Outra vantagem é a tributação, porque o Tesouro Direto possui as mesmas taxas que o CDB, mais a taxa de custódia de 0,30% ao ano. 

De acordo com a taxa de rentabilidade, as diferenças de ganho líquido podem ser grandes. 

No fator segurança, o Tesouro Direto é o investimento mais seguro do país. Mesmo que o CDB possua baixo risco, ele é um pouco mais arriscado que o título público. 

Em relação ao aporte inicial, o Tesouro Direto tem acessibilidade maior, pois o valor inicial é de apenas R$ 30,00, contra R$ 1 mil do CDB. Porém, ambos costumam ser excelentes opções de renda fixa

Ao compararmos a rentabilidade de um investimento de R$ 10 mil no Tesouro Selic 2025 e um CDB do Banco Fibra S.A, em um período de 5 anos, a rentabilidade do CDB é cerca de 0,65% maior ao ano.

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 Simulação de CDBs e Tesouro Direto – Tela capturada em 27/01/20

CDB ou LCI?

A LCI (Letra de Crédito Imobiliária) entrou no radar dos investidores após a queda de juros.

Com as taxas de rendimentos menores, muitos têm procurado investimentos que tenham custos mais atrativos para ter ganho líquido maior

Neste ponto, surge a dúvida entre o CDB e a LCI. A segunda alternativa é isenta de tributos, enquanto que o CDB tem o IR e o IOF. 

Então, se você quer investir sem pagar qualquer tipo de imposto e ainda financiar as atividades do setor imobiliário, a LCI pode ser uma boa alternativa. 

Ao mesmo tempo, há casos em que o CDB consegue superar os rendimentos da LCI, mesmo com estes tributos. Assim, é preciso analisar qual deles oferece retornos líquidos melhores.

De forma geral, ambos funcionam de maneira semelhante e costumam ser indicados para a diversificação de portfólio. 

CDB ou poupança?

poupança é vista por muitos como a alternativa mais segura de fazer o dinheiro render. Mas, isso é um mito! Hoje, o mercado financeiro oferece formas muito mais rentáveis e de baixo risco, como o CDB. 

Com a taxa Selic em 4,50% ao ano, a caderneta está com rendimentos de apenas 3,15% a.a. (janeiro de 2020). 

Ao aplicar o seu dinheiro na poupança, você deixa de ganhar 1,35%. Se compararmos com um CDB que paga mais de 100% do CDI, a diferença é ainda maior. 

Em termos de ganho real, em 2019, tivemos o IPCA acumulado em 4,31% e a caderneta oferecendo um retorno real negativo de – 0,05%.

Então, aplicar o seu dinheiro na caderneta não é um bom negócio. O ideal é buscar um investimento que ofereça rendimentos justos, como um CDB que pague, pelo menos, 100% do CDI. 

Confira a seguir a comparação de um investimento de R$ 10 mil em um período de 2 anos na poupança e em dois CDBs diferentes:

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Devo investir em CDB por banco ou corretora de valores? 

O investimento em CDB pode ser feito através de bancos ou corretoras de valores. Mas, há grandes diferenças entre investir nessas instituições, principalmente na rentabilidade. 

As grandes instituições bancárias oferecem aplicações com taxa de rendimento pouco atrativas e a gama de opções bem menor. 

Já nas corretoras de valores, você pode contar com inúmeras alternativas de CDBs. Assim, você escolhe o mais adequados aos seus objetivos. 

Sem contar que as taxas de rentabilidade costumam ser muito maiores.

Tenha em mente que os bancos, geralmente, cobram a taxa de administração. Assim, você ganha menos ainda.

O que é CDI e Qual a Relação com CDB?

Chamamos de Certificado de Depósito Interbancário (CDI) os títulos privados utilizados para empréstimos entre bancos.

Os papéis são emitidos e utilizados exclusivamente por instituições financeiras, funcionando como empréstimos rápidos e de curto prazo.

A origem do CDI vem de uma regra do Banco Central, que exige que os bancos sempre fechem o dia com saldo positivo.

Assim, quando o volume de saques supera o de depósitos, a diferença é tomada como empréstimo por meio do Certificado de Depósito Interbancário.

Já o valor da taxa é calculado com base nos juros praticados no país, a taxa Selic Over, de modo a equiparar ambas.

Em geral, o que acontece nessas negociações é que o dinheiro é tomado pagando a Selic e recebido com base no CDI.

A intenção por trás da aproximação com a taxa de juros é não gerar lucros ou prejuízos nos empréstimos interbancários.

Além de guiar as taxas de empréstimos entre bancos, o CDI é utilizado como indexador de rentabilidade para aplicações de renda fixa pós-fixadas, como o CDB.

Os investimentos que oferecem a taxa como referência entregam uma rentabilidade que está diretamente ligada a ela e que, por isso, pode sofrer variações até a data de vencimento.

Outro fator que influencia no rendimento do CDB é, justamente, o prazo de vencimento da aplicação.

Veja, como exemplo, a simulação abaixo, que traz papéis com o mesmo valor investido, mas tempo de aplicação bem diferente.

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Simulação de CDBs – Tela capturada em 27/01/20.

Para estudar o investimento, é interessante avaliar também a rentabilidade anual, que é bem diferente nas três aplicações.

Conclusão 

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Comece a investir em CDB e realize os seus maiores sonhos!

O CDB é um título de renda fixa que costuma oferecer taxas de rendimento bastante atrativas. 

Além disso, os títulos do CDB possuem baixo risco. Então, ele pode ser uma excelente opção para os investidores de perfis conservador e moderado. 

Nos últimos anos, o número de emissão de CDBs tem aumentado. Hoje, você encontra ativos que cabem no seu bolso e aceleram a concretização dos seus objetivos. 

De forma geral, essa aplicação costuma ser recomendada para metas de médio e longo prazos, como aposentadoria, compra de um carro ou casamento. 

Já os CDBs com liquidez diária podem ser utilizados para os objetivos de curto prazo, por exemplo, reserva de emergência ou viagem de férias. 

Então, este ativo se mostra como uma alternativa bastante flexível. Porém, você deve ter em mente a sua estratégia de ganhos e o seu perfil de investidor. 

Para ter acesso aos melhores CDBs e começar a ver o seu dinheiro crescer de forma segura, o primeiro passo é abrir a sua conta na Rico agora mesmo! 

Gostou deste artigo? Então, deixe um comentário com sugestões. 

Continue aprendendo sobre investimentos com estes outros artigos do nosso blog:


setembro 6, 2019

Letra de Crédito Imobiliário: O que é, como funciona, vantagens [LCI]  

Você já ouviu falar sobre investimento a Letra de Crédito Imobiliário?

A LCI é um produto financeiro de renda fixa. Isso significa que ao investir na Letra de Crédito Imobiliário, a tendência é que você não tenha muitas surpresas até o resgate do valor.

Quem investe em títulos de LCI pré-fixados, por exemplo, conhece exatamente o quanto irá resgatar no momento do vencimento.

Com os pós-fixados a rentabilidade será um percentual da taxa de CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Essa característica é algo que normalmente agrada quem se acostumou em deixar o dinheiro na poupança, mas tem observado que a sua rentabilidade na poupança pode ficar abaixo de outras aplicações.

Então, seja para fazer seu dinheiro render mais ou para diversificar seu leque de aplicações financeiras, vale conhecer mais sobre a LCI.

Para isso, reserve alguns minutinhos para a leitura deste artigo.

Quem sabe não são essas as informações que vão abrir seus olhos para um novo e interessante investimento?

O que é Letra de Crédito Imobiliário?

Como explicamos, a Letra de Crédito Imobiliário é um título de renda fixa emitido com o objetivo de levantar recursos para aplicação em investimentos no setor imobiliário, incluindo aí financiamentos e projetos de reforma e construção.

Os recursos de um empréstimo para aquisição de casa própria, por exemplo, são oriundos do investimento nesse título.

As LCIs podem ser emitidas por bancos comerciais, bancos múltiplos, públicos e privados, desde que sejam instituições autorizadas pelo Banco Central a realizar operações de crédito imobiliário.

Além disso, a contratação de uma LCI deve, obrigatoriamente, ser registrada na Cetip, a Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados.

É a Cetip que prevê serviço de guarda de títulos do mercado financeiro, incluindo papéis, valores mobiliários públicos, derivativos, entre outros.

Ao pesquisar sobre LCI, tenha cuidado para não confundir com a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio).

Embora sejam modalidades praticamente idênticas de investimento, como o próprio nome sugere, a LCA consiste em títulos emitidos para captação de recursos para investimentos no agronegócio.

São valores que financiam a compra de máquinas e equipamentos no setor, por exemplo.

Como Funciona o Investimento em Letra de Crédito Imobiliário?

Agora que vimos o que é Letra de Crédito Imobiliário, vamos entender como funciona o investimento.

Como você sabe, uma das principais funções de um banco é oferecer empréstimos aos seus clientes.

São valores que podem ser usados para diversas funções: desde abrir um negócio até comprar um imóvel ou veículo.

Contudo, para poder conceder esses empréstimos, o banco precisa ter recursos – e é nesse momento que entram títulos como as LCIs.

As instituições financeiras usam a venda desse tipo de título para captar recursos e viabilizar as suas atividades, incluindo a oferta de financiamento de imóveis.

Assim, de maneira resumida, elas tomam empréstimos com os investidores, compradores dos títulos, para repassar a seus clientes, que podem ser outras pessoas ou empresas.

Portanto, os investimentos em LCI são como um empréstimo. E, ao investir, você é o credor.

Mas qual a vantagem para o banco nisso? – você deve estar se perguntando.

A resposta é simples: está no lucro que resulta dos juros.

Ou seja, ao investir em LCI, você empresta ao banco, que repassa aos seus clientes e cobra juros por isso.

No meio financeiro, é o que se chama de spread bancário, a diferença entre o valor do empréstimo e o que é pago pelo seu tomador.

Você também recebe juros pela aplicação. Eles são ligeiramente menores daqueles pagos aos bancos por seus clientes, mas não deixam de ser atrativos.

Vale dizer ainda que, quando negocia uma Letra de Crédito Imobiliário com uma instituição financeira, você firma um contrato, em que consta a taxa de juros a ser paga.

Nesse instrumento, estão disponíveis outras informações importantes, como prazo da aplicação e rentabilidade.

Agora, vamos entender melhor cada um desses pontos.

Rentabilidade

A rentabilidade prevista na Letra de Crédito Imobiliário é semelhante a de outros produtos de renda fixa.

São três tipos. Confira:

  • Prefixada – nesse caso, o investidor sabe exatamente quanto vai receber ao final do prazo de investimento, pois a taxa de juros é fixa e determinada no momento da aplicação
  • Pós-fixada – na modalidade pós-fixada, o investidor só sabe quanto vai receber no final do prazo de investimento. Contudo, é possível ter uma ideia do retorno, uma vez que a rentabilidade é atrelada a algum indicador financeiro, como o CDI, oscilando num valor próximo à taxa Selic, por exemplo.
  • Híbrida – esse tipo de LCI faz uma união das duas modalidades e tem parte de sua renda definida no momento da aplicação e outra atrelada à variação de um indexador, como o IPCA.

As modalidades apresentadas são comuns a produtos de renda fixa.

No caso das LCIs, o mais provável é que você invista em um título com rentabilidade atrelada à taxa DI.

Ou seja, que paga um percentual do CDI no momento do resgate.

Prazos

Os prazos de uma Letra de Crédito Imobiliário são conhecidos no momento da aplicação.

Eles são definidos pela instituição emissora e seguem a regra básica da renda fixa: quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, melhores tendem a ser as taxas oferecidas por ele.

Já quando o resgate acontece antes do prazo, a rentabilidade inicialmente prevista pode ser comprometida.

Clique e abra sua conta na Rico

Aplicação Mínima

Uma característica da LCI é que ela possui um valor mínimo para aplicação, que é definido pela instituição emissora do títulos.

É possível encontrar LCIs com investimento mínimo de R$ 5.000, mas o mais comum é em média R$ 30.000.

Tributação

Quem investe em LCI tem a vantagem de isenção de Imposto de Renda e de IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras.

Como o dinheiro levantado pelas LCIs é destinado para um setor estratégico na economia, o setor imobiliário, o governo não cobra os tributos como forma de fomentar as aplicações nesses títulos e, consequentemente, no setor.

O mesmo acontece com a Letra de Crédito do Agronegócio.

Custos para investir

Além do valor mínimo para aplicação, algumas instituições podem exigir determinadas taxas para investimentos em Letra de Crédito Imobiliário.

A boa notícia é que você pode fugir delas, melhorando a rentabilidade final.

Na Rico a taxa para investimento em renda fixa é ZERO.

Assim, para começar seu investimento em LCI, basta abrir uma conta na Rico, escolher a modalidade, depositar o valor que deseja e aguardar o prazo para resgate.

Vantagens de Investir na Letra de Crédito Imobiliário em 2019

Como você já deve ter percebido, a Letra de Crédito Imobiliário possui algumas vantagens quando comparada a outros produtos do mercado financeiro.

Para deixar tudo mais claro para você, vamos trazer mais detalhes sobre elas, o que inclui:

  • Isenção do Imposto de Renda
  • Baixo risco (cobertura do FGC).

Isenção do Imposto de Renda

A isenção do Imposto de Renda é, sem dúvida, uma das grandes vantagens das LCIs.

Dependendo do caso, por não serem tributadas como ocorre com outros títulos de renda fixa (como CDB e Tesouro Direto), as LCIs podem oferecer maior rentabilidade aos investidores.

Há casos em que a rentabilidade é superior à rentabilidade de CDBs, até mesmo superando os 100% do CDI.

Baixo risco

Outra vantagem das LCIs é o baixo risco, o que é possível graças à cobertura do FGC – Fundo Garantidor de Crédito.

Esse é um instrumento que protege o investidor contra a falência de bancos e outras instituições financeiras.

Ou seja, se você aplicar em Letras de Crédito Imobiliário e o emissor escolhido quebrar, você não perde seu dinheiro – desde que o investimento seja limitado a R$ 250 mil por CPF.

Essa vantagem aparece em outros ativos de renda fixa, mas não se repete em opções de renda variável, por exemplo.

Clique e abra sua conta na Rico

Pontos de Atenção Sobre as Letras de Crédito Imobiliário

Apesar das vantagens que acabamos de ver, as LCIs também possuem pontos de atenção importantes.

O primeiro se refere ao limite de investimento mínimo.

Como vimos, a exigência não é alta, mas é preciso garantir que seu orçamento não será prejudicado pela aplicação.

Ao conhecer bem suas finanças e traçar um planejamento, você tira isso de letra.

Outro aspecto que merece atenção é o prazo de investimento.

A maior parte dos títulos de Letra de Crédito Imobiliário possui vencimento a partir de um ano, o que pode desestimular alguns investidores que buscam aplicações de curtíssimo prazo.

Além disso, a carência de 90 dias para essa aplicação faz com que as LCIs não sejam indicadas para investimentos que podem precisar ser resgatados a qualquer momento.

Isso significa que se você não sabe se vai precisar do dinheiro daqui a 30 dias, é preciso avaliar se a LCI é realmente o investimento mais adequado nesse momento para você.

Comparando LCI e LCA – Simulações

Uma mão estendida com uma chave e um chaveiro em formato de casa, em referência à letra de crédito imobiliário

As LCIs e LCAs são títulos com características muito parecidas e, por isso, podem exibir resultados parecidos em suas rentabilidades.

Para mostrar isso na prática, utilizamos nosso Simulador de investimento.

Observe e compare as duas aplicações no exemplo abaixo:

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comparacao-lci-lca-simulador

Note que, nessa simulação (dados de Agosto/2019), os resultados para os investimento em LCI e LCA foram exatamente os mesmos.

Isso acontece porque os dois papéis possuem características muito parecidas.

Além disso, para uma comparação justa entre os títulos, usamos prazos e valores iguais.

Prazo de aplicação

Agora, vamos fazer uma simulação para comparar três títulos com diferentes prazos de vencimento.

Observe no exemplo abaixo:

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Perceba nos resultados desse exemplo comparado em Agosto de 2019 que, quanto maior o prazo do investimento, maior a sua rentabilidade.

Isso acontece porque o emissor tende a oferecer rendimentos mais atrativos para aplicações com prazo mais longo.

De qualquer forma, mesmo a opção de LCI com prazo menor (500 dias) apresentou um bom rendimento nesse caso.

Comparação LCI x Poupança

Agora, vamos a uma última simulação: LCI x Poupança.

Observe os resultados:

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Veja, na imagem, a comparação entre LCI e poupança feita em Agosto de 2019. Note que ela ofereceu uma rentabilidade mais alta, com ganho de R$ 1.153,12.

Isso aconteceu pelas características de rendimento da famosa poupança, que não demonstrou boa atratividade nesses exemplos.

Para a poupança, funciona assim:

  • Caso a Selic esteja acima de 8,5% ao ano, a rentabilidade será de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR)
  • Se a Selic estiver abaixo dos 8,5% ao ano, ela será de 70% da taxa Selic mais a TR.

Como a Selic está em 6% ao ano no momento (Agosto/2019), o rendimento da poupança é calculado com base no segundo cenário. Nesse cálculo, leve em conta que a TR do período está em 0%.

Assim, temos o seguinte rendimento da poupança:

  • 0,7 x 6% + 0% = 4,2%

Já as LCIs têm rentabilidade definida a partir de um percentual do CDI – por exemplo, 92% do CDI.

Nesse caso, temos o seguinte cálculo:

  • 0,92 x 5,9 = 5,48%

No fim das contas, nesses dois casos, a poupança saiu em desvantagem.

Nesse contexto dos exemplos, qualquer título de LCI que pague uma taxa maior ou igual a 75% do CDI exibiria um retorno melhor.

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Comece a Investir em Letras do Crédito Imobiliário Agora Mesmo

Agora que você já conhece as Letras de Crédito Imobiliário, pode abrir sua conta na Rico e começar a investir para fazer dinheiro trabalhar por você.

Porém, para garantir uma melhor rentabilidade, é importante considerar as seguintes dicas:

Mire o longo prazo

Já falamos sobre isso antes, mas não custa repetir: quanto maior o prazo de aplicação, maior a rentabilidade.

Isso porque a instituição financeira terá mais tempo para realizar novos empréstimos e receber o dinheiro que cedeu.

Faça investimentos maiores

Da mesma forma, quanto maior o valor aplicado, melhor será a rentabilidade do investimento.

Contudo, é muito importante ficar atento à diversificação.

Significa dizer que, se você tem R$ 100 mil para investir e gostou da proposta da Letra de Crédito Imobiliário, não aplique todo o dinheiro nesses títulos.

A carteira de investimentos ideal é diversificada com diferentes produtos de modo a balancear segurança e rentabilidade.

Acompanhe os resultados do seu investimento

Já comprou sua LCI? Então, é hora de acompanhar os resultados.

Ao longo do caminho, podem surgir novas oportunidades de investimento, acrescentando maiores possibilidades de ganhos à sua carteira.

Só não se deixe levar pelas oscilações comuns do mercado, que podem gerar insegurança e levar a decisões precipitadas.

Portanto, escolha uma boa LCI, faça seu investimento e acompanhe os resultados periodicamente, sem exageros.

Conclusão

Como vimos ao longo do texto, a Letra de Crédito Imobiliário é um título de renda fixa que possui diversas vantagens interessantes como a isenção do Imposto de Renda.

Combinada com a proteção do FGC, a aplicação se candidata a uma importante alternativa à poupança, pois tende a ter igual segurança e melhor rentabilidade.

Ao investir, não deixe de avaliar o prazo de resgate e a previsão de rentabilidade.

Para seguir aprendendo sobre investimentos, confira também estes outros artigos:

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fevereiro 25, 2019

O que você precisa saber antes de investir em LC!  

Você sabia que a LC (Letra de Câmbio) é um investimento de renda fixa que pode oferecer rendimentos acima de 100% do CDI?

Essa aplicação é conhecida por oferecer taxas de rentabilidade atrativas.

Em uma economia com juros mais baixos, os investidores tendem a buscar por alternativas que tragam resultados melhores. Por isso, a LC tem ganhado muito destaque na renda fixa.

Trata-se de uma ótima opção para iniciantes porque é possível conseguir rendimentos acima da poupança sem abrir mão da segurança.

Mas, antes de começar, você precisa entender como este investimento funciona e como escolher o mais adequado para a sua carteira de aplicações.

Assim, preparamos este guia completo com tudo o que você deve considerar sobre a LC para colocar em prática a partir de agora:

  • O que é LC e como funciona esse investimento?
  • Quando investir em LC vale a pena?
  • Vantagens e desvantagens do investimento em LC
  • Tipos de LC
  • Como funciona o investimento em LC
  • Como investir em LC

Se você tiver qualquer dúvida, deixe um comentário no final da página.

Boa leitura!

O que é LC e Como Funciona Esse Investimento?

A LC é a letra de câmbio. Ela é um ativo de renda fixa emitido pelas financeiras, como a Crefisa e a BMG.

Basicamente, este investimento funciona como um empréstimo do seu dinheiro ao emissor até a data de vencimento estabelecida no momento da compra.

O dinheiro captado pelas financeiras por meio da LC é utilizado para o custeio de empréstimos.

Em troca, você receberá uma taxa de rentabilidade, que se manterá durante todo o período, por exemplo, 110% do CDI.

Portanto, na data do resgate, você receberá os rendimentos mais o valor investido e corrigido.

Quando Investir em LC Vale a Pena?

lc quando investir

A letra de cambio pode ser uma boa opção frente aos baixos juros da economia

Como a LC é oferecida pelas financeiras, a taxa de rentabilidade pode ser mais alta quando comparada a outros investimentos de renda fixa, como os CDBs que são emitidos por bancos.

O tipo de emissor e sua nota de rating definem o prêmio do papel. Por isso, quanto mais sólido for o emissor, menor tende a ser o rendimento. Afinal, um banco grande, por exemplo, não tem dificuldade para captar dinheiro.

É diferente de uma financeira de menor porte que não possui correntistas.

Mesmo assim, ela é uma alternativa segura, pois é garantida pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o limite de R$ 250 mil por CPF.

Diferente do Tesouro Selic e de alguns CDBs com liquidez diária, a LC possui menos liquidez. Para evitar perdas, o ideal é mantê-la até a data do vencimento.

Caso contrário, você pode ter que arcar com multas ou rendimentos pouco atrativos, pois o resgate antecipado é calculado sobre o valor atual de mercado do ativo.

Portanto, tome a decisão de investir em LC quando seus objetivos de médio e longo prazos, como comprar um imóvel ou alcançar o primeiro milhão, estiverem alinhados.

Vantagens e Desvantagens do Investimento em LC (Letra de Câmbio)

Como qualquer investimento, a LC possui pontos positivos e negativos. Por isso, é fundamental conhecer cada um deles e tomar a melhor decisão.

Lembre-se de que o conhecimento é uma das ferramentas mais poderosas para fazer o seu dinheiro crescer ao longo do tempo.

Diante disso, conheça agora as vantagens e desvantagens de investir em LC:

Vantagens

  • Oferece taxa de rentabilidade atrativa
  • Risco baixo e garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito)
  • Facilidade na hora de investir
  • O investimento é registrado sob a sua custódia

Desvantagens

  • Aporte inicial pode ser alto
  • Possui a cobrança de tributos
  • Pode apresentar prazo de carência
  • Não pode ser utilizado como garantia em operações na bolsa de valores, como o day trade e Mercado Futuro
  • Não possui liquidez diária

LC prefixada x LC pós-fixada x LC híbrida

lc rendimento

A forma de rentabilidade mais comum é a pós-fixada

A taxa de rentabilidade determina a forma como o seu dinheiro renderá. Basicamente, você pode encontrar três tipos:

  • Prefixada
  • Pós-fixada
  • Híbrida

A LC prefixada consiste em um investimento que possui uma taxa de rentabilidade fixa, por exemplo, 9% ao ano.

Então, ao manter o investimento até a data do resgate, você receberá exatamente como o acertado no momento da compra, ou seja, não há surpresas

Isso é bom porque você sabe quanto o seu dinheiro renderá até o vencimento, mas também pode ser ruim em um cenário em que o IPCA avance e diminua o seu ganho real, que significa a sua rentabilidade menos a inflação.

A LC prefixada pode uma opção para quem quer investir hoje com o objetivo de resgatar um determinado valor no futuro, por exemplo, comprar um imóvel de R$ 300 mil em sete anos.

Ela também tende a ser uma alternativa quando há previsão de baixa nos juros da economia, como a taxa Selic e a inflação, pois o seu rendimento é maior quando comparado às demais taxas do mercado. 

O rendimento pós-fixado nada mais é do que uma taxa de rentabilidade atrelada a um indexador da economia, como o CDI. 

Logo, ela será um percentual do indicador, por exemplo, 115% do CDI ou 100% da taxa Selic.

Neste caso, a rentabilidade depende da performance do indexador escolhido. De forma que, se ele subir, os rendimentos também aumentam e vice-versa.

A LC pós-fixada costuma ser indicada quando há previsão de alta ou estabilidade nos juros da economia.

Desta forma, o investimento poderá ser encaixado em objetivos de qualquer prazo, como o custeio do estudo dos filhos, casamento ou compra de um veículo.

Por fim, temos a LC híbrida. A sua taxa de rentabilidade possui uma parte fixa e outra variável, que por sua vez, é atrelada a um indexador. Os mais comuns são o IPCA e o IGP-M.

Assim, você receberá um rendimento fixo mais a variação do indicador escolhido, por exemplo, 5% + IPCA. Perceba que, neste caso, o ganho é de 5% sobre a inflação do período.

Este tipo de LC tende a ser ideal aos investidores que buscam manter o poder de compra ao longo do tempo, pois o capital irá valorizar, ao invés de sofrer o efeito corrosivo da inflação.

A taxa híbrida também é conhecida por oferecer ganho real.

Este cálculo costuma ser interessante porque mostra, exatamente, quanto dinheiro vem para o seu bolso.

Porém, a decisão final sobre a melhor LC para a sua carteira depende também de outros fatores que serão mostrados nos próximos tópicos.

Como Funciona o Investimento em LC

Rentabilidade da LC

A rentabilidade da LC depende do seu emissor. Basicamente, ela tende a render acima do CDI.

De forma geral, as financeiras de pequeno e médio portes oferecem letras de câmbio com taxas de rendimento mais atrativas.

Outro fator que influencia na rentabilidade é o tempo de investimento. Assim, quanto maior o prazo de vencimento, a tendência é de que a LC tenha taxas melhores.

É importante lembrar que o risco é proporcional à rentabilidade. Portanto, você deve avaliar a sua tolerância a ele antes investir.

Valor Mínimo

O aporte mínimo para investir em LC varia entre R$ 1 mil até R$ 50 mil. Isso depende do emissor do ativo.

Geralmente, a letra de câmbio que possui valor inicial mais elevado oferece taxas de rentabilidade maiores.

Então, se você possui disponibilidade financeira, ela pode ser uma boa opção para a sua carteira.

Prazo

O prazo de vencimento da LC varia conforme o seu emissor entre seis meses até sete anos.

Por conta do perfil do ativo, o investimento em letra de câmbio costuma ser recomendado para o médio e longo prazos.

Resgate

A LC pode ser resgatada apenas na data do vencimento. Em alguns casos, há a possibilidade de vendê-la antes deste prazo.

Porém, os rendimentos tendem a ser prejudicados e o emissor pode cobrar multas. Sem contar que os tributos também são maiores.

Então, o ideal é escolher uma LC que seja condizente com seus objetivos como investidor.

Caso você invista com foco na reserva de emergência, outros ativos devem ser priorizados, como o Tesouro Direto e os CDBs com liquidez diária.

O resgate é feito de forma automática. Nesta etapa, os tributos serão descontados e você receberá o rendimento líquido diretamente na sua conta.

Vale lembrar que a LC possui prazo de liquidação. Em geral, ele é D+2, ou seja, dois dias úteis para o dinheiro estar disponível para sua conta. 

Investir em LC é seguro? Tem cobertura do FGC?

A LC pode ser entendida como um investimento tão seguro quanto à poupança. Isso porque, como citado, ela possui a garantia do FGC para valores de até R$ 250 mil por CPF.

Então, caso o emissor da sua letra de câmbio quebre, você não perde o que investiu.

Além disso, ao investir em uma LC, ela será colocada sob a sua custódia, ou seja, é mais segurança para o seu capital.

Vale lembrar que, antes de investir, você deve analisar a nota de rating do emissor. Ela mostra a tendência dele em honrar com os pagamentos dos rendimentos.

Portanto, quanto mais próxima de A+, melhor está a situação da instituição.

Aqui na Rico, você não precisa se preocupar com este fator, pois antes de serem ofertadas, as letras de câmbio passam por uma rigorosa análise por meio do nosso time de especialistas.

Assim, você pode investir de forma segura e tranquila. Incrível, não é?

De forma geral, a letra de câmbio pode ser classificada como um investimento de baixo risco, o que é ideal para os investidores de perfil conservador e moderado.

Como Investir em LC com a Rico

lc como investir

Na Rico, você investe em letra de câmbio em apenas 5 passos

Depois de ler este artigo, provavelmente, você ficou curioso para fazer o seu dinheiro render com a LC, não é mesmo?

Então, preparamos um passo a passo simples e prático para você começar a investir ainda hoje. Veja:

Passo 1: Abra a sua conta

Para investir em LC, você precisa de um agente intermediador, como as corretoras de valores, ou seja, é preciso abrir uma conta.

Aqui na Rico, este processo é rápido e gratuito. No mesmo dia, já é possível fazer as suas aquisições.

Basta acessar o nosso site. Clique em “Abra a sua conta”. Insira as suas informações pessoais, crie um login e senha. Agora, é só aguardar o nosso retorno por e-mail.

Passo 2: Transfira

Faça a transferência do valor a ser investido na LC da sua conta bancária para a conta da corretora.

Este procedimento deve ser feito através de TED de mesma titularidade. Em menos de trinta minutos, os recursos já estarão disponíveis para você começar.

Passo 3: Entre na sua plataforma

Agora, entre na sua plataforma de investimentos. Escolha a opção “Renda Fixa”. Aqui, você encontrará todos as LCs disponíveis para investir hoje.

Passo 4: Simule

Uma dica importante na hora de escolher uma LC é simular os seus rendimentos. Na Rico, você pode contar com o nosso Simulador de Investimentos.

Ele é a ferramenta completa para descobrir a letra de câmbio ideal para os seus objetivos. Basta selecionar os ativos desejados, informar o valor de investimento e simular.

Além de simular, verifique também informações da aplicação, como prazo de vencimento, emissor e aporte mínimo.

Passo 5: Invista

Encontrou a LC perfeita para você? Então, clique em “Comprar”. Em seguida, informe o valor a ser investido e a sua assinatura eletrônica. Clique novamente em “Comprar”.

Pronto! Você acaba de investir em letra de câmbio e o seu dinheiro já começa a crescer a partir de agora.

Conclusão

A LC é um investimento de renda fixa que tem chamado a atenção dos investidores. Isso porque, ela costuma oferecer taxa de rentabilidade atrativa. E é possível investir sem abrir mão da segurança.

Em 2019, as projeções do mercado indicam que os juros devem se manter nos patamares atuais.

Portanto, a LC pode ser uma boa opção para fazer o seu dinheiro crescer de verdade pelos próximos anos.

Lembre-se de que este investimento não possui liquidez diária. Assim, ele costuma ser recomendado para objetivos de médio e longo prazos.

Para começar a investir em LC, a dica é abrir a sua conta na Rico agora mesmo. Aqui, você encontrará as melhores aplicações do mercado e ainda pode contar com todo suporte da nossa equipe.

Gostou deste artigo? Então, deixe o seu comentário.

Continue a aprender sobre investimentos com estes outros artigos do nosso blog:

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fevereiro 20, 2019

O que é letra de câmbio e como investir com rentabilidade  

A letra de câmbio é um exemplo de investimento de renda fixa tão seguro quanto à poupança e que pode render expressivamente mais do que a caderneta.

Esse vantajoso investimento faz parte da família de renda fixa, assim como CDB, LCI e LCA

Para 2019, a tendência é de que os juros permaneçam no patamar atual. Então, a letra de câmbio deve continuar oferecendo taxas de rentabilidade atrativas.

Mas antes de investir neste ativo, você precisa conhecer melhor as suas características e funcionamento. 

Diante disso, este artigo foi feito especialmente para tirar todas as suas dúvidas sobre a letra de câmbio para começar a fazer o seu dinheiro render a partir de agora.

O que é Letra de Câmbio e Como Funciona

A letra de câmbio é um título de renda fixa muito semelhante ao CDB. A principal diferença entre o CDB e a LC é que o primeiro é emitido por um banco e a segunda por financeiras. 

Como qualquer aplicação de renda fixa, a ideia é a mesma: você empresta o dinheiro, seja para o banco ou financeira, e em troca recebe o valor emprestado e mais uma remuneração em uma data definida no momento da aplicação.

O rendimento pode ser atrelado ao CDI ou combinado com uma taxa fixa mais o IPCA, por exemplo, 110% do CDI ou 4,0% + IPCA.

Você deve estar se perguntando: se ambas são parecidas, por que devo conhecer a letra de câmbio se já conheço o CDB? A resposta é simples:

Porque você pode encontrar na corretora uma LC dentro do prazo que você quer investir e com um ótimo rendimento.

Por isso, conhecer diferentes produtos de renda fixa faz toda a diferença para quem quer maximizar seus ganhos e diversificar com segurança.

Assim como outros investimentos de renda fixa, a letra de câmbio tem garantia do FGC (Fundo Garantidos de Crédito), que serve como um seguro contra qualquer problema com a empresa que emitiu o título.

Se a financeira fechar e falir, você tem a garantia de receber o seu dinheiro de volta e mais o rendimento até o limite de R$250.000,00.

Confira mais detalhes sobre o investimento em letra de câmbio no vídeo abaixo:

Qual o Perfil de Investidor das LC’s?

Uma mulher em um escritório de casa mexendo no computador, em referência à pesquisa sobre letra de câmbio
A Letra de Câmbio é indicada para qualquer perfil por ser um investimento de baixo risco

Basicamente, a letra de câmbio é indicada para qualquer investidor de renda fixa que busca diversificar sua carteira de forma conservadora e rentável.

São alternativas diretas aos CDBs, LCIs e LCAs e ao próprio Tesouro Direto.

Como o que importa é o prazo e a taxa oferecida, o investidor avalia as opções acima e seleciona a mais rentável de acordo com o seu objetivo, prazo e valor que pretende aplicar.

Esse tipo de investimento não se restringe aos investidores conservadores. Mesmo os mais arrojados, costumam proteger parte do seu dinheiro em investimentos de Renda Fixa.  

Clique e abra sua conta na Rico

Os Tipos de Investimento em Letra de Câmbio

Há 3 tipos no que diz respeito à remuneração na hora de comprar Letra de Câmbio.

As PrefixadasPós-fixadas e as Híbridas. Vamos ver a seguir cada uma delas de forma detalhada. 

Lembre-se de que cada tipo de rentabilidade pode ser perfeitamente alinhada aos seus objetivos como investidor.

Pós-Fixada 

Como nos CDBs atrelados, as LCs pós-fixadas também possuem um rendimento que varia de acordo com o CDI. Assim, você só saberá a rentabilidade real, no vencimento. 

Mas, através de simuladores, como o nosso Simulador de Investimentos, é possível ter uma previsão do quanto o seu dinheiro renderá até a data do resgate. 

De forma geral, se o indicador da sua letra de câmbio subir, os rendimentos também aumentam e vice-versa. 

Portanto, este investimento pode ser uma boa alternativa para objetivos em qualquer prazo, por exemplo, a aposentadoria, fazer um intercâmbio ou planejar o seu casamento. 

Prefixada 

rentabilidade é conhecida no ato da contratação e não sofre alteração durante todo o período, por exemplo, 8% ao ano. 

Para decidir se vale a pena ou não, você pode verificar se as taxas pós-fixadas como a Selic são mais atrativas do que a taxa das LCs prefixadas que está pesquisando.

Este ativo costuma ser indicado quando há perspectivas de queda nos juros da economia, pois os demais investimentos tendem a pagar retornos menores. 

Outra finalidade da letra de cambio prefixada é quando você precisa investir hoje com o objetivo de resgatar um valor exato no futuro, por exemplo, aplicar para comprar um automóvel de R$ 40 mil em dois anos.

Isso é possível porque independente do andamento do país e da economia, a taxa de rentabilidade continuará fixa, ou seja, não há surpresas na data do resgate. 

Híbrida

Como o nome sugere, essa modalidade tem um pouco dos dois mundos: uma parte prefixada e outra pós, por exemplo, 4,5% + IPCA.

Na prática, esta letra de câmbio oferece uma remuneração fixa prefixada juntamente com a variação do IPCA.

Este investimento pode ser ideal para quem deseja manter o poder de compra no futuro e obter ganhos reais sobre a inflação.

Portanto, ele costuma ser recomendado para objetivos de médio e longo prazos, como a aposentadoria, custeio dos estudos dos filhos ou compra de um imóvel.

Características da Letra de Câmbio

Mesmo que a letra de câmbio seja um investimento bastante atrativo, é essencial conhecer as suas características.

Desta forma, você poderá fazer escolhas mais assertivas na hora de investir o seu dinheiro. 

Conheça agora os principais pontos sobre a letra de câmbio:

Rendimento da LC

A taxa de rentabilidade da letra de câmbio depende do seu emissor, que, no caso, são as financeiras. 

De forma geral, as instituições que possuem pequeno e médio portes tendem a emitir LCs com maiores rendimentos, pois o risco associado é maior. 

Quando comparada aos outros ativos de renda fixa, a letra de câmbio costuma oferecer taxa de rentabilidade próxima de 100% do CDI. 

Prazos Dos Investimentos Em Letra de Câmbio

Cada instituição emissora define seu prazo. Geralmente é de cerca de dois anos. 

O tempo de investimento também influencia na rentabilidade da letra de câmbio. Quanto maior este prazo, maior a taxa de rendimento. 

Antes de investir, é fundamental estar atento à data de vencimento, pois o ideal é manter o ativo durante todo o período. Caso contrário, você pode acarretar perdas. 

No mercado financeiro, você encontra letras de câmbio com prazos entre um e sete anos.

Segurança x Riscos

O risco da letra de cambio é baixo. Caso aconteça de a instituição emissora do título falir ou fechar, o investidor recebe o dinheiro aplicado mais a remuneração do FGC. 

Como mencionamos acima, o FGC garante a devolução do investimento até o limite de R$ 250 mil por CPF, por instituição financeira.

Além de contar com esse seguro sem custo adicional, investir por meio de uma corretora de valores sólida como a Rico é mais uma segurança para você. 

Aqui, os nossos analistas avaliam as financeiras emissoras para depois negociar as taxas de rendimento que serão oferecidos da plataforma de investimentos.

Uma dica para investir em letra de câmbio com segurança é avaliar a nota de rating do emissor. Quanto mais próxima de A+, menos arriscado será o ativo. 

Tributação das LC’s

As LCs estão sujeitas à mesma tributação regressiva dos CDBs e do Tesouro Direto. Então, quanto maior o tempo de investimento, menor será a alíquota a ser paga. 

Veja como funciona a cobrança do Imposto de Renda (IR) da letra de câmbio:

  • 22,5% sobre o lucro para investimentos de até 6 meses.
  • 20% sobre o lucro para investimentos entre 6 meses e 1 ano.
  • 17,5% sobre o lucro para investimentos entre 1 ano e 2 anos.
  • 15% sobre o lucro para investimentos de mais de 2 anos.

Além do IR, a letra de câmbio também está sujeita à cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). 

Ele incide apenas sobre os rendimentos nos primeiros trinta dias da aplicação. Caso você solicite o resgate durante este período, terá de arcar com este tributo. Do contrário, o IOF será totalmente devolvido. 

Principais Vantagens e Desvantagens de Investimento Em Letra de Câmbio

As vantagens da letra de câmbio são:

  • Rentabilidade atrativa
  • Segurança
  • Rende mais do que a poupança.
  • No tipo prefixado, é possível saber exatamente quanto irá render no ato da aplicação.
  • No caso do pós-fixado, a rentabilidade é um percentual do CDI.
  • Oportunidade de diversificação da carteira de investimentos.
  • Possui garantia do FGC em até R$250 mil 

A principal desvantagem é não possuir opção com liquidez diária, como é possível ter em alguns CDBs e com o título Tesouro Selic.

Por isso, para investimentos com prazos inferiores a um ano, é interessante buscar opções como as citadas acima. 

Clique e abra sua conta na Rico

Como Investir na Prática – Exemplo Letra de Câmbio

Para investir em letra de câmbio, o primeiro passo é abrir uma conta na Rico.

Não há custo de abertura e de manutenção de conta e você faz tudo pelo site, sem burocracia.

Assim que estiver aberta, basta transferir dinheiro do seu banco cadastrado na abertura de sua conta para a sua conta na corretora.

A transferência do valor a ser investido na letra de câmbio deve ser realizada através de TED de mesma titularidade.

Depois disso, é só acessar a área de renda fixa e filtrar os investimentos como na imagem abaixo:

lc rico
 LCs disponíveis na Rico para você investir agora mesmo – Tela capturada em 11/02/19

A partir daí, escolha aquela cuja rentabilidade, prazo e tipo seja mais adequada e clique em “carrinho de compras”.

letra de cambio rico
Exemplo de aplicação em letra de câmbio – Tela capturada em 11/02/2019

Depois disso, basta definir o valor de compra. Lembre-se de que a letra de câmbio é comprada em lotes inteiros.

Insira a sua assinatura eletrônica e clique em “Comprar”. Pronto! Você acaba de investir em LC. Agora, o seu dinheiro já está rendendo. 

Letra de Câmbio 2019 x Poupança

Uma mulher feliz ao notebook, em referência à pesquisa sobre letra de câmbio
Com a letra de câmbio o seu dinheiro poderá render muito mais, sem abrir mão da segurança

Atualmente, o rendimento da poupança é de apenas 4,55% ao ano, o equivalente a 70% da taxa Selic.

Em 2019, com a previsão da estabilidade dos juros, a caderneta se mostra uma aplicação pouco favorável ao seu capital. 

Ao descontar a inflação acumulado de 3,78% até janeiro, o ganho real da poupança é de apenas 0,77% no ano todo, ou seja, você se esforçou para poupar e aplicar, mas o rendimento real é menor do que 1%. 

Enquanto que a letra de câmbio costuma pagar cerca de 100% do CDI, que equivale a algo próximo de 6,40% ao ano. Mesmo com o desconto dos tributos, a rentabilidade líquida é maior. 

Portanto, esta pode ser uma alternativa para você sair da poupança agora mesmo e ganhar quase o dobro. 

Letra de câmbio x LCI

Apesar de que ambas possuam siglas parecidas, há diferenças bastante significativas. 

Basicamente, a LCI é emitida pelos bancos e os recursos captados são utilizados para o financiamento do setor imobiliário.

Enquanto que a letra de câmbio é voltada para a arrecadação de capital para empréstimos pessoais. 

Além disso, a LCI é um investimento isento de taxas e tributos. Portanto, ela pode ser uma opção adequada àqueles que desejam investir com isenção de impostos. 

Em contrapartida, as taxas de rentabilidade são menos atrativas do que em uma letra de câmbio. 

Na hora de investir, como elas possuem princípios de investimento semelhantes, você deve avaliar o seu setor de interesse e os rendimentos oferecidos por cada uma. 

Lembre-se de que a letra de câmbio e a LCI têm baixo risco e a garantia do FGC para valor de até R$ 250 mil. 

Letra de Câmbio x CDB

O CDB é o investimento de renda fixa mais conhecido. O seu funcionamento é semelhante à letra de câmbio. 

A principal diferença entre os dois é o emissor. O CDB é emitido pelos bancos e a LC pelas financeiras. 

Para definir onde investir, o ideal é comparar as taxas de rentabilidade oferecidas, prazo de aplicação e qualidade do emissor. 

Lembre-se de que ambos possuem a cobertura do FGC e costumam ser boas opções para investimentos de médio e longo prazos. 

No entanto, o CDB costuma ter mais papéis disponíveis para aplicação, oferecendo diversos tipos de rentabilidades com vencimentos diferentes.

Clique e abra sua conta na Rico

Como declarar LC no Imposto de Renda

Uma mão mexendo no notebook, em referência à pesquisa sobre letra de câmbio

Letra de câmbio tem imposto de renda, mas uma das vantagens desse tipo de investimento é que o IR é todo retido na fonte o que significa nenhum trabalho para você.

De qualquer forma, você pode colocar no campo para esse fim, o saldo inicial, o saldo no último dia do ano e os dados da instituição, para que não haja nenhum problema com o Leão.

Conclusão

Um homem em uma lanchonete com um fone no pescoço mexendo no notebook, em referência à pesquisa sobre letra de câmbio
Use o simulador de renda fixa para saber qual melhor investimento! 

Agora, você já conhece tudo sobre letra de câmbio. Esse é mais um investimento de renda fixa que pode ser muito vantajoso para você.

Ao acessar a plataforma de investimentos aqui na Rico você confere todos os títulos de renda fixa em uma única tela: LC, LCI, LCA e CDB

A dica é verificar a data de vencimento, rentabilidade e o valor inicial. Assim, terá como escolher a mais rentável dentro do prazo e de quanto consegue aplicar no momento.

No caso da letra de câmbio, no momento que escrevemos este post há uma opção muito interessante – uma LC com prazo curto de 1 ano e com rendimento de 112% do CDI.

Se precisar de ajuda na hora de escolher a melhor opção de renda fixa para você, saiba que aqui na Rico você tem diversas formas de tomar a melhor decisão, tais como: 

  • Conferir as recomendações dos nossos analistas em sua área logada no site
  • Usar o simulador para comparar o rendimento de diferentes títulos de renda fixa
  • Entrar em contato com nosso atendimento via telefone ou chat no site para te ajudar a decidir

Quer conferir todas as opção de renda fixa e ver as opções de letra de câmbio que temos aqui? Abra a sua conta agora para conferir e começar a ganhar dinheiro!

Clique e abra sua conta na Rico