setembro 17, 2020

ESG: O que é e como funcionam os fundos de investimento  

Você já conhece os fundos ESG? 

Essa é uma oportunidade interessante para fazer seu dinheiro render e, de quebra, investir em empresas socialmente responsáveis.

O momento não poderia ser mais propício para isso, com mudanças naquilo que a sociedade e o mercado priorizam.

Números de rentabilidade e risco relativo, sozinhos, já não são suficientes para convencer o investidor.

E é justamente aí que os fundos ESG entram.

Esse tipo de investimento é conhecido por priorizar valores ambientais, sociais e humanos, possibilitando aplicar dinheiro em empresas que mantém a sustentabilidade como foco de suas ações dentro e fora da companhia.

Continue lendo para saber mais sobre os fundos ESG, entender seu funcionamento e conferir algumas dicas práticas para quem quer investir.

Estes são os tópicos que iremos abordar a partir de agora:

  • O que é ESG?
  • O que são fundos ESG?
  • Fundos ESG no Brasil 
  • Como investir em fundos ESG
  • Quando vale a pena o investimento em fundos ESG.

Se restar alguma dúvida ao final, deixe um comentário.

Boa leitura!

O que é ESG?

Pouco a pouco, o mundo dos negócios tem acordado para a necessidade de investir em empresas que promovam a sustentabilidade do planeta.

A importância de manter uma gestão que preza por valores humanos e sociais tem sido cada vez maior, e é justamente aí que entram os fundos ESG.

Essa estratégia representa o entendimento de que, para ter sucesso, uma companhia deve também cuidar do seu entorno, garantindo boas condições para que a natureza e a comunidade na qual ela está inserida possam prosperar também.

Tudo isso talvez pareça um pouco vago, mas tem uma aplicação muito simples e prática.

O ESG representa um conjunto de valores e critérios éticos que guiam a produção de uma empresa de modo a valorizar questões ambientais, sociais e de governança corporativa.

Porém, se engana quem pensa que companhias que seguem por essa linha não têm foco no lucro.

Muito pelo contrário, aqui, o lucro continua sendo o objetivo do negócio.

A diferença é que existe dentro do ESG o entendimento de que os recursos naturais são finitos e, para garantir uma prosperidade longeva, é preciso ter também uma boa gestão deles.

Significado da sigla ESG – Environmental, Social & Governance 

Quando falamos em estratégias ESG, estamos, na verdade, nos referindo a uma sigla em inglês: Environmental, Social & Governance.

Em tradução livre, esses termos podem significam “Ambiental, Social e Governança” e representam os três pilares da abordagem.

Primeiro, o fator Ambiental leva em conta as mudanças climáticas e a responsabilidade da empresa em reduzir suas emissões de carbono.

A intenção aqui é promover uma conscientização para explorar os recursos naturais de maneira sustentável, reduzindo a poluição e os resíduos produzidos pela operação.

Dentro de Social, temos os esforços em garantir a saúde e o bem-estar dos funcionários, além de manter um bom relacionamento com a comunidade em seu entorno.

Entram aqui, também, o relacionamento com o consumidor e possíveis projetos beneficentes da companhia.

Por fim, o braço de Governança cuida dos direitos dos acionistas e do estabelecimento de mecanismos que previnam fraudes.

Também é importante trabalhar no sentido de construir um Conselho de Administração que seja plural e independente.

O que são fundos ESG?

Agora que você já entendeu bem o que é ESG e as ações envolvidas em cada uma das letras da sigla, provavelmente, está curioso para saber mais sobre como aplicar nesse tipo de negócio.

No Brasil, quem quer investir em empresas comprometidas com a sustentabilidade tem nos fundos de investimento uma boa saída.

Conhecidos como fundos ESG, eles têm ganhado cada vez mais atenção nos últimos anos, mas não chegam a ser uma novidade no mercado.

A preocupação com modos de produção mais sustentáveis é uma velha bandeira de entidades e ativistas, que há algumas décadas pressionam empresas e governos para diminuírem suas emissões de carbono e poluentes.

Mais recentemente, esse movimento ultrapassou as ruas e chegou às reuniões de acionistas, com stakeholders cada vez mais preocupados em manter uma gestão ética e capaz de prosperar sem destruir seu entorno.

Fundos ESG no Brasil

Tudo indica que o mercado brasileiro está despertando para a importância e o potencial do ESG como modelo de gestão e também potencial de rentabilidade.

Lançado em junho desse ano pela XP Investimentos, o Trend ESG Global é o primeiro fundo dessa categoria a integrar o catálogo da corretora.

Por ser um fundo de renda passiva, ele acompanha índices de referência de ETFs que contam com empresas de dentro e fora do Brasil.

A cotização do Trend ESG Global é D+5, o que significa que o investimento demora cinco dias corridos para ser efetivado, enquanto e o resgate é D+1.

Por ser classificado como multimercado, o fundo não está enquadrado na regra da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que dita que produtos com mais 20% da carteira alocada em ativos estrangeiros devem ser exclusivos para investidores qualificados (com patrimônio investido igual ou superior a R$ 1 milhão).

Outra opção da XP, com lançamento planejado para o mês seguinte, é o fundo de fundos (FoF) Selection ESG.

A empresa, da qual a corretora Rico faz parte, aplicou R$ 100 milhões de recursos próprios na aplicação como prova de sua intenção de fomentar o mercado brasileiro de fundos ESG.

O resgate do Selection ESG funciona em esquema D+60.

Opções de fundos ESG

Além dos produtos lançados recentemente pela XP Investimentos, o mercado brasileiro conta com opções de fundo ESG em outras três gestoras.

Hoje, é possível investir nessa categoria com as corretoras Fama, Constallation e JGP.

Com a entrada da XP e, principalmente com seu aporte inicial na categoria, a tendência é que as opções aumentem nos próximos meses.

Segundo a empresa, outras quatro corretoras estão com seus fundos ESG em fase avançada e próximos de um lançamento oficial.

Como investir em fundos ESG

Como você deve ter percebido, os fundos ESG são uma boa alternativa para investir com foco em estratégias de longo prazo e diversificar sua carteira.

Como a modalidade está chegando agora com mais força, alguns investidores podem ter dúvidas sobre o passo a passo para fazer sua aplicação.

Pensando nisso, explicamos o processo abaixo de maneira detalhada.

1. Escolha uma corretora

Antes de se comprometer com um fundo específico, o investidor precisa pesquisar bem a corretora de valores que está oferecendo o produto.

Com quase duas décadas de atuação no mercado brasileiro, o Grupo XP Inc. tem sido responsável por uma verdadeira revolução na área.

A simplificação do processo para se tornar um investidor fez com que a empresa ganhasse as graças do público e confiança do mercado desde sua fundação.

Como parte do grupo, a Rico tem todas as operações executadas e garantidas pela XP Investimentos CCTVM S.A.

2. Faça seu cadastro na plataforma

Agora que você pesquisou o mercado e descobriu que a Rico é a opção ideal para as suas necessidades, chegou o momento de se cadastrar na plataforma de investimentos.

O cadastro para se tornar cliente da corretora é gratuito e rápido – em menos de 10 minutos, você vai estar pronto para investir.

Além de uma plataforma intuitiva, a Rico conta com uma área de aprendizado exclusiva para que seus clientes possam entender tudo que precisam para obter os melhores rendimentos.

3. Avalie suas opções

Depois de se cadastrar, você é agora um cliente da corretora de investimentos e, com isso, tem acesso livre aos diversos simuladores e informativos oferecidos na plataforma.

Use essas informações de maneira inteligente para comparar possibilidades de aplicação e projetar seus ganhos em cada uma das opções.

O grupo conta com dois produtos de ESG com características distintas: é importante ler com atenção para escolher aquele que melhor se encaixa a sua realidade.

4. Encaminhe a transferência e aplicação

Por fim, você já entendeu que a Rico é a corretora para você e estudou bastante sobre nossas opções de fundos para entender qual será mais interessante para você.

O último passo é o momento em que você, finalmente, efetivará seu investimento ESG.

Para isso, primeiro, será preciso transferir para sua conta na Rico o valor que pretende aplicar no fundo escolhido.

Em seguida, busque Trend ESG Global ou Selection ESG dentre as opções da plataforma, indicando o valor ou quantidade de cotas que quer comprar.

Agora, é só esperar o prazo de cotização do fundo e você terá se tornado um investidor ESG.

Dicas para investir em fundos ESG

Viu como é simples o processo para investir em fundos ESG com a Rico?

Sabemos que um produto novo pode ser confuso para alguns clientes e, por isso, estamos aqui para explicar os detalhes e te ajudar em todos os passos dessa jornada.

Além do tutorial para investir, separamos abaixo algumas dicas valiosas para que você não erre na hora de investir – confira abaixo.

Planejamento financeiro

O planejamento financeiro sempre deve ser o primeiro passo para quem quer acertar em cheio o seu investimento.

Tudo começa por um controle detalhado de tudo que entra e sai do orçamento dentro de um ciclo salarial.

A partir disso, é possível enxergar os desperdícios e se organizar para evitá-los.

Esse planejamento ajuda também a poupar dinheiro com foco em investimentos que vão garantir bons ganhos.

Determine seu objetivo

De nada adianta se organizar e ter na ponta do lápis tudo que entra e o que sai se, no fim, você não sabe o que fazer com o dinheiro economizado.

Por isso, é importante determinar qual será seu objetivo no mundo dos investimentos antes de começar.

Pense, por exemplo, se você ainda está construindo sua reserva de emergência – e, por isso, precisa de alta liquidez – ou se já está pronto para encarar riscos maiores em busca de ganhos maiores.

Fundos de investimento, como é o caso do ESG, são aplicações de renda variável, o que sempre eleva as possibilidades de ganhos, embora o risco seja proporcional.

Escolha do tipo

Na hora de procurar por um fundo ESG, você vai notar que existem no mercado diversos tipos de fundo de investimento com características distintas.

Antes de se comprometer com um ou outro, busque entender qual se encaixa melhor ao seu perfil de investidor.

Dentre os fundos ESG lançados pela XP, temos um fundo de fundos (Selection) e outro que é multimercado (Trend).

Faça a análise do prospecto

Todo fundo de investimento é comercializado no mercado junto de seu prospecto, um documento que descreve sua natureza, regras para aplicação mínima, além das taxas e dos tributos inclusos.

No caso dos fundos ESG da XP, a aplicação mínima é de R$ 500 em ambos.

É importante analisar com cuidado o informativo, pois lá estarão todas as informações que você precisa saber sobre o investimento.

Você também pode visualizar o prospecto no site da CVM.

Estude o histórico

Por terem lastro em ativos da renda variável, os fundos ESG não dispõem de simuladores que possam projetar sua rentabilidade de maneira precisa.

Uma alternativa, então, é estudar o histórico do grupo para entender qual é o desempenho médio daqueles papéis no último ano.

Mas tenha atenção nesse momento, porque, no mundo dos investimentos, não podemos considerar ganhos passados como garantia de rentabilidade futura.

Conheça taxas e tributos

Outro ponto que precisa ser observado pelo investidor são as taxas e a tributação que incide sobre cada opção.

No caso do Trend ESG Global, há uma taxa de administração de 0,5% ao ano, mas não é cobrada taxa de performance.

Já o FoF Selection ESG cobra 0,75% de seus cotistas pela administração e também não há cobrança por performance.

A tributação desses produtos segue a regra comum a outros fundos de investimento: Imposto de Renda de acordo com a tabela regressiva e o sistema come-cotas, além do IOF para resgate de aplicações com menos de 30 dias.

Quando vale a pena o investimento em fundos ESG 

O mercado ESG tem crescido cada vez mais e, hoje, já são mais US$ 30 trilhões de ativos sustentáveis pelo mundo todo.

Esse potencial do nicho tem chamado atenção dos gestores financeiros, que cada vez mais apostam em fundos com lastro em empresas que adotam esse modelo de gestão.

Só nos Estados Unidos, o número de fundos ESG cresceu 144% nos últimos 15 anos.

Os dados são do portal Morningstar e foram compilados pelo Morgan Stanley em um estudo publicado em 2019.

Esse cenário nos aponta para um potencial de crescimento do mercado, que deve continuar nos próximos anos.

Afinal de contas, produzir de maneira sustentável nunca foi tão importante.

Conclusão

Os negócios ESG não são nenhuma novidade, mas, nos últimos anos, têm ganhado destaque conforme o mundo volta atenções para a importância de produzir de maneira sustentável.

Recentemente, o anúncio da XP Investimento de lançar dois fundos de investimento ESG aqueceu ainda mais esse nicho.

Neles, o foco no lucro é reforçado por estratégias que visam o longo prazo e prometem preservar a natureza de modo a garantir os negócios por muitos e muitos anos.

Assim, os fundos ESG vêm provando que é possível produzir, lucrar e investir de maneira ética e sustentável. 

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setembro 17, 2020

Fundo DI com rentabilidade negativa: Como isso acontece?  

Quem aplica seu dinheiro não deseja um fundo DI com rentabilidade negativa.

Porém, cada vez mais, é preciso estar atento às aplicações que escolhe para a carteira, já que a exposição a esse tipo de risco é real.

A modalidade de investimento já é tradicional no mercado, mas, nos últimos meses, tem despertado preocupação por conta das oscilações da economia.

No meio de uma baixa histórica da Selic, a taxa básica de juros no país, os fundos DI tiveram perdas significativas a partir do mês de março – e a perspectiva se mantém até que a Selic volte a subir.

De maneira geral, os fundos DI e outros ativos de renda fixa sempre foram recomendados para investidores de perfil conservador, aqueles que evitam riscos na hora de planejar as suas aplicações.

Por isso, o cenário atual assustou muitos que não tinham ideia que era possível “perder dinheiro” dentro da modalidade.

Por perder dinheiro, entenda o retorno real negativo, descontada a inflação.

É algo que já acontece na poupança, por exemplo (foi assim em 2019 e deve se repetir em 2020).

Este artigo vai ajudar você a entender por que acontece de um fundo DI ter rentabilidade negativa.

Também vamos trazer dicas para ampliar a proteção à sua carteira, minimizar riscos e maximizar ganhos.

Boa leitura!

Como funcionam os fundos DI

Quando falamos em fundos DI, estamos nos referindo a um tipo de investimento conhecido no mercado como fundo referenciado.

Isso significa que a aplicação tem o objetivo de acompanhar o rendimento de um índice de referência do mercado, que serve como um benchmark para números que o gestor deve alcançar.

O trabalho de gestão dos fundos, por sua vez, precisa seguir as regras detalhadas no prospecto do investimento.

No caso específico dos fundos DI referenciados, esse índice é a taxa Selic ou o CDI (Certificado de Depósito Bancário).

O primeiro representa a taxa de juros praticados no país, enquanto o CDI é um tipo de empréstimo de curto prazo feito entre instituições bancárias.

Na prática, isso funciona porque os fundos DI aplicam, majoritariamente, em títulos públicos do Tesouro Direto atrelados à Selic ou títulos privados de baixo risco atrelados ao CDI – em geral, no mínimo 95% da carteira.

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Qual a rentabilidade do fundo DI?

Por se tratarem de investimentos em renda fixa, os fundos DI têm uma rentabilidade previsível e confiável.

Em sua carteira, o investidor encontra ativos públicos e privados indexados pela Selic ou pela taxa CDI.

Assim, podemos usar esses dois índices para projetar uma rentabilidade de acordo com o valor que foi aplicado.

Hoje, a Selic se encontra em uma baixa histórica depois de atingir o patamar de 2% ao ano em agosto de 2020.

A taxa é definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) em reunião que acontece a cada 45 dias.

Ele utiliza a Selic como forma de controlar a inflação e equilibrar as oscilações naturais da economia no período.

A taxa CDI, por outro lado, é calculada a partir da movimentação de bancos privados em um sistema de empréstimos diários.

Ela segue muito de perto a Selic – em agosto de 2020, o CDI está em 1,90% ao ano.

Quando um fundo de investimento apresenta variação negativa?

Os investimentos de renda fixa também têm preços unitários, que variam de acordo com as oscilações do mercado.

Por isso, vale a clássica lei da oferta e demanda: quanto mais interessados na compra, maior será o preço; quanto mais interessados na venda, menor será o preço.

Para o investidor, pode ser difícil perceber esse movimento, porque títulos de renda fixa não são como ações negociadas na bolsa.

Isso significa que não existe um sistema automatizado para essa categoria capaz de atuar como o home broker, exibindo informações atualizadas em tempo real.

Nesse caso, a cotação é calculada diretamente pelas instituições financeiras no momento da compra ou venda de um título.

Outro fator que influencia nos preços é a confiabilidade do emissor no mercado.

Durante uma crise, como a que vivemos hoje, a confiança das instituições financeiras é posta em xeque e as chances de um ativo apresentar uma variação negativa são maiores.

O que significa rentabilidade negativa?

Quando falamos em rentabilidade negativa, não significa que o investidor perdeu dinheiro de maneira definitiva.

Nesses casos o que podemos observar, na verdade, é uma oscilação natural do preço unitário do ativo.

A rentabilidade negativa pode ser observada sempre que os rendimentos do mês ou ano são inferiores à inflação do mesmo período.

Além dos movimentos da economia que mencionamos acima, é comum que ela seja observada nos primeiros meses de aplicação em que as taxas e tributos (que funcionam de acordo com a tabela regressiva) fazem com que o ativo valha menos do que seu preço original.

Por que os fundos DI pagaram rendimento negativo em 2020?

Um fundo DI com rentabilidade negativa em 2020 não pode ser considerado exceção.

A explicação para isso está no cenário incomum no qual nos encontramos.

O mundo tem lidado com as consequências de uma crise global desencadeada pela pandemia do novo coronavírus.

As projeções para o ano na economia são ruins, com alguns analistas de mercado prevendo a mais forte recessão da história recente.

Em meio a isso tudo, o mercado nacional sofre as consequências de um período de incerteza.

A crise chegou ao Brasil em um momento não apenas com juros baixos (que são, também, uma resposta a ela), mas já dava sinais antes mesmo da pandemia com alta do dólar e recorde no número de desempregados.

Todos esses fatores contribuíram para o fato de que, em 2020, alguns fundos DI pagassem um rendimento negativo a seus investidores.

Dados da plataforma Morningstar indicavam 32% dos fundos de renda fixa com rentabilidade negativa em março – mês em que experimentamos a quarentena pela primeira vez.

A desvalorização média da categoria ficou em 0,04% – uma perda inédita para muitos dos ativos em questão.

Com o rendimento das aplicações seguindo a Selic ou o CDI, o retorno ao investidor já é baixo, e pode ficar negativo a depender da inflação.

De acordo com o Boletim Focus divulgado em 10 de agosto, o índice de preços ao consumidor IPCA deve encerrar 2020 em 1,63%.

Caso se confirme, todas as aplicações com rendimento líquido inferior a esse percentual terão, então, uma rentabilidade negativa.

É o caso da poupança, como já comentamos, que atualmente rende 1,4% ao ano, mas pode ser também o de alguns fundos DI.

Como agir nessa situação?

Em momentos de rentabilidade negativa, é ainda mais importante estudar o mercado para fazer escolhas mais inteligentes ao investir.

Se você já aplica em um fundo DI com rentabilidade negativa, busque entender o que causou essa variação e, principalmente, se a tendência deve continuar nos próximos meses.

Fora isso, é importante diversificar seus investimentos para garantir que a renda venha de fontes distintas.

E caso seu foco seja ter grandes ganhos em pouco tempo, considere que talvez a renda fixa não seja para você.

Se o seu perfil de investidor indicar, vale conhecer aplicações de renda variável, onde os retornos tendem a ser maiores (assim como os riscos).

Agora é um bom momento para investir em Fundo DI?

Ainda que as oscilações de mercado tenham dado origem à rentabilidade negativa em alguns fundos DI nos últimos meses, isso não significa que essa alternativa deva ser eliminada da carteira dos investidores.

A narrativa de uma possível “morte” da renda fixa não é nenhuma novidade no mundo dos investimentos – ela ressurge sempre que a categoria não registra ganhos reais importantes, seja por uma queda nos juros ou alguma outra oscilação do mercado.

Mas, na verdade, a modalidade segue firme e forte e continua sendo uma opção inevitável para manter a carteira balanceada.

Ainda que a rentabilidade volte a ficar negativa em alguns momentos, a renda fixa deve continuar contando com uma alta liquidez e baixo risco para os investidores.

Assim, ela se torna ideal para uma reserva de emergência que o permita diversificar e ousar em outros ativos em busca de ganhos maiores.

Qual a perspectiva do Fundo DI para 2020

É verdade que, por anos, vivemos no Brasil um paradoxo pouco provável,que indicava ser possível ter grandes ganhos, com alta liquidez e baixos riscos dentro da renda fixa.

Para os próximos meses, porém, esse cenário deve mudar um pouco: a perspectiva para 2020 é de uma acentuada crise, dentro e fora do país.

Para o investidor, isso deve significar meses de juros baixos até que a economia nacional consiga iniciar sua recuperação econômica.

9 dicas para não perder dinheiro com o Fundo DI

Até aqui, nós falamos bastante sobre a dinâmica da renda fixa, sua possibilidade de render negativamente e as projeções do mercado para um futuro próximo.

Como você deve ter percebido, mesmo com performances ruins em alguns momentos, os fundos DI ainda são interessantes para garantir maior segurança e liquidez na carteira.

Pensando nisso, separamos nove dicas para você não perder dinheiro com esse investimento.

1. Organize e controle suas contas 

A primeira dica que temos é para uma ação que antecede o investimento propriamente dito.

A organização financeira e a adoção de um método para controle das contas é essencial para quem quer começar sua jornada ao aplicar dinheiro.

Para saber quanto você pode investir, é importante ter informações sobre tudo que entra e o que sai durante o mês – seja em forma de planilha ou aplicativo.

2. Determine seus objetivos

Vamos supor que você já organizou suas contas e tem, na ponta do lápis, o valor disponível para o investimento.

Nesse momento, se questione sobre os seus objetivos para a aplicação: você ainda precisa construir uma reserva de emergência ou já tem condições de arriscar em busca de maiores ganhos?

Nessa fase, compreender sua situação financeira é determinante para traçar os objetivos.

3. Escolha o melhor investimento de acordo com suas demandas

Depois ter batido o martelo sobre quais são seus objetivos com aquele dinheiro guardado, você está pronto para escolher o melhor investimento de acordo com suas necessidades.

Entre renda fixa e renda variável, vale lembrar a máxima: quanto maior o risco, maior o potencial de ganhos.

Portanto, se você ainda não tem uma rede de proteção financeira para recorrer em caso de emergência, proceda com cautela em sua escolha.

Ao se tornar cliente Rico, você responde a breves perguntas e conhece seu perfil de investidor, o qual mostra, basicamente, a sua tolerância ao risco e ajuda a identificar os melhores investimentos.

4. Analise as informações

Podemos dizer que todos os investimentos vêm com um material informativo, no qual é descrita sua natureza, suas taxas, tributos e regras para aplicação mínima.

No caso dos fundos de investimento, esse documento é chamado de prospecto.

O acesso a ele pode ser feito na plataforma da corretora ou no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

5. Considere taxas

Um ponto importante que acaba escapando do planejamento de diversos investidores é a cobrança das taxas.

Ela geralmente varia de corretora para corretora, podendo ser fixa ou proporcional ao investimento.

Preste atenção nos valores cobrados para avaliar se, no fim, não são as taxas que corroem a rentabilidade do seu fundo.

Cliente Rico encontra todas as informações que precisa de forma fácil nesta página sobre os custos ao investir.

6. Confira a tributação de cada ativo

Além dos valores pagos para a gestora do fundo, existe também a cobrança de impostos sobre essa categoria de ativos.

Os fundos DI têm incidência do Imposto de Renda e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de acordo com a tabela regressiva.

A Receita Federal cobra também outra forma de IR – duas vezes por ano, por meio do sistema come-cotas.

7. Estude o histórico

Os fundos de investimento são conhecidos por não terem uma rentabilidade completamente previsível.

Como reúnem ativos de diversas fontes, os ganhos finais acabam dependendo de algumas variáveis.

Isso muda um pouco nos fundos DI, claro, já que 95% da carteira é composta por renda fixa.

Seja como for, é importante analisar o histórico de desempenho nos últimos 12 meses para entender como os ativos e a gestão tem se comportado.

Mas, atenção: a rentabilidade passada não pode ser nunca tomada como garantia de ganhos futuros.

8. Avalie os riscos

Antes de finalizar um investimento, avalie sempre se você pode arcar com os riscos envolvidos naquela transação.

Será que o que você procura é a segurança e liquidez dos fundos DI ou está pronto para encarar os riscos e o potencial de ganhos de um fundo de ações?

9. Considere a rentabilidade negativa

Por fim, a rentabilidade negativa volta como uma dica do que é preciso ser considerado na hora de fazer sua escolha.

Lembra quando dissemos que a tributação segue uma tabela regressiva?

Na prática, isso significa que, quanto mais tempo você deixar o dinheiro aplicado, menor será a quantia paga em impostos.

O mesmo acontece com o IOF: a alíquota varia de 96% a 0% para resgates feitos nos 30 primeiros dias da aplicação – a partir do segundo mês, você está isento.

Essas duas questões impactam diretamente na possibilidade de você ter uma rentabilidade negativa e nos mostram a importância de investir com foco no longo prazo.

Conclusão

Apesar de ter alarmado alguns investidores, a rentabilidade negativa dos fundos DI é uma realidade esperada para o mercado atual.

Assim como a economia, os investimentos oscilam mês a mês e estão sujeitos aos efeitos de crises – como a que temos vivido com a pandemia do coronavírus.

O momento é de cautela, mas, de maneira alguma, isso significa fugir dos investimentos.

Aplicações sólidas, como os fundos DI, permanecem como boas alternativas para quem quer formar uma reserva de emergência com a ajuda de títulos da renda fixa.

Faça já seu cadastro gratuito na Rico para conhecer mais sobre os fundos DI disponíveis em nossa plataforma e muitas outras aplicações.

Obrigado por ler até aqui!


agosto 28, 2020

Fundos internacionais: Como investir, cuidados e vantagens  

Hoje em dia, quem busca diversificar a carteira tem nos fundos internacionais uma opção interessante de investimento no exterior, com grande potencial de ganhos.

Dentro ou fora do Brasil, é possível direcionar seu capital para aplicações em outras economias, variando as formas de investir dinheiro, o que é útil tanto para proteger seu capital quanto para mirar maiores rentabilidades.

No entanto, esse é um passo que não se pode dar sem antes entender como funciona o investimento e verificar se ele está alinhado aos seu perfil e objetivos.

É justamente essa a proposta do artigo.

Continue lendo para saber mais sobre as vantagens dessa modalidade, os cuidados necessários e o caminho para começar a investir.

Estes são os tópicos que iremos abordar:

  • O que são fundos internacionais?
  • Por que investir em fundos de investimento no exterior
  • Conheça os tipos de fundos internacionais
  • Por que os investidores brasileiros investem pouco em fundos internacionais?
  • Quais são os riscos de investir em fundos internacionais?
  • Para qual tipo de investidor os fundos internacionais são indicados?
  • O que considerar antes de investir em fundos internacionais?
  • Como investir em fundos no exterior?
  • Fundos de investimento no exterior para ficar de olho em 2020
  • Quais cuidados tomar ao investir em fundos internacionais?
  • Perguntas frequentes sobre fundos internacionais.

Se tiver alguma dúvida ao final, é só deixar um comentário.

Boa leitura!

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O que são fundos internacionais?

Os fundos internacionais de investimento no exterior nada mais são do que aplicações que têm seu rendimento atrelado a ativos de uma moeda estrangeira.

Eles funcionam como uma carteira teórica oferecida a um grupo de investidores que têm o mesmo perfil, o que é comum a qualquer fundo de investimento.

A principal diferença está mesmo na composição do fundo, que se volta a ativos negociados fora do país.

Ao reunir o capital de diversas pessoas, o gestor do fundo tem maior liberdade para escolher os melhores investimentos de modo a obter boa rentabilidade para todos os participantes.

No entanto, as movimentações dos fundos não são arbitrárias, mas seguem regras rígidas de acordo com os objetivos e o perfil dos investidores do grupo.

Dessa forma, se garante o dinamismo nas ações para conquistar as melhores taxas de rentabilidade do mercado.

Essa categoria de investimentos internacionais tem chamado atenção dos brasileiros nos últimos anos por conta das condições atuais da economia nacional, como iremos explicar na sequência.

Por que investir em fundos de investimento no exterior

Por muito tempo, investir fora do Brasil se mostrava inviável para os investidores daqui.

Além de exigir um grande capital inicial, os investimentos no exterior se faziam difíceis por conta do pequeno número de opções disponíveis no mercado financeiro nacional – ou seja, sem demandar a abertura de uma conta em instituição em outro país.

Mais recentemente, novas corretoras e ofertas até então inéditas por aqui foram responsáveis por aumentar o leque de alternativas.

Esse evento, aliado ao cenário da economia nacional nos últimos anos, fez com que a atenção dos investidores se voltasse para o exterior.

Vivemos uma baixa histórica da taxa de juros e um aumento na cotação do dólar americano como nunca antes se viu.

Assim, muitos brasileiros têm olhado para o exterior porque diversificar globalmente seus investimentos parece ser o caminho para proteger o patrimônio e conseguir ganhos reais sobre o capital.

E como ficou muito mais fácil e acessível fazer isso, você tem aí boas razões para começar agora mesmo.

Conheça os 3 tipos de fundos internacionais

Quem quer investir em fundos internacionais precisa antes estudar os diferentes tipos que existem e a particularidade de cada um.

A seguir, apresentamos um panorama das três principais categorias de investimento disponíveis.

Fundo de renda fixa

Os fundos de renda fixa são aqueles que investem a parte majoritária de seu patrimônio em ativos de renda fixa.

Isso significa comprar e vender títulos públicos de países ricos ou emergentes, debêntures de organizações multinacionais, entre outros.

Esse tipo de fundo conta com proteção em relação à variação cambial e, geralmente, tem seu rendimento relacionado ao CDI, mas pode superar o benchmark em alguns momentos.

É o que melhor se alinha com perfis conservadores de investimento.

Fundo de renda variável

Como o nome indica, os fundos de renda variável compõem sua carteira com foco principal nos ativos que não tem taxa de rentabilidade definida no momento da contratação.

Dentre as possibilidades aqui, temos a negociação de ações, de títulos dos Exchange Traded Funds (ETFs), além da compra de cotas de outros fundos de renda variável.

Por sua natureza imprevisível, o caminho para ter uma noção do quanto o fundo vai render é avaliar o histórico de desempenho da aplicação no último ano e, ainda, acompanhar os movimentos da economia global.

Com essa característica, um fundo internacional de renda variável costuma ser indicado a investidores moderados e, principalmente, arrojados.

Fundo cambial

Por último, temos o fundo cambial.

Como indica seu nome, aqui, o patrimônio do grupo é dedicado à compra e venda de uma moeda estrangeira – na maioria das vezes, o dólar americano.

Por depender de movimentos sistêmicos das economias do Brasil e do país que emite a moeda, esse tipo de fundo pode ser o mais difícil de projetar os resultados.

É, assim, também indicado a investidores de perfil moderado ou arrojado.

Por que os investidores brasileiros investem pouco em fundos internacionais?

A história do investidor brasileiro no mercado internacional é complexa e exige uma contextualização dos períodos econômicos.

No começo dos anos 2000, os investimentos no país estavam restritos a um pequeno grupo de pessoas que tinha altas quantias para aplicar.

E, mesmo quem podia investir, raramente, tinha a oportunidade de enviar seu dinheiro para fora do país.

O processo era caro e complexo, mas, foi se democratizando ao passo que novas corretoras, como a Rico, surgiram no mercado.

De lá para cá, as oportunidades de investimento têm se multiplicado, com a abertura de vias facilitada – como alguns fundos negociados na B3 que têm participação em mercados globais como Nasdaq ou NYSE.

Mais recentemente, situações como a alta do dólar e a queda na Selic fizeram com que os investimentos estrangeiros se tornassem ainda mais interessantes.

Apesar disso, logo em seguida, veio o coronavírus: uma crise global de saúde que mexeu com os mercados do mundo todo e deixou os investidores receosos quanto ao caminho mais seguro.

Significa que o momento não é adequado para investir em fundos internacionais? Nada disso.

As boas oportunidades existem e a sua tarefa é seguir aprimorando conhecimento e se manter atualizado, acompanhando o mercado.

Quais são os riscos de investir em fundos internacionais?

Como qualquer outro investimento, existem riscos para quem quer aplicar em fundos internacionais.

Além de todas as questões comuns a qualquer aplicação, como risco de mercado, de crédito e de liquidez, ao investir no exterior, você está se expondo à realidade de outra economia.

Portanto, a escolha do país onde investir é essencial para mitigar parte do risco e se proteger de prejuízos.

A aplicação é segura quando você estuda o investimento e escolhe uma corretora de confiança para intermediar as operações.

Para qual tipo de investidor os fundos internacionais são indicados?

Como forma de proteger o investidor menos experiente, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dividiu os investidores em três categorias: os profissionais, os qualificados e os demais.

Dentro dos artigos 9º-A e 9º-B da Instrução nº 554/14 da CVM, é possível encontrar as definições específicas de cada categoria.

No mesmo documento, a comissão determina também quais ativos são indicados para cada categoria, sendo os internacionais recomendados para investidores qualificados ou profissionais, que são aqueles que têm aplicados R$ 1 milhão e R$ 10 milhões, respectivamente.

Mas isso não significa que os demais investidores não possam aproveitar a rentabilidade de mercados externos em seus negócios.

Nesse sentido, lembre-se da outra classificação, que considera investidores de perfil conservador, moderado e arrojado (ou agressivo).

Mesmo o primeiro grupo, que tem menor tolerância aos riscos, pode fazer investimentos no exterior.

Uma opção interessante para começar pode ser investir em ativos locais que replicam fundos de índice estrangeiros, ou fundos de investimento que dedicam parte ou todo o seu patrimônio para aplicações fora do país.

O que considerar antes de investir em fundos internacionais?

A tarefa de escolher o melhor investimento no exterior pode ser difícil, principalmente para quem não tem tanta familiaridade com o mercado internacional.

Tudo depende do seu perfil de investidor e de suas expectativas para o investimento em si.

Para quem é iniciante ou conservador, o conselho geral é priorizar ativos de baixo risco, como a renda fixa.

Os investimentos no exterior entram aqui para diversificar a carteira e garantir rentabilidade em longo prazo.

Aqueles que já têm mais experiência e consideram-se moderados, devem buscar pelo equilíbrio entre risco e rentabilidade, pois tem condições de aplicar quantias maiores no mercado externo.

Por fim, o investidor arrojado é aquele que conta com preparo técnico e financeiro para movimentar grandes quantidades.

No mercado internacional, ele encontra ótimas oportunidades para aumentar ainda mais seu patrimônio com a renda variável e fundos de grande porte.

Como investir em fundos no exterior?

Uma dúvida comum é sobre como investir legalmente no exterior.

De fato, a tarefa de aplicar capital fora do Brasil pode ser um pouco mais complicada do que seria no mercado local.

Para não acabar cometendo algum erro que o coloque na ilegalidade, é importante contar com o auxílio de uma corretora segura e de confiança.

O investimento no mercado de ações de países como os Estados Unidos, por exemplo, é uma operação complicada e potencialmente cara.

Quem pretende abrir uma conta de investimento por lá precisa ter comprovante de residência no Brasil e Imposto de Renda em dia para preencher o formulário W-8BEN – documento que indica sua intenção de investir no país.

Por esse motivo, corretoras nacionais começaram a oferecer em seus catálogos fundos internacionais que investem seu patrimônio em ações de outros mercados ou na compra de moeda estrangeira.

Assim, esse se tornou mais um caminho para quem quer investir no exterior morando no Brasil.

4 fundos de investimento no exterior para ficar de olho em 2020

Ansioso para conhecer as opções para investir no exterior em 2020? 

Reunimos abaixo os principais fundos de investimento internacionais.

Tekla Life Sciences Fund

Uma das indicações da Forbes para o ano de 2020, o fundo Tekla Life Sciences investe em companhias que trabalham com ciências da saúde ou biotecnologia.

O tema ganhou ainda mais destaque nos últimos meses, com a corrida pela vacina do coronavírus.

O Tekla é conhecido por sua divisão generosa de dividendos, que recentemente chegou a 7,6%.

IVVB11

O IVVB11 é um ETF negociado na B3 e gerenciado pela BlackRock Brasil.

O fundo busca replicar a performance do S&P 500, índice das 500 maiores empresas do mercado de ações dos Estados Unidos.

Além disso, o IVVB11 garante acesso à variação cambial, o que significa que quem investe nele tem ganhos sempre que o dólar americano se valoriza frente ao real brasileiro.

O fundo cobra uma taxa de 0,24% ao ano de seus investidores.

SPXI11

Outro fundo de índice brasileiro que busca replicar a rentabilidade do S&P 500 é o SPXI11.

Esse ETF tem uma taxa de administração ligeiramente menor do que seu concorrente – cobra dos clientes o equivalente a 0,21% ao ano.

Claritas Preferred Securities FIM IE

Na Rico, você tem acesso ao fundo Claritas Preferred Securities FIM IE, que aplica pelo menos 67% do seu patrimônio em ativos financeiros no exterior.

A aplicação inicial é de R$ 25 mil, com movimentação mínima de R$ 5 mil.

Sua configuração é voltada a investidores mais experientes e de perfil moderado ou arrojado.

Quais cuidados tomar ao investir em fundos internacionais?

Ao investir em um fundo internacional, é preciso avaliar como aquela aplicação se encaixa no seu planejamento, principalmente.

Essa análise deve ser cuidadosa e ir muito além de simplesmente avaliar o valor mínimo inicial.

Compreenda quais são suas necessidades em curto, médio e longo prazo para investir de acordo.

Também, pesquise bem suas possibilidades no mercado com a ajuda de uma corretora para se certificar de que está escolhendo um fundo com bom histórico de resultados.

Perguntas frequentes sobre fundos internacionais

Para te ajudar a ter sucesso em seu investimento em fundos internacionais, trazemos a resposta para as perguntas mais frequentes sobre o tema.

Acompanhe!

Qual fundo de investimento não pode ter recursos alocados no exterior?

Segundo informações da CVM, qualquer fundo pode investir em ativos alocados no exterior, desde que tenha essa especificação de maneira clara em seu regulamento.

O que existe, porém, é uma limitação da porcentagem de ativos internacionais possíveis na carteira dependendo do tipo de fundo.

É possível ter rentabilidade acima do CDI investindo em fundos internacionais?

De maneira geral, é possível obter rentabilidades acima da CDI em todos os tipos de fundos internacionais.

Desde a renda fixa, passando pela renda variável e os fundos cambiais, todos eles têm potencial de ganhos que podem superar a taxa.

Como investir no exterior sem enviar dinheiro para fora?

A melhor maneira de investir no exterior sem precisar enviar dinheiro para fora é por meio dos ativos internacionais negociados no mercado local.

Fundos como o IVVB11 e SPXI11 aplicam em ETFs, enquanto outros, como o Trend XP Inc FIC FIA IE, garantem o investimento em ações de empresas negociadas em mercados estrangeiros.

Fundos internacionais são para investidores experientes?

A resposta a essa pergunta é bastante subjetiva e depende do caminho escolhido para investir no mercado internacional.

Quem quiser aplicar em fundos americanos, por exemplo, precisa ter um perfil mais arrojado para lidar com as burocracias e desembolsar uma boa quantia.

Já quem deseja investir em fundos internacionais por meio do mercado local, pode fazê-lo de maneira simples e com um valor mínimo inicial consideravelmente menor.

Conclusão

Nos últimos anos, os fundos internacionais têm despontado como um caminho para quem quer diversificar sua carteira e alavancar seus ganhos.

Hoje, existem opções para todos os perfis, desde o investimento direto no mercado internacional até os fundos negociados no mercado local com lastro de rentabilidade fora do país.

Que tal começar agora? Abra sua conta na Rico!

Aproveite para se manter informado com a leitura destes artigos:

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maio 21, 2020

Por que sua carteira de investimentos deve falar inglês?  

O dólar está em trajetória de alta frente ao real há algum tempo, e mais próximo dos R$ 6 do que nunca. As projeções indicam a possibilidade de subir ainda mais. Nesse cenário, a pergunta que fica é: vale a pena comprar dólares agora?

Importante lembrar que o dólar forte não é uma “jabuticaba” brasileira: ele está se fortalecendo no mundo inteiro. Porém, o problema é que o Brasil tem sido o ‘pior aluno da sala’, embora todos da sala estejam indo mal. Nossa amiga Betina Roxo (XP) postou um gráfico no Instagram dela que mostra bem que o real é a moeda que mais se desvalorizou frente ao dólar entre todos os emergentes:

grafico - moerdar emergentes em relação ao dolar

Há riscos do dólar subir, mas para nós isso não responde a pergunta sobre se “devo comprar dólares”.

Nossa resposta para isso é: não compre dólares, invista em dólares.

Como assim, investir em dólares?

Em outras palavras: não estamos falando para você comprar dólares e guardar no colchão, mas sim investir em ativos que são “dolarizados”. Não entendeu? O texto vai te explicar, continue a leitura.

Esqueça a ideia de comprar dólares 

Primeiramente: por que não comprar dólares diretamente? Porque, por lei, não se pode utilizar dólares no Brasil para comprar produtos – não adianta ter esse dinheiro em mãos. Além disso, a casa de câmbio vai sempre tirar vantagem da negociação com dólar, por isso ela vai te vender o dólar a um preço muito maior do que ela vai te pagar caso você queira trocar dólares por reais.

Uma solução seria comprar cotas de um fundo cambial, visto que elas vão acompanhar a oscilação do dólar. É um caminho, mas não gostamos dele, pois a moeda em si não paga juros, não gera fluxo de caixa, nem paga dividendos. Ou seja, ela por si só não gera valor. 

Ok, então por que “investir em dólares”?

Diversificação é o último almoço grátis do mercado: fundamental para uma carteira vencedora é ser diversificada. Acreditamos muito nisso, por isso é importante evitar ter  100% da sua carteira em moeda brasileira.

Tecnologia é vencedora

No momento atual de crise, em que as ações dos BCs são fundamentais para a recuperação, os EUA têm vantagens ante às demais economias. Não somente pela capacidade do governo americano agir de forma eficiente ser maior, como também pelas grandes beneficiadas da crise, as empresas “stay at home”, serem americanas e estarem listadas na bolsa de lá.

Limitações “tupiniquins”

Soma-se a isso a falta de ferramentas do Brasil para se proteger da crise e o risco de termos problemas fiscais no futuro caso a economia “saia dos trilhos”. Se antes os caminhos das reformas era praticamente uma certeza, hoje seu futuro é muito mais nebuloso.

Acessibilidade: o pulo do gato para isso

Num passado não muito distante, investimentos internacionais tinham aplicação mínima de R$ 1 milhão. Imagina se alguém te recomendasse ter 10% do dinheiro aplicado em algo dolarizado: você precisaria ter uma carteira de R$ 10 milhões.

Isso mudou: há vários fundos excelentes com aplicação mínima de R$ 5 mil, como MS Global Opportunities e Wellington Ventura – embora eles sejam acessíveis apenas para investidores qualificados (que são aqueles com mais de R$ 1 milhão declarado).

Para investidores não qualificados

Se você ainda não é qualificado, fique tranquilo: para o público geral, temos o fundo Trend Bolsa Americana Dólar, que te permite acompanhar o S&P 500 e ainda estar exposto a variação cambial, tudo isso com uma aplicação mínima de apenas R$ 500.

Mas e se o dólar cair? Na real: pouco importa

Essas nossas recomendações não se baseiam em um “trade de dólar”, não temos a pretensão de adivinhar para onde a moeda vai. Nossa recomendação tem como base a diversificação: não é feita apenas em classes de ativos, mas também em geografias. O dólar não é um “trade” para o curto prazo, é algo para o resto da sua vida.

Então, esse texto/recomendação serve para o dólar a R$ 4, 5, 6, 7, 8….

Pra finalizar: trago algo dito pelo gestor da Adam Capital, Márcio Appel, cujos fundos têm tido ótima performance em 2020, inclusive por “culpa” do dólar:

“Eu acho que não vale a pena ter uma posição especulativa comprada em dólar contra o real neste momento, por achar que a relação ‘risco-retorno’ não compensa. Agora, olhando para seu patrimônio de forma estrutural e com foco no longo prazo, se você não tem nada em dólar, eu ficaria preocupado, pois essa é uma posição que você já deveria ter feito a mais tempo. Para essa pessoa, agora é uma hora tão boa [para comprar] quanto qualquer outra”.

Quanto de dólar colocar na carteira?

Nossa recomendação na Rico é:

Perfil agressivo: 8% em ativos dolarizados (via Trend Bolsa Americana Dólar) 

Perfil moderado: 4% em ativos dolarizados (via Trend Bolsa Americana Dólar)


maio 11, 2020

4 dicas de como investir em fundos de investimento em ouro  

Muito procurados por quem deseja proteger o patrimônio contra as crises e as oscilações da renda variável, os fundos de investimento em ouro estão caindo nas graças dos investidores brasileiros.

Ao investir em ouro, é possível estabelecer uma correlação negativa com os movimentos do mercado de ações, o que funciona como um colchão para os seus investimentos e suaviza possíveis quedas dos ativos de risco.

Isso porque o ouro é um dos ativos mais antigos do mundo e é visto como um recurso escasso e uma proteção em meio a crises, tanto por investidores quanto por bancos centrais.

Mas até que ponto o investimento em ouro pode ser considerado um investimento de fato?

Neste artigo, você vai entender como investir nesse ativo na prática, além das vantagens e desvantagens dos fundos de investimento em ouro.

Ficou interessado? Siga a leitura.

Clique e baixe o guia sobre fundos de investimentos

Entenda como funcionam os fundos de investimento em ouro 

Pilhas de moedas alinhadas em ordem crescente, em referência aos fundos de investimento em ouro

Os fundos de investimento em ouro são uma das maneiras mais práticas e simplificadas de investir em ouro no Brasil.

O funcionamento segue a mesma lógica dos fundos de investimento em ações, em renda fixa ou multimercados – como se fosse um condomínio.

Como investidor, você adquire cotas do fundo, proporcionais ao valor investido.

Em contrapartida, o gestor – que faz o papel de síndico – fica responsável pela composição dos ativos.

Cada fundo segue um regimento específico, e os fundos que investem em ouro não são diferentes. Eles ficam obrigados a investir em ouro, seja por meio de contratos futuros ou à vista na Bolsa de Valores.

Alguns fundos atrelam a rentabilidade do fundo não apenas ao ouro, mas também ao dólar. 

Nesse caso, o investimento em ouro, que já é, por si só, uma proteção, pode ganhar uma proteção duplicada. 

Isso porque, historicamente, o dólar também tem uma correlação negativa com a Bolsa de Valores brasileira – mas essa não é uma regra, como provou o ano de 2019, com o Ibovespa batendo recordes históricos e o dólar renovando sua máxima nominal.

Antes de investir em um fundo de investimento em ouro, o investidor precisa ter em mente que o objetivo do fundo não é necessariamente garantir o maior retorno possível ao cotista. 

O objetivo do fundo será investir em ouro, como um instrumento de proteção. 

O investidor estará exposto à variação do preço do ouro no mercado internacional, sem grandes interferências por parte da gestão do fundo.

Como funciona o mercado de compra e venda de ouro?

O funcionamento da compra e da venda de ouro depende do mercado que você escolher.

Entre as formas mais tradicionais, destacam-se o investimento diretamente na Bolsa de Valores, o investimento em fundos de investimento em ouro e também em barras de ouro físicas.

Outras modalidades, como o investimento em joias, não são recomendadas pela falta de segurança e de liquidez dessas operações.

De um modo geral, no entanto, o racional por trás do investimento em ouro segue a lógica de qualquer outro ativo: quando a procura cresce, o preço aumenta, e quando a procura diminui, o preço é reduzido.

Em geral, a oscilação do preço do ouro está relacionada a macroeventos, que afetam o mundo como um todo. 

Historicamente, o preço do ouro sobe quando existe aversão ao risco nos ativos de renda variável, seja pela iminência de uma depressão econômica ou outros riscos que os investidores interpretam no mercado de ações.

Qual o código do ouro na Bolsa?

Para quem deseja investir em ouro diretamente pela Bolsa de Valores brasileira, a B3, o código de negociação do ouro é o OZ1D, OZ2D ou OZ3D, como você verá mais adiante.

Mas atenção: nem todas as corretoras de valores permitem que você invista diretamente pelo home broker.

Aqui na Rico, é necessário negociar ligando para a corretora, pois essa transação é feita diretamente pela nossa mesa de operações. Em alguns casos, você pode fazer diretamente pelo seu home broker se preferir. 

Vale lembrar, também, que você não vai negociar barras de ouro propriamente ditas, e sim contratos que dão direito a elas.

A seguir, vamos entender melhor como funciona esse mercado na Bolsa de Valores. 

Quais são os tipos de investimento em ouro

Barras de ouro empilhadas sobre um fundo amarelo, em referência aos fundos de investimento em ouro

A seguir, listamos os principais tipos de investimento em ouro:

1. Diretamente na Bolsa de Valores

Para investidores que possuam experiência com a Bolsa de Valores, é possível investir diretamente em ouro, negociando esse ativo como se ele fosse uma ação de uma empresa ou a cota de um fundo imobiliário.

Falando de forma simplificada, a Bolsa de Valores brasileira, B3, oferece três contratos diferentes para quem deseja comprar ouro, com mudanças apenas na quantidade de ouro negociada em cada um deles.

  • OZ1D – Ouro 250g: lote padrão dos contratos de ouro
  • OZ2D – Ouro 10g: é uma fração do contrato padrão e tem menor liquidez
  • OZ3D – Ouro 0,225g: mais uma fração do contrato padrão.

Dependendo da sua corretora, é possível comprar ouro pelo home broker, mas há corretoras que só permitem essa transação por meio de ligações para o balcão da B3.

Também é possível negociar contratos futuros e opções, mas esse tipo de investimento não é recomendado para quem possui pouca experiência no assunto. 

2. Trend Ouro FIM

Opções mais práticas e acessíveis aos investidores, os fundos de investimento em ouro permitem que você aplique o dinheiro em ouro sem precisar se preocupar com pormenores, como custódias e tarifas.

A gestão fica por conta do gestor do fundo, que é remunerado por isso por meio da taxa de administração.

Ideais para quem não quer lidar com burocracia, os fundos de investimento em ouro se popularizaram nos últimos anos.

Entre as opções mais populares está o Trend Ouro FIM, fundo de investimento em ouro administrado pela XP Asset Management.

O Trend Ouro FIM é um dos fundos focados no investimento em ouro mais antigos do mercado, com mais de quatro anos de histórico.

A exposição ao ouro ocorre a partir do investimento em contratos futuros de ouro. Outra característica do Trend Ouro FIM é a proteção cambial: o fundo não está exposto à variação do dólar.

A taxa de administração do fundo é de 0,50%, e a aplicação mínima, de R$ 500,00.

Nos últimos 12 meses, o fundo teve rentabilidade de 17,46%.

O Trend Ouro FIM está disponível para investimento na plataforma da Rico. 

3. Barras de ouro físicas

Finalmente, a terceira alternativa mais comum para investimento em ouro é a compra de barra de ouros físicas.

Essa opção, no entanto, oferece pouca praticidade, porque é necessário buscar uma instituição financeira que comercialize o produto, comprovar renda, preencher um cadastro e resolver o problema da custódia: em qual banco você deixará o ouro armazenado?

Todos esses processos incluem taxas e tarifas, o que acaba tornando a compra de barras de ouro físicas pouco atraente para o investidor pessoa física. 

Além disso, as barras de ouro oferecem pouca liquidez, já que você precisará encontrar alguém disposto a pagar o valor de mercado no momento de vender o ouro.

Vantagens e desvantagens em investir em ouro 

Várias barras de ouro enfileiradas preenchem a imagem, em referência aos fundos de investimento em ouro

Agora que você já conhece os principais tipos de investimento em ouro, vale a pena analisar as vantagens e desvantagens desse investimento. 

Em primeiro lugar, é necessário compreender como o preço do ouro costuma oscilar em relação com outros tipos de investimento.

Historicamente, o ouro se valoriza quando há medo entre os investidores e aversão ao risco. 

Quando o investimento em títulos públicos deixa de ser atraente e o mercado de ações apresenta riscos considerados demasiados, o investidor pode recorrer ao ouro como uma proteção ao patrimônio. 

Neste caso, o preço do ouro sobe. 

O contrário acontece quando o investidor vê preços atrativos para as ações e confia no pagamento dos títulos públicos. 

Com mais opções atraentes de investimento, o preço do ouro cai.

Agora, vamos listar as principais vantagens e desvantagens desse investimento:

Vantagens

  • Prova-se no tempo como uma reserva de valor
  • Preço sobe em meio às crises
  • Funciona como reserva de valor
  • Oferece proteção contra oscilações do mercado.

Desvantagens

  • Preço é volátil
  • Cotação costuma ser afetada por eventos macroeconômicos, sobre os quais o investidor não tem controle
  • Não gera renda passiva
  • Não oferece crescimento exponencial
  • Preço cai quando o mercado está otimista com ativos geradores de renda.

Ouro é um investimento de curto, médio ou longo prazo? 

Um cofre de porco dourado sobre uma mesa de madeira. Ao lado, várias pilhas de moeda, e uma mão coloca uma moeda no cofre, em referência aos fundos de investimento em ouro

A resposta para esta pergunta depende do perfil de cada investidor. 

Mas, quando o investimento em ouro é visto como uma proteção e diversificação do patrimônio, ele precisa ser interpretado como um investimento de longo prazo, de caráter quase permanente.

A função desse investimento, para quem possui muita exposição à renda variável, é justamente garantir uma proteção ao investimento, atenuando as possíveis quedas do mercado.

Portanto, não faz sentido fazer uso dessa proteção por um curto período.

O investimento em ouro não é recomendado para quem está de olho na valorização de curto prazo, nem para quem acredita que o ouro vai deixá-lo rico.

Trata-se, vale reforçar, de uma reserva de valor, um investimento de segurança.

É seguro investir em ouro? 

Uma barra de ouro ao lado de várias moedas, em referência aos fundos de investimento em ouro

A segurança do investimento em ouro reside no fato de que esse é um dos ativos mais antigos e valiosos do planeta, cujo valor está garantido ao longo do tempo.

Mas o ouro não pode ser analisado como um investimento isolado – ele precisa fazer parte de uma carteira de ativos, sendo um elemento a mais na diversificação do seu patrimônio.

De qualquer forma, vale a pena conhecer os principais riscos que envolvem o investimento em ouro.

Em primeiro lugar, você estará exposto às variações do fluxo mundial de importação e exportação de minérios. 

Você não pode controlar a maneira como esse mercado opera, então, esse é um risco que assume ao investir em ouro.

Também é preciso mencionar as políticas monetárias adotadas pelos bancos centrais e pelas principais economias do mundo. 

Todos os ativos possuem algum grau de correlação, e o ouro não é diferente.

Em terceiro lugar, o investimento em ouro pode ser afetado por flutuações sazonais, algumas típicas, e outras, não. 

Conforme a demanda pelo minério aumenta ou diminui, o seu investimento também varia.

Finalmente, o investimento em ouro também é afetado por fenômenos da natureza, como terremotos, furacões, enchentes e excesso de chuvas, que podem dificultar a extração do ouro e estimular alterações no preço.

Qual a melhor maneira de comprar ouro?

Uma mulher olha para uma moeda de ouro retirada de um pote de vidro, cheio de moedas, em referência aos fundos de investimento em ouro

A resposta para esta pergunta é muito pessoal, porque depende do perfil e do objetivo de cada investidor.

Para quem procura comodidade e praticidade, os fundos de investimento em ouro são recomendados, porque basta abrir uma conta em uma corretora de valores, transferir o dinheiro, escolher o fundo e começar a investir.

Você não precisa pessoalmente negociar os contratos – muito menos lidar com questões como a custódia, a transferência e a proteção das barras de ouro físicas.

Para quem já possui mais experiência na Bolsa de Valores, está acostumado a operar contratos futuros e possui um patrimônio elevado, a melhor opção talvez seja negociar diretamente pelo código do ouro na B3, OZ1D.

Agora, para quem está preocupado com eventos que possam levar a uma crise financeira global capaz de deteriorar todo o sistema financeiro mundial, levando bancos à falência e afetando o valor do próprio dinheiro como o conhecemos, comprar barras de ouro físicas e encontrar um local para armazená-las é uma alternativa.

Vale salientar, no entanto, que esse tipo de postura não é recomendada para o investidor médio, devido aos riscos envolvidos.

Como investir em fundos de ouro em 2020? Confira 4 dicas

A ilustração de um teto tocando o celular, que mostra uma plataforma de investimentos, em referência aos fundos de investimento em ouro

Para investir em fundos de investimento em ouro, o primeiro passo é abrir uma conta em uma corretora de valores.

São essas instituições que fazem o meio de campo entre os fundos e gestoras e o investidor pessoa física.

Uma das opções é investir nos fundos de investimento por meio da plataforma da Rico.

Como investir em ouro na Rico [Passo a passo] 

Investir em ouro na Rico é muito simples. Acompanhe o passo a passo:

1. Abra uma conta na Rico

O primeiro passo para investir em ouro na Rico é abrir uma conta na plataforma. 

O processo é todo online e pode ser feito pelo site.

2. Aguarde a confirmação da conta

Após definir seu login e senha, preencher os campos necessários e formalizar o seu cadastro na plataforma, você precisa esperar a confirmação da abertura da sua conta. 

Em geral, o processo ocorre no mesmo dia, e a Rico envia um e-mail para você com os dados de acesso e o número da sua conta para depósito.

3. Transfira o dinheiro

Com a conta validada e os dados em mãos, é hora de fazer a transferência para a Rico. 

O dinheiro entra no sistema em alguns minutos ou horas, dependendo da instituição financeira e do momento da transação.

4. Escolha o fundo de investimento em ouro

Agora que você já tem dinheiro na sua conta da Rico, basta acessar a plataforma com o seu login e senha e clicar em Fundos de Investimento, no lado esquerdo da tela. 

Lá, você encontrará todos os fundos de investimento à disposição na Rico, e poderá escolher o seu preferido. 

No campo de busca, você pode digitar a palavra “Ouro” e selecionar o melhor fundo para o seu perfil de investidor. 

Esse também é o momento de pesquisar e comparar os fundos, analisando todas as taxas envolvidas.

Dica bônus: Como declarar ouro no Imposto de Renda? 

Moedas de ouro dispostas sobre uma mesa de madeira e, sobre elas, nasce uma pequena árvore, em referência aos fundos de investimento em ouro

Assim como as ações e os fundos imobiliários, o ouro também é considerado um ativo de renda variável e deve ser devidamente declarado na sua Declaração Anual de Imposto de Renda.

Assim como as ações, o ouro também conta com isenção de IR para a venda de valores de até R$ 20 mil por mês. 

Mesmo assim, é necessário declarar a posse do ouro que você comprou na Bolsa de Valores na seção de “Bens e Direitos”, sob o código 46.

Só será necessário declarar os ganhos na aba de “Renda Variável” se a venda em um mês tiver superado os R$ 20 mil. 

Portanto, aquilo que você ganhou com a negociação de ouro, se a operação não tiver superado o limite, deve ser declarado na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. 

Agora, se você investe em fundos de investimento em ouro, a sua vida fica mais fácil, porque o processo é simplificado. Os fundos também são declarados na seção de “Bens e Direitos”.

Conclusão 

Como você aprendeu neste artigo, o investimento em ouro pode ser uma opção interessante para quem deseja diversificar a sua carteira de ativos, e também para se proteger contra oscilações do mercado.

O ouro pode ser considerado uma reserva de valor, porque possui valor intrínseco e costuma se valorizar quando o mercado de ações cai, por exemplo.

Portanto, para quem está bastante exposto à renda variável, essa aplicação pode fazer sentido como uma proteção à carteira, um hedge.

Dentre as opções para investimento em ouro, a mais simples e prática para o investidor pessoa física é optar por um fundo de investimento em ouro, acessível nas corretoras.

Ao escolher um fundo, você delega a gestão para o fundo e elimina as burocracias existentes na compra de barras de ouro e na negociação direta dos ativos na Bolsa de Valores.

Invista em ouro com a Rico. Abra sua conta agora!

Obrigado por ler até aqui!

Nova call to action


maio 6, 2020

Comparação de fundos: como fazer + exemplos  

A comparação de fundos de investimentos é muito importante para encontrar a aplicação mais adequada para você e sua carteira, considerando seus objetivos e preferências ao investir.

Os fundos são um tipo de investimento que consiste em uma carteira de ativos, com uma estratégia bem definida, administrada por um gestor .

Existem diversos tipos de gestores e também de fundos. Por isso, é importante saber compará-los para escolher o melhor para você.

Ao fazer um comparativo de fundos, você identifica oportunidades realmente únicas, tanto para investidores conservadores, que buscam estabilidade, quanto para investidores interessados em aumentar o seu patrimônio de forma mais agressiva.

Todo investidor consciente faz uma comparação completa no mercado para encontrar o melhor investimento para a sua estratégia atual.

Na Rico, ao se tornar cliente, você terá acesso ao nosso comparador de investimentos, a partir do qual é possível simular investimentos de fundos, inclusive os de renda fixa e de renda variável.

Ao fazer essa comparação de fundos de investimentos, você pode avaliar até mesmo o rendimento dos fundos de grandes bancos de varejo, aqueles que o seu gerente oferece com insistência a você.

Veja o vídeo abaixo para saber mais: 

A partir da comparação de fundos, você conhecerá os melhores fundos de investimentos de 2020 para investir agora mesmo. 

Veja o que você aprenderá neste artigo completo:

  • Importância da Comparação de Fundos de Investimentos
  • Como Fazer Comparação de Fundos de Investimento [Exemplos]
  • Dicas Para Fazer Análise de Fundos de Investimento
  • Ranking com os Melhores Fundos de Investimento de 2020.

Se restar alguma dúvida ao final, é só deixar um comentário.

Boa leitura!

Nova call to action

Importância da Comparação de Fundos de Investimentos 

Uma mulher alegre mexendo no tablet sentada em uma poltrona, pesquisando sobre comparação de fundos
Comparar investimentos é muito importante para aplicar seu dinheiro com consciência.

Você é um investidor, certo? Um investidor busca sempre agir com a razão. Ele não aplica de acordo com “opinião”, mas com base em dados sólidos.

Se você já investiu no “achismo” ou na sorte, você não agiu como um investidor. Pode ter agido como um apostador ou até torcedor, mas não como um investidor.

O investidor tem educação financeira e planeja suas finanças enquanto estuda para fazer as melhores escolhas no mercado financeiro.

Então, como você pode comparar fundos de investimento e construir uma carteira de aplicações sólida e confiável

Em primeiro lugar, você pode avaliar a rentabilidade dele e colocar lado a lado com os principais indicadores e com outros produtos financeiros.

Em nosso simulador inteligente, você pode ter esse panorama geral de forma muito clara:

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comparar-fundos-rico-2020-3
Tela capturada dia 27/03/2020.

Perceba como o fundo selecionado rendeu mais que o dobro do CDI desde 2017.

E vale destacar que utilizamos um só fundo nessa comparação. Você pode fazer isso com todos os produtos oferecidos em nosso portfólio de fundos de investimento antes de decidir seu investimento.

Mas lembre-se: é importante avaliar também as outras características do fundo.

Ao criar a sua conta na Rico, online e de graça, você terá acesso à nossa plataforma de investimentos, onde é possível filtrar os fundos de investimento por categoria, rentabilidade, risco e outras características.

Tipos de fundos de investimento

O tipo (categoria) do fundo de investimento é definido pela Anbima, segundo uma cartilha.

Existem quatro tipos de fundos de investimentos classificados de acordo com a classe de ativos mais utilizada pelo gestor:

  • Fundos de renda fixa (mais conservador, investe em títulos privados e públicos)
  • Fundos multimercado (oscila em busca de rentabilidade e mescla diferentes classes de ativos)
  • Fundos de ações (oscila mais do que os multimercados, pois investem na Bolsa de Valores)
  • Fundos cambial (normalmente seguem o desempenho de uma moeda como dólar ou euro) 

Além da categoria de classe de ativos, você deve atentar para que tipos de investimentos o gestor do fundo prefere dentro da classe.

Em renda fixa, podem ser títulos privados (CDB, debêntures, CRA, etc.) que oscilam mais junto a títulos públicos que seguem de perto o CDI. 

Em ações, podem ser de empresas consolidadas que pagam dividendos, de small caps ou de uma respectiva empresa.

Em multimercado, você pode optar por um fundo que se exponha ao mercado internacional.

Tudo depende do objetivo do fundo de investimento.

Existem muitas estratégias e possibilidades. Avalie cada uma individualmente e como ela se encaixa em sua carteira de investimentos.

Nova call to action

Principais características no comparativo de fundos

O principal fator a ser analisado é o risco do fundo de investimento. Ou seja, quanto ele pode oscilar negativamente.

A oscilação pode ser vista no histórico de rendimentos.

Esse risco se dá pelo objetivo da gestora e benchmark de performance.

Por exemplo, se o comparador do fundo é o Ibovespa e o fundo busca uma performance sempre superior, com certeza, ele oscilará mais.

Veja a tela na Rico que resume as principais características de um fundo:

comparar-fundos-rico-2020-4Tela capturada dia 27/03/2020.

Outro aspecto importante é a taxa de administração e de performance (nem sempre há taxa de performance) do fundo.

Você precisa entender também o período de aplicação.

Quanto mais arriscado for um fundo, maior deve ser o tempo de aplicação para que você aproveite o máximo possível a lucratividade do investimento.

E na hora de resgatar o dinheiro?

Cada fundo de investimento possui uma liquidez (prazo de resgate). Pode ser D+0 (no mesmo dia), D+1 (em até 24 horas) ou D+30 (um mês útil). 

Como Fazer Comparação de Fundos de Investimento [Exemplos]

Uma mulher mexendo em seu notebook em um local ensolarado, em referência à comparação de fundos
Na plataforma da Rico, você compara fundos de investimentos de forma fácil e simples de entender.

Vamos para a prática?

Agora, você vai descobrir como fazer uma comparação correta entre fundos de investimentos.

Confira a seguir!

Comparação fundos de renda fixa

Os fundos de renda fixa tendem a ser mais estáveis. 

Ou seja, eles normalmente rendem de uma forma mais previsível. Mesmo assim, existem alguns fundos que arriscam mais e são menos previsíveis.

Lembre-se de comparar sempre com valor do CDI e de levar em conta as taxas.

Se você pretende fazer uma escolha conservadora, a taxa de administração não deve somar mais de 0,5% ao ano.

Na lista abaixo, você pode ver que os investimentos com ícone vermelho ao lado do nome são os mais agressivos. Logo depois vem os moderados em amarelo e os verdes que são os mais conservadores.

Se você busca construir uma reserva financeira voltada para emergências, escolha um fundo conservador com boa liquidez.

Veja uma comparação entre alguns dos fundos de renda fixa da Rico:

comparar-fundos-rico-2020-5
Tela capturada em 27/03/2020.

Comparação fundos multimercado

Os fundos multimercado são o meio termo entre renda fixa e ações.

Eles mesclam câmbio, juros, índices, ações, renda fixa e outros ativos. Tudo de acordo com uma estratégia preestabelecida.

É uma boa forma de fazer uma diversificação de investimentos automática, em diferentes mercados, de acordo com os movimentos da economia.

Veja os fundos multimercado de melhor rendimento em 2020: 

comparar-fundos-rico-2020-6Tela capturada em 27/03/2020.

Se precisar de ajuda, acesse a InvesTV para tirar todas as suas dúvidas ao vivo com nossos especialistas

Comparação fundos de ações

Os fundos de ações também podem ser mais ou menos conservadores.

Por exemplo, muitos fundos de ações têm objetivos de longo prazo, investindo em grandes empresas que distribuem dividendos.

É bem diferente de um fundo que busca ganhar mais aplicando em empresas pequenas, as small caps, para ganhar em cima da maior volatilidade delas.

Para entender bem a estratégia do fundo em que deseja aplicar, não esqueça de baixar o PDF com o prospecto do fundo.

Veja os fundos de ações de melhor rendimento em 2020:

comparar-fundos-rico-2020-7Tela capturada em 27/03/2020.

Lembre-se: ao clicar no fundo, você pode visualizar um resumo da sua estratégia.

Veja como ele aparece na plataforma.

comparar-fundos-rico-2020-8Tela capturada em 27/03/2020.

Então, não escolha um fundo apenas pela sua rentabilidade e histórico, considere também a sua estratégia de investimentos.

Comparação fundos imobiliários

Para acumular e aumentar seu capital a médio e longo prazo, os Fundos Imobiliários (FIIs) são ideais.

Eles ajudam a diversificar seus investimentos entre fundos de papéis, agências bancárias, shopping centers e galpões industriais.

Lembre-se: eles são isentos de taxas da Rico

Ao aplicar, você terá o recebimento de “aluguel” direto na sua conta da corretora.

Na Rico, você pode comparar os fundos direto pelo nosso home broker

Essa é uma análise mais complexa de ser feita. Por isso, construímos uma carteira recomendada apenas com FIIs.

Você pode checar a carteira na imagem abaixo. Lembre-se: o mês vigente da imagem é de março de 2020.

comparar-fundos-rico-2020-fiis
Tela capturada em 27/03/2020.

Comparação de fundos cambiais

Nesse tipo de fundo, a rentabilidade acompanha a variação de preços de uma moeda estrangeira ou a variação do cupom cambial.

Os fundos cambiais são ótimos para acompanhar a variação do dólar e de moedas estrangeiras.

Trata-se uma boa estratégia para gerenciar o risco da sua carteira de investimentos.

comparar-fundos-rico-2020-9Tela capturada em 27/03/2020.

O primeiro colocado desse ranking, o BTG Pactual Dólar, possui no mínimo 80% da carteira em ativos relacionados direta, ou sintetizado via derivativos à cotação do dólar.

Dicas Para Fazer Análise de Fundos de Investimento

Aprender a comparar fundos de investimento é só a primeira parte. Você deve saber como analisar eles individualmente, para aí sim, fazer a melhor escolha.

Afinal, não basta que um fundo se destaque entre todos se ele não for o mais adequado para você.

Então, veja algumas dicas que preparamos para você fazer a melhor escolha:

1. Compare apenas fundos da mesma categoria

Este é um erro comum.

Um fundo de renda fixa não pode ser comparado a um fundo de ações. Eles possuem estratégias diferentes e indicadores de performance diferentes.

Se você fizer isso e estiver buscando apenas rentabilidade, logicamente os fundos de ações vão se destacar.

Mas pode ser que não seja esse tipo de fundo o mais recomendado para você e sua carteira.

2. Tenha uma estratégia de investimentos

Isso é muito importante para sempre escolher o investimento mais adequado.

Imagine errar na quantidade de cotas adquiridas e acabar expondo a sua carteira além do necessário ao dólar.

Isso pode fazer você ter sérios prejuízos.

Então, saiba exatamente qual percentual do seu dinheiro você quer expor a cada tipo de mercado e de investimento. 

3. Sempre leia o prospecto

É no prospecto do fundo que você terá todos os detalhes do investimento.

Então, para entender o fundo de forma completa, é importante ler o prospecto com calma e atenção.

Nunca invista em um fundo sem saber exatamente o que ele fará com o seu dinheiro.

4. Compare o histórico de rentabilidade

Existe uma forma de comparar o histórico de rentabilidade de todos os fundos e investimentos, lado a lado, em gráfico.

É só usar o simulador da Rico. Você pode acessá-lo aqui e aproveitar essa nova funcionalidade.

Com esse comparador, é simples identificar se um fundo de renda fixa, por exemplo, rende mais que uma debênture específica.

Nova call to action

Ranking com os Melhores Fundos de Investimento

Um saco de dinheiro ao lado de barras de madeiras enfileiradas em ordem crescente. Na mesa, moedas espalhadas, em referência à comparação de fundos.
Fique atento ao ranking dos melhores e invista com os fundos campeões da Rico.

Cada fundo de investimento possui um grau de risco e prazo apropriado de aplicação.

Então, nunca esqueça de analisar bem onde colocará o seu dinheiro.

Mas não apenas isso, como também o rating e risco de quebra da gestora dos fundos.

Por isso, nós avaliamos muito bem os fundos de investimentos antes de disponibilizá-los em nossa plataforma de aplicações.

Então, saiba que todas as opções nessa comparação de fundos passaram pelo nosso criterioso time de análise. 

Dito isso, olhe bem o grau de oscilação da rentabilidade.

Ou seja, se você está disposto a perder um pouco de rentabilidade por um curto período de tempo para ter um ganho maior ao longo dos meses e anos.

Se você busca ganhos certos a curto prazo, com boa liquidez, terá que abrir mão da rentabilidade acima da média de mercado.

Nesse caso, procure fundos de investimentos conservadores, de renda fixa.

Veja o ranking de comparação de fundos da Rico.

Esses são os 5 melhores fundos de investimentos do ano até agora (março de 2020).

É importante levar em conta que estamos em um momento totalmente atípico, avaliado por alguns analistas econômicos como algo sem precedentes em nossa história – reflexo da pandemia global do novo coronavírus.

comparar-fundos-rico-2020-10Tela capturada dia 27/03/2020..

Cada um desses fundos de investimentos possuem uma aplicação inicial mínima, taxa de administração e outros detalhes importantes.

Fique atento principalmente a qual mercado dentro da Bolsa o fundo aplica com mais frequência.

Esses são ótimos resultados. Mesmo assim, não é recomendado que você invista 100% do seu dinheiro em único ativo.

O recomendado é que você diversifique ele com Tesouro Direto, títulos privados de renda fixa, fundos variados e mais.

Dessa forma, você estará sempre seguro, independente do momento financeiro.

Separe uma parcela para a renda fixa que você deseja manter em segurança, longe de grandes oscilações.

Mas se você busca performance, que tal investir na próxima comparação de fundos de investimento?

Passo a Passo para Usar o Novo Comparador de Investimentos da Rico

O simulador da Rico permite comparar investimentos de categorias diferentes.

Além disso, ele é inteligente e dá sugestões ao perceber que você está selecionando investimentos pouco rentáveis.

Veja como o comparador funciona passo a passo:

1) Acesse o comparador na área logada

comparador de investimentos rico beta

Basta clicar em ‘Acesse’.

2) Configure o gráfico

comparador de investimentos rico beta 2

Um gráfico aparecerá e você poderá fazer três configurações: escolher índices de comparação, período de análise e adicionar investimentos (é possível inserir vários simulando uma carteira de aplicações).

3) Pesquise pelo produto

comparador de investimentos rico beta 3

Você pode fazer isso pelo nome ou pelo CNPJ do ativo.

4) Avalie o gráfico

simulador comparacao de fundos2
simulador comparacao de fundos3

Se você não simular valores de investimento em cada produto, não aparecerá a carteira de investimentos no gráfico e na tabela.

5) Simule uma carteira real

comparador de investimentos rico beta

Basta inserir os valores nesse campo em branco e confere como será a rentabilidade média da carteira.

6) Compare a carteira com índices

comparador de investimentos rico beta5
comparador de investimentos rico beta6

Com essas informações, fica muito mais fácil investir com segurança e encontrar o ativo que melhor combina com seus objetivos e preferências, não é mesmo?


Conclusão 

Um homem sorridente pesquisando em seu notebook sobre comparação de fundos.
Encontrou um bom investimento em nossa comparação de fundos? Então, é hora de investir!

Investir em fundos de investimentos é uma escolha muito sábia. Principalmente em momentos em que o mercado está instável ou, então, quando a taxa básica de juros, a Selic, está em queda.

O gestor do fundo de investimento é um profissional experiente, que entende muito bem o mercado.

Então, é ótimo poder confiar parte do seu patrimônio a uma empresa profissional, que fará uma gestão estratégica, trazendo mais rendimento e segurança para você.

Imagine só, se não existissem fundos de investimentos em ações, você teria que estudar o mercado de capitais a fundo para entrar em um home broker e investir por conta própria.

Ao contar com um fundo de investimento, toda a parte analítica, de acompanhamento de mercado e investimentos fica por conta do gestor do fundo.

Afinal, sua recompensa está atrelada aos resultados obtidos em seus investimentos.

É diferente do gerente do seu banco, que é recompensado de acordo com as vendas de produtos.

Naturalmente, a intenção do gerente é vender produtos financeiros, mesmo que não sejam de qualidade, para bater metas e ganhar dinheiro.

E acredite, a maioria dos investimentos oferecidos por grandes bancos são de baixa qualidade: poupança, títulos de capitalização, entre outros.

Ou você achou que o banco existe para deixar você rico? Com certeza, não. Esse é o trabalho da sua corretora de investimentos. Esse é o trabalho da Rico.

Abra a sua conta agora mesmo!

Quer continuar aprendendo tudo sobre fundos de investimentos? Leia esses outros textos do nosso blog:

Tem dúvidas ou sugestões sobre nossa comparação de fundos? Deixe o seu comentário logo abaixo!

Obrigado por ler até aqui e bons investimentos!

Nova call to action

março 31, 2020

Os 10 melhores fundos imobiliários – Ranking FIIs 2021  

Conhecer os melhores fundos imobiliários pode ser um ótimo negócio para você, investidor.

O investimento em imóveis é o sonho de muitas pessoas.

Porém, os custos para mantê-los costumam ser altos, principalmente quanto aos empreendimentos comerciais.

Com os FIIs, os Fundos de Investimentos Imobiliários, você pode investir nesse segmento, obter todos os benefícios de um imóvel físico e ainda pode desfrutar de outras vantagens, como a liquidez em 2 dias.

E a tendência é de que essa área siga em crescimento. Portanto, pode ser o momento ideal para lucrar com a valorização dos melhores fundos imobiliários.

Mesmo com toda essa atratividade, é preciso cautela para entender o funcionamento do mercado, quais as vantagens e os FIIs mais indicados e baratos para a sua carteira.

Se você está interessado nesse tipo de investimento, temos mais uma boa notícia: na Rico, você investe nos melhores fundos imobiliários de 2021 com TAXA ZERO.

Então, para aproveitar todas as oportunidades, preparamos este guia completo para você começar a investir em FIIs ainda hoje:

  • O Que são e Como Funcionam os Fundos Imobiliários (FIIs)?
  • FIIs em 2020: O cenário com a crise do coronavírus
  • Ranking de FIIs mais rentavéis: Veja a Lista
  • Quais Foram Os 10 Melhores Fundos Imobiliários em 2020 – Ranking FIIs
  • Montando uma carteira recomendada de fundos imobiliários
  • Como Calcular a Rentabilidade dos Melhores Fundos de Investimento Imobiliário
  • Onde acompanhar a rentabilidade dos fundos imobiliários
  • Quais os riscos de investir em fundos imobiliários
  • Passo a passo de como investir nos fundos imobiliários
  • Perguntas Frequentes sobre os Fundos Imobiliários 
Clique e baixe o guia sobre fundos imobiliários

O Que são e Como Funcionam os Fundos Imobiliários (FIIs)?

Uma mulher de óculos em um escritório mexendo no notebook em referência aos melhores fundos imobiliários
Com os FIIs, você pode investir em shoppings centers, hospitais e escritórios corporativos

Os Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) são carteiras que possuem imóveis físicos ou ativos do setor.

A composição varia conforme os objetivos da gestão.

Basicamente, eles são classificados em:

Fundos de tijolo

Esse tipo investe majoritariamente em imóveis físicos, por exemplo, shoppings centers, escritórios corporativos e galpões logísticos.

Fundos de papel

São FIIs que possuem papéis de renda fixa ligados ao setor imobiliário, como CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e LCI (Letras de Crédito Imobiliário).

Fundos híbridos

São FIIs que possuem uma carteira mista entre empreendimentos imobiliários, títulos mobiliários ou até mesmo cotas de outros FIIs, os chamados fundos de fundos.

Por ser um fundo de investimento, o patrimônio total é dividido em cotas de mesmo valor.

Então, ao investir em FIIs, você se torna um cotista e sócio do empreendimento.

Uma das vantagens deles é que há uma gestão especializada, que acompanha o desempenho e faz as mudanças necessárias com o objetivo de conseguir os melhores resultados.

Além disso, o gestor também é responsável pelo repasse dos rendimentos, reinvestimentos e pagamento dos tributos.

Então, se você busca investir em imóveis com tranquilidade, os FIIs podem ser excelentes escolhas. Sem contar que a burocracia é muito menor, pois você negocia as suas cotas a qualquer momento.

Basta ter uma conta em uma corretora de valores, como a Rico e acessar o seu home broker. 

Os retornos dos fundos imobiliários pode vir duas formas.

A primeira é a valorização das cotas, que depende do ganho de capital através da negociação que ocorre diariamente na bolsa de valores, entre os investidores.

Outra fonte de rendimentos é através do recebimento do aluguel mensal que o fundo paga, sendo obrigado a distribuir 95% do que recebe depois de pagar seus custos. Funciona como de fato o recebimento de aluguel em seu imóvel físico.

Uma das vantagens de investir em fundos imobiliários é que os aluguéis são isentos de tributos. Assim, você pode utilizá-lo para o custeio das suas despesas ou para reinvestimento.

Se o seu objetivo é viver de renda, aposentadoria ou independência financeira, esse pode ser um bom investimento. 

Para os fundos de papel, os rendimentos provêm do desempenho das aplicações. Portanto, os indexadores, como o IPCA e o IGP-M, têm influência sobre o montante total.

Digamos que um FII invista em LCI indexada ao CDI. Se o indexador subir, os rendimentos dessa LCI aumentam e você receberá mais proventos.

Os fundos imobiliários de papel costumam ser recomendados aos investidores que buscam estabilidade e proteção contra o aumento nos juros da economia.

Em um cenário de juros altos, esses ativos tendem a oferecer proventos maiores e menor oscilação nas cotações.

Já os fundos imobiliários de tijolos podem ser boas opções para os que buscam investir, de fato, em um imóvel físico e também para aproveitar momentos de aquecimento da economia.

Note que os fundos imobiliários têm características de renda fixa e variável. Eles costumam ser indicados para investimentos de médio e longo prazos.

FIIs em 2020: O cenário com a crise do coronavírus

A pandemia do novo coronavírus e o consequente fechamento das economias do mundo por alguns meses trazem um alto grau de incerteza em relação à recuperação econômica.

Ainda assim, o número de pessoas que aplicam em fundos imobiliários atingiu o patamar de 1,1 milhão em outubro de 2020, conforme boletim mensal da B3.

Após quedas acentuadas no primeiro trimestre do ano, o índice IFIX, principal benchmark do setor, vem se recuperando –  apresentou alta de 1,51% em novembro de 2020.

Para os próximos meses, o mercado deve continuar volátil, a depender das discussões sobre a velocidade da recuperação econômica.

A reabertura gradual e consciente de centros comerciais, como shopping centers, contribui para o cenário positivo.

Ranking de FIIs mais rentáveis: veja a lista

Existem métricas para medir o desempenho de um fundo de investimento imobiliário.

Para construir um ranking FII, utilizamos principalmente o dividend yield.

O dividend yield (DY), que pode ser traduzido como rendimento de dividendos, é o indicador que mede a relação entre os dividendos pagos por uma ação ou fundo imobiliário em relação à cotação atual do ativo.

Então, se o DY de um fundo é de 5%, quer dizer que ele paga como dividendos 5% do valor da cotação atual (valor usado no cálculo).

Confira o ranking FIIs com as cinco alternativas mais rentáveis do mercado em dezembro de 2020, de acordo com informações do site Funds Explorer:

  1. GR Louveira (GRLV11)
  2. Kinea Real State (KNRE11)
  3. XP Corporate Macaé (XPC11)
  4. Mérito Ações Imobiliárias (MFAI11)
  5. Hectare CE (HCTR11)

Importante: a lista apresentada traz o ranking FII de momento (dezembro de 2020). Não é uma recomendação de investimento.

Carteira Recomendada de FIIs para 2021

A Rico oferece a seus clientes uma carteira recomendada com os melhores FIIs para investir.

Seu desempenho vem se mostrando superior ao IFIX, mesmo no cenário difícil de 2020.

Nos últimos 12 meses, seu rendimento foi de -1,7%, contra -2,4% do IFIX – ou seja, 0,7% acima do indicador.

O maior retorno mensal já registrado foi de 22,6%, contra 10,6% do IFIX.

Quais Foram Os 10 Melhores Fundos Imobiliários em 2020 – Ranking FIIs

A imagem de prédios vistos de baixo em referência aos melhores fundos imobiliários
Aprenda a identificar os melhores FIIs do mercado para investir com rentabilidade

Os melhores fundos imobiliários para 2020 são aqueles que apresentam crescimento contínuo, tanto nas cotações, quanto nos proventos pagos aos cotistas.

Como esses ativos fazem parte da renda variável, entenda que desempenho passado não é garantia de retorno futuro.

Por isso, você deve fazer uma escolha criteriosa e avaliar todas as informações pertinentes ao FII desejado.

A Rico divulga a seus clientes uma carteira recomendada de fundos imobiliários porque acredita que os FIIs nela listados estão entre os melhores e mais rentáveis para 2020 e 2021.

Embora seja importante você acompanhar as atualizações da carteira, que são mensais, neste momento, em dezembro de 2020, o ranking de FIIs traz:

  1. Capitânia Securities (CPTS11)

O CPTS11 é um fundo de papel que distribui seu patrimônio majoritariamente entre recebíveis imobiliários – em sua maioria, investimentos de renda fixa.

Constituído em 2014, ele tem taxa de administração de 1,05% e acumula hoje um dividend yield de 1,08%.

  1. Kinea Índice de Preços (KNIP11)

Outro fundo de papel da nossa lista, o KNIP investe principalmente em ativos de títulos imobiliários disponíveis no mercado.

O Kinea foi criado em 2016 e desde então tem como objetivo investir mais 50% do seu patrimônio líquido na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

O fundo tem taxa de administração de 1% e o DY de 0,89%.

  1. Vinci Logística (VILG11)

O fundo VILG11 é um fundo de tijolo que, portanto, investe principalmente em empreendimentos imobiliários com endereço físico.

Como o próprio nome indica, o Vinci direciona o patrimônio para galpões logísticos.

O grupo tem taxa de administração de 0,95% anual mais taxa de performance de 20% sempre que os rendimentos ultrapassam o valor do IPCA+6% ao ano.

O dividend yield atual é de 0,48%.

  1. XP Malls (XPML11)

O XPML11 é mais um exemplo de fundo de investimento de tijolo para nossa lista.

O FII foi constituído em 2017 e tem o patrimônio aplicado quase que integralmente no segmento de shoppings centers.

A sua taxa de administração pode variar entre 0,75% e 0,95% ao ano e o seu DY é de 0,38%.

  1. VBI Prime Offices (PVBI11)

O VBI Prime Offices é um FII do tipo tijolo que investe em lajes corporativas, em especial escritórios.

Sua taxa de administração está fixada em 1% e o dividend yield está estabelecido em 0,48%.

  1. CSHG Renda Urbana (HGRU11)

Constituído em 2018, o HGRU11 também é fundo de investimento imobiliário do tipo tijolo.

Ele distribui seu patrimônio entre empreendimentos urbanos de uso institucional e comercial em sua maioria.

A taxa de administração é de 0,9% ao ano sobre o valor de mercado do fundo e seu dividend yield está em 0,53%.

  1. Vinci Offices (VINO11)

O Vinci Offices é um FII do tipo tijolo que investe em empreendimentos comerciais, sobretudo escritórios corporativos.

O VINO11 divulga uma taxa administrativa de 1,2% ao ano sobre o Patrimônio Líquido do fundo e um DY atual que chega em 0,58%.

  1. XP Log (XPLG11)

Constituído em 2018, o XP Log é um fundo de investimento imobiliário do tipo tijolo que, como o nome indica, investe em empreendimentos de logística.

Sua taxa de administração é fixada 0,25% ao ano e o dividend yield é de 0,45%.

  1. GR Louveira (GRLV11)

Outro fundo de tijolo com foco em logística, o GR Louveira é constituído sob a forma de condomínio fechado com duração indeterminada.

O DY do GRLV11 é de 36,85% e sua taxa de administração é de 0,6% ao ano sobre o valor de mercado das cotas em titularidade.

  1. Kinea II Real State (KNRE11)

Por fim, temos o KNRE11 que é um fundo de tijolo residencial com patrimônio dedicado a empreendimentos em desenvolvimento.

A taxa de administração desse FII é fixa em 1% ao ano, enquanto o dividend yield registrado foi de 3,92.

O que avaliar para encontrar os melhores FIIs?

Para saber quais foram os melhores FIIs para você, é preciso considerar alguns aspectos do fundo.

Comparando esses pontos entre diferentes FIIs, é possível estabelecer um ranking FII de acordo com o que você elencar como mais ou menos importante.

Porém, é necessário lembrar que rendimento passado não garante rendimento futuro.

Ou seja, mesmo que em 2020 esses FIIs tenham performado bem, não é possível saber se em 2021 a performance será a mesma.

Isso pois trata-se de um investimento de renda variável. A rentabilidade de investimentos desse tipo não é previsível e está sujeita à volatilidade.

Alguns pontos importantes para avaliar na hora de eleger os melhores FIIs:

  • Dividend Yield
  • Histórico da gestora
  • Índices do setor

Dividend Yield

Como falamos, o Dividend Yield (DY) é o cálculo de rentabilidade do fundo imobiliário.

Ele mede a relação entre os dividendos em relação à cotação atual do ativo.

Para analisar os melhores FIIs, é interessante olhar para os 12 meses do ano na hora de calcular o DY.

Histórico da Gestora

Para escolher qualquer tipo de fundo, incluindo os fundos imobiliários, é muito importante conhecer a gestora que está por trás dele.

Pois é ela quem irá administrar seus investimentos e fazer as escolhas de onde investir.

Portanto, é importante pesquisar o site do fundo, conhecer a reputação da gestora e pesquisar informações sobre o gestor e sua equipe.

Índices do setor

Outro ponto importante para identificar os melhores FIIs é pesquisar os índices do setor.

Eles trazem listas mostrando o desempenho de fundos imobiliários de acordo com alguns critérios.

O mais famoso benchmark do setor é o IFIX, como explicamos antes.

Qual fundo imobiliário paga mais dividendos?

Os dividendos são os rendimentos provenientes de fundos de investimento e ações de empresas negociadas em bolsa.

Não há como determinar qual FII vai pagar mais dividendos nos próximos meses e anos.

O que cabe ao investidor, então, é analisar o histórico de pagamentos e seguir boas práticas na escolha de um fundo com esse objetivo.

O DY representa uma relação entre o preço da ação (ou cota, no caso dos fundos) e os dividendos distribuídos.

Seu número resulta da divisão entre os dividendos pagos por cota e seu valor unitário, multiplicado por 100.

Assim, quanto mais alto, melhor.

Na sua estratégia, leve em conta também outros fatores que vão impactar na remuneração dos dividendos:

  • Imóveis: conheça os imóveis que fazem parte do fundo e onde eles estão localizados. Isso poderá indicar se serão valorizados no futuro
  • Liquidez: quanto mais investidores negociarem o fundo, maior será a sua liquidez
  • Preço de entrada: se o valor da cota aumentar, o dividend yield irá cair.

Montando Uma Carteira Recomendada com o Melhor Fundo Imobiliário

Então, como analisar os melhores fundos imobiliários e montar sua carteira?

Se você é iniciante e esse será o seu primeiro investimento no setor imobiliário, uma boa prática é evitar aplicar todo o seu capital em apenas um FII.

Afinal, trata-se de um ativo de renda variável. Então, o ideal é adotar a diversificação.

Mas como diversificar? A ajuda de um profissional faria toda a diferença, não é? Aqui na Rico, você pode!

Além da taxa zero para a corretagem, nossos clientes têm acesso à carteira recomendada da Rico. 

Nela, você vai encontrar os melhores fundos imobiliários do mercado.

Periodicamente, ela é analisada e ajustada para trazer bons resultados.

Veja o seu desempenho em relação ao IFIX e ao CDI:

MêsIFIX (%)CDI (%)Carteira Valor (%)
Dezembro-1910,630,322,6
Janeiro-20-3,80,3-10,4
Fevereiro-20-3,70,3-5,6
Março-20-15,80,3-19,1
Abril-204,40,32,00
Maio-202,10,22,3
Junho-205,60,27,1
Julho-20-2,60,20,9
Agosto-201,80,22,3
Setembro-200,50,10,4
Outubro-20-0,70,1-0,1
Novembro-201,60,11,3
Em 12 meses-2,4%2,9%-1,7%
Resultados da Carteira de FIIs da Rico x IFIX e CDI – Data do relatório: dezembro de 2020

Perceba que, em 12 meses, o rendimento da nossa Carteira Recomendada foi muito melhor que o seu índice de referência, mesmo na crise.

Se você ficou interessado e quer obter bons rendimentos com FIIs, a carteira recomendada pode ser uma boa alternativa.

Ao contar com ajuda profissional, é possível ter resultados melhores do que investir por conta própria

Afinal de contas, conhecer o mercado a fundo demanda anos de experiência, ainda mais em um setor que está em recuperação.

Para investir nessa carteira recomendada, você só precisa abrir a sua conta na Rico. Nos próximos tópicos, vamos explicar como aplicar em FIIs passo a passo. 

Lembre-se que, mesmo com a recomendação, você deve ler o relatório de análise dos ativos, pois a decisão final de investimento é sua. 

Como Calcular a Rentabilidade dos Melhores Fundos de Investimento Imobiliário

Uma maneira de definir quais são os melhores fundos imobiliários é calculando o seu rendimento.

Para isso, você precisa conhecer o comportamento das cotações e a distribuição dos proventos (aluguéis). 

Basicamente, você pode utilizar três métodos de análise. Confira:

  1. Rendimento por cota

Esse método de cálculo considera a valorização e os proventos recebidos no período desejado.

Vamos supor que você quer analisar no período de seis meses. Para isso, utilizaremos a seguinte tabela:

MêsAluguel por cota (R$)Cota (R$)
Janeiro1,50100,00
Fevereiro1,50101,50
Março1,40103,00
Abril1,50103,50
Maio1,60104,00
Junho1,60106,50

Agora, você deve somar o valor total dos aluguéis, que é de R$ 9,10.

Calcule o desempenho do valor da cota.

Para isso, faça a diferença entre o preço final e o inicial. O resultado será de R$ 6,50.

Some os 9,10 com o 6,50, que resulta em 15,60.

Por fim, basta dividir 15,60 pelo valor inicial da cota que é R$ 100,00. Assim, o rendimento será de 15,60% nos seis meses.

  1. Cálculo dos yields

O cálculo do yield é um dos mais conhecidos pelos investidores de fundos imobiliários.

Vamos utilizar a mesma tabela do exemplo anterior:

MêsAluguel por cota (R$)Cota (R$)
Janeiro1,50100,00
Fevereiro1,50101,50
Março1,40103,00
Abril1,50103,50
Maio1,60104,00
Junho1,60106,50

Calcule o yield mensal, (1,50/100,00)*100 que resulta em 1,50%.

Agora, verifique a valorização mensal da cota.

Ao fazer isso para todas elas, teremos a seguinte tabela:

MêsAluguel por cota (R$)Cota (R$)Yield Mensal (%)Valorização da cota (%)Total (%)
Janeiro1,50100,001,501,50
Fevereiro1,50101,501,501,503,00
Março1,40103,001,401,482,88
Abril1,50103,501,500,491,99
Maio1,60104,001,600,482,08
Junho1,60106,501,602,404,00

Por fim, vamos calcular os juros compostos de cada mês: ((1+0,015)*(1+0,03)*(1+0,0288)*(1+0,0199)*(1+0,0208)*(1+0,04) – 1) *100 = 16,45%.

Ou seja, o seu FII rendeu 16,45% em seis meses.

3. Cálculo da TIR (Taxa Interna de Retorno)

O cálculo da TIR costuma ser utilizado pelos gestores dos FIIs.

Então, esse pode ser o método ideal para você encontrar os melhores fundos imobiliários de 2020.

Primeiramente, você deve montar uma tabela dos fluxos de caixa do ativo em questão e no período de análise.

Vamos considerar seis meses:

MêsFluxo de caixa (R$)
Janeiro-106,00
Fevereiro1,00
Março1,00
Abril1,00
Maio1,00
Julho115,00

Na primeira linha, adicione o valor inicial da cota com sinal negativo. Ou seja, o preço pelo qual a comprou.

Em seguida, preencha com os aluguéis recebidos. Nesse caso, foi de R$ 1,00 em todos os meses.

Na última linha, você deve colocar a soma do valor atual da cota do seu fundo imobiliário com o do aluguel do mês atual.

Agora, basta utilizar a equação da TIR, conforme mostrada abaixo:

fundos imobiliarios tir

Onde:

  • VPL: Valor presente líquido
  • Capital = valor pago pela cota do FII
  • Fluxo de caixa = valores dos aluguéis mensais
  • TIR = taxa interna de retorno
  • t = tempo de análise

O VPL é sempre igual a zero. Agora, substitua os valores correspondentes às variáveis:

tir fundo resultado

No exemplo acima, o cálculo da TIR trouxe o resultado de 8,64%.

Ele pode ser interpretado como a taxa de atratividade do fundo imobiliário em relação aos últimos seis meses.

Esse procedimento mostra a taxa de retorno exigida para igual os retornos futuros ao valor do investimento.

Portanto, se a TIR aumentar com o tempo, será necessário um retorno cada vez maior, ou seja, o ativo se torna inviável.

Clique e baixe o guia sobre fundos imobiliários

Onde Acompanhar a Rentabilidade dos Melhores Fundos Imobiliários

Um homem e uma mulher à mesa mexendo no mesmo notebook, em referência aos melhores fundos imobiliários
Saiba como verificar o rendimento e andamento do seu FII

Ao investir o seu dinheiro nos melhores fundos imobiliários, você precisa acompanhar de perto os seus rendimentos.

Para isso, acesse o site do emissor dos FIIs da sua carteira.

Você vai encontrar os relatórios sobre o desempenho, distribuição de proventos e estatísticas históricas.

Se você quer acompanhar as cotações, é só buscar pela sigla do fundo imobiliário no home broker – por exemplo, THRA11 ou KNCR11.

Nesse caso, o ideal é conhecer sobre análise técnica. Assim, você pode traçar linhas de tendências, pontos de resistência e afins.

Com essas ferramentas, é possível encontrar o momento certo para começar e finalizar o investimento.

Aqui na Rico, a InvesTV tem a programação completa dos últimos acontecimentos do mercado.

Nossos profissionais analisam diariamente os pregões, inclusive na área dos FIIs.

Quais os riscos de investir em fundos imobiliários?

No caso dos fundos FIIs, há riscos ligados à vacância (não conseguir alugar os imóveis aos quais os fundos estão ligados) e à inadimplência (quando o inquilino não paga o aluguel).

Dessa forma, você deixa de ter uma renda todo mês e ainda acaba tendo que arcar com custos de taxas.

Como proteção, vale novamente investir na diversificação: quanto mais imóveis estiverem atrelados a esse fundo, menor será o risco de que todos eles tenham vacância ou inadimplência.

O mais importante para o investidor é identificar qual o tipo de negócio que ele está ligado – shopping, salas comerciais, hotéis, imóveis residenciais.

Outro cuidado diz respeito à rentabilidade do fundo. Ela deve considerar dois fatores: dividendos recebidos e valorização das cotas.

Dessa forma, um fundo que entregue um yield alto em um mês, pode não se repetir no mês seguinte se os contratos estiverem próximo dos vencimentos.

Passo a Passo Para Investir em Fundo Imobiliário Na Rico Com Segurança

Um homem à mesa mexendo no celular em referência aos melhores fundos de investimento
Aprenda a investir em FII em apenas 4 etapas

Agora que você já conhece os melhores fundos imobiliários de 2020, que tal começar a investir e juntar dinheiro para atingir suas metas?

Na Rico, em poucos passos, você se torna um investidor de grandes empreendimentos do Brasil.

  1. Para começar, abra a sua conta

No cadastro, é só inserir os seus dados pessoais, criar um login e senha.

Aguarde o retorno por e-mail.

  1. Depois disso, faça a transferência do dinheiro

Transfira o dinheiro destinado aos FIIs da sua conta bancária para a conta da corretora através de TED de mesma titularidade.

  1. Vamos à melhor parte: escolha os melhores fundos imobiliários!

Acesse o home broker e digite as siglas daqueles que você quer investir.

O ideal é reservar um tempo para tomar as decisões com calma.

  1. Já sabe em qual FII aplicar?

Então, estipule o preço de compra, a quantidade de cotas e envie a ordem.

Na Rico, a taxa de corretagem é ZERO para os fundos, ou seja, você pode investir em diversos deles sem pagar nada!

Lembre-se de que a quantia mínima é de 1 cota e que o horário de negociação é durante os pregões da B3, que é das 10h às 18h.

  1. Aguarde a compra

Depois de enviar a ordem de compra, é só aguardar que um investidor venda no preço desejado.

  1. Ordem executada? Pronto!

Você acaba de adquirir investir nos melhores fundos imobiliários do mercado! Muito simples, não é?

Perguntas Frequentes sobre os Fundos Imobiliários

Ao chegar até aqui, sem dúvidas, você já aprendeu mais sobre os investimentos em fundos imobiliários.

Porém, ainda podem existir algumas questões não respondidas. E é por isso que selecionamos as principais perguntas e respostas sobre o assunto.

Confira!

O que São Dividend Yields? 

O dividend yield (DY), que pode ser traduzido como rendimento de dividendos, é o indicador que mede a relação entre os dividendos pagos por uma ação ou fundo imobiliário em relação à cotação atual do ativo.

Então, se o DY de um fundo é de 5%, que dizer que ele paga como dividendos 5% do valor da cotação atual (valor usado no cálculo).

Para calcular o DY, basta pegar o valor dos proventos pagos pelo FII e dividir pela cota do fundo.

Como o DY é dado em percentual, basta multiplicar o resultado da divisão por 100 para chegar ao percentual do DY.

Como a Variação na Taxa Selic Afeta os Fundos Imobiliários?

Os fundos imobiliários de papel e os fundos híbridos possuem aplicações em títulos que podem estar atrelados à Taxa Selic e ao CDI, como LCIs e CRIs.

Nesse sentido, quando há uma queda na taxa de juros, os títulos desses fundos tendem a render menos, o que pode afetar o resultado do FII.

Quando a Taxa Selic cai, também as aplicações em renda fixa tendem a ficar menos atraentes.

Isso porque a maior parte desses produtos está atrelada à própria taxa ou ao CDI.

Nesse sentido, existe uma tendência de que os investidores migrem para opções de renda variável, que são mais rentáveis, incluindo os fundos imobiliários, o que traz maior liquidez para esse mercado e pode causar um aumento nos preços do fundos em decorrência da maior demanda.

Além disso, no caso dos fundos com participação em imóveis físicos, o desempenho pode ser afetado positivamente pelo aumento da demanda de imóveis por parte de empresas.

Com operações de renda fixa rendendo cada vez menos, existe uma tendência do aumento da procura por galpões de logística e outros imóveis.

E isso afeta no preço dos aluguéis, melhorando a rentabilidade dos fundos.

Além disso, o índice de vacância tende a cair, o que é excelente para os FIIs.

Quais os Custos de Investir em Fundos Imobiliários?

Ao investir em FIIs, você vai se deparar com cinco custos básicos.

Eles podem variar um pouco, dependendo do fundo ou da corretora (lembrando que, na Rico, a taxa de corretagem é ZERO para os fundos).

  • Taxa de Corretagem – é cobrada pela corretora na hora ao comprar ou vender sua cota
  • Taxa de Custódia – cobrada pela mensalmente pela instituição para manter seus investimentos
  • Taxa de Administração – cobrada pelo FII para cobrir os custos de administração e gestão do fundo.
  • Taxa de Performance – pode ser cobrada quando o desempenho do fundo é maior que o esperado. Ou seja, se o fundo entregar mais que o prometido, pode existir a cobrança da taxa de performance
  • Emolumentos – cobrados pela B3, sendo que o valor da taxa é um percentual da compra e venda de cotas.

Na hora de investir em FIIs, não deixe de avaliar os custos na sua corretora para garantir o melhor resultado da aplicação.

Quanto é o Mínimo para Investir em Fundos Imobiliários?

Cada fundo tem seus valores específicos.

Lembrando que o investidor precisa adquirir uma cota, e seu preço varia de acordo com o aporte do fundo e do patrimônio envolvido.

Há cotas por menos de R$ 100 e outras custam mais de R$ 1.000, por exemplo.

Na carteira recomendada da Rico, por exemplo, uma cota do fundo CPTS11 custa R$ 97,20 (valor de dezembro de 2020).

Quais são os Fundos Imobiliários Mais Baratos para Investir?

Na Rico, você encontra diversas opções de investimentos em fundos imobiliários.

A taxa de corretagem é zero e a tributação é de 20% sobre o ganho de capital.

Além disso, a bolsa de valores conta, atualmente, com mais de 500 fundos imobiliários listados. Portanto, opções não faltam.

E, como você viu, dá para comprar suas primeiras cotas por valores que cabem no bolso.

O mais importante é realizar uma boa pesquisa e procurar por fundos imobiliários diversificados, que atuem em vários segmentos, como shoppings, hotéis, loteamentos e construções, que continuam sendo erguidos em algumas cidades, mesmo com a pandemia do coronavírus.

Como Funciona o IR para os Fundos Imobiliários? 

Para o investidor pessoa física, o Imposto de Renda dos FIIs incide somente sobre o lucro proveniente da venda das cotas. Nesse caso, a alíquota é de 20%.

Já o recebimento de proventos fica isento de IR desde que se cumpram três requisitos:

  • O investidor possua no máximo 10% das cotas do FII
  • O FII tenha, pelo menos, 50 investidores pessoa física
  • As cotas sejam negociadas apenas pela Bolsa de Valores ou mercado de balcão.

Para os investidores pessoa jurídica, há tributação de 20% tanto sobre o lucro da valorização das cotas quanto sobre os rendimentos.

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Comece a investir hoje com a Rico

Os fundos de investimento imobiliário são uma ótima forma de realizar suas metas financeiras, combinando com os mais diferentes objetivos e perfis de investidor.

Se você procura uma aplicação assim, não perca mais tempo.

Abra sua conta na Rico e aproveite todas as vantagens de ser nosso cliente.

Com a gente, você pode investir em FIIs e em muitos outros produtos de renda fixa e variável.

Comece agora!

Conclusão

Uma mulher na sacada de um prédio de costas para a câmera olhando a cidade

Investir nos melhores fundos imobiliários pode ser um bom ponto de partida se você deseja ter rendimentos com imóveis.

O investimento neste setor costuma trazer bons resultados, principalmente no médio e longo prazos.

Porém, os imóveis físicos podem sofrer com a falta de liquidez e os custos associados para mantê-los. Com os FIIs, é possível eliminar esses fatores.

De acordo com o ranking dos melhores fundos imobiliários , os ativos que investem em escritórios corporativos e galpões logísticos têm trazido bons rendimentos.

Para 2021, conforme a crise do coronavírus se aproxima do fim, há previsão de crescimento do setor, principalmente dos fundos relacionados ao consumo, como os FIIs de shoppings e galpões logísticos.

Então, este pode ser o momento certo para adquirir os melhores fundos imobiliários a preços justos.

Se está começando agora, a melhor alternativa costuma ser a carteira recomendada.

Para ter acesso aos melhores fundos imobiliários do mercado e fazer o seu dinheiro render de verdade, o primeiro passo é abrir a sua conta.

Sem contar que você investe com TAXA ZERO. Isso mesmo, sem custos! Aproveite que você já está aqui e comece agora mesmo!

Gostou deste artigo? Então, deixe um comentário com sugestões.

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março 25, 2020

Melhores fundos de investimento: quais são e como escolher!  

Se você busca os melhores fundos de investimentos, saiba que deve mirar naqueles que se adequam à sua carteira de investimentos e, é claro, ao seu perfil de investidor

Mas, não é só isso, também é fundamental que você fique atento às características de cada fundo, como sua liquidez, rentabilidade, taxas e ao tipo de estratégia, definida pelo gestor do fundo, que aquele fundo de investimento segue

Dessa forma, os melhores fundos de investimentos tendem a ser os que têm os gestores mais bem preparados. São eles os principais responsáveis pelo sucesso de um fundo de investimento.  

Preparamos esse artigo para ajudá-lo a encontrar os melhores fundos de investimentos de acordo com os seus objetivos financeiros e tirar todas suas dúvidas sobre o tema.. 

Veja o que você vai aprender a partir de agora: 

  • O que são fundos de investimento? 
  • Como funcionam os fundos de investimento? 
  • Tipos de fundos de investimento 
  • Taxas e custos de fundos de investimento 
  • Quem fiscaliza os fundos de investimento 
  • Como escolher os melhores fundos de investimento 
  • Qual o melhor fundo de investimento para cada perfil de investidor? 
  • O que você precisa saber antes de Investir em fundos de investimento 
  • Como começar a investir em fundos de investimentos 
  • Melhores Fundos de Investimentos 2020 – De R$ 10 a R$ 1 Mil Reais
  • Ranking dos Melhores Fundos de Investimento da Última Década

Melhores fundos de investimento: o que são fundos de investimento? 

Três pessoas sorrindo em frente ao computador, investindo nos melhores fundos de investimento.

Os fundos de investimento são um tipo de aplicação de investimento coletivo. Nessa modalidade os investidores (cotistas), que  partilham do mesmo fundo, podem investir em ativos,no plural, em conjunto. 

Existem diversos tipos de fundos de investimento disponíveis no mercado de ações. Iremos tratar mais especificamente sobre cada um deles.  

Mas para esclarecer brevemente, os ativos podem incluir: títulos públicos, cambiais e de renda fixa, fundos imobiliários, ações e commodities, entre  outros.

Como os fundos de investimento funcionam?  

Um fundo de investimento é formado por uma carteira de ativos financeiros que são oferecidos por administradores que disponibilizam cotas para captação de recursos.  

Dentro desse sistema, cada cotista adquire uma cota e paga uma mensalidade para administração do fundo de investimento e seguem regras estabelecidas pela modalidade dos ativos presentes na aplicação.  

Portanto, os cotistas pagam taxas para que a gestão opera os ativos, como novas aquisições e vendas, presentes na carteira. 

Para facilitar a compreensão da estrutura que rege um fundo de investimento, segue um resumo dos conceitos e elementos principais dentro deste tipo de operação:  

  • Fundo de investimentos: modelo de aplicação coletivo onde os cotistas investem em diversos ativos simultaneamente;  
  • Cotista: pessoas que participam do fundo de investimentos (investidores);  
  • Cota: a parcela individual que cada cotista recebe dentro do fundo de investimento; 
  • Gestor: o “asset” é o responsável por tomar decisões no fundo; 
  • Administrador: é o representante de uma instituição financeira que faz a ponte entre os cotistas e o gestor;  
  • Custodiante: é um função administrada pelo administrador, que mantém a “custódia” dos ativos nas carteiras após a compra; 
  • Auditor: supervisor que atesta se o fundo está seguindo às normas impostas pela CVM; 
  • Distribuidor: são as corretoras e bancos que comercializam os ativos no mercado;  
  • Assembleia Geral de Cotistas:  reunião entre gestor e cotistas para tomar decisões estratégicas que envolvem o fundo de investimento. 

Agora que você já entendeu os conceitos e elementos que compõem a estrutura dos fundos de investimento é hora de descobrir quais são os tipos de fundos de investimentos presentes no mercado financeiro.  

Tipos de fundos de Investimento:  

Os critérios de classificação de um fundo de investimento levam em consideração três fatores principais:  diversificação da carteira, objetivo de rentabilidade  e prazo de aplicação.   

Antes de escolher entre os melhores fundos de investimento, que se encaixam nas classificações citadas acima, é preciso saber distinguir os tipos de fundos de investimento que estão disponíveis no mercado e delimitar qual se encaixa melhor no seu perfil de investidor.   

Os tipos de fundo de investimentos, são:  

  • Fundos de investimento em ações: reservam cerca de 67% dos seus investimentos em ações da bolsa de valores em duas categorias: fundos passivos e fundos ativos;  
  • Fundos de curto prazo: acompanham as flutuações das taxas de juros com investimento em títulos públicos prefixados ou privados de baixo risco de crédito;  
  • Fundos de renda fixa: direcionam, no mínimo, 80% dos seus investimentos em ativos de renda fixa prefixados ou pós-fixados;  
  • Fundos cambiais: são compostos por investimentos em moeda estrangeira, como os títulos públicos de outros países;  
  • Fundos de dívida externa: são compostos por, no mínimo, 80% de títulos da dívida externa da União;  
  • Fundos multimercado: são compostos por diversos ativos da renda fixa e variável;  
  • Fundos imobiliários: conhecidos como FIIs, são feitos de aplicações do setor imobiliário;  
  • Fundos referenciados: possuem como objetivo a rentabilidade. Sua composição deve ter 95% de ativos atrelados a essa referência

Caso tenha ficado alguma dúvida sobre o assunto recomendamos o artigo:  

Confira! 

Taxas e Custos de Fundos de Investimento 

 

Pessoa mexendo em uma calculadora e anotando algo em um bloco de papel em referência aos melhores fundos de investimento

Após escolher a categoria do fundo, conhecer o risco e sua rentabilidade, está na hora de comparar os custos

Afinal, se o fundo possui uma ótima rentabilidade, mas cobra mais que o dobro de uma opção parecida, vale mais a pena contar com um custo menor.  

Então, observe atentamente a taxa de administração e de performance (se houver). Além disso, existe outro custo que diminuirá sua rentabilidade

Trata-se do já citado come-cotasEle é o famoso Imposto de Renda.  

Nos fundos de investimento, sua incidência ocorre a cada 6 meses, sempre no último dia útil dos meses de maio e novembro de cada ano. 

Para os fundos de longo prazo, a alíquota é de 15% e para os fundos de investimento de curto prazo, a alíquota é de 20%. 

Veja em detalhes: 

Fundos classificados como Curto Prazo 

  • 22,5% em aplicações de até 180 dias; 
  • 20% em aplicações de 181 dias ou mais. 

Fundos classificados como Longo Prazo 

  • 15% em aplicações de 721 dias ou mais;
  • 22,5% em aplicações de até 180 dias; 
  • 20% em aplicações de 181 dias a 360 dias; 
  • 17,5% em aplicações de 361 dias a 720 dias; 

Fundos de Investimento em Ações 

  • 15% em aplicações, independentemente do prazo. 

Quem fiscaliza os fundos de investimento 

Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é o órgão responsável por regular todo o mercado financeiro

Por isso, fundos de investimentos precisam da autorização da CVM e são fiscalizados por ela.  

O que é a CVM e quais suas funções? 

A CVM é uma autarquia ligada ao Ministério da Economia, que atua como fiscal, disciplinadora e desenvolvedora do mercado de valores mobiliários.  

Ela é administrada por um colegiado, formado pelo seu presidente e mais quatro diretores. 

Todos os nomes que compõem o colegiado são nomeados pelo Presidente da República.  

Entre as principais funções da CVM, estão: 

  • Fiscalizar e garantir o funcionamento da Bolsa de Valores, do mercado de balcão e das bolsas de mercadoria e futuro de maneira eficiente; 
  • Proteger o mercado (investidores e valores mobiliários) contra qualquer tipo de fraude ou emissão irregular por parte das administradoras e acionistas controladoras de empresas de capital aberto ou de administradores de carteiras de investimento; 
  • Atuar contra qualquer tipo de fraude ou manipulação que alterem artificialmente as condições de oferta, demanda e preços; 
  • Incentivar o desenvolvimento e atuar para garantir o bom funcionamento do mercado de ações;. 
  • Incentivar a poupança e o investimento em valores mobiliários; 
  • Supervisionar as companhias de capital aberto e os fundos de investimento; 
  • Controlar e regular a atuação de auditores, consultores e analistas de valores mobiliários; 
  • Habilitar e supervisionar todos os agentes autônomos, auditores independentes, administradores de carteiras e outros profissionais do mercado de valores mobiliários; 
  • Prover o alcance dos investidores e demais interessados às informações sobre os ativos disponíveis no mercado, valores mobiliários e também sobre as empresas que os emitiram. 

Como escolher os melhores fundos de investimento? 

Agora que já conhecemos todos os termos, conceitos e funcionamento dos fundos é imprescindível para começar a investir neste tipo de aplicação, chegou a hora de escolher os melhores fundos de investimento para você.  

O que é perfil de Investidor? 

O conhecer a si mesmo e saber qual o seu perfil de investidor é fundamental para alcançar seus objetivos e descobrir os melhores fundos de investimentos disponíveis no mercado.  
 
Assim, o perfil de investidor é o seu guia de investimento inicial, através dele você descobre e delimita quais os riscos que está determinado a correr em suas aplicações e se adequa melhor a sua carteira de investimentos.  

Qual o melhor fundo de investimento para cada Perfil de Investidor? 

Cada investidor possui características diferentes que determinam seu perfil, que pode ser conservador, moderado ou arrojado no que diz respeito a aplicações financeiras.  

Por isso, a escolha do melhor fundo de investimento está relacionada principalmente com os seus objetivos, grau de aversão ao risco, nível de conhecimento, entre outros fatores.  

Vamos entender melhor em qual perfil você pode se enquadrar? 

Conservador 

Os investidores com esse perfil são os que estão menos dispostos a correr riscos

Para eles, a segurança vem em primeiro lugar, mesmo que isso signifique menor rentabilidade.  

Para os conservadores, os fundos mais indicados são os de renda fixa, além dos fundos multimercado com a maior parte da carteira aplicada em renda fixa.  

Moderado  

Esse tipo de investidor se posiciona entre os conservadores e arrojados. 

Assim, ele se mostra disposto a correr maiores riscos em nome da rentabilidade, mas ainda valoriza bastante a segurança.  

Nesse caso, o mais indicado é equilibrar investimento de renda fixa e variável

Por isso, algumas boas opções a considerar são os fundos multimercados e os fundos imobiliários.  

Arrojado 

Por fim, chegamos ao perfil arrojado. 

São os investidores com tolerância ao risco, que conhecem o mercado e sabem da possibilidade de perdas no curto prazo, mas conseguem lidar bem com isso, mirando uma rentabilidade mais atrativa, que é a sua prioridade. 

A gama de possibilidades para os investidores arrojados é maior, incluindo entre as opções os fundos de ações, os fundos cambiais e os fundos imobiliários.  

O que você precisa saber antes de investir em fundos de investimento  

Casal em frente ao computador descobrindo quais são os melhores tipos de investimentos.
Para entender os melhores fundos de investimento, você precisa buscar conhecimento e informação de qualidade 

Para entender os melhores fundos de investimento, você precisa buscar conhecimento e informação de qualidade. 

Assim como qualquer ativo, aplicar o seu capital em fundos de investimento exige conhecimento e cautela. Caso contrário, você pode ter perdas.  

Então, se você quer iniciar com o pé direito, preste muita atenção nas dicas a seguir

Aplicação inicial 

Aplicação inicial significa o mínimo a ser investido em um fundo para se tornar um cotista. 

Por exemplo, R$ 500,00 – o que equivale ao valor de uma cota.  

No mercado, você pode encontrar fundos de investimento que custam entre R$ 50,00 e R$ 100,00. Então, mesmo com pouco dinheiro, já é possível começar

Porém, é claro, o valor da aplicação inicial vai depender do investimento. 

Movimentação mínima 

Ela representa o valor mínimo para solicitar o resgate ou fazer um novo aporte. Por exemplo, R$ 100,00.  

CDI 

O Certificado de Depósito Interbancário é uma taxa cobrada entre bancos para empréstimos de 24 horas

Por ser um parâmetro para essa operação, o CDI se tornou um indicador de rentabilidade para a renda fixa. 

Como geralmente acompanha a Selic, em maio de 2021, está em aproximadamente 4,25% ao ano.  

Então, se um fundo de investimento paga 100% do CDI, significa que ele vai pagar 0,27% no ano.  

Esse indicador representa a taxa mínima que um investidor deve exigir na hora de investir, exceto para aplicações isentas de impostos.  

Come-cotas 

Trata-se do pagamento semestral do IR (Imposto de Renda) sobre o lucro das operações do fundo de investimento. 

Ele varia de acordo com a classificação de prazo do fundo. 

Prazo de liquidação 

Nada mais é do que o tempo necessário para que o dinheiro resgatado entre na sua conta. 

Esse prazo varia de acordo com o fundo. 

Por exemplo, D+2, que representa dois dias úteis para a liquidação.  

Taxa de administração 

O valor cobrado pelas organizações que gerem o fundo para o pagamento dos gestores, administradores e outros custos envolvidos. 

Geralmente, a taxa de administração é um percentual sobre o total aplicado.  

Por exemplo, se você investiu R$ 1 mil em um fundo de investimento que cobra 1% a.a., esse custo será de R$ 10,00 no ano. 

Taxa de performance 

A taxa de performance é como um bônus ao gestor ao superar um benchmark

Assim, ele incide sobre os lucros do período, como 20%, caso o retorno seja acima de 100% do CDI. 

Histórico 

Este é um ponto importante na escolha de fundos de investimentos, pois ele mostra os rendimentos ao longo do tempo.  

De forma geral, é recomendável priorizar as aplicações que mostram resultados consistentes e estáveis no passar dos anos.  

Essa estabilidade indica consistência e comprometimento por parte da gestão do fundo para com os seus cotistas.  

Categoria 

Um fundo de investimento sempre terá uma categoria. A sua categoria mostra como será aplicado o maior volume dos investimentos. 

Na Rico, eles são classificados em fundos de: 

  • Ações
  • Cambial 
  • Multimercado  
  • Renda Fixa 
  • No Exterior. 
  • Risco 

Os fundos de investimento possuem três níveis de risco: agressivo, moderado e conservador.  

Antes de investir, é fundamental identificar o grau de risco do ativo versus a sua tolerância às oscilações.  

Portanto, uma dica é identificar o seu perfil de investidor e escolher um fundo de investimento correspondente.  

Tenha em mente que até mesmo a renda fixa pode apresentar alto risco. Então, é fundamental respeitar os seus limites para evitar dores de cabeça.  

Prospecto 

O prospecto mostra todos os pontos essenciais sobre o fundo de investimento, como carteira, prazo de liquidação e rentabilidade esperada. 

Então, ler este material pode ajudá-lo a tomar decisões assertivas e colocar o seu capital no fundo perfeito para os seus objetivos.  

Como começar a investir em fundos? 

O primeiro passo para investir nos melhores fundos de investimento, começando agora, é conhecer a si mesmo. Esse início deve ser o mesmo em todas as suas aplicações. 

Afinal, mais importante que saber qual investimento fazer é saber por que você está investindo. Isso só é possível respondendo a algumas perguntas básicas. 

Uma aplicação que é recomendada para uma pessoa jovem, ainda acumulando patrimônio e podendo precisar do investimento a qualquer momento, tende a ser completamente contraindicada para um adulto de 40 anos, que tem como objetivo aumentar a rentabilidade. 

Também é muito importante saber se o investimento será de curto prazo, com caráter emergencial, ou de médio ou longo prazo

Você sabe qual é o seu objetivo ao aplicar em um fundo de investimento?  

Eles podem ser muitos, como casar, morar no exterior, comprar um carro, acumular patrimônio, criar uma reserva de emergência

E dependendo do seu objetivo, você precisará encontrar um fundo de investimento que atenda suas necessidades e perfil de investidor.  

Então, planeje-se bem, levando em consideração estes fatores: 

Objetivo 

  • Prospecto do fundo de investimento; 
  • Tempo que deixará aplicado; 
  • Rentabilidade mínima; 
  • Risco envolvido; 
  • Classificação de curto, médio ou longo prazo; 
  • Taxas e custos; 
  • Aplicação mínima; 
  • Além disso, é fundamental ser fiel ao seu perfil de investidor e, claro, à sua carteira de investimentos. 

Por exemplo, se o seu objetivo maior é diversificar a carteira, que é 100% focada em renda fixa, talvez seja melhor adotar alguns fundos multimercado de risco conservador ou moderado. 

Dessa forma, você estará investindo em outros mercados e obtendo uma rentabilidade melhor que a fixa a médio e longo prazo. 

Na Rico, você pode avaliar o retrospecto desses fundos e ter uma ideia da oscilação que o seu capital estará sujeito. 

E o melhor de tudo: isso pode ser feito de maneira gráfica, facilitando a visualização.

Melhores fundos de investimentos – De R$10 a R$1 Mil Reais 

Quando falamos em investimento, fica mais fácil visualizar a rentabilidade oferecida se simularmos a partir do valor da aplicação inicial. 

Atualmente, o mercado conta com diversas opções de investimentos com valores acessíveis. 

Na menor faixa, estão fundos com aplicação inicial a partir de R$ 100. 

Avançando um pouco mais no valor mínimo, encontramos os fundos que pedem um aporte inicial de R$ 500

Nessa faixa de preço, uma opção é o Trend Bolsa Americana Dolar FIM, que mantém 80% de sua carteira em aplicações atreladas ao dólar. 

Em 2020, o fundo de investimento já rendeu 4,78%, acumulando 28,55% de valorização no ano anterior. 

Finalmente, para fundos que têm aplicação inicial mínima de R$ 1 mil, vale citar o Orama Ouro FIM que, neste início de ano, teve rentabilidade de 16,66%, levando a taxa dos do ano passado para 46,44%. 

Ao abrir sua conta na Rico, você tem acesso aos melhores fundos de investimento e ainda conhece as sugestões de nossas carteiras recomendadas, com análises atualizadas dos nossos especialistas. 

Ranking dos melhores fundos de investimento da última década 

Quanto o assunto é investimentos, nunca é demais lembrar que rendimentos passados não são garantia de ganhos futuros

Isso porque o mercado está sujeito às oscilações da economia, que, por sua vez, dependem de diversos fatores sociais, políticos e climáticos que são impossíveis de prever. 

Ainda assim, não podemos deixar de considerar o histórico dos fundos de investimento – e de qualquer tipo de aplicação – antes de tomar uma decisão definitiva. 

Pensando nisso, nós trazemos o ranking com os 10 fundos que tiveram maior rentabilidade na última década

A lista é fruto de um levantamento encomendado pelo Portal UOL e realizado pela Economatica, maior empresa de informações financeiras sobre o mercado latino-americano.  

Confira! 

Melhores Fundos Investimento da última década – Fonte: Economatica – A tabela acima não tem por finalidade a oferta de fundos de investimentos. É uma imagem meramente ilustrativa, não configurando recomendação ou oferta. 

Chegamos ao final do nosso artigo! 

Nós do time Rico, esperamos que você tenha aprendido e já saiba tudo sobre fundos de investimentos e consiga escolher entre os melhores fundos de investimentos, qual melhor se encaixa no seu perfil de investidor.  
 
Mas, lembre-se, que aqui na Rico, nós temos os especialistas que produzem conteúdos frequentemente sobre diversos ativos.  
 
Então, não perca a oportunidade de ficar antenado em nossos relatórios e  recomendações! 

Conclusão 

Família com uma mulher, um homem e um bebê felizes e brincando sentados no sofá.

Como vimos, os melhores fundos de investimento tendem a ser os ideais para diversificar a sua carteira de aplicações, principalmente se você é iniciante ou possui pouco tempo para administrar o seu capital. 

Com um cenário econômico e político de mudanças, é recomendável estar preparado para enfrentar volatilidade.  

Assim, a diversificação através dos melhores fundos de investimento pode ser uma boa alternativa para obter rendimentos atrativos. 

Continue a aprender sobre fundos de investimento com estes outros artigos do nosso blog: 

Lembre-se de avaliar o histórico do ativo, o risco envolvido e como ele é administrado. 

Dessa forma, a tendência é que você invista com mais segurança.  

Para adquirir as cotas dos melhores fundos de investimento e fazer o seu dinheiro render, basta abrir a sua conta na Rico agora mesmo.  

Este artigo foi útil para você? Então, deixe o seu comentário com sugestões.  

Obrigado por ler até aqui! 


outubro 18, 2019

Fundos Imobiliários (FIIs): Rentabilidade e como investir?  

Os fundos imobiliários podem ser excelentes investimentos para a diversificação da carteira.

O brasileiro possui a cultura de investir em imóveis através da compra deles na forma física, como uma casa ou sala comercial. 

Os FIIs podem ser formas rápidas e rentáveis para aplicar nesse setor. 

Isentos de Imposto de Renda (IR) e com recebimento de “aluguel”, aplicar em FIIs tende a ser interessante no atual cenário de queda de juros, com a taxa Selic em 5,0% ao ano (Novembro/2019).

Pensando nisso, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber para investir em Fundos Imobiliários com rentabilidade e segurança: 

  • O Que São Fundos Imobiliários? 
  • Fundo de Investimento Imobiliário: Como Funciona? 
  • Rentabilidade dos Fundos Imobiliários – Exemplos 
  • Comparativo de rentabilidade dos Fundos Imobiliários 
  • Vantagens de Investir em um Fundo Imobiliário – Quando Vale a Pena?
  • Desvantagens dos Fundos Imobiliários 
  • Como Investir em Fundo Imobiliário – Quais São os melhores Fundos Imobiliários? 
  • Tributação dos Fundos Imobiliários 
  • Qual é o Risco Envolvido em Investir em um Fundo Imobiliário
  • Diversifique os Seus Investimentos Com os Fundos Imobiliários baratos 
  • Investir em um Imóvel ou em um Fundo Imobiliário: Qual é Melhor? 
  • Principais Notícias Sobre Fundos Imobiliários 
  • Comece Agora a Investir em FIIs pela Rico.

Aqui na Rico, você não paga nada para investir em Fundos Imobiliários e encontra a seleção de FIIs recomendadas pelo nosso analista-chefe, Roberto Indech.

Nova call to action

O Que São Fundos Imobiliários?

Um homem sentado no sofá e mexendo em um notebook apoiado sobre uma mesa, em referência à pesquisa sobre fundos imobiliários

Os Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) são fundos compostos por investimentos do setor imobiliário. Basicamente, eles podem ser classificados em dois tipos: 

  • Fundos de tijolo: estes são fundos que possuem imóveis físicos, como shoppings centers, edifícios empresariais e hotéis. 
  • Fundos de papel: o patrimônio é composto por aplicações financeiras do setor imobiliário, por exemplo, LCI, LCA, CRI e CRA

Assim como nos Fundos de Investimentos, os FIIs têm o patrimônio dividido em cotas de valores iguais. 

Então, ao investir no setor imobiliário por meio desses papéis, você adquire pequenas partes de imóveis. Já imaginou ser dono de uma parte de um grande shopping? Ou de uma rede de hotéis? 

Clique e baixe o guia sobre fundos imobiliários

Fundo de Investimento Imobiliário: Como Funciona?

Os Fundos Imobiliários têm um gestor especializado que, diariamente, faz o acompanhamento do patrimônio e do mercado. 

De acordo com os resultados obtidos, ele faz as alocações necessárias. O objetivo é ter a máxima rentabilidade. 

Para isso, a maioria dos fundos compram imóveis comerciais com bom potencial para conseguir renda através da locação.

Outra forma de obter lucros é com a valorização do bem em si. Por isso, é raro que o patrimônio tenha imóveis já sobrevalorizados.

Os Fundos Imobiliários de papel funcionam de forma uma pouco mais estável, porque boa parte é composta por aplicações da renda fixa. 

Então, os lucros vêm dos rendimentos desses ativos e também da valorização das cotas. 

Basicamente, do ponto de vista do investidor, o processo é muito parecido com o de compra de ações, até porque os fundos são listados na Bolsa de Valores como “um papel”.

Assim, você precisa abrir a conta na Rico, transferir seu dinheiro e por meio do Home Broker e fazer a compra dos fundos que quiser, que seria o processo “tradicional”.

Mas, aqui na Rico, além de investir por meio do Home Broker, você também pode investir em Fundos Imobiliários de uma maneira mais simples: nossos analistas também recomendam uma carteira de Fundos Imobiliários em nossas Carteiras Recomendadas, onde você pode comprar ou vender ativos em poucos cliques.

Lembrando que a taxa de corretagem é ZERO para FIIs na Rico (Setembro/2019):

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Carteira recomendada de Fundos Imobiliários da Rico. Tela capturada em 26/09/19.

Rentabilidade dos Fundos Imobiliários – Exemplos

Os Fundos Imobiliários, por sua característica de renda mensal, são muito mais indicados para quem quer viver de renda ou alcançar a independência financeira

Outra forma de obter retornos é através da negociação das cotas no mercado financeiro. Esse processo é semelhante ao das ações. Porém, a liquidez é um pouco menor. 

Mas quanto rende o Fundo Imobiliário?

A rentabilidade dos Fundos Imobiliários varia. Afinal, os lucros dependem de diversos fatores, como situação do setor, da composição do patrimônio e do valor das cotas. 

Geralmente, os FIIs que possuem imóveis bem localizados tendem a gerar retornos mais atrativos do que aqueles que estão em regiões mais afastadas. 

Nesse caso, funciona como o próprio bem físico. Por exemplo, se você tem uma sala comercial em um ponto de alta circulação de pessoas, a valorização é maior do que comparada à mesma sala em um local pouco movimentado.

Além do rendimento das cotas, os Fundos Imobiliários pagam aluguéis mensais. Eles também estão sujeitos à oscilações.

Aqui, entra o conceito de vacância. Ela consiste no preenchimento das unidades disponíveis.

Portanto, quando o imóvel está totalmente alugado, os rendimentos são mais altos do que em épocas em que os inquilinos saem. 

Para os fundos de papel, os aluguéis estão relacionados ao comportamentos dos indexadores, como o CDI, IGP-M e taxa Selic. Assim, se eles sobem, os dividendos também aumentam. 

Comparativo de rentabilidade dos Fundos Imobiliários

Vamos utilizar dois exemplos de fundos.

O primeiro tem o valor da cota em R$ 120,00. Os aluguéis foram de R$ 1,20 por cota. Ao dividir, 120/ 1,20,  a sua rentabilidade foi de 1%.

Porém, como o valor das cotações está sujeito à volatilidade do mercado, o ideal é fazer essa conta em um período maior do que 30 dias. Ou seja, analisar o histórico dos últimos 6 ou 12 meses do FII desejado.

Bons Fundos Imobiliários costumam ter rentabilidades de 0,75% até 1% ao mês.

Veja como foi a performance de 5 ativos da carteira recomendada pela Rico de FIIs em setembro de 2019:

FII

Oscilação 12 meses

Rentabilidade 12 meses

FFCI11 (Rio Bravo Renda Corporativa)

37,80%

20,80%

SDIL11 (SDI Logística Rio)

45,20%

6,60%

XPML11 (XP Malls)

37,80%

6,30%

HGCR11 (CSHG Recebíveis)

32,60%

7,70%

CPTS11B (Capitânia Securities ll)

16,60%

9,20%

Fonte: Carteira recomendada de Fundos Imobiliários da Rico. Data da pesquisa: 26/09/19.

Perceba como eles tiveram uma ótima rentabilidade, acima do CDI. No entanto, nem todos FIIs têm uma performance tão positiva. Você precisa saber escolher os melhores.

Lembre-se: fundos imobiliários são um investimento de renda variável. Assim, o retorno passado não significa rendimentos futuros.

Para ter as melhores e mais atualizadas recomendações, você deve criar uma conta na Rico e ter acesso à carteira recomendada de FIIs.

Clique e baixe o guia sobre fundos imobiliários

Vantagens de Investir em um Fundo Imobiliário – Quando Vale a Pena?

Antes de investir o seu dinheiro em Fundos Imobiliários, você precisa saber o que eles podem agregar na sua carteira.

Por se tratar de ativos do setor imobiliário, a comparação mais comum é FII versus imóveis físicos.

Então, seguiremos essa mesma lógica, pois ficará mais fácil analisar as vantagens que ele possui. Confira:

Juros Baixos

Com a taxa de juros em queda, os Fundos Imobiliários tendem a se tornar uma alternativa ainda mais vantajosa.

Esses ativos oferecem baixa volatilidade e rendimentos mensais fixos, os quais, muitas vezes, superam com folga os principais indicadores da renda fixa, como a Taxa Selic e a Taxa DI. 

Por isso, os fundos se posicionam como alternativa interessante à renda fixa. 

Além disso, os juros mais baixos na economia incentivam os investimentos em produção física. Ou seja, empresas que antes mantinham aplicações em renda fixa passam a investir em produção, com o intuito de aumentar a rentabilidade do dinheiro. 

Com isso, surgem novos negócios, o que gera aumento da demanda pelos empreendimentos imobiliários e, consequentemente, se eleva o preço das cotas enquanto diminui a vacância dos fundos.

É um cenário que estimula a maior rentabilidade desse tipo de investimento.

PIB Crescendo

As projeções para o PIB indicam que a métrica deve voltar a subir. Em 23 de setembro de 2019, o Boletim Focus, do Banco Central, manteve a previsão de crescimento da economia em 0,87% para 2019 e em 2% para 2020.

Com o PIB crescendo, há aumento de demanda na economia. Nesse cenário, as pessoas passam a consumir mais, sobretudo no varejo.

Além disso, o cenário é favorável também para o avanço das indústrias, que devem passar a produzir mais para aumentar a oferta de produtos. 

Todo esse movimento aquece o mercado como um todo – o que inclui o setor imobiliário, é claro.

Com a maior demanda prevista, é possível elevar os preços de aluguéis dos imóveis e, assim, gerar uma margem maior de ganhos para os FIIs.

Recuperação do Ciclo Imobiliário 

Em 2018, como consequência da crise econômica de anos anteriores, houve queda na oferta de empreendimentos imobiliários.

Em um cenário de aumento da demanda, isso significa tendência de queda na vacância dos imóveis.

É a configuração perfeita para uma elevação nos preços dos imóveis, o que aumenta também a rentabilidade dos fundos. 

Já em 2019, os números indicam que o setor se recupera. 

Logo na largada, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) observou aumento de 4,2% nos lançamentos de imóveis. Entre abril e julho de 2019, a elevação foi de 11,8%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Sempre lembrando que a força do segmento é importante para os investimentos, tanto no curto quanto no longo prazo.

Facilidade

Comprar e vender uma cota de Fundo Imobiliário é muito mais fácil do que um imóvel. Basta acessar o site da corretora e, com poucos cliques, está feito.

Já um imóvel depende de anúncios, corretores, além de um trâmite burocrático enorme, que vai desde pagamento de impostos, como ITBI, até uma montanha de certidões negativas.

Liquidez

Os Fundos Imobiliários têm liquidez maior que um imóvel. Com eles, você tem a liberdade de vender as suas cotas a qualquer momento. 

Para isso, basta entrar no seu home broker e fazer a oferta de preço. Já com um imóvel físico, você pode levar meses ou até anos para concluir uma venda. 

Custos de compra e venda dos FIIs

Nos FIIs, os custos são basicamente de corretagem cobrado pela corretora.

No entanto, aqui na Rico, você não paga a taxa de corretagem para investir em fundos imobiliários. Comece a investir em FIIs agora mesmo!

Enquanto que os imóveis têm a comissão da imobiliária, que gira em torno de 6% do valor do bem. Além disso, há os gastos com cartório e tributos. 

Diversificação

Os Fundos Imobiliários são excelentes investimentos para a diversificação. O primeiro ponto é o próprio setor de atuação, que é diferenciado em relação aos demais investimentos. 

Outra forma de diversificar está na sua composição, porque eles podem ter mais de um imóvel ou diversos papéis. Assim, com apenas uma cota, você terá acesso a um portfólio completo.

Maior rentabilidade

A rentabilidade dos Fundos Imobiliários costuma ser maior do que para um imóvel físico. Geralmente, o patrimônio é composto por empreendimentos utilizados por empresas reconhecidas e shoppings de grandes cidades. 

Então, o potencial de valorização é alto. Além disso, há o recebimento dos aluguéis mensais. No imóvel, se o inquilino sair, você não terá retornos no período. 

Isenção de Imposto de Renda

Ao contrário dos aluguéis recebidos de propriedade direta, a renda recebida dos Fundos Imobiliários é isenta de Imposto de Renda para pessoas físicas. Então, é mais dinheiro no seu bolso. 

Ainda está em dúvida se vale a pena investir em fundos imobiliários em 2019? Confira este vídeo que compartilhamos em nosso canal, com o analista-chefe, Roberto Indech:

Desvantagens dos Fundos Imobiliários

Como todo investimento, também há pontos de atenção quanto aos Fundos Imobiliários. 

Vale ficar ligado nos seguintes aspectos:

Dependência de uma gestão eficiente

Os Fundos Imobiliários, assim como os outros fundos de investimento, têm seu patrimônio gerido por um profissional especializado. 

Portanto, o retorno dos investimentos em FIIs depende diretamente da qualidade e eficiência da sua gestão. 

Isso pode ser uma vantagem interessante para alguns investidores, sobretudo para aqueles que estão começando. 

Porém, para os investidores mais experientes, talvez seja um ponto negativo. Afinal, por mais conhecimento que o investidor tenha, não é ele quem define onde o dinheiro do fundo será aplicado. 

Uma boa saída para esse impasse é conhecer bem a gestão antes de aplicar em um FIIs. Assim, você pode fazer uma avaliação sobre o gestor do fundo. 

Além disso, procure escolher fundos que invistam em ativos com os quais você concorda. Assim, mesmo que você não tenha autonomia para definir os investimentos, saberá que a aplicação é adequada ao seu perfil.

Custos de Corretagem

Essa é uma desvantagem evidente dos FIIs, mas ela não é absoluta.

O que queremos dizer com isso é que os Fundos Imobiliários possuem a cobrança de taxa de corretagem. Mas não na Rico, onde você não paga nada para investir em FIIs. 

É isso mesmo: temos taxa zero para aplicações em Fundos Imobiliários. 

Abra uma conta na Rico e aproveite todos os benefícios de ser um de nossos clientes.

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Como Investir em Fundo Imobiliário – Quais São os Melhores Fundos Imobiliários?

A imagem mostra um homem mexendo no notebook enquanto faz anotações em um bloco de papel, em referência aos fundos imobiliários
Nossos analistas ajudarão você nesta tomada de decisão

Para escolher os melhores fundos de investimento imobiliário, é necessário avaliar diversos aspectos relacionados ao mercado e a você como investidor. 

Assim, separamos algumas dicas que vão ajudar na sua tomada de decisão:

1. Informe-se sobre o setor

Os Fundos Imobiliários são considerados como investimentos de renda variável. Portanto, você deve fazer uma análise sobre o mercado imobiliário antes de investir o seu dinheiro. 

Este setor entrou em crise em 2015, gerou muito desemprego, parada nas obras e o fim dos constantes lançamentos de novos empreendimentos. Então, muitos FIIs sofreram com desvalorização das cotas e vacâncias nos imóveis. 

Muitos investidores optaram pela venda do investimento, pois havia previsões desfavoráveis para os próximos anos. 

A partir de 2017, a economia brasileira mostrou diversos sinais de saída da crise. Com isso, o setor imobiliário também sinalizou resultados melhores. 

Com as reformas propostas pelo governo em 2019, este pode ser um bom momento para começar a investir no setor imobiliário através dos FIIs. 

2. Olhe para os momentos particulares dos fundos

A Rico oferece análises e sugere os melhores fundos. Assim, você pode conhecer mais detalhes sobre os FIIs de seu interesse e investir melhor. 

Além disso, há a nossa carteira recomendada com os melhores FIIs do mercado. 

3. É importante ver se o preço do fundo está de acordo com o esperado

Ao escolher um FII, você precisa saber se o valor das cotas estão justos. Muitas vezes, o barato e caro podem representar uma oportunidade ou problema. 

Assim, basta dividir o valor do patrimônio total do fundo pelo número de cotas. Se o resultado estiver abaixo do negociado na bolsa, significa que está caro, e aí você precisa entender o motivo.

Por outro lado, se for o contrário, e estiver barato, a mesma lógica se aplica. Um fundo caro nem sempre é um mau negócio, pois sempre há um motivo para os investidores entrarem mesmo acima do preço, que pode ser boa liquidez ou alta rentabilidade.

E um fundo barato também não significa, necessariamente, uma oportunidade. Por isso, a informação é seu bem mais precioso. 

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4.Por fim, verificar quem são os gestores, a empresa que está por trás do fundo, o histórico e outras informações relevantes que podem ajudar na  sua escolha.

Tributação dos Fundos Imobiliários

A única tributação que há sobre os Fundos Imobiliários é o Imposto de Renda (IR). Ao fazer a venda das suas cotas, a alíquota cobrada é de 20% sobre os lucros obtidos. 

Por exemplo, se você adquiriu cotas no valor de R$ 1.000 e ao vender elas valiam R$ 2.000, você precisa pagar 20% sobre os R$ 1.000 de lucro obtido pela valorização da cotação. Nesse caso, seriam R$ 200 de Imposto de Renda.

Qual é o Risco Envolvido em Investir em um Fundo Imobiliário 

Se você está interessado em investir em Fundos Imobiliários, é fundamental ter conhecimento sobre os riscos que eles podem oferecer. 

O primeiro deles é a volatilidade. Por ser um investimento exposto na bolsa de valores, há a influência direta dos resultados do setor imobiliário sobre o valor das cotas. 

Então, se ele apresentar notícias negativas, os investidores tendem a vender as suas posições e ocorre a queda de preços. 

Se você seguir o mesmo movimento e fazer a venda em períodos de volatilidade, provavelmente, acarretará prejuízos. 

Os Fundos Imobiliários também possuem o risco do setor. Ele está relacionado ao comportamento das cotações em períodos de vacância e inadimplência. 

Outro risco é o da gestão. Caso o gestor não faça um bom trabalho, as cotas podem ser diretamente afetadas, bem como o valor dos aluguéis recebidos. 

Por fim, temos o risco de liquidez. Ele representa a facilidade de vender o FII a qualquer momento. Geralmente, aqueles que possuem boa imagem no mercado têm negociação mais rápida.  

Em 2019, o maior risco é que a retomada da economia não se concretize. Por exemplo, caso a Reforma da Previdência não seja satisfatória, a situação fiscal do Brasil tende a continuar piorando, trazendo mais incertezas para o mercado e prejudicando, assim, o mercado imobiliário.

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Diversifique os Seus Investimentos Com os Fundos Imobiliários

Uma mulher e um homem em frente a um notebook, à mesa. Ela aponta para a tela, em referência à pesquisa sobre fundos imobiliários
Conheça a melhor estratégia para lucrar com FIIs

Diversificar os seus investimentos é a melhor maneira de ter rendimentos mais atrativos, mesmo em momentos desfavoráveis do mercado financeiro. 

Os Fundos Imobiliários podem ser ativos muito interessantes para isso. Eles possuem boa rentabilidade com risco relativamente baixo.

Há cotas com preços acessíveis, abaixo de R$ 100,00 e o lote de compra é a partir de 10. Então, o pequeno investidor também tem a possibilidade de adquirir esse investimento.

Grandes fundos possuem diversos imóveis com características diferentes e seguem esse caminho, justamente para diluir riscos e aumentar suas chances de ganho.

Ainda assim, é recomendável escolher ao menos 2 fundos diferentes para ter resultados mais atrativos. Esta é uma das melhores estratégias para investir no setor imobiliário.

Investir em um Imóvel ou em um Fundo Imobiliário: Qual é Melhor?

Um casal segura um chaveiro em formato de casa, em referência aos fundos imobiliários
Essa escolha depende do seu perfil de investidor. Veja como fazê-la

Embora haja alguma relação entre eles em função do mercado imobiliário, as semelhanças entre imóveis e FIIs param por aí. Afinal, imóvel é um bem real, e um fundo é um produto financeiro.

No entanto, a pergunta que temos de nos fazer é: “Somos donos de um imóvel ou temos apenas um papel que diz que somos donos?” Sob essa ótica, eles não são tão diferentes assim, não é?

Então, para decidir entre investir em Fundos Imobiliários ou comprar um imóvel, é necessário avaliar o seu perfil de investidor

Se você quer aplicar o seu dinheiro no setor, mas tem pouco dinheiro, os FIIs costumam ser opções mais vantajosas. 

Com o valor de um único apartamento pequeno, você pode diversificar em 4 ou 5 bons fundos e ter uma excelente rentabilidade mensal. Sem falar na liquidez e tranquilidade. 

No contexto dessa análise, considere a aquisição de um imóvel para investimento, e não para moradia. Nesse caso, há diversos outros parâmetros que não serão tratados agora.

Se você tem um bom dinheiro parado e não quer investir no mercado financeiro, por ter aversão aos riscos, a alternativa é comprar imóveis físicos, principalmente em cidades em ascensão. Ainda há boas oportunidades de ganhar dinheiro nessa área. 

Principais Notícias Sobre Fundos Imobiliários

Os Fundos Imobiliários têm ganhado cada vez mais espaço na carteira dos investidores brasileiros, sobretudo diante das recentes quedas na taxa Selic, o que torna as aplicações em renda fixa menos rentáveis.

No primeiro semestre de 2019, os FIIs baterem recorde e, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercado Financeiros e de Capitais, chegaram à marca de 1 milhão de investidores

Ainda em abril de 2019, a Bolsa de Valores já havia assinalado um recorde em relação às aplicações em FIIs, que aumentaram 10,62% na comparação com 2018 e somaram cerca de 317 mil investidores . 

Outro ponto que também cresceu foi o valor de compra e venda das cotas. Em 2018, a marca era de R$ 1 bilhão em um mês. Já no primeiro quadrimestre de 2019, subiu para em torno de R$ 1,4 bilhão mensal.

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Comece Agora a Investir em FIIs pela Rico

Um homem sentado à mesa olha para a tela do notebook enquanto faz anotações em um papel, em referência ao estudo sobre fundos imobiliários
Não deixe essa oportunidade para depois

Na Rico, você pode se tornar um investidor do mercado imobiliário de forma rápida e prática. 

1. Para iniciar, abra a sua conta

Insira os seus dados pessoais no cadastro. Escolha um login e senha e aguarde o retorno por e-mail.

2. Faça o TED com o valor a ser investido

Transfira o valor a ser aplicado da sua conta bancária para a conta da corretora. Essa é uma operação tão segura quanto uma transferência de valores entre contas-corrente de uma mesma titularidade.

3. Escolha os melhores Fundos Imobiliários

No home broker da Rico, você precisa digitar as siglas daqueles ativos nos quais você quer investir. Mas essa é a parte fácil. Se você deseja escolher um a um os fundos, será preciso realizar uma análise técnica e fundamentalista do investimento.

Se quer um atalho, você pode seguir nossas recomendações na carteira recomendada de FIIs.

4. Já sabe em qual FII aplicar? 

Então, estipule o preço de compra, a quantidade de cotas e envie a ordem. Na Rico, a taxa de corretagem é ZERO para os fundos. Ou seja, você pode investir em diversos deles sem pagar nada!

Lembre-se de que a quantia mínima é de 1 cota e que o horário de negociação é durante os pregões da B3, que é das 10h às 17h. 

5. Aguarde a compra

Depois de enviar a ordem de compra, é só aguardar que um investidor venda no preço desejado. 

6. Ordem executada? Pronto! 

Você acaba de adquirir investir nos melhores Fundos Imobiliários do mercado! Muito simples, não é?

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Conclusão – Descubra a Carteira recomendada de FIIs da Rico

Uma moça em pé segura uma pasta embaixo dos braços e olha para o horizonte, em referência ao investimento em fundos imobiliários
Aposte na diversificação de investimentos e invista em FIIs

Investir em FIIs pode ser uma boa alternativa para os investidores que têm interesse nessa área e estão em busca de uma renda mensal. 

Com eles, você poderá obter lucros com as valorizações das cotas e também com o recebimento dos aluguéis. 

Além da taxa de corretagem zerada, aqui na Rico, você encontra a seleção de FII’s recomendadas pelo nosso analista-chefe Roberto Indech. Afinal, não basta ter custo ZERO, é importante saber onde investir. 

Em 2015, começou a crise no setor imobiliário e os fundos sofreram grandes desvalorizações.

Em 2017, tivemos a retomada da atividade econômica, os juros caíram, inclusive o IGP-M fechou o ano em deflação. 

Esses fatores incentivam o crescimento da área, pois a tendência é de aumento no número de financiamentos, oferecimento de linhas de crédito, novas contratações de funcionários da construção civil e lançamento de empreendimentos. 

Assim, este pode ser o momento certo para investir em Fundos Imobiliários, principalmente com visão no médio e longo prazos. 

Para escolher o fundo mais apropriado para a sua carteira, você deve analisar a sua composição, quem são os gestores, a lucratividade e os riscos oferecidos. 

Além disso, considerar o seu perfil de investidor é fundamental para fazer uma boa aquisição. 

Se você quer aproveitar o bom momento do mercado imobiliário, o primeiro passo para começar a investir é abrir a sua conta na Rico

Além disso, você pode consultar a nossa carteira recomendada de FIIs. 

Aproveite e aplique o seu dinheiro agora mesmo!

Gostou deste artigo? Então deixe o seu comentário com sugestões. 

Continue a aprender sobre investimentos com esses outros artigos do nosso blog: 

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agosto 2, 2019

Conheça os Melhores Fundos Multimercado de 2019 [Lista Completa]  

Os melhores fundos multimercado de 2019 são os fundos que possuem os melhores gestores. Essa boa administração é refletida em estratégias coesas, seguras e rentáveis. 

Se você já possui uma reserva de emergência, está na hora de começar a ampliar a sua carteira de investimentos. Isso é o mais saudável a se fazer para ter um patrimônio realmente diversificado em diferentes tipos de mercados e aplicações.

Assim, existem muitas opções com diferentes tipos de rentabilidade e riscos. Conhecer todas elas pode ser um desafio para quem está começando, por isso, existe uma solução prática para você: os fundos multimercado.

 Você sabia ?  😱💰
Os fundos multimercado são uma maneira muito prática de investir em diferentes mercados sem precisar passar o dia analisando o mercado financeiro.

Neste tipo de fundo, o gestor pode mesclar aplicações de diferentes categorias como ações, derivativos, Tesouro Direto e outros. Por isso, eles costumam trazer mais rentabilidade que a renda fixa e menos risco que a renda variável.

Ou seja, é um ótimo meio para você que busca o melhor dos dois mundos.

Veja tudo o que você aprenderá neste artigo:

  • Quais São os Melhores Fundos Multimercado em 2019
  • Como Escolher o Melhor Fundo Multimercado para Você
  • As Vantagens do Fundo de Investimento Multimercado
  • Como Investir em Fundo Multimercado na Rico

Aproveite as dicas e a lista de fundos. Se tiver qualquer dúvida, deixe um recado no final do texto.

Quais São os Melhores Fundos Multimercado em 2019

Uma moça no topo de uma escadaria mexendo no celular, em referência aos melhores fundos multimercado
O melhor fundo multimercado é o que se adequa às suas metas financeiras

Como dito, escolher os melhores fundos multimercado é escolher os melhores gestores de fundo multimercado. Eles são os grandes responsáveis pelo fundo, tanto pelos ganhos quanto pelas perdas. 

No entanto, o que é um ótimo fundo multimercado? Aquele que apenas ganha sempre e cresce muito? Nem sempre.

Todos gostam de ganhar, mas às vezes ter esse objetivo significa arriscar mais. Então, você deve estar atento ao prospecto do fundo, seu tipo de estratégia, histórico de rendimento e avaliar se a aplicação é a mais recomendada para você. 

 #DicaRico 🤑

No mercado, existe o princípio da relação risco e retorno. Nunca se engane com ofertas de investimentos que rendem de forma garantida 1% ao mês (ou pior, ao dia).

Quanto mais promessa de rentabilidade, maior é a volatilidade e possibilidade de perda. 

Afinal, se você não é um investidor arrojado, não tem porque escolher um fundo agressivo. Você quer ganhar mais que a renda fixa, mas não o suficiente para entrar em ações, certo?

Sabendo disso, separamos os campeões de rentabilidade abaixo. Lembre-se, por terem rendido mais, significa que são os fundos mais arrojados, provavelmente, na outra ponta da tabela, estão os outros fundos arrojados, que não conseguiram lucrar tanto.

Existem fundos multimercado conservadores, moderados e agressivos.

Veja uma tabela geral com os TOP 10 disponíveis para investimentos na Rico hoje:

NomeAplicação Inicial (R$)Rentabilidade 2019 (%)Taxa de Administração (%)
Canvas Enduro III FIC FIM20.0007,841,95
Legacy Capital Advisory FIC FIM25.0007,631,90
GAP Absoluto FIC FIM5.0007,561,95
Opportunity Total FIC de FIM10.0007,092
Verde AM Scena Advisory FIC FIM50.0006,741,5
Vinci Valorem FI Multimercado10.0006,720,96
MZK Dinâmico Advisory FIC FIM10.0006,571,8
Ibiuna Hedge STH FIC FIM 50.0006,271,96
Mirae Asset Multimercado Macro Strategy FI5.0006,101,5
Novus Capital Micro FIC FIM5.0005,482
Taxas dos melhores fundos multimercado disponíveis na Rico – Dados de 21/6/19

Todos os fundos listados acima contam com uma taxa de performance que é destinada ao gestor como prêmio por bater a meta. Ou seja, se o fundo conseguir superar o índice de referência, o que passar dessa meta terá uma taxa a mais.

A referência da meta pode ser o CDI, Ibovespa, IMA-B, IPCA e outros índices.

Conheça os TOP 3 fundos, considerando todos os fundos multimercado da Rico:

#1 – XP Long Biased Dominus FIC FIM

Esse é um fundo multimercado agressivo da XP. Ele rendeu impressionantes 18,48% no 1° semestre de 2019 (até o dia 21 de julho).

O seu investimento inicial é de apenas R$ 1.000 e a taxa de administração é de 0,50% ao ano.

Seu objetivo é proporcionar a valorização de suas cotas através da aplicação dos recursos em ativos de renda variável e derivativos de renda variável e também em ativos de renda fixa e derivativos de renda fixa.

Saiba mais sobre ele abaixo:

fundo xp
Tela capturada no dia 21/6/2019

#2 – CA Indosuez Debêntures Incentivadas CP FIC FIM

Este fundo também é agressivo, podendo render negativamente em alguns meses.

A sua rentabilidade em 2019 foi de 8,57%. Com apenas R$ 1.000 você pode começar a investir nele. Sua taxa de administração é de 0,80% e de 20% do que ultrapassar o índice IMA-B 5.

Confira o histórico de rentabilidade do fundo:

histórico-de-rentabilidade-fundo
Tela capturada dia 21/6/2019.

Fique atento. Rentabilidade passada não é garantia de resultados futuros.

Você também pode saber tudo sobre o fundo lendo o prospecto aqui.

#3 – Occam Equity Hedge 30 FIC de FIM

Este fundo multimercado é moderado, ou seja, ele arrisca menos, porém, também pode render menos.

No ano de 2019, sua rentabilidade foi de 7,91%. O investimento inicial é de R$ 5.000. Já a taxa de administração é de 2%, além da taxa de performance de 20% do que exceder o CDI.

A sua política de investimento é de operar em mercados de risco, podendo se utilizar de instrumentos tais como ações, câmbio, juros e mercado internacional podendo ter exposição acima do patrimônio líquido no mercado de derivativos.

Você pode saber mais características do fundo neste arquivo.

Nova call to action

Como Escolher o Melhor Fundo Multimercado para Você

Um homem e uma mulher à mesa olhando para o notebook. Ele aponta para a tela, em referência aos melhores fundos multimercado
Escolher o melhor fundo não é complicado

Dica 1: Conheça a si mesmo e suas metas

A primeira dica para escolher um bom fundo de investimento não consiste em analisar o fundo, mas a si mesmo. Afinal, o que pode ser bom para uma pessoa pode ser ruim para outra.

Por isso, existem os perfis de investimento e centenas de estratégias e milhares de objetivos diferentes. Você como investidor é único. Então, a melhor dica para escolher qualquer investimento é conhecer a si mesmo.

Entenda o quanto está disposto a arriscar e quanto quer ganhar, em quanto tempo e etc. Assim, você evitará muitos erros. 

Aproveite este momento de autoconhecimento e renove seu planejamento financeiro.

Dica 2: Nunca invista no que você não conhece

Esse é um dos mandamentos de um dos maiores investidores da história: Warren Buffet.

Claro que aplicar em fundos multimercados é um ótimo atalho para diversificar investimentos sem ter a necessidade de dominar cada mercado. Por exemplo, você pode se beneficiar de operações derivativas sem nem entender o mercado futuro ou de opções.

Todavia, é errado fechar os olhos e escolher um fundo apenas porque ele teve um bom rendimento no passado. Afinal, isso não é garantia de uma boa performance no futuro.

Você deve conhecer o básico sobre renda variável e renda fixa, e entender qual é o perfil do gestor.  

Dica 3: As taxas são importantes

Ao investir para o longo prazo, cada percentual de taxa deve ser considerado. Então, por mais lucrativo que um fundo seja hoje, não deixe de levar em consideração suas taxas que são fixas.

Além desse atributo importante, considere também a liquidez do fundo de investimento. Alguns fundos levam mais tempo para fornecer o dinheiro aplicado depois do resgate. 

As Vantagens do Fundo de Investimento Multimercado

Investir em fundos multimercado é recomendado para praticamente todo investidor que deseja investir com praticidade, em diferentes mercados, com pouco dinheiro. Confira a seguir as principais vantagens: 

Nem ações, nem renda fixa

Se você acredita que a renda fixa tem trazido ganhos muito pequenos, mas ainda não está pronto para o mercado de ações, os fundos multimercados são um ótimo meio termo. Você não estará arriscando tanto e pode ter um ganho acima do Tesouro Direto e outros investimentos.

Rentabilidade

O gestor de um fundo multimercado tem uma importante carta na manga: a liberdade. Ele pode mesclar ativos de muitos mercados e assim trazer o máximo de rentabilidade, claro, com segurança. 

Segurança

Por investir em muitos segmentos, esse tipo de fundo é mais seguro do que aplicar diretamente em ações, ou é mais seguro ainda do que fundo de ações, que aplicam apenas em um mercado.

Clique e abra sua conta na Rico

Como Investir em Fundo Multimercado na Rico

Uma moça sentada na lanchonete mexendo no celular em referência à pesquisa sobre os melhores fundos multimercado
É muito simples investir na plataforma da Rico!

Você só precisa de uma conexão com a internet, CPF e alguns documentos para começar a investir nos melhores fundos multimercado de 2019 na Rico.

Veja o passo a passo a seguir:

# 1 – Inicie o seu cadastro

Com documento em mãos e um comprovante de residência, clique aqui para iniciar a sua conta na Rico. É de graça e pode ser feito 100% online.

#2 – Transfira o seu dinheiro

Quanto você quer investir? Como você viu, alguns fundos multimercado possuem um investimento mínimo mais alto, mas também existem opções mais acessíveis com investimento mínimo de R$ 100. 

Você precisará transferir esse valor da sua conta bancária para a sua conta na Rico. É só fazer um TED. Funciona exatamente como uma transferência comum entre contas bancárias de uma mesma titularidade.

#3 – Escolha seu fundo multimercado

Depois de logar, você precisa clicar em ‘Fundos de Investimentos’ no menu lateral esquerdo. Então, clique no filtro para exibir apenas os fundos multimercado.

Tela capturada dia 22/6/2019

Você poderá ordenar os fundos por aplicação inicial, rentabilidade no mês, no ano e nos últimos 12 meses. Para ver o fundo de investimento em detalhes, como suas taxas e prospecto, você precisará clicar no nome do fundo.

#4 – Faça o investimento

Fundo escolhido? Então, revise mais uma vez cada detalhe do investimento. Pronto? Então, está na hora de aplicar! Clique no botão laranja como demonstrado abaixo.

investindo em fundos

Uma tela como essa aparecerá. Confira mais uma vez os detalhes, insira o valor a ser investido e espere o prazo de cotização.

Telas capturadas dia 22/6/2019.

Pronto! Agora você é cotista de um ótimo fundo multimercado. Mas não deixe sua jornada de investidor acabar por aqui. O segredo para ter um futuro rico e um patrimônio crescente é todo mês investir. 

Confira mais sobre fundos multimercado neste vídeo com Roberto Indech:

Conclusão

Uma mulher com o dedo no rosto em expressão pensativa olha para a tela do notebook em referência aos melhores fundos multimercado
Pronto para investir nos melhores fundos multimercado de 2019?

Investir nos melhores fundos multimercado de 2019 é simples na Rico.

Você só precisa abrir a sua conta para poder ter uma lista completa, que pode ser ordenada da forma que você preferir.

Em um banco tradicional, dificilmente você teria tantas opções de fundos para investir, e com taxas de administração tão baixas.

Esse tipo de aplicação com certeza pode se encaixar na sua carteira de investimentos, principalmente se você está buscando mais rentabilidade que a renda fixa pode dar, mas não tem tempo ou não tem perfil para investir em ações.

Assim, os fundos multimercado são a melhor opção para você.

Continue aprendendo sobre fundos de investimentos com esses outros artigos:

Bons investimentos!