outubro 1, 2021

IOF: o que é e como interfere na sua vida financeira?  

O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é uma tributação que pode impactar a vida de praticamente todos os brasileiros em algum momento. 

Isso porque ele é um imposto que incide sobre operações financeiras dos mais diversos tipos, o que faz com que, provavelmente, uma hora ou outra, você entre em contato com sua cobrança. 

Ainda assim, é comum que muitas pessoas não saibam exatamente o que é esse tributo e qual o seu papel dentro da economia nacional. 

Outra dúvida que surge quando falamos sobre tributação é saber exatamente como é feito o seu cálculo e em qual momento ele precisa ser pago

A cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incide sobre operações de crédito, câmbio de moedas e contratos de seguro

Também entram na lista de tributáveis as aplicações em valores mobiliários, ativos de renda fixa e alguns fundos de investimento

Mas será que a alíquota de arrecadação do IOF é a mesma para todos os casos

Essas e outras perguntas serão respondidas no texto a seguir! 

Continue lendo para saber um pouco mais sobre o histórico dessa tributação e descobrir se é possível ser isento da cobrança. 

Veja, a seguir, os tópicos que vamos abordar ao longo do conteúdo: 

  • O que é IOF? 
  • Qual a função do Imposto sobre Operações Financeiras 
  • Quem criou o IOF? Entenda por que o imposto foi criado! 
  • Como o IOF é calculado 
  • Qual é o valor do IOF? 
  • Tabela de alíquota IOF  
  • Taxa de IOF: quanto é cobrada? 
  • Quem é isento de pagar IOF? 
  • Como conseguir isenção de IOF? 
  • Como saber o quanto você paga de IOF? 
  • Exemplo de como calcular IOF. 

O que é IOF?

IOF é a sigla usada para se referir ao Imposto sobre Operações Financeiras, uma tributação que incide sobre uma série de movimentações dos valores realizados em território brasileiro. 

Para quem busca um maior controle das finanças, é fundamental entender como funciona a sua cobrança e qual o seu impacto no orçamento

Como trata-se de um tributo Federal, significa que a sua receita vai direto para a União, que redistribui os recursos de acordo com o que foi previamente estabelecido no plano econômico

O grande intuito do IOF é atuar como um regulador da economia nacional, o que acontece através da cobrança de uma taxa por operação que é proporcional ao valor movimentado. 

Esse imposto é definido diretamente pelo Poder Executivo Federal e incide tanto sobre pessoas físicas quanto pessoas jurídicas 

A incidência sobre as duas personalidades jurídicas, que não é muito comum entre os impostos, se justifica pelo fato de que o tributo funciona também como um termômetro da oferta e demanda de crédito no país. 

Quem paga o IOF?  

O Imposto de Operações Financeiras é cobrado de pessoas físicas e jurídicas (empresas) em determinados tipos de operações financeiras.  

Como o IOF é cobrado?  

O imposto é cobrado em operações de créditos, como: empréstimos, câmbio, seguro e operações relacionadas a títulos ou valores mobiliários.  

Sendo que o valor da alíquota varia de acordo com cada operação e em opções de parcelamentos sem juros o imposto não é cobrado. 

O que é alíquota?  

A alíquota é um valor fixo ou uma porcentagem variável aplicada sobre uma quantia de dinheiro e é usada para calcular o valor de um imposto, como no caso do Imposto sobre Operações Financeiras.  

O valor de uma alíquota pode ser calculado seguindo as seguintes regras:  

  • Quando a alíquota representa um valor monetário: quando trata-se de dinheiro, a alíquota é aplicada como uma porcentagem variável;  
  • Quando a alíquota representa bens, como imóveis: o valor é fixo.  

Qual a função do Imposto sobre Operações Financeiras? 

Além de arrecadar receitas para o governo federal, o IOF tem também a função de medir o desenvolvimento ou retração da economia nacional. 

Como o imposto é cobrado especificamente em operações financeiras, ele indica se o mercado tem oferecido muito ou pouco crédito às empresas e pessoas físicas. 

Por meio dos dados coletados com essas movimentações, o governo consegue traçar um panorama e criar índices que explicam o nível de aquecimento da economia. 

Em outras palavras, o Poder Executivo usa essa receita para “medir a temperatura”: quanto mais imposto sobre Operações Financeiras for arrecadado, maior foi o volume de operações financeiras realizadas no período. 

A Rico possui segurança de um banco, só que melhor: autonomia e produtos selecionados para você começar a investir de verdade. Abra sua conta e não perca mais tempo! 

Quem criou o IOF? Entenda por que o imposto foi criado!

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foi instituído pela primeira vez em 20 de outubro de 1966, durante o governo de Castello Branco. 

A Lei do IOF (nº 5.143/1966) foi responsável por estabelecer o tributo em todo o território nacional, regulamentando a sua cobrança e aplicações sobre reservas financeiras oriundas de sua receita. 

O imposto foi criado em meio a uma reforma tributária realizada naquele ano, substituindo o Imposto sobre Transferências para o Exterior que existia na época. 

Anos mais tarde, em 1989, o IOF passou por uma de suas mais importantes regulamentações, que atrelou sua receita ao financiamento de fundos de desenvolvimento regional. 

Mas, como o IOF é calculado? E como essa taxa impacta na sua saúde financeira?  
 
Abordaremos estes temas nos próximos tópicos! 

Como o IOF é calculado? 

 Um celular a calculadora aberta e lápis em cima de contas à pagar e um bilhete escrito "Precisa de ajuda"?  em uma mesa, em referência ao IOF.

A base de cálculo do IOF leva em consideração o tipo de operação financeira que será realizada. 

Ainda que um mesmo imposto incida sobre diferentes tipos de transação, o valor cobrado varia de acordo com o tipo da operação e, também, é proporcional ao valor que está sendo movimentado. 

Mesmo dentro de um mesmo investimento financeiro, a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras pode variar, de acordo com algumas situações. 

Podemos destacar isso com a análise do que acontece com as aplicações de renda fixa, por exemplo. 

Nesses casos, a porcentagem de arrecadação pode ser de até 96% sobre o rendimento – no caso de resgates realizados após um dia de aplicação – ou chegar a 0% para saques efetuados depois de 30 dias.  

Esses números nos indicam que, quanto mais tempo o investidor deixar o seu dinheiro aplicado, menor será a tributação sobre ele. 

Além disso, no caso dos investimentos, é importante lembrar que o cálculo da tributação é feito em cima da rentabilidade da aplicação e não do valor investido. 

Como podemos perceber, são muitos os fatores que determinam o valor e o modo de cobrança do IOF. 

A seguir, você conhece o valor atualizado para este ano e pode conferir ainda uma tabela completa com as alíquotas que se aplicam a cada caso. 

Qual é o valor do IOF? 

Para entender a situação de cobrança do IOF hoje, é preciso que voltemos há alguns anos! 

O decreto presidencial nº 8.392, assinado em janeiro de 2015, definiu a alíquota atual para operações de crédito anuais em 3% (além da cobrança diária de 0,0082%). 

A partir de 2018, outra mudança importante foi feita, dessa vez aumentando o percentual de contribuição das remessas internacionais para 1,1%. 

Nesse mesmo ano, foi decretada também uma nova norma para o IOF, que seguiu valendo até setembro de 2021

No dia 17 de setembro de 2021, o decreto presidencial nº10.797  foi assinado, com as novas alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e terá validade até o dia 31 de dezembro de 2021. 

Em resumo, o decreto incide diretamente sobre pessoas físicas e jurídicas e entre as operações de crédito estão o cheque especial, o cartão de crédito, o crédito pessoal e os empréstimos para a empresa.  

O decreto passou a vigorar a partir do dia 20 de setembro de 2021 e insistiu as seguintes alterações:  

  • A alíquota para pessoas jurídicas passou de 1,5% para 2,04% ao ano;  
  • E, para pessoas físicas a alíquota passou de 3% anuais, para 4,08% ao ano.  

Segue a tabela de alíquota IOF, para as principais arrecadações do Imposto de Operações Financeiras. 

Simulação do IOF para operações de crédito de R$ 1 mil  

Agora vemos uma tabela de simulação de Imposto sobre Operações Financeiras para operações de crédito de R$ 1 mil, de acordo com o tipo de operação financeira. 

Tipo de operação  
Prazo de pagamento 
IOF (R$) 
Crédito pessoal 12 meses44,61
Rotativo do cartão de crédito2 meses10,51
Cheque especial pessoa física 3 meses13,86
Capital de giro para empresas 12 meses24,20
Cheque especial pessoa jurídica 3 meses8,83
Rotativo do cartão de crédito PJ 2 meses7,15

Taxa de IOF: quando e quanto é cobrada? 

Na hora de aplicar seu capital, muitas pessoas cometem o erro de não considerar o IOF dentro de suas análises de rentabilidade. 

No caso dos investimentos, o tributo cobrado segue regras próprias de acordo com o tipo de aplicação e também com o tempo que você mantém o dinheiro aplicado. 

Confira, abaixo, como alguns investimentos se comportam a respeito do Imposto sobre Operação Financeira (IOF). 

1. Renda fixa 

Quando falamos de investimentos, brasileiros acabam recorrendo às aplicações de renda fixa que apresentam maior segurança com uma rentabilidade previsível. 

Mas, quem está pensando em destinar seu patrimônio para títulos como:  

  • CDB (Certificado de Depósito Bancário);  
  • LC (Letra de Câmbio); 
  • LF (Letra Financeira);  
  • e, Tesouro Direto. 

Em todos os casos listados acima, é preciso ter em mente que essas aplicações têm incidência de IOF

A cobrança nesses casos depende do tempo que o dinheiro ficou aplicado, conforme a tabela que apresentamos antes – variando de 96% da rentabilidade (nunca sobre o valor investido) até taxa zero depois de 30 dias. 

2. Fundos de investimento 

Os fundos de investimento compõem outra modalidade de aplicação que tem se popularizado nos últimos anos e chamado a atenção de investidores iniciantes e experientes. 

Existem hoje, no Brasil, diversas configurações para os fundos. 

De maneira geral, eles nada mais são do que de ativos financeiros organizadas por bancos, corretoras e outras instituições financeiras. 

Assim como a renda fixa, os fundos seguem a tabela regressiva, na qual o investidor está isento do IOF se fizer o resgate após 30 dias de aplicação. 

3. Mercado de ações 

mercado de ações é normalmente indicado a investidores mais arrojados, com maior tolerância ao risco e que miram rentabilidades melhores. 

Embora tenha outros custos, que podem envolver taxas de custódia e de corretagem, por exemplo, investir em ações não tem cobrança de IOF

A regra vale, inclusive, para operações de curtíssimo prazo, no chamado day trade

No canal do Youtube da Rico, temos lives com o nosso analista financeiro, especialista, Zé Rico sobre o tema Day Trade, acompanhe:

Quais operações estão isentas do IOF?  

Algumas operações financeiras ficaram de fora do novo decreto de IOF. São elas:  
 

  • Operações de financiamento imobiliário residencial;  
  • Empréstimos em moeda estrangeira entre duas pessoas físicas; 
  • Pagamento de dividendos a investidores internacionais.  

Na Rico você têm acesso  especialistas que estão sempre buscando as melhores 

oportunidades de investimento para você. Abra sua conta e tenha todas as vantagens de investir com a Rico. 

Como conseguir isenção de IOF? 

Em uma estratégia de investimentos, quando há a previsão de IOF, a saída para conseguir a isenção é manter seu dinheiro aplicado por pelo menos 30 dias. 

Dessa forma, não haverá cobrança desse imposto

Outra opção, como vimos, é escolher para a sua carteira aplicações financeiras isentas de IOF. 

Essa decisão, contudo, deve estar pautada em outros fatores, como seus objetivos para o investimento e seu perfil de investidor

Ainda que haja isenção do IOF, isso não torna necessariamente a aplicação mais rentável do que outras. 

A saída, então, é conhecer o mercado, comparar as opções e simular antes de investir. 

Como saber o quanto você paga de IOF?  

O meio de identificar o quanto você paga hoje de IOF vai depender da operação financeira que está realizando. 

Em geral, a regra é que o imposto seja cobrado automaticamente durante o faturamento de sua compra, financiamento ou resgate de investimento. 

No caso do cheque especial, por exemplo, o débito do tributo é automático e pode ser visualizado no extrato da conta no primeiro dia útil do mês subsequente. 

Para a compra de moeda estrangeira, o valor é informado pela casa de câmbio no momento da transação. 

Em compras internacionais pelo cartão, a cobrança vem descrita na fatura ou no extrato da conta – no caso do débito e pré-pago. 

Já ao sacar o saldo de investimentos, quando há incidência de impostos, o desconto do valor final disponível também ocorre automaticamente. 

Exemplo de como calcular IOF 

Para calcular o valor de IOF devido, você precisa fazer a conta da porcentagem de acordo com a alíquota do tipo de operação realizada. 

Como a gente já trouxe exemplos relacionados a investimentos, o valor mostra rapidamente outro que impacta as suas finanças. 

Imagine que você fez uma compra internacional de R$ 1.000 em seu cartão. 

Conclusão 

Foto de um abacaxi de óculos de sol, em referência à importância do IOF para a saúde financeira com leitores da Rico.

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é uma tributação que afeta a boa parte dos brasileiros ao longo de suas vidas. 

Dessa forma, estamos falando sobre um impacto financeiro que não pode ser subestimado. 

Quem se mantém informado sobre qual é a alíquota de arrecadação sobre cada tipo de operação, consegue se programar melhor e evita prejuízos. 

No caso dos investimentos, o planejamento é o que vai garantir que você consiga aplicar de maneira a garantir a isenção total da taxa. 

Agora que você já sabe como e quando o IOF é cobrado, se programe para evitar a tributação e garantir maior rentabilidade. 

Nossa meta é que você não perca nenhuma novidade do mercado financeiro que podem afetar sua saúde financeira e seus investimentos. 

Assim, o time de especialistas da Rico está sempre preparado e informando as mudanças no mercado financeiro. 

Além disso, no canal da Rico, você encontra os mais variados e exclusivos vídeos sobre investimentos em renda fixa e renda variável, além de análises mensais sobre o mercado financeiro. 

Agradecemos a leitura! 


março 19, 2021

Simulador de Investimento (Tesouro, CDB, LC, LCI, LCA)  

Um homem à mesa. À sua frente, um notebook. Ele anota algo em um bloco, em referência ao simulador de investimentos

Um simulador de investimentos é capaz de ajudar você a garantir a aplicação mais adequada para seus objetivos.

É a ferramenta ideal para escolher e comparar os melhores investimentos para você.

Mas como usar o simulador de investimentos? Com esse artigo você vai descobrir tudo o que precisa.

Veja os principais pontos que você irá conferir nesse texto:

  • O que é e como funciona um simulador de investimento de renda fixa
  • Aprender sobre o simulador de investimento de Tesouro Direto
  • Conhecer o simulador de investimentos de LCI
  • Entender como funciona o simulador de investimento de CDB
  • Aprender a usar a calculadora de juros compostos
  • Saber como sair do vermelho usando o simulador para quitação de dívidas
  • Entender se é possível simular investimentos na bolsa de valores
  • Conhecer 9 dicas para investir melhor seu dinheiro
  • Descobrir se é melhor investir por banco ou corretora
  • Aprender a começar a investir com rentabilidade e segurança

Boa leitura!

Simulador de Investimento Renda Fixa

Aqui na Rico, possuímos três opções de simulação de investimentos. Duas para clientes e uma para visitantes.

simulador de investimento de Renda Fixa para clientes Rico permite que você filtre todas as opções de investimentos por categoria, rentabilidade, emissor, prazo e investimento mínimo.

Veja como é a sua disposição abaixo na Aba produtos. Ao clicar no investimento e arrastar ele para a aba ‘Simular investimento’, você pode ver como é sua performance com desconto de taxas e até compará-lo a outros produtos.

simulador investimentos renda fixa 1

Veja como funciona a comparação:

simulador investimentos renda fixa 2

Depois de selecionar seus ativos, é só clicar em ‘Simular’ e ver os resultados.

simulador investimentos renda fixa 3
Todas as telas foram capturadas dia 1/8/2018

Também estamos lançando um novo e mais moderno simulador em gráfico. Veja um preview abaixo:

simulador investimentos renda fixa 4

Já o nosso simulador para visitantes, que você pode conferir na imagem abaixo, compara o investimento com a poupança e mostra qual o percentual de ganho que você terá.

Clique aqui para ver. Vamos falar mais sobre ele nos próximos tópicos.

simulador investimentos renda fixa 5

Como funciona

Aqui na Rico, no simulador na página de renda fixa, você pode selecionar o valor investido, o prazo que deseja investir e verá a rentabilidade esperada com base nos produtos que temos disponíveis.

Você também pode escolher entre as modalidades: pós-fixados referenciados ao CDI, IPCA ou prefixados.

Depois do cálculo, a ferramenta mostra a você os valores que cada um dos investimentos renderá no prazo escolhido.

Simulações de investimentos: Poupança x Renda Fixa

Muitas pessoas ainda acham que a poupança é um bom lugar para deixar o seu dinheiro. Porém, essa é a modalidade em que o seu capital menos rende.

Ou seja, esqueça a poupança e comece a investir em renda fixa.

Para mostrar que a poupança não é um lugar muito bom para manter o seu dinheiro, comparamos uma LCI do Banco BTG Pactual e uma LCA do Banco ABN AMRO com a poupança.

simulador de investimento poupança lci lca
Dados de 27/07/2018

Se você investir R$10.000 em cada um deles em um período de 2 anos, deixará de ganhar R$287,85 se comparado com a LCI, e R$267,06 em relação a LCA.

Ainda acha que vale a pena investir seu dinheiro na poupança? Então, assista ao vídeo abaixo: 

Simulador de Investimentos do Tesouro Direto

Neste simulador de investimento, é possível fazer uma previsão de como o seu dinheiro se comportará nos diversos títulos disponíveis no TesouroClique aqui para conferir o simulador do Tesouro Direto na página.

Nele você pode escolher o prazo, o aporte mensal ou único e ver, ao fim desse período, quanto terá ganho.

Como já falamos nesse texto, aqui na Rico, dentro da área logada (que você acessa depois de abrir sua conta, sem custo), você vai encontrar outro simulador que permitirá fazer comparações com muitos produtos. Lá você poderá definir o montante a ser investido e escolher entre diferentes títulos disponíveis para aplicar.

Você também pode utilizar a calculadora disponível no site do Banco Central para simular a aplicação recorrente e o efeito dos juros compostos. 

simulador investimentos renda fixa 6

Tesouro Direto ou Poupança

O Tesouro Direto é uma ótima opção para quem quer fugir da baixa rentabilidade da poupança de forma segura, sem correr muitos riscos.

Por exemplo, se você colocar R$10.000 na caderneta de poupança, em um período de 3 anos você poderá resgatar R$11.428,05, segundo a rentabilidade histórica.

Mas se você investisse a mesma quantia e resgatasse o valor dentro do mesmo prazo em um título do Tesouro Direto, como o Tesouro IPCA+ 2035, você lucraria, R$1.216,18 a mais pelo menos. Veja no simulador de Tesouro Direto:

simulador de investimento poupança tesouro direto
Dados de 27/07/2018

Tesouro Direto ou Previdência Privada

Muitas pessoas ficam em dúvida entre ter ou não uma previdência privada. Mas existem algumas opções que podem ser mais rentáveis para quem está pensando na aposentadoria.

Alguns títulos disponíveis no Tesouro Direto, como por exemplo o IPCA, rendem acima da inflação, o que garante uma boa rentabilidade para o investidor. Além de ser um grande aliado contra a desvalorização do seu dinheiro.

Essa opção de renda fixa funciona como um empréstimo do seu dinheiro para o Governo. Em troca, você recebe um percentual do rendimento anual de acordo com o título escolhido.

Já a previdência privada, é emitida sob a forma de planos, o PGBL e o VGBL, por instituições financeiras e não é coberta pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

No geral, escolher entre o Tesouro Direto e uma Previdência Privada vai depender de vários fatores, como o montante necessário, renda desejada, prazo de investimento e aportes mensais. Mas os títulos públicos costumam ser mais rentáveis.

Se você tem pouca reserva financeira, o título mais indicado é o Tesouro Selic. Ele possui liquidez diária e baixa volatilidade.

Com um pouco mais de tempo disponível, existem outros investimentos que podem ajudar a alavancar os seus ganhos.

Se você pode esperar pelo melhor rendimento, o melhor investimento é o Tesouro IPCA. Ele é “a prova de inflação”, já que rende sempre acima dela.

Se o seu objetivo for se aposentar no longo prazo, uma das melhores estratégias para ter ótimos retornos é diversificar os seus investimentos.

Clique e acesse o guia do investidor

Simulador de Investimento LCI

Uma mulher em um escritório com a mão no queixo olha para o notebook à sua frente em referência ao simulador de investimentos
Investir em LCI é uma ótima opção pra quem procura por isenção de imposto de renda.

Tal qual acontece com os demais simuladores de Renda Fixa, aqui a premissa é a mesma: mostrar a rentabilidade com base nos parâmetros definidos por você, ou no produto oferecido por quem o comercializa.

Como esse tipo de investimento é isento de IR, os simuladores levam isso em consideração. Normalmente, eles comparam as LCIs com outros investimentos em renda fixa, como Tesouro Direto e CDBs (que cobram IR).

Em nosso simulador de renda fixa, você consegue simular usando a função CDI.

LCI ou Poupança

A poupança também é isenta da cobrança de imposto de renda e ambas as aplicações são protegidas pelo FGC. Mas a poupança rende apenas 0,37% ao mês mais a TR (Taxa Referencial).

Então, ela costuma competir com a inflação, mas nem sempre leva vantagem. Normalmente, a poupança perde para qualquer investimento que siga o CDI.

Com isso, investir em uma LCI é uma ótima opção para quem ter segurança e maior rentabilidade.

Por exemplo, se você investisse R$10.000 na poupança para resgatar daqui a 3 anos, você deixaria de ganhar R$522,07 por não ter investido em uma LCI do Banco BTG Pactual.

simulador de investimento poupança lci
Dados de 27/07/2018

LCI ou LCA

No geral, as LCAs e as LCIs são ofertadas de forma conjunta por possuírem características bastante parecidas.

Ambas as opções podem ser dividas entre:

  • Prefixada: possui juros fixos anuais – você sabe no momento do investimento quanto irá resgatar no futuro
  • Pós-fixada: sua rentabilidade normalmente é atrelada ao CDI – você conhece o rendimento total apenas no momento do resgate
  • Híbrida: possui juros fixos anuais + variação do IPCA – você só sabe o quanto a sua operação rendeu na hora do resgate

Então, tudo vai depender do prazo do investimento e da rentabilidade do título no momento da compra, já que a grande diferença entre as duas é o setor da economia que elas financiam.

Simulador de Investimento CDB

Uma mulher mexe em um notebook à mesa. Há um café ao lado, em referência ao simulador de investimentos
O simulador de renda fixa da Rico possibilita simulações com base no percentual do CDI.

Nos simuladores de CDB, a lógica é a mesma. Normalmente, a comparação é feita com o CDI, índice ao qual a rentabilidade dos CDBs costuma ser atrelada.

Os simuladores mais simples mostram apenas os resultados dos diferentes tipos de CDB (pré e pós-fixados) com os diferentes percentuais do CDI que podem ser contratados.

Simuladores mais completos permitem comparar com outras formas de investimento. No simulador de Renda Fixa da Rico, é possível simular os CDBs ao lado de outros investimentos como LCI/LCA e LC.

CDB ou Poupança 2018

Ao investir em um CDB, você está emprestando dinheiro para um determinado banco, a fim de receber juros por essa transação.

Com, isso sua rentabilidade costuma ser bastante vantajosa, diferente da poupança que possui baixa rentabilidade e pouca flexibilidade para resgate.

Existem CDBs que não são bons, mas com a ajuda do simulador você conseguirá facilmente comparar a rentabilidade de diferentes CDBs e escolher aquele que melhor se adequar aos seus objetivos.

Para exemplificar essa diferença entre CDB e poupança, nós simulamos uma operação de R$10.000 com um prazo de quatro anos na poupança e em um CDB do Banco Agibank.

Quem escolher pela poupança, vai deixar de ganhar R$1.048,35 no final desse período.

simulador de investimento poupança cdb 1
 Dados de 27/07/2018

CDB ou Tesouro Direto

Não existe um melhor ou pior, essa escolha vai depender de alguns fatores, como:

  • Perfil de investidor: é importante saber qual é o seu perfil antes de optar pelo CDB ou por um título do Tesouro Direto. Apesar de ambos serem aplicações de renda fixa, uns podem ser mais conservadores do que outros, como um CDB com liquidez diária, ou outra opção mais de longo prazo, como o Tesouro IPCA.
  • Aporte inicial: defina quanto você tem disponível para investir. O valor mínimo para o Tesouro Direto é R$30,95 e para o CDB varia conforme o emissor, existem alguns a partir de R$ 100.
  • Liquidez: esse fator é a disponibilidade imediata de resgate do valor investido. Alguns CDBs podem ter carência, ou seja, você não poderá resgatar seu dinheiro até determinada data. Já no Tesouro Direto, você pode vender os seus títulos a qualquer momento a preço de mercado.

Como Usar a Calculadora de Juros Compostos

Uma mulher leva a mão no queixo e olha para cima em sinal de pensamento em referência ao simulador de investimentos
A calculadora de juros compostos mostra quanto você pode ganhar com determinada aplicação.

A calculadora de juros compostos é uma das ferramentas que mais “enchem os olhos” de quem quer investir. Afinal, o famoso “juros sobre juros”, em simulações de longo prazo, faz verdadeiros “milagres” com os números.

A maioria dos simuladores de renda fixa são construídos sobre fórmulas de juros compostos. No final, é o que acontece com seu dinheiro quando investido, seja no Tesouro, seja no CDB ou em outro produto.

Aí você perceberá que, se para o investidor pode parecer mágica, para o devedor os juros são letais.

Saindo do Vermelho: Simulador para Quitação de Dívidas

Os simuladores para endividados comparam as dívidas atuais com outras opções de crédito mais baratas, oferecendo, assim, um suporte para que estas pessoas possam baratear sua dívida e, sobretudo, consolidá-las em uma única.

Nesses simuladores, você pode inserir o montante total da dívida e os juros contratados. O simulador vai lhe dar o valor final e como seria o panorama em outros tipos de crédito.

Há ainda aqueles que você mesmo insere os dados, baseados nas propostas recebidas pelas empresas.

Leia esse outro texto: a solução definitiva para sair das dívidas: o guia completo

Assuma o controle dos seus gastos

É importante relembrar que, independente do que o simulador diz, é preciso ter o orçamento sob controle antes de renegociar dívidas ou contratar um novo financiamento, mesmo que ele seja mais barato.

Se não houver folga no orçamento para pagar as parcelas, você poderá criar um novo problema em vez de apenas resolver o antigo.

Por isso, o controle é fundamental e, para tal, é preciso ter algum sistema, seja uma planilha ou aplicativo. Lembre-se: você não controla o que não vê.

Além de usar um simulador de investimento, você deve controlar seus gastos e, deste modo, conseguir folgar no orçamento para poupar.

Existem, inclusive, simuladores que permitem que você simule o impacto de cada tipo de gasto em suas finanças.

Compare os investimentos em renda fixa

Antes de tomar sua decisão, invista seu bem mais precioso, isto é, seu tempo, para aprender a comparar.

Use os diversos simuladores diferentes disponíveis na internet para conseguir enxergar qual investimento de Renda Fixa é melhor para o seu momento.

renda fixa é ideal para todos,mas, mesmo assim, é fundamental que você compare antes de investir. Considere também os riscos, a fim de saber qual tipo de investimento vai permitir que você alcance os objetivos.

É Possível Simular Investimentos na Bolsa de Valores?

Sim, é possível! Existem simuladores que são específicos para investimentos na Bolsa de Valores.

Eles usam os históricos das rentabilidades de cada ativo para fazer projeções futuras ou também, te mostram quanto você teria ganho (até hoje) se tivesse investido em determinado tipo de ação ou em uma carteira específica (ou ETF) que acompanhasse determinado tipo de índice.

É mais comum esses simuladores trazerem dados do passado até o presente, mostrando ao usuário como “teria sido” seu resultado optando pela bolsa. É importante lembrar que rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

De qualquer maneira, são ferramentas importantes para tomada de decisão sobre renda fixa versus variável, algo que atormenta a maioria dos investidores menos experientes.

Existem ainda os simuladores de carteira (ou conta demo), em que o usuário pode simular a compra e venda de ações, cujos preços variam conforme a cotação real e avaliar como é a sua performance, mas sem colocar seu dinheiro em risco.

9 Dicas para Investir Melhor seu Dinheiro (Mesmo com Pouco)

1. Comece pelo básico: olhando seu extrato bancário

A maioria das pessoas acredita que cuidar das finanças exige conhecimentos avançados. Mas, a verdade passa muito longe disso: as estratégias e hábitos mais simples provaram ser os mais vencedores.

Comece imprimindo seus últimos 3 extratos (ou mais, se preferir) e cheque, simplesmente, se está “gastando mais ou menos do que você ganha”. Parece óbvio, não é?

Mas a grande maioria sequer sabe disso e, tampouco, tem o costume de checar seu extrato. Esse é o primeiro ponto antes de qualquer outra coisa.

2. Descubra para onde vai seu dinheiro

Quem não conhece bem seus gastos não consegue poupar para investir.

Só um bom controle leva ao conhecimento a ponto de cortar desperdícios para “fazer sobrar” dinheiro. Esse é o momento de adotar uma planilha de controle financeiro ou aplicativo.

3. Mantenha o orçamento em ordem para poupar

Antes de investir, você precisa ter o dinheiro.

Para ter o dinheiro, é preciso gastar menos do que ganhar para que possa existir essa “sobra”. E o melhor jeito de fazer isso é evitando gastos desnecessários e que são feitos por impulso.

4. Invista seu tempo e esforço para aprender

Conhecimento é a principal arma para investir melhor.

Aproveite todo o conteúdo gratuito que a Rico disponibiliza para você, como e-books, cursos, palestras gratuitas, conteúdos de especialistas, entre outros, para aprender tudo o que puder antes de começar.

Esse é o melhor investimento que você pode fazer antes de começar a aplicar seu dinheiro em qualquer tipo de investimento.

Só o conhecimento vai permitir que você invista melhor e, inclusive, possibilitar que você faça bom uso dos simuladores de investimento disponíveis. 

5. Tenha paciência

Ao ver aqueles números enormes que aparecem no simulador, você poderá ser tomado por uma euforia incrível. Na tela do computador, acumular alguns milhões parece algo extremamente simples e fácil.

Mas acredite, não é! Exige tempo e disciplina. Muitas pessoas desanimam e desistem do plano poucos meses depois de começar. Afinal, na vida real, a distância entre seus aportes mensais e “aquele milhão”, parece enorme!

O segredo é justamente manter-se firme em seu propósito, pois só assim os juros compostos terão chance de fazer a “sua mágica”. Paciência é fundamental.

É importante também saber a diferença entre poupar e investir.

6. Não ceda ao consumo

Comprar bens de grande impacto financeiro, como imóveis ou carros, são fatores que atrasam ou estragam definitivamente os objetivos financeiros das famílias. Em poucas palavras, isso as impede de alcançar a riqueza.

Portanto, não ceder é fundamental. É preciso assumir um compromisso com a construção de seu patrimônio financeiro para que isso aconteça.

Acredite, usar uma parte de seu dinheiro hoje para comprar um carro pode significar centenas de milhares de reais a menos no seu futuro.

7. Faça o melhor para você

Use todo conhecimento adquirido para escolher o melhor investimento para você. Por isso é importante conhecer seu perfil e quais são os objetivos que você quer atingir com esse dinheiro.

Não saia investindo baseado apenas na opinião dos outros. Só você conhece sua realidade. Às vezes o investimento mais rentável não é o mais adequado para você. Então, fique atento.

8. Estabeleça um valor fixo para investir

Se você quer começar a investir mesmo com pouco dinheiro, é importante que você defina um valor fixo mensal para isso.

Então, pare de investir apenas o valor que sobra no final do mês. Comece a considerar o valor que será aplicado como se fosse uma despesa fixa, como aluguel, água ou luz.

9.Tenha metas de curto, médio e longo prazo bem definidas

Coloque no papel quais são os seus objetivos financeiros para o ano que vem, para daqui a 5 anos e para 20.

É importante que você escreva para absorver melhor as suas metas. Depois disso, descubra qual é o seu perfil de investidor e quais são os investimentos que vão ajudar você a colocar em prática o seu planejamento.

Clique e baixe o guia para investir

Investir por Banco ou Corretora? Saiba Qual a Melhor Forma

Duas pessoas dando as mãos, em sinal de firmar contrato, em referência ao simulador de investimentos
Fuja dos investimentos que o seu banco oferece!

Existe uma grande diferença entre investir através de bancos e corretoras de valores que pode ser constatada nos resultados das operações.

Um banco costuma oferecer uma quantidade pequena de ativos, são poucas opções, principalmente para pessoas que têm pouco dinheiro para investir.

Já nas corretoras, é possível encontrar opções de investimentos para todos os perfis, gostos e bolsos.

Além disso, a rentabilidade das aplicações é muito diferente. Geralmente, bancos ofertam opções que rendem menos e cobram taxas elevadas por cada aplicação.

Já uma corretora de valores, como a Rico, apresenta ativos com rendimentos atrativos e taxas menores.

Então, se o seu objetivo é ter o máximo de retorno com seus investimentos, priorize corretoras como a Rico.

Comece Agora a Investir com Rentabilidade e Segurança

Um homem sentado no sofá está inclinado mexendo no notebook que está sobre a mesinha à sua frente, em referência ao simulador de investimentos
Invista sempre pensando em segurança e rentabilidade.

Como já falamos mais de uma vez, a rentabilidade é importante desde que se observe outras questões fundamentais como seu momento e sua realidade.

De nada adianta ter uma rentabilidade acima do mercado, se você precisar do dinheiro e ele não estiver disponível.

Assim, não perca mais tempo. Use um simulador de investimento, leia, tire suas dúvidas para que seu dinheiro comece, de fato, a trabalhar para você.

É importante começar o quanto antes? Sim, é importante! Porém (vai parecer contraditório), não tenha pressa.

Dedique o máximo de tempo possível para aprender bastante. A pressa acaba levando a tomada de decisões precipitadas, e isso, costuma custar muito caro.

Contudo, isso não significa que você deva ficar parado, perdendo dinheiro na poupança, por exemplo. O Tesouro Selic é uma excelente opção para quem ainda está aprendendo e “se decidindo” a respeito de onde investir.

Assim, você poderá ter quase o dobro da rentabilidade da poupança somado ao tempo para pensar e aprender. Então, é sim possível começar já, e ainda continuar aprendendo, não é legal?

Passo a passo para investir com a Rico

Aqui na Rico, nós levamos o seu dinheiro e os seus objetivos muito a sério. Por isso, temos apenas os melhores investimentos disponíveis para você.

A primeira coisa que você precisa fazer criar a sua conta. Basta inserir os seus dados pessoais, criar um login e uma senha.

Depois disso, você só precisa transferir o valor que deseja investir da sua conta bancária para a conta da corretora através de TED de mesma titularidade.

Dentro de poucos minutos, o valor já vai estar disponível para você.

O terceiro e último passo é escolher os seus investimentos.

Para isso, verifique sempre os seguintes aspectos:

  • Prazo de aplicação
  • Aporte inicial
  • Riscos envolvidos

Não se esqueça que você pode fazer uso dos nossos simuladores de investimento para saber qual aplicação é a melhor para você.

Conclusão

Como vimos, analisar bem cada tipo de aplicação usando o simulador de investimentos é a chave para fazer boas escolhas.

Afinal, um CDB pode ter a melhor rentabilidade da renda fixa agora, mas ele pode não servir para você que vai precisar do dinheiro daqui a 1 ano.

A grande sacada é formar uma carteira de investimentos de acordo com os seus objetivos, abrangendo curto, médio e longo prazo. E então, de acordo com novas necessidades, encontrar o melhor investimento de acordo com a sua situação.

Investir em Tesouro Direto, por exemplo, pode ser uma ótima opção para quem está começando a investir agora.

Agora que você já sabe que pode simular investimentos de renda fixa e também variável, que tal abrir a sua conta e começar a fazer o seu dinheiro trabalhar por você?


outubro 23, 2020

Melhores cursos de investimento [Básicos e avançados]  

O que acha de qualificar seus resultados ao aplicar dinheiro com os melhores cursos de investimento?

É como dizem: conhecimento não ocupa espaço.

Além disso, esse é um tipo de aprendizado com aplicação prática imediata.

Você pode fazer as aulas e já tomar melhores decisões, que vão aproximar  você de seus objetivos financeiros.

Se você já conferiu vários materiais para aprender sobre o mercado financeiro, mas ainda não sabe quais são os melhores cursos de investimento, este conteúdo pode ajudar.

Nele, selecionamos opções de cursos que acrescentam em conhecimento para que você possa empregar o seu tempo e dinheiro nas aulas com segurança e propriedade.

Afinal, o trabalho de um bom investidor já começa ao escolher as melhores fontes de informação, não é mesmo?

Então, acompanhe o artigo até o final e veja as indicações que separamos para você.

Vamos falar sobre os seguintes tópicos:

Caso tenha alguma dúvida ao final, é só deixar um comentário.

Boa leitura!

Clique e baixe o guia do investidor

Por que fazer cursos sobre investimento?

Um investidor de sucesso, que tem boa rentabilidade e ganhos atrativos, é aquele que consegue aliar preparação e oportunidade.

Em geral, não temos muito controle sobre a criação de chances para fazer dinheiro, mas estar preparado é fundamental para agarrar as boas – e lucrativas – situações quando elas aparecem.

Por isso é tão importante saber quais são os melhores cursos de investimento.

Ao encontrar conteúdos de qualidade e realmente enriquecedores, a sua preparação dará um novo salto.

Como consequência, você estará pronto para investir com bons ganhos quando surgirem as oportunidades reais de rentabilidade.

No entanto, ninguém tem tempo nem dinheiro para desperdiçar com materiais que não agregam em nada, certo?

Assim, é fundamental ser criterioso na escolha dos cursos de investimento, a fim de encontrar as opções que realmente farão diferença para você.

Afinal, onde estudar sobre investimentos?

Existem centenas de alternativas para que você descubra mais sobre investimentos, entre cursos presenciais e online, pagos ou gratuitos.

O importante é que você saiba como é o seu nível atual de conhecimento no assunto para, a partir disso, buscar opções que possam aprofundar o entendimento.

A Rico Educação, por exemplo, oferece cursos que abordam desde o básico até o avançado em investimentos de renda fixa e renda variável.

Dessa forma, você consegue encontrar bons materiais que farão diferença para as suas aplicações.

Lista dos melhores cursos de investimento

Um homem olhando gráficos em um notebook com a mão no queixo, em referência aos melhores cursos de investimentos

A lista de cursos que tratam sobre investimento é bastante extensa. 

A seguir, selecionamos as opções mais interessantes de acordo com o custo e o nível de conhecimento do investidor. 

Confira!

Melhores cursos de investimento gratuitos

Se o seu momento monetário não está permitindo grandes investimentos em cursos, você pode começar com as modalidades gratuitas.

Algumas instituições prestigiadas promovem aulas a custo zero para que mais pessoas possam ter acesso à educação financeira.

Se você quer começar a entender sobre o mercado de finanças e investimentos, mas não pode colocar a mão no bolso agora, veja algumas boas opções de conteúdos gratuitos.

Cursos da CVM

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) oferece três cursos gratuitos relacionados às finanças e ao mercado de investimentos. São eles:

  • Matemática financeira básica
  • Educação financeira para jovens
  • Poupança e investimento.

Todos têm foco em investidores iniciantes e, por isso, podem ser uma boa alternativa para quem está começando nesse universo.

Cursos da B3

A B3, a bolsa de valores brasileira, também disponibiliza conteúdos gratuitos sobre investimentos de maneira online.

No portal B3 Educação, é possível ter acesso a diversos materiais, como vídeos, podcasts e e-books.

Ainda existe a opção de fazer os cursos de forma presencial.

Por meio de parcerias, a B3 oferece modalidades em instituições como Saint Paul, IBMEC, FIPECAPI e Confederação Nacional das Instituições Financeiras.

Nesse caso, é interessante conferir o custo dos cursos.

Cursos da ANBIMA

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) tem uma vasta lista de cursos sobre o assunto.

Entre os gratuitos, vale destacar estes:

  • Gestão de risco e performance
  • Planejamento de investimentos
  • Mentalidade ética.

Com essas opções, você tem a oportunidade de acessar gratuitamente conteúdos realmente relevantes para os seus investimentos.

Melhores cursos de investimento para iniciantes

Se você ainda não investe ou está começando agora, pode aprender muito com bons cursos sobre aplicações financeiras.

É importante que a sua base a respeito do assunto seja sólida para que, com o tempo e os estudos, você consiga aprofundar e aperfeiçoar os seus conhecimentos.

Veja, então, os melhores cursos de investimentos para iniciantes.

Primeiros Passos Para se Tornar um Investidor

Quando estamos aprendendo a andar, dar os primeiros passos é uma missão desafiadora.

No entanto, com o suporte dos nossos cuidadores tudo fica mais seguro.

Nesse sentido, quem está começando a investir precisa ter o apoio de quem realmente entende do assunto.

O curso “Primeiros passos para se tornar um investidor”, da Rico Educação, introduz o tema e fala sobre renda fixa, fundos e renda variável para você começar a sua jornada com confiança.

Primeiros Passos em Fundos e Ações

O mercado de renda variável é mais arriscado, mas, em contrapartida, oferece a possibilidade de ganhos maiores.

No entanto, é sempre bom lembrar que até mesmo os grandes investidores desse segmento já foram iniciantes.

Por isso, vale a pena conhecer o combo “Primeiros passos em fundos e ações”, que trata sobre a bolsa de valores e os fundos de investimentos para quem quer começar a voar alto.

Como Montar uma Carteira de Ações Vencedora

Entre as diversas alternativas de ações, qual comprar? Em que momento? Em que proporção?

As escolhas do trader não são simples, mas, com boa orientação, tudo fica mais fácil.

Dessa forma, o curso “Como montar uma carteira de ações vencedora” desvenda os segredos por trás dos conjuntos rentáveis na bolsa de valores.

Fuja da Poupança com CDB, LCI e LCA

A caderneta de poupança e seu rendimento muito baixo vem se tornando um verdadeiro prejuízo para os investidores brasileiros.

Se você tem perfil de conservador a moderado e quer aplicar em renda fixa, precisa saber como investir em outras modalidades.

Assim, o “Fuja da poupança com CDB, LCI e LCA” é o curso indicado para você aprender a fazer boas escolhas com investimentos de baixo risco.

Aprenda a Investir em Fundos e Previdência

Fundos de investimento e previdência privada são aplicações financeiras que agradam a diferentes perfis de investidores.

Então, se você quer diversificar a sua carteira de ativos, uma boa opção é o curso “Aprenda a investir em fundos e previdência”.

Aprenda a Investir em Minicontratos

Minicontratos são lotes reduzidos de contratos cheios atrelados a moedas estrangeiras ou Aprenda a Investir em Minicontratosíndices.

Assim, se você deseja aplicar em dólar e no Ibovespa, por exemplo, pode começar pelos minicontratos, que têm menores riscos e custos.

O curso “Aprenda a investir em minicontratos” traz tudo o que você precisa para operar nesse segmento.

Melhores cursos de investimentos avançados

Sempre é tempo para aprender mais e aprofundar conhecimentos.

Por isso, até os investidores mais experientes devem dar sequência aos seus estudos.

Afinal, os resultados mais interessantes aparecem para aqueles que mantêm o foco e a disciplina, dando continuidade ao aprendizado.

Pensando nisso, elaboramos uma lista com os melhores cursos sobre investimentos com conhecimentos avançados. 

Dê uma olhada!

Análise Técnica de Ações 2.0

Os indicadores de uma análise técnica precisam ser compreendidos com minúcia.

Ou seja, o trader deve entendê-los com facilidade a fim de avaliar os papéis de forma ágil e obter bons ganhos com o mercado acionário.

O curso “Análise técnica de ações 2.0” auxiliar justamente nesse ponto, trazendo uma extensa lista de materiais para que você consiga compreender com facilidade todos os indicadores.

Mapa do Trade

Operar com day trade, swing trade ou scalp?

O curso “Mapa do trade” apresenta em detalhes os conceitos e as táticas para cada uma das estratégicas de investimento no mercado de ações.

Com mais de 90 aulas, esse rico conteúdo disponibiliza diversas possibilidades para investir na bolsa de valores de forma estruturada e com bons ganhos.

Day Trade Avançado

Ser day trader exige nervos de aço e, mais do que isso, um profundo conhecimento em relação ao mercado de ações.

O curso “Day trade avançado” trata justamente sobre os indicadores de análise técnica a fim de que o investidor se aperfeiçoe e, então, seja capaz de operar com mais lucratividade.

Preço x Tempo: Estratégias Para Swing Trade

Enquanto o day trade é a prática de negociar ações em curtíssimo prazo, o swing trade permite um tempo maior entre a compra e a venda dos papéis.

No entanto, para efetuar uma boa transação, é necessário fazer uma avaliação apurada em dois fatores-chave: cotação e timing.

Esses pontos são a base para ao curso avançado “Preço x tempo: estratégias para swing trade”, que trata sobre aspectos operacionais desse tipo de negociação, elementos de análise técnica, tempos gráficos e o gerenciamento de riscos.

Análise Fundamentalista Objetiva

A análise fundamentalista traz uma nova visão acerca dos investimentos.

Enquanto a técnica avalia indicadores estritos do ativo, ela faz uma observação mais ampla a respeito dos mercados e as empresas.

Dessa forma, o curso “Análise fundamentalista objetiva” oferece a você um novo olhar sobre os investimentos.

Os Segredos do Melhor Analista do Brasil 2.0

Quer descobrir as estratégias vencedoras e lucrativas de quem realmente entende de investimentos e mercado financeiro?

O curso “Os segredos do melhor analista do Brasil 2.0” chega com a experiência de Gilberto Coelho, conhecido como Giba, eleito o número um em sua área pelo ranking da Exame, em 2017.

No conteúdo, Giba conta as técnicas e os truques utilizados nas suas operações de day trade e swing trade para conseguir performar com excelência nos investimentos.

Dica bônus: melhores cursos de finanças

Uma ilustração de pessoas sentadas em uma pilha de livros e um computador ao lado em referência  aos melhores cursos de investimento

Pensou que acabou? Não mesmo!

Como um bônus, selecionamos ainda algumas opções bem interessantes de cursos de finanças para você aprimorar os seus conhecimentos na área.

Fundamentos de Economia e Finanças

A base é o ponto do qual todas as demais informações serão alicerçadas – por isso, os conhecimentos básicos devem ser de excelente qualidade.

E esse é o assunto tratado em “Fundamentos de economia e finanças”, da ANBIMA.

O curso desenvolve temas como cálculos financeiros, interpretação de gráficos e resolução de problemas utilizando técnicas de matemática financeira.

Mercado Financeiro de A a Z

O curso “Mercado financeiro de A a Z”, também da ANBIMA, apresenta como o Sistema Financeiro Nacional (SFN) é estruturado no Brasil.

Além disso, trata sobre temas importantes, como as principais políticas econômicas, as características dos mercados financeiros e os riscos aplicados a ele.

Matemática Financeira para Investidores

Infelizmente, nem sempre recebemos uma boa base educacional de matemática com foco em finanças na escola.

Por isso, o assunto pode ser um verdadeiro mistério para muitas pessoas – mesmo aquelas que têm facilidade com as contas.

Assim, o curso “Matemática financeira para investidores”, da Rico Educação, é fundamental para qualquer indivíduo que esteja pensando em começar a aplicar o seu capital.

Excel para Investidores

Se você não abre mão da boa e velha planilha, deve conhecer o curso “Excel para investidores”, também da Rico Educação.

As aulas são focadas em recursos voltados para finanças e investimentos, trazendo um ganho significativo em suas habilidades com a ferramenta.

Em outras palavras, oferece uma melhora em produtividade e, claro, nas análises das suas aplicações.

Estatística para Investidores

Mais do que entender sobre números, é necessário saber interpretá-los.

A estatística tem esse importante papel e pode ser um verdadeiro divisor de águas para os investimentos.

Na bolsa de valores, por exemplo, o bom uso da estatística é uma ferramenta poderosa para agilizar a tomada de decisões.

Pensando nisso, o curso “Estatística para investidores”, da Rico Educação, ensina maneiras para usar o conceito de forma útil em análises técnicas e fundamentalistas.

Conclusão

Os melhores cursos de investimentos são aqueles que se adaptam bem às necessidades de quem quer aprender.

Por isso, você precisa determinar, antes de tudo, qual é o seu grau de entendimento sobre o assunto.

Em seguida, deve fazer uma boa busca pelos conteúdos que sejam realmente enriquecedores e que tragam um “algo a mais” para os seus conhecimentos.

Como vimos, você encontra na internet diversos cursos na área de investimentos e que atendem desde investidores iniciantes até aqueles com mais experiência.

Então, acesse agora o portal da Rico Educação e conheça todas as nossas opções para o seu aperfeiçoamento em finanças.

Obrigado por ler até aqui!


outubro 13, 2020

Como Começar a Investir Com Segurança e Rentabilidade  

Como começar a investir é uma questão muito importante se você deseja mudar de vida neste ou nos próximos anos. Afinal, enquanto não aplica seu dinheiro, não tem como ver ele se multiplicar.

Muitas pessoas ainda pensam que é preciso ter grandes quantias para entrar no mercado financeiro

Na verdade, isso é apenas um mito, pois você pode começar a investir com pouco dinheiro.

Hoje, é possível começar a investir no Tesouro Direto com cerca de R$ 30.

Você não precisa de muito dinheiro para investir, mas, também não adianta investir uma única vez 100 reais, porque isso não seria efetivo. 

O importante é manter uma frequência nos investimentos.

Além disso, o mercado financeiro oferece ativos voltados para todos os públicos, desde iniciantes até investidores com grande experiência.

Portanto, é hora de deixar as desculpas de lado e tirar esse sonho do papel.

A primeira dica para você começar a investir é: quanto mais cedo você iniciar, maior será o seu patrimônio no futuro

E o momento pode ser o ideal para começar a trabalhar a favor do seu dinheiro e ver o patrimônio crescer. 

Neste artigo, trazemos tudo o que você precisa saber para começar a investir com rentabilidade e segurança a partir de agora:

  • Por Que Você Deve Investir o Seu Dinheiro em 2020?
  • Como Começar a Investir
  • Como Começar a Investir Com Pouco Dinheiro
  • Como Começar a Investir Em Ações na Bolsa de Valores
  • Dicas Para Aumentar a Rentabilidade Mesmo Se Você Investir Pouco Dinheiro
  • Qual o Melhor Tipo de Investimento para Iniciantes?
  • Bônus: Como Aprender Sobre Investimentos
  • Perguntas Frequentes Sobre Como Começar a Investir.

Boa leitura!

Por Que Você Deve Investir o Seu Dinheiro em 2020?

Um homem sentado em um sofá de couro, com uma xícara nas mãos, olhando para a janela em um dia ensolarado, em referência à reflexão de como começar a investir.
Ao investir, você pode realizar desde pequenas metas até os seus maiores sonhos

Todos nós temos metas e sonhos a realizar.

Em sua maioria, eles necessitam de dinheiro para serem alcançados. Por exemplo, comprar um imóvel, fazer uma viagem de férias, trocar o smartphone e ou se aposentar. 

No entanto, economizar e apenas guardar dinheiro não é suficiente, pois a inflação é uma das suas maiores inimigas. 

Ela faz com que o seu dinheiro perca valor ou poder de compra com o tempo. Por isso, os R$ 50,00 de hoje compram menos que os mesmos R$ 50,00 compravam 10 anos atrás.

Assim, a tendência é de que você leve mais tempo para concretizar os seus tão sonhados objetivos. 

Os investimentos pode ser vistos como o que faltava para fazer o seu patrimônio crescer de verdade

Com eles, você obtém rendimentos sobre o montante aplicado.  

Tenha em mente que, com o ativo apropriado, é possível ter ganhos reais – isto é, ter retornos acima da inflação.

Assim, é possível atingir os seus objetivos em menos tempo do que ao juntar dinheiro por conta própria.

Além disso, eles permitem formar um patrimônio sólido no médio e longo prazo. 

Então, o momento de começar a investir é agora!

Como Começar a Investir

Uma família: uma mulher e um homem com um bebê no colo. Eles estão sentados no chão olhando felizes para um notebook que está apoiado sobre uma almofada, em referência à reflexão sobre como começar a investir.
Aprenda a aplicar o seu dinheiro em 7 passos e mude de vida a partir de hoje!

Depois de entender a importância de investir, você só precisa começar. Mas como fazer isso?

Essa é a dúvida mais comum entre as pessoas que querem entrar para o mundo dos investimentos.

Se é a sua também, fique ligado!

Separamos 7 dicas infalíveis para colocar esse projeto em prática a partir de hoje.

1 – Estabeleça os seus objetivos

Antes de começar a investir, defina os motivos pelos quais quer fazer o seu dinheiro crescer.

Pode ser, por exemplo, abrir o próprio negócio, conquistar a independência financeira, comprar uma casa nova ou fazer um intercâmbio.

Eles entram no conceito da importância de aplicar. Então, é fundamental ter em mente o quanto você gostaria de ter no futuro e por que economizar

Para você ter mais controle e se manter motivado, os especialistas recomendam que o ideal é ter cinco objetivos e separá-los por prazo de realização.

Ou seja, em curto, médio e longo prazos. 

2 – Determine a quantia a ser investida

Depois de definir os objetivos, você deve fazer a estimativa do valor de cada um.

Esse levantamento é necessário para estabelecer a quantia a ser investida e prazo de aplicação.

Por exemplo: você quer comprar um imóvel de R$ 200.000 em 20 anos e, para isso, deve aplicar em torno de R$ 834,00 mensalmente. 

Lembre que o dinheiro poderá ser investido de uma só vez ou todos os meses.

O importante é que ele esteja dentro do seu orçamento e que você consiga manter a sua meta.

Por isso, o ideal é seguir um planejamento financeiro.

Com ele, você faz o mapeamento das suas finanças e verifica o que pode ser melhorado.

Além disso, conhece quanto você tem disponível para investir. 

3 – Conheça os tipos de investimentos

Basicamente, há dois tipos de investimentos: renda fixa e renda variável.

A primeira consiste em um título público ou privado, que é um empréstimo do seu dinheiro para uma instituição.

Em troca, você recebe uma taxa de rendimento, que por sua vez, pode ser prefixada ou pós-fixada e é definida no momento da compra. 

A prefixada é uma rentabilidade fixa. Por exemplo, 6% ao ano.

Independente das condições do mercado, você continuará a receber exatamente essa remuneração até a data do vencimento.

Já a taxa pós-fixada é atrelada a um indexador da economia como, o CDI, o IPCA e a taxa Selic.

Um exemplo é um investimento que paga 120% do CDI. 

Portanto, os rendimentos podem variar conforme a performance desses índices. Se eles sobem, os retornos também aumentam e vice-versa. 

Os investimentos de renda fixa são: 

A renda variável compreende investimentos da bolsa de valores. Com eles, você não tem um rendimento fixo, ou seja, retorno passado não é garantia de rentabilidade futura. 

Todos os dias, o mercado está sujeito às variações. Basicamente, ele reflete as expectativas dos investidores quanto às empresas e ao país. 

De acordo com as notícias veiculadas na mídia, os resultados dos balanços das companhias e a política, a bolsa de valores terá reações. Sem contar que o cenário externo também pode influenciar

Assim, é possível ter rendimentos de 100% ou de 0%. Não há como prever. Então, o segredo é fazer boas escolhas e investir em conhecimento. 

Os investimentos da renda variável são:

4 – Conheça o seu perfil de investidor

Para saber quais as aplicações mais indicadas para começar a investir, é fundamental conhecer o seu perfil de investidor.

Ele é um teste simples e prático em que você saberá a sua tolerância ao risco.

Basicamente, há três tipos de perfil: 

  • Conservador
  • Moderado
  • Agressivo ou arrojado

Aqui na Rico, ao abrir a sua conta, você tem acesso ao questionário para descobrir o seu perfil de investidor e os investimentos mais recomendados para você.

5 – Procure uma instituição financeira

Para começar a investir, é necessário ter uma conta em uma instituição financeira.

Priorize sempre as corretoras de valores confiáveis, como a Rico.

Os bancos possuem poucos produtos à disposição e oferecem taxas de rentabilidade pouco atrativas.

Aqui na Rico, oferecemos os melhores investimentos e a nossa equipe está sempre pronta para ajudá-lo a investir cada vez melhor. 

6 – Abra a sua conta

Depois de escolher a sua corretora, você precisa criar a sua conta. Basta inserir os seus dados pessoais, criar um login e senha. 

Agora, transfira o dinheiro destinado para começar a investir da sua conta bancária para a conta da corretora através de um TED de mesma titularidade.

Em poucos minutos, o valor estará disponível para a utilização. 

7 – Escolha os seus investimentos

Chegou a hora de tirar o seu objetivo de começar a investir do papel.

Então, vamos à melhor parte, que é definir onde você vai investir seu dinheiro.

Para isso, siga os passos anteriores e verifique os seguintes aspectos: 

  • Prazo de aplicação
  • Aporte inicial 
  • Riscos envolvidos

O ideal é reservar um momento do seu dia para decidir com calma no que você vai investir. Utilize também o nosso Simulador de Investimentos

Ele é uma ferramenta completa para você simular as aplicações financeiras do seu interesse e definir a melhor segundo os seus objetivos. 

Já encontrou o investimento perfeito para você? Então, defina os valores e clique em Comprar

A partir de agora, é só deixar o seu dinheiro trabalhar para você. 

Para saber mais, assista ao vídeo abaixo e entenda como começar a investir o seu dinheiro:

Como Começar a Investir Com Pouco Dinheiro

Uma mulher sentada em um estabelecimento que tem vista para a rua. Ela olha para o celular com uma expressão feliz e, na mesa à sua frente, há uma xícara e uma sobremesa.
Com menos de R$ 100, dá para começar a aplicar seu dinheiro de forma mais inteligente

Você pode começar a investir com pouco dinheiro e ter bons rendimentos. Para isso, basta escolher o ativo certo

Caso tenha pensado na poupança, esqueça-a. Com os juros baixos e a Selic a 2% ao ano, os rendimentos da poupança estão cada vez mais magros aos seus investidores. 

Atualmente, o seu rendimento é de apenas 1,4% ao ano.

Como se isso não bastasse, é preciso descontar a inflação para encontrar o retorno real: em 2020, assim como em 2019, ele tende a ser negativo.

Compare ainda com o CDI, atualmente em 1,9% ao ano.

Existem diversas aplicações que pagam percentuais iguais ou superiores a 130% do CDI. Logo, são muito mais rentáveis que a poupança e igualmente seguras.

Por isso, em vez da caderneta, você deve priorizar ativos mais rentáveis e fora do seu banco. 

Como começar a investir com 100 reais

Uma das alternativas mais indicadas para quem quer começar a investir com pequenas quantias, é investir no Tesouro Direto

Veja na imagem abaixo que, em agosto de 2020, os títulos podem ser comprados por investimento mínimo de R$ 35,85 a R$ 106,74.

como comecar a investir rico 2020
Títulos públicos do Tesouro Direto. Tela capturada em 24/08/2020.

Então, se você tiver cerca de R$ 100,00, já é possível começar a investir!

A rentabilidade do Tesouro Direto é próxima de 100% do CDI, isto é, 1,90% ao ano. De acordo com o tipo de título, o retorno pode ser ainda maior. 

O CDI é considerado como o benchmark da renda fixa. Ele representa a taxa justa que todo investidor deve exigir. 

Por isso, no Tesouro Direto, você pode receber um retorno na média do mercado ou até acima.

Fizemos uma simulação com três títulos públicos: Tesouro IPCA+ 2026, Tesouro Prefixado 2026 e Tesouro Selic 2025. Como este último é o único que exige um pouco mais de R$ 100 para investir, a simulação considera uma aplicação única de R$ 110.

Veja os resultados:

como-comecar-a-investir-rico-2020-1

como comecar a investir rico 2020 2
Simulação Tesouro Direto na Rico. Tela capturada em 24/08/2020.

Repare que a rentabilidade líquida pode superar os 5% ao ano, o que fica muito acima do CDI e da poupança.

Outra vantagem dos títulos públicos é o baixo risco, pois eles são emitidos pelo governo, que é a máxima instituição financeira do Brasil. 

Caso você tenha aporte em torno de R$ 1 mil, já há mais opções de investimento, como algumas LCI/LCAs e os CDBs, que são títulos de renda fixa privados. 

Estes ativos costumam oferecer rendimentos superiores a 100% do CDI.

Sem contar que as LCI/LCAs são isentas de tributos. Portanto, você receberá remunerações limpas.

Na simulação abaixo, você observa quanto rende um investimento de R$ 1 mil em uma LCI, uma LCA e um CDB, com prazos praticamente idênticos, mas corrigidos por diferentes indicadores:

como comecar a investir rico 2020 3

como comecar a investir rico 2020 4
Simulação de títulos de renda fixa na Rico. Tela capturada em 24/08/2020.

Viu só como é possível investir e lucrar com pouco dinheiro?

Como Começar a Investir Em Ações na Bolsa de Valores

A tela de um computador mostrando alguma plataforma de investimentos, em referência a como começar a investir com pouco dinheiro.
Conheça a melhor estratégia para iniciar na renda variável e aprenda como ganhar dinheiro investindo

A queda de juros da economia, tornou a renda variável mais atrativa.

Em 2019, a bolsa de valores trouxe retornos médios de 31,58% – o maior percentual em 3 anos.

Foi o ano que marcou a chegada aos 100 mil pontos no Ibovespa, um marco significativo para o mercado financeiro.

Então, muitas pessoas querem começar a investir na bolsa, mas têm receio como fazê-lo de forma segura.

A primeira coisa que você deve fazer é: iniciar ao poucos.

Assim, invista apenas uma pequena parte do seu patrimônio, menos de 5%. 

Com o tempo e a experiência, a sua exposição poderá ser aumentada com mais segurança. 

Outra dica é começar a investir na bolsa de valores de forma indireta, como em ETFs, fundos de ações e os fundos multimercado

Assim, você poderá ter bons retornos com riscos mais controlados, porque há um gestor especializado que faz a administração da carteira desses investimentos. 

Lembre que o investimento em renda variável é recomendado apenas para investidores de perfil moderado e arrojado. 

Ainda não tem certeza de que esse é o momento de começar a investir no mercado de ações? Confira as dicas deste vídeo:

Outra boa maneira de começar a investir na bolsa de valores é através das carteiras recomendadas.

Aqui na Rico, temos diversas opções.

Desde o seu lançamento, em 2011, a nossa carteira de dividendos rendeu 261,24% contra 96,55% do Ibovespa – uma diferença de 164,69% (dados de agosto de 2020).

Já a carteira Rico Premium, com as melhores ações da bolsa, avançou 183,21% contra 134,17% do Ibovespa desde a sua criação, em 2016.

Ou seja, 49,04% a mais que o índice oficial da bolsa de valores.

Portanto, começar a investir com ajuda profissional pode ser a alternativa ideal para obter bons resultados na bolsa de valores. 

Confira este com tudo para começar a investir em ações sem medo

Dicas Para Aumentar a Rentabilidade Mesmo Se Você Investir Pouco Dinheiro

Todo investimento tem uma taxa de rentabilidade.

Então, quando você investe, há uma previsão de quanto o seu dinheiro vai render até a data do vencimento.

E se você pudesse fazer o seu dinheiro render mais ainda? 

Para isso, a melhor opção é a diversificação das suas aplicações. 

Isso significa investir em mais de dois ativos. Por exemplo, parte no Tesouro Direto e o restante em ETFs. 

Este é um dos fundamentos mais recomendados pelos grandes investidores, como Benjamin Graham e Warren Buffett.

A diversificação permite equilibrar os rendimentos da sua carteira e os riscos dos ativos.

Assim, caso um deles não obtenha o melhor desempenho, o outro tende a compensá-lo.

Porém, você deve diversificar conforme o seu perfil de investidor. Por exemplo, investir 70% em ativos da renda fixa e 30% em ações. Ou aplicar 80% em Tesouro Selic e 20% em LCI.

Há infinitas composições que podem fazer o seu dinheiro render.

Para aprender como montar uma carteira de investimentos, assista a este vídeo:

Qual o melhor tipo de investimento para iniciantes? 

O investimento ideal para o seu amigo pode não ser o mesmo para você. Então, uma das primeiras coisas ao começar a investir é se conhecer. 

Tenha em mente que o mercado financeiro possui inúmeras oportunidades para fazer o seu dinheiro render de verdade. 

Mas, a falta de experiência e, principalmente, de conhecimento podem gerar perdas pelo caminho.

Para começar a investir com o pé direito e evitar esses males, veja alguns dos erros mais comuns e passe longe deles a partir de agora:

  • Investir todo o capital em renda variável
  • Escolher o ativo da moda
  • Seguir cegamente as dicas quentes do mercado
  • Não avaliar os riscos do investimento
  • Utilizar a margem de segurança da corretora frequentemente
  • Não considerar os custos do investimento
  • Pegar empréstimos para investir
  • Confiar em dicas de investimentos sem analisar a veracidade ou a pessoa responsável
  • Ter pressa para atingir os objetivos
  • Deixar dinheiro na poupança.

Lembre que o seu dinheiro é responsabilidade sua. É você quem deve destiná-lo ao melhor caminho. 

Antes de começar a investir, conheça o seu perfil de investidor e respeite-o.

Não adianta ter um alto rendimento e viver com medo das oscilações. 

Então, o tipo de investimento mais indicado para você depende dos seus fatores pessoais, como tolerância aos riscos e objetivos futuros. 

Uma dica para começar é priorizar os ativos de renda fixa, como o Tesouro Direto e os CDBs. Eles oferecem rendimentos mais estáveis e menores oscilações de capital. 

Com o tempo, você pode experimentar outros tipos de ativos e montar uma carteira mais diversificada. 

Bônus: Como Aprender Sobre Investimentos

Antes de começar a investir, uma dica muito valiosa é obter conhecimento. Grandes investidores, como Luiz Barsi e Warren Buffett, chegaram lá por conta dos seus aprendizados. 

Faça o mesmo! Assim, a tendência é que você tome decisões mais assertivas e evite erros como os citados neste artigo. 

Para adquirir conhecimento, você pode optar por filmes e livros sobre investimentos. Muitos deles trazem histórias reais e insights para você começar a investir. 

Aqui na Rico, você pode aprender sobre o mercado financeiro de várias formas, como este blog e o nosso canal no Youtube

Claro, não podemos deixar de mencionar a Investv. Ela possui diversas salas de aprendizado, por exemplo, a Escola de Investidores e Primeiros Passos na Renda Variável. 

Nesses cursos, você contará com o nosso time de analistas experientes para você começar a investir com mais segurança. 

Para ter acesso a todo este conteúdo incrível, basta abrir a sua conta na Rico. Que tal iniciar ainda hoje?

Perguntas frequentes sobre como começar a investir

Será que é preciso muito dinheiro para começar a investir? Qual o melhor tipo de investimento para meu perfil e bolso? Onde posso comprar e vender as aplicações e me tornar um investidor? 

Quer descobrir essas e outras respostas? Então, confira!

Quanto é preciso para começar a investir em ações?

Com apenas alguns centavos, você pode começar a investir em ações, sabia?

Alguns papéis têm valores abaixo de R$ 1 e dá para negociar os ativos com poucos recursos financeiros no mercado fracionário.

Mas é claro que, quanto mais dinheiro você aplicar, maiores são as suas possibilidades de ganhos.

Qual é o melhor investimento para quem tem pouco dinheiro?

Se você não tem muito para investir, o ideal é começar com ativos que possam trazer boa rentabilidade com baixo risco.

Assim, investimentos em renda fixa – como Tesouro Direto, CDBs, LCI/LCA e outros – são alternativas interessantes para assegurar seu capital e ainda ser remunerado.

Vale a pena investir endividado?

O ideal é que você quite todas as suas dívidas antes de começar a aplicar.

Mas, se você conseguir estruturar seu orçamento de maneira a pagar o endividamento e fazer aplicações sem comprometer as contas, pode ser interessante investir ainda que endividado.

Quais são os riscos de investimentos?

Os principais riscos dos investimentos são de crédito, liquidez e retorno.

Quanto ao crédito, falamos sobre a possibilidade de calote da emissora do papel.

Nesse sentido, pode ser interessante começar a investir em aplicações asseguradas pelo governo federal, como os títulos públicos.

Também são opções aquelas que contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site http://www.fgc.org.br.

Já a liquidez diz respeito à dificuldade ou facilidade de resgatar o investimento. Há aplicações com liquidez diária, como alguns CDBs e o Tesouro Selic.

Por fim, o risco de retorno é aquele referente a ter lucro ou prejuízo com a aplicação, o que é inerente a esse universo.

É seguro começar a investir durante a crise do coronavírus?

Apesar de ser um cenário com muitas incertezas, alguns tipos de investimentos tiveram melhora durante o período da pandemia.

A cotação de ações da B2W Digital, por exemplo, teve alta de quase 20% nos meses do coronavírus

Assim, vale a pena avaliar seus objetivos, tipos de investimentos e expectativas de retorno para considerar a aplicação nesta fase.

Conclusão

Uma moça dentro de um estabelecimento, sentada em uma cadeira, segura uma xícara de café que está apoiada sobre a mesa de madeira, enquanto olha o celular e sorri, em referência a como começar a investir com pouco dinheiro.
Abra a sua conta e inicie agora mesmo a sua jornada pelo mundo dos investimentos!

Saber como começar a investir é um marco na vida de qualquer pessoa.

A partir disso, você deixa de apenas ganhar e poupar, e começa a fazer o seu dinheiro trabalhar para você.

Os investimentos servem como a ponte que liga você até os seus objetivos. De acordo com as suas escolhas, o caminho poderá ser mais rápido e lucrativo. 

Com tantas opções para aplicar, é comum ter dúvidas. Então, você deve conhecer o seu perfil de investidor, obter conhecimento e definir as suas metas. 

Para começar a investir, o mais recomendado é priorizar os investimentos da renda fixa, como o Tesouro Direto, o CDB e a LCI. 

Mas, com o tempo, é importante  considerar que retornos maiores só são possíveis na renda variável, principalmente com as ações.

Então, este pode ser o momento propício para entrar no mercado

Antes de começar a investir, busque conhecimento. Entre as alternativas, estão os livros e filmes sobre investimentos. 

Para fazer o seu dinheiro render de verdade, o primeiro passo é abrir sua conta na Rico. Aqui, você contará com os melhores ativos do mercado e todo o conteúdo incrível da Investv

Aproveite que você já está aqui e comece a investir agora mesmo!


outubro 6, 2020

Transferência de Custódia (STVM): Passo a passo  

Você sabia que o primeiro passo para ser um investidor de sucesso é contar com uma boa corretora de investimentos?

É por isso que é importante saber como fazer a transferência de custódia de uma corretora para outra. Nem sempre você vai fazer a melhor escolha de primeira. Afinal, no começo da sua carreira como investidor, é normal cometer alguns erros.

Ninguém já começa a investir construindo a carteira de ativos mais rentável e eficiente na primeira vez. Para isso, você precisará de experiência e uma boa corretora de investimentos.

Assim, ao saber como transferir ações e outros investimentos de uma corretora para outra, você poderá fazer uma escolha melhor.

E mesmo que a sua corretora atual tenha sido a melhor escolha do passado, não significa que ela continua sendo a melhor solução para você agora.

Afinal, você e seus objetivos como investidor mudam, assim como a corretora pode mudar, começando a cobrar muito mais para fazer a mesma coisa ou apresentando falhas de atendimento.

Então, essa pode ser a hora de trocar de corretora. Muitas pessoas pensam que é preciso vender todos os ativos, sacar o dinheiro e depois aplicar de novo. Mas esse não é o único caminho possível para trocar de corretora. É possível fazer a transferência de custódia preenchendo a Solicitação de Transferência de Valores Mobiliários (STVM).

O que é transferência de custódia?

A transferência de custódia é o processo que o investidor faz quando decide trocar de corretora de valores: ele muda seus investimentos, por exemplo ações ou fundos de investimento, de um banco ou corretora e envia para outra instituição financeira.

Dessa forma, os seus investimentos ficam sob os cuidados de uma outra instituição.

Se você ainda não é cliente da Rico, abra sua conta.

Como transferir ações para a Rico

Agora, você tem mais um motivo para investir em ações com a Rico: zeramos a taxa de corretagem para investir em ações.

Esse passo a passo serve para fazer a transferência de custódia de ações, tesouro direto, renda variável, futuros, ouro e comodities. E transferir seus investimentos para a Rico tem custo zero.

Para esse processo não é preciso se preocupar em vender seus ativos negociados na Bolsa para mudar de corretora. Como você irá transferir a custódia da sua corretora antiga para a Rico, não precisará negociar seus ativos. Assim, evita gastos com o Imposto de Renda.

Confira o passo a passo:

1- Entre em contato com a instituição de origem, onde os seus recursos estão alocados, para saber qual o processo de transferência de custódia. O pedido costuma ser parecido em todas as instituições, mas podem ter algumas particularidades.

2- Solicite o STVM – Solicitação de Transferência de Valores Mobiliários para a Rico.

3- No STVM você vai preencher os seus dados, sua conta na Rico, os investimentos que irá transferir e a quantidade deles e os dados da corretora de origem.

4- Envie o STVM para a corretora ou instituição de origem, junto com outros documentos caso solicitado. Confira para qual endereço eletrônico ou físico você deve enviar a solicitação.

Após enviar o pedido para sua instituição de origem, a transferência dos seus investimentos para sua conta da Rico acontece em dois dias úteis. Durante esse tempo, você pode conferir o status do processo com a instituição de origem.

Caso alguma informação tenha sido preenchida de maneira errada, ou tenha algum erro no pedido, a sua corretora de origem pode apontar alguma pendência. Nesse caso, basta entender qual foi o erro, corrigi-lo e enviar a STVM novamente.

Como transferir Renda Fixa para Rico?

Para transferir ativos de renda fixa de outras instituições para sua conta na Rico, há um passo a mais além de enviar a STVM para sua corretora de origem.

É preciso enviar para a Rico as notas de aplicação destes investimentos. Isso é necessário para os seguintes ativos de renda fixa:

  • LCA
  • LCI
  • CDB
  • LC
  • CRI
  • CRA
  • Debêntures

Portanto, se você for transferir algum desses ativos para a Rico, lembre-se:

  • Primeiro, você deve enviar a STVM para sua corretora de origem, seguindo passo a passo que já descrevemos anteriormente;
  • Depois, mande para nós as notas de aplicação.

Por fim, você também vai precisar enviar as notas em sua conta no site da Rico:

  1. Primeiro, vá na aba “ajuda” na sua área logada,
  2. Em seguida, clique em “envie seu e-mail”, no final da página;
  3. Selecione no assunto “transferência de custódia”
  4. E selecione no motivo “envio de STVM”.

Como transferir Fundos de Investimento para a Rico?

No caso de fundos de investimento, o processo também muda um pouco. Para transferir investimentos que estejam em fundos por outras corretoras, você precisa preencher um documento chamado Carta de Transferência de Fundos.

Ele deve ser assinado a punho ou pela assinatura digital com certificado digital ICP Brasil válido.

Preenchimento Fundos

Além disso, tenha em mãos algum documento de identificação válido, como RG, CNH ou documentos de classe.

Após preencher esse documento, você deve enviá-lo para a Rico pela sua área logada, assim como explicamos no tópico anterior:

  1. Primeiro, vá na aba “ajuda” na sua área logada,
  2. Em seguida, clique em “envie seu e-mail”, no final da página;
  3. Selecione no assunto “transferência de custódia”
  4. E selecione no motivo “envio de STVM”.
  5. No formulário aberto coloque a Carta de Transferência de Fundos + o documento válido.

Após mandar pra gente, em até 24 horas vai receber uma resposta do nosso time por e-mail.

Acesse a Carta de Transferência de Fundos clicando aqui.

STVM: Como preencher

Cada instituição pode ter suas particularidades na Solicitação de Transferência de Valores Mobiliários. Porém, eles costumam ser bem parecidos.

Para facilitar seu processo de transferência de custódia, vamos demonstrar o que deve ser preenchido em cada campo do STVM:

Preenchimento STVM

  • Preencha o STVM com os seus dados pessoais e os dados da sua conta na corretora de origem no campo “cedente”. Já no campo “cessionário”, preencha com seus dados pessoais e as informações da sua conta na Rico.
  • No campo cedente, você precisa colocar seu código de investidor. Tanto o código da corretora quanto o código do investidor, podem ser encontrados com a corretora de origem ou em sua conta no CEI.
  • No campo “instituição cessionária”, você pode preencher como SC XP Investimentos – Filial Rico Investimentos 386-7.
  • Feito isso, você precisará preencher os ativos e suas respectivas quantidades.
  • Na coluna “valor” você deve deixar em branco para ações, FIIs e ETFs.
  • Já na área “identificação de cessionário”, o campo “pessoa vinculada à instituição – agente de custódia”, apenas quem é funcionário do grupo XP Inc precisa assinalar a opção sim. Todos os demais devem marcar não como resposta.
  • Caso seja necessário assinalar o motivo da transferência, marque “mesma titularidade em outra instituição”.
  • Alguns formulários exigem a declaração de Responsabilidade pelo Imposto de Renda, nesse caso, basta assinalar: declaro que não há IR sobre essa transferência.

A importância de contar com uma boa corretora

Como falamos, nem todas corretoras disponíveis no mercado são recomendadas para você e para suas necessidades. Você pode encontrar problemas no atendimento, na linguagem que pode ser complexa na hora de solucionar seus problemas e nas ferramentas, que podem não funcionar de maneira adequada, por exemplo.

Por isso, separamos alguns pontos importantes que você deve se atentar na hora de escolher sua corretora de valores:

Taxas competitivas

É muito importante contar com uma corretora acessível. Principalmente se você é como 90% dos investidores que não possuem milhões de reais para investir. Neste caso, cada economia que for possível realizar, tornará sua rentabilidade melhor.

E nesse ponto, pode contar com a Rico: nós zeramos nossa taxa de corretagem para você investir em ações com essa preocupação a menos.

Simplicidade

Uma boa corretora de investimentos precisa ser simples. A comunicação com os investidores deve ser a mais clara e direta possível. Usar palavras difíceis não ajuda os investidores em nada.

Você precisa de uma corretora que fale a sua língua e o ajude a de fato ganhar dinheiro.

Na Rico, a comunicação é simples e direta. Com alguns cliques no computador ou no celular, você pode se informar sobre as nossas recomendações mais recentes.

Nossos analistas falam a língua do investidor, desde o iniciante até o mais avançado. Assim como o nosso site, que é intuitivo e prático para você investir sem nenhuma complicação. 

Agilidade

Imagine que você percebeu uma oportunidade no mercado ímpar, então você abre o site da sua corretora e simplesmente não consegue aproveitar a chance a tempo porque a corretora possui uma plataforma extremamente lenta e complexa. 

Isso quando a corretora possui uma plataforma digital para investimentos online. É fundamental que a sua corretora funcione de forma ágil. Desde a abertura da conta até os investimentos do dia a dia, a corretora precisa ser rápida e efetiva.

Na Rico, você pode abrir sua conta pela internet em alguns minutos e começar a investir de forma muito rápida. Basta fazer um TED e escolher o melhor investimento para você.

Por que investir com a Rico?

A Rico, corretora que surgiu em 2011 e faz parte do grupo da XP Inc., é uma plataforma digital voltada para pessoa física que funciona como a porta de entrada para o mundo dos investimentos para todos os tipos de perfis: desde quem não está familiarizado com o assunto até quem já se sente completamente seguro.

Nosso foco é descomplicar o “financês”, democratizando o conhecimento sobre o universo financeiro com um conteúdo simples, descomplicado e de fácil entendimento.

Ao tornar-se um cliente Rico, você passa a ter acesso aos melhores investimentos e recomendações do mercado, sempre de forma 100% digital e que podem ser acessados via celular e computador.

Você poderá visualizar o mercado em minutos, simular os investimentos e investir em pouco tempo. É o tipo de praticidade que todos precisam hoje em dia, e aqui na Rico você tem acesso sem pagar por nenhuma taxa de assessoria.

Lembre-se: nunca é tarde para fazer a melhor decisão em seus investimentos.

Ao  transferir a custódia dos seus investimentos, você não tem nada a perder. Esse é um processo gratuito e rápido.

Então, que tal aproveitar todas essas vantagens e transferir seus investimentos pra Rico?

Conte sem com a gente para descomplicar sua vida financeira 🙂


setembro 22, 2020

Como começar a investir com Rico+ Primeiros Passos!  

Print da tela do investir jogando da Rico

Começar a investir pode ser um grande desafio para muita gente. Nem todo mundo entende os principais conceitos do mundo dos investimentos. E o “economês” pode ser bem desafiador.

Além disso, a educação financeira ainda não é um tema muito difundido por aqui. Infelizmente, o brasileiro não é educado para fazer boas escolhas com o seu dinheiro. Segundo um levantamento feito pelo Ibope em 2020, apenas 21% dos brasileiros tiveram educação financeira na infância.

E aí, juntando a falta de educação financeira com um mundo que pode abusar de termos difíceis e complicados, temos como resultado o baixo número de brasileiros investindo seu dinheiro. Mas não precisa ser assim! E é por isso que a Rico está aqui: para descomplicar seus investimentos.

Para te ajudar a começar a investir nós tentamos simplificar ao máximo o mundo dos investimentos. Assim, você começa a entender e percebe que não é um bicho de sete cabeças!

E temos uma novidade para quem quer começar a investir, mas ainda sente um frio na barriga quando ouve a palavra investimento: o Rico+ Primeiros Passos.

Conheça o Rico+ Primeiros Passos

O Rico+ Primeiros Passos é uma nova forma de aprendizado para você dar seus primeiros passos nos investimentos. Mas não pense que é um curso tradicional, com aulas dadas por professores. Ou um texto onde apresentamos as informações importantes sobre investimentos. Quando falamos que é uma nova forma de aprendizado, é porque é realmente nova.

Quando você assina o Rico+ Primeiros Passos, você ganha acesso a uma plataforma que acompanha sua jornada e conteúdos para te ajudar a se sentir mais seguro na hora de investir. Tudo isso em um formato diferente: através de jogos, vídeos e formatos interativos para você aprender sem nem perceber.

O que tem no Rico+ Primeiros Passos:

  • Trilhas de conteúdo rápidas – nada de conteúdos longos e exaustivos sobre mercado financeiro. Aqui trazemos conteúdos rápidos e simples para quem está começando. Assim já deixamos a jornada mais simples de cara.
  • Trilha para você organizar a casa e ter uma graninha extra para investir!
  • Uma jornada focada em investimentos, assim você faz seu dinheiro render de maneira inteligente e planejada.

Mas e se você tiver dúvidas? Temos lives periódicas para ter certeza de que está tudo certo. Assim, você poderá tirar suas dúvidas e ficar por dentro do que está rolando no mundo dos investimentos.

Aprenda jogando!

Nada de passar horas em textos longos e cansativos. Acreditamos que para começar a investir, você precisa de estímulos mais interessantes. E o que mais interessante do que jogos interativos?

No Rico+ Primeiros Passos você aprende a investir jogando.

Print da tela do investir jogando da Rico.
Print da tela do investir jogando da Rico

Para quem é o Rico+ Primeiros Passos?

Ele é justamente para quem quer começar a investir, mas não sabe por onde – e não sabe a melhor maneira de buscar conhecimento.

Se você pensa que o mundo dos investimentos não é para você, tem medo de investir, não sabe quais investimentos escolher… Essa plataforma é para você.

E o Rico+ Primeiros passos é um projeto beta. Vamos te acompanhar, evoluir as jornadas com você e só sairemos satisfeitos quando você aprender a investir.

E sabe o melhor? Você tem 14 dias grátis para testar! Assim conhece as jornadas e toma a decisão com mais tranquilidade.

Após isso, a assinatura custa apenas R$ 14,90 por mês.

E aí, partiu descomplicar seus investimentos com o Rico+ Primeiros Passos? 🙂


setembro 4, 2020

7 Investimentos de Curto Prazo Seguros (de 3 a 12 Meses)  

Bons investimentos de curto prazo, com aplicação inferior a 12 meses, estão ao seu alcance.

A essência desses ativos está na agilidade e na simplicidade. Ou seja, o resgate deve acontecer com rapidez (liquidez), permitindo colocar a mão no dinheiro tão logo precise dele. 

Uma aplicação de curto prazo pode ser parte da carteira de qualquer investidor, tanto iniciantes como mais experientes e com maior patrimônio.

No entanto, é preciso conhecer bem os ativos para fazer as escolhas certas e manter uma carteira diversificada.

Mas, afinal, quais são os melhores investimentos de curto prazo? Logo de cara, vale dizer que isso depende do tamanho e do objetivo da sua aplicação.

Se o seu capital é pequeno, talvez o que é bom para você não seja para alguém com mais recursos.

Por isso, é preciso analisar cada situação individualmente

Para responder essa questão de uma vez por todas, preparamos este artigo com dicas e exemplos práticos para que você descubra os melhores investimentos de curto prazo.

Comece assistindo ao vídeo abaixo:

Se restar alguma dúvida ao final, é só deixar um comentário.

Boa leitura!


Quem Deve Optar Por Investimentos de Curto Prazo?

Uma mulher mexendo no celular e, à sua frente, um notebook aberto na mesa, em referência aos investimentos de curto prazo
Pensar a curto prazo é muito importante, pois todo planejamento começa pelo agora.

Investimentos de curto prazo tendem a ter a melhor relação entre liquidez e rentabilidade possível.

Um investidor cauteloso pode construir uma reserva para curto prazo com ativos desse tipo.

É o que chamamos de reserva de emergência. 

O seu volume deve ser o suficiente para sustentar o seu custo de vida por pelo menos 6 meses. Esse valor deve ser alocado em investimentos de curto prazo.

Assim, caso surpresas ocorram e as suas necessidades mudem, você não fica com todo o seu capital imobilizado em papéis com mais de dois anos.

Isso acontece em diversas situações comuns, como a chegada de um filho, dívida surpresa ou, então, problemas profissionais.

Não existe estabilidade e, por isso, você deve estar preparado!

Quando é Melhor Optar Pelo Investimento de Longo Prazo

O investimento a médio e longo prazo, isto é, para mais de 1 ano, deve ser realizado quando o investidor já possuir o fundo de emergência citado anteriormente.

Ou seja, ele não depende do dinheiro investido e pode manter a aplicação para alcançar maior rentabilidade futura.

Lembre-se sempre do seguinte:

Curto prazo para a tranquilidade de hoje. Longo prazo para a tranquilidade do futuro.

Então, o primeiro passo é identificar a sua tolerância ao risco e calcular uma alocação ou proporção de classes de ativos que o deixa confortável.

Temos um guia completo sobre diversificação de carteira que vai ajudar você a fazer isso.

Por exemplo, vamos imaginar que você já investiu R$ 25 mil em renda fixa a curto prazo, garantindo um fundo com liquidez imediata caso precise do dinheiro.

Já que a sua vida está bem tranquila, você pode fazer aportes com maior rentabilidade a longo prazo.

Nesse caso, pode apostar na diversificação com COEs (Certificados de Operações Estruturadas), letras de crédito (LCI ou LCA) de longo prazo e em ações.

Assim, você começará a construir um bom patrimônio, que crescerá com consistência e segurança.

Clique e abra sua conta na Rico

Quais São 7 os Melhores Investimentos de Curto Prazo em 2020

Cinco estrelas amarelas sobre um fundo cinza. Uma mão aponta para a última estrela com uma caneta, em referência aos investimentos de curto prazo
O melhor investimento é o que se encaixa nos seus objetivos. Veja nossas recomendações.

Chegou a hora de saber quais são os melhores investimentos de curto prazo para você.

O ideal é que as aplicações de renda fixa para curto prazo sejam pós-fixadas. Para estarem dentro de uma zona segura, devem ter um retorno bruto acima de 100% do CDI.

É comum que essa rentabilidade seja menor em títulos onde não há desconto de Imposto de Renda, mas o percentual líquido tende a ser parecido.

1. LCI

A Letras de Crédito Imobiliário possuem isenção de IR. É possível encontrar papéis que servem para objetivos de investimentos de curto prazo (180 a 365 dias), podendo render acima de 100% do CDI.

Com o CDI se mantendo em uma média de 1,90% ao ano (06/08/2020), espera-se uma rentabilidade por volta de 0,16% ao mês, pelo menos.

É uma boa rentabilidade, levando em consideração o período, e ultrapassa o rendimento da poupança, por exemplo, que fica em 0,12% ao mês.

O resgate pode ocorrer depois de 180 dias, dependendo do contrato realizado no momento da compra.

O investimento em LCI conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site http://www.fgc.org.br.

2. LCA

Da mesma forma que as LCIs, as Letras de Crédito do Agronegócio também são isentas de Imposto de Renda.

Ela é um título de renda fixa emitido pelos bancos. Sua data de vencimento e taxa de rentabilidade são definidos no ato da compra.

Uma LCA tem aporte mínimo e prazo de aplicação maiores do que a LCI. Ou seja, você também pode investir nessa opção pensando em um prazo um pouco maior.

Também possui a proteção do FGC.

3. CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é uma aplicação na qual você empresta dinheiro aos bancos.

Ele tende a ter melhor rentabilidade, acima de 130% do CDI, quando emitido por bancos médios e pequenos.

O CDB pode possuir uma carência para resgate, que deve ser respeitada para obter o máximo de rentabilidade possível.

Mas também existem alguns CDBs com liquidez diária.

Fique atento ao tipo de produto de investimento que está comprando e fuja dos bancos de varejo se você quer mais rentabilidade nas aplicações.

Esse é outro investimento que conta com a cobertura do FGC.

4. Tesouro Selic

O Tesouro Direto Selic é um título público garantido pelo Tesouro Nacional. É a opção mais segura para curto prazo.

Afinal, caso os emissores de outros ativos, como Letras de Crédito ou CDBs quebrem, será necessário aguardar para receber o seu saldo do FGC – e isso pode demorar e atrasar os seus planos.

Por isso, o Tesouro Selic é o mais recomendado para quem não quer dar nenhuma chance ao azar.

O rendimento é bom, levando em conta o seu curto prazo, mesmo com a Taxa Selic em queda, e desconto de IR. 

Além disso, o Tesouro Selic pode ser resgatado a qualquer momento sem tributação de IOF a partir do 30º dia.

5. Fundos de Curto Prazo

Em 2020, este tipo de investimento está em alta.

Afinal, a Selic está em sua mínima histórica, e os fundos têm mais liberdade para buscar maiores lucros.

Normalmente, os fundos de curto prazo acompanham as variações das taxas de juros com exclusividade de investimentos em títulos privados de baixo risco ou de títulos público prefixados.

A rentabilidade desse tipo de fundo costuma variar em relação ao CDI ou à Selic.

Eles são de baixo risco, o que faz com que sejam considerados investimentos conservadores.

6. Fundos DI

Nos Fundos Referenciados DI, o gestor do fundo deve investir no mínimo 95% do montante em títulos públicos atrelados à Selic, em sua maior parte, em Tesouro Selic ou em títulos privados de baixo risco.

O restante do patrimônio pode ser alocado em papéis com as mesmas regras dos fundos de curto prazo. Ele possui uma taxa de administração, que pode começar em 0% ao ano e chegar até 3,5%.

Recomenda-se fundos com no máximo 0,5% de taxa.

Com essa dedução, eles podem ter um rendimento que supera com folga os 100% do CDI.

Investimentos de curto prazo permitem o resgate em qualquer data sem perda dos juros.

7. Fundos multimercado

Se estiver disposto a arriscar um pouco mais no curto prazo, é possível aplicar em fundos multimercados.

Esse tipo de fundo aplica o seu dinheiro em diferentes segmentos, como a bolsa de valores, câmbio, renda fixa, etc.

Existem ótimas opções na Rico. Então, abra sua conta!

É importante que você que fique atento e escolha fundos com prazo de liquidação D+1, ou seja, que o dinheiro aplicado seja revertido para sua conta em um dia útil.

Caso opte por outros fundos, lembre-se de considerar esse tempo de resgate nos seus planos. 

Clique e acesse o guia do investidor

Como Funcionam as Aplicações Financeiras de Curto Prazo

Um homem desenhando gráficos em uma lousa digital, em referência aos investimentos de curto prazo.
Aplicações de curto prazo devem possuir alta liquidez e uma rentabilidade que supera 100% do CDI. 

Os investimentos de curto prazo funcionam de acordo com os conceitos básicos de risco e retorno.

Ou seja, quanto mais riscos você tolera, mais oportunidades de ganhos se abrem.

Se o seu perfil de investidor admitir um pouco de risco, recomenda-se os ativos com ratings menores ou até mesmo investimentos sem a cobertura do FGC.

A dica é: pese todos os riscos e possibilidade de retorno rápido para fazer um negócio que não o deixe desconfortável durante o período.

Arriscar pode trazer uma maior rentabilidade.

Se você realmente não precisa do dinheiro no final do prazo, essa pode ser uma boa alternativa para garantir uma melhor rentabilidade.

Veja os fatores que melhoram a rentabilidade do um ativo de renda fixa:

  • Período de aplicação maior
  • Alta liquidez
  • Volume de aporte maior
  • Mais risco envolvido
  • Custos de operação baixos.

Nem sempre será possível contar com todos os fatores, então, a sua rentabilidade não será tão boa quanto a de ativos de médio e longo prazo que podem ou não envolver mais riscos e capital.

Assim, grande liquidez, segurança e custos de operação baixos (taxas e tributos) são as principais características de bons investimentos de curto prazo.

O custo é importante e você encontrará isenção de IR e rentabilidade de pelo menos 100% do CDI em LCIs e LCAs de bancos médios.

Caso não saiba, a maioria dos ativos de renda fixa obedecem à tabela regressiva, que tributa 22,5% da sua rentabilidade se resgatar o capital até o 6º mês de aplicação e 20% até 1 ano.

É uma boa saída escolher ativos que driblam esse tributo que diminui a sua rentabilidade.

Descubra também como declarar os seus investimentos no Imposto de Renda.

Claro que existem outros bons produtos de investimentos de curto prazo com tributação, mas eles só valem a pena quando sua rentabilidade supera o tributo.

Nesses casos, é preciso calcular a diferença. É o que ocorre com os CDBs. Se tiverem um retorno mínimo de 120% da CDI, valem a pena.

O processo de compra é muito simples.

Basta criar uma conta na Rico em poucos minutos, transferir o dinheiro para a sua conta corrente na corretora, selecionar o ativo e dar a ordem de compra. 

Como Investir no Curto Prazo

Um homem em pé mexendo no notebook, em referência aos investimentos de curto prazo
O tempo de investimento vai depender dos seus objetivos.

Para investir de forma lucrativa no curto prazo, é importante entender quais são os seus objetivos financeiros.

Um investimento pode ser muito bom para o médio prazo, por exemplo, e péssimo para o curto prazo.

Além disso, uma aplicação pode ser ótima para quem tem R$ 10 mil e muito ruim para quem tem R$ 50 mil.

Então, você precisa avaliar o cenário de cada uma das opções.

Esse é o caso do Tesouro Direto.

Se você mantiver o seu dinheiro investido até a data do vencimento, você vai receber todo o valor que foi prometido.

Mas, normalmente, não existem títulos com datas de vencimento muito próximas. O título que está mais próximo de vencer é o Tesouro Prefixado 2023.

Então, se você investir hoje e precisar realizar o resgate em um curto prazo, vai precisar vender o seu título antes do vencimento.

Ou seja, pode acabar perdendo dinheiro em um momento de baixa.

No entanto, é 100% garantido que com o Tesouro Selic é possível encerrar a posição sem perdas de lucros.

Ele é atrelado à Taxa Selic, o que lhe confere uma rentabilidade diária. Além disso, o governo federal garante a recompra a qualquer momento.

Leva apenas 1 dia útil para esse dinheiro cair na sua conta na corretora.

Clique e baixe o ebook sobre tesouro direto

Planejamento

Ao se decidir por investimentos de curto prazo, você precisa saber a quantidade de dinheiro que você pode aplicar e por quanto tempo.

Isso é muito importante, pois vários investimentos possuem um prazo de carência. Ou seja, você não pode resgatar o seu dinheiro antes de determinada data.

Se você quiser investir em um CDB, por exemplo, saiba que ele pode ter uma carência de 3 meses ou mais.

A poupança pode ser resgatada a qualquer instante. Porém, seus rendimentos só aparecem na sua conta a cada 30 dias, além de ser o pior destino possível para o seu investimento.

Então, crie uma planilha e anote informações importantes, como:

  • Qual é a sua renda mensal
  • Quanto você gasta por mês
  • Quais são custos e entradas inesperadas que podem ocorrer nos próximos meses.

Após isso, você precisa decidir de quanto tempo será a sua aplicação para escolher a melhor para o seu perfil.

Retorno em três meses

Se o seu objetivo é realizar investimentos de curto prazo, uma ótima opção são CDBs, LCIs e LCAs, que possuem prazos menores tanto de vencimento quanto de carência.

Preste bastante atenção para não investir em um título que tenha um prazo de carência que ultrapasse os 3 meses e um vencimento muito longo.

Você também pode investir uma porcentagem do seu capital em um fundo DI que possua liquidez diária.

Assim, você estará se prevenindo ao criar uma reserva de emergência para resgatar a qualquer momento.

Investindo em CDBs você vai pagar a alíquota do Imposto de Renda. Já nas LCAs e LCIs, você está isento dessa taxa.

Retorno em seis meses

Se você deseja lucrar em 6 meses, saiba que existem mais ofertas de títulos de CDBs, LCAs e LCIs.

Então, avalie as opções de retorno e prazo de carência.

Também é interessante investir uma parte do seu dinheiro no Tesouro Selic, já que esse título acompanha os juros básicos.

Lembre-se: CDBs e títulos do Tesouro Direto que são resgatados em até 180 dias pagam 22,5% de Imposto de Renda.

Retorno em um ano

Ao investir com um prazo maior (de 1 ano), a alíquota do Imposto de Renda cai para 17,5%. Com isso, o retorno esperado em um investimento no Tesouro Direto e em CDBs é maior.

Em 12 meses, um título de CDB pode ser mais vantajoso do que LCAs e LCIs em alguns casos.

E, mais uma vez, não esqueça de investir em um fundo DI com liquidez diária para resgatar o seu dinheiro a qualquer momento.

Investir Tesouro Direto Para Curto Prazo é Uma Boa Opção Para Resgatar Logo o Dinheiro?

Um baú de tesouro na praia, em referência aos investimentos de curto prazo
O investimento do momento pode ser a melhor escolha a curto prazo.

A resposta à pergunta deste tópico é: depende do título

Os prefixados, como o Tesouro Direto Prefixado, possuem uma boa rentabilidade e costumam ter prazos de vencimento de 1 ano em diante.

Assim, não é recomendado comprá-los para resgatar antes do prazo.

A não ser que você tenha feito uma projeção da Selic e deseje fazer uma gestão ativa. Ou seja, vender quando a Selic baixar e valorizar o seu investimento.

No entanto, o Tesouro Selic se apresenta como a melhor alternativa de título público.

Ele se diferencia de outros investimentos de curto prazo por ser pós-fixado.

Nele, você não sabe qual será sua rentabilidade no momento do aporte.

Mas no caso do curto prazo, dificilmente será muito diferente do que você simulou com a Selic atual.

O seu funcionamento é simples: ele rende a Selic mais uma pequena taxa de juros.

Não é recomendado o resgate antes de 30 dias, já que, nesse caso, há a incidência de IOF sobre o lucro, começando em 96% no primeiro dia e 3% no penúltimo dia do mês.

Como citado, o Tesouro Selic possui rendimento e liquidez diária.

É uma ótima escolha a curto prazo.

O fato de ser o mais confiável já que é garantido pelo Tesouro Nacional o torna um forte indicado para os conservadores que buscam bom retorno.

Sua rentabilidade líquida gira em torno de 1,73% ao ano com a taxa Selic em 2% (dados de 06/08/2020).


Quanto é Necessário Investir Para Ter Rentabilidade

É difícil afirmar que existe um valor mínimo para investir. 

Com o Tesouro Selic, por exemplo, é possível fazer aportes de aproximadamente R$ 100 mensais.

No entanto, se a sua capacidade de investimento é pequena, mesmo que encontre um ativo de alta rentabilidade, acabará tendo um retorno final baixo.

Por exemplo, mesmo no caso de uma aplicação que renda 1% ao mês (algo que não existe no mercado de renda fixa sem riscos), em 6 meses, investindo R$ 1.000, terá aproximadamente apenas R$ 61,50 de retorno, sem contar taxas e impostos.

No entanto, se o seu objetivo é apenas guardar dinheiro, como acontece na poupança, nada impede que você vá comprando ativos de liquidez diária, como o Tesouro Selic.

Nesse caso, vai ter uma rentabilidade maior do que teria na caderneta.

Simulação de Investimentos de Curto Prazo

Uma mão teclando em uma calculadora, em referência aos investimentos de curto prazo
Existem investimentos de curto prazo para todos os bolsos e necessidades.

Vamos ver, na prática, como se comportam os investimentos de curto prazo?

Selecionamos duas simulações diferentes para você acompanhar a rentabilidade.

Confira!

Para Valores Abaixo de 20 Mil Reais

Pequenas quantias também devem ser investidas, principalmente para serem protegidas da inflação e de possíveis gastos por impulso.

Como o volume do capital é pequeno e renderá por um período de tempo reduzido, não há uma grande diferença entre ativos que rendam de 100% a 110% do CDI – ainda mais para aplicações de menos de 12 meses.

Nesse caso, vale considerar o Tesouro Selic, mais uma vez, mesmo com a taxa básica de juros em queda.

Esse ativo pode ser adquirido com apenas R$ 106,63. É um ótimo valor mínimo para aplicação.

Um investimento feito no dia 6 de agosto de 2020 de 10 mil em um Tesouro Selic para saque em 1º de março de 2025, por exemplo, com a taxa básica de juros atual de 2% (dados de agosto de 2020), renderia cerca de R$ 10.949,03, sem contar as taxas e IR descontados.

Em rentabilidade líquida no período, os ganhos seriam de R$ 693,35.

Mas como você mira o curto prazo, vale dar uma olhada na rentabilidade anual, que é de 1,73%. Ou seja, deixando o valor aplicado por 365 dias, esse é o retorno líquido da aplicação, já descontando taxas e impostos. 

Lembre-se: caso você queira sacar esse valor, isso pode ser feito a qualquer momento, sem perda de rentabilidade!

Esse tipo de aporte possui ZERO custo de corretagem na Rico.

Veja abaixo a simulação feita no site da Rico:

investimentos-de-curto-prazo-rico-2020-1
Simulação de investimento no Tesouro Selic. Tela capturada dia 06/08/2020 no site da Rico

Para Valores Acima de 20 Mil Reais

Se você planeja retirar o seu lucro em 365 dias, nem antes, nem depois, veja nesta simulação a LCA do Banco Original S.A, que rende 108% do CDI e é isenta de Imposto de Renda.

investimentos-de-curto-prazo-rico-2020-2
investimentos-de-curto-prazo-rico-2020-3
Simulação de investimento em LCA. Tela capturada dia 06/08/2020 no site da Rico

Observe que a rentabilidade líquida é de 2,05%, com ganho real de R$ 410,71 para quem aplica R$ 20 mil em um ano.

A Rico possui uma vasta carteira de investimentos de renda fixa e variável.

Pesquise os ativos utilizando os filtros e analise as opções de acordo com os seus objetivos.

Você pode utilizar o simulador da própria Rico para isso. Ele fica na aba ao lado dos “produtos”.

Assim, você pode ver todas as opções de investimentos existentes na corretora.

Expectativa do Mercado Para 2020

O ano de 2020 é atípico para o mercado financeiro.

Afinal, é o ano em que a pandemia do novo coronavírus impactou a economia e os investimentos em uma crise global.

Apesar disso, os indicadores de momento são favoráveis.

Em 5 de agosto, por exemplo, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) reduziu a taxa básica de juros (Selic) para apenas 2% ao ano, o menor patamar da história.

É um bom sinal para o Brasil, mas alguns títulos, como os indicados para investimentos de curto prazo são afetados pela queda.

Eles estão rendendo menos do que antes, mas ainda são os melhores investimentos de curto prazo.

Por outro lado, também a projeção de inflação é baixa. Segundo o Boletim Focus, o IPCA acumulado deve ficar em 1,63% em 2020.

Além disso, a bolsa de valores voltou ao patamar de 100 mil pontos, conquistado pela primeira vez em 2019.

Isso tudo sugere que 2020 começou bem, houve uma grave crise com a pandemia, mas ela vai ter seus efeitos reduzidos até o final do ano.

E qual a expectativa para 2021?

O mesmo Boletim Focus que citamos antes também traz projeções para o próximo ano.

A expectativa é de Selic em 2,25% em dezembro de 2021, IPCA em 2,78% no final do ano que vem e, no câmbio, dólar encerrando cotado a R$ 5,10.

Assim, evite títulos prefixados de longo prazo.

As Vantagens e Desvantagens de Investir a Curto Prazo

Uma mulher com o cotovelo apoiado sobre a mesa enquanto olha para o notebook aberto, em referência aos investimentos de curto prazo
O curto prazo deve possuir características de flexibilidade e liquidez imediata.

Quanto menor o prazo e maior a segurança, menor a rentabilidade de um investimento. Essa é a principal desvantagem desse ativo. Mas essa é uma lei de mercado e não há como contorná-la.

Mesmo operando ações em day trade, é complicado conseguir uma rentabilidade incrível com um patrimônio pequeno e um prazo curto.

Não existe mágica.

Você precisaria de muita experiência na área e tempo disponível para se dedicar a sua carteira de ações, principalmente se ela ainda não foi formada.

Mas o curto prazo é vital para investidores que não possuem uma grande capacidade de poupar e estão sujeitos a mudanças repentinas na vida que podem causar a demanda de dinheiro imediatamente.

Essa é uma necessidade perfeitamente comum que apenas os investimentos de curto prazo e sua liquidez são capazes de sanar.

Dica Para o Investidor Que Quer Correr Riscos e Turbinar Resultados

Um foguete que acabou de ser lançado, em referência aos investimentos de curto prazo
Você não possui medo de quedas e por isso quer voar alto. No que investir?

Você é mais arrojado e quer fazer o máximo de dinheiro com o que tem em mãos?

Dessa forma, deve apostar em bancos pequenos e títulos que trarão mais que 130% do CDI.

É difícil encontrar um papel com 130% do CDI em um período de 90 ou 180 dias.

No entanto, assumindo um pouco de risco, é possível até dobrar a rentabilidade.

Caso você não precise realmente do dinheiro no final do período, você vai poder arriscá-lo ainda mais.

Pode, por exemplo, investir em fundos multimercado que dividem as aplicações em renda fixa e variável ou até mesmo em ações.

Rico disponibiliza os melhores ativos para diferentes tipos de investimento. 

Abra a sua conta e veja todos os produtos disponíveis, suas rentabilidades, carências e avaliação de risco.

Se precisar de ajuda, conte com um dos especialistas de nosso time.

Um bom exemplo é o Fundo de Investimento Multimercado (FIM) Orama Ouro.

investimentos-de-curto-prazo-rico-2020-4
investimentos-de-curto-prazo-rico-2020-5
investimentos-de-curto-prazo-rico-2020-6
investimentos-de-curto-prazo-rico-2020-7
Fundo Multimercado Orama Ouro FIM. Tela capturada dia 06/08/2020 no site da Rico

Saiba mais sobre o investimento e a sua oscilação:

Neste ano, o fundo já acumula ganho de 66,60%. 

Exemplos de Investimentos de Médio Prazo

Investimentos de médio prazo, normalmente, são aqueles que possuem um vencimento ou prazo de carência entre 2 e 5 anos.

Esse tipo de aplicação é ideal para quem visa comprar um carro, fazer uma viagem, casar ou comprar algum bem de alto valor, por exemplo.

Para isso, é necessário que você analise a rentabilidade e a liquidez de cada aplicação.

Assim, você evita comprometer o seu capital e a sua organização financeira.

Para isso, você pode optar por fundos multimercados e títulos privados de renda fixa, como as debêntures.

Mas existem outras opões que podem se encaixar ainda melhor nos seus objetivos, como:

Certificados de Depósitos Bancários (CDBs)

Se você que realizar investimentos seguros de longo prazo, os CDBs podem ser uma ótima opção.

O rendimento deles é maior do que o da poupança, além de serem garantidos pelo FGC.

É recomendável que você invista em títulos que paguem mais de 120% do CDI.

E não é difícil encontrar pequenos e médios bancos que oferecem rentabilidades boas para aplicação a partir de 3 anos.

Então, procure CDBs que se encaixem nos seus objetivos, possuindo, inclusive, um tempo de resgate vantajoso para você.

LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) também são ótimas opções para quem quer investir no médio prazo.

Tanto as LCIs quanto as LCAs podem ser títulos pós ou prefixados.

Se eles forem pós-fixados, provavelmente, a sua rentabilidade estará atrelada à variação de um indexador da economia, como o IPCA, ou a um percentual do CDI.

Caso elas sejam prefixadas, na hora da compra, você já vai ficar sabendo exatamente quanto receberá na data de vencimento do título.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto também pode ser ótimo para você no médio prazo.

Uma boa opção é o Tesouro IPCA+ que vence em agosto de 2026. Isso porque a sua rentabilidade líquida, já descontando todos os impostos, será próxima a 342%.

É um bom investimento para aplicar a longo prazo, porque ele varia de acordo com a inflação.

Mas se você não precisa do dinheiro a curto prazo, leve em conta aplicar em uma carteira recomendada de ações que pagam bons dividendos.

Curto Prazo X Médio Prazo X Longo Prazo

Como vimos até aqui, investimentos de curto prazo são indicados para pessoas com planos para logo ou que querem formar um fundo de emergência, onde a liquidez seja imediata.

A médio e longo prazo, acima de um ano, o investidor deve pensar em imobilizar o seu dinheiro por um período garantindo uma rentabilidade maior

Isso fará toda a diferença com o passar do tempo por conta dos juros compostos.

construção de um patrimônio sólido se dá com uma carteira bem distribuída com recursos alocados em contratos mais longos.

Imagine que você está comprando uma casa e que não usará aquele dinheiro para passivos, mas para gerar lucros constantes.

Com prazos maiores, uma estratégia é distribuir o seu patrimônio em produtos de 2 anos como LCIs seguras garantidas pelo FGC e COEs de commodities que possuem um risco e rentabilidade maiores.

E também em produtos com mais de 2 anos, de longo prazo.

Assim, você pode partir para a renda variável, como ações nacionais ou internacionais de empresas com segmento promissor e ótimo fluxo de caixa, para render dividendos e valorização da sua cotação.

Dúvidas frequentes sobre investimentos de curto prazo

Se você chegou a este ponto do artigo ainda com dúvidas, vamos procurar acabar com todas elas agora.

Veja as principais perguntas e respostas quando o assunto são investimentos de curto prazo.

Qual o melhor tipo de investimento para iniciantes?

Para quem está começando nos investimentos, a melhor estratégia é a diversificação. 

Dentro dela, podemos citar quatro tipos de investimentos mais adequados para os iniciantes:

  • Tesouro Selic: é um investimento seguro e básico, que vai funcionar como uma base de sustentação das suas aplicações, apesar de render pouco em época de Selic baixa
  • Renda fixa privada (CDB/LCI/LCA): são opções também seguras, que rendem um pouco mais que o Tesouro Selic e têm a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC)
  • Fundos imobiliários: foram destaques no ano anterior e seguem em alta, mesmo em época de pandemia. Porém, é preciso estar atento ao tipo (imóveis comerciais, hotéis, galpões de armazenamento, etc). Avalie bem os imóveis contidos na carteira
  • Exchange-Traded Fund (ETF): é um tipo de fundo que reúne várias ações, sem que o investidor possa escolhê-las. Funciona como se fosse uma “playlist” de sucessos. Os investimentos não são muito altos e têm boa rentabilidade. 

Qual investimento posso sacar todo mês?

Dependendo da necessidade do investidor, ter uma renda que possa ser sacada todo o mês pode ser uma boa alternativa. 

Apesar de a poupança se encaixar nessa característica, seu rendimento não compensa e, se o saque ocorrer antes de a aplicação completar 30 dias, não há correção.

Quem procura mais estabilidade nos investimentos pode optar por títulos do Tesouro Direto e CDBs com liquidez diária

No entanto, se o seu perfil é mais arrojado, as alternativas de renda variável – como ações, fundos multimercados e fundos imobiliários – permitem que você disponha de um recurso mensalmente. 

Qual investimento pode ser resgatado a qualquer momento?

O Tesouro Selic continua sendo a aplicação inicial para quem quer ter mais segurança e a possibilidade de resgate a qualquer momento. 

Nele, o investidor não tem prejuízo em caso de resgate antecipado. 

Outra alternativa são os CDBs com liquidez diária, com proteção do FGC.

Também é possível investir em fundos DI, uma outra boa opção atrelada à taxa básica de juros. 

Se você optar por fundos que possuem resgate no dia seguinte, as taxas de rentabilidade são mais atrativas. 

Qual investimento tem rendimento diário?

Existem opções no mercado para quem precisa contar de liquidez diária e possibilidade de resgate imediato ou dentro de poucos dias. 

O mais importante é que o investidor tem liberdade para aplicar e fazer retiradas sempre que possível. 

Além disso, por ter essa segurança da liquidez diária, pode deixar o valor investido pelo maior tempo possível.

As principais opções são: 

  • Ações de empresas: importante ter cuidado para escolher e analisar as empresas e os tipos de papéis
  • CDBs: dentro do cenário de renda fixa, são aqueles que apresentam os maiores rendimentos, mas é preciso verificar se algum deles não possui a possibilidade de resgate diário
  • Tesouro Direto: são seguros e possuem a liquidez diária pelo fato de o governo ter o comprometimento de comprar os títulos.

Algum investimento de curto prazo rende 1% ao mês?

Em época de Selic em 2%, as aplicações no curto prazo não conseguem garantir um rendimento de 1% mensal. 

Ao menos não as mais conservadoras.

Para isso, esses investimentos deveriam dar um retorno acima de 12% ao ano

Com a taxa Selic no nível mais baixo da história, isso fica impossível para a maioria das aplicações.

Contudo, você viu no exemplo do fundo multimercado que, saindo um pouco da renda fixa, essa pode ser a sua realidade em termos de rendimento.

Conclusão

Pecinhas de madeira em formato de relógio, em referência aos investimentos de curto prazo
Quando o tempo não pode ser o seu aliado, você precisa escolher com cuidado!

Todos podemos precisar de dinheiro a curto prazo.

Mas isso não significa que ele tenha que ficar parado na conta-corrente. Ou pior ainda, na poupança!

Como vimos, você pode ter um montante pequeno para fazer investimentos de curto prazo.

Mas sem cultivar esse dinheiro, ele tende a perder poder de compra para a inflação.

Isso ocorre porque a caderneta rende menos do que a inflação e acaba corroendo o seu capital.

Leia estes outros artigos completos do nosso blog para continuar aprendendo:

A palavra-chave para você que precisa de dinheiro em breve é: planejamento

Conheça as suas necessidades e de onde podem surgir surpresas financeiras.

Então, ao notar uma necessidade de reserva a curto prazo para, por exemplo, uma viagem que será realizada daqui um semestre, avalie com cuidado os possíveis ativos disponíveis na Rico.

Abra sua conta!

Esse texto foi útil para você? Então deixe um comentário! A sua voz é importante para aperfeiçoarmos nosso conteúdo.

Obrigado por ler até aqui!


julho 28, 2020

Onde investir seu dinheiro: os melhores negócios em 2020  

Quais os melhores investimentos para fazer seu dinheiro render de verdade?

Essa pergunta é muito comum, mas a resposta está sempre mudando.

Isso porque, para tirar o melhor rendimento possível do seu dinheiro em 2020, você precisa estar sempre bem informado.

Muitos fatores influenciam o mercado financeiro. Por isso, é importante acompanhar as notícias e cuidar da sua educação financeira.

A economia brasileira tomou um rumo diferente com um novo governo, e você deve saber quais são os melhores investimentos nesse contexto, a fim de proteger o seu capital.

Além disso, há um fator que não pode ser desconsiderado, que é a pandemia do novo coronavírus e seus impactos sobre as aplicações financeiras.

A gente já falou sobre isso aqui no blog, em artigos sobre a compra de ações em meio à crise e eventos de circuit breaker na bolsa, por exemplo.

Então, são muitos elementos a avaliar – e vamos falar sobre todos eles a partir de agora.

O primeiro, já vamos adiantar, é o que você pretende fazer com seu dinheiro.

Considere, por exemplo, que algumas pessoas ficam na dúvida entre investir e empreender, gerando um impasse entre essas duas opções.

Independente de qual seja sua meta financeira, você precisa conhecer as mudanças do mercado e da economia, a fim de se beneficiar ao máximo dessas mudanças.

Por exemplo, onde investir com a queda da Selic, que em 2020 atingiu patamares históricos, até como resposta à crise do coronavírus?

Para ter todas as informações que procura, leia este artigo até o final e descubra os melhores investimentos para sua carteira.

Se restar alguma dúvida ao final, é só deixar um comentário.

Boa leitura!

Nova call to action

Onde Investir em 2020? Quais os Melhores Investimentos Financeiros

Então, onde investir em 2020 com rentabilidade e segurança?

Primeiramente, é importante que você considere quais são seus objetivos financeiros e qual é o seu perfil de investidor.

Isso porque existem boas opções de investimento com diversos níveis de riscos e rendimento.

Então, antes de mais nada, defina: 

  • Qual sua tolerância para o risco? 
  • Seus objetivos são de curto, médio ou longo prazo?
  • Qual a quantia que você tem disponível para investir? 
  • Você precisa de um investimento com maior liquidez?

Dependendo da sua resposta para essas perguntas, a recomendação de investimentos muda.

Nessa análise, não esqueça de considerar ainda o contexto atual.

Como estamos falando dos melhores investimentos em 2020, não há como ignorar os impactos da  crise do coronavírus sobre o mercado.

De um lado, a renda variável mostra toda a sua oscilação, com algumas empresas se desvalorizando na bolsa e outras melhorando sua performance.

De outro, o interesse na renda fixa reduz conforme a Selic cai, já que ela é parâmetro direto ou indireto para a correção de várias aplicações.

Apesar disso, se você procura investimentos seguros e possui metas de longo prazo, ela ainda é uma boa opção.

Se você tem pouco dinheiro disponível para começar e planeja investir um pouco mais todo mês, o Tesouro Direto pode ser mais indicado para seu perfil.

A Rico possui muitas opções para você investir a partir de R$ 100 , com bom rendimento e segurança. Clique aqui para saber mais!

Perfis mais arrojados, por sua vez, podem preferir as ações ou fundos de investimento.

Mas não se preocupe se você tem dúvidas!

A seguir, separamos sugestões de onde investir que contemplam as mais variadas necessidades.

Confira!

Onde Investir? Investimentos em Renda Fixa

onde invertir em 2019 1

Para investir na renda fixa e obter ótimos resultados financeiros, você precisa levar em consideração as seguintes informações:

  1. Quanto maior o prazo de vencimento, maior tende a ser o rendimento
  2. Quanto maior a liquidez, menor tende a ser o rendimento
  3. Quanto maior o risco envolvido, maior tende a ser o rendimento.

Dessa forma, você precisa escolher os seus investimentos baseado não apenas no seu rendimento, mas de acordo com os seus objetivos e com as suas estratégias de investimento.

Então, é importante que você entenda cada uma das melhores aplicações financeiras para investir hoje.

Vamos a elas!

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um investimento de renda fixa e a emissão de seus títulos é feita pelo governo federal.

Funciona assim: você empresta dinheiro para o governo e, depois, recebe de volta com um valor a mais, que será a rentabilidade do seu investimento.

O Tesouro Direto possui três tipos de títulos: 

Normalmente, o título mais recomendado é o Tesouro Selic.

Isso acontece porque ele rende próximo à Taxa Selic, tem baixa volatilidade e alta liquidez (você pode solicitar o resgate do seu dinheiro quando quiser e irá recebê-lo em 1 dia útil).

O Tesouro Selic é considerado um título muito bom para investidores iniciantes e para quem quer construir uma reserva de emergência, por exemplo.

Isso porque, além da alta liquidez, o aporte mínimo é de apenas R$ 30. 

Na Rico, você ainda tem a opção de programar um investimento mensal no Tesouro Direto. Assim, você garante que seu patrimônio estará sempre crescendo.

Com isso, o Tesouro Selic pode ser uma ótima opção para quem tem objetivos de curto, médio e longo prazos. Alguns exemplos são a aposentadoria, comprar um carro ou trocar o smartphone, por exemplo.

Veja uma simulação com três tipos de títulos do Tesouro Direto: um Tesouro IPCA + 2045 (que rende 4,27% ao ano mais a inflação do período), um Tesouro Selic 2025 (com rendimento atrelado à taxa Selic) e um Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (com rendimento de 7,18% ao ano).

Em todas, a aplicação simulada foi de R$ 5.000.

melhores-investimentos-rico-2020
melhores-investimentos-rico-2020-1


Simulação Tesouro Direto – Tela capturada em 01/06/2020.

CDB

O CDB é a sigla do Certificado de Depósito Bancário. Esse título de renda fixa é emitido pelos bancos a fim de arrecadar capital.

A taxa de rentabilidade de um CDB costuma ser atrelada ao CDI, sendo um dos investimentos mais conhecidos da renda fixa.

Normalmente, os Certificados de Depósito Bancários que são emitidos por bancos de pequeno porte oferecem rendimentos mais atrativos para os investidores.

Além disso, ao investir em opções que possuem um prazo de aplicação maior, a rentabilidade desses títulos também costuma ser mais alta.

Uma das maiores vantagens de investir em um CDB é o fato de ele ser um investimento seguro, já que conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Para mais informações sobre o FGC, acesse o site http://www.fgc.org.br.

Veja, abaixo, o rendimento de uma aplicação de R$ 5 mil em um CDB disponível na Rico. O título em questão tem rendimento de 120% do CDI e prazo de 1095 dias. 

melhores-investimentos-rico-2020-2
melhores-investimentos-rico-2020-3


Simulação CDB – Tela capturada em 01/06/2020.

LCI/LCA

A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são aplicações de renda fixa muito parecidas com um CDB.

A grande diferença é que elas são isentas de impostos, como o Imposto de Renda (IR).  Com isso, os rendimentos vêm diretamente para o seu bolso, sem desconto de IR.

No entanto, a taxa de rentabilidade dessas aplicações tende a ser menor.

Por isso, é importante que você utilize um simulador. Assim, você pode ter certeza se, mesmo com a isenção do imposto, essas aplicações rendem mais do que um CDB, por exemplo. 

Veja uma simulação de um aplicação de R$ 5 mil em dois títulos diferentes: uma LCA com prazo de 365 dias e retorno de 104% do CDI e uma LCI com prazo de 730 dias e retorno de 96% do CDI. 

melhores-investimentos-rico-2020-8
melhores-investimentos-rico-2020-9

Simulação LCI/LCA – Tela capturada em 02/06/2020.

Observe que o rendimento anual da LCA foi maior do que o da LCI. Isso porque uma promete retorno de 104% do CDI, enquanto a outra garante apenas 96% da taxa. 

Contudo, como você pode ver, o rendimento total da LCI foi maior (R$ 282,69 contra R$ 151,49) por conta do maior prazo de aplicação.

Na Rico, você encontra LCI e LCA que pagam até 115% do CDI.

Fundos Multimercado

Os fundos multimercado são uma ótima opção para investidores de perfil moderado.

Isso porque os riscos são diluídos, uma vez que o administrador poderá aplicar em ações, commodities, moedas, ativos de renda fixa, entre outros.

Para quem busca diversificar sua carteira sem precisar de um montante inicial muito grande, essa também é a escolha ideal.

No geral, é importante escolher um fundo que esteja alinhado ao seu perfil de investidor e aos seus objetivos financeiros.

#DicaRico

Os fundos multimercado são uma ótima opção para o investidor que quer contar com uma carteira variada, mesmo não dispondo de muito capital para começar. Confira os melhores fundos de investimento.

Debêntures

As debêntures são títulos de renda fixa emitidos por empresas privadas – e podem ser uma ótima opção para investir.

Eles normalmente são ofertadas para o pagamento de algum tipo de dívida ou para o financiamento de determinados projetos.

Uma grande vantagem desse investimento é a sua rentabilidade, que pode ser bastante atrativa.

Porém, ao mesmo tempo, elas são indicadas para quem possui uma maior tolerância a riscos, já que não possuem garantia do FGC.

Ou seja, se a empresa emissora falir, você perde o valor que foi investido.

Também existem as debêntures incentivadas.

Por serem emitidas por companhias ligadas a setores estratégicos, o governo oferece a isenção de tributos. Dessa forma, você investe sem pagar qualquer tipo de taxa.

Letras de Câmbio

Uma Letra de Câmbio (LC) segue o mesmo princípio de um CDB. No entanto, ela não é emitida por bancos, mas sim, por financeiras.

Dessa forma, a taxa de rentabilidade desse ativo costuma ser mais alta do que os outros investimentos de renda fixa.

Mesmo sendo uma operação que conta com um risco elevado, a LC conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Veja uma simulação de uma aplicação de R$ 5 mil em uma LC disponível na Rico: 

melhores-investimentos-rico-2020-5
melhores-investimentos-rico-2020-4

Simulação LC – Tela capturada em 01/06/2020.

Previdência Privada

A previdência privada tem crescido muito em popularidade, especialmente após a reforma no sistema do INSS.

Existem diferentes tipos de previdência privada: elas podem ser PGBL ou VGBL.

Elas são taxadas pelo Imposto de Renda de maneira diferente.

Por isso, é importante conhecer bem o funcionamento da previdência escolhida antes de investir.

Onde Investir? Ativos de Renda Variável

Com a queda na taxa básica de juros da economia, a Selic, os investimentos em renda fixa se tornam menos atraentes.

Assim, a renda variável cresce como opção, mesmo diante dos maiores riscos. 

Sobre eles, aliás, vale observar o cenário atual: com a crise do coronavírus, o Ibovespa despencou e muitas empresas tiveram alta desvalorização em seus papéis.

Isso torna o investimento em ações mais indicado para quem mira o longo prazo, embora seja possível ganhar dinheiro com day trade quando se tem amplo conhecimento do mercado.

Vamos falar um pouco mais sobre alguns dos melhores investimentos em renda variável.

Ações

As ações fazem parte da categoria de ativos de renda variável.

Diferente do que acontece na renda fixa, no momento da aplicação, você não sabe qual será a rentabilidade. 

Ou seja, ativos da renda variável possuem um rendimento imprevisível.

Isso torna o investimento em ações mais adequado para investidores de perfil arrojado, que já contam com uma reserva emergencial.

Se você está disposto a correr riscos, essa pode ser uma ótima opção de onde investir. A nossa recomendação é procurar empresas bem geridas. 

Algumas das melhores opções estão dentro dos setores varejista, financeiro e de energia.

Mas a escolha do melhor ativo, nesse caso, também depende muito de você, de qual o seu perfil e seus objetivos. 

Algumas ações são mais indicadas para ganhos rápidos, porém são mais arriscadas. 

Outras, podem ser mais interessantes se você possui objetivos de longo prazo. 

Além disso, se você pensa em montar uma carteira com foco em dividendos, para recebimento de renda passiva, uma boa opção podem ser as empresas de energia. 

Em geral, companhias desse setor costumam pagar melhores dividendos.

Nova call to action

Fundos Imobiliários

Outra opção de renda variável bastante interessante são os fundos imobiliários, também chamados de FIIs. 

Os FIIs são fundos como qualquer outro, porém, nesse caso, o patrimônio dos cotistas é destinado para investimentos no setor imobiliário. 

Esses fundos se dividem, basicamente, em duas classes:

  • Fundos de Tijolo: possuem a maior parte do seu patrimônio aplicado em empreendimentos imobiliários físicos, como galpões de logística, shoppings e hospitais, entre outros
  • Fundos de Papel: aplicam a maior parte de seu patrimônio em títulos financeiros ligados ao setor imobiliário, como as LCIs e CRIs, por exemplo, além de cotas de outros fundos imobiliários. 

No fundo de tijolo, o rendimento ao cotista ocorre através do recebimento mensal dos aluguéis de seus empreendimentos, além do possível ganho com a diferença entre o valor de compra e venda dos ativos. 

No caso dos fundos de papel, o lucro é proveniente dos juros e dividendos recebidos pelo fundo, distribuídos entre os investidores. 

Nesse caso, também é possível obter ganhos com a diferença entre o preço de compra e venda dos ativos. 

A opção de recebimentos mensais é o que tem feito desse tipo de investimento um dos mais procurados pelos brasileiros. 

Contudo, é preciso ter em mente que, mesmo que o fundo conte com uma gestão profissional, você tem responsabilidade em buscar a melhor opção. 

Para reduzir riscos, tente buscar por fundos com portfólio diversificado, cujos empreendimentos sejam de qualidade e estejam bem localizados.

Assim, é possível diluir os riscos relacionados à vacância.

Importância da Alocação de Ativos para Construir sua Carteira de Investimento Hoje

Se você está acostumado com o mercado financeiro, certamente, já ouviu falar em alocação de ativos. 

Essa é uma das melhores estratégias para quem deseja descomplicar a vida no momento de investir. 

Na alocação de ativos, consiste o investidor desenha sua carteira de investimentos pautada no seu perfil de risco e objetivos. 

Independentemente de como você vai montar sua carteira, esse passo é muito importante e vai ajudar a tornar seus investimentos mais simples e seguros.

Minimizar Riscos

A alocação de recursos foi criada com o objetivo principal de reduzir o risco dos investimentos. Isso é possível através da diversificação da carteira.

Ao diversificar sua carteira, você consegue diluir riscos relacionados a um determinado ativo ou classe de ativos, como questões políticas, variações nos indicadores da economia (como taxa de juros, inflação e câmbio), enfim, qualquer coisa que possa afetar diretamente um determinado investimento. 

Fácil e Simples de Praticar

A melhor parte da alocação de recursos é que, além de ser uma ótima estratégia, ela ainda é muito simples e fácil de ser praticada. 

Para fazer a alocação de recursos, em primeiro lugar, você deve definir o percentual da sua carteira que será destinado para cada classe de ativo.

Por exemplo, se você tem um perfil mais conservador, pode montar uma carteira com 20% de ativos de renda variável e 80% em ativos de renda fixa. 

Feito isso, precisa escolher quais ativos vão compor a carteira. 

Um exemplo de alocação, nesse sentido, seria:

  • Ações – 5%
  • Fundos Imobiliários – 15%
  • Renda Fixa atrelada à inflação – 30%
  • Renda Fixa Pós-Fixada – 25%
  • Renda Fixa Prefixada – 25%

Depois de escolher cada ativo que vai compor a carteira, basta fazer aportes mensais para manter o equilíbrio que você definiu. 

Além disso, você também pode fazer o acompanhamento periódico do desempenho dos seus investimentos. 

No entanto, tente não acompanhar o mercado de maneira muito próxima. As oscilações normais do dia a dia podem levar à tomada de decisões erradas. 

Menos Estresse

A alocação de ativos mantém o foco em um prazo maior e com menor rotatividade de investimentos, além de menor risco. 

Por isso, ao adotar essa estratégia, você evita a necessidade de acompanhar o mercado o tempo todo, para atualizar sempre sua carteira. 

Também consegue diluir os riscos, o que permite maior tranquilidade nos seus investimentos.

Foco no Longo Prazo

Como dissemos, a alocação de recursos é uma estratégia focada no longo prazo, o que é um verdadeiro desafio para a maioria das pessoas. 

Esse método, embora bastante simples, possui recursos importantes que possibilitam um planejamento melhor e mais eficiente dos seus investimentos.

Por isso, pode ser um importante aliado na hora de manter o foco. 

Dicas Para Identificar Seu Perfil de Investidor e Escolher o Melhor Investimento

Existem três categorias de perfil de investidor: você pode ser conservador, moderado ou agressivo (também chamado de arrojado).

Sua categoria de investidor é definida baseada na sua tolerância a riscos, avaliada a partir algumas de características, incluindo sua situação financeira, a sua idade, conhecimento do mercado e objetivos financeiros. 

Assim, é importante que você tenha definidos o prazo e o valor necessário para alcançar os seus objetivos.

Na Rico, ao abrir a sua conta, tudo o que você precisa fazer é responder algumas perguntas ao fazer login na plataforma de investimentos, a fim de acessar uma análise do seu perfil de investidor.

Vamos ver, então, mais detalhes sobre as três opções que podem retornar dessa pesquisa.

Conservador

O investidor conservador valoriza a segurança antes de qualquer coisa. 

Por isso, deve manter a maior parte de suas aplicações em opções menos arriscadas, como títulos do Tesouro Direto e outros investimentos de renda fixa. 

Moderado

O investidor moderado está entre os mais conservadores e os mais agressivos. 

Ele entende um pouco melhor a dinâmica do mercado e está disposto a correr mais riscos em prol de um rendimento melhor. Porém, ainda valoriza muito a segurança. 

Para esse tipo de investidor, o mais recomendado é manter a maior parte da carteira investida em ativos menos arriscados, como os de renda fixa.

Contudo, ele pode incluir uma parte um pouco maior de ativos de renda variável, como ações e fundos imobiliários.

Agressivo

O investidor agressivo é aquele que está disposto a correr um risco maior em nome de uma rentabilidade melhor. 

Ele entende a dinâmica do mercado e não teme as oscilações no curto prazo, pois sabe que esse tipo de movimentação é normal. 

Esse tipo de investidor tem à sua disposição uma gama maior de aplicações, incluindo ações, câmbio, commodities, entre outros. 

Mas é preciso ter mente que, para operar com esse perfil, é preciso ter bastante conhecimento do mercado.

Caso contrário, você amplia a sua exposição a perdas e corre riscos desnecessários. 

Dica para começar

E se você está começando a investir agora, temos uma dica: o Rico+ Primeiros Passos, um novo modelo de aprendizado que te ajuda a evoluir de pouquinho em pouquinho na hora de investir.

Aprenda a investir com jogos, trilhas de conteúdos e vídeos de maneira simples e fácil! 

Saiba mais sobre o Rico+ Primeiros Passos.

Devo adotar uma postura mais conservadora durante a crise do coronavírus?

A crise mundial provocada pelo avanço da pandemia do novo coronavírus está atingindo diretamente os investimentos. 

É preciso observar o contexto.

Algumas projeções para 2020 preveem queda significativa no PIB, o Produto Interno Bruto.

Segundo o Boletim Focus, ela deve ser de 6,25%.

Além disso, o dólar já bateu na casa dos R$ 6 em maio, com uma forte alta durante o ano.

Colocando todos esses fatores na análise, significa que não é o momento de investir? Na verdade, sempre existem boas oportunidades para aplicar seu dinheiro.

Uma postura conservadora, por outro lado, pode ser uma estratégia inteligente.

Mas isso não quer dizer que você deva direcionar seu dinheiro apenas para a renda fixa.

Ser conservador, neste momento, significa ser mais criterioso, comparar e simular aplicações com bastante atenção, escolhendo ativos depois de uma análise aprofundada.

A Economia em 2020

Em 2019, as expectativas para a economia deixaram o mercado um pouco frustrado.

O ano começou com projeções de crescimento de 3% no PIB, porém, as atualizações nessas projeções preveem algo em torno de 1% de ganho para a métrica até o final do ano.

Apesar disso, muita coisa foi feita e, com a continuidade da agenda do governo, que começou com a Reforma da Previdência e inclui outras reformas, a perspectiva apontava que a economia caminharia para um ambiente mais favorável em 2020.

Até mesmo a projeção inicial mais do PIB, de crescimento de 2,4%, era vista como positiva, já que reservava espaço para boas surpresas, com um incremento maior na economia brasileiro.

Até que março chegou e, com ele, a pandemia do coronavírus atingiu o Brasil – na saúde, na economia e na política.

Então, todas as projeções para 2020 foram alteradas.

Impacto do coronavírus na economia

A pandemia causada pelo novo coronavírus vem causando estragos na economia mundial.

Empresas fecharam, muitas demitiram, outras perderam valor de mercado e viram suas ações despencando em bolsas de valores.

A queda no PIB, projetada como marcante para o Brasil, deve atingir também outros países. 

Tanto é assim que analistas consideram que o momento é ainda mais grave que a crise global de 2008.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou, na metade de abril, que os impactos na economia serão, “muito provavelmente”, maiores do que a Grande Depressão de 1929. 

A organização estima que o PIB mundial deverá recuar 3%, diante da estimativa traçada para o início do ano, que indicava um crescimento superior a 3%. 

Para o Brasil, o cenário é ainda mais desanimador, com queda superior a 6%, segundo diferentes análises de mercado. 

Os impactos da crise do coronavírus vão além e são notados, ainda, na alta do dólar frente o real e na queda dos juros, com a Selic no menor patamar histórico (3% ao ano, segundo determinou o Copom em maio).

Onde investir com a queda da Selic

Os cortes na Taxa Selic realizados servem para aumentar o consumo.

Os seja, os juros caem e o valor do crédito segue a mesma trajetória.

Assim, empréstimos e créditos se tornam mais acessíveis, o que aumenta a circulação de dinheiro. 

Ao mesmo tempo, a inflação tende a aumentar.

Para as empresas, os cortes na taxa Selic também são muito importantes, porque o seu endividamento cai e elas são capazes de se desenvolver.

A Selic também tem impacto sobre seus investimentos, especialmente se você prefere títulos de renda fixa, lembrando que:

  • Alguns títulos do Tesouro Direto estão atrelados à Taxa Selic.
  • Quando a Taxa Selic cai, o CDI diminui e o rendimento dessas aplicações também sofre queda.

Se a Taxa Selic diminuir, a inflação aumenta, impactando investimentos atrelados ao IPCA.

Principais Tendências do Cenário Econômico 

onde investir em 2019 acoes ou emprender
Fique de olho no que o mercado projeta para a sequência de 2020.

O cenário de incertezas para a economia e sua retomada pós-coronavírus devem trazer impactos para além de 2020.

Vamos ver, então, as principais projeções de indicadores importantes para as suas finanças e investimentos.

Previsão da Inflação para 2020

Segundo relatório do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central no dia 1º de junho, as perspectivas dos analistas é de que a inflação fique em 1,55% em 2020

E, em 2021, é esperada uma inflação em 3,10%.

Corte na Taxa Selic

Para o Focus, a Taxa Selic deve terminar o ano de 2019 em 2,25%

Já para o ano que vem, a perspectiva é de que a métrica encerre em 3,38%.

Estimativa para o dólar

A projeção do mercado financeiro para o dólar até o final de 2020 é de R$ 5,40.

Em 2021, a estimativa é para o dólar a R$ 5,08. 

Estimativa da Balança Comercial

Segundo o Boletim Focus , as projeções apontam para o saldo da balança comercial terminando o ano positivo, em R$ 45,5 bilhões – R$ 500 milhões a mais que o saldo previsto para 2021.

Estimativa para Investimento Estrangeiro

A previsão para entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, segundo o Boletim Focus, ao final de 2020, é de US$ 64 bilhões.

Já para 2021, é esperada uma melhora, alcançando R$ 75 bilhões. 

Investir em Ações ou Empreender? Qual é o Melhor Negócio Para Você

Muitas pessoas possuem o desejo de tirar seus sonhos do papel e começar a empreender.

No entanto, por diversas vezes, surge a seguinte dúvida: investir em ações ou empreender? 

Invista para fazer seu dinheiro render mais antes de empreender

Não existe uma resposta certa para essa pergunta.

Porém, se você quiser alcançar seus objetivos financeiros mais rapidamente, é importante que você invista, a fim de fazer o seu dinheiro render ainda mais antes de empreender.

Dessa forma, você contará com o valor necessário para tocar os seus projetos, além de contar com um capital de giro.

Assim, além de crescer o seu dinheiro com o seu negócio, você também faz ele render ao investi-lo em algum ativo.

Quais os Melhores Investimentos para Quem tem Pouco Dinheiro?

Muitas gente ainda pensa que investir é coisa de quem tem muito dinheiro, mas esse é um pensamento completamente equivocado. 

No mercado financeiro, há muitas opções de aplicações bastante acessíveis para quem tem pouca capacidade de investimento. 

O Tesouro Direto, por exemplo, é um ótimo exemplo de investimento para quem ainda está começando a formar o seu patrimônio. 

Você pode começar a investir no Tesouro Direto com aplicações a partir de R$ 30.

Outra opção ainda dentro da renda fixa são os CDBs. Esses títulos são encontrados em abundância no mercado, com opções de características diferentes. 

Para quem quiser, é possível investir em CDB a partir de R$ 100. Esse valor, no entanto, é definido pelo emissor do título.

Na renda variável, também existem opções de investimento para começar com pouco dinheiro. 

As aplicações em fundos e ações não exigem valor mínimo. 

Como aproveitar a alta do dólar para investir

Até a primeira quinzena de maio, a alta do dólar supera 40% em 2020. Desde o início da pandemia, em março, o valor passou de R$ 4 para cerca de R$ 6.

Na sequência, houve queda na cotação, mas o valor do dólar segue elevando. Em junho, a moeda americana abriu em R$ 5,384. 

Isso favorece alguns investimentos atrelados à moeda norte-americana, como é o caso de fundos cambiais.

Outra opção é investir em ações de empresas que se beneficiam com o crescimento da moeda americana. 

Para isso, você precisa verificar se as empresas possuem uma receita atrelada ao dólar e se essas receitas superam os custos.

Dessa forma, o lucro das empresas cresce com a variação do dólar.

Outra alternativa é optar pelo mercado futuro, através de operações na bolsa.

Por meio de minicontratos de dólar, o investidor pode ter ganhos a partir da diferença da valorização da moeda americana no período estipulado para o contrato. 

Importante observar que qualquer investimento em dólar é indicado para perfis arrojados.

Por isso, respeite sua tolerância ao risco e estude bastante a aplicação antes de direcionar seu dinheiro a ela.

Quais são os melhores investimentos a curto prazo?

Com o cenário econômico brasileiro apontando para uma mesma direção – alta do dólar e PIB negativo –, o investidor precisa estar ainda mais atento na hora de aplicar seus recursos.

Com a Taxa Selic no menor patamar da história, os investimentos mais conservadores se tornaram menos atrativos, apesar da segurança que oferecem. 

Ainda assim, investimentos em curto prazo são aqueles que seguem de perto a taxa básica de juros, como é o caso de CDBs e do Tesouro Selic.

Já na renda variável, investir em ações é sempre uma possibilidade de curto prazo, mas na qual os riscos são maiores.

Mais uma vez, vale o alerta: conheça seu perfil de investidor, defina objetivos para o dinheiro e estude bastante antes de aplicar.

Exemplos de bons investimentos para 2020

Dependendo do seu perfil de investidor, você poderá optar por ativos da renda fixa, da renda variável ou de ambas.

Dessa forma, algumas opções de investimento para 2020 são:

  • Títulos do Tesouro Direto
  • Previdência Privada
  • CDB
  • LCI / LCA
  • Debêntures
  • LC
  • Ações
  • Fundos Imobiliários.

Você sabia?

A Rico conta com uma sugestão de carteira incrível para quem quer investir em ações.

Carteira Rico Premium é uma carteira dinâmica, composta por diversas ações com o potencial de entregar um retorno absoluto. Isso é, um ganho acima da inflação, e também superior ao Ibovespa no longo prazo.

Não deixe de conhecer a Carteira Rico Premium, que rendeu 136,7% desde a sua criação, em janeiro de 2016, conta 83,1% do Ibovespa.

Bitcoin: vale a pena investir em 2020?

O bitcoin tem se mostrado muito resiliente com relação à pandemia causada pelo novo coronavírus. 

Apesar de constar como um investimento de renda variável, tem apresentado bons resultados ao longo deste ano atípico.

Nos primeiros quinze dias de 2020, a valorização da moeda virtual atingiu e fechou o primeiro mês do ano com alta de 36,61%.

Quando o coronavírus começou a afetar os pregões mundo afora, inclusive no Brasil, o bitcoin amargou uma queda em torno de 50%. 

Porém, quem optou por esse investimento nesse período conturbado, está colhendo bons resultados.

Enquanto a Bovespa teve uma queda de 31% de janeiro até a metade de abril, o bitcoin teve uma valorização de 22% no mesmo período.

Ou seja, mesmo com a pandemia, segue sendo opção de investimento.

Comece a Investir com a Rico Hoje Mesmo

Para começar a investir com a Rico hoje mesmo, você precisa ter uma conta conosco. Ela é 100% online e gratuita.

Em 2018, a Rico foi eleita a melhor corretora de valores para os pequenos investidores, e também é a que oferece o melhor custo-benefício do mercado.

Se você já tiver aberto a sua conta, basta transferir o valor a ser investido da sua conta do banco para a sua conta na corretora através de um TED de mesma titularidade.

O próximo passo é selecionar o ativo pretendido, inserir o valor a ser aplicado e a sua assinatura eletrônica.

Caso você ainda não seja um cliente Rico, siga o passo a passo a seguir para abrir a sua conta e começar a investir:

  • Abra a sua conta: insira os seus dados pessoais. Em seguida, crie um login e senha e espere o nosso retorno por e-mail.
  • Transfira: realize a transferência do valor que será aplicado.
  • Entre na sua plataforma: ao acessar a sua conta, você encontrará todos os investimentos disponíveis.
  • Conheça o seu perfil de investidor: antes de realizar qualquer tipo de aplicação, faça o teste e conheça a sua tolerância a riscos. 
  • Invista: escolha quanto quer investir clique em aplicar e insira a sua assinatura eletrônica.

Confira o passo a passo no vídeo abaixo:

Pronto! Agora você já é um investidor!

Onde investir R$ 20 mil em 2020?

Como o mundo está mudando e muitos países ainda não sabem como vão sobreviver à crise, a atenção aos movimentos do mercado deve ser ainda mais redobrada. 

Porém, a recomendação de investimentos para quem tem um valor mais disponível não difere muito.

Continuam atrativos aplicações em Tesouro Direto, CDB, LCI/LCA, LC, fundos de investimentos, fundos imobiliários e também ações.

Além da diversificação ser a melhor recomendação, é importante que o investidor procure modificar, dentro da sua carteira, os percentuais dedicados para cada segmento. 

O que rende 1% ao mês?

Para você obter um rendimento de 1% ao mês, é preciso investir em ativos que atinjam, pelo menos, uma valorização de 12% ao ano. 

Mas um investimento de 12% ao ano é raro.

Fora que você não encontra aplicação que garanta essa rentabilidade, já que ela é possível, no momento, apenas em aplicações de renda variável.

Ou seja, teria que investir em ações ou algum fundo e torcer para que ele alcance esse ganho no mês.

Por isso, o melhor a fazer é seguir estudando as aplicações, de acordo com seu perfil e objetivos, e montar uma carteira diversificada.

Contando com os melhores investimentos nela, você amplia a proteção ao seu dinheiro, sem abrir mão de boas rentabilidades.

Onde posso investir 1.000 por mês?

Para quem está começando ou mesmo para o investidor mais tarimbado, o valor investido depende da sua necessidade e da sua urgência. 

Se você quer utilizar o valor no curto prazo, a opção mais certa é investir Tesouro Selic, mas também vale observar CDBs com retorno superior a 100% do CDI e liquidez diária. 

Se a sua necessidade é para um prazo maior, a ganha de aplicações aumenta – e você pode investir tranquilo em qualquer uma daquelas que indicamos ao longo deste artigo.

Conclusão – Onde Você deve Investir?

onde investir em 2019 conclusao

Pronto para investir com inteligência?

Saber onde investir é fundamental se você quiser alcançar as suas metas financeiras.

Para isso, é importante que você conheça as tendências da economia brasileira, a fim de se proteger e fazer as melhores escolhas para ver o seu dinheiro rendendo cada vez mais.

Para começar a investir, tudo o que você precisa fazer é abrir uma conta gratuita na Rico. É rápido, fácil e muito seguro.

Você também pode se interessar por:

Gostou do artigo? Tem alguma dúvida? Então deixe o seu comentário logo abaixo.

Obrigado por ler até aqui e bons investimentos!


junho 25, 2020

Menor de idade pode investir: veja investimento para menor  

Você sabia que crianças e adolescentes podem investir e planejar seu futuro financeiro antes dos 18 anos?

Menor de idade pode investir sim.

Claro que com supervisão dos responsáveis. Mas é muito positivo começar a investir desde cedo. No mundo dos investimentos, quanto antes você começar, melhor. E se tiver a oportunidade de começar ainda menor de idade, melhor ainda.

Isso pois o tempo pode ser um ótimo aliado à rentabilidade.

Porém, infelizmente, esse ainda não é um assunto com o qual os brasileiros estão acostumados. Ainda há muitos tabus sobre o mundo dos investimentos por aqui.

Afinal, menor de idade pode investir? É recomendável?

Como falamos, menor de idade pode investir e, inclusive, é muito indicado que ele faça isso. Mas então por que a maioria das crianças e adolescentes não investem? É simples. Porque os adultos também não guardam e investem dinheiro.

Segundo uma pesquisa feita pela gestora de recursos americana BlackRock, 37% dos brasileiros afirmam não investir por falta de conhecimento sobre o assunto, e 20% por medo de perder tudo – o que também pode ser falta de conhecimento sobre o assunto, já que existem investimentos mais seguros do que guardar o dinheiro embaixo do colchão.

Falta educação financeira para os brasileiros. Ela não faz parte da grade curricular nas escolas e não é um assunto difundido culturalmente. O resultado é uma população com pouco contato com o mercado financeiro e com medo de investir. E pior: com altos níveis de endividamento.

Mas investir não pode ser e não é nenhum bicho de sete cabeças. E pode ser sim para todo mundo, inclusive para crianças.

Essa é uma ótima fase para desenvolver esse pensamento, já que os pequenos vão aprender a controlar seus recursos ainda nessa idade – quando geralmente nossa capacidade de aprendizado é mais rápida. Assim, ele vai se familiarizar com o tema desde pequeno e, em fase adulta, o assunto não vai ser um tabu, vai ser algo natural.

Então introduzir assuntos sobre economizar e investir é muito importante para a educação das crianças.

Psicologia infantil: o teste do marshmallow

O teste do marshmallow, feito pelo psicólogo Walter Mischel, mostrou a relação das crianças que sabem se controlar em troca de recompensas futuras.

O teste é assim: uma criança recebe um marshmallow e uma instrução clara – pode comer o doce imediatamente ou esperar cinco minutos e comer dois doces. O que ela vai fazer?

 

A ideia é a mesma com o dinheiro. A mensagem é ensinar os pequenos a ter paciência e poupar, para que no futuro tenham mais do que no momento inicial.

Com Quantos Anos Pode Investir no Tesouro Direto ou Em Aplicações de Renda Fixa?

mulher segurando pote

Não importa a idade da criança, guardar dinheiro é sempre um bom começo para o futuro.

Também é bom saber que você não precisa dispor de grandes quantias financeiras, você pode começar a investir com valores a partir de R$ 100,00. Esse é um grande engano sobre investimentos: que só quem tem muito dinheiro pode investir. Errado. O segredo de investir não é o quanto você tem para investir, e sim o quanto você consegue poupar para investir da sua renda.

Por isso, é tão importante que você tome essa iniciativa o quanto antes.

Crianças de qualquer idade podem investir.

E Na Bolsa de Valores?

Em setembro de 2020, havia mais de 12 mil pessoas com até 15 anos investindo na B3. Então: sim, os menores de idade podem investir em ações, claro, com a devida instrução e supervisão dos pais.

Vale lembrar que esses investimentos são de renda variável. Ou seja, o risco de investir é alto. Portanto, é preciso que a criança tenha supervisão e conhecimento sobre os investimentos.

Outro ponto importante, sempre, é a diversificação: não aplicar todo o dinheiro em um mesmo ativo. Assim, você dilui os riscos em mais de um ativo.

3 Dicas de Investimento Para Jovens

A educação financeira para crianças é um dos caminhos para um país com a população menos endividada e mais desenvolvido economicamente.

Caso você seja responsável por uma criança (ou seja uma), separamos algumas dicas para ajudar nesse começo de trajetória no mundo dos investimentos.

1. Estabeleça metas em um período de tempo determinado

Poupar é bom, mas é bom por quê? Porque você pode realizar os seus sonhos mais rápido. Sem metas, economizar e investir pode ficar meio confuso, principalmente nessa idade.

Então, a primeira dica é pensar em tudo o que você quer realizar nesse ano. Comprar um video game, computador novo, smartphone?

Descubra quanto precisa guardar e aplicar no mês para realizar esses objetivos.

2. Faça simulações

É muito bom fazer simulações quando se é jovem. Imagine uma criança de 10 anos. Se ela poupar e investir R$ 500 por mês, rendendo apenas 0,5% ao mês, quando ela completar 18 anos, terá R$ 48.000 acumulado mais a rentabilidade de R$ 13.413,44.

R$ 61.413,44 para quem recém está começando a vida não é nada mal, não é mesmo?

Mas como essa criança vai ganhar R$ 500 por mês? É aí que os pais entram. Se eles derem uma mesada mensal e ensinarem as crianças a poupar, elas terão um futuro financeiro brilhante.

Como Abrir uma Conta na Rico Para Seu Filho

1°: Abra uma conta na Rico para seu filho  
Não importa a idade que ele tenha, basta ter CPF e pronto! Você poderá abrir a conta para seu filho de forma 100% online e rápida na Rico.

Não há custo para abertura e nem manutenção de conta!

2°: Você será o responsável pela conta dele até a maioridade

O responsável legal pela criança também será o responsável pela conta dele, fazendo os investimentos e tomando as decisões até sua maioridade.

3°: como vou transferir dinheiro para a conta do meu filho?

Aqui existem dois modos: 
 1: se a criança tiver conta no banco, poderá transferir da sua própria conta para a Rico.
 2: se a criança for 2º titular da conta do responsável pela conta, poderá cadastrar a conta como conjunta na Rico e realizar as transferências financeiras. 

O processo de resgate funciona da forma inversa. 

4°: Mas, não vale mais a pena guardar na poupança?

Não mesmo! Além de você ter uma rentabilidade baixa, você não tem oportunidade de diversificação.

Qual o Melhor Investimento Para o Futuro do Meu Filh

Vamos considerar, em primeiro lugar, que estamos buscando aplicações seguras e com boas rentabilidades, sendo assim, as aplicações de renda fixa são as mais indicadas para este plano.

Como pais, sabemos que imprevistos acontecem, e falando de criança, ocorre o tempo todo! São remédios, hospitais, médicos especialistas caros, dentistas, rematrículas de escolas, troca de coleção de roupas (porque eles crescem numa velocidade assustadora!) E por aí vai…

Por isso, é importante que tenhamos dinheiro disponível para emergências. Por isso, é interessante também escolher investimentos com alta liquidez, ou seja, que é possível resgatar com facilidade!

Então vamos começar com alguns produtos recomendados para os pequenos: 

Tesouro Direto 

O Tesouro Direto, além de ser o produto mais conservador e acessível do mercado, sendo possível realizar aplicações a partir de R$ 32,00, é também indicado para investimentos de longo prazo e para resgates antecipados.

Conheça um pouco mais dos tipos disponíveis:

  • Tesouro indexado ao IPCA:

Indicados para investimentos a longo prazo (2024, 2035, 2050), ou seja, é indicado para planos como faculdade, carro, maioridade, etc.

  • Tesouro prefixado:

Indicados para investimentos de médio/longo prazo, esse investimento vale a pena quando as taxas de remuneração estão atrativas.

Este é o título mais indicado para quem deseja ter liquidez diária. Funciona como uma “poupança do governo” em que você pode resgatar a qualquer momento sem perder a rentabilidade, pois a Selic não tem rentabilidade negativa. 

É importante sabermos que todos os títulos do tesouro possuem liquidez diária e que o pagamento dele ocorre em um dia útil (D+1).

Top 2: Fundos de investimentos de Renda Fixa 

Os fundos são ótimas alternativas de diversificação, e possuem modalidades de renda fixa que investem em produtos seguros e com boas rentabilidades.

Os valores de aplicações também são acessíveis, com cotas a partir de R$ 500,00.

Os fundos de investimento possuem diversos benefícios, onde alguns podem contar com resgate em D+0, ou seja, você resgata hoje e hoje mesmo o valor estará em sua conta.

É importante analisar antes do investimento o prazo de resgate.

TOP 3: Renda Fixa 

Dentro dessa modalidade, temos os títulos incidentes de Imposto de renda como o CDB e a LC, e os Isentos de Imposto de renda, LCI  e LCA.

Alguns benefícios:

  • São indicados para investimentos de curto prazo, visto que os vencimentos dos títulos variam em torno de 2 a 3 anos;
  • Na Renda fixa o valor de aplicação mínima também é mais elevado, sendo a partir de R$ 1.000,00;
  • Possuem rentabilidades atrativas, seguras e garantias pelo FGC em até R$ 250.000,00 por CPF e Instituição.

Apesar do prazo de vencimento ser mais curto, se a rentabilidade estiver atrativa vale a pena aplicar sim! Até porque no vencimento você poderá reaplicar o valor.

É importante saber que os produtos de renda fixa não contam com liquidez diária, então apesar de ser indicados para o curto prazo, não são indicados para resgate antes do vencimento, ok?

Fácil e acessível, não é? Então comece já e garanta um futuro seguro e confortável para seus filhos!

Conclusão

Para muitos, toda a juventude não tem muito propósito a não ser aproveitar ao máximo o presente. Não deve ser assim para você ou seus filhos.

É importante pensar no futuro, também.

Quanto antes vocês começarem a aplicar, melhor. Os juros compostos ganham muita força com o tempo.

Sua família terá educação financeira e os benefícios dela são muitos e refletem em todas as áreas da vida.

E não esqueça: conte sempre com a Rico para descomplicar seus investimentos, não importa sua idade 😉


junho 15, 2020

Volatilidade: o que é e como pode ser uma aliada!  

A volatilidade é um conceito que tem tudo a  ver com determinados investimentos financeiros.

Ajuda a explicar, por exemplo, porque você ganha dinheiro com uma aplicação em determinado mês e acumula expressivas perdas em outro.

Esse vai e vem mexe com a relação entre risco e rentabilidade, o que exige do investidor ter “estômago forte” para não ceder às oscilações do mercado.

Aliás, você sabia que o impacto de uma perda é 2,25 vezes maior do que de um ganho?

Esse dado é um viés cognitivo e foi obtido em um estudo (Kahneman e Tversky, 1979) que compõe a Teoria do Prospecto (ou Teoria da Perspectiva).

Apesar da volatilidade ser um conhecimento básico no mercado de capitais, ela faz a diferença na vida do investidor que é consciente e sabe utilizar todos os fatores a seu favor.

O significado da volatilidade é muito simples: é a mensuração de um risco de acordo com o seu histórico.

Uma das formas de analisar a volatilidade de um ativo é medindo a sua oscilação ou o desvio padrão do seu valor ou rentabilidade.

Em resumo, existem três tipos de riscos ou volatilidade em um investimento:

  1. Volatilidade da cotação (na renda fixa, a rentabilidade pode não variar, mas o preço da cotação pode variar como um imóvel que não muda o valor do aluguel mas é valorizado com o tempo)
  2. Volatilidade da rentabilidade (no caso das ações, a variação da cotação é a mesma da rentabilidade)
  3. Volatilidade da empresa que emite o investimento (risco de falência).

Neste texto, você vai descobrir tudo sobre o que é volatilidade no mercado financeiro e por que ela é tão importante . Com isso, vai conseguir entender melhor quanto poderá faturar em uma aplicação. 

Se tiver qualquer dúvida, deixe o seu comentário no final da página.

Boa leitura!


O Que é Volatilidade de Investimentos?

Claro que existem diferentes níveis de volatilidade para cada tipo de investidor. 

Afinal, também segundo a Teoria de Perspectiva, as pessoas tem aversão a perdas, por isso, são mais marcadas por elas e evitam riscos.

Não é sem razão que a caderneta de poupança é o investimento mais popular do Brasil. 

Trata-se de uma aplicação com baixíssimo risco, na qual a variação é quase nula. Entretanto, como você deve saber, a rentabilidade real (descontados custos e a inflação) também é quase nula.

Assim como o Tesouro Direto não possui oscilações inesperadas de rendimento.

Essa é a principal opção de quem deixa a baixa rentabilidade da poupança em busca de ganhos mais positivos, principalmente diante da inflação, mas com a mesma segurança.  

Os maiores investidores do mundo evitam analisar primeiro o rendimento de um ativo. Por exemplo, Warren Buffet e George Soros, eles analisam a volatilidade do investimento para saber se ele tem potencial ou não.

Afinal, eles querem lucrar com a valorização.

Então, se um ativo já possui um rendimento histórico muito positivo e, assim, um risco menor, as chances de ele já estar valorizado pelo mercado é maior.

Os grandes investidores procuram as oportunidades em meio à volatilidade

E a volatilidade no mercado financeiro pode ser calculada de várias formas. Uma das mais usuais é a volatilidade histórica.

Saiba mais sobre ela e outros tipos a seguir:

Volatilidade histórica

Agora que você já entendeu o que é volatilidade, chegou a hora de saber mais sobre esse conhecimento financeiro muito utilizado na Bolsa de Valores.

De forma conceitual, a volatilidade histórica é o desvio padrão anualizado.

Para chegar nesse valor, é multiplicado pela raiz quadrada do tempo (252 – quando diária). Assim, é possível saber quanto a cotação se afasta da média, na média.

Dessa forma, a volatilidade histórica pode ser utilizada de muitas formas.

No mercado de ações, é possível analisar os níveis de sobrecompra/sobrevenda, definição de alvos e stops.

Volatilidade Implícita

Já ouviu falar ou sabe o que é volatilidade implícita?

É um cálculo utilizado para ter uma estimativa da volatilidade de um preço no futuro.

Para chegar a uma conclusão, utiliza-se informações do preço subjacente no mercado de derivativos ou futuro.

Esse tipo de cálculo também é muito utilizado no mercado de opções.

Volatilidade Real

Ela também conhecida como volatilidade futura.

Para seu cálculo, se utiliza a cotação do ativo subjacente no mercado futuro.

Quando o investimento chega ao vencimento, a volatilidade real se torna a volatilidade histórica.


Como a Volatilidade Impacta o Mercado Financeiro

Esse é um conceito muito básico.

Quanto mais volatilidade e risco você conseguir suportar, maior é o potencial de lucro do seu investimento.

E quem não quer faturar alto?

No mercado, a briga entre a tendência de baixas e altas é representada pelo touro que dá golpes ascendentes e pelo urso que dá golpes descendentes. O lado mais forte determina a tendência da oscilação.

Essa é a essência da Bolsa de Valores, mercado de renda imprevisível.

No entanto, é possível adotar outras opções que são menos voláteis e complexas. Para aproveitar essas oportunidades, é preciso assumir riscos

Principalmente o de não ocorrer o rendimento de acordo com a meta ou até perder valor um pouco de valor a curto prazo.

Veja, por exemplo, o histórico de rentabilidade do fundo multimercado Adam Macro II FIC FIM na imagem baixo.

Ele oscila de forma negativa em alguns meses, mas em outros, supera e muito a meta de referência (o CDI no caso). Assim, com o passar dos anos, a sua performance será, na média, superior a investimentos de curto prazo garantidos.

Uma análise do gráfico revela dados interessantes sobre a sua volatilidade.

Em janeiro de 2018, por exemplo, um ótimo resultado foi registrado, com retorno de 5,85% contra 0,58% do CDI no mês.

Porém, em dezembro de 2019, seu rendimento foi negativo, de -0,39%, enquanto o CDI oscilou positivamente em 0,37%.

Assim, é na média dos anos que o fundo multimercado entrega uma rentabilidade geral positiva. 

Risco através da volatilidade: o que significa?

Muitas pessoas não se sentem confortáveis com fundos de investimento ou outros ativos como debêntures e COEs, afinal, eles não possuem a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Esse é um selo que a maioria dos ativos de renda fixa recebem, como CDBs, LCIs e, LCs.

Essa garantia do FGC protege o investidor caso o banco ou financeira vá à falência e dê o calote em seus clientes. Trata-se da certeza de retorno de até R$ 250.000 (investimento e rentabilidade) por CPF e instituição financeira.

Como não existe risco de perda de capital e rendimento abaixo do esperado, a renda fixa paga uma taxa menor de juros. Conforme o risco a curto prazo aumenta, melhor é o retorno.

Veja na demonstração a seguir uma relação de risco e retorno entre os investimentos:

A poupança está no extremo da baixa volatilidade e rentabilidade, enquanto o mercado de derivativos, como opções e futuros, ocupa o outro extremo, com muita volatilidade e possibilidade de retorno.

Para investir em mercados com essa volatilidade, você precisa estudar e praticar para dominar a análise gráfica e fundamentalista, pois estará disputando os lucros com outros operadores experientes.

Ao se tornar um investidor da Rico, você poderá participar das salas de aula ao vivo com especialistas que respondem todas as dúvidas e mostram sua forma de operar no mercado. Essa é a InvesTV

Caso não tenha tempo ou interesse para entrar nesse segmento, você ainda pode se beneficiar da volatilidade dele, investindo em fundos de ações que buscam superar o índice Bovespa (principal indicador da Bolsa de Valores).

Também é possível confiar em nossos especialistas e apostar nas carteiras recomendadas, que na média, costumam superar o Ibovespa.  

Qual a relação entre risco e volatilidade

Resumindo, então, o que nós vimos até aqui: quanto maior a volatilidade do mercado em que se investe, maiores são os potenciais de lucro. Só que os riscos também aumentam.

E por que existe essa relação entre risco e volatilidade? Pelo que falamos antes: a oscilação nos empreendimentos mais voláteis é imprevisível.

Nós sabemos apenas que um ativo de renda variável vai oscilar, mas não sabemos o quanto.

Esperamos que ele oscile para cima, mas pode oscilar para baixo. Eis o risco.

Quais ativos oferecem oscilação de mercado?

Existem vários investimentos considerados voláteis e, portanto, com maior potencial de lucro. Veja alguns exemplos abaixo.

  • Ações na Bolsa de Valores: provavelmente, foi o primeiro no qual você pensou, certo? Como o preço de uma ação varia de acordo com a oferta e demanda, tem alta volatilidade
  • Fundos imobiliários: o investidor compra cotas de um fundo imobiliário, é como se estivesse comprando um pedaço do imóvel, esperando sua valorização
  • Moeda estrangeira: qualquer pessoa que já planejou uma viagem ao exterior por um longo tempo ou a compra de equipamento importado notou como a relação entre o real e o dólar e o euro muda bastante
  • Mercado futuro: o investidor compra contratos que envolvem mercadorias (dólar, juros, ações e commodities, por exemplo) que só serão negociadas depois. A expectativa é de revender por um preço mais alto.

Qual a volatilidade da bolsa de valores

Uma boa maneira de acompanhar e compreender a volatilidade da Bolsa de Valores é observando um gráfico com a variação do Ibovespa, um índice que reúne as cotações das ações mais negociadas na bolsa brasileira.

Variação histórica do índice Ibovespa. Tela capturada em 22/04/2020.

  • No dia 15 de janeiro de 2016, o Ibovespa estava em 38.569 pontos
  • Em 28 de outubro do mesmo ano, já estava em 64.307
  • Em 23 de junho de 2017, o índice se encontrava em 61.087 pontos
  • A data era 28 de dezembro de 2017 e o Ibovespa já havia subido para 76.402 pontos.

Outros exemplos:

  • 76.677 em 31 de agosto de 2018
  • 97.861 em 1 de fevereiro de 2019
  • 89,992 em 17 de maio de 2019
  • 118.376 em 24 de janeiro de 2020
  • 67.069 em 20 de março de 2020
  • 80.687,15 em 22 de abril de 2020.

Como você pôde notar, a oscilação é grande. Mas esse gráfico ajuda a ver também que, no longo prazo, ocorre uma significativa valorização.

Veja também que, mesmo após a acentuada queda devido ao coronavírus, o Ibovespa já começa a se recuperar.

Risco e Volatilidade do Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um título de dívida pública comum. Em outras palavras, quando você compra um papel desses, está emprestando dinheiro para o Tesouro Nacional, por isso o nome.

É a melhor forma para pessoas físicas terem acesso direto ao Tesouro.

O Tesouro Direto não possui garantia do FGC, mas como trata-se de um emissor com risco praticamente nulo de calote, é tão ou mais seguro quanto.

Se quiser saber tudo sobre esse investimento, leia esse guia completo do Tesouro Direto.

O que ninguém contou para você é que o Tesouro Direto também oscila, e pode variar muito.

Só que essa volatilidade não se dá em uma rentabilidade negativa, mas apenas na cotação do ativo.

Como citado, existem três tipos de volatilidade: da cotação, da rentabilidade e do emissor do investimento.

Então, a variação na cotação do Tesouro Direto não influencia, de forma alguma, a sua rentabilidade.

A sua cotação pode baixar, mas o comportamento de rendimento do título não mudará.

Caso o papel do Tesouro esteja indexado ao IPCA, ele renderá de acordo com a inflação mais uma taxa prefixada. Caso seja à taxa Selic, renderá exatamente o índice.

No entanto, imagine que a Taxa Selic está em tendência de baixa, como tem acontecido em todas as últimas reuniões do Copom.

Caso você não saiba, toda taxa prefixada do Tesouro tem como referência a taxa básica de juros.

Assim, caso a Selic perca força, o valor de face do papel também perde.

Portanto, quem adquiriu um ativo que rendia mais, quando a Selic era mais alta, tem um papel mais rentável, que já não existe em grande volume à disposição.

Ele continua recebendo um retorno superior aos ativos mais novos.

Dessa forma, é justo que o seu papel seja valorizado pela lei da oferta e da demanda, possibilitando a venda antes da data de vencimento e obtendo a diferença entre o que pagou pelo investimento e o que recebeu na venda.

Isso aconteceu em 2016, por exemplo, quando o Tesouro IPCA+ (NTN-B) obteve uma valorização de 53% no ano, superando muitas ações da Bolsa de Valores.

Nós fizemos um artigo explicando esse acontecimento.

Como diz o ditado, “rentabilidade passada não significa rentabilidade futura“. Então, não conte com a repetição desse tipo de evento.

Todavia, o ciclo de baixa dos juros da economia vai continuar diminuindo a rentabilidade.

Ou seja, ainda há tempo para comprar os seus papéis, esperando que eles se valorizem.

Ficou difícil de entender?

Imagine que você está comprando uma casa para alugar e, assim, ter um rendimento.

O aluguel é a sua rentabilidade (que varia de acordo com o IGPM) e também pode variar de acordo com a volatilidade do emissor (locador).

No entanto, caso uma grande faculdade decida abrir um campus perto do seu bairro, provavelmente, o valor da casa (cotação) vai começar a oscilar com tendência de alta.

Assim como é possível que comece a surgir casos de violência no bairro que derrubem a cotação da casa. É exatamente isso que acontece com o Tesouro Direto.

Nunca esqueça que, ao comprar títulos de longo prazo do Tesouro Direto, você deve estar dispostos a mantê-lo até vencimento ou até ele se valorizar para uma possível venda.

Caso a valorização não aconteça, na pior das hipóteses, você terá um ótimo ativo em renda fixa para longo prazo, construindo um patrimônio sólido através dos anos.

O que é volatilidade dos fundos de investimento?

Os fundos de investimentos são conjuntos de ativos que formam uma carteira de investimentos.

Ou seja, se você investe em um fundo, não está colocando seu dinheiro em um ativo específico, mas sim em vários.

Os fundos geralmente buscam um equilíbrio entre riscos e lucro em potencial, mas há diferentes opções, para distintos perfis.

Eles costumam ser compostos tanto por ativos de renda fixa quanto de renda variável.

Sua volatilidade, portanto, vai depender da oscilação desses investimentos de renda variável, na proporção em que eles estão presentes na carteira.

O que é volatilidade de câmbio

Como mencionamos antes, o valor do dólar e de outras moedas estrangeiras em relação ao real oscila bastante.

Normalmente, está relacionado com questões macroeconômicas.

Quando entram muitos dólares na economia brasileira, por exemplo, ele se desvaloriza perante o real.

Descobrir o momento exato para comprar ou vender moeda estrangeira, porém, é um grande desafio, pois é difícil prever como o câmbio vai se comportar, e eventos externos também impactam bastante na variação das moedas.


Qual a diferença entre liquidez e volatilidade

Entender os conceitos é fundamental para identificar seu potencial de lucro no investimento

Liquidez e volatilidade são dois conceitos bastante diferentes, cada um com uma enorme importância no mundo dos investimentos.

Volatilidade é o quanto determinado ativo pode variar em um período do tempo (um investimento mais volátil é aquele que varia mais).

Já a liquidez se refere à capacidade que o investidor tem para converter o seu investimento em dinheiro.

Por exemplo: uma ação da Petrobras tem alta liquidez, pois há muita demanda de compra.

Já um imóvel tem baixa liquidez, porque é complexo para vendê-lo e transformá-lo em dinheiro.

Quando um ativo tem alta volatilidade e ao mesmo tempo alta liquidez, o seu potencial de lucro é bem maior na comparação com investimentos estáveis e líquidos.


Como a volatilidade pode ser um aliado dos investidores

Para responder a essa pergunta, vamos usar um exemplo comum na Bolsa de Valores.

Quando o preço de uma ação despenca, é comum que os investidores enxerguem apenas o viés negativo desse evento.

Acontece que existe o outro lado: a queda pode representar uma ótima oportunidade para o investidor adquirir novas posições.

Isso vale até para quem já possui ações daquela empresa.

Um erro comum é, ao ver o preço cair, se livrar do ativo, vendendo-o. Ao fazer isso, o investidor está consolidando a perda.

Claro que há casos em que é recomendado vender a ação e usar o dinheiro para comprar ativos promissores que estão na ascendente.

Mas veja que tudo faz parte de uma estratégia de investimentos que considera a volatilidade como um aliado para aumentar os rendimentos.


O que é o Índice Sharpe?

Índice de Sharpe é uma criação do economista americano William F. Sharpe, laureado com o Nobel da Economia em 1990.

Trata-se de um cálculo que é resultado da divisão entre a diferença entre o retorno de um ativo (RI) e o retorno livre de risco (RF) pela volatilidade do investimento (OP).

O cálculo fica assim:

  • IS = (RI – RF) / OP.

Quanto maior o resultado desse cálculo, mais vantajoso o ativo tende a ser.


O que é Índice Beta?

Já o Índice Beta também ajuda a avaliar o risco de determinado ativo, mais especificamente avaliando quão volátil ele é em relação à flutuação do mercado como um todo.

O Índice Beta é resultado da covariância entre o retorno do ativo e do mercado, dividido pela variância do retorno do mercado.

A fórmula pode ser feita no Excel, com as funções COVAR e VAR para covariância e variância, respectivamente.


Como calcular volatilidade [Com exemplo]

Agora, voltando ao tema central do artigo, chegou a hora de entender como é possível transformar o conceito em números e calcular a volatilidade de um ativo.

O cálculo mais comum é o da volatilidade anualizada, aquele cuja fórmula apresentamos no começo do artigo como volatilidade histórica.

Para chegar no resultado, é preciso multiplicar a volatilidade diária pela raiz quadrada de 252.

Mas e como chegar na volatilidade diária do ativo?

É preciso selecionar uma base histórica, com o preço de fechamento dos ativos no período que se deseja avaliar. Em um ano, seriam os resultados dos 252 dias úteis.

A partir daí, cria-se uma planilha no Excel com a data e o preço de fechamento. Depois, aplica-se uma fórmula que é:

  • Rentabilidade diária = (preço atual – preço anterior) / preço anterior.

Em seguida, encontra-se o desvio padrão dos resultados dentro de um ano para ter o resultado da volatilidade diária, que será multiplicado pela raiz quadrada de 252 para chegar ao índice de volatilidade.

Exemplo de volatilidade em um investimento

Imagine que, construindo a planilha e aplicando as fórmulas, você chegará a uma variabilidade diárias de 0,022% nas ações de determinada empresa.

  • Volatilidade = volatilidade diária x raiz quadrada de 252
  • Volatilidade = 0,022 x 15,87
  • Volatilidade = 0,35
  • Volatilidade anual do ativo = 35%.

Volatilidade em tempos de crise 

É natural que, em tempos de crise, a volatilidade dos investimentos de renda variável suba.

Sobretudo no começo das crises, há muita imprevisibilidade quanto ao que vai acontecer nos próximos meses e anos.

No caso do mercado de ações, muitos investidores ficam com medo e vendem seus ativos, o que faz o preço cair.

Outros, ao enxergarem essa queda, fazem o mesmo, iniciando um efeito manada que gera uma curva acentuada para baixo no preço das ações.

A principal orientação nesses momentos é manter a calma.

Afinal, como explicamos antes, depois de uma queda significativa, quem vende suas ações está consolidando a perda.

Em vez disso, espere pela recuperação no longo e enxergue o lado bom da volatilidade, aproveitando para comprar ações por um preço bem abaixo do que vão valer quando a economia se recuperar.

Coronavírus 2020: como impacta na volatilidade do mercado financeiro

Uma coincidência muito ruim para o mercado financeiro em 2020 foi que, antes mesmo da Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar o coronavírus uma pandemia, havia uma guerra no preço do petróleo, em que Arábia Saudita e Rússia se enfrentavam.

Esse evento trouxe os preços das ações para baixo em bolsas do mundo todo, e com o avanço do Covid-19, a situação apenas piorou.

O impacto do vírus na volatilidade do mercado foi grande (basta ver os eventos de circuit breaker na bolsa de valores brasileira), mas já estamos vendo sinais de recuperação.

Assim que a situação for controlada, empresas de todos os setores voltam à sua produtividade normal e teremos ativos à venda por um ótimo preço, o que deverá despertar o interesse de muitos investidores e gerar uma forte curva para cima.